A presidenta do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann, deu uma declaração no final da tarde deste domingo (30/10), sobre as operações da PRF (Polícia Rodoviária Federal) na jornada eleitoral deste segundo turno, e afirmou que “independente do resultado da eleição, isso tem que ser investigado, porque isso macula o Estado brasileiro”.
“Com todo respeito que tenho ao Tribunal (Superior Eleitoral) e ao ministro Alexandre (de Moraes), não tem como a gente achar que esses eleitores conseguiram votar. Essa é uma informação da PRF, e não confiamos na PRF, porque o diretor é aliado de Bolsonaro e postou pedido de voto a ele. (…) Os eleitores do Nordeste têm direito de votar”.
A presidenta do PT destacou também que “o que aconteceu hoje, não aconteceu em nenhuma outra eleição (…) e eu não vi ninguém da campanha do Bolsonaro reclamando da PRF. Não vi uma denúncia da campanha”.
Gleisi também disse que “não posso concordar com o argumento de que era operação normal para ver se tinha pneu careca ou outra irregularidade. (…) Por que a PRF não fez isso antes e por que concentrar no Nordeste?”.
“O que nós sabemos é que houve mais de 500 operações. Não dá para saber quantidade de ônibus ou de carros (…) O TSE não tem como garantir que os eleitores foram votar. Pode ser informação do diretor da PRF, que foi o criminoso da eleição, a dar essa informação, e isso não tem validade”, continuou a deputada federal (PT-PR).
Ela também confessou que “o meu temor é que muitos eleitores voltaram para casa, acharam que não daria tempo. Por isso que nós fizemos esse pedido (para estender a votação até 19 horas onde houve operações da PRF)”.
Rui
30 de outubro de 2022 7:26 pmMãos à obra, vamos reconstruir o Brasil do progresso.
O Nordeste é uma barreira erguida contra o fascismo tupiniquim
jossimar
31 de outubro de 2022 11:51 amEste diretor tem que ser investigado, e, caso seja comprovado este crime, deve ser punido com demissão e cadeia.
Mesma coisa com a dePUTAda carla zambelli.
Este tipo de coisa não pode ser mais tolerada. Chega de sermos república de bananas.