Por Jose Renato O. Sampaio Lima

Em Janeiro/1999, durante aproximadamente 40 dias, o BACEN ficou simultaneamente com 4 (quatro) presidentes: Gustavo Franco, “demitido” em 13 de janeiro por FHC, mas sem passar formalmente o cargo para Francisco Lopes, aprovado pelo Senado e demitido por Malan antes da cerimônia formal de transmissão de cargo; um Diretor interinamente na Presidência e o novo presidente, Armínio Fraga, americano-brasileiro, efetivado em Março após sabatinado pelo Senado, que trabalhava para George Soros, em Nova York e considerado por alguns como a “raposa que foi tomar conta do galinheiro”. Assim como Levy no Governo Dilma.
Passados os 4 anos do primeiro mandato governo FHC, resultado da herança maldita de FHC para FHC, em Fev/1999 o estoque da dívida tinha crescido 424% – com deficit publico de 8.8%
Desastrada gestão de FHC/Malan do primeiro mandato, resultou nas pedaladas de Fraga em 1999, mas ajustes financeiros não se limitaram a acertos contábeis, o país estava de fato quebrado com contas que não fechavam e necessitou de mais empréstimo do FMI de aprox. US$ 25 bilhões. O TCU, até onde se tem registro, não avaliou a possibilidade de impedimento do Presidente Fernando Hernique Cardoso.
FHC, em 1994, recebeu de Itamar um pais com dívida total equivalente a 30% do PIB, por resultado da sua omissão em relação a gestão dos analistas financeiros recrutados do FMI, tal como o Levy e Tombine, agora por Dilma, sim FHC depois de 8 anos entregou para o PT o país no abismo econômico com dívida 4 vezes mais eqv. aprox.. 60.4% do PIB e reservas internacionais de US$ 17Bi@8,0% da divida externa e dólar a R$ 3,50, caixa saldo de outro valor tomado emprestado do FMI em 2001 na beira do calote. Em todas as casas, em 2002 tinha gente desempregada e pendurados no ancião aposentado da família.
Em pleno 2015, depois de tanta lição do que não se deve fazer para um gestão séria e comprometida com a moralidade da coisa pública, Dilma jamais poderia compactuar com politicas anti-econômicas repeteco tucanas, aceitar elevar a inflação acima de 6.5% e desemprego acima de 5% provocando instabilidade e insegurança nos empresários, e recessão no curto prazo e privilegiar despesas financeiras da ordem de R$400Bi/ano@10% do PIB a título de juros para os especuladores financeiros. Se isso é fundamental para a equipe econômica, melhor dar um pé na bunda deles ontem. Antes do suicídio politico dela carregando junto o PT e mais revertendo os benefícios das politicas de inclusão social. Adeus a continuidade mesmo com Lula candidato.
Dilma insiste em atribuir as dificuldades econômicas brasileiras à crise internacional . Chega de explicações nonsenses para o resultado de procedimentos inadequados e da simples incompetência. Isso não nos interessa Presidenta. Não queremos um FHC de saias, não queremos estelionato eleitoral .
Pacotes de bondades e paternalismo aos filhos privilegiados dessa mãe gentil. No final do governo FHC / Malam / Fraga taxa de juros SELIC media de aprox. de 20% a.a., pico de 45% a.a. Para comparar trend de transferência de recursos, a dívida publica americana é de 105% do PIB, no entanto EUA pagam 0.25% a.a., como resultado o Brasil paga 600% mais juros anuais que o Governo americano. FMI e mercado financeiro por isso são só elogios com Levy primeiro ministro de Dilma.
Taxa básica é referência para análise de retorno de investimento produtivo. Nos EUA, Fed remunera taxa básica a 0,25% a.a.. Ou seja, a taxa básica de juros é menor do que inflação. Nesses países a principal preocupação do Banco Central é com desenvolvimento do país e com nível de emprego, em primeiro lugar.
É óbvio que, as taxa de juros básicas crescentes de 13.5% a.a. oferecidas pelo BACEN é fator de estímulo ao capital especulativo externo e para razão para empresário suspender investimentos de aumento de capacidade ou novos negócios produtivos, visto acima da taxa de retorno da atividade produtiva.
Falta de limites e de Governança são concebidos via de regra para carregar culpa de ineficiência e da falta de diligência e proteger gestor de avaliação de inepto e inapto, ou seja confundir malícia e vilania com incompetência.
Queremos uma administração similar ao governo Lula com prioridade para crescimento e geração de empregos no lugar de voltado para patrimonialismo de banqueiros e submissa a bruxa do FMI.
Renato Miranda
22 de maio de 2015 12:14 pmPassado e contexto
A Senhora Dilma é uma reedição do FHC, na minha opinião, porém, bem pior, porque o FHC e a sua turma deixaram o governo em 31 de dezembro de 2002, há 13 anos num outro contexto histórico, social e político. Agora a Dilma só agrada Banqueiros. Talvez seja o público alvo dela. Vai saber.
Admirava, isso mesmo, admirava o LULA pela genialidade política, pelo carisma e pela liderança. Foi um estadista, mas não voto mais nele também. As coisas mudaram.
Hoje vemos um governo ruim, com indicadores de desemprego, inflação e estagnação econômica em ascendência, ou seja, o governo Lula tinha ótimos indicadores. E o da Senhora Dilma o que faz. Só piora. Merece um prêmio por isso.
Há “conversinha” dessa semana é o marketing dos investimentos chineses.
Anotem aí, se metade dos investimentos chineses anunciados esta semana para o Brasil se concretizarem, eu compro um chapéu de couro de bode e como tudinho. Podem cobrar!
Mas tem que sair do papel, com início, meio e fim. Só carta de intenção não vale.
Ih, será se eu podia escrever isso, ou vou ser acusado de preconceito contra alguém?!
Ahhhhhhhh, o politicamente correto. Está deixando o mundo muito chato.
robson_lopes
22 de maio de 2015 1:20 pmAplausos, concordo 100%,
Aplausos, concordo 100%, algum ajuste é necessário, mas não nesse modelo, optamos por um governo de esquerda, não queremos o modelo FHC novamente.
gabi_lisboa
22 de maio de 2015 1:33 pmConcordo plenamente
se era para sermos governados pelo bradesco, era melhor ter deixado isso explicito nas eleições e teríamos a chance de optar pelos outros bancos que concorreram a presidência, o itau e a turma do soros.
Roberto Guimarães
22 de maio de 2015 2:05 pmFED e o BACEN ou FED o BACEN?
Só a notícia dando conta que o FED poderia elevar a taxa de juros americana fez o BACEN aumentar, antecipadamente, a SELIC. Como a taxa americana não se mexeu porque o BACEN não diminuiu a taxa SELIC? Posso deduzir que foi para beneficiar os bancos privados. Isso é concentração de renda. Bancos não produzem nada, não correm risco algum e não estão no mercado real das coisas. O problema brasileiro não está na taxa de juros e sim nos subsídios governamentais que estão em quase todos os segmentos produtivos e comerciais beneficiando empresários mais do que ricos. Eliminem os subsídios governamentais como medida de economia. Prejudicará menos a população que um aumento na taxa SELIC. Ou será que o BACEN e o governo não estão nem aí para o povo.
lineu
23 de maio de 2015 3:50 amPrezado
O que você quer toda
Prezado
O que você quer toda torcida do corinthians mais a do flamengo também quer.
Só falta achar uma personalidade do PT que pense igual
lineu
23 de maio de 2015 3:50 amPrezado
O que você quer toda
Prezado
O que você quer toda torcida do corinthians mais a do flamengo também quer.
Só falta achar uma personalidade do PT que pense igual