22 de junho de 2026

Balança tem sexto superávit mensal consecutivo

Jornal GGN – O saldo apresentado pela balança comercial no mês de agosto foi superavitário em US$ 1,168 bilhão, chegando ao seu sexto mês consecutivo de resultado favorável, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No período, a corrente de comércio alcançou valor de US$ 39,762 bilhões. Sobre igual período do ano anterior apresentou aumento de 0,1%, pela média diária. 
 
No mês (22 dias úteis), a exportação alcançou cifra de US$ 20,465 bilhões. Sobre agosto de 2013, as exportações registraram crescimento de 0,1%, e retração de 2,6% em relação a julho de 2014, pela média diária.
 
No mês, as exportações por fator agregado alcançaram os seguintes valores: produtos básicos (US$ 9,802 bilhões), manufaturados (US$ 7,481 bilhões) e semimanufaturados (US$ 2,563 bilhões). Sobre o ano anterior, cresceram as exportações de manufaturados (+3,8%), enquanto decresceram as vendas de básicos (-3,3%) e semimanufaturados (-1,8%).
 
No grupo dos manufaturados, quando comparado com agosto de 2013, cresceram as vendas principalmente de plataforma para extração de petróleo, laminados planos, óleos combustíveis, tubos de ferro fundido, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, máquinas para terraplanagem e medicamentos. No grupo dos básicos decresceram principalmente milho em grão, minério de ferro, soja em grão e fumo em folhas. Por outro lado, cresceram algodão em bruto, café em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, minério de cobre, carne bovina, carne suína e carne de frango. Quanto aos semimanufaturados, retrocederam, principalmente, açúcar em bruto, celulose e alumínio em bruto. Por outro lado, cresceram as vendas de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, couros e peles, ferro fundido e ouro em forma semimanufaturada.

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As importações totalizaram US$ 19,297 bilhões. Sobre igual período do ano anterior, as importações registraram crescimento de 0,1%, e queda de 1,5% sobre julho de 2014, pela média diária. No mês, cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (+30,6%), enquanto decresceram as compras de bens de consumo (-8,2%), bens de capital (-7,3%), matérias-primas e intermediários (-1,1%)
 
No ano (166 dias úteis), o saldo comercial acumulou um superávit de US$ 249 milhões. A corrente de comércio alcançou cifra de US$ 307,791 bilhões, representando queda de 1,8% sobre o mesmo período anterior, quando totalizou US$ 317,060 bilhões, pela média diária.
 
No acumulado janeiro-agosto de 2014, as exportações apresentaram valor de US$ 154,020 bilhões. Sobre igual período de 2013, as exportações registraram retração de 0,5%, pela média diária. As importações somaram US$ 153,771 bilhões, com queda de 3,0% sobre o mesmo período anterior, pela média diária.
 

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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5 Comentários
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  1. MarFig

    1 de setembro de 2014 11:14 pm

    A economia vai de mal a pior,

    A economia vai de mal a pior, tá tudo horrível, por isso vou votar no Malafaia.

    1. Moyses Nunes

      1 de setembro de 2014 11:18 pm

      Nossa economia vista de Marte

      Concordo com o companheiro, coisa horrorosa…

  2. nilo walter

    1 de setembro de 2014 11:18 pm

     
     
     
    OSMARINA E  asseclas só

     

     

     

    OSMARINA E  asseclas só escutam o Itau , os economistas de FHC e os banqueiros internacionais .

    l

    1. IV AVATAR

      2 de setembro de 2014 6:10 am

      Ontem mesmo vi a parentaiada reclamando

      Ontem mesmo vi a parentaiada reclamando que o Brasil só tem déficit na balança comercial,  eles assistem ao JN, a Globeleza tá com tudo, eles acham que é correto os meios de comunicação, concessionários de serviço público, façam propaganda anti-Dilma a título de estarem fazendo jornalismo. O povo brasileiro exige meios de comunicação condizente com um pais que é uma das maiores economias do mundo ou vai levar na tarraqueta: De novo, como se Collor não bastasse como lição.

  3. Serio

    2 de setembro de 2014 1:54 am

    Não exportamos nem um centavo

    Não exportamos nem um centavo a mais, ou alguns ( 0,1% ), mas paramos de importar. E isso parece ser considerado bom.

    Depois criticam a Folha e o Estadão por distorcer notícias da economia com títulos bizarros.

     

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