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EUA

Brasileiro é condenado nos EUA em caso de fraude da TelexFree

 
Jornal GGN - Um brasileiro preso, nos Estados Unidos, levou à descoberta de US$ 17 milhões escondidos em um colchão. Na última quinta-feira, dia 8, ele foi condenado a quase três anos de prisão por tentativa de lavagem de dinheiro ligado à TelexFree, empresa acusada de operar esquema de pirâmide financeira.
 
O acusado, Cléber Rene Rizério Rocha, de 28 anos, foi aos Estados Unidos por diversas vezes para tentar recuperar o dinheiro que um cofundador da TelexFree deixou para trás quando fugiu do país, afirmaram promotores federais de Boston.
 
O advogado do brasileiro disse que Cléber não deveria cumprir mais do que os 13 meses que ele já cumpriu, desde que foi presão em janeiro de 2017. Mas o promotor afirmou que o brasileiro se declarou culpado em outubro de conspiração e lavagem de dinheiro, desempenhando papel-chave em atividade ilícita ao atuar como mensageiro e custodiante de dinheiro em esquema de pirâmide que Carlos Wenzeler escondeu.

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Após Doria e FHC, Moro é "Pessoa do Ano" por Câmara de Comércio Brasil-EUA

 
Jornal GGN - O juiz Sérgio Moro foi escolhido a "Pessoa do Ano", pelo prêmio da Câmara de Comércio Brasil-EUA, com sede em Nova York. Após ser considerado Personalidade destaque por jornais da grande imprensa do Brasil e dos Estados Unidos, o magistrado da Lava Jato de Curitiba será o nome brasileiro homenageado pela instituição.
 
Após o ápice acerca das polêmicas medidas adotadas na condução da Operação Lava Jato, com a sentença contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e 6 meses de prisão, em julho do último ano, algumas publicações afirmam que a escolha de Moro pela Câmara de Comércio não foi unanimidade, havendo resistência por alguns membros da Câmara em fazer a homenagem.
 
Entretanto, seguindo o caminho já valorizado por veículos da grande imprensa desde 2014, como IstoÉ, Época, Globo, no Brasil, e as revistas norte-americanas Fortune e Time, Sérgio Moro receberá a distinção da Câmara logo após a punição dada a Lula ser confirmada e aumentada pela segunda instância no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
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EUA estuda restringir compra de petróleo da Venezuela

O anúncio foi feito pelo secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, em viagem diplomática pela América Latina, excluindo o Brasil 
 
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(Divulgação Arquivo)
 
Jornal GGN - Segundo informações da Reuters, o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse neste domingo (04) que os Estados Unidos estudam restringir a venda de petróleo da Venezuela.
 
Os impactos de eventuais sanções sobre o país estão sendo analisados. Os Estados Unidos é o principal comprador do petróleo venezuelano, mas segundo a Thomson Reuters, em 2017, o comércio entre os dois países foi o mais baixo desde 1991. Logo as sanções financeiras contra o país sul-americano já estão em curso. 
 
Tillerson está em viagem diplomática pela América Latina. A turnê diplomática começou no dia primeiro e vai até o dia 7 de fevereiro incluindo na agenda Argentina, México, Peru, Colômbia e Jamaica, excluindo o Brasil. Essa é a primeira viagem oficial do governo de Trump para a América Latina.
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Diretor da PF foi buscar dicas para combater FakeNews nos EUA

 Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Jornal GGN - O diretor-geral da Polícia Federal Fernando Segovia embarcou para os Estados Unidos na noite de terça (30) e pretende voltar no domingo (4), após ter aprendido com as autoridades estrangeiras alguns macetes para combater FakeNews. Segundo reportagem do Estadão, o intercâmbio de Segovia será usado no grupo de trabalho brasileiro que quer atuar contra notícias falsas nas redes, na eleição deste ano.

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Criptomoeda: um projeto norte-americano de curto prazo, por Rogerio Maestri

Criptomoeda, projeto do governo norte-americano de curto prazo

por Rogerio Maestri

Comentário ao post "As criptomoedas e os crimes contra a economia popular, por Luis Nassif"

Sempre que há um crime a primeira pergunta que a polícia faz é: A quem interessa o crime?

O Bitcoin apareceu de um tal de Satoshi Nakamoto, que na realidade ninguém sabe quem ele é e que o mesmo faz na vida, dizem até as más línguas que seu nome é um acrônimo das empresas “Samsung, Toshiba, Nakayama e Motorola”, empresas de tecnologia de informação que lucrariam com isto.

Abandonando teorias da conspiração, o mais interessante que um ente que simplesmente participa num fórum de discussão da Internet, que ninguém conhecia, e ainda nem conhece, de uma hora para outra propõe uma criptomoeda, num artigo que nem é revisado por pares, e de uma hora para outra surgem dezenas, centenas, milhares e agora milhões de pessoas que compram uma moeda que não existe. A proposta de criptomoedas é algo bem mais antigo, como demonstra o artigo escrito em 1997 “How To Make A Mint The Cryptography Of Anonymous Electronic Cash”, por três pesquisadores da NSA, Laurie Law, Susan Sabett e Jerry Solinas. O mais interessante é que para a criptografar algumas partes do programa que dá uma aparente confiabilidade ao sistema, o “Satoshi Nakamoto” utilizou o algoritmo SHA-256 colocado à disposição pela NSA ao público em geral em 1991.

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Secretário de Estado dos EUA exclui Brasil da agenda de viagens

Em sua primeira viagem oficial para a América Latina, Rex Tillerson passará por Argentina, México, Peru, Colômbia e Jamaica 
 
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Jornal GGN - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, realizará entre 1 e 7 de fevereiro a primeira viagem oficial para a América Latina excluindo o Brasil da agenda. Segundo informações do Estado de S.Paulo, Tillerson passará por Argentina, México, Peru, Colômbia e Jamaica.
 
Um comunicado do Departamento de Estado mostra que a viagem começará a partir de um discurso na Universidade do Texas, em Austin, onde o representante do governo norte-americano apresentará suas prioridades na visita à América Latina. Dali partirá para a Cidade do México em um encontro com o presidente Enrique Peña Nieto e seu ministro de Relações exteriores, Lis Videgaray.
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Congressistas dos EUA enviam carta em apoio a Lula

Parlamentares do Partido Democrata pedem que direitos do ex-presidente sejam preservados; carta foi entregue ao embaixador em Washington com cópia para o STF 
 
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(Foto Agência Brasil)
 
Jornal GGN - "Nós estamos profundamente preocupados com a evidência crescente de violações flagrantes dos direitos no processo de Lula e o que parece ser uma campanha de perseguição judicial motivada politicamente", diz a carta assinada por 12 congressistas dos Estados Unidos, todos do Partido Democrata onde pedem que os direitos do ex-presidente sejam preservados durante a julgamento em 2ª instância que acontece nesta quarta-feira (24), em Porto Alegre.  
 
Segundo informações do Valor, a carta foi entregue na última sexta-feira (19) ao embaixador brasileiro em Washington, Sérgio Silva do Amaral e uma cópia enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Dentre os nomes que assinaram o ofício estão Keith Ellison, Mark Poca, Ro Khanna, Steve Cohen, Raúl Grijalva, Frank Pallone Jr., Barbara Lee e Henry Johnson. 
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Deputados dos EUA apelam ao TRF-4 por um julgamento imparcial para Lula

Congressistas pedem que desembargadores do TRF-4 não se deixem influenciar por setores políticos nem pela grande mídia, ao contrário do que ocorreu com o caso triplex em primeira instância. Leia a carta em anexo
 
Foto: Divulgação/IL
 
Jornal GGN - Congressistas estadunidentes divulgaram na sexta (19) uma carta mostrando preocupação com o julgamento do ex-presidente Lula no caso triplex, que deve ocorrer, no tribunal de segunda instância (TRF4), na próxima quarta-feira (24). A carta diz que, até aqui, o processo de Lula tem sido denunciado por violações de direitos e evidências de que trata-se de uma  perseguição judicial motivada por interesses políticos. 
 
A carta diz que o julgamento em primeira instância se deu nas mãos do juiz Sergio Moro, que agiu como o chefe da acusação contra Lula. Para os congressistas, Moro foi escolhido para o caso porque as frágeis acusações contra o ex-presidente seriam rejeitadas por qualquer outro magistrado.
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Nos EUA Maia sobe expectativa do PIB brasileiro

Parlamentar também disse a empresários que não está otimista para a reforma da Previdência ainda em fevereiro 
 
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Câmara

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Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esteve nesta segunda-feira (15) na sede da ONU, em Nova York, para tratar da crise humanitária na Venezuela e o impacto de refugiados no Brasil, mas o destaque foram seus comentários a respeito do equilíbrio fiscal no Brasil. Ao final da reunião, o deputado respondeu jornalistas respeito da política econômica no país e a saúde fiscal em 2019.
 
Segundo informações da Folha de S. Paulo, deputado foi otimista, até demais, prevendo o crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 que deve ser repetido no próximo ano. Entretanto, as projeções do Banco Mundial é um crescimento de 2% este ano e 2,3% em 2019. 
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Petrobras: decisões nos EUA atentam contra soberania do Brasil

José Roberto Batochio: Indenização a investidores pode até ser discutível num tribunal, mas abre um flanco de vulnerabilidade aos especuladores; Petrobras fechou acordo de US$ 3 bilhões para concluir uma classe action nos Estados Unidos, mas ainda responde a outros 13 processos semelhantes de indenização naquele país. 
 
Acidente da Plataforma Vitória 3 da Petrobras em 2015 Foto: Petrobras / Divulgação
 
 
 
"A soberania é um bem que não se pode perder senão com a vida"
 
O acordo da Petrobras com a Justiça (e com investidores) dos Estados Unidos, além de carregar em seu bojo atos de lesa-pátria, é um oneroso iceberg em que a indenização de cerca de US$ 3 bilhões já anunciada constitui apenas a ponta visível, mas existe ainda uma extensa área submersa que pode custar muitos outros bilhões.
 
As notícias de que tal acordo pacifica e assegura o futuro da nossa petroleira esbarram no fato de restarem outros 13 processos de indenização naquele país — exatamente iguais à class action que redundou no aludido rombo de US$ 3 bilhões —, ajuizados por investidores internacionais, muitos dos quais representados por fundos-abutres, que se afirmam prejudicados pela desvalorização da companhia em função dos noticiados escândalos de corrupção.
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Acordo da Petrobras no EUA deve provocar onda de ações no Brasil, diz especialista

Foto: Agência Brasil



Jornal GGN - Advogada e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Érica Gorga disse à reportagem do El País que o acordo que a Petrobras fez nos Estados Unidos vai lesar os investidores brasileiros da companhia duas vezes. Primeiro, porque a estatal precisará se desfazer de seu patrimônio para indenizar os investidores americanos que alegaram prejuízo com os escândalos revelados pela Lava Jato. Segundo porque o precedente aberto nos EUA (o acordo foi de quase 3 bilhões de dólares) abrirá caminho para uma "onda de ações no Brasil".

Segundo o El País, Gorga atuou como "perita no processo dos investidores minoritários americanos".

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Acadêmico americano cria movimento pela democracia no Brasil

James N Green é professor da Brown University e criador do grupo de acadêmicos e ativistas pela democracia no Brasil Brown University

do RFI

Acadêmico americano cria movimento pela democracia no Brasil

por Paloma Varón

“A ideia de fundar o grupo ‘Acadêmicos e Ativistas pela Democracia no Brasil’ foi encorajar uma discussão aberta e democrática, combinada com a ação, para responder à situação atual no Brasil, mas também para pensar sobre como promover uma agenda progressiva que possa atingir os objetivos de inclusão social, justiça econômica e ampla democracia”, escreveu James N Green na página do grupo no Facebook, que já conta com mais de 2.400 membros.

Green é brasilianista, professor de História Moderna da América Latina e diretor da Brown-Brazil Iniciative da Brown University, nos Estados Unidos, e professor visitante da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel.

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Eletrobras segue os passos da Petrobras nos EUA

Holding brasileira do setor elétrico responde a uma ação coletiva naquele país e pode estar caminhando para acordo semelhante ao feito pela Petrobras com acionistas norte-americanos  
 
Eletrobras contrata por R$ 43 milhões serviços de advocacia nos EUA Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Assim como a Petrobras, a holding do setor elétrico Eletrobras também responde nos Estados Unidos a uma ação coletiva por supostas perdas financeiras decorrentes da corrupção, levantada a partir das investigações da Lava Jato. E um recente contrato de R$ 43 milhões assinado entre a companhia e um escritório de advocacia nos Estados Unidos aponta que a Eletrobras caminha para realizar um acordo com investidores, semelhante à controversa negociação que a Estatal do petróleo fez de R$ 2,95 trilhões com os acionistas norte-americanos. A informação é do editorial de conjuntura do jornal Monitor Mercantil.  
 
Segundo a Eletrobras, o contrato com a advocacia é importante para a  “resolução do caso perante as autoridades norte-americanas”. Desde 2015, a empresa desembolsou R$ 340 milhões em serviços jurídicos relacionados no processo para um impacto financeiro da corrupção estimado em R$ 300 milhões, destaca o Mercantil, lembrando que a estatal responde por um terço da energia consumida no país. 
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Derrota da CIA no Irã após o fiasco espetacular na Turquia, por J. Carlos de Assis

Derrota da CIA no Irã após o fiasco espetacular na Turquia

por J. Carlos de Assis

Nem todas as coisas vão de mal a pior em termos de geopolítica. Na Coréia do Norte o “homem foguete”, com evidente apoio chinês e russo, está tendo relativo sucesso em desafiar o império americano na sua sanha de governar o mundo sozinho. Mais espetacular, porém, foi o contragolpe que acaba de ser desfechado pelo Governo iraniano para desarticular o golpe armado pela CIA contra o país. Nos anos recentes, só se viu algo parecido quando a Turquia liquidou com tremenda eficiência outro golpe armado pelos americanos.

A tentativa de golpe iraniano seguiu o figurino da chamada Primavera Árabe: uma vanguarda de militantes financiados pela CIA apostou na possibilidade de incitar uma sublevação geral para quebrar a espinha do Governo e assumir o poder. Não eram bandos organizados. Eram basicamente anarquistas, americanófilos, nazistas (como na Ucrânia) sem compromisso com um projeto futuro para a nação, qualquer que fosse. Vimos isso na Líbia. A força destrutiva da CIA, ali experimentada, matou Kadafi e literalmente destruiu o país.

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A Petrobrás e o acordo com os acionistas estrangeiros, por Ronaldo Tedesco

Foto: Agência Brasil

Por Ronaldo Tedesco

Do Blog dos Conselheiros Eleitos da Petros

O Brasil entregou sua soberania desde que a Petrobrás colocou suas ações na bolsa de Nova York.

O jornal Folha de São Paulo (FSP) de 05/01/2018 publicou matéria cujo título parece buscar confundir os leitores: “Acordo da Petrobras beneficia mais de 1 milhão de aposentados”. O subtítulo tenta explicar a confusão que o título instalou: “Fundos de pensão nos EUA e no Reino Unido estão entre os investidores que vão receber parte dos US$ 3 bilhões previstos.

Mas a notícia está por trás dos títulos e subtítulos da FSP: a subserviência da Petrobrás aos investidores estrangeiros e a gestão da companhia que está completamente voltada para drenar os recursos da nossa empresa para interesses externos.

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