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Lava Jato

Youssef e Avancini desconhecem obras no sítio de Atibaia

‘Delatores inocentam ex-presidente e depoimentos reforçam a improcedência da escolha do juiz Sérgio Moro’, aponta defesa de Lula
 
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(Foto: Juca Varella ABr)
 
Jornal GGN - O doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da construtora Camargo Corrêa, Dalton Avancini (os dois com acordo de delação na Lava Jato), afirmaram em depoimento realizado nesta sexta-feira (16) que não têm conhecimento de obras que, supostamente, teriam sido realizadas em um sítio em Atibaia.
 
A informação foi divulgada hoje pelo advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins. Youssef e Avancini também testemunharam hoje que as supostas obras jamais foram tratadas em discussões sobre contratos firmados pela Petrobras. O doleiro reconheceu, ainda, que nunca houve uma reunião no Estado do Paraná - menos ainda em Curitiba -, sobre os supostos acertos para contratos da Petrobras.
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Algumas aberrações da chamada Lava Jato e a insólita condenação de Lula, por Afrânio Silva Jardim

no Empório do Direito

Algumas aberrações da chamada Operação Lava Jato e a insólita condenação do ex-presidente Lula

por Afrânio Silva Jardim

Como se costuma dizer: “perguntar não ofende”. Por isso, buscando ser acessível ao grande público, me utilizo desta forma mais didática para que mesmo pessoas leigas melhor compreendam algumas das questões técnicas que foram desconsideradas pelo nosso sistema de justiça criminal, no afã de condenar o ex-presidente Lula, em um inusitado Lawfare em nosso país.

Apesar de alguns aspectos positivos da Lava Jato, a verdade é que ela deixará sequelas indeléveis em nossa sociedade e também em nosso sistema penal e processual penal. Danos que perdurarão por gerações.

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TRF4 entra na lista do 'meu pirão primeiro'

 
Jornal GGN - Alçados ao olimpo do deuses que querem o fim do PT e a inegebilidade de Lula, dois dos três magistrados do TRF4 também entram para a lista do 'farinha pouca meu pirão primeiro'. Dois dos magistrados recebem auxílio-moradia em Porto Alegre, onde residem, e onde possuem imóvel próprio. A matéria é da Folha, que ainda não mostrou realmente o motivo de estar bombardeando o entorno da Lava Jato com notícias de verdade.
 
As repórteres Ana Luiza Albuquerque e Fernanda Canofre, de Porto Alegre e Curitiba, fizeram seu trabalho. Foram à cata de pesquisar cartórios de registro de imóveis na capital gaúcha. Levantaram que no final de 2014, o juiz Victor Laus comprou um apartamento da construtura Saute por R$ 255 mil, no bairro Moinhos de Vento, zona nobre na região central. O outro magistrado do TRF4, juiz Leandro Paulsen, comprou seu apartamento por R$ 432 mil, em 2009. Investiu R$ 50 mil e financiou R$ 382 mil com a Caixa Econômica Federal para ser pago em até 30 anos. O imóvel é em Três Figueiras, outro bairro nobre da capital gaúcha.

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Palocci pede para ser ouvido novamente na Lava Jato

Preso desde 2016, ex-ministro que ameaçava acusar empresários e nomes do mercado agora diz que está disponível a cooperação 'espontânea' 

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Jornal GGN - A defesa de Antonio Palocci Filho apresentou nesta quarta-feira (07) uma petição ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), onde aguarda julgamento, para ser ouvido novamente no âmbito da Lava Jato e, assim, viabilizar um acordo de delação premiada. 
 
O ex-ministro foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em junho passado a 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, mas está detido desde setembro de 2016. Seus advogados chegaram a tentar um acordo de delação antes, mas em vão.
 
Nesta semana, a defesa pede para seu cliente voltar a ser ouvido "a fim de cooperar na elucidação dos fatos criminosos - relacionados na denúncia - dos quais participou, detalhando com exatidão todos os meandros de sua atuação criminosa", dizem na peça apresentada.
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Documentos apresentados por Tacla Durán indicam que Lava Jato plantou provas, por Joaquim de Carvalho

Durán na CPI

no Diário do Centro do Mundo

Documentos apresentados por Tacla Durán indicam que Lava Jato plantou provas

por Joaquim de Carvalho

O advogado Rodrigo Tacla Durán, que prestou serviços para a Odebrecht e denunciou a indústria da delação premiada na Lava Jato, entregou uma série de documentos para a CPMI da JBS, mas o relatório do deputado Carlos Marun, aprovado em dezembro, deixou de observar que esses papéis, periciados na Espanha, contêm pelo menos um indício de fraude na investigação do Ministério Público Federal.

Grande parte das acusações dos procuradores se baseia nos documentos encontrados nos sistemas Drousys e My Web Day mantidos em servidores da Suíça e Suécia até julho de 2016, quando o acesso foi bloqueado por ordem de autoridades suíças.

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Irmão de Dirceu é preso após condenação na Lava Jato

Mandato de prisão cumprido nesta manhã se baseia na condenação em segunda instância no  Tribunal Regional Federal da 4ª Região 
 
Jornal GGN - O irmão do ex-ministro José Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, foi preso na manhã desta sexta-feira (09), em Ribeirão Preto (SP). O motivo foi por condenação em segunda instância na Operação Lava Jato.
 
Eduardo foi condenado em maio de 2016 a oito anos e nove meses de prisão em regime fechado por suposta lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em setembro de 2017, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) confirmou a condenação ampliando a sentença para 10 anos e meio. 
 
O mandato de prisão foi cumprido por volta das 6h, na casa de Luiz Eduardo, no bairro Ribeirão. A decisão do TRF-4 inclui a prisão de Júlio César dos Santos, ex-sócio da JD Consultoria, condenado a dez anos e oito meses, pelos mesmos crimes supostamente cometidos. 
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Encontro mostra como o FBI e o Departamento de Justiça turbinaram a Lava Jato

Jornal GGN – Para explorar o milionário mercado do complience, a Demarest Advogados organizou evento em São Paulo com funcionários e ex-funcionários do FBI e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. O co-organizador do evento foi o escritório CKR Law, que está chegando no Brasil, e o Comitê Brasileiro da Câmara de Comércio Internacional

O tema discutido foi justamente o da cooperação internacional entre os órgãos de repressão dos diversos países.

Reportagem do Consultor Jurídico, de autoria de Marcos Vasconcellos, revela que a partir de 2014 os Estados Unidos decidiram ampliar as equipes que atuavam no Brasil no combate ao crime organizado.

Segundo George “Ren” McEachern, que, até dezembro, liderava a equipe de combate à corrupção internacional do FBI, “a troca de informações e dados é feita o tempo inteiro entre investigadores”.

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Um apanhado sobre a Lava Jato, por Nilo Filho

Um apanhado sobre a Lava Jato

por Nilo Filho

Comentário ao post "Xadrez da grande manipulação da Lava Jato, por Luis Nassif"

MATÉRIAS SOBRE DELAÇÕES - GGN E DCM (pequeno resumo de dados e fatos)

Caso 1: O INSÓLITO ACORDO

LUIZ AUGUSTO FRANÇA, MARCO BILINSKI e VINICIUS BORIN peixes graúdos no mundo dos doleiros e das empresas offshore - pioneiros no mercado com os Paraísos Fiscais e com dinheiro não declarado (lavagem de $$ sujo e ilícito) - e operadores da Odebrecht.

Celebraram - na Lava Jato - Acordo de Delação Premiada com o MPF de Curitiba e depois homologado (aprovado) por Sérgio Moro com as seguintes (e incompreensívies) benesses:

Penas de 8 anos em Regime Aberto diferenciado por um (1) ano e a Suspensão Condicional da Pena sem condições e Multa de apenas 3,4 milhões quando teriam recebido 326 milhões.

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Doria prefere pagar mais caro por iluminação pública

Atualizado às 20h20 para acréscimo de posicionamento da Prefeitura de São Paulo
 
Prefeitura desclassifica vencedora de PPP sob o argumento de que consórcio era formado por empresas condenadas pela Lava Jato 
 
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(Foto: Leon Rodrigues / ASCOM- PMSP)
 
Jornal GGN - Sob o argumento de falta de idoneidade, a comissão de licitação da prefeitura de São Paulo desclassificou o consórcio Walks, vencedor da Parceria Público-Privada (PPP) de iluminação pública da cidade de São Paulo após apresentar uma proposta de R$ 23,25 milhões por mês, contra R$ 30,158 milhões concorrente na licitação, a FM Rodrigues.
 
Na prática a prefeitura decidiu pagar mais caro pelo serviço público. Segundo informações da Folha de S.Paulo, a alegação da gestão Doria é porque a Walks é formada por empresa "indiretamente" envolvidas na Operação Lava Jato: WPR Participações (subsidiária do grupo WTorre) e a Quaatro (controladora da Alumini).
 
A decisão da prefeitura foi anunciada nesta quarta-feira (07), por volta das 12h levando os advogados da Walks a protestar e criar confusão na sessão que se estendeu até o início da tarde.
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Ligando os pontos, por Florestan Fernandes Júnior

Ligando os pontos

por Florestan Fernandes Júnior

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Em 2007 a Petrobras descobre campos enormes de petróleo em águas ultra-profundas do nosso litoral. Uma reserva de mais de 80 bilhões de barris de petróleo. 

Um ano depois, em janeiro de 2008 foram roubados 4 laptops e 2 HDS com informações sigilosas da bacia de Santos. Dados de 30 anos de pesquisas da Petrobras no valor estimado de 2 bilhões de dólares. 

Em 30 de outubro de 2009, o WikiLeaks uma organização transnacional com sede na Suécia publica em sua página informações “vazadas” de governos e empresas assuntos estratégicos de interesse público. 

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Sepúlveda Pertence compõe defesa de Lula

Para ex-ministro do STF, perseguição de Lula é "a maior desde Getúlio Vargas"; magistrado tem perfil conciliador e trânsito nos tribunais superiores 
 
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(Foto Ana Nascimento ABr)
 
Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Sepúlveda Pertence, fechou acordo para compor a equipe de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A confirmação foi feita por ele mesmo à Folha de São Paulo, nesta terça-feira (06) após a posse do ministro Luiz Fux na presidência do Tribunal Superior Eleitoral.
 
O magistrado declarou ao jornal que Lula "é um velho amigo" e que é "apenas mais um dos defensores" do ex-presidente completando que o petista está sendo submetido a uma "perseguição". "A maior desde Getúlio Vargas". 
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Xadrez da grande manipulação da Lava Jato, por Luis Nassif

Para não se perder nas siglas, um pequeno glossário:

DOE – Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, que administrava o caixa 2 e as propinas do grupo.

Drousys – sistema criptografado de troca de mensagens.

MyWebDay – sistema criptografado que fazia a contabilidade do DOE.

Peça 1 - O livro de Tacla Duran

No dia 19/09/2017, no artigo “Xadrez sobre a falsificação dos documentos na Lava Jato”, o Jornal GGN trazia à tona as primeiras revelações do livro do advogado Rodrigo Tacla Duran sobre a Lava Jato. Era uma prova do livro colocada por algumas horas em um site.

Prestador de serviços da Odebrecht, profundo conhecedor dos sistemas utilizados pela empresa– o Drousys e o MyWebDay - o livro trazia duas denúncias de impacto.

A primeira, é que parte relevante dos extratos do Meinl Bank foi falsificado . Leia mais »

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Uma enorme nuvem de suspeição recobre a Lava Jato, por Jeferson Miola

Uma enorme nuvem de suspeição recobre a Lava Jato

por Jeferson Miola

É bombástica a denúncia de Marcelo Odebrecht na FSP de 4/2/2018. Ele declarou que “seu cunhado e vice-presidente jurídico do Grupo, Maurício Ferro, ajudou a acabar com o departamento de propinas da empresa”.

A revelação do Marcelo adiciona ingredientes explosivos à nebulosa informação prestada com exclusividade pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima ao jornal O Globo de 29/1/2018 – “Chaves para abrir segredos da Odebrecht estão perdidas”.

Além de assinalar que “O desmantelamento do departamento de propina pode, em tese, ser interpretado como um ato de obstrução de Justiça”, a reportagem da FSP traz revelações de altíssima relevância, que merecem ser apuradas com o maior rigor e com a mais absoluta transparência.

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Jessé Souza é sabatinado nesta segunda no Voz Ativa

Um dos principais intelectuais contemporâneos brasileiros, abordará nesta entrevista manipulação da mídia e Lava Jato

 
Jornal GGN - O sociólogo, professor universitário e pesquisador Jessé Souza é o convidado desta segunda-feira (05) do programa Voz Ativa, para discutir, entre outras questões, o patrimonialismo, manipulação midiática e Operação Lava Jato.
 
O programa vai ao ar, a partir das 22h15, pela Rede Minas e algumas emissoras públicas de canal aberto, com transmissão também no site da TV e pelas páginas do facebook e do Youtube do El País Brasil e Rede Minas. 
 
Jessé é o autor de 22 livros, publicados tanto no Brasil como no exterior, onde são abordados assuntos que vão desde o debate sobre os grandes temas da teoria sociológica aos estudos voltados para a realidade brasileira. 
 
Em “A elite do atraso”, lançado em 2017, o professor explica o Brasil desde a sua origem, apontando para as heranças da escravidão que assolam o país até os dias de hoje. É ela, segundo o autor, o cerne da desigualdade social, uma das maiores entre todos os países. 
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Investigado da Lava Jato, Raul Schmidt é preso pela PF em Portugal

Empresário é investigado pelo pagamento de propinas a Duque, Zelada e Cerveró; extradição havia sindo confirmada por Portugal no final de janeiro 
 
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(Divulgação)
 
 
 
A Polícia Federal (PF) prendeu neste sábado (3), em Portugal, o empresário Raul Schmidt, investigado da Operação Lava Jato. No dia 29 de janeiro, a Justiça portuguesa confirmou a extradição de Schmidt para o Brasil e decretou sua prisão. Ele foi encontrado, por volta das 12h30, na localidade de Sabugal, cerca de uma hora de carro da cidade de Lisboa.
 
O empresário é investigado pelo pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras e estava foragido desde 2015. Ele foi preso em Portugal em março de 2016 na Operação Polimento, 25ª fase da Operação Lava Jato. Em razão da cidadania portuguesa, Schmidt estava aguardando o resultado do processo de extradição em liberdade.
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