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Brasil, cabra marcado para sofrer um golpe

Comentário de IV AVATAR, em referência ao post O encontro que poderia ter salvo Jango

Concordo. Por outro lado não podemos negar que, neste caso  golpe que já estava na agenda dos EUA, se evitado naquele momento, teria sido apenas adiado, o embaixador americano estava à frente de tudo, inclusive buscava apoio popular mediante intensa propaganda de desinfornação nos meios de comunicação. Qualquer avanço por mínimo que fosse, como as mudanças via Reformas de Base, eram combatidas pela UDN e cia, assim um pais promissor foi interompido,  mal sabiam os brasileiros que estavam comaninhando rumo ao matadouro,  e a história se repete, agora, como farsa

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10 anos de obediência e sofrimento, 10 anos de estupidez...

e 4 fortunas colossais a partir de 1985 (império das comunicações)

que hoje fazem a mesma coisa, apoiam "democraticamente" os traidores

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A Direita e o Golpe

A Direita brasileira sempre namora com os golpistas. Isto deve-se que a sua agenda política não agradar ao eleitorado e eles apesar de apoio total da mídia, terem financiadores brasileiros e extrangeiros ávidos para provê-los de fundos, terem sempre o Grande Irmão do Norte os apoiando, informando, contra informando, solapando os adversários, corrompendo quem for necessário, pressionando politica e militarmente todo o Brasil e criando atraves de suas agência de rating bancário todo o cenário para permitir as suas vitórias nas eleiçoes, ELES SÃO INCOMPETENTES, POSSUEM IDÉIA ESTÚPIDAS E NÃO GANHARÃO NENHUMA ELEIÇAÕ NÃO FRAUDADA!

É POR ISTO QUE  ELES PLANEJAM O GOLPE TODOS OS DIAS! Não outra esperança de alcançar o poder. No final deve ser uma tremenda frustação para suas ordas!. 

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julião

imagem de helcio dias de sa
helcio dias de sa

Brasil cabra marcado para sofrer um golpe.

Nassif.porque a regiao em MG,vale do aço,ficou cheia de missionarios religiosos norte americanos despertando ali a vontade de "mudar-se" para os Estados Unidos.Espionagem pura,(sem satelite,sem internet) no lapis na borracha,e na biblia e no caderno.Igrejas e editoras evangelicas cheias de gringos norte americanos,fui vizinho de uma,em venda nova,BH,editora e igreja  Betanea.agora vive sem gringos aos trancos e barrancos.

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imagem de jns
jns

O Laboratório da Ditadura

Dezenas de trabalhadores foram metralhados em Ipatinga, Minas Gerais, em 1963 e "acredita-se que mais de 80 pessoas teriam sido assassinadas no massacre"

"É necessário resgatar a história desses - operários da Usiminas mortos pela Polícia Militar - esquecidos"

O Massacre de Ipatinga - Mitos e Verdades

O que se tem sido dito e repetido ao longo das últimas décadas é que muitos mortos foram enterrados sem identificação, já que não se sabia de onde vieram, muito menos quem eram seus parentes.

Há também o boato de que os corpos identificados foram despachados para suas cidades de origem, para que fossem sepultados sem que viessem a constar na lista oficial de mortos.

Conta-se também que, no calor dos tiros, muitas pessoas, feridas, fugiram em correria, indo morrer nas matas que circundavam a Usiminas, ou afogadas no Rio Piracicaba.

Segundo se diz na região, nos anos seguintes ao do Massacre, várias ossadas foram encontradas, por caçadores, nas matas do vizinho Parque Florestal do Rio do Doce.

http://www.encontro2010.historiaoral.org.br/resources/anais/2/1270359016_ARQUIVO_NAOFOIPORACASO-MarcelodeFreitasAssisRocha.pdf

A-G

O artista plástico Dor. recriou o cenário às margens da BR–381 onde trabalhadores foram mortos | Jornal OTempo | 08/10/13

http://www.otempo.com.br/ipatinga-quer-saber-a-verdade-sobre-massacre-de-1963-1.725228

Trabalhadores que estiveram na portaria da usina – local onde aconteceu o confronto – ainda guardam detalhes sobre os momentos de terror que viveram. “O massacre não foi só no dia 7. Era uma constante no nosso dia a dia. Trabalhávamos de dia, sonhando à noite com nossa família longe, mas eles montaram um quartel aqui, num laboratório da ditadura, contrariando tudo o que desejavam os inconfidentes”, afirmou José Horta de Carvalho, sobrevivente do massacre. 

Outro ex-operário, Hélio Mateus Ferreira, tem até hoje uma bala alojada em seu corpo. Durante a audiência, ele contou sobre os momentos de apreensão vividos na porta da usina e afirmou que o tiro que o atingiu só não o matou por que foi amortecido pela carteira que levava no bolso.

O coronel PM Eduardo Reis, apresentou o inquérito do incidente e ressaltou que informações levantadas pelo órgão apontam o indiciamento de 20 militares. “A PM é uma instituição comprometida com o Estado democrático de direito. Com o indiciamento dos envolvidos, a polícia se manifestou contrária ao que aconteceu”, explicou. 

Os integrantes da comissão estadual Betinho Duarte e Jurandir Persichini apresentaram uma versão diferente. Segundo eles, todos os indiciados foram absolvidos em 1965 e não houve qualquer punição para os militares.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/10/08/interna_politica,457249/historia-do-massacre-de-ipatinga-e-recontada-50-anos-depois.shtml

Jarbas da Silva, que trabalhava no almoxarifado da Usiminas, acredita que mais de 80 pessoas teriam sido assassinadas no massacre. Ele estava dentro da empresa no momento do tiroteio e afirma que pessoas também morreram na fuga, afogadas no rio Doce.

"O massacre não foi só no dia 7. Era uma constante no nosso dia-a-dia. Vínhamos trabalhar durante o dia, sonhando à noite com nossa família longe, mas eles montaram um quartel aqui, um laboratório da ditadura", afirma José Horta de Carvalho, sobrevivente do massacre. Segundo ele, a PM fazia parte do cotidiano da empresa, revistando empregados na saída dos turnos e perseguindo-os até o alojamento.

Seu depoimento é corroborado por Jurandir Persichini e pelo historiador Edivaldo Fernandes. Ambos relatam que as agressões e humilhações praticadas por policiais e seguranças eram comuns e que atingiram seu auge na véspera do massacre, quando a cavalaria invadiu o alojamento dos trabalhadores, prendeu mais de 170 deles, os agrediu e os humilhou.

A promiscuidade entre a PM e a empresa era grande e confirmada até por colaboradores de ambas, caso do motorista Clay Villian, apesar de negada pelos representantes da empresa e da PM hoje na audiência. Ele admitiu que seu caminhão, destruído pelos manifestantes após o massacre, foi contratado pela Usiminas, 40 dias antes, e "fichado na empresa exclusivamente para atender a cavalaria da PM".

http://www.cnv.gov.br/index.php/outros-destaques/353-50-anos-depois-vitimas-exibem-no-corpo-e-na-alma-marcas-do-massacre-de-ipatinga

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