21 de maio de 2026

União entre governo federal, estadual e municipal “é obrigatória”, afirma Lula

Em visita ao Maranhão, presidente afirma que toda ajuda será dada ao estado; 53 das 64 cidades decretaram estado de emergência
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do governador do Maranhão, Carlos Brandão, sobrevoou a região de Trizidela do Vale, atingida pelas chuvas. Foto: Ricardo Stuckert/PR - via fotospublicas.com

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em visita ao Maranhão neste domingo, onde visitou as áreas mais afetadas pelas fortes chuvas na região ao lado do governador Carlos Brandão (PSB).

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Em entrevista coletiva, Lula reafirmou a necessidade de se trabalhar em conjunto com estados e municípios em torno do cuidado com as pessoas que foram vítimas das enchentes.

“As pessoas pedem colchão, as pessoas pedem botijão de gás, as pessoas pedem qualquer coisa para dar um certo conforto, coisa que o governo pode fazer. Essa junção entre o governo federal, governo estadual e os governos municipais é obrigatória”, disse.

Segundo Lula, a visita foi feita neste domingo – dia de Páscoa – pois ele embarcará para a China na próxima terça-feira. “Eu não poderia viajar para outro país sem visitar os estados brasileiros que estão com problema de enchente, e o Maranhão é o estado que está com a situação mais difícil (…)”, afirmou.

Em referência aos prefeitos presentes, ao governador e ao ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Lula afirmou que tudo o que for feito para quem precisa será devolvido em dobro “porque é obrigação moral, política e ética a gente cuidar dessa gente que sofre e que precisa de nós”.

Emergência em 53 municípios

Em entrevista coletiva, o ministro Waldez Góes afirmou que o governo federal já reconheceu estado de emergência em 53 das 64 cidades maranhenses.

“Estamos atuando desde o primeiro momento junto com as equipes das defesas civil estadual e municipais nos planos de trabalho e até assessorando os municípios nos decretos de situação de emergência”, disse.

Em um primeiro momento, as autoridades estão focadas na ajuda humanitária, por meio da entrega de água, cestas básicas, colchões e material de higiene.

“E já começamos a trabalhar nos planos de restabelecimento. No que for necessário reconstruir, de bem público que seja destruído pelo evento, é orientação do presidente Lula que a gente faça também”, explicou o ministro.

Com informações da Agência Brasil

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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