Por robertog
Comentário ao post “As cotas e a elita brasileira”
Questão “pacificada”, alma lavada. Agora vamos partir para melhorar os dispositivos. Há um monte de problemas nas universidades q têm cotas. Começa com a insensibilidade para os problemas particulares dos cotistas. Nos cursos mais concorridos, de exatas, de medicina muitas vezes é necessário algum tipo de acompanhamento especial dos cotistas: desde reforço acadêmico propriamente dito até diversos serviços sociais para ajustar o convívio com o grupo majoritário de maior poder aquisitivo e mais dotado de cultura escolar e tradicional, passando pela delicada tarefa de convencer os demais alunos e professores, escolhidos justamente pelos critérios meritocráticos tradicionais, a adotarem comportamento de boa vontade e compreensão na nova fase da nossa universidade em que a meritocracia é temperada pela diversidade.
Mas tb é impossível não dar 3 hurras!!!! Essa é uma questão muito complicada no cotidiano universitário das exatas e outros cursos de acesso mais difícil. Acho q se fosse feita uma pesquisa entre alunos e professores dessas disciplinas, a chance das cotas serem rejeitadas seria imensa. Mas agora os “10 X 0” foram uma grande vitória moral. E como no jargão jurídico: “CUMPRA-SE” !!!!!
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