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Xadrez do PSDB, um partido à procura de rumo, por Luis Nassif

Peça 1 – O fim da era dos economistas tucanos

A tentativa do Instituto Teotônio Vilela, do PSDB, de produzir uma atualização dos princípios do partido, provocou revolta no grupo dos financistas que empalmou o discurso do partido desde o plano Real.

A saída de Tasso Jereissatti da direção do partido havia tirado o último elo de ligação com a Casa das Garças.

Presidido por José Aníbal, o ITV deu satisfações a Edmar Bacha e ignorou as críticas de Elena Landau, por irrelevantes, entendendo que ela apenas queria valorizar sua saída do PSDB.

A saída dos economistas preenche uma lacuna. Agora, haverá espaço para o partido pensar o país sistemicamente.

A questão é o que será colocado no lugar. Não será tarefa fácil. 15 anos fora do poder, sob o comando de lideranças sem capacidade de formulação – como Alckmin, Serra, FHC e Aécio – o partido murchou intelectual e programaticamente.

A tentativa de montar um programa, em todo caso, ajudará a dar um pouco mais de consistência às discussões e ao discurso monotemático, preso a um antipetismo tosco.

Peça 2 – o fator Geraldo Alckmin

A autodestruição de João Dória Jr consolidou a imagem que se tinha de Geraldo Alckmin, do político habilidosíssimo na arte da não tomada de posição. Ele se locomove silenciosamente entre as brigas partidárias, recusa os grandes lances políticos, não entra em bola dividida e tem enorme objetividade na construção das alianças com o poder.

Quando Lula foi eleito, havia receios de que estivesse nascendo o PRI (Partido Revolucionário Institucional) brasileiro – o partido que logrou controlar todos os sistemas de poder no México.

Hoje em dia, São Paulo é o melhor exemplo da estratificação política do PRI. Alckmin conseguiu manter sob estrito controle a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público Estadual e a PM. O aparelhamento ocorreu em todos os setores, da TV Cultura à Fundap, desperdiçando o enorme potencial intelectual disponível nas instituições públicas paulistas. É impressionante sua capacidade de promover um desmonte silencioso do Estado, sem que ninguém se pronuncie.

Ao mesmo tempo, representando o partido que transformou a gestão em palavra de ordem, não se conhece dele uma política inovadora, uma modernização administrativa. Mesmo sendo governador do Estado mais avançado, dispondo das corporações mais modernas e das instituições mais reputadas.

Recentemente, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) emitiu uma resolução definindo a faixa litorânea a ser respeitada em todo o litoral brasileiro. O único estado que se insurgiu foi São Paulo através justamente da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Houve reação do Ministério Público Federal e Estadual. Agora a Cetesb provocou o Conama para revisar resoluções anteriores e flexibilizar para o país inteiro.

Trata-se de um escândalo considerável que, como tudo o que sai de Alckmin, passa ao largo da fiscalização da mídia.

Mesmo assim, com ou sem Lula a Lava Jato e a mídia terão de redobrar esforços para conferir um mínimo de competitividade a Alckmin nas próximas eleições presidenciais. Principalmente com a tendência de que se torne o candidato de Michel Temer.

Peça 3 – o governo de São Paulo e o fator Serra

Se no plano federal o PSDB será pouco competitivo, no plano estadual o único trunfo com que conta é o antipetismo exacerbado. E nada mais.

Para as próximas eleições para governo do Estado, sabe-se quem não será: José Serra e João Dória Jr. Pelo menos se depender das lideranças históricas do partido. Mas não se sabe quem será.

Serra se tornou um eremita, confinado em seu apartamento de São Paulo, enfrentando alguns conflitos familiares. No auge da pressão da Lava Jato internou-se no Sírio Libanês. Quem se encontrou com ele se surpreendeu com frases desconexas, como no famoso episódio dos BRICS (em que ele não conseguia identificar os cinco países). Depois, se constatou que era apenas paúra da boa, pavor da Lava Jato, que o fez inclusive abrir mão do cargo de Ministro de Relações Exteriores.

Quando Gilmar Mendes conseguiu matar a bola no peito, Serra recobrou a calma. Mas é considerado carta fora do baralho, inclusive por antigos seguidores que o têm aconselhado a se contentar com mais quatro anos de Senado. Na cúpula do partido, já existe um acordo tácito de não permitir que Serra se aproxime de nenhum documento relevante, ou de qualquer reunião fechada, pois sabe-se que no dia seguinte a informação estará nos jornais.

Hoje em dia, Serra perdeu seu maior trunfo político: a capacidade de produzir dossiês contra adversários, que recebiam ampla acolhida na mídia. Os poucos jornalistas aliados apenas ajudarão a mitigar as denúncias que ainda brotarão da Lava Jato.

Seu trabalho no Senado para as petroleiras talvez seja seu canto de cisne no lobby de alto coturno. Daí seu esforço para entregar a encomenda.

Peça 4 – o fator João Dória

João Dória Jr se tornou um caso raro de unanimidade partidária negativa dentro do PSDB e ajudou no renascimento político de Alberto Goldman. Sua crítica a Dória, beneficiada pela reação desastrada do criticado, alçaram Goldman à condição de voz referencial do partido em São Paulo.

Já Dória conseguiu incorrer em todos os mandamentos do político desastrado: deslealdade com os padrinhos políticos; ambição desmedida; discurso desconexo; descaso com a prefeitura; professor de Deus em qualquer matéria; imprudência nos factoides, a ponto de endossar ração para crianças.

É tanto desastre simultâneo que, na cúpula do partido, ele se tornou objeto de avaliações psicológicas.

É possível que surja um outro nome para o governo do Estado. Certamente Jose Anibal está se colocando em campo. Poderá até juntar novas ideias ao programa, mas dificilmente conseguirá definir a palavra de ordem, a plataforma.

Peça 5 – o espaço para o tertius

As próximas eleições serão uma com Lula, outra sem Lula. Com Lula, não haverá espaço para novos candidatos do centro-esquerda e esquerda. Será favorito absoluto para presidente. Daí a pressa da Lava Jato e dos desembargadores do TRF-4 de acelerar os processos e tentar tirá-lo do jogo.

Há manobras alternativas, como o tal semipresidencialismo, seja lá isso o que for.

Sem Lula, abre-se um amplo espaço para o outsider.

Conforme muitos analistas, começando a campanha o fenômeno Bolsonaro murchará. Dependendo da solução encontrada pelo PT, haverá espaço para crescimento de Ciro Gomes.

A ideia de que se fortalecer o tal centro democrático esbarra na falta de lideranças efetivas desse centro, e na radicalização do discurso político que impede qualquer convergência de propostas em muitas políticas que, slogans à parte, já são quase consenso nos meios técnicos.

Nos últimos dias, houve algumas tentativas de se mostrar a continuidade dos avanços no Brasil nos governos FHC, Lula e Dilma. Mas a retórica de guerra, insuflada pela mídia, ainda impede qualquer lufada de bom senso.

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49 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Como o PT poderia por fim a hegemonia tucana em SP...

O PT e o Lula erram ao escolher Luiz Marinho como candidato petista ao governo do Estado. O Haddad poderia muito bem se apresentar candidato a governador. O ex-prefeito de São Paulo desperta muita admiração dos jovens e da classe média progressista, que não estão vinculados à esquerda organizada. O Haddad seria uma forma de superar o antipetismo que reina no Estado.

O Luiz Marinho não tem nenhum carisma e é autoritário. É alguém que se beneficia de sua aproximação com o Lula para se promover. Não consegue enxergar a política além do aparelhamento de estruturas hierarquizadas como sindicatos, partidos e o próprio Estado. Ele é o oposto do que o Haddad representa.

É um tremendo desperdício não explorar nas próximas eleições as qualidades do Haddad. É inteligente, bem articulado, honesto, humilde e jovem. Além disso, possui mente aberta e ousadia para revolucionar o Estado mais rico e influente do país. Não há nenhuma justificativa lógica para o PT trocar o Haddad pelo Luiz Marinho.

A candidatura do Haddad poderia por fim a duas décadas de governos autoritários tucanos e sinalizar aos paulistas uma nova geração de lideranças petistas. Quanto ao Luiz Marinho, com seu carisma de animador de velório, dificilmente conseguirá superar o vexame da votação do Alexandre Padilha nas eleições de 2014, quando o PT teve apenas 18% dos votos e ficou em 3º lugar, atrás do Geraldo Alckmin e do Paulo Skaf.

Se o PT insistir nessa ideia esdrúxula de lançar o Luiz Marinho a governador ao invés do Haddad sofrerá outro vexame. Provavelmente ficará em 3º ou 4º colocado, atrás do candidato do Alckmin, do Skaf e do Gabriel Chalita.

A militância petista paulista deveria fazer alguma coisa para impedir esse absurdo!

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Alvissaras meu

Alvissaras meu Capitão!!!!Parece-me que o Blog voltou à sua normalidade. 

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Junior 5 Estrelas

Já que o comentario de Nassif

Já que o comentario de Nassif exorta para a busca de rumos,peço vênia para inserir o ultimo paragrafo do artigo do grande jornalista Joaquim Xavier,detentor de uma verve para a escrita extraordinaria,sobre a candidatura de Lula:"Cabe a oposição mostrar sua armas enquanto é tempo.Sem confronto,na politica inclusive,o destino já está escrito e ele não serve aos brasileiros".Se ficarmos olhando a banda passar,um abraço.As quadrilhas e ou milicias,palaciana,do congresso,do judiciario,incluindo a dos procuradores e a midiatica,já dissseram a que veio. 

 

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Ivan de Union

Pera la, eu tenho outra

Pera la, eu tenho outra melhor!

Que tal mudar a chamada pra "Rumo do PSDB, um Partido aa Procura do Xadrez", Nassif?

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Antonio - Bahia

Posso estar

enganado, mas essa máfia (PMDB, PSDB, Judiciário e a grande imprensa) não vai entregar a rapadura a um candidato da oposição. O candidato da oposição pode até ganhar, mas não leva, só leva se o PIB se dividir.  Vem aí mais uma fase do golpe. Acho.

 

 

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Igor D.

Ciro Radical de Centro

Por isso que eu acredito no crescimento do Ciro também, mas realmente precisa da ajuda do PT. Ele parece um radical de centro, podendo receber os votos de Lulistas (com apoio extensivo do Lula), Centro, Centro-Esquerda e até do Bolsominions, se mostrando meio radical, mas no sentido de ser grosseiro.

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Antonio Carlos Conceição

Minha intuição diz que,

Minha intuição diz que, eleito, Ciro cairia no colo dos tucanos, da mídia e da elite financeira. A opção a essas forças seria os movimentos sociais e a CIT. Ciro não trocaria a maré mansa de ser incensado pela mídia por um apoio que o poria sempre em confronto com esta. Sem falar na alta burocracia estatal que é maioritariamente de direita.

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Uba

Elo de ligação!!!

Elo de ligação??!!! Nassif, cuidado com os pleonasmos, mesmo que em alguns casos sejam aceitos.

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Leonel

Vice-Governador

Nassif, o nome não está 100% fechado, mas quase. 

É alguém que tem um cargo importante, mas praticamente nunca ouvimos falar dele. MÁRCIO FRANÇA, atual vice-governador. Pode ir atrás que é por aí...

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Junior 5 Estrelas

Negativo companheiro

Negativo companheiro Leonel,definitivamente não é por aí.Esse não é puro sangue.

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O enfraquecimento do PSDB / o "Novo" e a experiência mexicana

Um dos partidos mais importante da Nova República, o PSDB teve e continua a ter um importante papel na configuração política no Brasil, na medida em que, como a antiga UDN, a ele se conforma parte expressiva dos intentos da classe média urbana brasileira.

A questão é que, com o seu enfraquecimento, cujo ponto derradeiro foi a desgraça a que caiu Aécio, abriram-se a caixa de pandora de opções que merecem maiores quesionamentos (em termos estratégicos) que, ao se agarrar no postulado (velho) do "novo para reformar isso que está aí", podem engendrar a política braileira num período de aventurismo. Já foi amplamente tratado no blog o papel deletério que o discurso do novo teve na história mundial e do Brasil.

A concretude desse intento já começou com debanda da parte cariocas ultraliberal dos tucanos para o chamado Partido Novo ou o "Partido dos CEOs" (https://novo.org.br). Trata-se de uma agremiação que tem no "tripé" Gestão-Meritocracia-Moral/Ética, além do ideal Liberal, como pilares de sustentação de suas ações, aspectos que, segundo eles, nenhum partido conseguira relevar de forma competente e adequada (ao interesse nacional ?, resta questionar). É como se as complexidades do Brasil  pudessem ser resolvidas por meio do estabelecimento de um padrão McKinsey de  gestão, G3 Capital de resultados, Heidrick & Struggles de seleção de altos Ministros, Avenida Faria Lima de Política Econômica e circuito Elisabeth-Arden+Tóquio-Pequim como pontos focais e privilegiados de política externa. 

Nos anos 2000, o México vivenciou a experiência prática de um tal novo que visava colocar o México "em um outro rumo", "em um outro patamar", para além do eterno PRI. À medida que o Brasil vivia a era Lula, o México vivenciava o período dos meritocratas do PAN - Partido de Ação Nacional. A única diferença em relação ao Partido Novo brasileiro é que, se Fox foi alto executivo da Coca-Cola Company no México, também fora governador de sua província natal, ou seja, tiveram eles, ao menos, um pé na cozinha da engrenagem pública. Mesmo assim, o que era de se esperar em termos êxito absoluto dos intentos do PAN, a a realidade os relativozou, tenbdo em tela o incremento da violência dos cartéis de droga e uma política exterior, especialmente do governo Fox, sem rumo, entro outros aspectos. Já o Novo brasileiro quer, ao que consta, um cara "zerado" da dinâmica política brasileira e da engrenagem do Estado, não sendo improvável que a escolha dos novos "lideres políticos" passem a serem conduzidos por consultorias headhunters de alto nível, da mesma forma que se caputra executivos de empresas.

Nada mais míope achar que Estados são como corporações ou grandes empresas, ou que estes são os atores mais importantes em função de seu poderio econômico. Nenhum grande corporação, por melhor que seja administrada e por mais poderosa que seja em termos de influência,  substituirá o Estado, pois este mostra-se infinitamente mais complexo ao ser o elemento síntese das grandes contradições e dos interesses nacionais, além de ser o natural provedor de cursos geopolíticos e estratégicos do país. Nesse rumo, não há meritocracia empresarial ou quaisquer outras concepções de gestão ou do moderno management que possas ser o suficiente para dar cabo aos problermas de um país. 

 

  

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jeffbeck

MAS COMO TER UM NOVO RUMO SE

MAS COMO TER UM NOVO RUMO SE AS PESSOAS SÃO AS MESMAS?

SE TODO O COMPORTAMENTO DO PARTIDO ATÉ AGORA É GOLPISTA, COMO PESSOAS SEM O MENOR PUDOR E TOTALMENTE DISTANCIADAS DA ÓTICA PROGRESSISTA, VÃO DÁ NOITE PARA O DIA MUDAR DE OPINIÃO?

ALIÁS.. ESSE TIPO É O MAIS PERIGOSO.. DA ESCOLA FHC: " ESQUEÇAM TUDO QUE EU DISSE"...

CHEGA DE PSDB E DESSES POLÍTICOS..

ZERO VOTO PARA POLÍTICOS DO PSDB.

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ALELUIA  ..finalmente

ALELUIA  ..finalmente encontrei aqui alguém com mais equilíbrio  ..talvez, que viveu sob a tirania dum Haddad

Olha, Não simpatizava com ela  ..mas MARTA foi quem colocou esta paulicéia nos trilhos depois do furacão Edundina, maluf e Pitta

Quem se lembra como estavam os Cingapuras no meio do projeto ..os postos de saúde ..as escolas municiapis e a merenda ..a guerra dos perueiros  ..a baderna nas ruas e sujeira  ..depois teve os céus, obras contra enchentes, transporte escolar , material e uniforme ..enfim  ..

pena que ela tem um genio que só o Suplicy aguentava ...e a população não entendeu (nem eu À época) que, como ela, existem poucos pra lidar com essa maquina pública municipal

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epa epa   ..meu comentário

epa epa   ..meu comentário foi dirigido ao Joel Lima

sorry

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"Ele se locomove

"Ele se locomove silenciosamente entre as brigas partidárias, recusa os grandes lances políticos, não entra em bola dividida e tem enorme objetividade na construção das alianças com o poder."

Ora, ora...E o Dória não é criatura dele? Foi um "lance político" e tanto. E Dória só se lascou porque ousou enfrentá-lo, caso contrário continuaria a ser o "prefeito gestor" vendido pela imprensa fascista paulista.

E não, não.

Alckmin é um politico beneficiado pela inércia gerada no conservadorismo do estado de São Paulo onde se misturam a arrogância dos pretensos paulistas quatrocentões e o fascismo dos descendentes dos imigrantes. As instituições vergonhosas do estado que o protegem e a imprensa vagabunda fazem parte desse estamento, e completam "as qualidades" desse medíocre governador.

E não somente Alckmin é beneficiado: o Psdb é a cópia do Alckmin. Só foi desmascarado porque o Aécio ousou demais e o Janot não teve como esconder a corrupção, a bandidagem e a ladroeira desse rato.

E quanto a campanha de presidente: Lula, mesmo se cassado,  será um grande cabo eleitoral. E com um candidato bonitão e com um discurso moderno e inteligente como o Haddad não tem tertius. Ou com um candidado de discurso forte do Pmdb como o Requião.

Ciro que vá se lascar com a sua crítica constante aos eleitores do PT que ele chamou de fascistas quando disse que eleitores do Lula preferem Bolsonaro a ele. É um coxinha disfarçado. Disse que seus filhos não são corruptos como os filhos do Lula porque foram bem educados mesmo sabendo da perseguição da justiça a familia do ex-presidente. Quer conquistar o eleitores do Sul e Sudeste batendo no Lula e no PT. Se esqueceu que ele também é nordestino e jamais será engolido pelos tradicionais "brancos" e "europeus" brasileiros do Sul e Sudeste.

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Vera Lucia Venturini

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Elvys

PSDB e São Paulo. Muitos

PSDB e São Paulo. Muitos acham que a força do PSDB, principalmente Alckmin, é homogenea no Estado de São Paulo. Oras, quem mora na capital sabe que Alckmin mal participa de eventos abertos ao público. A força política dele vem do interior do Estado. Interior paulista, onde Alckmin tem relação antiga e eficiente com os prefeitos do Estado. O interior paulista garante a permanência de alguém como Alckmin no governo do Estado mais rico da Federação. Ele sabe disso e trabalha muito bem com essa influência. Entretanto, Alckmin nunca deixou de ser um político de cidade do interior paulista, que devido aqueles acontecimentos inesperados da vida, consegue permanecer no poder do governo de São Paulo. Neste espaço mesmo, o sr. André Araújo tempos atrás publicou postagem sobre o secretariado de Alckmin (se não me engano com o título, 'o secretariado de zés ninguéns de Alckmin"). É um político provinciano que na melhor das hipóteses chegará à senador pelo Estado de São Paulo e dificilmente à Presidente da República. Mas, considerando a situação que vivenciamos no Brasil, nada é impossível.

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Sem essa de "falta de

Sem essa de "falta de candidato do centro democrático". O que está provado é que sequer existe centro, que dirá democrático.

Daí a corrida de alguns e a vergonha de outros pra se diferenciar desse governo. Daí tambem o crescimento de Lula. É isso que expluca a incerteza acerca da realizaçao das eleiçoes: o sedizente "centro democratico" já falou e tá falado que ou ganha ou ganha o poder. Chega de perder. O resto é teatro de sombras. De mentira em mentira vão fazendo o que querem.

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Já era, é a Pós República! Nenhum regime, forma ou sistema de governo resiste a tão maciças doses de desinformação, manipulação e mentira.

 

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CB

Lula não é bobo. Ele sabe que

Lula não é bobo. Ele sabe que tentarão de todas as maneiras impedir sua candidatura, sabe como funciona o novo modelo de ditadura desenvolvido nos eua e que teve Honduras como primeiro campo de provas. Mas Lula, embora esteja fazendo "campanha presidencial", sabe que a eleição não vai resolver nada, se houver. Ele está colocando fogo no circo, está agitando, está desmascarando sozinho a farsa que é a justiça brasileira para o mundo todo ver. Eleição não vai resolver nada, se houver. O presidente não tem poder suficiente para promover o desaparelhamento do estado e do judiciário que a classe dominante promoveu desde os tempos da proclamação da república. O estado "são eles", os donos da grana mandam, a mídia hegemônica é parceira. Na hora em que decidem derrubar quem não seja da turma ou não está dançando conforme a música, eles derrubam. temer dança direitinho no compasso, vai completar o mandato mesmo com 151% de rejeição.

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dja

Não protagonismo do PT

Fundamentalmente, as esquerdas devem mobilizar-se para ocupar o Palácio dos Bandeirantes via eleições 2018, a começar pelo não protagonismo do PT por causa do antipetismo paulista. Caso contrário, se der tucano de novo, o golpe 2016 vai parar em 2022.

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O XADREZ pro psdb tem nome

O XADREZ pro psdb tem nome ...chama-se CADEIA  !!!

..cadeia a estes golpistas travestidos de democratas  ..estes cínicos que insistem em nos violentar, em forçar suas teses e nos estuprar, a condenar o país por gerações inteiras, submentendo o BRASIL de milhões a seus mesquinhos e imediatistas interesses

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Uma vez no muro no muro sempre!

O PSDB tornou-se um partido com sede de Poder maior do que o Poder do voto pode lhe oferecer. 

A sua entrega ao neoliberalismo mais radical o dissociou da sociedade brasileira como um todo. O PT nadou de braçadas quando o neoliberalismo se mostrou maléfico para a maioria dos estados, municípios e brasileiros.

O PSDB se contentou em ser o partido da mídia oligopolizada e capitaneada pela Rede Globo, se apresentava nas eleições, não como um Partido com programa e sim, como uma voz do mercado e para o mercado, mercado que se confunde com a voz da velha mídia. 

Quando se deixou levar por uma onda neoliberal, que foi abandonada com a vitória de Lula, virou uma sigla protocolar, aquela que disputa a Eleição e se escora no anti-petismo e em tudo o que tenha de mais retrógrado e fácil para esconder a sua roupagem neoliberal, que não mais se poderia divulgar, porque não teve mais e nem têm votos no Brasil pós-PT.

Excetuando São Paulo e em legislaturas específicas de mandatos em estados seu olhar para com a sociedade não cola mais, e tem o detalhe das lideranças que são sempre as mesmas, desde os tempos de FHC. 

São Paulo vota para si mesmo, não vota para o Brasil. No fim perde qualquer Eleição presidencial depois que o PT chegou ao Planalto.

Nestas circunstâncias se tornou um partido local, hoje, talvez, com alguma força em São Paulo, Goiás e Paraná, precisou de caminhar para uma atitude fora do eixo Democrático e, aderiu ao Golpismo. 

O que havia sobrado de votos está se esfacelando, afinal, o Golpe da transformação imediata do país fracassou e pôs no Poder Temer & Cia. que estão destruíndo economicamente, socialmente e moralmente o Brasil, diante de si mesmo e diante do Mundo.

Todo desespero de quem está perdendo o espaço político de força maior da oposição para um Bolsonaro, no exato momento, o que pode mudar em 2018 e migrar para outra candidatura sem ser do PSDB o adversário do Lula ou de quem ele indicar, o faz virar uma balança que ora pende para o Governo Temer ora pende para a oposição, afinal precisa da máquina do Estado para sobrevivência política e econômica dos partidários e não sabe como conciliar apoio para tê-la em âmbito Federal e para ter apoio do Mercado para a candidatura Alckmin e junto querer, em sendo Temer e ultra neoliberal ao mesmo tempo, ser oposição ao Golpe e ser a favor do eleitorado. 

No fim de tudo não dá certo. É tanto muro e tanta necessidade de ser tudo ao mesmo tempo que acabam sem nada. 

O planejado de deixar Temer fazer o serviço "sujo" das reformas ultra neoliberais e se escudar num judiciário que acabaria com Lula e com o PT para chegarem limpinhos na Eleição de 2018 não está acontecendo e, então, se fiam na ideia dos Slogans, do tal programa de centro, que não é nem estatal nem privatizante, mas, que no final de tudo não é programa e não é capaz de ter votos. 

Vão ser eternamente o que costumam chamar de MURO. 

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Conciliação ou Enfrentamento ?

ALEXANDRE:

Concordo com sua análise. Os tucanos são representantes da Globo e do sistema financeiro, estes que são os principais promotores do golpe contra a Democracia, contra os interesses do Brasil e contra os interesses do povo.

Os principais tucanos são entreguistas e estão envolvidos em crimes: Aécio, Serra, Aloysio Nunes, FHC, Alckmin...  Eles têm força  política, mas não dá para conciliar com essa gente. Em verdade, eles são inimigos do Brasil.

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Voto do 1o ministro do TRF4 já saiu

Lula será impedido entre abril-maio. O processo está acelerado. Ou Lula fecha a esquerda e aceita o PT até como vice. ou vai entregar a eleição no colo do Bolsonaro.

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há tempo pra isso  ..só não

há tempo pra isso  ..só não sei se deixarão o Grnade Líder nos dar uma ultima entrevista  ..direcionando seu exército de milhões, pra um candidato indicado, de sua preferência

..mesmo pq, convenhamos, eu não tenho certeza de que 2018 terá eleições  ..ou se seu resultado será respeitado

inclusive, não entedno como muitos néscios disso teem certeza

afinal, EUA, a elite expatriada nos EUA e Europa, o judiciário e boa parte da cupula dos militares, TÃO nem aí pra certas formalidades  ..os caras passam por cima mesmo  ..ainda mais se por cima de gente indefesa e desarmada como o povo manso de Pindorama

 

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Nassif, na verdade, a sua

Nassif, na verdade, a sua principal crítica ao Alckmim, a questão do "aparelhamento" do estado, é um elogio, se comparado ao que Lula e Dilma fizeram.

Alckmim aparelhou e tem o controle do estado, isso é ruim, talvez.

Lula e Dilma agiram com ingenuidade e deu na lava jato e no impedimento, e na desorganização completa do País, e ai, quem agiu pior ?

Alckmim tem vários defeitos, é totalmente apático e sem criatividade, mas nessa questão ele age de maneira correta.

Com relação ao PSDB penso que o principal defeito do partido foi se contrapor cegamente ao PT. Passaram a criticar, principalmente os acertos dos Governos Lula e Dilma como os programas sociais, e etc. Deveriam é criticar os erros, que também foram muitos.

Foi ai que se perderam, a meu ver.

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Xadrez do PSDB, um partido à procura de rumo

-> A saída dos economistas preenche uma lacuna. Agora, haverá espaço para o partido pensar o país sistemicamente.

-> A questão é o que será colocado no lugar. 

o espectro político brasileiro como um todo tem migrado continuamente para a Direita, a ponto da Social-Democracia (que deveria ser o PSDB) ser a Direita, ficando Dória e Huck ainda mais à Direita e Bolsonaro e fundamentalistas neo pentecostais como a extrema Direita neo nazista.

dificilmente o PSBD preenchera a lacuna que se tornou, esta ausência de seus fundamentos de origem. deste mal também sofre o PT.

é um sistema político completamente obsoleto e sem qualquer virtude que o permita ser um instrumento para superar a catástrofe atual. faz parte do problema, e não da solução.

-> consolidou a imagem que se tinha de Geraldo Alckmin, do político habilidosíssimo na arte da não tomada de posição. 

-> Hoje em dia, São Paulo é o melhor exemplo da estratificação política do PRI.

-> Ao mesmo tempo, representando o partido que transformou a gestão em palavra de ordem, não se conhece dele uma política inovadora, uma modernização administrativa.

-> Agora a Cetesb provocou o Conama para revisar resoluções anteriores e flexibilizar para o país inteiro.

Alckmin é um político de SP, para SP e por SP. só que isto não é nada demais ao se analisar o Brasil sob a centralidade de SP. contudo, e cada vez mais a realidade se encarregará de provar, a centralidade de SP nunca passou de um mito.

Alckmin não tem a menor viabilidade eleitoral fora de SP, ficando reduzida a setores restritos no conjunto do país. Alckmin é a escandalosa prova política da incapacidade de SP, e da burguesia brasileira, em liderar o Brasil. assim, SP tem sido tão somente um centro para si memso.

-> Com Lula, não haverá espaço para novos candidatos do centro-esquerda e esquerda.

Lula não unirá as forças à Esquerda, partidos ou não. ao contrário, a candidatura Lula, no rumo em que vai, será mais uma vez um enorme estímulo ao voto nulo e às abstenções, mesmo nesta situação atual, justamente porque radicalizada.

o discurso de Lula está datado. e ele não exibe a menor intenção em se atualizar. uma coisa é Lula percorrer cidades do interior, aonde não vai há anos, e ter uma alta, e previsível, receptividade. outra é se envolver numa campanha como a de 2018, num cenário sócio, econômico e político inteiramente radicalizado. não vai dar liga. não vai bater.

o Lulismo sonha em reeditar o pacto de 2002, com uma nova Carta ao Povo Brasileiro. nem as condições internas, e menos ainda as externas, permitem qualquer ilusão quanto a isto.

enquanto se fala em Referendo Revogatório, o governador-companheiro de MG, Fernando Pimentécio, está privatizando as águas minerais do Sul de Minas, expondo mais uma vez a verdadeira face do Lulismo. Lula fará referendo revogatório tb quanto a mais esta privatização?

-> Conforme muitos analistas, começando a campanha o fenômeno Bolsonaro murchará.

avaliação sem o menor pé na realidade. murchará por quê? por que assim o querem? ao contrário, existe um enorme espaço para o fascismo crescer tanto no Brasil quanto no mundo. se não for Bolsonaro será algum outro, inclusive de origem militar, com perfil semelhante e mais adequado.

-> A ideia de que se fortalecer o tal centro democrático esbarra na falta de lideranças efetivas desse centro, e na radicalização do discurso político que impede qualquer convergência de propostas em muitas políticas que, slogans à parte, já são quase consenso nos meios técnicos.

para se ter um centro ele tem que ser referenciado à Direita e à Esquerda. Direita no Brasil tem de todos os tipos. na verdade, todos querem ser de Centro, por isto o Centro migrou cada vez mais à Direita.

e qual a Esquerda que temos? convenhamos, o PCO é uma linha auxiliar do PT. o PSTU, com todas as suas distorções insanáveis do Stalinismo, mesmo que em sua versão Trotskista? o PSOL, que já nasce com o vício de ser um partido apenas eleitoral?

neste sentido, não deixa de ser altamente auspicioso as duas pré-candidaturas à Esquerda: Boulos e Nildo Ouriques.

p.s.: da leitura dos comentários surge referência a Haddad. mas este nunca passará do Alckmin do PT. O Lulismo mantém Haddad como seu Plano B, mas nem se iludam com qualquer viabilidade de Haddad fora de SP.

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Junior 5 Estrelas

Companheiro arkx,uma

Companheiro arkx,uma observação construtiva.Cada um comenta como quiser,certo.Mas esse formato que você imprime em seus comentarios é uma rebimboca da parafuseta.Você começa com um tema,engada a segunda em outro,terceira em outro do outro,a quarta dai em diante o céu é o limite.Corrija essas distorções,aos meus olhos,que produzirá comentarios mais objetivos e menos confuso.

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baader

acabamos de ler algures que

acabamos de ler algures que lidera a corrida para governador ninguém menos que o sr.russomano. a se confirmar isso, parece que sim, eleitores paulistanos e paulistas precisam de análise mais profunda.

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Bruno Cabral

Bolsonaro murchar?

Com a tirada de Lula da disputa acho exatamente o contrário. Muita gente que conheço diz que se não puder votar em Lula, votará em Bolsonaro "para encher o saco", no melhor estilo Aécio Neves.

Concordo com o outro comentarista que Haddad seria melhor candidato para o governo de São Paulo, muito embora seja mais provável Lula com vice Haddad para o caso da candidatura Lula ser impedida no caminho.

Agora o que não dá para engolir são as coligações do PT com o DEM e com o PMDB. A gente vai votar no PT pro congresso e eleger DEM e PMDB no mesmo balaio?

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Ivan de Union

"Quem se encontrou com ele se

"Quem se encontrou com ele se surpreendeu com frases desconexas, como no famoso episódio dos BRICS (em que ele não conseguia identificar os cinco países). Depois, se constatou que era apenas paúra da boa, pavor da Lava Jato, que o fez inclusive abrir mão do cargo de Ministro de Relações Exteriores":

Pode ser nesse caso, Nassif, mas Serra ja dava sinais de Alzheimer's decadas atraz:

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Ivan de Union

Uma quadrilha aa procura de

Uma quadrilha aa procura de dinheiro, isso sim.

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Como o PT poderia por fim a hegemonia tucana em SP...

O PT e o Lula erram ao escolher Luiz Marinho como candidato petista ao governo do Estado. O Haddad poderia muito bem se apresentar candidato a governador. O ex-prefeito de São Paulo desperta muita admiração dos jovens e da classe média progressista, que não estão vinculados à esquerda organizada. O Haddad seria uma forma de superar o antipetismo que reina no Estado.

O Luiz Marinho não tem nenhum carisma e é autoritário. É alguém que se beneficia de sua aproximação com o Lula para se promover. Não consegue enxergar a política além do aparelhamento de estruturas hierarquizadas como sindicatos, partidos e o próprio Estado. Ele é o oposto do que o Haddad representa.

É um tremendo desperdício não explorar nas próximas eleições as qualidades do Haddad. É inteligente, bem articulado, honesto, humilde e jovem. Além disso, possui mente aberta e ousadia para revolucionar o Estado mais rico e influente do país. Não há nenhuma justificativa lógica para o PT trocar o Haddad pelo Luiz Marinho.

A candidatura do Haddad poderia por fim a duas décadas de governos autoritários tucanos e sinalizar aos paulistas uma nova geração de lideranças petistas. Quanto ao Luiz Marinho, com seu carisma de animador de velório, dificilmente conseguirá superar o vexame da votação do Alexandre Padilha nas eleições de 2014, quando o PT teve apenas 18% dos votos e ficou em 3º lugar, atrás do Geraldo Alckmin e do Paulo Skaf.

Se o PT insistir nessa ideia esdrúxula de lançar o Luiz Marinho a governador ao invés do Haddad sofrerá outro vexame. Provavelmente ficará em 3º ou 4º colocado, atrás do candidato do Alckmin, do Skaf e do Gabriel Chalita.

A militância petista paulista deveria fazer alguma coisa para impedir esse absurdo!

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João de Paiva

Haddad está reservdo para candidatura presidencial

Wilton,

Nem se o Papa Francisco renunciasse ao cargo, se filiasse ao PT e se lançasse candidato ao governo de SP conseguiria se eleger. São Paulo é a vanguarda do atraso em termos sociais e políticos; SP é o berço da elite mais rastaqüera, vira-lata, plutocrata, escravocrata, privatista e entreguista; quem duvidar disso, leia as obras de Jessé Souza e terá uma comprovação cabal.

Num jogo desleal, em que o PT precisa enfrentar não apenas as forças políticas com alguma legitimidade, mas todo o aparato de Estado, eivado de ORCRIMS institucionais, como as judiciárias e midiáticas, Fernando Haddad é guardado como reserva estratégica para a disputa presidencial, caso o tapetão judicial impeça o Ex-Presidente lula de disputar a eleição. Note você que Lula se elegeu e se reelegeu presidente da república, tendo vencido inclusive em SP, mas não conseguiu se eleger para o governo estadual, quando concorreu a esse cargo. Além disso, o PT NUNCA conseguiu eleger o governador de SP.

Já em 2010, com Dilma Rousseff, o PT não conseguiu vencer em SP, onde Serra teve 54% dos votos no 2º turno. É interessante analisar os resultados de 2010 estado por estado, pois aquela eleição e aquele ano - no qual o PIG/PPV se assumiu como um partido político de oposiço ao governo petista - são um divisor de águas, mostrando que o ódio nazifascista dissemindo pelo oligopólio midiático começou a surtir efeitos. Confrontando os resultados eleitorais de SP, da região sul e de estados colonizados por sulistas - como Acre, Roraima, Mato Grosso do Sul e  Rondônia - com os dos demais estados  brasileiros, verifica-se que os preconceitos antes encobertos em estados com população de 'suposta' maioria branca ou de origem européia ou controlado por latifundiários que se consideram descendentes de eurpeus brancos, deram à direita e à extrema direita uma maioria que ela não tinha desde a eleição de 1998.

Fernando Haddad foi Ministro da Educação e fez boa gestão nessa área essencial, apesar de toda a artilharia que o PIG/PPV e as ORCRIMs enquistadas no sistema judiciário dispararam contra ele e seus projetos inovadores, como o Novo ENEM, o PROUNI,  o REUNI, o sistema de cotas, dentre outros. Haddad, assim como Lula, tem mais chances de se eleger presidente da república do que governdaor da província conservadora, vanguarda do atraso, que é SP.

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João de Paiva

Haddad está reservdo para candidatura presidencial

Wilton,

Nem se o Papa Francisco renunciasse ao cargo, se filiasse ao PT e se lançasse candidato ao governo de SP conseguiria se eleger. São Paulo é a vanguarda do atraso em termos sociais e políticos; SP é o berço da elite mais rastaqüera, vira-lata, plutocrata, escravocrata, privatista e entreguista; quem duvidar disso, leia as obras de Jessé Souza e terá uma comprovação cabal.

Num jogo desleal, em que o PT precisa enfrentar não apenas as forças políticas com alguma legitimidade, mas todo o aparato de Estado, eivado de ORCRIMS institucionais, como as judiciárias e midiáticas, Fernando Haddad é guardado como reserva estratégica para a disputa presidencial, caso o tapetão judicial impeça o Ex-Presidente lula de disputar a eleição. Note você que Lula se elegeu e se reelegeu presidente da república, tendo vencido inclusive em SP, mas não conseguiu se eleger para o governo estadual, quando concorreu a esse cargo. Além disso, o PT NUNCA conseguiu eleger o governador de SP.

Já em 2010, com Dilma Rousseff, o PT não conseguiu vencer em SP, onde Serra teve 54% dos votos no 2º turno. É interessante analisar os resultados de 2010 estado por estado, pois aquela eleição e aquele ano - no qual o PIG/PPV se assumiu como um partido político de oposiço ao governo petista - são um divisor de águas, mostrando que o ódio nazifascista dissemindo pelo oligopólio midiático começou a surtir efeitos. Confrontando os resultados eleitorais de SP, da região sul e de estados colonizados por sulistas - como Acre, Roraima, Mato Grosso do Sul e  Rondônia - com os dos demais estados  brasileiros, verifica-se que os preconceitos antes encobertos em estados com população de 'suposta' maioria branca ou de origem européia ou controlado por latifundiários que se consideram descendentes de eurpeus brancos, deram à direita e à extrema direita uma maioria que ela não tinha desde a eleição de 1998.

Fernando Haddad foi Ministro da Educação e fez boa gestão nessa área essencial, apesar de toda a artilharia que o PIG/PPV e as ORCRIMs enquistadas no sistema judiciário dispararam contra ele e seus projetos inovadores, como o Novo ENEM, o PROUNI,  o REUNI, o sistema de cotas, dentre outros. Haddad, assim como Lula, tem mais chances de se eleger presidente da república do que governdaor da província conservadora, vanguarda do atraso, que é SP.

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Ainada acho que o PT deveria expor a imagem do Haddad justamente

Ainada acho que o PT deveria expor a imagem do Haddad justamente em São Paulo para quebrar a resistência que existe ao PT na região. O antipetismo está mais associado a máquina de propaganda paulista que dissemina o ódio à esquerda de um modo geral. Os candidatos aos cargos executivos têm muita vizibilidade e por isso a importância de explorar as qualidade pessoas de pessoas como o Haddad.

Além disso, a juventude tem demostrado bastante interesse na política mas não se vê representada. O ex-prefeito poderia atrair o apoio desse importante seguimento da população, inclusive de Estado tão conservador quanto São Paulo.

Uma coisa é certa, o candidato que menos poderia representar alternativa em São Paulo é o Luís Marinho.

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O Haddad tem que ser

O Haddad tem que ser preservado caso cassem a candidatura do Lula.

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Vera Lucia Venturini

tu ta de brincadeira ?!  ..ou

tu ta de brincadeira ?!  ..ou não é de SP pra saber o que é Haddad com poder e caneta  ..é um déspota que acha que é esclarecido  ..

No lugar de LULA, mesmo com resalvas, Ciro

Haddad não tem massa pra nos governar

em tempo - vc sabe se HADDAD continua andando de bicleta ?  ..ou aquilo tudo era teatro, uma FARSA armada pelo pessoal da esquerda caviar pensando que o povo era um parvo a ser ludibriado com estratégias pequenas ?

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Menos, Romanelli. Haddad foi

Menos, Romanelli. Haddad foi tão ruim segundo a imprensa como foi ruim o governo Lula, o governo Dilma, a Copa e a Olimpiada ter como sede o Brasil. Tiraram Haddad e esta aí o Dória provando que ele foi um bom prefeito. 

Não dá para julgar a administração Haddad tendo como pano de fundo o MBL, a imprensa, a Lava jato e o golpe. E Ciro que vá arrumar eleitorado entre os coxinhas. Ele não disse que o eleitor de Lula é fascista porque prefere Bolsonaro a ele? Eu não voto nele porque o preconceito contra o meu voto já foi expresso.

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Vera Lucia Venturini

Vera Haddad criminalizou o

Vera

Haddad criminalizou o transporte individual (enquanto DILMA insuflava) antes de oferecer um coletivo de qualidade 

..estimulou a industria da multa  ..espalhou O TERROR,  corredores e faixas de forma atabalhoada (até hj o ABC enfrente 5 km de congestionamento por culpa dele, todos os dias)  ..sequer deu continuidade ao projeto de bilhete unico que de unico não teve nada (e que Marta implandou faz muito tempo)

as ciclo faixas e de pedestres foram projetos risíveis  ..colocados em ladeiras incríveis e hoje estão (e já estavam) abandonadas  ..tiraram faixas importantes de trafego pros veículos em corredores secundários e ruas de bairro

Com Haddad a mobilidade deu um salto  ..pra trás

na saúde, limpeza e educação não ofereceu nada tb

Distribuiu a bolsa travesti, viciado, pixador e invasor, como se o município tivesse capacidade de bancar estes processos sozinhos

Na cracolandia deu no que deu (em nada) ..nos coletivos não deu transparência nem atuou sobre um setor cartelizado e que mereceia redução de tarifa

As regionais continuaram a serem loteadas  ..as invasões (falo pelo Ipiranga) explodiram  ..o transito bateu recorde e ele veio com o PLACEBO de velocidade "zero" pra diminuir os acidentes  ..melhor se estivessemos, segundo ele, andando de charrete pra melhorar as estatisticas de atropelamento

sinceramente colega  ..nem gosto de lembrar da sua passagem pela PMSP  ..período em que o município, ficou parado  ..esta é a triste realidade

NÃO fosse o Timonerio LULA e Haddad não tinha conseguido nada no plano federal  ..tamanha a sua inabilidade política e alergia, humildade de ouvir á população que o ELEGEU

entenda  ..POUCO importa se ele é visionário (difícil de provar) se a POPULAÇÂO não esta aproveitando da sua "expertise" e esta dizendo NÃO QUEREMOS !!!

LULA já disse  ..o povo esta dizendo que tem algo de errado, é melhor os governantes ouvirem (referindo-se a 2013)  ..parece que DILMA e Haddad não entenderam

ps - parece que DORIA esta indo pro mesmo caminho  ..felizmente  ..a do fim de carreira por sobre de arrogância 

 

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não vejo assim mesmo Haddad

não vejo assim mesmo

Haddad rosinha é o ÒH do borogodó  ...conseguiu descontentar nada menos que 84% dos Paulistanos  ..foi uma tagédia experimentalista  ..tal qual DILMA, outra tragédia no plano federal

se eu fosse o PT lançava Suplicy da larica, Haddad e DIlma pro senado 

..todos ao menos, tem reputação de fiscalistas e de honestos, metódicos  ..característica interessante prum legislador (ao menos melhor que Popó, Romário, Sergio Reis, Timóteo, TIRIRICA, Bolssossauro, Feliciano, os Agripinos Maias e outras figurinhas indignas de representarem uma democracia adulta)

mais ..analisando o todo de forma estratégica como só o PMDB soube fazer desde a ditadura 

 ..todos seriam ENORMES forças com grandes possibilidades de irem pro senado  ..senado, não se esqueça, de mandatos desproporcionais,  DILATADOS por oito anos ..uma casa da mairia joana desenhada - na nossa realidade - pra amortecer e retardar qq mudança no BRASIL  ..Senado, uma casa de imprestáveis e de nababos, serviçais das oligarquias que vez em sempre prestam contas

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Junior 5 Estrelas

Pelo que entendi,trata-se de

Pelo que entendi,trata-se de um casal paulistano.Deixando Haddad de lado,vocês teriam algum conselho/sugestão/dica/palinha para oferecerem a Doria?Pelo o que leio a contragosto,ele está prescisando.

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O fenômeno que tirou Haddad do governo foi o mesmo que tirou out

O fenômeno que tirou Haddad do governo foi o mesmo que tirou outras lideranças petistas das suas respectivas prefeituras. Antes das últimas eleições municipais o PT tinha 70 prefeituras, após caiu para apenas 7. Ao todo o partido tinha 630 prefeituras no país inteiro e caiu para 256, ou seja, redução de 60%.

O Haddad foi vítima de um contexto muito específico que atingiu toda a esquerda. O antipetismo atingiu em cheio todos os candidatos petistas, sem exceção. Isso sem contar o fenômeno de julho de 2013, que estourou na sua gestão e foi manipulado pela globo e a direita de forma a direcionar a revolta popular contra a prefeitura e preservar o governo estadual.

Outro fator determinante que prejudicaram os prefeitos petistas, não só o Haddad, foi a debandada de aliados. Em São Paulo, a coligação que sustentava a candidatura Haddad era de apenas 5 partidos, enquanto Dória tina 15 partidos. Além do tempo de televisão maior, Dória teve mais recursos financeiros e apoio diuturno da mídia para sua campanha e surfou no antipetismo generalizado.

O que ocorreu nas eleições de 2016 foi uma conjuntura muito específica e complexa. Não dá para debitar a derrota ao Haddad, o PT perdeu em toda a grande São Paulo.

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jose antonio santos

de acordo

A sua analise está corretissima. 

Na minha cidade o prefeito, eleito pelo PT. até tentou disfarçar mudando de partido. Não teve jeito!. Perdeu e o PT foi reduzido a um vereador. Tudo por conta do anti-petismo. O atual prefeito ligado a igrejas é mediocre mas não se ouve criticas de quem  quer que seja. Normal conhecendo os radialista e jornais daqui.

Concordo também com as analises sobre o PSDB  de Vera Lucia acima. 

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ze sergio

com.....

O Plano Real foi uma bela dolarização da Economia, enfiada goela abaixo por Banco Mundial, FMI, Consenso de Washington e outras Entidades, as quais deixamos de ser lacaios no governo Lula, e das quais parece que queremos voltar a sê-lo. Hiperinflação dos anos 80/90 nos países subdesenvolvidos, onde existe agora? O Planeta copiou o Plano Real ou foi imposição dos Organismos de Controle da Economia Mundial sobre os países sub-industrializados? É exatamente igual ao discurso petista de diminuição da pobreza e fome. Basta olhar para todos países em desenvolvimento, América Latina em especial, e verificar que é um fenômeno mundial. Somos apenas o gado que segue a corrente. Acreditando ser livre, depois que soltaram um pouco a corda e lacearam o cabresto. O mais devastador é que naturalmente somos uma Potência. Nos comparamos a países que tem população igual ou menor a algumas regiões da cidade de São Paulo. Temos território, recursos e população continentais, e nos sujeitamos e nos comparamos com pequenos e limitados países com excassos recursos ( Irlanda, Portugal Grécia...são nossas comparações sobre Economia / Bolivia, Nicaragua, Uruguai, Peru...são exeplos sociais. As diferenças proporcionais são uma aberração). Dito isto fica claro que não é o PSDB quem procura uma identidade. É o Brasil, representado por décadas por figuras tão rasas e mediocres. A farsa de redemocracia brasileira resultou em 4 décadas de continuismo, nepotismo, atraso e criminlaidade. A face de periodo pseudo-progressista farsante, o PSDB, só é o representante mais calhorda deste período. E o Brasil embarcou nesta fraude.  

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não vejo assim mesmo Haddad

não vejo assim mesmo

Haddad rosinha é o ÒH do borogodó  ...conseguiu descontentar nada menos que 84% dos Paulistanos  ..foi uma tagédia experimentalista  ..tal qual DILMA, outra tragédia no plano federal

se eu fosse o PT lançava Suplicy da larica, Haddad e DIlma pro senado 

..todos ao menos, tem reputação de fiscalistas e de honestos, metódicos  ..característica interessante prum legislador (ao menos melhor que Popó, Romário, Sergio Reis, Timóteo, TIRIRICA, Bolssossauro, Feliciano, os Agripinos Maias e outras figurinhas indignas de representarem uma democracia adulta)

mais ..analisando o todo de forma estratégica como só o PMDB soube fazer desde a ditadura 

 ..todos seriam ENORMES forças com grandes possibilidades de irem pro senado  ..senado, não se esqueça, de mandatos desproporcionais,  DILATADOS por oito anos ..uma casa da mairia joana desenhada - na nossa realidade - pra amortecer e retardar qq mudança no BRASIL  ..Senado, uma casa de imprestáveis e de nababos, serviçais das oligarquias que vez em sempre prestam contas

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Embora o partido não admita

Embora o partido não admita publicamente, o Haddad é o plano B. E portanto não pode ser deslocado para a disputa pelo governo de São Paulo.

Quanto ao Luiz Marinho, ele terá dois cabos eleitorais praticamente imbatíveis: Temer e Dória. O problema virá depois: como gerir a máquina do estado de São Paulo numa situação de crise. E aí, sim, o Haddad seria melhor do que o Marinho. Mas não dá para o Haddad ser tudo, presidente, governador, senador, ministro da fazenda e do meio-ambiente. Política é a arte do possível, não a do devaneio.

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vdd seja dita  ..já sabemos

vdd seja dita  ..já sabemos que não servecomo pefito  ..o POVo deu-lhe UM PÈ NA BUNDA, que por suas limitações, parece que ele ainda tem dificulade de entender

Haddad não irá herdar votos de LULA   ..pode escrever

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Não fala a língua ....

O azar de Haddad, é  o de não falar o " Companheirês ";   Daí, a militância ficar sempre desconfiada  que  ele possa ser um membro do Exército Branco, infiltrado no Vermelho !!

Realmente, uma  pena  para SP !!   Parece casa de palmeirense fanático, aonde só rola  o verde !!   

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A desgraça daqueles que não gostam da "arte maldita" da política, é ser governado por aqueles que gostam......

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joel lima

Haddad não será o candidato

Haddad não será o candidato por um motivo muito simples = ele foi massacrado na eleição por João Dória. Onde moro, Marta ganhou e ele não. E por quê? Por gratidão a ela pelas melhorias substancias que fez ao bairro na gestão dela. Aqui onde moro ele cometeu um erro que provavelmente o queimou dentro do partido = ele não entregou um hospital ( promessa que o fez ser o mais votado na minha reigão em 2012) faltando 20 por cento pra ficar pronto. Ou seja, na melhor das hipóteses ele deixou um hospital pra ser inaugurado por seu adversário político faturar em cima. E ainda Haddad bate no peito e diz que entregou as contas da prefeitura em dia do Dória - que, claro, canalha que é, diz que não. Entregar as contas em dia às custas de não realização de obras pros mais pobres é fácil, qualquer idiota faz. 

Não adianta um político ter ideias progressistas ( e Haddad as tem, sem dúvida) e cometer erros dessa importância na política do dia a dia. Assim ele não irá longe. 

 

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Junior 5 Estrelas

Está correto você Joel.Haddad

Está correto você Joel.Haddad está prescisando ou prescisou de uns cascudos,mas tem um porém.Eu já pensei,meditei,  refleti,ponderei,argumentei,ouvi,compartilhei,tudo isso com os meus confidentes botões.Chegamos a uma conclusão.Fernando Haddad não é um politico.Com certeza,um exelente tecnico.Eu sou do ramo.

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