O embate de propostas alternativas é essencial para a normalização democrática e para uma campanha menos virulenta que o esgoto de 2010.
Nesse sentido, publiquei um post sintetizando um ensaio de programa de Fernando Henrique Cardoso, em seu artigo dominical.
Enalteci a convergência de diagnósticos com o do governo Dilma Rousseff. É sinal de maturidade para o país.
Mas também é o sinal mais eloquente da absoluta falta de propostas de FHC. Como lembrou o leitor RVeiga, mais se assemelha a um CTRL-C CTRL-V: “Sem firmar posição própria, só com críticas gerentistas, aquelas restritas ao como fazer não ao que deve ser feito, por que raios deveria o eleitorado optar pelo discurso tucano se ele difere pouco do discurso petista ora no poder?”.
Não é o único drama nem do PSDB nem do PSB.
Também Eduardo Campos centra sua crítica nas questões gerenciais. E ambos os candidatos – ele e Aécio Neves – enfrentam problemas sérios com a visão preponderantemente economicista de seus formuladores – Campos por conta da aliança com Marina Silva.
W K anotou bem a discrepância do discurso de FHC com os economistas do partido:
a) “Tivemos Ilan Goldfajn defendendo o desemprego”,
b) “Samuel Pessôa pedindo a revisão da política de aumentos do salário mínimo”,
c) “Edmar Bacha pregando redução drástica dos impostos de importação e eliminação de direitos trabalhistas.”
As demais “vozes” do partido são o deputado Carlos Sampaio (que entrou com uma denúncia no TSE porque Dilma Rousseff estava usando vermelho em um pronunciamento), Sérgio Guerra e Roberto Freire. Fica difícil assim.
A dificuldade com a visão sistêmica
Assim como em uma empresa, a análise econômica vem depois do plano estratégico. Primeiro, os verdadeiros CEOs (e estadistas) definem os planos estratégicos, objetivos, metas etc., no caso dos países, o desenho do país que se pretende. O financeiro limita-se a fazer as contas para mostrar a viabilidade ou não das propostas.
A visão economicista foi preponderante enquanto o pais padecia com a hiperinflação. O economicismo puro perdeu legitimidade devido ao seu fracasso em promover crescimento, devido ao impacto das políticas sociais – não só de público mas de crítica, ao construir um mercado de consumo robusto – e devido ao sucesso do ativismo econômico para superar a crise de 2008.
Até hoje esse economicismo não incluiu a análise das externalidades nas políticas públicas: tudo se limita à análise imediatista de impactos fiscais.
O aumento do salário mínimo na Previdência permitiu que 55% dos aposentados e pensionistas se tornassem arrimo de família. Significou mais amparo aos filhos e netos, mais oportunidade de estudo, menos gastos com saúde e segurança.
As políticas sociais ampliaram o mercado de consumo de forma muito mais concreta e objetiva do que aquele papo de superávit primário de 3% para pagar os juros mais escorchantes do planeta, prometendo o pote de ouro do crescimento no final do arco-íris.
Agora o pêndulo inclinou-se muito para o lado distributivista e necessita de ajustes. Mas ajustes não significam mudança radical de rumo.
FHC tenta amenizar o discurso dos seus cabeções, ao enfatizar a manutenção dos gastos sociais. Mas o que diz não chega a meia proposta do que já existe.
O papel de Aécio e Campos
E aí se entra no papel de Aécio Neves e Eduardo Campos.
A partir do momento em que se consolidou não apenas como presidente do partido, mas como seu candidato a presidência da República, toda a responsabilidade pelas ideias e pela falta delas passa a ser de Aécio Neves. A falta de propostas do partido não será mais responsabilidade de FHC, mas de quem de fato assumiu o comando.
O único conforto trazido pelas pesquisas eleitorais, tanto para Aécio quanto para Campos, é que, embora Dilma continue franca favorita, há uma tendência maciça do eleitorado em querer mudanças.
Mas quem está perseguindo as mudanças?
Embora situação, o PT armou o Instituto Perseu Abramo com os melhores cérebros do partido, dirigidos pelo seu mais imaginoso quadro, Márcio Pochmann.
Já o PSDB usou o Instituto Teotônio Vilella para uma barganha interna, entregando-o ao ex-presidente do partido Sérgio Guerra. O ITV deveria abrigar um time de estudiosos chefiados por Luiz Paulo Vellozo Lucas, José Roberto Afonso, José Roberto Mendonça de Barros, Marcelo Garcia e Armínio Fraga, e de novos quadros intelectuais.
O PSB tinha o discurso desenvolvimentista-nacionalista de Roberto Amaral, no Instituto João Mangabeira. Podia-se criticar ou não. Mas com o casamento com Marina Silva entraram o discurso anti-desenvolvimento de André Lara Rezende, a filosofia liberal de Eduardo Gianetti da Fonseca e a personalidade ambígua da própria Marina, com seu ambientalismo anti-empresarial convivendo com o apoio de grandes grupos empresariais. O resultado final foi a ausência de discurso. Fora essa dificuldade extrema de pretender representar o novo, necessitar de acordos políticos velhos para se viabilizar e enfrentar nào apenas a cabeça-dura de Marina como da grande Luiza Erundina.
Pelo que se tem até agora, se for menos teimosa, Dilma Rousseff será um caso inédito da situação representando o novo.
Lionel Rupaud
7 de janeiro de 2014 3:02 pmTexto primoroso!
E o que mais gostei foi a conclusão:
“Pelo que se tem até agora, se for menos teimosa, Dilma Rousseff será um caso inédito da situação representando o novo.”
É raro ter um texto sobre política que me faz rir no final. E que gostei muito também do ” se for menos teimosa, Dilma Rousseff …”: será que ela lê o blog? será que terá humor para entender o recado gentil?
W K
8 de janeiro de 2014 11:27 pmPosso até estar enganado,
mas eu acredito que ela lê este e talvez outros blogs com bastante assiduidade ! Claro, provavelmente com um nome suposto.
vera lucia venturini
7 de janeiro de 2014 3:06 pmE jamais vão representar o
E jamais vão representar o novo. Não são candidatos políticos de partidos com plataformas de desenvolvimento para o Brasil e promoção de bem estar do povo brasileiro. São representantes de grupos economicos, daqui e de fora do Brasil. A plataforma dos dois é única: se apoderar do estado brasileiro para o bem estar do mercado. O resto é luar de Paquetá.
Altran Gomes da Silva
7 de janeiro de 2014 3:11 pmNassif,
E a Dilma? cadê as
Nassif,
E a Dilma? cadê as propostas? o que ela pensa do país para os próximos quatro anos?
E as contas públicas? a maquiagem contábel? a ausência absoula de planejamento? o desperdício de dinheiro público para segurar o aumento da conta de energia? a falta de transparência total da política fiscal? E essa política se desoneração fsical sem nenhum rationale por trás? vai dura até quando? quando o governo vai montar uma política de longo prazo? o que aconteceu com a Sealopra do Mangabeira Unger? sumiu no telhado?
Os outros pelo menos estão colocando as ideias na mesa. O (des) governo nada !! e você não fala nada!!
luisnassif
7 de janeiro de 2014 3:22 pmFalo e escrevo. Você é que
Falo e escrevo. Você é que não lê.
Altran Gomes da Silva
7 de janeiro de 2014 11:49 pmNassif,
O meu questionamento
Nassif,
O meu questionamento permanece, cadê a visão de futuro do governo e do PT? me mostre algum plano de longo prazo que vem sendo executado? Veja a questão fiscal, o governo não tem a menor ideia se as contas vão fechar esse ano.
Você cobra do Aécio e Eduardo Campos uma visã ode país, o que está correto. Mas a verdade é que o governo está completamente sem rumo.
Vou te dar apenas um exemplo: pergunte a alguém do Ministério da Fazendo quanto o tesouro pretende injetar na CCE para evitar o aumento da tarifa de energia do próximo ano, que promete ser a maior dos últimos 10 anos. Curto prazo para o governo é ontem, médio prazo é hoje, e longo prazo é semana que vem. Isso quem me disse alguem muito ligado ao Arno Augustin, aquele nonsense que faz uma lambança atrás da outra.
Esse é o ponto
ruyacquaviva
8 de janeiro de 2014 4:20 pmAltran, aí já está ficando
Altran, aí já está ficando ridículo. Primeiro você fala em visão de longo prazo e depois você tasca essa:
“o governo não tem a menor ideia se as contas vão fechar esse ano”
Pera lá né? Tá querendo tirar sarro com a cara da gente ou o quê?]
Parece mesmo que está tentando é passar vergonha mesmo.
Então visão de longo prazo é fechar as contas este ano???!!!
Não tem outro nome, me desculpe mas isso é uma palhaçada.
DEsculpe os termos, não é por querer ofender, mas são os termos corretos para o que está sendo colocado. Outra ASNEIRA de grosso calibre é a sua frase:
“pergunte a alguém do Ministério da Fazendo quanto o tesouro pretende injetar na CCE para evitar o aumento da tarifa de energia do próximo ano, que promete ser a maior dos últimos 10 anos. Curto prazo para o governo é ontem, médio prazo é hoje, e longo prazo é semana que vem.”
Cara, você fala em visão de longo prazo e dá como exemplo uma questão de fluxo de caixa???!!!
Não acredito que você possa ser tão obtuso, deve estar de brincadeira.
E essa sua premonição de que a tarifa de energia terá o maior aumento dos últimos dez anos? São os mesmos que prognosticaram um APAGÃO no ano passado que te passaram tal vaticínio? Aqueles que fizeram tanto terrorismo garantindo que iria faltar energia e que quebraram a cara de forma espetacular?
O PT tem grande número de documentos sobre o Brasil que desejamos para os próximos 5, 10 e 20 anos, além de uma detalhada agenda sobre como chegar ao Brasil que queremos. Isso já existioa em 2002 e o PT foi brilhante na condução do governo dentro das propostas apresentadas e rumo às metas estabelecidas segundo essa visão de País.
Aliás é justamente pelo fato do PT deixar claro suas idéias e propostas e principalemnte seus compromissos, que ele é facilmente atacado por pessoas que não deixam claro suas intenções, suas idéias e seus compromissos. Pessoas como o Próprio Aécio e o Eduardo Campos. Estes dois mudam de discurso como quem muda de camisa (ou o caso do Campos, vira a casaca), sempre ao sabor de seus interesses oportunistas imediatos.
CELSO ORRICO
7 de janeiro de 2014 3:32 pmela não pode..
Altran, ela não pode fazer campanha pela investidura do cargo os outros mesmo dirblando a Lei estão em campanha aberta..se apenas um pronunciamento de balanço de fim ano levou Aécio a pedir direito de respota imagina se ela avança nas propostas? não se esqueça que em todos seus pronunciamentos ela ela sinaliza o que fará em 2014 e no seu próximo Governo; mantee avançar no que tá dando certo e rever o que está errado..
Altran Gomes da Silva
7 de janeiro de 2014 11:41 pmCelso, uma coisa é o que ela
Celso, uma coisa é o que ela fala em rede nacional, através de um espaço destinado à presidência da república. Outra coisa é um documento com ideias, discutido e publicado no site do partido. são coisa diferentes
O governo está batendo a cabeça feio na política fiscal e industrial. Não coordenação no planejamento. O úlitmo PPA foi um retrocesso. Falar em gestão pública então, é quase um palavrão. Essa área no MPOG está esquecida.
Te desafio a mostrar algum documento do governo ou do PT que aponte uma direção de longo, e faça ainda uma conexão com o que o governo vem fazendo
Filipe Rodrigues
7 de janeiro de 2014 3:46 pmContas públicas: A dívida
Contas públicas: A dívida pública se aproxima de 30 % do PIB (como era em 1994), os tucanos vivem propagando o apocalipse quando dizem que a dívida é R$ 2 trilhões, mas esquecem que o crescimento do PIB e a venda de reservas cambiais reduz a dívida.
Maquiagem contábil: No mundo de hoje é um pecado não priorizar o setor financeiro, os bancos são a nova religião (mesmo quando o país atinge a meta do superávit, ainda querem mais $$$ pra banca).
O desperdício de dinheiro público para segurar o aumento da conta de energia: Quer dizer que engordar os acionistas de estatais com dinheiro público não é desperdício? Reclamam da inflação, mas querem energia e gasolina caras…
A falta de transparência total da política fiscal: Bom era quando o país não fazia uma política expansionista e continuava dependendo do FMI.
Jurgen2010
7 de janeiro de 2014 5:54 pmDislexia Seletiva?
Se você lesse, pelo menos, o que já se escreveu aqui no Nassif, teria condições de ter vergonha do que escreveu agora. A não ser que possuas dislexia seletiva. 😀 Aconselho uma lida no blog do cafezinho que possui muitas análises antagonistas à guerra psicologica dos jornalões.
Altran Gomes da Silva
7 de janeiro de 2014 11:36 pmJurgen2010, vergonha de quê?
Jurgen2010, vergonha de quê? de exprimir a minha opinião? leio diariamente o blog do Nassif a praticamente 8 anos. de quando ele, naquele ataque desenfreando contra o governo Lula, resolver nadar contra a maré. Me sinto mais balizado do que você pra fazer uma análise sobre o que ele posta aqui no Blog Já li diversos posts do Nassif contrário do governo. O que coloquei é que como ele cobra do Aécio e Eduardo Campos uma visão de país, deveria cobrar da Dilma também. E não se trata de campanha eleitoria, e sim de debate de ideias. Chega de pratulhamento e ataques pessoais. Vamos discutir no plano das ideias, OK
ruyacquaviva
8 de janeiro de 2014 3:13 pmEu entendi que Jurgen disse
Eu entendi que Jurgen disse que o seu questionamento já foi respondido nos textos do Nassif e entendi que ele falou em “passar vergonha” pelo fato de você cobrar uma coisa que ele já fez.
Parece que seu questionamento é originado por uma certa dificuldade de entender o texto do post pois o NAssif abordou sim a questão da visão de país em relação à Dilma. Não vou ficar repetindo aqui nem tentando me expressar melhor que o Nassif, até pela certeza que não conseguirei ser mais claro do que ele pois o texto não deixa dúvidasnem dá margem para que se ache que o Nassif esteja cobrando alguma coisa dos candidatos de oposição, que não cobre também da presidente Dilma.
Assis Ribeiro
7 de janeiro de 2014 3:37 pmNassif
Os últimos parágrafos do seu belo artigo demonstram que quem persegue o novo é o PT.
Portanto, está na hora de sair da ambiguidade e deixar de procurar
“colar” o novo em Campos
o que outrora
se tentou com Aécio.
aliancaliberal
7 de janeiro de 2014 3:45 pmPrefeito federal
No nosso país não se elege presidente da republica e sim prefeito federal, não se elege deputados federais e sim vereadores federais.
O novo é a velha luta contra a injustiça, a velha luta contra a corrupção, contra o má gestão de recursos coletivos.
O novo é cumprir velhas promessas.
Velho é falar que a saúde publica esta quase perfeita e usar plano de saúde e hospital particular.
Velho é falar em ensino, saúde, segurança publico(a) gratuito quanto taca a mão no bolso do povo.
Velho é não ajustar a tabela de imposto de renda e se declarar defensor do trabalhador brasileiro.
Wagner
7 de janeiro de 2014 3:48 pmO Brasil tem mais de 500 anos
O Brasil tem mais de 500 anos e a 11 anos experimenta algo de novo. Quem mais para representar o novo do que a Dilma? A Dilma representa sim esse novo, que vai demorar pelo menos uma centana de anos para se tornar velho como seus oponentes!
Obelix
7 de janeiro de 2014 3:51 pmContinuidade como uma importante mudança.
Prezados e prezadas,
Ao contrário do que fez até aqui, o Senhor Nassif parece ter escorregado na curva.
Não é nada grave, mas expressa, como não pdoeria deixar de ser, as expectativas dele próprio sobre os cenários que projeta, embora quase sempre, como todo jornalista, tente parecer um narrador distante. Não é. Tem suas escolhas, todas elas SUPER LEGÍTIMAS, embora nunca as decline (outro cacoete que rouba parte da sinceridade prática do debate), e devemos respeitá-las, quaisquer que sejam.
Já disse no outro post sobre as convergências de FHC com o diganóstico do governo, e sua chamada para alguns aspectos que buscam dar unicidade do discurso que FHC imagina ser pós-PT, que FHC é o novo espantalho da política nacional.
Outra vez, nada demais. Se conseguir ter ciência de sua utilidade neste campo, poderá ajudar a colheita de setores do seu partido e da nova direita que começa a tomar forma, a trinca: edurecina.
Mas neste texto, talvez por sofreguidão em dar o recado a Aécio e Campos, o Senhor Nassif exagerou, vejam:
“O único conforto trazido pelas pesquisas eleitorais, tanto para Aécio quanto para Campos, é que, embora Dilma continue franca favorita, há uma tendência maciça do eleitorado em querer mudanças.”
E onde está o exagero?
Reside simplesmente no fato de que nenhuma análise de movimento político, e/ou de natureza estatística (pesquisa) conseguiram definir com clareza este (falso) paradoxo proposto pelo blogueiro: Dilma tem o eleitorado, mas o eleitorado quer mudança, ou algo como, já que não tem nada, ficamos com o mesmo.
É pouco para reconhecer os avanços do governo em 12 anos, e fica ainda mais evidente quando a cantiga da “falta de gestão”, “burocracia”, “falta de estratégia de longo prazo”, etc, etc, etc, começam a ecoar nos textos do blogueiro. Quase uma simplificação rude, se a fidalguia e bons modos do Senhor Nassif já não fossem amplamante conhecidos e divulgados.
Talvez um dos raros conhecedores dos problemas de nossa economia, e os da política econômica, o Senhor Nassif tenha se descuidado de uma perscpetiva histórica do país.
Ora, pouco ou nada desfrutamos de continuidade e do sentimento de tradição (no sentido de entrega) de gestos e culturas administrativas e ciclos políticos dentro de ambientes de plena Democracia.
Considerando desde 1889, todos os períodos onde houve sufrágio, universal ou parcial, fomos acometidos de rupturas e solavancos, trocas de sinais extremas, onde quase sempre o período anterior era incinerado na agenda do sucessor, como se fossem pecados gravíssimos!
Portanto, é a continuidade expressa em Dilma, que veio de Lula, a grande novidade atual.
Lula que por sua vez, embora tenha alterado radicalmente os sinais da gestão do Estado brasileiro no quesito das políticas sociais, o tenha feito sem destroçar alguns fundamentos herdados, mas ao contrário, os aperfeiçoou e mostrou aos criadores como se fazia funcioná-los sem aniquilar direitos sociais (como controle da inflação, responsabilidade fiscal, etc)
Está e a mudança de paradigmas que ainda está em curso, e que leva ao eleitor querer mais mudanças, e não uma troca de sinal de comando. E claro, para obterem cópias ruins, ficam com o original.
É um fato tão novo e surpreendente, que bons analistas como o Senhor Nassif não identificam, embora o povo já tenha feito há tempos: ele quer mudança, mas sem abir mão do que tem e conquistou, e para melhorar o que existe, ninguém melhor do que quem já fez, e não quem diz que pode, mas quando esteve lá fez pouco (neste sentido).
Eu não como um jornalista, ou qualquer um de nós, por mais que tenhamos o suprassumo do conhecimento, o segredo do Santo Graal da política, ou até a Pedra Filosofal da economia, todas as ótimas intenções e cultuemos o bom debate, possamos dizer que uma presidente que tem o desempenho de Dilma, vindo da onde veio (ou seja, uma estranha no ninho), derrubando tótens da política, sucedendo o mais popular presidente da História, enfrentando ataques diários da mídia, manifestações de rua, e tudo que sabemos, e que ainda assim mantém-se nos patamares onde está, poderia ser chamada de “teimosa”?
Será que temos mais a aprender ou a ensinar a Dilma?
Afinal, quem é a presidenta? Quem terá 55 ou 60% dos votos desta nação?
São perguntas que cada um de nós devemos nos fazer para sempre lembrarmos das dimensões de nossos atos, palavras e do nosso papel da História.
walter araujo
7 de janeiro de 2014 10:52 pmUm texto sóbrio e duríssimo.
Um texto sóbrio e duríssimo. Bem colocado, pontual e
que coloca o dono do blog pendurado na brocha.
ed. não logado
8 de janeiro de 2014 2:07 amBoa, Gordão! Nada de museu de novidades
Ao seu bom comentário, um brinde de poção mágica.
(que vc bem sabe, não pode tomar).
E que em outubro os céus não caiam sobre nossas cabeças.
Na cabeça, só Dilma
Nova,, mas já conhecida.
E que continuemos … mudando!
E não, mudar a mudança.
De novo … pro velho.
Do futuro repetir o passado
E não do futuro para melhorar o futuro
De velhas novidades, fico com Cazuza.
Assis Ribeiro
7 de janeiro de 2014 3:52 pmO novo
O novo no Brasil ainda é o mesmo de dez anos…
o social.
Com tantos desequilíbrios ainda precisaremos de pelo mais uma década dele, como “o novo”..
E quem tem desde a sua formação a bandeira do social?
Quem realizou avanços neste item?
Por isso os discursos são limitados a este campo, e aqui o PT dá de lavagem,
e ao campo da economia na sua parte menos substancial, menos ideológica…
Gestão e PIB.
Impossível alquém defender em campanha
algo diferente do desenvolvimentismo.
E aqui, obrigatóriamente se voltaria para o social.
PSDB defendendo cotas?
+ médicos?
Os tentáculos da medusa não permitirão
Por isso não há discurso, não há programas…
Nem no PSDB, nem no PSB
Sérgio T.
7 de janeiro de 2014 3:58 pmNovo?
O problema de Aécio e E. Campos é o fato de virem assessorados por “cabeças de planilha”, incensados politicamente por uma maioria de políticos e empresarios das velhas oligarquias conservadoras, e dependentes totais do amparo do baronato midiático… Aliás, sem a velha grande mídia eles já teriam morrido politicamente… E eu espero que o povão siga enxergando isso…
Eles jamais serão o novo, porque são apenas políticos mais novos defendendo velhas ideias, velhas estruturas, velhas formas de sociedade… Aécio e E. Campos são os “novos velhos”!
Um abraço.
aliancaliberal
7 de janeiro de 2014 4:23 pmParece que vc esta na
Parece ate que vc esta na oposição.
Sérgio T.
8 de janeiro de 2014 12:10 amEstamos…
Eu sempre estive onde meu raciocínio e minha intuição estão, jamais me prendi a cartilhas, o estudo teórico tem que possuir espelhos firmes na realidade.teórico-estrutural, e a praxis tem que se encaixar numa realidade palpável, social e socializante…
Já o colega, sinto muito, jamais intui, jamais demonstra alteridade com a realidade, jamais transcende o “olhar” monocromático, apenas “estuda” teorias que se encaixem em seus vislumbres de falsas realidades… Enfim, reproduz pré conceitos…
Filipe Rodrigues
7 de janeiro de 2014 4:03 pmDebate desperdaçado
Eduardo Campos resolve fazer papel de bobo da corte neoliberal, no momento em que o muro de “Berlim” do capitalismo está desabando no pós-crise (respirando com ajuda de aparelhos no hospital midiático).
Coisas da decadente política brasileira, Eduardo não aproveita o Zeitgeist, enquanto o político que poderia incendiar a eleição (Roberto Requião) é impedido de ao menos disputar.
PT está mais uma vez com a faca e o queijo na mão, basta aproveitar, as passeatas mostraram que o “Lulismo” e seu pacto de classes também não funcionam mais.
Alexandre Tambelli
7 de janeiro de 2014 4:04 pmO novo é melhorar o que está em curso!
É perfeita a argumentação do Nassif!
Talvez, as oposições não se deram conta de que o processo de inserção social via consumo com políticas de créditos e aumento da renda do trabalhador são mesmo irreversíveis.
Se alguém quiser derrotar o PT, que parta desse ponto que o Governo Federal se esmerou em conseguir: o da inclusão de dezenas de milhões de brasileiros no Sistema Capitalista.
Tentar outro discurso só teria resultado numa cidadania plena, onde se questionasse até que ponto é correto esse processo de inserção social via consumo e o próprio consumo de todas as classes sociais – aqui a preocupação ambiental estaria em primeiro plano (uma relação harmônica homem e natureza), preferencialmente.
Nós, das classes sociais mais abastadas, que já fomos inseridos no Sistema Capitalista, antes da Era Lula e Dilma não podemos querer, por hora, um freio para este processo. Nem bem chegaram, milhões de brasileiros, ao direito de comprar algumas coisas que nós sempre tivemos a oportunidade de possuir, e vamos discursar para mudar de rota? Isso é egoísmo e suicídio político.
O que deve ser feito são ajustes. E parece que existe por parte desse novo consumidor um início de lucidez. A avidez do consumo inicial, parece que está sendo medida. Talvez, não mais se consuma de tudo e se empolgue com o último modelo de celular, a ser trocado de 6 em seis meses, por exemplo.
As pessoas aprendem que ter maior renda significa ter maiores custos para o seu cotidiano. Chegam os impostos, a conta de luz, telefone e água aumentam, A TV à cabo e a banda larga chegam, o cartão de crédito precisa ser controlado, a casa própria é a próxima meta, etc.
A melhoria das condições de Vida levam a gastos, anteriormente, inexistentes. Modifica-se a relação com a sociedade. A pessoa aprende que ir ao cinema no Shopping e bem arrumado custa dinheiro e ela se prepara para fazer esse processo, que não existia em sua Vida, de uma outra maneira, sem comprometer seu orçamento.
Muitas das coisas que podem estar vendendo menos nestes dias, creio eu, sejam fruto de uma nova consciência, sendo gradativamente aprendida. Além, da já compra do produto anterior aos dias de hoje. Geladeira, fogão, celular, computador, etc. já estão na casa de muitos brasileiros, Automóvel já se descobriu o custo de tê-lo: a quantidade de impostos, as multas, o combustível e a manutenção do veículo não é coisa pouca.
Porém, com a tomada de consciência crescente, o político que vier noutra direção, onde o brasileiro perca a possibilidade de prosperidade, tendo retrocessos financeiros estará fadado à derrota eleitoral. Imagina o caos se as pessoas não tiverem mais o capital para pagar seus bens adquiridos e para se manter na nova realidade, aonde elas vão as compras, viajam de avião, vão ao shopping + cinema e Mac Donald´s desaparecer? Ai, sim! A gente vai ver manifestações de peso e incontroláveis, penso eu.
O consumismo, mesmo que não sendo a forma de inserção social ideal, está dando uma crescente consciência de como gastar o dinheiro, novamente penso eu. As novas classes sociais inseridas na sociedade de consumo estão percebendo que existe formas mais inteligentes de gastar o seu dinheiro duramente ganho. E, como essas pessoas já se “viravam nos 30”, antigamente, para sobreviver, esse aumento da renda pode se tornar prenúncio de prosperidade significativa. Os pobres tendem a ser bons de Economia.
Antes era uma loucura para comprar tudo o que não tinham, boa parcela está ainda em busca disto, mas hoje, talvez, uma viagem para um lugar aprazível já é mais interessante que o último modelo de celular para boa parte dos brasileiros dos novos tempos: da Era Lula e Dilma.
Do que está ai se projetando como candidaturas já de antemão sei que em 2014 meu voto será DILMA outra vez! E sem medo de ser Feliz!
Uma pequena reflexão:
Nas passeatas de junho se constatou que a população inserida na sociedade via consumo queria melhor qualidade dos serviços públicos de sáude, educação, transporte, o consumo de coisas já estava presente no cotidiano delas. O que indica uma tomada de consciência e a busca desse “upgrade” que vai além das compras.
Ninguém
7 de janeiro de 2014 8:18 pmPerfeito…
está o seu comentário, Alexandre! Parabéns!
Luiz FS
7 de janeiro de 2014 4:24 pmOposição risível
Depois que o Eduardo Gianetti propôs o aumento do preço da carne e do leite, para compensar as emissões de gases do efeito estufa pelo rebanho (diga-se o “pum das vaquinhas”) e o outro iluminado defendeu o aumento do desemprego, fica difícil levar essa oposição a sério. Pelo menos, a gente se diverte com essas pérolas.
Roberto Monteiro
7 de janeiro de 2014 4:31 pmE tem gente que acha
que a novidade vem ornamentada em lindos olhos azuis.
Ed Döer
7 de janeiro de 2014 4:37 pmNão sei dizer se ele chegou a
Não sei dizer se ele chegou a falar para as demais aves do ninho trazerem propostas e ideias para discutir, mas mesmo que tivesse feito isso, o resultado seria o que a gente já conhece provavelmente. Não dá para culpar demais o Aécio, mesmo sendo presidente do partido, pois as ideias que o PSDB (e seus membros) tem são aquelas já conhecidas, e falta visão, para “repensar” o partido considerando a nova realidade do país. Algo que gostando ou não do resultado final, o PT teve, e que levou a já conhecida Carta aos Brasileiros.
Já para o PSB do Campos, além de estar enredado pela turma da Marina, ainda tem que lidar com o fato de ter sido governo até pouco tempo. O que ele pode oferecer de diferente e melhor que o governo atual e que ele não podia contribuir e sugerir enquanto governo? Se o finado José Alencar tivesse rompido com o Lula lá atrás e entrado numa cruzada antijuros se lançando candidato, teria feito algum sentido, além da velha luta pelo poder típica da política. Mesmo a Marina saiu em função de divergências claras entre o que ela gostaria e acredita …e o que governo estava fazendo na área ambiental. O mesmo vale para o pessoal que fundou o PSOL.
Ele vai mudar o “jogo político” nacional? Duvido. Mas também não dá para dizer que é trocar 6 por meia dúzia pois certamente ganharíamos de brinde alguns “extras indesejáveis”, sem garantia alguma de se livrar dos que já temos que aturar.
E o Campos ainda tem outro problema pouco lembrado, mas que provavelmente dificultaria a busca de votos no lado direito do espectro político. O significado do “S” no nome do partido. É um prato cheio para quem quer bater abaixo da cintura.
James
7 de janeiro de 2014 4:43 pmFarinha com rapadura
E nem vão conseguir. Nenhum deles tem proposta e o que apresentarem não pode ser confiável. Pode-se confiar em alguém tão volúvel como dudu fields? E se as propostas de aécio fforme feitas durante período farinhático?
James
7 de janeiro de 2014 4:43 pmFarinha com rapadura
E nem vão conseguir. Nenhum deles tem proposta e o que apresentarem não pode ser confiável. Pode-se confiar em alguém tão volúvel como dudu fields? E se as propostas de aécio forem feitas durante período farinhático?
Ana Cruzzeli
7 de janeiro de 2014 4:54 pmResumindo
A culpa nem é do Aécio muito menos do Dudu, o trem ( que Geraldo me perdoe) é que Dilma não deixa o um metro(ô)( que Geraldo me perdoe de novo) de manobra.
Dilma é que a meninada chama, mulher muito espaçosa .
Para piorar o Geraldo Alckmim que era o mais bem sucedido dos tucanos teve essa ¨seca¨ inesperada no litoral. Enquanto em todo Brasil chove de transbordar, aí em SP não cai um pingo d´água, segundo o Geraldo.
Assim vai ser covardia, ou justiça divina(?) quando outubro chegar.
Nassif, o que foi aquilo no litoral? 3 ou 4 municipios com problema de abastecimento de água em pleno inicio de férias?
Padilha vai precisar de 8 anos de governo trabalhando dia e noite só para entender as mutretas do PSDB.
Assis Ribeiro
7 de janeiro de 2014 5:11 pmA desesperada procura do novo.
PSDB é neoliberalismo. Impossível se desvencilhar delas, é uma armadilha de medusa
O outro braço, a grande mídia, não permitirá.
Neoliberalismo e política pública não existe.
O Brasil de imensas desigualdades, precisa de estado forte
que conduza mudanças que a iniciativa privada e o neoliberalismo jamais farão
Nassif, diz:
“Até hoje esse economicismo não incluiu a análise das externalidades nas políticas pública: tudo se limita à análise imediatista de impactos fiscais.”
FHC tenta amenizar o discurso dos seus cabeções”, quando ele próprio é um dos cabeções.
Nassif, cuidado. Todas as pesquisas foram esmagadoramente favoráveis ao PT,
portanto,
querem mudanças, mas com o atual governo.
Tenente Aldo Raine
7 de janeiro de 2014 5:43 pmVera Lúcia Venturini
Vera Lúcia Venturini perfeito,em poucas palavras disse tudo.O novo com Aecio e Eduardo?Como?Aecio é um ventríloquo com FHC dizendo bobagens ao seu ouvido.Um deserto de ideias.Para seu desconforto ainda maior, a população já dá como favas contadas o fato de que, o que fala e escreve,não vem dele.Subiu o tom de ataques contra o Governo,fica desconfortavel na posição.Um simulacro puro e simples.Ao que se fala, o Governador Anastacia tem feito das tripas coração para equilibrar as finanças do Estado.Diz-se recebeu quebrado.Tem praticas e comportamento pessoal pouco recomendáveis.Será explorado com certeza.Eduardo Campos gerado nas entranhas do lulopetismo,não ficará ou não está a vontade para combater seu(s)criador(es).Fazer mais e melhor,no contexto de frase,é conversa de preguiçoso.Até agora não disse a que veio.Lá na frente é outra coisa.Depois da aliança com Roberto Freire,aquele baba pelos cantos da boca,ficou-me a dúvida se quer mesmo disputar uma eleção.Marina Silva.Marina morena você nunca me enganou,faça tudo mas faça um favor,não abra essa boca,pois quando fala me causa horror,não pinte esse rosto que me causa pavor.Sustituta”in picture”de Josè Sarney.É a vanguarda do atraso ou o atraso da vanguarda.Aonde estás NOVO,que não respondes?
ArthurTaguti
7 de janeiro de 2014 5:57 pmBem, a dificuldade da
Bem, a dificuldade da oposição partidária em desenvolver um discurso novo não repousa na falta de quadros intelectuais, ou de ideias.
O entrave maior repousa no fato de que os partidos políticos, no Brasil, precisam se equilibrar numa linha tênue: jogar para o grande eleitorado ideias suficientemente atraentes, só que sem espantar o grande capital (financiadores de campanha) e grandes caciques da política nacional (alianças/apoios e palanques regionais).
O PT conseguiu eleger-se, em 2002, com um discurso à esquerda da situação, pois vinha há muito tempo preenchendo este espaço nas hostes oposicionistas. Mas veja-se que até Lula teve que seguir o mesmo ritual de beija-mão que agora se submetem Eduardo Campos e Marina Silva, reunindo-se com empresários e branqueiros, comprometendo-se com a manutenção da superestrutura econômica do país, e por aí vai.
A diferença é que, mesmo com os imensos limitativos que a liturgia político-eleitoral impõe aos partidos, o PT não teve muita dificuldades em apresentar um discurso “novo”, do combate à fome e a pobreza extrema, haja visto a extrema insensibilidade social que caracterizou os anos FHC e o esgotamento do seu projeto político após 8 anos.
Agora o cenário é outro.
O espaço do “social” na política brasileira já está nas mãos do PT, mesmo com as inúmeras contradições que representa o partido no poder, dificultando muito que o PSB apresente grandes novidades. O “novo” seria abraçar algumas teses mais a esquerda, propor um Estado mais ativo no que se refere a melhoria do SUS e da educação pública nacional, enfim, visando dar respostas a parte da população que anseia por mudança.
Campos e o PSB não apresentam tais ideias não por não saber o que fazer, mas simplesmente porque a prioridade maior é conquistar apoio do grande empresariado nacional, o que inequivocamente amarra o partido político a mil e um compromissos pouco nobres. O PT também segue o “modus operandi”, limitativo de grandes mudanças, atrelado a grandes interesses econômicos e financeiros, mas tem uma vantagem substancial em relação ao PSB porque já conquistou o discurso “social” após 12 anos de poder.
Assim, o discurso vazio do “Mais”, a bem da verdade, é um programa um tanto catastrófico, pois só tem como dar certo num cenário de crise gerencial por parte do PT. É um negócio mais ou menos assim: eu sigo a mesma ideologia da situação, sou lulista até morrer, mas sei administrar melhor o país. Vote em mim.
Pelo menos a parte boa, de o PSB de Campos se tornar a maior frente oposicionista, é que acaba com o sistema das duas últimas eleições, em que era preciso apenas dizer duas palavras mágicas (“privatização” e “neoliberalismo”) que a eleição estava resolvida.
Andre SP
7 de janeiro de 2014 6:00 pmPoderiam dizer a verdade ao povo
Sempre é falado de séculos de desmandos que é impossível corrigir tudo de uma vez.
O povo está impaciente e quer tudo! Acho que o projeto do governo vem em um caminho certo, talvez tivesse andado um pouco mais rapido sem a sabotagem da opsição. Talvez tenha chegado a hora de rasgar o verbo e falar para o povo brasileiro que não da para crescer e distribuir renda sem o desenvolvimento do norte, nordeste e centro-oeste. Que para isso é necessário uma infraestrutura que não existe, mas esta se criando, e esta estrutura além de demandar tempo, exige pesados investimentos que dentro da lei de responsalidade fiscal se torna muito limitada, obrigando firmar parcerias publico privadas para tais investimento.
Esta estrutura exige meios de escoamento de produção, incentivos para instalações de empresas, ampliação do sistema de ensino e capacitação profissional, investimento para ampliação dos quadros de saude nas regiões, etc… É um atraso monumental, não muito difetente de muitas pequenas cidades da região sul e sudeste.
Só que sul e sudeste ainda reclamam pela forma desordenada e concentrada de crescimento que se deu por aqui e cobram investimentos pesados em transportes de melhor qualidade, melhor atendimento nos hospitais superlotados, a falta dos mesmo nas periferias e por ai vai…
Pelo que vejo é impossível cobrir a cabeça sem descobrir os pés. É necessário investir nas prioridades de forma que as mesmas se interajam e alavanquem um reequilibrio para um crescimento sustentável e durador com distribuição de renda.
Jurgen2010
7 de janeiro de 2014 6:05 pmO PT é e continua sendo o
O PT é e continua sendo o novo. É só perceber que a cada movimento criativo do PT a oposição vota contra, assim como os associados jornalões. Bolsa família, minha casa minha vida, mais médicos, Copa, PAC 1 e 2, etc.
Como pretendem representar o novo se frequentemente indicam que preferem o passado conservador. A fraude é diariamente desmascarada.
Mauro Segundo
7 de janeiro de 2014 6:06 pm(Sem título)
Maria Izabel L Silva
7 de janeiro de 2014 6:11 pmNassif. Desculpe pela minha
Nassif. Desculpe pela minha colocação inoportuna. Mas, por favor, apure como estão as doações para o Genoino. Eu divulguei com diversos amigos. Porém, me disseram que o Genoino achou que foi precipitação, recusou a campanha e as doações foram suspensas. Acho esquisito visto que o site continua no ar e hoje mesmo eu puxei o boleto bancario e ja contribui. Acredito que estão tentando boicotar a campanha. Acho que cabe um esclarecimento. Pelo menos um endereço de e-mail que possa nos esclarecer. No site do PT não encontrei nada. Antecipadamente agradeço se voce conseguir apurar alguma coisa. E mais uma vez, desculpe o incomodo.
Franbeze
7 de janeiro de 2014 6:23 pmO novo será: capitão do mato o caçador de marajás 2
A oposição vai lançar uma versão nova de caçador de marajás que será o capitão do mato e mais uma vez o povo vai acreditar. A Dilma corre o risco de não ganhar.
alexandre a.moreira
7 de janeiro de 2014 6:55 pmNovelhonovo
http://letras.mus.br/nouvelle-cusine/1255261/
Novelhonovo
Nouvelle Cusine
Tudo que eu digo, eu faço. E o que eu faço e penso nem é bom dizer
E o que eu quero, eu posso. O que eu não posso peço para esquecer
O que eu tento, eu tento tanto, que tentando tenho tempo de ter fé que no futuro até terei
Onde ficar, onde gostar, onde poder ou presumir a solução, onde parir um refrão
Vou ter que ficar afim, vou ter que ouvir um não
Vão ter que aturar a mim sem ter que pedir perdão
Só quero dizer que sei que só digo por puro prazer
Se quem merece fica, eu vou pagar pra ver
Como das uvas, o vinho. Do ruído, a música. Do caos, a luz
Quanto mais velha, mais volta veludada vida do que me seduz
Venho de novo ver no velho novo ovo de colombo que tem pêlo pelo qual eu viverei
Para velar o que é novo e será velho e vai voltar como vampiro ou boomerang, eu não sei
Eu vivo para ver o fim de quem só nos diz que não
E passam de mão em mão a tocha e o pebolim
Só quero ser um degrau da escada que veio a mim
Por onde suba e desça quem veio de onde eu vim
Elton
7 de janeiro de 2014 7:00 pmfala sério!
Quero só lembrar o que considero óbvio:
O PSDB comanda vários estados importantes do país, entre eles, o mais rico e populoso, São Paulo, há muito, muito tempo, mais de duas décadas. Qual é o resultado, qual é a novidade, o que de bom eles podem apresentar? Tomando o exemplo de São Paulo, que tem o maior parque industrial da América Latina, junto evidente com o PIB (só menor que o do México, e do próprio Brasil, creio). São Paulo é um desastre governamental. Tudo o que fizeram até aqui foi aumentar o custo produtivo e alienar o Estado. Pedágios, Tarifas Públicas altissimas (herança das privatizações), transporte público? Não dá nem pra comentar algo de quem paga 80% do preço de um trem novo na reforma de um usadom por isso o caos no transito: não existe metrô. Ao trafegar pelo estado de São Paulo, qualquer produto pagará uma taxa absurda no transporte (faça as contas de quanto paga um caminhão ao atravessar o estado com soja ou qualquer produto vindo do MS, CO, ou saindo do Sul em direção ao restante do país. Hoje, se não fosse vender seus produtos industriais ao restante do pais, São Paulo, com toda a sua infra estrutura e todo o seu parque industrial maravilhoso, poderia competir com quem? Com a Europa, apesar do valor do Euro? Com os EUA? com a China ou a India? Na saúde pública, o que poderiam apresentar, exceto as propagandas de final de ano na tv, rádio, jornal e internet, pra abafar o escandalo do metrô, que ganhava volume nas redes socias? NADA! Enfim, se quisessem apresentar alguma coisa que prestasse, podiam ter usado esses VINTE ANOS a frente do governo de São Paulo. Não têm nada a apresentar portanto. Mazelas enormes, má administração e corrupção gigante. Mas, como sempre, em todos os lugares em que governam, contam com o apoio amplo, geral, escancarado, irrestrito da mídia, essa mesma que torce contra, mas não só torce, mata reputações, assassina vidas e carreiras. Certamente não é isso que quero pro meu país. Não que o PT seja o céu, mas na falta de coisa melhor, ou, já que as alternativas são ridiculamente piores…
Chico Pedro
7 de janeiro de 2014 7:09 pmÉ injusto sob vários aspectos
É injusto sob vários aspectos a elaboração de tal posicionamento embora considere essencial desde muito tempo que os partidos precisam de casas de pensamento para formação de seus quadros.
Não sei há quanto tempo o PT possui seu centro de estudos e o Márcio Pochman o lidera mas o que não passa despercebido na prática é que as administrações estaduais baianas e gaúchas não são hoje grandes exemplos.
Se há nelas grandes inovações, quais seriam.?
O governo federal – por sua vez – claramente aprende o melhor caminho na dura realidade prática e assim mesmo ninguém seria louco de apostar que enfim encontram o jeito para a coisa.
Então não sei porque se joga tanto peso sobre o novo quando a incompetência sonora para o governo está no velho que vendeu a esperança de um país melhor que este que vemos a bizarrice acontecer.
Sinceramente não consigo entender e penso que as vezes posso estar enganado.
Mas quando leio a Carta Capital – edição especial e altamente recomendável – penso que a loucura não está em mim, mas na dificuldade de vocês notarem a cruel realidade que nos cerca.
Lá eles dizem o que se pode dizer desde sempre.: falta saúde, educação, política industrial, polítca urbana…
Falta tudo em tudo que se pode imaginar num país que almeja funcionar apenas bem, mas vocês apontam o dedo em quem..?
Em tempo, o Aécio e o Campos estão no início da quinta década de vida. Terão por baixo mais três eleições presidenciais. Não precisam correr.
Gunter Zibell - SP
7 de janeiro de 2014 8:43 pmComparação de gestões estaduais, por que não?
Seria mesmo interessante um quadro comparando os resultados nos estados. Os indicadores poderiam ser carga tributária estadual, notas dos alunos da educação pública no ENEM, salário dos professores e policiais, tempo de fila nos SUS (que em geral são administrados estadualmente por OSs), assassinatos/habitante, etc. Só coisas sob dependência direta dos governos estaduais.
Isso é relevante porque as competências necessárias para administrar em nível federal e estadual são diferentes.
Também é bom saber quais são as propostas.
Recentemente um professor aposentado me disse que irá votar em Padilha porque ele irá dar aumento real aos aposentados. Acho uma promessa muito difícil de cumprir. Talvez até aumento real para professores na ativa é difícil que aconteça. Mas é uma proposta, ao menos.
Chico Pedro
7 de janeiro de 2014 10:13 pmSou favorável a avaliações de
Sou favorável a avaliações de qualquer tipo mesmo que unicamente para dizer ao final delas que não são tão boas quanto parecem.
Há entretanto imensas dificuldades para realizá-las e um motivo evidente é de ordem cultural. O sistema social exercita apenas de modo muito precário a pratica salutar e desabrida de elaborar boas críticas.
Mas quem dera ficasse só nisso.
Avaliar a capacidade dos executivos em qualquer dimensão do estado é extremamente difícil.
Os maiores problemas dos entes federados não estão na superfície, a exploração sensacionalista da mídia afeta compreensões, o raciocínio para o debate é geralmente leviano, há radicalismos arraigados e conhecimentos pueris em face de questões altamente complexas.
Para não viajar demais e ainda por cima dizer dos graus de dificuldade que há para governar Sergipe ou Minas Gerais, eu me contentaria em pelo menos saber com mais profundidade sobre o que acontece em termos de políticas públicas em outros estados da federação, até as experimentações já seriam um belo avanço.
Infelizmente, não acontece. Tinha alguma esperança no surgimento de blogs especializados no assunto. Não há.
Aproveito o ensejo para dizer o seguinte.:
– Idependente do partido ao qual o político pertença há imensas dificuldades para dirigir um estado em razão da escassez aguda e crônica de recursos técnicos e financeiros que impedem a solução razoável de problemas estruturais gravíssimos. Nas regiões metropolitanas o que já é péssimo vislumbra-se caótico.
– Pouquíssimos conseguem perceber que sobre a figura presidencial é que recaem – por outro lado – gigantescas responsabilidades que vão além – MUITO ALÉM – de suas competências formais. Quero dizer que se a Dilma ou seja lá quem for não toma as rédeas da segurança, nenhum governador soluciona o problema porque – além do que já citei – não possuem capital político suficiente.
E o mesmo valeria para quase todos os problemas em setores como mobilidade urbana, saúde e educação.
alexandre a.moreira
8 de janeiro de 2014 12:28 amExelente Ideia !
Exelente Ideia !
Ed Döer
8 de janeiro de 2014 12:48 amEssa parte dos professores é
Essa parte dos professores é “complicada”. O Tarso está até hoje penando com o piso…que ele mesmo contribuiu para criar.
E essa ideia da comparação é boa mas tem poréns…
Se o resultado não é agradável, o pessoal mais “passional” vai torcer o nariz…mas esse é um problema que já faz parte…hehe
E tem o fator “política local” também. Pouco me importa se o PSDB goiano ou paulista fez A ou B, pois eu conheço o gaúcho, que é o que me afetaria realmente, e quero distância. Isso para não falar em partidos com poder, influência e postura diferente dependendo do Estado. A comparação só serve para “justificar” quem teria condições de oferecer mais para a esfera acima, a federal.
Agora, não sei se seria o caso de dizer que a mídia esconde ou ignora o resto do país, focando no eixo sul-sudeste, mas uma das poucas coisas “fora de série” que vi em nível estadual nos últimos anos foi a política de segurança do RJ, principalmente a implantação das UPPs num Estado que, de longe, parecia caso perdido para a criminalidade. E isso foi feito porque tinha um TÉCNICO competente no comando da área, mas com respaldo político. Fora isso, ainda estou pra ver algum Estado que tenha causado impacto semelhante em educação, saúde, transporte ou qualquer outra área significativa para a grande maioria da população.
josé lima
7 de janeiro de 2014 11:57 pmÉ injusto sob vários aspectos
“O Aécio e o Campos estão no início da quinta década de vida…”
Nem vou transcrever a parte remanescente do texto.
Porém, faço-lhe uma indagação:
Quem serão os próximos cinco Presidentes da República Federativa do Brasil?
É que, certamente, esse país não terá futuro com a dupla a quem devotas tanta admiração.
João Prudente
7 de janeiro de 2014 7:21 pmPSDB/PSB
Movimentos iniciados no meio do ano passado e com aval de setores importantes da imprensa brasileira, folha de sp claramente aderiu a este movimento, apontam para um nova ordem no cenário politico brasileiro onde o PSB ocupará o lugar hoje do PSDB e esse o prestigiadíssimo lugar do DEM que após 2014 deve fechar as portas.
Artaud
7 de janeiro de 2014 7:33 pmA esperança é a última que corre!
Gostei do “até agora”.
Significa que há alguma esperança de que algum dos dois venha, quem sabe um dia no futuro, “representar o novo”.
Mesma velha história do otimista que caiu do vigésimo andar e ao passar pelo décimo pensou “Bom… até agora… tudo bem!”
alexis
7 de janeiro de 2014 8:00 pmPensar novo e fazer novo
Novo é o que se pretende fazer ou o que realmente é feito?
Acontece que o novo no Brasil é mesmo o PT, em diversos aspectos. Ocorre que, grande parte dessas novidades não consegue emplacar dentro do ambiente de poder paralelo em que vivemos. Novidades pensadas e feitas foram, por exemplo, as reivindicações das ruas, de junho 2013 e, perante isso, foram justamente a Dilma e o PT os que aproveitaram essa conjuntura para avançar mais um pouco dentro da chamada “esquerda possível”.
Cláudio José
7 de janeiro de 2014 8:14 pmDilma quando o Mantega
Dilma quando o Mantega cansar, bota o Nassif lá!
Aldo Cardoso
7 de janeiro de 2014 9:09 pmJá disse isso aqui!
Também acho que chega de tantas idéias repetitivas, porque quando a gente vê o Mantega falando é o mesmo discurso dos últimos dez que estiveram na Fazenda e Bacen, com variações quase imperceptíveis.
O que a gentalha precisa saber é que esse pessoal pertence a uma confraria de posição juramentada.
Então, o Nassif seria uma alternativa interessante que criaria alguma confusão nesse pedaço, até se converter e afinar ou ser defenestrado por inaptidão, falta de identidade etc.
CELSO ORRICO
7 de janeiro de 2014 8:59 pmClovis Rossi
Quem deveria ficar “nervosinho”
Por Clovis Rossi, na Folha.
Há algo de profundamente errado em um país, um certo Brasil, em que os ricos choram (e de barriga cheia), ao passo que os pobres parecem relativamente felizes. Na ponta dos mais ricos, refiro-me à pesquisa da consultoria Grant Thornton que “Mercado” publica hoje e que mostra um absurdo recorde de pessimismo entre os executivos brasileiros.
Na ponta dos pobres, valem as sucessivas pesquisas que mostram satisfação majoritária com o governo Dilma Rousseff, a ponto de 11 de cada 10 analistas apostarem, hoje por hoje, na reeleição da presidente. Como ninguém vota em governo que o faz infeliz, só se pode concluir que uma fatia majoritária dos brasileiros, especialmente os pobres, está rindo.
Que a economia brasileira tem problemas, ricos, pobres e remediados estão cansados de saber. Problemas conjunturais (o crescimento medíocre dos anos Dilma ou a forte queda do saldo comercial, por exemplo). Problemas estruturais que se arrastam há tantos séculos que nem é preciso relacioná-los aqui. Daí, no entanto, a um pessimismo recorde vai um abismo.
Um país em que há pleno emprego e crescimento da renda não pode ser campeão de pessimismo nem pode ficar em 32º lugar, entre 45, no campeonato mundial de pessimismo. É grotesco.
Grotesca igualmente é uma das aparentes razões para o surto de pessimismo que vem grassando desde meados do ano passado. Seria a diminuição do superavit primário, ou seja, do que sobra de dinheiro nos cofres públicos depois de descontadas as despesas e tem servido exclusivamente para o pagamento dos juros da dívida. Foi por isso que o ministro Guido Mantega apressou-se a divulgar os dados de 2013, para acalmar os “nervosinhos”.
Quem deveria ficar nervoso, mas muito nervoso, não apenas “nervosinho”, é exatamente quem está contente com o governo.
Basta fazer a comparação: os portadores de títulos da dívida pública (serão quantos? Um milhão de famílias? Cinco milhões no máximo?) receberam do governo, no ano passado, R$ 75 bilhões. É exatamente quatro vezes mais do que os R$ 18,5 bilhões pagos às 14 milhões de famílias (ou 50 milhões de pessoas) que recebem o Bolsa Família.
Quatro vezes mais recursos públicos para quem tem dinheiro para investir em papéis do governo do que para quem não tem renda. Seria um escândalo se os pobres tivessem voz. Mas quem a tem são os rentistas que ficam reclamando da redução do que recebem, como se houvesse de fato a mais remota hipótese de que o governo deixe de honrar sua dívida. Fazem um baita ruído com os truques contábeis que permitiram o superavit, mas não dizem que, com truque ou sem truque, a dívida líquida diminuiu este ano, de 35,16% do PIB em janeiro para 33,9% em novembro, última medição disponível.
Ou, posto de outra forma: o governo, supostamente irresponsável, gasta menos do que arrecada e ainda pinga 1,3% de tudo o que o país produz de bens e serviços na conta dos mais ricos e apenas 0,4% na dos pobres entre os pobres. E os ricos ainda choram.
SILOÉ-RJ
7 de janeiro de 2014 9:37 pmA rede
Näo conseguiram e nem väo conseguir.
Estäo todos presos na REDE que LULA JOGOU!!!
GRANDE MESTRE!!!
LUCIANO GM
7 de janeiro de 2014 10:02 pmO velho não pode ser novo.
O velho não pode ser novo. O novo está se apresentando faz pouco mais de uma década.
O novo é o PT no poder. O novo é o trabalhismo no Poder. Em 1964 cassaram esse direito aos brasileiros. E foi o velho que cassou esse direito.
O PT respeitou os péssimos contratos de seus antecessores. O PT manteve (aliás, trouxe) a inflação dentro do esperado. O PT reduziu a dívida líquida para 33% do PIB. Mesmo com as amarras do “JURÃO”, pois desindexou a dívida da SELIC.
O PT está por erradicar a miséria em 10 anos com o Bolsa Família. Isso não é pouco.
O PT incluiu milhões de brasileiros no mercado de consumo com o pleno emprego e com financiamento. Consumo de material de construção, veículos novos, viagens aéreas e hospedagem, alimentos, planos de saúde, etc. Isso não é pouco.
O PT desonerou a folha de pagamento, melhorando as condições de contratar empregados – fato que colaborou com a diminuição da taxa de desemprego. O PT está modernizando a fiscalização. Nota Fiscal Eletrônica, SPED Fiscal, SPED Social (a implantar). Futuramente a Declaração do Imposto de Renda será enviada pronta para o contribuinte conferir e fazer as retificações do lançamento prévio. Isso não é pouco.
O PT lançou o Minha Casa, Minha Vida, uma forma de satisfazer o sonho da casa própria e evitar a “favelização” das cidades. O Minha casa, Minha Vida não é só um mero programa habitacional, mas também pode ser inserido dentro de um projeto urbanístico com saneamento básico das unidades construídas. Isso não é pouco.
O PT moderniza a infra-estrutura por meio do PAC, na infraestrutura aeroportuária, nas rodovias duplicadas pelo próprio Governo e nas concedidas, na energia com novas hidroelétricas e parque eólicos e a interligação de todo o Sistema Elétrico, com a Petrobras como indutora do renascimento da indústria naval, de novas tecnologias de exploração para o Pré-Sal, descoberto como uma nova fronteira petrolífera. Claro, priorizando a contratação local de serviços. A PT busca uma modelagem para uma nova malha ferroviária no Brasil, atraindo investimentos privados. Isso não é pouco.
O PT iniciou a transposição do Rio São Francisco almejada desde o 2º Império e vai terminar em 2015 – depois de abandono das obras por parte de empreiteiras. Houve a implantação de cisternas no semi-árido, que por vezes não é viabilizada por razões locais. Em regiões inóspitas a energia elétrica está chegando graças ao Luz Para Todos. Isso não é pouco.
O PT inseriu o Brasil no calendário de eventos mundial com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, modernizando estádio de futebol (hoje, um estádio construído pela iniciativa privada – o do Palmeiras – foi orçado inicialmente em R$ 200 milhões e ficará pronto a um custo de R$ 250 milhões, segundo o UOL) aumentando a visibilidade do Brasil, e mostrando que somos capazes de organizar eventos como esses. Pra que faz o Carnaval e Reveillon em diversas localidades, já promove há vários anos eventos como da Fórmula Um. Os frutos serão o incremento do Brasil como destino do turismo mundial.
O PT está modernizando o controle do SUS com ferramentas como o e-SUS Atenção Básica (cada médico do Programa Mais Médicos – implementado pelo PT – recebeu um “tablet” para alimentar de informações o protuário eletrônico) e o e-SUS Hospitalar, levand médicos a quem nunca teve. Os municípios – nos menos populosos é mais fácil de implantar – estão recebendo Unidades de Assistência Básica (com um Médico da Família coordenando o Programa de Saúde da Família) e Unidades de Pronto Atendimento com o foco na prevenção de doenças. O PT viabilizou a programa Farmácia Popular, que inclui a distribuição gratuita de medicamentos pra hipertensão, diabetes, asma, com previsão de ampliação para outras enfermidades. Isso não é pouco.
O PT voltou a criar novas Universidades e Institutos Federais de Educação, está com um programa de construção de creches voltado para os municípios cumprirem o mandamento legal de dar pré-escola para as crianças de 5 anos. Lançou o Universidade Sem Fronteiras e transformou o ENEM numa porta de acesso à Universidades. Bancou a política de cotas em Universidades. Tem o PRONATEC – cursos gratuitos – voltados para a capacitação profissional. Destinou o produto dos royalties do Pré-Sal para educação e saúde. Isso não é pouco.
Sim, pode ser que as coisas não sejam com a velocidade que pretendemos, mas o PT está pra “corrigir” o Brasil em 10 anos. Quanta pretensão a nossa.
O novo não surge num estalo. Depende de dinheiro arrecadado de tributo, controle de gastos públicos, capacitação de pessoas, enfim, melhoria de gestão. Isso tudo está sendo contemplado. Ainda mais que temos de destinar um elevado quinhão da arrecadação para satisfazer o serviço da dívida – ou seja, pagar o “JURÃO” – que não é pouco. Esse dinheiro – do JURÃO – trava o desenvolvimento de novas políticas públicas, já que grande parte do Orçamento se destina a honrar os juros, assim como trava investimentos privados, já que o retorno do dinheiro aplicado em título das dívidas pública é maior que o retorno em lucros de investimentos realizados. Aqui está a marra macroeconômica.
Como mudar isso? Está na produção de uma nova economia oriunda do Pré-Sal. Com o refino desse óleo e desse gás. Com um novo parque de refino, com a Petroquímica, a química fina, a fabricação de fertilizantes (diminuindo os custos da agricultura). Está com a inovação.
Aliás, por falar em pessoas, como crescer mais numa economia de pleno emprego? Difícil, não. Pra China é mole. Tem um contingente humano de fora pronto para entrar. Para o Brasil é um cobertor curto. As coisas devem ser feitas por etapas. As mudanças são efetuadas na velocidade possível, considerando que o Congresso Nacional não é um bloco monolítico que vota de acordo com os interesses do Governo. As mudanças são na velocidade permitida pelo Congresso Nacional, aonde impera o conservadorismo (ou estou enganado e a maioria é de “esquerda”).
O PT ganhou a Presidência, mas não tem o Governo. Esse Governo é compartilhado com o Congresso Nacional (e até do Judiciário, “data vênia”). Assim é na Democracia. E quão melhor for o Congresso Nacional e as práticas dele melhor serão as práticas do Governo.
E para o Congresso Nacional e os partidos serem melhores devemos participar mais da vida político partidária para impedir que neles se instalem os oportunistas.
O novo deve estar no nosso íntimo, na generosidade e na compreensão de que estamos mudando o Brasil, sim. Mais 10 anos. Esses frutos serão colhidos pelos nossos filhos e netos.
Amarildo M. Barreto
7 de janeiro de 2014 10:34 pmNassif, o educador Paulo
Nassif, o educador Paulo Freire, já dizia: “Não se transforma o mundo se utilizando de velhas práticas”, o Eduardo Campos do mesmo estado do genial Paulo Freire, nunca sequer leu um livro dele.
Prof. Amarildo Barreto(Manaus)
RVeiga
7 de janeiro de 2014 11:24 pmSobre o “casamento”
Sobre o “casamento” Campos-Marina, até hoje não entendi o que ganharam os “noivos”. Se o objetivo era “causar”, atraindo os holofotes, “causaram” cedo demais. Acho que esse casamento vai chegar em crise em outubro.
james
7 de janeiro de 2014 11:44 pmA ararinha azul, o tucano e o escorpião
Que nada. Essa conchambrança não chega nem no meio do ano. Quando a ararinha cor de rosa começar a botar as unhas de fora, você vai ver. Vai ser pena de tucano pra todo lado. A crente sofre da síndrome do escorpião. Uma boa parelha para ela é barbosa :o)
robertog
7 de janeiro de 2014 11:34 pmOs dois são herdeiros das
Os dois são herdeiros das oligarquias políticas d’outrora. Não adianta ter cara bonitinha. Aliás, ela deve ser até contraproducente no jogo político, ainda mais contrapostas à figura de avó acolhedora da Dilma.
Repito o que venho dizendo: a Dilma só perde para ela mesma. E, infelizmente, é uma pena para o Brasil. Tem muita inércia nesse PT no governo já indo para o 12º ano. Mas tem essa lenta e constante melhoria da vida dos brasileiros que ninguém sensato pode por em risco. Querendo ou não, quaisquer dos nossos “sinhozinhos” iriam carregar nas suas coligações legiões de rancorosos que chegariam ao poder sedentos de sangue popular, querendo reverter essas novidades modestas mas palpáveis.
Só nos resta mesmo filosofar que a Cidade dos Homens não é a Cidade de Deus…
W K
7 de janeiro de 2014 11:58 pmA autoria das discrepâncias
citadas por mim eu pesquei no comentário do carioca Rafael (procurar por “O discurso de FHC não surpreende.”), que é o seu autor original.
Eu apenas acrescentei o que pensava a respeito destas interessantes frases destacadas pelo Rafael.
ALON
8 de janeiro de 2014 12:00 amNão existe o novo e o velho
Não existe o novo e o velho já conhecemos. O PT é mais neoliberal que o PSDB. Governa com o grande capital. Votamos no PT e levamos o PSDB. Gostaria muito de saber a opinião do falecido Aloisio Biondi sobre a polítca econômica do governo dilma.
RVeiga
8 de janeiro de 2014 12:44 am> Pelo que se tem até agora,
> Pelo que se tem até agora, se for menos teimosa, Dilma Rousseff será um caso inédito da situação representando o novo.
Ninguém melhor que Dilma representa a grande novidade política brasileira, os “postes”: quadros técnicos dos partidos que costumávamos ver ocupando funções de primeiro escalão da administração pública, do tipo Ministérios e Secretarias, e que normalmente nunca teriam suas caras estampadas na tela de uma urna eletrônica. Haddad e (possivelmente) Padilha, do PT; Anastasia, do PSDB. Outros virão. Os “postes” vieram pra ficar.
ruyacquaviva
8 de janeiro de 2014 2:41 pmO Anestesia está mais para
O Anestesia está mais para mala (sem alça) do que para poste.
Cafezá
8 de janeiro de 2014 1:46 amSejamos realistas, ponhamos
Sejamos realistas, ponhamos os pés no chão. Aécio e E. Campos pensam somente em chegar ao poder. Raciocinam assim: Depois de chegarmos, a gente se vira.
São pessoas sem nenhum compromisso com o país, a não ser com suas classes sociais. Deuso nos livre!
J.Roberto Militão
8 de janeiro de 2014 2:00 amMais que representar o novo:
Ora, o que pede o prezado Nassa – um ministeriável em qualquer governo – é algo que não está na proposta de CAMPOS/MARINA, ou seja, a apresentação ao país de um novo programa de governo, alterando de forma substancial as políticas econômicas e sociais. De fato, conforme já foi afirmado, o que está em discussão é o caráter gerencial de como continuar fazendo tais políticas econômicas e sociais. A não ser para aqueles que pensam e alegam que boas políticas sociais sejam prerrogativas do PT.
A disputa eleitoral não pode ser apenas a disputa entre visões tão distintas do papel do estado e do papel de ser governante. E não se pode impedir ou interditar um debate que a população foi às ruas para dizer que quer mais e melhor: é antidemocrático dizer que o almejado ´padrão Fifa´ seja apenas uma utopia ou um simples slogan.
Por seu lado é descabido dizer – conforme acusam os petistas mais afoitos – que na viabilização de quem deseja propor a mudança nessa forma de governança não se deva buscar sua viabilidade eleitoral com as regras legais e com o uso dos mecanismos eleitorais autorizados pela lei vigente: a pureza eleitoral exigida para interditar alianças conjunturais somente interessa a quem, utilizando os defeitos do sistema político e o desperdício do orçamento da união já assegurou apoio, a custos imensuráveis que os 39 ministérios comprovam, para obtenção do apoio de doze legendas de aluguel e mais da metade do tempo de propaganda eleitoral.
Se tanto MARINA quanto CAMPOS discordassem radicalmente dos caminhos trilhados pelo PT não teriam sido aliados e companheiros de viagem, nesses quase doze anos. Certamente Aécio e os tucanos não podem dizer o mesmo que propomos. Se o disserem não soará crível, pois a referência deles foi o governo FHC, as privatizações, as grandes jogadas para seletos grupos afortunados, a dolarização da economia e depois a maxi-desvalorização, etc etc.
Também acusar de oportunistas quem esteve ao lado do PT e de Lula em 2005, é um desatino. Nos debates internos do PSB e REDE não se vê na maioria absoluta dos militantes – salvo raras exceções – nenhuma pregação odiosa nem acusações levianas. Não se apóia nem se pretende utilizar eleitoralmente a forma abjeta de julgamento midiático da AP 470 nem se apóia suas conclusões mais políticas do que jurídicas.
Não há razões para se afirmar que tudo está errado no governo do PT. Nem se pode deixar de apontar seus defeitos que não são poucos. Assim como deve ser apontado os desatinos dos governos dos tucanos, insensíveis à miséria dos mais pobres, na vã esperança da solução pelo mercado. O que deve ser apontado, em primeiro lugar, é que as políticas sociais têm sido mal feitas e que uma nova geração de lideranças políticas e gerenciais, como é natural na vida das nações, oferece à população uma nova diretriz institucional para os destinos democráticos da nação. E, em segundo lugar, não é segredo que a relação envergonhada do PT com o capitalismo afeta uma relação que deveria ser natural no sistema econômico vigente.
O que estará em disputa eleitoral, não será um ´novo programa de governo´, mas a substância de uma nova gestão administrativa, com um Ministério mais qualificado e capacitado. A ênfase a novas relações políticas institucionais neutralizando o caciquismo de aliados corruptos, clientelistas e paternalistas. A ênfase a um projeto de desenvolvimento econômico com a responsabilidade da sustentabilidade. São fundamentalmente GERENCIAIS, portanto, de fato a questão é ´como fazer mais e melhor do mesmo que tem sido feito´ e essa é a grande novidade.
O que precisa ser dito (e feito) pelo avanço democrático é que os movimentos sociais precisam retomar o seu papel relevante e deixar ao estado o papel de estado.
A questão a ser colocada é se tudo isso é necessário e factível. O debate do fim das reeleições e explicar que um de seus efeitos colaterais é inviabilizar a alternância no poder: um requisito essencial para a democracia. Também postular o aval da maioria do eleitorado para a convocação de uma constituinte exclusiva para a reforma política em que o fim das reeleições seja explicita.
Outra questão relevante é se, diante da realidade global, é possível a convocação ao debate – na condição de aliados numa economia em que a livre iniciativa é parte estrutural do sistema – da classe empresarial para a indispensável ênfase ao desenvolvimento com sustentabilidade que valorize a produção interna e obtenha reconhecimento externo. CAMPOS tem buscado essa interlocução e tem sido bem recebido nelas.
Se com a interlocução é possível demonstrar que a redução nas exportações industriais e o aumento das exportações de grãos significam a exportação gratuita de água, o nosso maior recurso natural e finito. É factível oferecer ao capital externo a garantia de que seus investimentos não serão vistos com nenhum preconceito se vierem para ficar. É possível garantir-se as regras contratuais e que as privatizações e as concessões públicas ou as parcerias pública privadas continuarão sendo bem vindas diante dos péssimos serviços públicos que o estado fracassa em não conseguir melhorá-los. E dizer aos grandes investidores que é socialmente justo quem ganhar mais pagar mais impostos não se trata de uma proposta revolucionária. Que isso é apenas uma questão de bom senso do governo no estímulo a lucros, pois a distribuição de rendas e melhores investimentos sociais aumentarão ainda mais a estabilidade social e a capacidade de consumo do mercado.
Pensar a porta de saída dos programas sociais, não significa abandonar ou retirar-lhes a reconhecida prioridade social. Porém o incentivo à micro-economia com mais oportunidades para as pequenas iniciativas privadas, para a economia solidária e a geração de mais emprego e renda para as novas camadas que afloram e não serão absorvidas pelos empregos de alta tecnologia é um compromisso de governo conforme a realidade social da maioria da população. Essa gestão, com menos burocracia e mais acesso ao micro-crédito são medidas de governo indispensáveis para acolher quem está saindo da miséria absoluta.
Assegurar o máximo de transparência no ambiente político e econômico, em que o poder político não atue de forma patrimonialista ou submetida a interesses corruptos de parcela substancial de aliados da governabilidade. Que esse ambiente inspira a desconfiança e insegurança nas relações do poder público com a iniciativa privada.
A sociedade sabe que o ambiente de corrupção imposta pelos parceiros do PT e do PSDB é o maior desestímulo da classe empresarial e afugenta a iniciativa de grandes investimentos. Quem tem muito capital é melhor aplicar nos títulos do tesouro com rendimentos líquidos e garantidos do que aventurar-se em grandes empreendimentos.
Por exemplo, a corrupção do ISS em São Paulo, comprovadamente vigente desde o governo de José Serra e a continuidade dele, pelo ´aliado´ Kassab – aliado do Serra e do PT – e que submetia as construtoras ao pagamento da propina, ou ficar 18 a 24 meses aguardando um Alvará de conclusão da obra já acabada. Ou as centenas de obras do Ministério dos Transportes e outras do PAC, paralisadas pelo Tribunal de Contas por desvios das verbas. Ou ainda, o que está ocorrendo com a maior obra civil em execução no mundo que é a Transposição do São Francisco em que os políticos regionais direcionam as concorrências e desviam o dinheiro, frustrando o benefício de 12 milhões de habitantes vítimas do flagelo da seca.
Isso tudo não significa desqualificar os governos do PT nem significa desconhecer os ganhos sociais. Por outro lado significa dizer que os tucanos perderam o bonde da história: eles fracassaram. Enfim, a nova política e a nova gestão têm muita coisa nova e principalmente colocar-se à disposição das ruas para que sua voz signifique de fato as mudanças para melhor.
Essa são as essências das novidades programáticas: fazer mais e melhor do que tem sido feito.
Adilsonbb
8 de janeiro de 2014 10:28 amNassif,
Esperar que Aécio,
Nassif,
Esperar que Aécio, Campos ou Marina represente o novo é o mesmo que esperar que: o Estegossauro, Tricerátopo e Iguanodon que são três espécies de dinossauros, virem três espécies de animais que nunca habitaram a terra, acorda meu…
carlos saraiva e saraiva
8 de janeiro de 2014 6:52 pmOs dois artigos do Nassif
Gostaria de encaminhar estas reflexões ao próprio Nassif.
Caro Nassif, entendo suas colocações , vindas de um liberal(coisa rara no Brasil), com forte inclinação Social Democrata. Este perfil, entretanto, leva à equívocos conceituais, com repercussão na visão ideológica e politica. O primeiro, na comparação entre PT e PSDB, como saidos de um mesmo parto, constituindo-se como projetos univitelíneos. Este equívoco é crucial, pois leva à considerar , as reflexões de FHC, como consoantes as do governo e as diferênças como, meras distorções, de atuação e efetivação. Ora, respeitosamente, os partos foram diferentes, inclusive temporais. O PSDB, não nasceu Social-Democrata, transformando-se após em Neoliberal, já nasceu Neoliberal, como seus congêneres Europeus, ocupando um vazio que a politica nacional o proporcionou. Nascia ali, revivendo sim a antiga UDN, o representante legítimo da Direita Nacional. O PT, nasceu, como um partido de esquerda, de massa, democrático, popular, do vazio, deixado pela esquerda tradicional, de quadros, elitista, centralizado e autoritário.Por isto, disputam desde então, a hegemonia ideológica brasileira. Participam, como os atores representativos da luta de classes, que com as nuances naturais, em um país periférico, colonizado e com uma forte herânça escravista , carrega e intensifica sua cruel desigualdade. O projeto neoliberal do PSDB, fracassou e o projeto democrático-popular do PT, foi e é vitorioso. Advém daí, a discussão um tanto quanto bizantina entre o “velho e o novo”. E onde tentam sobressair, de uma maneira mistificadora, atores, com discurso da diferênça, da “nova politica”. Ora, o “novo”, não surge como um “clarão milagroso”. O novo, surge da “desconstrução” e “reconstrução” do velho. Um exemplo interessante, pode ser tirado da frase do Sr. Roberto Amaral, liderânça do PSB; ” O PSB, não pode fazer o papel de Viagra do PSDB”. Digamos que o PSB, não faz o papel de Viagra, pois a “impotência” do PSDB não é física e sim ideológica. Assim , atua, aliando-se ao PSDB e à direita, para substituí-lo, como a nova direita, no confronto ideológico com o PT, arrastando a confusa, narcisista e ressentida Marina.. Eis o quadro atual, em que o povo, desejando , o novo, o vislumbra , na continuação do projeto petista atual e não o retrocesso ao velho, venha com a máscara que vier. As “reflexões ” de FHC, deslegitimadas pela história, cheiram à naftalina.
Ninguém
5 de março de 2018 2:05 pm.
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