Comentário ao post ‘O Caso Campos Neto e o Santander, por Luís Nassif’
O ‘modus operandi’ do mercado em voga, por Aurélio Medina Dubois
O “modus operandi” criminoso em voga nos tempos atuais está consolidado.
O “empresário/endinheirado inescrupuloso” coopta ($$) políticos inescrupulosos/influentes, que colocam burocratas inescrupulosos associados ($$) em cargos-chave de direção em instituições relevantes como o INSS, BCB, e outras.
Os burocratas relaxam os controles e a legislação para que os empresários façam a festa com o dinheiro dos “outros”. Só observar os detalhes das ações em voga com o INSS e o Banco Master.
Os políticos influentes e com bom trânsito com o “mercado” agem também para que as falcatruas perdurem pelo máximo tempo possível.
A mídia corporativa no Brasil, o popular PIG, somente se interessa pelo assunto após este vir a público. Então, é um “festival de notícias”, antes obscuras.
Se a “Elite do Atraso” colocar um de seus apadrinhados na cadeira presidencial, isto gera investigações da PF com poucas evidências dos crimes cometidos. Um PGR “engavetador geral” dos processos que ali chegam, ralos em evidências, mata o devido processo legal no nascedouro.
Somente em governos federais não alinhados com o “mercado”, a Faria Lima, … estes crimes podem vir a público em investigações aprofundadas, que gerem abundância de provas para sua tramitação no poder judiciário como estamos vendo na administração de Lula 3.0.
Na associação inescrupulosa, os empresários ficam com a parte do “leão”, os políticos ficam com seu quinhão apreciável e os burocratas com a menor parte. Mesmo assim, R$ 250.000,00 todo mês, para um dirigente que ganha cerca de R$ 50 mil mensais, é uma tentação irresistível para vários deles, em troca de algumas singelas assinaturas em mudanças “infra legais”.
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