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Mal-estar causado por Segovia não está superado, diz presidente da ADPF

A pedido do diretor-geral da PF, dirigentes se reuniram para tentar apagar desentendimentos, mas crise permanece; Marun defende Segovia e chama mal-estar de  ‘tempestade com copo d’água’
 
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(Foto: Marcos Corrêia ABr)
 
Jornal GGN - A relação entre o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, e a categoria que representa continua rachada, em razão das declarações feitas na última sexta-feira (09) à Reuters onde disse que não há indícios de crime contra Temer, até o momento, sobre o Decreto dos Portos, indicando que o inquérito poderá ser arquivado e, ainda, sugerindo que o delegado responsável pelo caso, Cleyber Malta Lopes, pode ser alvo de investigação interna pelas perguntas que encaminhou ao presidente.
 
Logo após a publicação da matéria, representantes de entidades ligadas à classe se manifestaram. O presidente da ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), Edvandir  Felix de Paiva, por exemplo, afirmou que a repercussão da entrevista foi "horrorosa". 
 
A pedido do próprio Segovia quatro representantes da ADPF e da Federação Nacional de Delegados da Polícia Federal (Fenadepol) se reuniram nesta quarta-feira (14) para explicar que sua entrevista foi mal interpretada Entretanto, reconheceu que não deveria ter abordado uma investigação ainda em andamento, revela a Reuters. Porém, em resposta ao mesmo jornal, Felix de Paiva, declarou que o "mal-estar" ainda "não está superado", completando que ele e outros dirigentes aguardam agora o desdobramento das explicações que Segovia irá prestar ao ministro Roberto Barroso, relator no Supremo Tribunal Federal, agendada para segunda-feira.
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Inquérito contra Cristiane Brasil por tráfico é emperrado na Justiça


Foto: Antonio Augusto/Agência Câmara
 
Jornal GGN - O inquérito policial que apura suspeitas de tráfico de drogas e associação ao tráfico durante a campanha eleitoral de 2010 contra a deputada federal e ministra nomeada por Temer, Cristiane Brasil (PTB-RJ), atualmente nas mãos da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, nunca foi investigado pela Justiça Eleitoral.
 
Ao lado do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB), ex-cunhado da parlamentar, e outros três assessores, Cristiane Brasil é acusada de pagar traficantes de bairro de zona periférica e um dos redutos eleitorais da deputada. O pagamento teria sido feito em troca de exclusividade para fazer campanha na região de Cavalcanti.
 
No ano de 2010, Cristiane não se candidatou mas apoiou a candidatura de Vinicius à reeleição. A parlamentar foi eleita deputada em 2014. Ambos negam as acusações. O inquérito foi aberto com denúncias na Polícia Civil e menciona ainda o constrangimento de líderes comunitários pelos traficantes para a realização da campanha eleitoral nas comunidades Vila Primavera, Parque Silva Vale e JJ Cowsert.
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Entrevista de Segovia teve efeito reverso e deve aumentar holofotes contra Temer


Foto: Marcos Corrêa/PR/Palácio do Planalto
 
Jornal GGN - Uma entrevista do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, nomeado por Michel Temer, à agência Reuters na última sexta (09), alertou para o possível comprometimento das investigações contra o mandatário no inquérito dos Portos. 
 
A primeira publicação da Reuters dava conta de que Segóvia admitiu o arquivamento da investigação contra Temer no caso de benefício a uma das empresas que atua no Porto de Santos (São Paulo), a Rodrimar, investigada em desdobramentos da Operação Lava Jato.
 
Posteriormente, a Reuters retificou a informação, dizendo que o diretor-geral apenas teria sinalizado para o arquivamento, ao afirmar que não havia indícios de crime e nem de pagamento de propina neste caso arrolando Temer. 
 
Ainda assim, a repercussão do caso gerou um desconforto dentro da Polícia Federal. Entre os integrantes da PF que apuram irregularidades em contratos do Porto de Santos estão o delegado Cleyber Lopes, que também auxiliou o delegado Marlon Cajado em outro inquérito, o do chamado "quadrilhão do PMDB", que mirou Temer, ministros e aliados do presidente e foi engavetado pela Câmara dos Deputados.
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Segovia, da PF, isenta Temer em decreto dos Portos

 
Jornal GGN - O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, afirmou não haver indícios de que o decreto dos Portos, sancionado por Michel Temer, beneficiou a empresa Rodrimar. Ele sugeriu que não houve crime no episódio em declaração dada à Reuters e publicada nesta sexta-feira.
 
Segovia disse que "no final, a gente pode até concluir que não houve crime". E emendou: "Porque ali, em tese, o que a gente tem visto, nos depoimentos, as pessoas têm reiteradamente confirmado que não houve nenhum tipo de corrupção, não há indícios realmente de qualquer tipo de recurso ou dinheiro envolvidos. Há muitas conversas e poucas afirmações que levem realmente a que haja um crime".

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Sem fazer alarde, Polícia Federal pediu quebra de sigilos de Temer

Foto: Marcos Corrêa/PR

Jornal GGN - A equipe da Polícia Federal que investiga se Michel Temer favoreceu empresas do setor portuário com um decreto de 2017 sugeriu, em relatório, que a quebra dos sigilos, fiscal e telefônico do presidente da República é condição necessária para elucidar os fatos apurados no inquérito.

O documento é de dezembro passado, mas a notícia de sua existência só foi divulgada pelo jornal O Globo nesta quarta (31). Segundo o jornal, a PF, para não fazer alarde, não cita o nome de Temer no pedido. Diz apenas que "para uma completa elucidação” das suspeitas, todos as "pessoas jurícias e físicas mencionadas" no inquérito devem ter os sigilos quebrados.

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Enquanto Lula era condenado, PGR arquivava inquérito dos R$ 20 mi contra Serra

Foto: Agência Brasil

Por André Richter

Da Agência Brasil

PGR pede arquivamento de inquérito sobre senador José Serra

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (24)  ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito aberto na Corte para investigar o senador José Serra (PSDB-SP) pelo suposto crime eleitoral de caixa 2. Na manifestação, a procuradora entendeu que o caso prescreveu, e o senador não pode ser mais punido.

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Defesa de Temer pede arquivamento de inquérito sobre portos

da Agência Brasil

Defesa de Temer pede arquivamento de inquérito sobre portos

Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil

A defesa do presidente Michel Temer enviou hoje (19) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação em que pede que o inquérito no qual ele é investigado seja logo enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), para que o órgão solicite o arquivamento das investigações por falta de provas.

Para o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que representa Temer, a solicitação de arquivamento será “com certeza” encaminhada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, “em face da ausência de qualquer conduta criminosa”.

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Temer deixou várias perguntas da Polícia Federal sem resposta

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Apesar de dizer que respondeu a todas as 50 perguntas da Polícia Federal, a verdade é que Michel Temer foi reticente ou genérico em relação a várias delas e ignorou que essas mesmas 50 perguntas se desdobravam em outras, gerando mais de 100 indagações. 
 
Em artigo no jornal O Globo desta sexta (19), o jornalista Francisco Leali analisou que Temer não aprofundou a resposta sobre a participação que José Yunes e o Coronel Lima tiveram em suas campanhas eleitorais. O presidente apenas admitiu que, pela relação de proximidade, eles lhe prestaram alguma assessoria. Os dois são acusados de receber propina em nome de Temer.
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Janot é convocado para depor, mas quer saber se é como testemunha ou investigado

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot foi convocado para depor à Polícia Federal no inquérito em que supostas irregularidades na delação da JBS são investigadas. Segundo informações da Exame, o depoimento de Janot estaria programado para o dia 12 de janeiro. 

Nesta quarta (10), quem falará à PF é o ex-diretor de Relações Institucionais da JBS Ricardo Saud, preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde setembro de 2017.

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Procurador do caso Tacla Duran pede novo inquérito que pode atingir Lula

MPF quer que delação informal de executivo da Engevix, feita com base em "deduções", seja apurada pela PF

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Um dos últimos atos do procurador da República Roberson Pozzobon em 2018 foi enviar ao juiz Sergio Moro um pedido de instauração de inquérito policial para apurar uma suposta conta bancárias na Espanha que um ex-funcionário da Engevix disse ter abastecido com propina para José Dirceu e Lula. O documento, com a solicitação, foi revelado pelo Estadão na segunda, 1, mas foi assinado ainda em 18 de dezembro e 2017 por Pozzobon e o procurador Julio Motta Noronha.

O pretenso delator é o ex-vice-presidente da Engevix, Gerson Almada, que está sob a ameaça de virar réu a qualquer instante. Ele foi denunciado pelos procuradores de Curitiba e acabou pedindo a Moro para prestar o depoimento no qual citou Lula e Dirceu antes que o juiz decida se ele vai ou não responder a uma ação penal. 

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Serra e Aloysio estão perto de se livrar de investigação de propinas, por Helena Sthephanowitz

Por Helena Sthephanowitz

Na Rede Brasil Atual

Enquanto investigações e julgamentos contra o ex-presidente Lula correm em velocidade de um carro de Fórmula-1, o mesmo não se pode dizer quando se trata de políticos do PSDB envolvidos em casos de corrupção. Prescrição, atrasos, incúrias e engavetamentos, parecem que vão, mais uma vez, beneficiar políticos da cúpula dos tucanos acusados de, digamos, irregularidades.

No mês passado, ao se referir a inquérito envolvendo o senador José Serra e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge disse que a apuração de fatos anteriores a 2010, relacionados a recebimento de vantagem, foi “alcançada pela prescrição da pretensão punitiva em razão do decurso do tempo”. O inquérito em questão, foi instaurado no STF com base em acusações de sete executivos de empreiteiras. Gilmar Mendes é o relator.

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Inquérito contra Alckmin por propina da Odebrecht começa a andar no STJ

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A jornalista Mônica Bergamo informou nesta sexta (15) que o inquérito contra Geraldo Alckmin (PSDB) passou a andar no STJ (Superior Tribunal de Justiça). "A ministra Nancy Andrighi autorizou os advogados de defesa do governador a terem acesso à papelada da investigação. E abriu prazo para o Ministério Público Federal voltar a se pronunciar", publicou na Folha.
 
O Superior Tribunal de Justiça recebeu, no dia 22 de novembro, o pedido de instauração de inquérito contra o governador de São Paulo por suposto recebimento de propina da Odebrecht. O caso é mantido sob total sigilo, afirmou a jornalista.
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PT pede à PGR investigação sobre Temer e Shell e denúncia de Tacla Duran

Foto Divulgação

Jornal GGN - Os deputados Carlos Zarattini (SP), Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ), representando o PT na Câmara, ingressaram com duas representações junto à Procuradoria-Geral da República, na terça (4), solicitando investigações sobre a interferência do governo britânico para favorecer multinacionais do petróleo, especialmente a Shell, nos negócios promovidos pelo governo Michel Temer.

Além disso, eles querem que as denúncias de Rodrigo Tacla Duran contra a Lava Jato em Curitiba sejam apuradas. Segundo a assessoria da bancada, eles foram recebidos pelo procurador Carlos Alberto Vilhena.

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PF aponta que Geddel, irmão e mãe formavam uma organização criminosa

Foto: Divulgação/PF
 
 
Jornal GGN - A Polícia Federal entregou ao Supremo Tribunal Federal um relatório apontando que Geddel Vieria Lima, seu irmão, Lúcio, e a mãe, Marluce, cometeram crime de associação criminosa e lavagem de dinheiro. A informação foi divulgada nesta terça (28). 
 
Na esteira do caso do bunker com R$ 51 milhões, o jornal O Globo também divulgou que sumiram duas malas das nove malas com dinheiro encontradas no esconderijo de Geddel. Depois, o veículo explicou que os recursos já haviam sido depositados e que não houve prejuízo financeiro. O sumiço foi notado por um escrivão da Polícia Federal, na Superintendência da PF na Bahia. 
 
"Certifico que quando do recebimento do material encaminhado pela SRIPF/BA, referente à Operação Tesouro Pedido, através dos memorandos nº 3530/2017, 3531/2017 e 3532/2017, foi constatado a presença de somente 7 malas, sendo 6 grandes e 1 pequena, quando no Auto de Apreensão relaciona 9 malas, sendo 6 grandes e 3 pequenas", escreveu. 
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Moraes dá 30 dias para PF concluir inquérito sobre propina da Odebrecht a Aécio

Foto:Mateus Bonomi/AGIF

Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes deu mais 30 dias para a Polícia Federal concluir um inquérito contra Aécio Neves (PSDB) sobre suposto recebimento de R$ 5 milhões em propina da Odebrecht. A empresa delatou que o tucano teria fraudado a licitação das obras da Cidade Administrativa, em 2007, e recebido, em troca, vantagens indevidas das empreiteiras. 

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