6 de junho de 2026

A propaganda do regime militar na televisão, em 1975

Por Antonio C.

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Exaltação e propaganda da Ditadura Militar na Rede Globo (1975).
 
Programa AMARAL NETTO, O REPÓRTER, que marcou epoca nos anos 70 pela Rede Globo de Televisao. O “especial” enaltece os acontecimentos politicos e sociais no Brasil entre 1963 e 1975 e as ações de cada presidente após o golpe de 1964.
 

 

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15 Comentários
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  1. Jorge Nogueira Rebolla

    2 de abril de 2014 1:49 pm

    Durante um bom tempo…

    …o Amaral Netto para mim foi o Amoral Nato, mas agora ele pode ser reduzido a sua verdadeira dimensão: um péssimo jornalista.

  2. Motta Araujo

    2 de abril de 2014 1:54 pm

    Perto da gigantesca

    Perto da gigantesca propaganda oficial de hoje, era ingenua e amadora, mais voltada ao patriotismo do que aos “”bolsas””

    1. Ivan de Union

      2 de abril de 2014 2:26 pm

      O “patriotismo” deu bolsas

      O “patriotismo” deu bolsas pra quem mesmo?

      Salariominimo entre 25 e 30 dolares por mes, foi isso que o “patriotismo” levou pro Brasil.

    2. Tulio

      2 de abril de 2014 2:27 pm

      ingenua e amadora, e também

      ingenua e amadora, e também sem direito ao contraditorio de imprensa livre, né mesmo?

      bons tempos das receitas de bolo nas paginas dos jornais, né mesmo?

       

    3. Tiago Bevilaqua

      3 de abril de 2014 4:06 am

      Isso era só a propanganda “gratuita”

      Amaral neto, que muitos chamavam de Amoral Nato, era só uma ponta do iceberg, a propaganda oficiosa. Vc não está conseiderando a propaganda oficial que era pesada.

  3. NALDO

    2 de abril de 2014 2:00 pm

    Já que é pra lascar o homem

    Já que é pra lascar o homem do baú tambem foi um dos maiores puxa-sacos, lembro do tal catavento que ele distribuia para as escolas que iam nos seus programas e tinha tambem a agenda da semana do presidente, agora uma propaganda que me dá saudades é a do sujismundo.

  4. IV AVATAR

    2 de abril de 2014 2:19 pm

    “revolução”kkkkkkkkkkkkkkk

    kkkkkkkkkkkkkkkkk

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. Paulo Camargo

    2 de abril de 2014 2:42 pm

    À meia-noite…

     

    Sessão terror…para a nação não dormir durante os 21 anos. Essa emissora continua ainda no mesmo passo, sem qualquer compromisso com o desenvolvimento social.

  6. Marcos Antônio

    2 de abril de 2014 3:19 pm

    A voz da ditadura…
    Rendeu

    A voz da ditadura…

    Rendeu muita grana enquanto o bolo crescia e nunca se rapartia…

     

  7. Alberto Carvalho Cunha

    2 de abril de 2014 3:22 pm

    Governo Militar

    Mas, também meu caro Naldo! O homem do baú. Ganhou de mão beijada um canal de televisão do governo Figueiredo. Você esperava o que do SS. Que falasse mal dos militares?

  8. Luis Fraga

    2 de abril de 2014 3:53 pm

    Narração…

    Cid Moreira.

  9. implacavel

    2 de abril de 2014 4:16 pm

    Amoral Nato

    Sim Jorge, hoje temos o Amoral Nato na rede….

     

    http://amoralnato.blogspot.com.br/

  10. Carioca

    2 de abril de 2014 4:21 pm

    Nada como o passar do tempo

    Nada como o passar do tempo para colocar as coisas no seu devido lugar:

    CARA! Era um programa humorístico!

     

     

    1. Tiago Bevilaqua

      3 de abril de 2014 3:48 am

      Programa humorístico!!

      Um programa homrístico só para quem não perceber a seriedade que representou à época. Fácil olhar para trás e ver assim, a questão é o papel que o “humor negro” tinha na percepçao das pessoas.

  11. Orlando Soares Varêda

    2 de abril de 2014 9:02 pm

     
    AINDA EM COMEMORAÇÃO À

     

    AINDA EM COMEMORAÇÃO À NAFANDA EFEMÉRIDE

    O Amoral Nato, não foi mais rastejante que o lambe-botas Alexandre Garcia. Esse simulacro ridículo de jornalismo do tipo “a voz do dono.”

    Nem por isso, convém se desconsiderar, que, dentre as desgraças produzidas pelo consórcio norte americano, operado de sua embaixada no Brasil.
    Embaixada que a partir de meados 1961 passou a funcionar como sucursal da Usaid-CIA. Tendo como principais operadores, os chefes: Lincoln Gordon, embaixador; Maxwell Taylor, chefe do Estado-Maior conjunto. E, de Vernon Walters, o coronel de quem o Castelo Branco, dizia-se, o que mais almejava era lustrar as botinas do chefe.

    Ou seja, para sabujos, lambe-botas e canetas de aluguel, nunca houve tanta fartura de mananciais como os disponibilizados pela ditadura. Que o digam, os herdeiros dos familiares do Dr. Roberto Marinho e da família do coronel de merda do falecido ACM.

    Aos senhores da ditadura. Os seus admiradores, viúvas, herdeiros e “vivandeiras” aposentadas, devem suas reverências. Embora, para os cidadãos livres do ranço conservador daqueles marchadores, tenha restado hilariantes causos do ridículo papel desempenhado pelos idiotas e criminosos, que se auto intitulavam de revolucionários.
    Aqueles que, em manifesta ignorância, maltrataram os fatos e a história, na canhestra tentativa de conspurcar a memória dos verdadeiros revolucionários. Sobrou larga margem para se caçoar do ridículo papelão perpetrado pela gorilada e de seus adestradores.

    Que figura, a do ditadorzinho Geisell. Aquele retesado hominídeo, que desfilava, ao que parece, com um cabo de vassoura enfiado na base da retaguarda. Provavelmente, para conseguir um andar empertigado, à moda dos generais prussianos.

    Os fardados e estrelados coronéis, ou generais. Que embora nunca tenham participado nem de briga de rua. Nem por isso, deixavam de portar rumas de medalhas dependuradas no peito. Medalhas ganhas sabe-se lá, por qual cargas d’água a elas fizeram jus.

    Bem, deixe-se as inúteis medalhas dos coronéis/generais de lado. O fato, é que dentre os caboclos fardados e medalhados, havia um que se destacava por gostar mesmo é de desfilar montado no outro animal, digo, num cavalo branco. Garboso, o cavalo. O outro, o que montava, sempre portava numa das patas, digo, na mão dianteira, um não menos ridículo chicote.Não disfarçava o desejo de ser um cover da cavalgadura, do Duce Benito Mussolini.

    Parece que o cabra ainda anda por ai. Desafortunadamente, o sujeito não teve o mesmo destino do seu herói italiano. Temos outros, seria interessante ridicularizá-los, digo, rememorá-los nesta data.

     

    Orlando

     

     

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