4 de junho de 2026

A questão da flexibilidade da nova lei das domésticas

Por Carlos Alberto Amaral 

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Muito justo equivalencia de direitos entre as várias profissões.

Mas o populismo e a mentalidade paternalista das esquerdas está criando mais um monstro.

Não vi um jornalista sequer falando sobre a inflexibilidade da nova Lei e o respeito à relação livre entre as partes.

Abaixo comentário meu que estou divulgando a amigos, parentes, políticos e principalmente jornalistas:

Em Países como por exemplo a Inglaterra o banco de horas dos empregados ( em geral inclusive domésticas ) é contado em conjuntos de 17 semanas ou seja 4 meses. E se pode trabalhar até 48 horas por semana multiplicado pelas 17 semanas, desde que se respeite o descanso semanal de 24 horas por semana ou de 48 horas ao fim de duas semanas.
Ou seja a nossa legislação está mais realista do que o de nações muitíssimo mais ricas em termos de PNB/capita.

Alem disto para os trabalhadores maiores de 18 anos existe um contrato de opt-out em que o trabalhador pactua querer trabalhar mais de 48 horas por semana.

Mas o Governo brasileiro é paternalista no pior sentido!

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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