O Partido do Exército espera chegarmos a meio milhão de mortos para derrubar Bolsonaro, por Rogério Maestri

O Partido do Exército espera chegarmos a meio milhão de mortos para derrubar Bolsonaro

por Rogério Maestri

Parece que o movimento do exército brasileiro ficou mais claro com a mudança dos comandantes, sai um comandante do exército para entrar no seu lugar um que cuidava da saúde da família militar, como não faltam recursos e leitos de hospitais para os membros das forçar armadas, a quantidade de mortos por contaminados é em torno de 0,15% pelo número de infectados, ou seja, enquanto a taxa de letalidade na população em geral é em torno de 2,5% nas forças armadas é quase 20 vezes inferior a da população em geral. 

Isso tudo é o produto de hospitais públicos e privados em colapso enquanto os hospitais militares estão ainda com sobra de leitos. A estupidez da esquerda brasileira, que pelo visto não sabe fazer contas, bate palmas para o general que administra a saúde da família militar e não fica com nenhuma desconfiança sobre essa disparidade de quase 20 vezes entre o povo em geral e os privilegiados militares, chamo atenção que além dos leitos e UTI’s do SUS os leitos do sistema privado encontram-se indo na mesma direção, ou seja, há um tratamento para os militares e outro para o resto da população. 

Porém é mais grave ainda, qual foi o objetivo de colocar como ministro do exército o responsável pela saúde da família militar, é muito simples é para preparar o verdadeiro golpe que surgirá em breve. 

Não posso dizer a data desse golpe com precisão, porém sei a condição que levará a esse golpe, a aproximação de MEIO MILHÃO DE MORTOS no Brasil, vejam estamos com algo em torno de 320 mil mortos no Brasil e por dia em torno de 4.000 falecimentos, coisa que com a aceleração natural chegará facilmente a 5.000 por dia, se pegarmos uma média de 4500 falecimentos por dia, 180 mil mortos será uma questão de 40 dias, ou seja, mês e meio. 

Por que o número de meio milhão de mortos como um número chave? Fácil 200, 300 e 400 mil são números assustadores, mas falar em meio milhão de mortos é algo fantástico e as pessoas podem ser levadas a pensar que o próximo número notável será o MILHÃO de mortos (se tomarmos 5.000 por dia, meio milhão que falta a partir de o primeiro meio milhão são cem dias, o seja, três meses). 

O golpe fica claro, vamos as suas etapas: 

  1. Deixa-se o Bolsonaro fazendo besteiras até que o meio milhão de mortos se aproxime. 
  2. Como os políticos do centrão vão segurar o máximo possível para tirar o máximo proveito econômico, não haverá nenhum impeachment até esse momento. 
  3. Os hospitais continuam em colapso e cada vez aumentando mais o número de mortos dia a dia. 
  4. Como os salvadores da pátria os Partido dos Militares exigem a retirada da chapa Bolsonaro-Mourão do poder. 
  5. Como solução de salvação nacional, o experiente General em saúde, General comandante do exército é proposto como um mandato tampão até 2022. 
  6. Milagrosamente os cofres do governo se abrem e se começa uma vacinação em massa. 
  7. Em dois ou no máximo três meses a epidemia praticamente cai a zero. 
  8. O salvador nacional, o General Paulo Sérgio, se recandidata a presidência da república. 
  9. Com a união de toda a direita, inclusive com o apoio de alguns partidos de esquerda, elegem o novo presidente da república, o General que acredita em uso de máscaras, distanciamento social, isolamento, testagem em massa e higienização das mãos e vacinação, como qualquer pessoa com um mínimo de bom senso. Só um detalhe é alguém de extrema direita, só que não é burro. 
  10. O Partido do Exército assume o poder e para livrarmos deles somente daqui a 21 anos. 

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