Para fiscalizar ônibus de eleitores, PRF pagou extra aos agentes
por Marcelo Auler
Para realizar a estranha e inédita operação de fiscalização de ônibus com eleitores – o que foi visto por muitos como uma tentativa de tumultuar a eleição de domingo (30/10) – o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, em uma atitude inusitada, convocou todos os agentes que estavam de folga. Para isso disponibilizou o pagamento de horas extras, através do que eles chamam de Indenização por Flexibilização Voluntária do Repouso Remunerado – IFR.
Vasques foi levado para o cargo que ocupa devido suas fortes ligações com a família Bolsonaro. No sábado anterior |à eleição, chegou a pedir votos para o atual presidente. Depois tratou de retirar a postagem
No primeiro turno também houve convocação dos agentes em folga, mas em uma escala menor. Um grupo menor de policiais recebeu IFR por turnos de seis horas e não foram todos os beneficiados. A escala de serviço na corporação é de 24 horas por 72 horas de folga e o serviço extra só pode acontecer depois das primeiras 12 horas de repouso. Normalmente, quando a PRF oferece esse extra, a oferta é sempre inferior à demanda.
No domingo a oferta de IFP por 12 horas de serviço (das 08h00 às 20h00) foi ampla e irrestrita. Triplicaram o número de agentes convocados e ainda sobraram vagas não preenchidas. Com isso, sobraram vagas porque se abriu geral no país inteiro de forma a levar para o serviço um grande número de agentes em folga, o que tem despertado desconfiança de muitos PRFs.
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josé Oliveira de Araújo
2 de novembro de 2022 7:44 amRepetindo o que já comentei aqui sobre o assunto:
Os boçalnaristas fizeram o DIABO para reeleger o CÃO.