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Dois meses depois, Dilma quer outra reforma da Previdência

Vamos tentar entender.

  1. O governo Dilma tem uma montanha de problemas de curto prazo para administrar.

  2. Que a Previdência exige reformas permanentes, não se discute. A melhoria na expectativa de vida da população, o fim do bônus demográfico com a redução do número de filhos por casal, tudo isso pressupõe um trabalho de atualização da idade mínima. A cada cinco anos, digamos, um governante terá que amansar o touro e elevar a idade mínima. FHC automatizou com o fator previdenciário, amarrado ao aumento da expectativa de vida do brasileiro, calculado pelo IBGE.

  3. No dia 4 de novembro de 2015, a presidente Dilma Rousseff converteu em lei o texto da Medida Provisória 676/2015 que instituiu a fórmula 85/95 (a soma da idade + tempo de contribuição respectivamente para mulher e homem). Nela se define em 65 anos a idade mínima de aposentadoria. Quem quiser se aposentar antes, se sujeita ao fator previdenciário, derrubando o valor da aposentadoria.

Esperava-se que Dilma já tivesse cumprido o ritual quinquenal e a Previdência voltasse a ser trabalhada em um próximo governo, com a popularidade garantida pelas novas eleições.

Mas, não.

Hoje, em café da manhã com jornalistas, a presidente – que já tem uma arca de pepinos para descascar - anuncia nova reforma da Previdência, alterando a idade mínima. Segundo o G1, a reforma foi anunciada como "medida urgente para sanear as contas públicas".

Não tem urgência nenhuma. Qualquer reforma agora só se refletirá nas contas fiscais daqui a vinte anos. E é uma reforma que, se for aprovada daqui a cinco anos, não implicará em perda fiscal nenhuma. Barbosa tenta de novo tornar automático o aumento da idade mínima, casado com a melhoria da expectativa de vida, para aliviar a vida do próximo presidente, não do atual.

É apresentado menos de dois meses depois da reforma defendida por Levy, que gerou tanto embate no Congresso e desgaste na opinião pública. E colide diretamente com os grupos de apoio à Dilma

A atividade industrial caiu mais de 10 pontos percentuais em um ano. Os investimentos recuaram 25% em 2015. Não há sinais de recuperação da demanda em 2016.

Qual a razão do governo acenar com uma pauta com uma relação custo/benefício tão alta?

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94 comentários

Comentários

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Marcos a v Moraes0

reforma da previdência

não  é  concebnível a Reforma  da previdência para  quem  está  no mercado  de  trabalho  não respeitando a expectativa de direito  de direito de direito que  quem está próximo  da aposentadoria

 

 

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Marcus Vinicius Peixoto Pimenta

Reforma da Previdencia

Amigos, é interessante, parece que o problema está na aposentadoria do setor privado... todos holofotes são para ele...mas não é a verdade absoluta.

Vamos às contas....

O empregado do setor privado tem o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço - O funcionalismo público não, mas tem a potentadoria integral. Ok?

Supondo que o empregado privado pague durante 35 anos sobre o máximo e que seu salário ultimo fosse de R $10.000

Do fundo de garantia ele obtém um mês de salário por ano, então ele teria (Exagerando) ao final de 35 anos R $10.000,00 X 35 = 350.000,00 isso aos 55 anos, caso sobreviva mais 20 anos e ela aplique o dinheiro ( dificilmente conseguiria a inflação) pois ainda terá IR...

Para ficar fácil o entendimento vou desconsiderar o IR e Rendimentos.

Então 350.000 ÷ 240 meses ( expectativa de mais 20 anos de vida) = R $1.488,33 por mês.

Além desse dinheiro receberia mais uns R $4.000,00 de aposentadoria totalizando uma aposentadoria total de R $5.488,33 para seu sustento...Em 20 anos o empregado privado teria recebido R $1.317.199,20

JÁ o funcionário público que tivesse seu último salário de R $10.000,00 em 20 anos ele teria recebido R$2.400.000,00 no período de 20 anos.

MORAL DA HISTORIA:

O que o governo tem que fazer é pagar o Fundo de Garantia para todos os NOVOS funcionários públicos. Gostaria de DEIXAR BEM CLARO que não estou defendendo a retirada de direitos, somente para os próximos e novos funcionários. ...

Como ninguém até hoje abordou essa questão? ???

Sem contar que muitos funcionários públicos ainda possuem fundos de previdência e
um forte patrocino do Governos, autarquias, empresas públicas e de economia mista que arcam com boa parte desse benefício.

A verdade dói, mas tem que ser encarada com firmeza ...

Essa é minha opinião!

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+almeida

escorregão

Dilma, vez em quando, escorrega feio na maionese e do nada parece declarar guerra aos trabalhadores e aposentados. Fico me perguntando se ela não incorporou alguma entidade inimiga do povo já que torna-se muito severa com ele? Penso que a população não pode permitir que haja qualquer tipo de mudanças na idade mínima para aposentadoria e muito menos permitir que esse assunto vá adiante. Olho vivo!

 

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Pois és um cego?

Dizes de vez  em quando? Ela vive a patinar na maionos(z)e, como  o saudoso elefantinho.

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Dilma...

Ela é muito ruim. Não é pouca coisa não. É ruim com vontade!

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David Nogueira

Artigo: Reforma da Previdência é patetice econômica e social

RREFORMA  DA PREVIDÊNCIA SEM RESOLVER A ABJETA SONEGAÇÃO É PATETICE ECONÔMICA E SOCIAL

 

 A cada vez que um tarado qualquer dos ministérios do Planejamento, Fazenda ou Previdência fala em resolver problemas de gastos no Brasil, a primeira coisa imbecil que fala é promover uma “Reforma na Previdência”. Isso significa sempre, inexoravelmente, diminuição de direitos, supressão de garantias, ampliação de contribuições, aumento da idade... Tudo em nome da “Segurança do Sistema”. Nunca se sentou à mesa com essa gente para discutir ganhos reais nas pensões e aposentadorias que atendem, basicamente, a população mais carente do país. É o tipo de papo onde, de início, alguém chama você para discutir quanto a correlação de forças permitirá “tirar” do seu bolso. Está errada essa lógica.

 2. Números da sonegação

O presidente do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional, Heráclio Camargo, ainda em meados do ano passado, informou, para espanto de alguns e total ausência de apropriada divulgação de outros, que, por causas diversas, 500 bilhões de reais deixam de ser recolhidos aos cofres públicos todos os anos por conta da famigerada sonegação. Fixem esse número: 500 bilhões de reais. Ricardo Roriz, Diretor da FIESP, relatou que, em 2013, o custo da corrupção no país (Municípios, Estados e União) atingiu 67 bilhões de reais. Ou seja, a sonegação é um roubo descarado, cuja magnitude descomunal é 7,46 vezes maior que a desavergonhada corrupção nas ensolaradas terras tupiniquins em todos os níveis.

 3. Quem é o pato?

A pergunta óbvia é: quem são os sonegadores deste nosso tórrido e abrasivo país? Parece claro o fato de não falarmos aqui da classe trabalhadora, pois sonegar a partir do contracheque mensal é malabarismo ainda não permitido para o criativo povo brasileiro. Resta, para tanto, o depauperado pequeno proprietário de empresa, o acrobático médio e o abastado grande empresário. Esses são, de fato, os sonegadores protegidos por um Estado avesso às transformações e amarrado em legislações ineficientes. A classe rica, as grandes fortunas, o sistema financeiro e seus lucros estratosféricos, os grandes latifúndios – toda essa gente nunca é chamada a pagar, de forma justa e proporcional, os custos de desajustes provocados por elas mesmas. Um exemplo emblemático é as contas secretas descobertas e reveladas pelo pessoal do “International Consortium of Investigative Jornalists” (ICIJ), Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos. Segundo apurado, há no HSBC suíço 6.606 contas relacionadas a brasileiros (que não são assalariados) com um valor próximo a 28 bilhões de reais em grana adormecida nos bancos alpinos. Esse dinheiro pagou imposto???? E os imbróglios da operação Zelote miseravelmente silenciados na grande mídia?

 4. Reforma na Previdência é “meuzovos”

Membros do Governo deveriam ter constrangimento em falar em Reforma da Previdência, ou permitir que seus ministros falassem essas bobagens, antes de apresentar medidas efetivas (com resultados práticos), com a ajuda do Congresso, de como resolver ou minimizar significativamente o problema da sonegação no Brasil. Há créditos previdenciários a serem buscados e receitas a serem incorporadas ao sistema antes de falar em mais sacrifícios para os trabalhadores. A lógica deve ser invertida. Cabe ao Estado buscar eficiência – e não aumento de sacrifícios ao segmento trabalhador – a cada constatação de falha no caixa. Se todos pagarem proporcionalmente, todos pagam menos, arrecada-se mais e aumenta-se a segurança do sistema.

 5. As Centrais Sindicais devem falar... agora!

 Causa certo desconforto, o silêncio das Centrais Sindicais sobre a questão da Reforma da Previdência. O tom e a vibração disso aumentam a cada manifestação pública de alguns golpistas do PMDB, embalados pela omissão de tecnocratas governistas de espírito neoliberal. Eles tratam o assunto como se fosse a configuração de uma nova panaceia. Descobrimos, de novo, a salvação do mundo. Bate-se nas costas dos trabalhadores e trabalhadoras deste país e se diz: “a partir de amanhã sua aposentadoria vai demorar mais 5 anos...” Pronto! O Brasil está salvo... vamos todos felizes para casa assistir a mais baixarias na TV Câmara do Eduardo Cunha e, nos finais de semana, ver os jogos do Campeonato Brasileiro da segunda divisão! É disso que estamos falando e, inexplicavelmente, ninguém coloca esse discurso em cheque? Que tipo de representação parlamentar e sindical restou ao povo brasileiro?

 

David Nogueira

Professor e Jornalista

Foi dirigente da CUT e CNTE

Trabalhou no Senado e na ALE de RO

 

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Agnus

PREVIDÊNCIA É E SEMPRE SERÁ

PREVIDÊNCIA É E SEMPRE SERÁ UMA CONTA SUPERAVITÁRIA.
Não é de forma alguma um "gasto" do governo, É UMA CONTA QUE JÁ ESTÁ PAGA PELOS TRABALHADORES.
Tanto empregados como autônomos recolhem para o INSS. A previdência se mantém sozinha muito bem.
Sempre será assim (a não ser que seja aprovada uma loucura dessas, aí será o fim do estado pois ninguém mais vai querer trabalhar registrado e nem contribuir com INSS)
A polulacão do país só cresce desde a década de 60 e a contribuicão é proporcional.
SUPERAVITÁRIA, pode perguntar a qualquer especialista em previdência, que lhe seja uma pessoa de confiança.
O sonho de todo o mal administrador público é BOTAR AS MÃOS NUMA CONTA GIGANTESCA E SUPERAVITÁRIA COMO A PREVIDÊNCIA.
Seria o fim de todos os problemas deles... poderiam comprar várias Petrobrás com esse nosso dinheiro.
Roubando nosso futuro, eles iriam ter grana de sobra para gastar no que bem entenderem.
Nesse novo mundo moderno, onde surgem cada vez mais novas doenças ocupacionais que nos matam mais cedo, onde há tiroteiros diários até nas mais pacatas cidades do interior do país, onde se morre facilmente por picadas de mosquito,
onde se descobre um cancer novo a cada dia, vai ser praticamente IMPOSSÍVEL uma pessoa que TRABALHA DE VERDADE chegar aos 65 anos (especialmente aqueles que começaram a contribuir com a previdência desde a adolescência).
Sem contar que é difícílimo arrumar emprego no Brasil após os 40 anos, para quem não teve vidinha fácil e não é filhinho de papai influente. Imagine então para quem tem 50... e para quem tem 60 ??!
E essa conversinha mole sobre em outros países, as pessoas se aposentarem mais tarde. Manda eles virem aqui pagar a carga tributária que nós pagamos todos os anos para esse governo que gasta nosso
dinheiro nos interesses próprios deles. Mandem eles contribuirem desde os 15 anos de idade num país desse, em que trabalhamos 5 meses só para pagar impostos.
Somos um dos países que mais paga impostos no mundo. Em 35 anos de contribuição, já terão sugado cada gota de nosso sangue.. imagine então se quiserem obrigar a pessoa que trabalha desde os 16 continue
contribuindo até os 65 (fora os impostos que ela continuará pagando). Um absurdo sem tamanho.
Burra ela não é não... pode até ser maluca e despreparada... mas burra não.
Ela é bem esperta. Nós é que não podemos dar uma de burros e aceitar isso de jeito nenhum. Aí sim poderiam chamar o brasileiro de idiota.
Se gastaram mais do que deviam ter gastado, problema deles. Não vamos dar nosso futuro e o futuro de nossos filhos para eles.
Quer seja verificado o patrimônio de cada um deles e a proporcionalidade com a qual eles, empresas e os membros de suas famílias enriqueceram, baseado em suas rendas.
Prender, no Brasil não adianta. Tem que fazer um raio X no patrimônio de todo político brasileiro e confiscar o que não for proporcional as atividades remuneradas.
Só assim o Brasil vai melhorar.

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JoaoMineirim

Deveria reformar é a sua

Deveria reformar é a sua Prudência.

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Andre B

média: cabeça no forno e pés na geladeira.Temperatura normal.

Como bem apontou Nassif a reforma da previdencia só tera impacto nas contas públicas daqui a décadas. Então não é parte do ajuste fiscal - a menos que o governo queira tirar direitos adquiridos o que é facilmente revertido no STF além de dar um motivo real para impechment. Qual seria então o interesse (escuso?) do governo em passar essa reforma da previdencia. Outra coisa é que se grita com o aumento da expectativa de vida e a demografia para justificar a reforma da previdencia. Acontece que a expectativa de vida é uma média que não é diferenciada por grupos sócio-econômicos. Se alguns estão com a cabeça no forno e os pés na geladeira a temperatura 'média' está normal! O que ninguém fala é que a expectativa de vida dos mais pobres é diferente da expectativa de vida dos mais ricos. E a maioria dos mais pobres são trabalhadores que se aposentam pelo INSS. É melhor fazer essa conta direito (e não direita).

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Gabriel Moreno

Mexer na Previdência, neste

Mexer na Previdência, neste momento, é de uma inabilidade política tremenda. Me pergunto em que planeta vive Dilma e o pessoal do Planalto.

A prioridade zero da presidenta deveria, neste momento, promover uma pauta positiva, apontar para o crescimento econômico e para extensão e aprimoramento de direitos. É isso o que o povo está implorando para ouvir, mesmo que talvez não saiba exatamente. Deveria, também, alinhar-se mais com setores e grupos organizados à esquerda, pois são esses que a dão base de apoio e tem segurado o rojão até agora, contra a sanha conservadora e dos golpistas.

Sabemos que vivemos uma crise e que tudo isso é muito difícil. Não se pede demagogia nem populismo, mas medidas de grande potencial simbólico e mobilizador, para a gente poder bater no tempo e ter o que defender nesse governo. Defendemos por sua história, pelo projeto político, pela democracia e por ser uma mulher honrada e séria, o que nunca esteve em discussão. Mas de resto, fica difícil de defender. 

A política de valorização do mínimo, por exemplo. Precisamos de mais medidas como essa, que deem uma cara e uma rota para esse governo; que mostre, objetivamente, que ele é um governo para os trabalhadores, para o povo, mesmo que com dificuldades e tendo que se equilibrar numa ordem de coisas conservadora. Se não, a gente despolitiza as pessoas e faz dobradinha com a mídia. 

Aliás, me pergunto também se o próprio governo não é vítima dessa mídia que tem pautado a sociedade nos últimos anos. Vai ver que é também. 

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Marcelo R S

na queda de braço entre

na queda de braço entre executivo e judiciario este se tornou balcão de concessao de beneficios e nao ha o mesmo empenho para punir empresas sonegadoras

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Fritzhuger

Mas e as aposentadorias dos militares e suas filhas?

Dilma apresentou essa proposta, mas por diálogo social, ouvindo todos os interessados. Pelo menos isso. Restará à sociedade agir e se manifestar contra, inclusive nas ruas. Não é admissível mudar mais uma vez a previdência, em prejuízo de pessoas que já estão no sistema há mais de 20, 25 anos. A previdência será superavitária, porque no Brasil depois dos 50 anos os trabalhadores têm muita dificuldade em achar emprego. Assim, ficarão no meio do caminho, entre o desemprego e aposentadoria que nunca chegará. Terão de recorrer à família ou à Assistência Social. Aí sim, teremos uma Previdência Social tão superavitária quanto inútil. Não foi pensando nisso que 54 milhões de eleitores votaram em Dilma.

O problema é que essa é basicamente a mesma proposta de Michel Temer e Aécio Cunha, mas sem diálogo social. Ou seja, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, seja sem ou com vasilina. Agora é a sociedade sozinha. Mas eu até acho que poderia haver uma reforma de idade mínima, desde que fosse para quem ainda não iniciou a contribuição, as novas gerações, que poderão se organizar para o futuro. E antes disso, combater a corrupção e principalmente a sonegação previdenciária, implantar o imposto sobre as grandes fortunas e tributar a participação nos lucros e dividendos. Desse jeito, os trabalhadores é que vão pagar o pato. Sozinhos. O Senador Paulo Paim é uma bússola nessa escuridão. Deverá sair do PT. E levará os votos junto.

Ah, sim. Até hoje, os militares não sofreram qualquer alteração do regime previdenciário, nem nas reformas de Fernando Henrique Vaidoso e nem de Lula ou de Dilma. assim como as filhas "solteiras" daqueles que entraram até 2000. Essa pouca vergonha e incoerência continuaria? Dilma teria a coragem e a integridade de estender sua reforma previdenciária aos militares, ou será covarde e pusilânime, preferindo massacrar os trabalhadores? Eis a questão.

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Alexandre Aniceto

Déficit da Previdência dos militares

Vc atingiu o ponto certo, qualquer reforma que não altere as regras de aposentadorias dos regimes especiais é uma piada, não adianta nada. Para ter uma ideia o déficit da previdência dos militares da União sozinho já é superior a todo resto do serviço público somado. Pasmem ai vem o pior, a idade, conheço milico aposentado aos 42 anos de idade. Cálculo que somando o dos militares + PRF+ PF+ outras categorias com regimes especiais vamos chegar a 65% do déficit. Reformar apenas 35% do déficit da previdência, exatamente a parte que foi alterada em 1998 e 2003, é um verdadeiro me engana que eu gosto.

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claudio antônio

Uma correção

Amigo uma simples correção: Você diz que não houve correção em relação ao sistema previdenciário dos Militares, porém acho que anda um pouco mau informado: Houve sim correções e uma delas foi o fim da extensão dos benefícios as filhas de militares citadas por você e isso acabou sim em 2.000, o que já é uma correção. Outra foi o fim do posto acima na inatividade. Vale também lembrar que os militares são uma das poucas carreiras de Estado que mesmo na inatividade o militar continua contribuindo integralmente para a Previdência e que não pode exercer outra atividade paralela e até mesmo "arrumar" outra aposentadoria. Outra coisa que deveria pesquisar é se a previdência militar tem déficti ou cobre seus gastos e ai vai se surpreender.

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Marcelo Emanoel

Olha, são medidas paliativas

Olha, são medidas paliativas que não resolvem o rombo da previdência. Sabe-se que o maior custo na previdência é para pagar a folha dos aposentados e pensionistas que foram funcionários públicos. Já vi familia de militar que a viúva recebe 14 mil reais por mês sustentando um monte de marmanjos que estão na idade ativa e não trabalham, vivem as custas, é esse tipo de aposentadoria dentre outras que deveriam ser revistos pelo governo mas tem muito lobby por trás disso...

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Medo de enfrentar os golpistas

A reforma é para não incomodar os donos do dinheiro, não faze-los pagar impostos sobre dividendos, sobre a renda (além de 27,5%) ou impostos sobre heranças, em níveis decentes. Se estes são impopulares uma nova reforma da previdência é ainda mais. Será que isto é efeito neto ou medo de desagradar a imprensa presente.  Pqp...

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O Cosmonauta

Besteiras & Burrices no Atacado e no Varejo Ltda.

Qual a razão do governo acenar com uma pauta com uma relação custo/benefício tão alta?

É o desejo irresistível de fazer uma cagada.

Aliás, desde o início do ano, já é a 2a. A primeira foi a desastrosa declaração de Barbosa à respeito da "autonomia do BC". Ora, isso não existe. O BC é responsável pela determinação de políticas econômicas. Deve ficar subordinado ao ministro da economia.

Por mais que se queira dar um refresco à presidente, realmente não dá mesmo. Ela é uma máquina de fazer tolices.

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Mar de ideias

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Paulo de Souza Castro

Instinto Suicida

Instinto Suicida e a Miragem do Benefício Infinito.

 

Realmente a presidente Dilma tem um instinto suicida, politicamente falando, corteja quem a despreza e bate na sua potencial base de sustentação.

É obvio que a despesa com a previdência social vem se avolumando, e compara-se o Brasil com outros países, mas também é obvio que as taxas reais de juros pagos em cima da dívida pública também são insustentáveis, aí pouca gente faz comparações com outros países.

 

A verdade que o mundo financeiro procura encobrir é que se um eventual fundo previdenciário fosse remunerado pela taxa média de retorno das principais empresas do Brasil no longo prazo, 35 anos, o sistema seria saudável.

 

 

 O Superávit Primário é uma invenção dos rentistas para verificar a capacidade de pagamento do país dos juros da dívida pública, pois se soma todas as despesas, excetos as financeiras decorrentes dos juros da dívida pública e a compara, seu total, com o total das receitas. O que sobra é para pagar os juros.  

A contabilidade também aceitaria um cálculo do Superávit Social onde se somaria todas as despesas inclusive as financeiras, mas excluiriam as despesas sociais, e o que sobra seria para fazer face a estas despesas. Assim como existe classificação de risco quanto à parte financeira feita pelas agências de risco, deveria haver por parte da ONU uma classificação de risco social.

A tradicional ferramenta de Superávit Primário, pela ótica dos rentistas, leva sempre a redução dos demais gastos, nunca ao comedimento dos juros e os seus representantes vivem recomendando na mídia medidas que protejam o pagamento destes juros e não só isso, o aumento do juro é o remédio por eles recomendados em qualquer situação

As receitas obtidas pelo estado através dos impostos são disputadas pelos diversos segmentos sociais. Os rentistas defendem os juros, são poucos, mas são muito atuantes e organizados, a grande massa do povo brasileiro é sub-representada, Daí termos uma saúde precária, um ensino deficiente, e segurança deixando a desejar. Os “Bolsas Famílias” e benefícios previdenciários são sempre alvo dos economistas e políticos conservadores.

 

A redução da natalidade e aumento da expectativa de vida está alterando a pirâmide das faixas etárias. Mas se no extremo da terceira idade houve e haverá grande aumento percentual em relação ao todo, o inverso aconteceu e acontecerá na primeira idade, existe menos crianças e jovens relativamente à faixa madura, a produtiva.

 

Então poderíamos deslocar recursos da primeira idade para a terceira, mas a primeira idade é o futuro, então temos a oportunidade de melhorar a qualidade do ensino com os mesmos recursos, já que não se precisará mais dobrar o número de escolas a cada 30 anos, a população também estará estabilizada em 2050.

 

Poderemos também, após segurarmos a inflação com a correção do dólar, reduzir os juros reais, e deslocar estes gastos para os investimentos ou para a terceira idade, são opções políticas.

 

Entretanto uma verdade que é sempre escondida é que se o individuo aplicasse os 20%, em média, que ele contribui diretamente e indiretamente (empregador), para a previdência, durante 35 anos, e esta contribuição fosse considerada investimento, e como investimento de longo prazo recebesse a taxa média de retorno das grandes empresas brasileiras, ele acumularia um Patrimônio que findo os 35 anos laborais o permitiria auferir a mesma renda do período produtivo, não só pelo resto dos seus dias, não importando sua idade de morte, mas também para os seus filhos e netos...

 

Esta aparente miragem é perfeitamente demonstrável com cálculos da matemática financeira, é surpreendente que estes economistas não revelem esta possibilidade ao público em suas bem pensadas entrevistas e artigos na mídia, vejamos:

 

A miragem colocada em números:

 

.+-Cálculo atuarial, estatística, expectativa de vida, pacto de gerações, justiça social, são palavras chaves quando se discute a reforma previdenciária em bases racionais.

                Um pouco de história também é importante para clarear a discussão política. Quando a previdência social teve início no Brasil, antes da unificação dos diversos institutos IAPI, IAPETEC, etc., ela tinha como fundamento a capitalização e o cálculo atuarial. Sim nesta época já existiam refinados cálculos matemáticos, financeiros, estatística, aliás, muito tempo antes.

                Nesta época existiam muito mais contribuintes do que beneficiários, gerando grandes sobras financeiras no orçamento da união. Então houve uma mudança, alguém ou grupos percebendo aquilo como oportunidade sugeriu a mudança do sistema, de capitalização para fluxo de caixa, ninguém pensou em 2060, pensou-se no presente e o sistema foi mudado.

                Sobrou dinheiro era superávit, e como sobrava muito dinheiro ninguém pensou no futuro, este superávit caía no caixa único do governo e isto certamente permitiu melhoria de proventos dos funcionários públicos da época, gastos generosos com a saúde, embora o país fosse mais pobre os médicos, prestadores de serviço, eram os mais ricos, deu para construir o Maracanã, Brasília, Petrobras, Eletrobrás, Vale do Rio Doce, Companhia Siderúrgica Nacional, etc..., fizeram coisas boas e coisas ruins.

                Nesta época a distribuição da população brasileira em faixas etárias era na forma de uma pirâmide, com base bem larga. Muita criança e jovens, adultos na idade produtiva e poucos idosos. A demanda era em cima dos mais jovens, a cada 30 anos a população dobrava e era necessário construir outro Brasil a cada 30 anos. Nesta época o “fardo” não eram os idosos eram os mais novos, e a necessidade de prepará-los para o futuro, a população crescia 3% ao ano.

                O Brasil urbanizou-se, cresceu, o perfil etário alterou-se. E aí a previdência já não gerava mais superávit, no ponto de vista de fluxo de caixa, gerou-se uma discussão na sociedade sobre a necessidade de reformar-se a previdência, assim aumentou-se a idade e inventou-se o fator previdenciário, foram as reformas do FHC. Nesta época também se pagou juro de 40% já em plena vigência do plano real, aumentou-se a dívida interna e para equilíbrio financeiro, além das reformas previdenciárias houve uma grande privatização. E lá se foram Vale do Rio Doce, antes já tinha ido a CSN, bancos estaduais, etc.

                O fator previdenciário na verdade vai na direção de um sistema que usa o cálculo atuarial, quanto mais tempo se recebe, maior tempo de sobrevida em relação ao período contributivo, menor o fator e conseqüentemente menor o valor da aposentadoria.

 

                Podemos ver nesta história, que uma geração foi tungada, primeiro no patrimônio depois no valor de sua aposentadoria.

 

                Agora vamos raciocinar do ponto de vista do cidadão, virtual usuário da previdência oficial.

                Ele contribuiu sobre 20% dos seus vencimentos, (a outra parte 8% que viria de toda a sociedade o governo nunca recolheu, pacto original), durante 35 anos.  A contribuição é sua, a direta e indireta, pois ambas saem do seu trabalho e é todo mês descontada.

                Esta contribuição, como o sistema é fluxo de caixa vai para o pagamento dos inativos, pacto de gerações, mas do ponto de vista do cidadão esta contribuição não é poupada nem capitalizada, não rende um centavo de juro, dividendo ou renda real.

                Se este cidadão colocasse este dinheiro num fundo previdenciário que investisse nas principais empresas no país, Bancos, Indústrias, empresas de energia, concessões e obtivesse um retorno médio na economia produtiva, sujeito ao risco, mas minimizada pela diversificação, o valor deste hipotético capital acumulado seria considerável e suficiente não só para o pagamento de uma aposentadoria ou pensão pelo seu tempo de sobrevida, como também suficiente para gerar uma renda por tempo infinito aos seus descendentes. Parece um absurdo, mas isto é possível usando as ferramentas já citadas.

                Quem calcula o Valor Presente dos empreendimentos a uma determinada taxa de capitalização, sabem que o Valor Presente de uma serie futura de 30 anos é muito próximo do valor presente para uma série infinita.

 

                Nossa sociedade, no entanto, alterou o regime previdenciário, usou o capital deste cidadão para financiar os empreendimentos dos mais ricos com os recursos dos mais pobres, os assalariados, depois em nome da razão e equilíbrio financeiro mostram aos que já tem pouco, que este pouco lhes será retirado (É bíblico). A remuneração do FGTS confirma a regra.

 

                É evidente que toda simulação é sujeita a simplificação, mas vamos a uns cálculos:

 

Simulação

Valor do salário = 100

Tempo de contribuição: 35 anos ou 420 meses

Taxa de retorno média ao mês: 0,43%

Valor Futuro = 23.647

Renda mensal vitalícia = 0,43 X 21647 /100 = 100 

Ou seja o valor do salário de contribuição.

 

A verdade que o mundo financeiro procura encobrir é que se um eventual fundo previdenciário fosse remunerado pela taxa média de retorno das principais empresas do Brasil no longo prazo, 35 anos, o sistema seria saudável.

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ML

Excelente! Fiz contas

Excelente! Fiz contas parecidas, porém com uma taxa de capitalização menor e maior tempo de contribuição. Calculei, então, o número de anos nos quais era possível sustentar o pagamento das aposentadoria/pensões. O resultado é, para efeitos práticos, parecido com o teu.

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Dilma está certa

O país precisa reformar a Previdência.

Isso está certo, todos especialistas afirmam isso.

Infelizmente, não é possível manter a postura de outros tempos.

A própria demografia justifica isso.

Medida difícil, mas necessária.

Vivemos em um país com limitações de recursos. Se o cinto aperta até nos que já tiveram mais recursos, não vejo por que não aqui.

Acredito que essa é uma medida impopular, mas que precisa ser mencionada.

Se não é o melhor momento para isso, paciência, inclusive ao Nassif.

O país precisa do mínimo de planejamento. 

E isso é um dos pontos que passam por essa discussão.

Lamento tantas críticas, só mostra que o portal é frequentado por quem pensa diferente, às vezes, muito diferente do que realmente ao que interessa ao país.

 

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Gerson_BR

O que o Brasil precisa é

O que o Brasil precisa é taxar as grandes fortunas, taxar a sonegação e acabar com a farra do envio do dinheiro brasileiro para paraísos fiscais. É isso o que o Brasil precisa. Por que uma pessoa que ganha cem mil reais paga o mesmo imposto de renda de quem ganha, por exemplo, dez mil reais, dez vezes menos?

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Guilherme Martins

Ok. A Reforma da Previdência

Ok. A Reforma da Previdência pode até ser necessária, sob o seu ponto se vista. Mas você há de convir que, independentemente de tudo, o timing é completamente maluco.

Ela vem de um ano de dificuldades no Congresso, desgastada perante a opinião pública, com um processo de impeachment tramitando a pleno vapor. Pra que propor isso agora? Por qual razão ela quer gerar mais desgaste pra si própria? Isso vai passar no Congresso atualmente? Não. Ela vai ganhar alguma coisa com isso? Não. É muita ingenuidade - pra não falar burrice - propor isso agora.

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Márcia Nogueira

Se isso vingar, não haverá

Se isso vingar, não haverá incentivo algum ao recolhimento. Se é pra se aposentar quase morto ou doente, melhor trabalhar sem registro e investir o dinheiro da previdência, que sairemos ganhando muito mais. Ou então, só começar a recolher depois dos 40.  

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Andre B

A Economista Denise Gentil já

A Economista Denise Gentil já cansou de falar isso e de demonstrar por várias circunstâncias que não há défict na previdencia social. Mas os governos só ouvem os mercados e os 'gestores' de fundos de pensão.

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Meu amigo

Você está sugerindo que sobra dinheiro da previdência e o governo pega na mão grande ???  E agora não vai poder mais pegar ???

Em 2014 foram 607 bi arrecadados pela previdência e 737 de despesa.

A conta simplesmente não fecha e só aumenta a cada nova aposentadoria. 

É uma bomba prestes a explodir.

Os dados estão aí :

http://www.orcamentofederal.gov.br/informacoes-orcamentarias/pasta-estat...

 

 

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

orçamento da união

desviam 7 bilhões por mês da previdência e tristemente publicam o resultado da seguridade social sem incluir o beneficio assistencial rural. Isto é manuseado por técnicos do Ministério do Planejamento

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Sinceramente, não entendi

Se falta, pegam o que ???

Não estão pagando as pensões e aposentadorias ???

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

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olivires

segundo os auditores fiscais

segundo os auditores fiscais da previdência, não há rombo::

http://www.anfip.org.br/informacoes/noticias/ANFIP-desmente-rombo-na-Pre...

http://www.anfip.org.br/informacoes/noticias/Ministro-da-Previdencia-con...

a dru - desvinculação das receitas da união, que valeu até 31 de dezembro de 2015 (tem outro projeto em tramitação pra valer até 2019 ou 2023), é cumprimentar com chapéu alheio.

é como ter uma empresa que se sustenta, mas vem o dono e mete a mão em 20% do caixa pra pagar outros compromissos.

apesar disso, o problema principal do regime geral (inss) não é a dru.

são as políticas de desoneração de folha de pagamento, que deveriam ter compensação do tesouro, e a aposentadoria rural, que não tem nada de previdência, é assistência social (necessária).

assim, não há cálculo atuarial que feche. mas ainda assim fecha, para a previdência urbana.

quem está deficitária é a previdência rural, dentro do regime geral do inss.

já o regime próprio dos servidores públicos melhorará com o novo teto igual ao do regime geral.

essa conversa de caos previdênciário é argumento para entregar uma montanha de dinheiro  na mão de fundos de pensão privados, aqueles que aplicaram nos "triplo a" da s&p, como os títulos da grécia, e agora não têm mais dinheiro pra pagar velhinho nenhum.

os administradores pasam bem e ganharam seus bônus, não têm responsabilidade alguma, como falaram os executivos da s&p na cpi americana: agência de rating só dá opinião, segue quem quer.

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Escolha

Burrrice, falta de tato político, ingenuidade, incompetência...ou todas as anteriores.

Lembram como no auge da discussão do "mais médicos" lá em 2013, com os ânimos exaltados, o fascismo e a xenofobia crescendo, o Mercadante veio com a proposta de ampliar os cursos de medicina de 6 para 8 anos, com 2 anos obrigatórios no SUS? O que deu isso? Nada. Proposta abandonada e esquecida que só serviu para jogar mais gasolina na fogueira e ampliar o ódio dos médicos, empurrando para o lado de lá quem ainda tinha alguma possibilidade de continuar apoiando o governo...

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Vitor Sorenzi

Mais ou menos isso....

Mais ou menos isso....

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Paulo F.

Entregando de bandeja.

Memoria curta. Esquece de quem vai para a rua dar a cara para bater e deter os golpistas.

Dilma tem que parar de acender uma vela para Deus e outra para o Demonio e fazer a opção por quem a apoia se quer terminar seu mandato!

Até parece que esta com esta bola toda pra discutir já o que seus antecessores (que possuiam popularidade melhor)não fizeram.

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Não há opção a fazer

Simplesmente a conta não fecha. 

Se não fizer agora, aproveitando que já tá com a popularidade lá embaixo, ninguém vai fazer nunca e quem vai pagar é quem acha, imagina, candidamente, que vai se aposentar daqui a 30 ou 40 anos por esse sistema.

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

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Paulo F.

Cadeado

Quem tem que fechar é cadeado.

Em lugar algum do mundo esta conta fecha.

Na França, nos EUA , em lugar algum. Nos EUA a moda agora é dizer que os baby boomers são egoistas pois sua estatísticas de espectativa de vida aumentaram.....

Dilma tem que se focar em terminar seu mandato, conquistado legitimamente nas urnas, que a oposição incapaz de ganhar na urna quer tirar no tapetão. Simples assim.

Que seu sucessor cuide desse abacaxi, pois ela já tem uma plantação inteira para descascar!

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só tomando uma proibida... estupidamente gelada!

seu nassif que fique o resto da vida besta até sua aposentadoria por idade avançada... tentando entender o que não dá mais pra entender... porque nóis daqui da periferia sem eira nem beira já tamo careca de saber:

vai verão

vem verão...

e sua Dilma

continua 100%

Dilma: a mandona

trapalhona... ai que zona!

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

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RobertoG

Curioso imaginar que dar

Curioso imaginar que dar carne para os leões vai saciá-los. Só vai abrir o apetite. ... e esse governo acabará perdendo o resto de identificação com a base que o elegeu e o sustenta.

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Alex Monteiro

Reforma da previdência

É mentira que a previdencia é deficitária, conforme os auditores " inexistência do déficit da previdência social sob a ótica do financiamento constitucional da seguridade social. Para tanto, será demonstrado que a forma de cálculo utilizada pelos jornalistas e técnicos do tesouro, ao separar a previdência da saúde e assistência social,não considera o regime de financiamento da seguridade social previsto na  Constituição Federal de 1988. Isso porque equivocadamente, eles consideram apenas como fonte de custeio, a contribuição social sobre a folha de salários, classificando como estranhas as demais contribuições que custeiam a seguridade social. Analisar-se-ão também, os reflexos trazidos pela Desvinculação das Receitas da União (DRU) ao objetivarem a formação do famoso superávit primário, que em contraposição ocasionam impacto brutal sobre as contas da seguridade social, demonstrando que há anos, o superávit da seguridade social, anda cobrindo os déficits do Tesouro. Para conhecimento dos jornalistas "fantoches" que por escrevem matérias forchadas  mentira sobre o deficit da previdência, apenas para defender os interesses das empresas de previdência privada, que são os anunciantes dos jornalões e revistas fascistas (folha, estado, veja, época, tvG, bandeirantes etc) leiam o artigo 159 e seus parágrafos, da constituição federal e sejam menos obtusos, interesses e mais profissionais ou patriotas (patriotismos é coisa em extinção no Brasil) principalmente no meio empresarial e jornalistico !!!

 

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Essa é fácil

É imperativo ajustar imediatamente a previdência a nova realidade. Não pode ficar apara amanhã e nem para depois de amanhã.

O Brasil precisa de investimentos, precisa de dinheiro para movimentar sua economia, dinheiro de fora. Só não concorda com isso aqueles que acreditam piamente que alguém é capaz de levantar-se do chão puxando-se pelos próprios cabelos.

O nosso sistema de aposentadoria afugenta tanto o investimento produtivo, pois na hora em que o investidor põe na conta que terá que pagar, além do salário, mais 21% sobre este para que o trabalhador aos 54/55 vá para casa( ou fique trabalhando por dois salário, ele toma um baita susto.

Afugenta o bom investidor financeiro, aquele que quer comprar títulos do tesouro para resgatar daqui a 20 ou 30 anos.porque basta ele dar uma olhada nos números da nossa previdência, na acentuada curva de crescimento do déficit previdênciário, somada ao envelhecimento ultra-rápido de nossa população, superior aqualquer um já visto no mundo,  e constatar que, o país que está lhe prometendo devolver daqui a 30 anos aquilo que ele está emprestando e mais juros, daqui a 30 anos não terá dinheiro sequer para pagar seus aposentados. 

Eu não emprestaria meu dinheiro nem pela mais alta taxa de juros do mundo a alguém que eu constatasse que tem um compromisso impagável. É pedir para tomar calote.

E a falência do sistema de previdência brasileiro e sua explosão num futuro não muito distante é assunto corriqueiro em qualquer publicação respeitada de economia e investimenstos nesse mundo afora. Ninguém vai poder dizer que não foi avisado.

Não adianta dizer para o investidor, como se pretende, que agora não é a hora, mas que vai se fazer a reforma daqui a 5 anos. Não funciona.

O Brasil precisa de uma AMPLA reforma no seu sistema de pensões, uma revisão ampla e que, inclusive acabe com essa falácia de direito adquirido. Isso não existe. Se o país não tem dinheiro para pagar aposentadorias de 20, 30, 40 mil reais por mes durante 30, 40 anos a servidores públicos que se aposentam com 50 anos, não há direito adquirido que o faça receber. 

As pessoas precisam entender que simplesmente a conta não fecha.Só poderá continuar se pagando essas aposentadorias a custa de endividamento público, e aí o caminho é o mesmo da Espanha e da Grécia, onde também as generosas pensões foram grandes vilãs do endividamento público.

Eu, meus filhos, meus netos, NÂO podemos pagar eternamente o preço de um malandro de 50 anos receber aposentadoria de 30 paus porque lá atrás achou-se que o futuro não seria o que hoje se apresenta.

É necessária uma mudança geral, completa, ampla no sistema de pensões. 

Pensão para idoso tem que ser um valor pré-determinado, com alguma margem de variação, que cada cidadão receba a partir de determinada idade. Ponto.

A contribuição tem que ser um valor pré-determinado, com alguma margem de variação, que cada cidaadão paga enquanto trabalha.

Os cálculos da contribuição variam ano a ano, conforme as contas da previdência.

Para ter direito a pensão por idade o sujeito tem que ter pago obrigatoriamente x anos de contribuição.

Se o camarada quiser e puder pagar pagar duas contribuições por ano, ele que pague, se quiser pagar tres, ele que pague.

Calcula-se a expectativa de tempo de pensão, ano a ano, não adianta pegar expectativa de vida, porque no Brasil de matam 60000 pessoas por ano, a maioria jovens entre 18 e 20 anos, o que joga a expectativa de vida para baixo, sem contar as mortes acidentais ou por doença, então o trabalho tem que ser em cima dos que chegam a idade de receber a pensão, saber quantos anos em média eles ainda vivem e recebem.

Apenas como exemplo, vamos supor uma pensão de 1000 reais/mes.

Não tenho calculadora financeira em mãos agora,mas uma pensão de 1000 e uma suposta expectativa de tempo de pensão de 15 anos, daria para aquele que começa a trabalhar cedo aos 16 anos, pagar algo em torno de 20 ou trinta reais por mes contando juros básicos de poupança.  Quando chegasse a  idade de receber pensão, aos 65 anos por exemplo, ele teria poupado mais de duzentos mil reais, que dariam tranquilo para o sistema cobrir uns duzentos meses de vida, dos 65 aos 82 anos.

É óbvio que esses cáculos são todos meio por cima, mas no fundo é isso mesmo.

Ah,mas o cidadão tem um padrão de vida alto como vai se aposentar com milão por mês.

Problema dele, se recebe bons salários a vida toda que faça uma previdência privada para mantero nível depois.

E outra, quem acumulou capital durante seu período produtivo, precisa muito menos de pensão do que aquele que não teve essa oportunidade.

 

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

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Paulo César Nascimento

Dilma e a previdencia

A presidente Dilma parece que ainda não percebeu que o brasilerio quer uma maior definição do seu Governo. Ela erra muito na gestão da economia do país, contudo erra muito mais no processo de comunicação com a populaçao brasileira. Ela é pessima para apresentar ao país o avanço dos indicies sociais e economicos nos ultimos anos. Basta uma simples comparação com qualquer outra gestão nos ultimos 50 anos, quando o Brasil entrava em uma crise economica, iamos com um prato na mão bater a porta do FMI. Hoje devemos a algum organismo internacional? 

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Caro Nassif e

Caro Nassif e demais

Impressionante, a Dilma gosta de viver perigosamente.

Não é possível.

Fantástico.

Saudações

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redoma

Nassif,

DRousseff parece viver numa redoma.

Agora erra duas vezes e erra feio, primeiramente por voltar ao assunto Reforma da Previdência, algo que ela sabe ser medida a ser recusada pela maior parte da população trabalhadora, segundamente ao optar por decisões que estão apenas na sua cabeça e pronto, à la Joaquim Levy,  o país que se dane.

Se está preocupada de fato com o Orçamento federal, que comece substituindo os sete do Copom de uma vez só, uma turma que causa um mega-prejuízo mensal ao patropi, por sinal diversas vezes maior que o problema $$$ da Previdência.

Parar de abastecer a conta $$$$ da grande mídia seria outra medida bem-vinda, agora, querer imaginar que o trabalhador compreenderá uma nova reforma da Previdência, é isto mesmo ? A oposição não parece ter candidato viável para 2018, mas logo aparecerão uns tres deles. 

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antonio barbosa

Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

Ai está a grande questão: Por que aumentar ainda mais a idade mínima se esta já é motivo de grande gritaria e desilusão do contribuinte? Ora vejamos, se no Brasil um trabalhador é considerado aos 40 anos velho para suas funções, com que idade então poderá sustentar uma aposentadoria decente? Quem em sã consciência julga que no setor privado algum empregado vá chegar aos 65 anos ganhando o mesmo salário??? Só quem tem más intenções. Tudo que vejo hoje é uma tentativa de manter privilégios de políticos e funcionalismo público em detrimento da esmagadora maioria dos trabalhadores que no final da vida vai ter de viver com um salário mínimo. Sim, é isso mesmo que você leu. A intenção do governo atual é de jogar a grande maioria dos brasileiros na aposentadoria com salário mínimo. Faça os cálculos e verá que no final da jornada de trabalho, salvo alguns poucos sortudos, a grande maioria vai receber uma miséria para sobreviver, justamente quando as necessidades são maiores e o custo da saúde quadruplica. Quem se arrisca a procurar o SUS? Nem de graça e mesmo que procure tá difícil de achar. Então tem de pagar plano de saúde e haja dinheiro. Todo governo fala que a previdência vai falir, desde antão, mas nenhum deles fala em pagar somente uma única aposentadoria para os políticos e funcionalismo público nos mesmos moldes da massa esmagadora dos trabalhadores brasileiros. Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

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Andre B

O governo do Pt já acabou com

O governo do Pt já acabou com a aposentadoria integral dos funcionários públicos; já os politicos continuam com suas aposentadorias, mordomias e pixulecos...

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claudio antonio

Excelente comentário

Finalmente um comentário competente. Acrescento que a questão é sempre criar uma polêmica para afastar ou esconder os "números" que estão cada vez piores. Como investir quando há uma fuga recorde da poupança, a maior desde 1995. Os números não mentem e parem com negócio de crise mundial...esta tem influência, porém é muito pouco comparada a incompetência. Agora, por que não mudar a previdência do judiciário e do legislativo? Já imaginou um professor de ensino médio que comece a trabalhar aos 20 anos e chegue as 65 dentro de uma escola pública brasileira? Presidente se aposenta, para quem não sabe, com um simples mandato de 4 anos e são sustentados até hoje, inclusive com direito a seguranças etc e tal. Vai mudar? Comece de cima...salário de 5.000 pra senadores e acho que está até alto demais. Novamente parabéns pelo comentário.

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Felipe Lopes

Qual o problema em facilitar a vida do próximo presidente?

É a primeira vez (depois que Palocci saiu da fazenda) que uma das presidências petistas adota alguma política econômica que não tenha visão somente de curtíssimo prazo. Merece aplausos por isso. E também por dessacralizar a discussão não só sobre a previdência como sobre a nossa ultrapassada legislação trabalhista. Antes tarde do que nunca passarmos a pensar no médio/longo prazo economicamente... mas afinal... na verdade o tempo já passou, não exite clima político para nada, menos ainda para uma discussão sobre um problema que o PT sempre levou para o lado do populismo. Alguém realmente acredita que isso não vai ficar só no discurso? Estamos ao sabor das marés, e com a tsunami chinesa se armando lá fora, vamos ver o quão caras são as políticas desenvolvimentistas pouco previdentes para com as turbulências mundiais. 

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Anax

Fiquei sem acreditar

Qunado li a notícia pela manhã disse:" Como pode um governo que nem saio do processo de impeachment, super degastado, com pouco apoio parlamentar e da população, consegui falar em reforma previdenciária". Meu amigo, é muita incopetência pra um governo só, chega à ser inacreditável. Eu tenho impressão que Dilma gosta de ver o circo pegar fogo, parte dos movimentos sociais foram a pouco dias defender o mandato dela e ela sai com essa.

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Razões: -cumprir orientações

Razões:

-cumprir orientações de Washington; -agradar o mercado, que a elegeu; -atender a pauta da mídia, -sacanear os trabalhadores, esses canalhas.

Sei lá, melhor perguntar ao tal emir sader, que voltou a pontificar sobre tudo. Aliás, esse, depois que falou demais e perdeu o cargo de diretor da Casa de Rui Barbosa antes mesmo de assumir, estava mais recolhido. Agora voltou com tudo.

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CUIDADO: Risco de Fissão nos Núcleos Centrais do Cerebelo

Para entendermos por que, sem mais ou menos, armar-se novo tiro no pé com a previdência, a "troco de nada" em relação as urgências necessárias, antes precisamos entender por que Zé Cardozo, ministro da justiça, sem o que corremos o risco de paralisia por fissão nos núcleos centrais do cerebelo, provocada por insuportável excesso de ausência de lógica política.  

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