Não teve como o Estadão tapar a violência escancarada. Se lembra da primeira matéria deles sobre o assunto que eu postei ontem?
Olha a atualização deles às 20h20. Colocaram a foto e a nota da Prefeitura. E o fotógrafo tá creditado como veiculado à Agência Estado. Se não tinham como por a foto, não podia dizer que houve pancadaria? Ngm lá sabia disso?
Eduardo Roberto e Paulo Saldaña – Estadão.com.br
SÃO PAULO – Cerca de 400 manifestantes que estavam concentrados em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, no começo da noite desta quinta-feira, 17, entraram em choque com a Guarda Civil Metropolitana (GCM) e Polícia Militar (PM). O ato, organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL), foi em protesto contra o aumento da passagem de ônibus.

Ernesto Rodrigues/AE
Policiais utilizam gás de pimenta contra manifestante durante confronto em frente à Prefeitura de SP
AposApós a queima simbólica de uma catraca pelo manifestantes, algumas barreiras de segurança que preveniam o ato de se aproximar da entrada do prédio foram derrubadas. A Tropa de Choque da PM usou bombas de gás lacrimogêneo, gás pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o protesto.
Os vereadores petistas José Américo, Juliana Cardoso e Antônio Donato, que acompanhavam o ato, acabaram feridos. Pelo menos um estudante foi espancado e outros quatro atingidos por balas de borracha. Dois policiais também ficaram feridos.
Durante o dia, seis militantes do MPL se acorrentaram no saguão do prédio. Os manifestantes exigiam uma reunião com o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e a revogação imediata do aumento da tarifa, que foi de R$ 2,70 para R$ 3 em janeiro deste ano.
Em nota, a Prefeitura lamentou a “violência usada pelos manifestantes”, e afirmou que “se mantém aberta ao diálogo e espera que isso aconteça em um clima de mais civilidade.”

Notícia atualizada às 20h20.
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,protesto-contra-alta-do-onibu…
Deixe um comentário