16 de junho de 2026

Mais Médicos completa 13 anos com atendimento a 67 milhões de pessoas

Programa reúne mais de 27 mil profissionais na Atenção Primária à Saúde, e amplia acesso ao SUS em cerca de 4,5 mil municípios
Médico em região de vulnerabilidade
Crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Programa Mais Médicos completa 13 anos com atuação em 4,5 mil municípios e atendimento a 67 milhões pelo SUS.
Atualmente, 27 mil profissionais atuam na atenção básica, com meta de ampliar para 28 mil até 2027.
Iniciativa fortalece equipes multiprofissionais e reduz desigualdades no acesso à saúde em regiões vulneráveis.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Criado para ampliar o acesso da população à atenção básica em saúde, o Programa Mais Médicos completa 13 anos com presença em cerca de 4,5 mil municípios e assistência a aproximadamente 67 milhões de brasileiros por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 1,7 mil dos municípios atendidos apresentam altos índices de vulnerabilidade social. A meta da pasta é ampliar o programa para 28 mil profissionais até 2027.

Atualmente, mais de 27 mil profissionais atuam na Atenção Primária à Saúde em todo o país, especialmente em regiões que historicamente enfrentam dificuldades para atrair e fixar médicos.

Ao longo de sua trajetória, o Mais Médicos tornou-se uma das principais estratégias do SUS para reduzir desigualdades regionais no acesso aos serviços de saúde. Além de reforçar as equipes de Saúde da Família, o programa contribui para ampliar a cobertura da atenção básica, considerada a principal porta de entrada do sistema público.

Mais do que ampliar a presença de médicos em localidades remotas ou de difícil provimento, o programa também passou a desempenhar papel importante na qualificação da Atenção Primária à Saúde e na formação de profissionais.

De acordo com o Ministério da Saúde, a iniciativa fortaleceu as equipes multiprofissionais, ampliou o vínculo entre pacientes e profissionais de saúde e contribuiu para aproximar o atendimento das comunidades.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa consolidou-se como uma política pública capaz de levar assistência médica a populações que antes encontravam dificuldades para acessar o atendimento.

“Treze anos depois, o Mais Médicos continua contando a história de um Brasil que se recusou a abandonar seu povo. Cada médico presente em uma comunidade remota, em uma periferia ou em um território indígena representa mais do que atendimento: representa respeito, cidadania e a garantia de que nenhuma vida vale menos por causa do lugar onde nasceu”, afirmou.

“Consolidado como uma das mais importantes políticas públicas do país e referência internacional, o programa levou esperança para onde antes havia ausência e transformou o direito à saúde em realidade para milhões de brasileiros”, acrescentou.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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