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É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando

A aposta em Marina Silva é de alto risco por várias razões.

Dilma Rousseff e Aécio Neves representam forças claras e explícitas e são personalidades racionais.

Dilma defende um neo-desenvolvimentismo com uma atuação proativa do Estado e Aécio a volta ao neoliberalismo de Fernando Henrique Cardoso.

Em 2011, o pânico em relação à inflação tirou Dilma do prumo. Mas ela tem ideias claras sobre o país e sobre o que quer: política industrial, investimentos em infraestrutura, aprofundamento do social.

Podem ser apontados inúmeros vícios de gestão, mas também tem feitos consagradores, como a própria política do pré-sal, a construção da indústria naval, o Pronatec, Brasil Sem Miséria e um conjunto de obras – especialmente na área de energia.

Mesmo sua teimosia mais arraigada não chega perto do risco da desestabilização – apesar do terrorismo praticado por parte do mercado.

***

Com Aécio, a economia será submetida novamente a uma política de arrocho fiscal. Haverá refluxo na atuação do BNDES, fim das políticas de incentivo fiscal, redução da ênfase nas políticas sociais, interrupção no processo de reaparelhamento técnico do Estado. Se venderá novamente o peixe da “lição de casa” e do pote de ouro no fim do arco-íris.

Assim como FHC, Aécio estará ausente do dia a dia. Mas certamente se cercará de um Ministério de primeira grandeza e há uma lógica econômica por trás de suas propostas.

Até onde pretenderá chegar com o desmonte do Estado social, é uma incógnita. Mas age com racionalidade.

***

Já Marina é uma incógnita completa.

Primeiro, pelos grupos que a cercam e que querem um pedaço desse latifúndio. E ela não tem um grupo para chamar de seu, a não ser para o tema restrito do meio ambiente.

Haverá uma disputa dura para saber quem a levará pela mão: economistas de mercado, os grandes empresários paulistas, ambientalistas radicais, os egressos do PSB e – se Marina se consolidar – os trânsfugas do PSDB paulista.

***

O segundo dado é o mais confuso: a personalidade de Marina que nunca foi de admitir ser conduzida por ninguém.

Os que conviveram com Marina no governo reforçam algumas características:

  1. Dificuldade em entender economias industriais.

  2. Baixo pique operacional. Praticamente não conseguiu colocar de pé nenhuma de suas propostas à frente do Ministério do Meio Ambiente.

  3. Jogo de cintura nenhum.

Tudo isso seria contornável, não fosse um aspecto de sua personalidade: teimosia e voluntarismo exacerbados. No governo Lula era quase impossível a outros Ministros definir pactos com Marina. Nas vezes em que era derrotada, costumava se auto-vitimizar.

Os empresários paulistas que apoiaram sua candidatura estavam atrás do símbolo político, o Lula de saias, o Avatar dos novos tempos. Vice de Eduardo Campos seria o melhor dos mundos, pois o presidente asseguraria a racionalidade do governo.

Colocaram como seus porta-vozes economistas, importaram o brasilianista André Lara Rezende, que encontrou a melhor síntese para casar o livre mercadismo com as propostas ambientalistas de Marina: o país não pode crescer para não comprometer o equilíbrio do meio ambiente mundial. Quem chegou, chegou, quem não chegou não chega mais.

***

Experiências recentes do país indicam que o componente pessoal, a psicologia individual é um ponto relevante na análise de figuras públicas.

Resta saber se o país está disposto a pagar para ver.

Para os mercadistas: aguardem um mês de campanha antes de iniciar a cristianização de Aécio, para poder entender melhor a personalidade de Marina.

É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando.

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289 comentários

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Hildete Vodopives

Neo-liberalismo é um rótulo que pode levar ao engano

Neo-liberal faz política para os ricos e contra os pobres? Provavelmente quem usa este rótulo acha que sim. No entanto, está oposição entre o social e o liberal está ultrapassada. Suas origens remontam aos século XIX, quiça XVIII... o mundo mudou radicalmente. Proteção social basica para o trabalho é uma realidade. Acesso ao capital (crédito) também. As políticas que o PSDB implantou no governo FHC tiveram um efeito social e democrático importantissimos. Plano real, lei de responsabilidade fiscal são bases para crescimento e diminuição da pobreza. Aecio tem os mesmos principios e pode continuar dando ao Brasil ferramentas para deixar de ser desiqualdade social. Seus opositores, tentam lhe colar uma outra imagem porque não tem propostas melhores pra oferecer. 

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FRANCISCA MARIA

ELEIÇÃO 2014

Lembro que na primeira eleição do ex presidente Lula, assim como na sua tentativa anterior de se eleger, houve a divula. gação na mídia do "terror a Lula", com frases  como "eu tenho medo do Lula na presidência", numa tentativa de deter o novo momento na política brasileira.  Esta lembrança retornou forte ao ver o tratamento dado a candidatura de Marina Silva a presidência. Acredito que o povo quer mudança, e vai se atrelar a tentativa com Marina Silva, pois foi assim com Lula. Quanto mais a mídia divulgava o temor a Lula, mais o povo se unia a ele. Enfim ele governou o Brasil e seu período de governo não pode ser considerado o pior da história brasileira, tão pouco uma calamidade, em algun aspectos foi libertador. Mas não é Lula quem está lá e sim Dilma, e ela e o PT deixaram a desejar nestes últimos 04 anos, a cadeira não é eterna, não estamos em Cuba, o PT vai ter que reaprender a ser esquerda.

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Clever Mendes de Oliveira

Aécio Neves é pássaro na mão para você, mas não para o mercado

 


Luis Nassif,


Estava lendo o ótimo comentário de Alexandre Tambelli enviado sexta-feira, 22/08/2014 às 15:11, aqui neste seu post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando” de sexta-feira, 22/08/2014 às 06:54, e que se encontra no final da segunda página, quando deparei-me com o seguinte parágrafo no longo comentário dele:


A notícia de quem seria o dono do jatinho do acidente com Eduardo é um balizador desta afirmação de desinflamento da candidatura de Marina Silva. Sinaliza, também, uma desorientação da velha mídia, esta, foi com muita sede ao pote de Marina Silva e pode ter ficado numa sinuca de bico: dividiu suas forças em duas candidaturas e parafraseando o Nassif: “era melhor um pássaro na mão do que dois voando””.


Lembrei-me que quando vi o seu post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando” eu fiquei resistente quanto ao título. É preferível para quem? No contexto do comentário de Alexandre Tambelli há mais sentido. Para a direita, para o mercado e para a grande mídia é preferível o Aécio do que o Aécio e a Marina, ou até do jeito que você diz: “é preferível o Aécio do que duas Marina”. Embora a idéia que se quer transmitir seja a do risco dobrado que a Marina Silva representa em relação a Aécio Neves, eu aproveito para estender-me um pouco sobre a idéia de duas Marinas. Elas poderiam também significar uma Marina com muito mais força do que Aécio Neves, ou o dobro de votos do Aécio Neves, ou com possibilidade nos dois turnos.


É bem verdade que no final do texto deste seu post você diz quem faria uso da frase. Primeiro você diz:


Para os mercadistas: aguardem um mês de campanha antes de iniciar a cristianização de Aécio, para poder entender melhor a personalidade de Marina”.


E então você conclui:


É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando”.


Quer dizer você escolheu como título uma justificativa para os mercadistas preferirem o Aécio. É o mesmo posicionamento do Alexandre Tambelli. Eu, entretanto, tenho dúvidas se esta análise esteja correta.


Antes aproveito para lembrar que não me pareceu adequada algumas passagem no seu bom post.  Serve como exemplo a frase a seguir:


Em 2011, o pânico em relação à inflação tirou Dilma do prumo”.


Não creio que exista algum post seu em 2011 em que você tenha dito que a inflação tirou Dilma do prumo. Ou algum post de 2012 em que você tenha percebido que a Dilma tenha saído do prumo em algum momento do ano anterior por causa da inflação.


Então esta frase podia ser eliminada, pois o post ganharia em precisão e nada perderia. Com a frase parece que você quer dizer alguma coisa, mas apenas aguça a curiosidade, e quem quiser saber do que você está falando tem que enviar um e-mail particular para você e aguardar o seu esclarecimento.


Também a frase a seguir parece-me desnecessária. Diz você:


Mesmo sua teimosia mais arraigada não chega perto do risco da desestabilização – apesar do terrorismo praticado por parte do mercado”.


A frase isolada serviria como crítica a um exagero, mas dentro de uma disputa eleitoral, em que o outro lado soa um tanto fora da realidade, a frase parece sugerir uma comparação com o risco da desestabilização que a Marina Silva representaria. E uma comparação que não é explicitada, mas que talvez venha a somar negativamente na forma como Marina Silva vai ser tratada tanto nos blogs favoráveis a Aécio Neves como nos blogs favoráveis a Dilma Rousseff.


Na descrição do Aécio Neves você foi aqui neste post "É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando" mais próximo do modo como eu vejo Aécio Neves. Ainda assim você não esclarece o que você entende por arrocho fiscal a que Aécio submeterá a economia. Arrocho fiscal é redução de gastos ou é aumento de receita. Eu considero que se refere aos dois e creio que Aécio tem esse comprometimento com os dois lados da equação, o lado dos gastos e o lado da receita. Não creio que com Aécio Neves haverá fim aos incentivos fiscais. Incentivos fiscais tanto pode ser visto pelo lado da receita como pelo lado da despesa e nesse sentido poderia ser evitado por um governo de Aécio Neves. Só que Aécio Neves vê os incentivos fiscais pelo lado da economia, e, portanto, não vejo razão para ele ficar contra os incentivos fiscais.


A minha questão maior é em relação a Marina Silva. Não que sua descrição de Marina Silva esteja incorreta. Salvo dois itens não vi no seu relato algo importante em que eu discordasse do que você diz. Não sei se é válido é o seu item 2 e 3, No 2 você diz que Marina tem “baixo pique operacional. Praticamente não conseguiu colocar de pé nenhuma de suas propostas à frente do Ministério do Meio Ambiente”. E no item 3 você diz que ela não tem “jogo de cintura”.


Não vejo muita relevância na questão do jogo de cintura. Há os que tecem loas aos que não são maleáveis, aos que não se dobram, aos que não dançam conforme a música. E há os que criticam aqueles a que outros teceram loas. Enfim, dependendo da situação a falta de jogo de cintura pode ser uma qualidade. De todo modo, a sua crítica a Marina Silva não é uma crítica nova. Neste sentido transcrevo a seguir de um post antigo seu da época do Projetobr e para o qual eu não tenho mais link. Diz você lá nas três primeiras frases da sua Coluna Econômica de quinta-feira, 15/05/2008, intitulada “Propostas para a Amazônia”:


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“Propostas para a Amazônia


Coluna Econômica - 15/05/2008


Marina Silva era um ícone da causa ambiental. Tenho minhas dúvidas se era eficiente. E tenho dúvidas se serviu à causa renunciando ao cargo”.


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O post “Propostas para a Amazônia” completo embora sem os comentários pode ser visto no seguinte endereço no site do INESC:


http://www.inesc.org.br/noticias/noticias-gerais/2008/maio/propostas-para-a-amazonia


O que se repara lá no texto é que, salvo em dizer que Marina Silva é um ícone, que é uma avaliação geral, o que você emite é apenas opinião sobre Marina Silva e, felizmente, ao contrário de outras vezes em que você emite opinião pessoal, lá no “Propostas para a Amazônia”, você não foi categórico.


O que eu queria dizer, entretanto, é que é muito difícil que uma pessoa que já foi ministra e que consegue cercar de gente com grande conhecimento não tenha capacidade em administrar o país. Alguns têm mais dificuldade e outros menos, mas qualquer um que chegue a presidente da República tem um nível mínimo de competência para gerir o pais. Ainda mais quando se atinge a presidência da República via processos eleitorais que são filtros importantes de competência. E ainda mais quando se sabe que a Administração Pública é como um grande navio que se desloca em baixa velocidade. Não há como fazer mudanças bruscas de tal modo a alterar profundamente o gerenciamento desta grande máquina pública. É claro que uma força majoritária hegemônica pode fazer diferença mensurável, mas em prazo mais dilatado de tempo.


Quando eu falo na capacidade do processo eleitoral em uma democracia funcionar como uma espécie de filtro para a competência impedindo que pessoas incompetentes alcancem um cargo executivo de importância, eu costumo mencionar a frase do Conde de Södermöre para encorajar o filho dele que se preparava para ser delegado nas negociações que levariam ao Tratado de Westfália: “An nescis, mi fili, quantilla prudentia mundus regatur” (Você não sabe, meu filho, com quão pouca sabedoria o mundo é governado). A frase seria válida na época das monarquias, em que um tresloucado qualquer poderia ascender ao trono. Em regimes eletivos em que a própria candidatura já é um processo executivo de monta, ganhar uma eleição requer certo grau de competência.


é pensado na escolha de chefe de executivo em um processo democrático que eu considero disparatado o comentário que Motta Araujo enviou sexta-feira, 22/08/2014 às 21:54, para junto do comentário de Chico Pedro enviado sexta-feira, 22/08/2014 às 20:43, no post “A instabilidade do presidencialismo brasileiro” de sexta-feira, 22/08/2014 às 19:06, aqui no seu blog e originado de comentário de Igor Cornelsen. O endereço do post “A instabilidade do presidencialismo brasileiro” é:


http://jornalggn.com.br/noticia/a-instabilidade-do-presidencialismo-brasileiro


E o comentário disparatado de Motta Araujo que até recebeu a concordância de Chico Pedro foi o que se segue. Disse então lá o Motta Araujo:


A capacidade para GANHAR ELEIÇÃO não tem nada a ver com a capacidade para GOVERNAR. Normalmente estão dissociadas, qualquer malandro pode hanhar eleições e ser um completo incapaz nas funções de governo”.


Eu disse acima de que eu tenho dúvidas do acerto da sua análise de que os mercadistas terão a perder se Marina for eleita. Tenho dois motivos para essa dúvida. Primeiro, Marina Silva não tem força suficiente para colocar em prática uma política econômica contra o mercado. É claro que a sua comparação é entre Marina Silva e Aécio Neves. O Aécio Neves tem boa aproximação com os mercadistas, pois o PSDB é um partido vinculado a serviços e a maioria dos mercadistas também o é. Ocorre que todo esse pessoal aceita uma Marina Silva com facilidade.


E segundo, há mais riscos de eles perderem com o Aécio Neves, pois ele, como todos os PSDBistas, não tem compromisso com o discurso que ele reproduz.


Aécio Neves vai gerenciar o país, como você falou, delegando. E é verdade que as pessoas que receberão a delegação precisam ter determinada ideologia. Neste sentido Aécio Neves não representa temor. Além disso, ele não será capaz de tirar do caminho o grande transatlântico que é o estado brasileiro. Ainda assim ele poderá querer fazer como Fernando Collor de Mello que dizia que iria deixar a direita indignada e a esquerda perplexa, algo que certamente não é pretensão de Marina Silva.


Quanto aos problemas que Marina Silva poderia causar na questão ambiental, eles afetariam mais ao setor agropecuário. Este setor tem tendência mundial de ir perdendo importância. Assim, o setor de serviço não vê dificuldade em apoiar as teses de Marina Silva mesmo que estas teses não contem com grande parte de apoio da sociedade.


Eu acho que a ideologia da Marina Silva é atrasada. Não só a de Marina Silva como também a do PT de antigamente como também a dos manifestantes das manifestações de junho de 2013. Foi isso que eu disse para Tagutti junto ao comentário dele enviado sábado, 23/08/2014 às 08:27 e que se encontra aqui no final da primeira página deste post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando”. E foi o que eu já havia dito antes para ele em comentário que eu enviara sexta-feira, 22/08/2014 às 14:29, junto ao comentário dele enviado sexta-feira, 22/08/2014 às 11:02, e que está agora na terceira página deste post.


Considero que o discurso de moralização das práticas políticas como discurso fora da realidade. Foi neste sentido que eu fiz o repto a Tagutti para ele revelar se ele gostava ou não do PT de 1989, da Marina Silva de sempre ou das manifestações de junho de 2013? No primeiro comentário Tagutti apontava a identificação das ideias do PT de antigamente, com as da Marina Silva de sempre e as dos manifestantes das manifestações de junho de 2013. Eu concordava com ele, no sentido de que eu via eles todos impregnados das mesmas idéias. Entretanto, eu sou contra esta ideologia que para mim representa o atraso da concepção da atividade política. Como no primeiro comentário Tagutti não se manifestou nem contra nem a favor da ideologia do PT de 1989, da Marina Silva de sempre ou das manifestações de junho de 2013, eu solicitei que ele se posicionasse e ele se posicionou favoravelmente as idéias que de um modo geral ele resumia como idéias pela moralização da atividade política.


Eu então sou crítico dessas idéias, mas não creio que o apego a essas idéias atrasadas tenha maiores consequências. A Administração Pública tem moto próprio e assim por mais amarrado que alguém seja a um discurso como este, não há força suficiente para que o eleito não consiga fazer mais nada.


Bem, hoje, segunda-feira, 25/08/2014 às 10:44, aqui no seu blog você publicou o post “Os novos temas que a campanha de Marina trouxe para o debate” de sua autoria. Não há nada de novo, mas logo no início do post você diz o seguinte:


Continuo acreditando que a candidatura de Marina Silva é um risco, devido à falta de estrutura, de apoio político e ao espírito voluntarioso da candidata”.


E em seguida você trata de algo de bom que a entrada de Marina Silva trouxe para a campanha. Você defende que veio para o debate questões que estavam antes esquecidas. E você volta-se quase exclusivamente para a questão do “aprofundamento da democracia social, através da ampliação dos conselhos de participação e da democracia digital”, sendo que o que você chama de aprofundamento da democracia social seria uma espécie de reforço ao que foi previsto no Decreto 8.243 de 23/05/2014, chamado de Decreto da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e que regulamenta a Lei 10.683, de 28/05/2003. O endereço do post “Os novos temas que a campanha de Marina trouxe para o debate” é:


http://jornalggn.com.br/noticia/os-novos-temas-que-a-campanha-de-marina-trouxe-para-o-debate


Chamo atenção para o seu post “Os novos temas que a campanha de Marina trouxe para o debate” porque pela frase que você inicia o post, ao dizer que você continua “acreditando que a candidatura de Marina Silva é um risco, devido à falta de estrutura, de apoio político e ao espírito voluntarioso da candidata”, você dá a justificativa pessoal para o título deste post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas Voando”. Enfim não é para a direita ou para o mercado ou para a grande mídia que você considera que Aécio é preferível a Marina. É para você mesmo, imagino que você pensando no interesse do Brasil dentro da sua ideologia.


Eu de certo modo concordo com você. Eu também, pensando no interesse do Brasil dentro da minha ideologia, avalio que Aécio Neves faria mais bem ao Brasil, salvo pelo efeito deseducador que ele representa ao fazer um discurso que não guarda relação com a prática dele.


E por fim deixo também o link para o post “Conservacionismo: a nova estratégia de dominação dos ricos, por Diogo Costa” de sexta-feira, 22/08/2014 às 08:39, aqui no seu blog e originado de comentário de Diogo Costa. O endereço do post “Conservacionismo: a nova estratégia de dominação dos ricos, por Diogo Costa” é:


http://jornalggn.com.br/noticia/conservacionismo-a-nova-estrategia-de-dominacao-dos-ricos-por-diogo-costa


O título do post desvirtuou um pouco o texto de Diogo Costa. De um texto de três a quatro laudas somente o parágrafo transcrito a seguir referenda o título. Diz lá Diogo Costa:


A quem interessa o conservacionismo, senão aos países ricos que consomem muitíssimo e que agora querem impedir que os países em desenvolvimento possam elevar o padrão de vida de suas gentes?


O conteúdo do texto de Diogo Costa é para mostrar o quanto as práticas conservacionistas podem constituir em óbice ao crescimento econômico e por conseguinte ao desenvolvimento humano. De todo modo, muitos rebateram com bons argumentos a idéia de que o crescimento econômico possa ser feito deixando de lado preocupações ambientalistas.


Clever Mendes de Oliveira


25/08/2014

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Nossa que chatice!

Nossa que chatice!

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HISTÓRIA

FOLHA DE SÃO PAULO - 24/08/2014

Uma carta escrita pelo economista inglês John Maynard Keynes (1883-1946) ao presidente americano Franklin D. Roosevelt (1882-1945), na década de 1930, segue muito útil para orientar os políticos a lidarem com essas questões. Reproduzo um trecho (em tradução livre):

"Você pode conseguir que os empresários façam o que você gostaria, desde que os trate --mesmo os muito grandes-- não como lobos ou tigres, mas como animais domésticos por natureza, mesmo que eles não tenham sido criados e treinados como você desejaria. É um erro pensar que eles sejam menos éticos do que os políticos. Se você os confronta e os deixa irritados, obstinados ou aterrorizados, como os animais domésticos tratados de maneira errada são capazes de ficar, a produção nacional não chegará aos mercados e, no final, a opinião pública vai reagir a isto".

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Amaro Doce

Dilma, "essa criminosa"

No Conversa AfiadaAécio “acusa” Dilma
de cuidar da pobreza

Ele e Bláblá disputam: quem cuida melhor do Itaúuu ?

 

“Os que governam há doze anos convivem muito bem  com a administração da pobreza”.

Disse Aecioporto do Titio em encontro em Salvador, desprovido de pobres.

A frase lapidar está no jornal A Tarde.

Depois reclama de perder para o Everaldo …

Paulo Henrique Amorim

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Marina volta às orígens.

Marina volta às orígens. Agora é empregada doméstica da Neca.

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Franbeze

É melhor o Lula sair candidato à presidente

pois a Dilma vai perder para marina verde. Infelizmente por acaso a direita raivosa conseguiu a bala de prata que foi a morte do Eduardo Campo e o PIG está sabendo usar muito bem essa morte para comover o povo. Junte a esse fato a incompetência do PT e do governo Lula-Dilma no campo da comunicação com o povo. Não vai ser em 40 dias de campanha que a Dilma e o Lula vão conseguir desmentir todas as mentiras que o PIG vem pregando há anos. Se a marina verde ganhar nem o Lula voltará ao poder porque a direita raivosa não vai deixar. A marina verde vai ganhar da Dilma e ela vai governar com o PMDB, PSDB, Itau e o PIG. O PMDB sempre vai está do lado de quem ganhar, disso sabemos muito bem. Não sei qual é a possibilidade do Lula sair candidato no lugar da Dilma, mas ela não ganha. É muito revoltante saber que depois de muitas lutas saber que a direita raivosa pode voltar ao poder e destruir o pouco que nós trabalhadores conseguimos. Deixo um recado aqui para a Dilma, o Lula e o PT: já que o Brizola não está entre nós, vocês poderiam muito bem aprender com o Senador Requião (se é que vai dá tempo) como lidar com o PIG, pois o Requião nunca baixou a guarda para o PIG. Isso que escrevi é um desabafo.

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Franbeze

Uma aula de como lidar com o PIG

para todos os frouxos do PT, incluindo o Lula e a Dilma :

http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/curitiba/v/rober...

 

Infelizmente mesmo que os frouxos do PT queiram aprender, não vai mais dá tempo. 

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Concordo!

Apesar de Lula  começar a tocar neste assunto agora, ainda foi de forma bem suave.

Um exemplo: A Dilma não respondeu a pergunta Bonner de forma correta, isso na minha opinião, pois, o entrevistador ao indagar ela: das "várias denúncias" de corrupção, e se não daria para se "cercar" de pessoas honestas, ela respondeu até bem, frisou que o PT foi mais repúblicano que o PSDB nas indicações do Ministério público, mas, deveria citar o manchetômetro, pois, essas "várias denúncias" é fruto disso, e ter indagado o entrevistador que em todo lugar existem pessoas desonenstas e honestas, e que existe "antecedentes" e não!!!subsequentes, enfim, que não existe bola de cristal para saber o futuro, não existe ficha de honestidade do futuro, se assim fosse não haveria nenhum crime. Foi  uma pergunta rídicula por parte dos entrevistadores, à mídia não cumpre seu papel de informar, não cumpre seu papel para a efetiva diminuição da corrupção, pois o PT é o grande perseguido nos últimos 20 anos, hoje temos o manchetômetro para provar isto. A posição da mídia de só noticiar possíveis atos de corrupção do PT e deixar outros possíveis atos de corrupção outros partidos é maléfico para nosso país, absurdo!

O Bonner poderia fazer essa pergunta a uma mãe que tem seu filho preso, pois ela certamente queria que seu filho fosse honesto, muitas vezes ela acreditava que seu filho fosse honesto, antes de ser preso, mas, voltando ao assunto o PT pode concretizar o seguinte ditado: O covarde morreu sem tentar

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Zanchetta

Como os anti-petistas começam

Como os anti-petistas começam a ser a maioria dos eleitores, abaixo foto de excrescência que tem acontecido nas mãos das hostes petistas..

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Alexandre VI

Algumas questões

1) diante da extrema mediocridade que é a política brasileira, Romário, Garotinho, Crivella, para citar alguns mais familiares ao eleitor do RJ, e da absoluta impotência que o cidadão comum tem em impor, em algum grau, sua opinião a respeito, pelo menos na agenda constitucional, que fosse, (a Dilma acertou quando proprôs a Constituinte política)...

2) depois de ver tanto revisionismo quando Collor passou do que significava Collor para quem foi contemporâneo de 1991-92 de "sinônimo de corrupto doido" para "vítima da insiodiosa partidirização da imprensa", e mais recentemente, da Miriam Leitão de "urubóloga de plantão" para "vitima grávida nua da ditatura" ...

NADA me faz duvidar que a Marina não passe de "traste oportunista messiânica" para "redenção histórica do Brasil", daqui a uns 5 anos

 

 

 

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Algumas questões

1) diante da extrema mediocridade que é a política brasileira, Romário, Garotinho, Crivella, para citar alguns mais familiares ao eleitor do RJ, e da absoluta impotência que o cidadão comum tem em impor, em algum grau, sua opinião a respeito, pelo menos na agenda constitucional, que fosse, (a Dilma acertou quando proprôs a Constituinte política)...

2) depois de ver tanto revisionismo quando Collor passou do que significava Collor para quem foi contemporâneo de 1991-92 de "sinônimo de corrupto doido" para "vítima da insiodiosa partidirização da imprensa", e mais recentemente, da Miriam Leitão de "urubóloga de plantão" para "vitima grávida nua da ditatura" ...

NADA me faz duvidar que a Marina não passe de "traste oportunista messiânica" para "redenção histórica do Brasil", daqui a uns 5 anos

 

 

 

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Taí o que vai ser a "nova

Taí o que vai ser a "nova política" segundo a predestinada do Acre. Com direito até ao "paladino da moral do Manpituba pra cima" e se bobear, até com o "inominável" no governo. Quem não conhece essa turma, que compre e acorde abraçado com o Lara, Gianetti e a "Neca" tocando o país...


“Não critico fazer alianças, eu critico fazer as alianças inadequadas. Se nós fizermos um movimento na sociedade brasileira, Marina e Beto, de vitória, pode ter certeza que o PMDB do Pedro Simon não vai nos faltar. O PMDB de Jarbas (Vasconcelos) não vai nos faltar. O PT de (Eduardo) Suplicy não vai nos faltar”, disse a candidata. “E mesmo que estejamos em palanques diferentes. Se não for o Suplicy, for o José Serra (PSDB), eu tenho certeza que ele não vai nos faltar”, acrescentou.


 http://oglobo.globo.com/economia/marina-silva-diz-que-brasil-nao-precisa-de-um-gerente-13709977

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João Luis

Tudo posso naquele que me

Tudo posso naquele que me fortalece!
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Deus é fiel!

Amen! Hallelujah!!!!

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Marco Antonio Silva

Gogó ela tem muito

Me engana que eu gosto Santa Marina

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Elvys

As mascaras caem rapidamente

As mascaras caem rapidamente não é mesmo? Como disse o Nassif, vamos acompanhar mais algumas semanas para saber o rumo real das coisas.

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Ana Isabel

ESTE TEXTO AQUI É PARA

ESTE TEXTO AQUI É PARA TERMINAR DE ACABAR COM O AÉCIO: http://desmascarandoglobofolha.com/2014/08/23/quem-viveu-no-governo-psdbfhc-nao-digita-45-nem-no-micro-ondas/

COMPARTILHEM, ESPALHEM. ESSE TEXTO É O “CALA BOCA TUCANO”, INDEFENSÁVEL. VAMOS DILMA 13!!

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Ernesto Ramos

Polarização

A polarização entre PT e PSDB deve continuar existindo, pois hoje são os extremos existentes de maneira de governar no Brasil. O primeiro é de fortalecimento do consumo interno (entre outros) o segundo é o do mercado livre. O governo FHC entregou a Vale e as ações da Petrobras e tentou ser um exemplo no mundo de liberalismo (as potências, fora a Inglaterra, não conseguiram fazer isto).. Se não fosse o governo Lula (teve muita sorte também) na crise de de 2008 o Brasil teria quebrado.

Acho que continuarei ser sempre anti tucano, até a Marina serve.

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aliancaliberal

(Sem título)

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Os abutres estão batendo asas no rumo de cá

Essa ai veio no rasto da morte, a Neca Setúbal(leia-se Itaú) já está dandos ordens como se a "santa" já tivesse sido eleita.,,..os abutres estão chegando..,,os neoliberais da "santa"  do avião são piores do que os do santo do aeroporto,.,, cruz in credo

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...spin

 

 

O maior problema é que Aécio

O maior problema é que Aécio é um picolé de xuxu mineiro com uma pitada de sal das praias da zona Sul carioca, e olha que o JN e a Globo fizeram o dever de casa, prestigiaram até a candidatura de um pastor nanico para tentar emplacar um segundo turno, com o advento da candidatura Frankstein do Falecido Campos com a fadinha da floresta a tiracolo cresceu a esperança de se arrancar um segundo turno com mais uma vez um tucano indo para a disputa, a morte precoce do candidato jogou por terra essa estratégia, a ansia de canonizar o defunto e catapultar sua "substituta natural" deu um empurrão muito forte no saco de vento acreano e ao que parece a disputa para ver quem vai para o segundo turno, se houver um, vai ser acirrada, a mídia oligopolizada e partidarizada que produziu a alegoria de marketing chamada Marina Silva que a embale, tem experiência nisso pois já fez parecido com Jânio Quadros e Collor.

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Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

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Noir

Senhores, a Marina Silva é o

Senhores, a Marina Silva é o VÁCUO.

É isso o que desejam ?

 

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Marina

Na matéria consta que é uma incógnita, quem conduzirá Marina pela mão. Não é É evidente. A fala de Neca Setubal, do Banco Iatú deixou isto bem claro. Ela trilhará o mesmo caminho de neo liberalismo de Aécio. Só que ela não é Aécio e sequer tem um partido para chamar de seu. Com uma eventual vitória dela, teriamos uma nova época semelhante a de Collor, de crises constantes até a derrocada final do governo. Banqueiros ganham com isto. Já o povo pobre, os trabalhadores e os empresários sérios perdem. O Brasil não pode caminhar para trás. É hora de avançar mais. E anançar mais, só com o Projeto de Dilma. O resto é o mesmo remédio que a Europa aplica e joga milhões na fome, no desemprego e na miséria.

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OTAVIO BARROS

Paca cara, pagará

Quem a paca,

cara compra,

paca cara pagará.

CEGO ADERALDO, cantador do Ceará.

 

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rmviel

Que mentirada!

Dizer que o petismo é um neo-desenvolvimentismo com uma atuação proativa do Estado é a mais grossa mentira do mundo. O PT quer é os anos 60 de volta. Quer o Estado interferindo em tudo. Não conseguiram aprender com a história. Não entenderam que o comunismo acabou por ineficiência. Não conseguem ver que isso não funciona! Fora PT!

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Tu também não entendeu que a

Tu também não entendeu que a ausência absoluta do estado (projeto neoliberal) fracassou, até quando eles vão conseguir manipular a mídia...

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tiim

Brasil a caminha da Europa

Meu Caro Filipe, o PT governa igual países Europeus nos últimos 20/30 anos, deu no que deu. Quebrou! . Se não mudarmos o jeito de governar, com certeza,  infelizmente estamos indo pro mesmo  caminho.

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Engano seu..

Grécia, Espanha, Portugal, etc quebraram porque seguiram a risca o pensamento neoliberal (câmbio valorizado, abertura exagerada para as importações, incentivo a financeirização, etc).

Alemanha, França, Inglaterra resistem graças as políticas keynesianas anteriores ao período pré-neoliberal (política industrial).

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Dentro da economia capitalista, há...

Dentro da economia capitalista, há teorias ou escolas heterodoxas, a keynesiana é uma delas, há interferência no mercado nessa escola, caso você não saiba os melhores índices estão nos países escandinavos, que praticam a interferência estatal. Os E.U.A a União Européia interferem no Estado, mas, para os proteger, ex: commodities os nossos tem ótimos preços, mas, para "proteger" os deles eles interferem.

Interferir no Estado acontece no capitalismo, a interferência do PT está muito longe do comunismo, mas, muito! você está por fora. Cite um pais que não interfere no Estado??? 

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RobertoN

Bem que a atmosfera da

Bem que a atmosfera da primeira metade dos anos 60 nos fariam bem. Aquela música, aquele futebol, aqueles sonhos, aqueles projetos de um Brasil industrializado, aquela turma pensando o Brasil - não importa se estavam certos ou errrados, e hoje acho que Conceição estava certa - mas pensavam. E hoje? Gianetti, Neca Setúbal, Armínio Fraga, Míriam Leitão.

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Brilhante Roberto!!!

Brilhante Roberto!!!

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RobertoN

Falando reto e direto: o

Falando reto e direto: o projeto da Marina é o poder. É ávida pelo poder, fará composição com o diabo para chegar lá e se manter. Aqui mesmo recentemente a tal Neca Setúbal - herdeira do Itaú - depois de bradar umas maluquices sociológicas já entrou com o assunto do BC independente. A candidata não tem projeto de governo, mas quem está com ela tem. Este é o risco.

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joao romeu

lula

Depois do mensalao e da reforma da previdencia de lula em 2003, nunca mais voto no PT. Eu cheguei a conclusao, se o psdb nao consegue ganhar a eleicao, vvota na marina

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  Ou seja, já que é pra

  Ou seja, já que é pra arrebentar, melhor arrebentar de vez.

  Não deixa de seguir uma lógica.

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Zazof

Essa Ideia de Desenvolvimento Sustentavel

Sou doutor em um programa de pós-graduação em desenvolvimento sustentável e não consigo definir - de fato - esse conceito. Os ecologistas mais fundamentalistas se dizem sustentáveis assim como as empresas mais poluidoras. Esse discurso flerta com a esquerda e com os neoliberais mais ferrenhos. Ninguém é contra! A crise é de comunicação. Marina não se diz de direita nem de esquerda. Se diz “à frente”. Excelente colocação, que soa bem nos ouvidos, mas que não quer dizer nada.  

O foco nas gerações futuras, proposto pela Comissão Brundtland, apesar de inteligente, nos passa a ideia da não necessidade de ações imediatas. Esse conceito é um excelente aglutinador de recursos e atores políticos, mas o é, precisamente, por ser vago e impreciso. Talvez por isso Marina consiga unir banqueiros, ruralistas, ecologistas e socialistas em seu apoio, e é certamente por isso que não consigo imaginar o que viria a ser um governo dela.

O discurso do desenvolvimento sustentável, apesar de tentar corretamente criticar os discursos dominantes de desenvolvimento, possui um mimetismo conceitual que pode acabar abrigando o discurso mais conservador, e de forma perigosamente velada.

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Um cargo maior que a pessoa pode suportar...

Concordo com quase tudo em seu artigo, Nassif! Principalmente em relação ao cargo em si, a presidência, que JAMAIS pode ser ocupado "apenas por uma pessoa". O ocupante da presidência, ou traz consigo um partido ou base partidária relativamente sólidos, ideologias claras, projeto de governo objetivo, ou está fadado ao pior tipo de fracasso: a ingovernabilidade, porque forças antagônicas disputarão um governo que já começa como um imenso ESPÓLIO, pela visão clara, de um vácuo de idéias e objetivos na essência daquele governo.

Tivesse Collor essa base partidária e ideológica, e não teria sido tão facilmente derrubado pela mídia, como foi.

Minha dúvida em relação ao seu artigo, é se em caso da derrota de Dilma - para mim, um desastre completo diante das duas outras opções... - não seria bom para o brasileiro perceber de vez que não cabem mais aventuras tipo Collor no nosso país - o que representaria um governo Marina Silva.

Fico imaginando a pressão dos banqueiros, via família Setúbal, a pressão do PSB, a pressão da REDE, a pressão da mídia, o PMDB tentando entrar no jogo, etc. etc. etc. - Quantos meses, até Marina Silva implodir diante de tantas ideologias díspares e disputas por nacos de poder na presidência? Haveria um caos, e nem duvido que ela renunciasse, alegando "impossibilidade de governar".

 

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um cargo maior do que se pode suportar

Se por desgraça a Marina J. Quadros vencesse, renunciaria culpando as forças ocultas...e o Brasil...mergulharia nas    trevas.

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Vera Silva

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Adriano Prado

Boa síntese dos candidatos. 

Boa síntese dos candidatos. 

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Pelo que se observa..

Reeleger Dilma não é o maior desafio da blogosfera, mas sim passar por outubro sem destruir sua credibilidade.

É triste ver alguns blogueiros/sites, que condenaram tanto a campanha Presidencial de 2010, já nesse começo de campanha emulando algumas das piores práticas utilizadas.

Alguns já atravessaram o Rubicão. Não há caminho de volta, quando se cita Veja/Reinaldo Azevedo para criticar Marina, ou diz que um sorriso no velório significa felicidade com uma tragédia. O argumento acabou, não há mais crédito algum para criticar a mídia. O desafio é que o comportamento destes (vários) não danifique a imagem de todos.

É por isso que este portal se diferencia dos outros. Emite sua posição, e o faz de forma responsável.

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Clever Mendes de Oliveira

Para o seu comentário acima e para os da terceira página.

 

Tagutti (sábado, 23/08/2014 às 08:27),

Na terceira página deste post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando” de sexta-feira, 22/08/2014 às 06:54, e de autoria de Luis Nassif, e agora com 179 comentários há um comentário seu enviado sexta-feira, 22/08/2014 às 11:02, e para o qual eu enviei um comentário sexta-feira, 22/08/2014 às 14:29, concordando de modo geral com o que você disse, mas, ao mesmo tempo, querendo saber se o fato de termos o mesmo entendimento do que acontecia significava também que nos posicionávamos de modo semelhante diante do que acontecia?

Havia alguns trechos questionáveis no seu comentário. Seja, por exemplo, o seguinte trecho:

Mas claro, como todo simulacro, as esperanças depositadas em Marina não tem tanto fundamento, pelo menos para essa questão de "fazer diferente"”.

A que ou a quem você se refere como sendo simulacro? Às esperanças ou à Marina? Nos dois casos não vejo fazer sentido o uso do termo simulacro. Tanto as esperanças que são depositadas em Marina como a Marina são verdadeiras e não simulacro.

Depois em outro parágrafo você faz nova confusão ao dizer:

A raiz da insatisfação das classes médias urbanas com Dilma, então, vai desde o desencanto pelo fato do partido adotar práticas tradicionais que suas lideranças enchiam a boca para condenar (como o "Mensalão"), até os acordos políticos com Sarney e Calheiros, que Marina jura de pés juntos que não fará”.

Depois do julgamento da Ação Penal 470, o crime de caixa dois quando cometido por funcionário público que tem na sua alçada de competência uma gama expressiva de poderes passou a ser considerado crime de corrupção. Corrupção passiva para quem recebe a vantagem indevida e corrupção ativa para quem entrega a vantagem indevida. Seja, entretanto, corrupção seja caixa dois trata-se de tipo penal. Trata-se de crime. É importante perceber que partido nenhum pode fazer campanha alegando que o adversário comete crime de caixa dois e agora crime de corrupção. Fazer campanha assim é crime. Então, embora o conteúdo da frase que eu transcrevi esteja correto no sentido de que a insatisfação das classes médias urbanas decorre da ação por parte do PT de práticas tradicionais que as lideranças do partido condenavam, o seu exemplo do que seria esta prática é infeliz e totalmente despropositado.

O questionamento que eu fiz no meu comentário que enviei sexta-feira, 22/08/2014 às 14:29, para você não era entretanto, sobre estes deslizes na sua redação que sujam o que você disse, mas que de certo modo, retirando a sujeira, aparece com um conteúdo precioso. Não é toda hora que se lê algo como o primeiro parágrafo do seu comentário de sexta-feira, 22/08/2014 às 11:02, aqui neste post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas Voando”. Parágrafo que transcrevo a seguir. Disse você lá:

Marina tem chances claras de chegar ao Planalto emulando o antigo PT. O que é sua "nova política" senão a promessa de moralizar a prática política, igual o seu ex-partido prometia antes de chegar ao Planalto?

Deste parágrafo e também do que fala da insatisfação da classe média urbana eu intui que você vê semelhança do PT de antigamente, com a Marina de sempre e com as manifestações de junho de 2013, as quais você não menciona, mas parece ser a interpretação predominante esta de que as manifestações de junho de 2013 exteriorizavam a insatisfação latente das classes médias urbanas com as práticas políticas tradicionais.

E é claro que concordei com você porque é isso que eu penso. E como sinto que poucos dizem isso com frequência, eu gostei ainda mais do seu comentário, embora tivesse visto nele alguns deslizes que eu tendo em vista o objetivo do meu comentário resolvi relevar.

Bem, e qual era o objetivo do meu comentário? Eu queria saber se sua avaliação assemelha-se a minha, uma vez que eu considerava equivocadas as reivindicações do PT de antigamente, como considero equivocadas as reivindicações da Marina de sempre e equivocadas as reivindicações das manifestações de junho de 2013.

Na sexta-feira, 22/08/2014 às 19:44, você fez lá um comentário respondendo-me. A sua resposta foi até mais longe do que eu imaginava porque lá parece existir um explicação para o uso do termo simulacro. Você diz :

O PT poderia até tentar influenciar a opinião pública quando chegou no poder” . . . “Já a Marina, não.” . . . . “Eu sou um crítico dos pactos lulistas, justamente porque tinha expectativas de que o partido fosse mais combativo no poder” . . . . “Quando a Marina, nem essa esperança tenho”.

Então, para você seria um simulacro ter a esperança em Marina. Que se diga que é um simulacro só para você e outros que pensam como você, mas não é simulacro em relação a Marina e não é simulacro em relação a maioria que deposita as expectativas na Marina. A Marina acredita no que ela defende e as pessoas que depositam as expectativas na Marina procedem assim porque acreditam nela.

E quanto a questão que eu propus e que consistia em saber se você era a favor do PT de antigamente, da Marina de sempre e das manifestações de junho de 2013 propugnarem pela moralização da prática política, a sua resposta se não foi direta pelo menos ficou subentendida. Diz você em frase que transcrevo pela segunda vez:

“Eu sou um crítico dos pactos lulistas, justamente porque tinha expectativas de que o partido fosse mais combativo no poder”.

Nesse ponto está a nossa divergência e que eu gostaria de ressaltar. Penso que este discurso de moralização da prática política é o discurso do atraso, do desconhecimento e do obscurantismo. A prática política ou é legal ou é ilegal. A prática política ilegal é crime e não pode ser aceita por partido nenhum. Fazer campanha criticando a prática política ilegal é semelhante a se fazer campanha criticando o homicídio. Não precisa fazer campanha contra o homicídio. O Código Penal já estabelece o homicídio como criem. O que se pode fazer campanha é para que o país tenha mais e melhores recursos para combater o homicídio assim como qualquer prática política ilegal.

Trouxe este meu comentário aqui para junto deste seu comentário de sábado, 23/08/2014 às 08:27, não só porque o seu comentário está mais visível ainda na primeira página como também porque vejo nele em minha concepção o mesmo equívoco que você apresenta nos seus dois comentários que agora estão na terceira página. Depois deste seu posicionamento eu posso dizer que você idealiza a política quando fala de moralização da prática política e idealiza a campanha política quando considera “triste ver blogueiros/sites, que condenaram tanto a campanha Presidencial de 2010, já nesse começo de campanha emulando algumas das piores práticas utilizadas”.

Ora, a política, embora realizada na esfera pública, ela não é prisioneira da camisa de força da Administração Pública que só pode fazer aquilo que é autorizado na Lei. Não, a política e a campanha política realizam segundo o que é determinado para a esfera privada, ou seja, você pode fazer tudo aquilo que não é proibido ser feito. A avaliação que conta é o resultado que a sua campanha trará. Grupos de apoiadores de Marina podem criticar a Dilma Rousseff ou grupos de apoiadores de Dilma Rousseff podem criticar a Marina ou o Aécio Neves. O que se tem que ficar atento é para o retorno eleitoral dessas críticas. Se o candidato perder votos ele deixa de fazer este tipo de crítica. Se ganhar votos ele vai manter este tipo de crítica.

Não se preocupe, entretanto, com o que eu considero ser um mau entendimento da atividade política. Você se encontra aqui no blog de Luis Nassif em boa companhia. O próprio Luis Nassif é um idealista da atividade política e também da campanha política.

E eu vejo esse problema da incompreensão da realidade política como ela é, e como consequência, o problema da idealização da política, como existindo no mundo todo. No mundo todo as pessoas falam sobre a moralidade da política como se a política não fosse luta, não fosse a defesa de interesses de representados e que, portanto, quem representa esses direitos não pode agir com ética uma vez que a ética é campo de ação apenas para os seus próprios interesses, dos quais você pode, se quiser, abrir mão.

E o aprendizado da realidade será demorado. Este entendimento equivocado está presente como um inconsciente coletivo em todas as sociedades. É preciso que os meios de comunicação e as instituições de ensino façam o caminho de recuperar ou de apresentar para a sociedade a política tal qual ela é, para que a compreensão correta da realidade política seja apreendido por todos.

A dificuldade para os meios de comunicação participarem dessa empreitada sendo eles na grande maioria grupos empresariais em um sistema capitalista é flagrante. Nesse sentido vale à pena em dar uma leitura no artigo “A cegueira branca do Estado e o gigante iluminado” do professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo e da PUC-SP Rafael Araújo e que foi transcrito no post “A cegueira branca do Estado e o gigante iluminado” de quinta-feira, 20/06/2013 às 15:10, e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/a-cegueira-branca-do-estado-e-o-gigante-iluminado

Resta então por expectativas nas nossas universidades. Ainda assim é tacanha a percepção da universidade sobre a política, como se evidencia pelo fato de que, pelo menos no tocante à disposição para se manifestar. os que mais saíram às ruas para mostrarem a insatisfação com a atividade política constituíam-se de jovens universitários. Do mesmo modo texto como “Clientelismo e corrupção do sistema político” de Aldo Fornazieri, cientista político e professor da Escola de Sociologia e Política, revela que esta visão atrasada da atividade política está presente também no ensino superior. O artigo de Aldo Fornazieri pode ser visto no post “Clientelismo e corrupção do sistema político, por Aldo Fornazieri” de segunda-feira, 10/03/2014 às 08:18, aqui no blog de Luis Nassif no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/noticia/clientelismo-e-corrupcao-do-sistema-politico-por-aldo-fornazieri

É claro que há na universidade quem já possui esta visão de há muito. Aliás, em meu comentário para o seu que está na terceira página deste post “É preferível um Aécio na mão que duas Marinas voando", eu falo na diferença entre Fernando Collor de Mello e Lula em 1989, em que eu dizia que havia semelhanças e diferenças entre eles sendo a principal diferença o fato de Lula acreditar no que ele dizia enquanto Fernando Collor de Mello não acreditava. E em seguida eu dizia da semelhança que havia entre Fernando Collor de Mello e o PSDB, para enfatizar que o PSDB também tem a mania de defender idéias nas quais eles não acreditam. Desde a fundação do PSDB, eu faço esta acusação ao PSDB de não acreditar em muitas das teses que o partido lança em campanha. Um exemplo é o fato de o PSDB ter sido criado por não concordar com o fisiologismo. Ora pela formação intelectual dos próceres do PSDB, o partido sabia muito bem que o fisiologismo é da essência da atividade política na democracia representativa.

A melhor defesa do entendimento da política como eu estou expressando é o texto de José Arthur Giannotti “Acusar o inimigo de imoral é arma política, instrumento para anular o ser político do adversário” que saiu publicado no jornal Folha de S. Paulo de 17/05/2001 e que pode ser encontrado no seguinte endereço:

http://www.cefetsp.br/edu/eso/filosofia/artigogiannottigerapolemica.html

Sobre este texto de José Arthur Giannotti eu recomendo dois posts no blog de Na Prática a Teoria é Outra (NPTO ou Celso Ribeiro de Barros). O Blog dele desde 2010 está em hibernação (Houve um post recente em homenagem a Vange Leonel), mas aceita comentários. O primeiro post é “Chauí e Giannotti” de quarta-feira, 24/08/2005, e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://napraticaateoriaeoutra.org/?p=300

E o segundo post é “Mais Política Pós-Ética” de sábado, 31/07/2010 e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://napraticaateoriaeoutra.org/?p=6586

Indico o post pelo comentário que Jotavê (o filófoso João Vergilio Gallerani Cuter) faz do artigo de José Arthur Giannotti. No post “Chaui e Giannotti” eu enviei um comentário em que faço referência a uma pisada na bola de José Arthur Giannotti. Há uma entrevista dele em que ele parece dizer que o que ele diz sobre a falta de limites na política só é válida para os grandes homens públicos que sabem estabelecer limites corretos de bom senso. Na verdade esta correção que José Arthur Giannotti apresenta é uma espécie de confissão do caráter elitista dos ensinamentos dos próceres do PSDB. Salvo, entretanto, esta falha, o que se deve ter como limite na atividade política é aquilo que a lei estabeleceu como limite. Não pode o prosélito de um partido querer ver limite onde a lei não estabeleceu.

De certo modo, a crítica à campanha de José Serra em 2010, sempre foi vista por mim como uma crítica tacanha, que revelava mais a torcida seja a favor do PT, seja contra José Serra, como no caso de Luis Nassif. Como eu disse, Luis Nassif é um idealista na política. Algo incompreensível para alguém com a vivência dele. E o mais interessante de alguém que fez uma dedicatória para Caiubi Miranda em que ele dizia o seguinte:

Para o meu amigo jornalista Caiubi que teve o bom senso de não ser”.

É claro que esta frase deve ser entendida apenas como um elogio a um amigo. Só que considerando a frase à parte como uma mera frase a respeito do jornalismo ela nos dá uma visão não idealista de Luis Nassif sobre a atividade de jornalismo. Lembro aqui que é disto que Caiubi Miranda trata no texto dele que virou aqui no blog de Luis Nassif no post “O jornalista que não fui...” de sexta-feira, 22/08/2014 às 07:43 e que pode ser visto no seguinte endereço:

http://jornalggn.com.br/blog/direitos-humanos-no-trabalho/o-jornalista-que-nao-fui

O que se vê com frequência é Luis Nassif idealizando a política que não tem como ser idealizada e no elogio a Caiubi Miranda, mas entendendo a frase como uma analise da atividade do jornalista, tem-se o Luis Nassif não idealizando a profissão do jornalista que como atividade individual poderia sim ser idealizada.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 24/08/2014

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Ricardo JC

Não entendo este seu

Não entendo este seu comentário. Como assim "passar outubro sem destruir a sua credibilidade"? Com base em que você está dizendo isto? Há muito a blogosfera vem apontando imensas contradições (para não dizer má fé) no discurso do "tudo vai dar errado", sempre no sentido de trazer alguma lucidez ao debate. O país tem problemas? Sim. Mas está muito longe, mas muito longe mesmo da tragédia que a mídia (e os marinistas) tentam colar na Dilma. Tenho debatido com eleitores da Marina e mesmo eles sequer tem noção do que ela propõe. Isto é real, não é simplesmente desqualificar a candidata. Veja a enorme contradição disto...ela já foi a um pleito presidencial há quatro anos atrás e muitos (quase todos, na verdade) de seus eleitores ainda não conhecem suas propostas. Dizem querer mudanças sem saber exatamente o que, repetindo um discurso plantado e ensaiado pela grande mídia. Dizer que apontar isto é simplesmente falta de argumento só pode ser brincadeira. Quanto à desconstrução da Dilma, acredito que marinistas e eduardistas estão tentando surfar na onda da mídia para buscar o desgaste dela. Sabem que ela é uma candidata competitiva, por tudo que fez e se propõe a fazer, e usam destas mesmas armas de que tanto acusam os outros.

 

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É claro que o argumento acabou.

Na verdade faz tempo. Hoje a Blogo é mais parcial e omissa que a Globo. Desde quando eu já não digo isso?

Estes dias vi citarem Cantanhêde (antes tão criticada), Luciana Genro (a esquerda que a direita gosta)

Vale tudo mesmo. Qualquer contradição vale, se é para tentar assustar o eleitor.

Ficou parecendo que o problema é não perder cargos. Só isso.

Às vezes demora pra se ver a Roupa Nova do Imperador.

 

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"Se você pode sonhar, você pode fazer" - Walt Disney

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Pedro Penido dos Anjos

Um Aécio, três Andreias,

Um Aécio, três Andreias, cinco Marinas pintadas e uma sem pintura nenhuma.

Vou extrapolar.

Quantos filhos a Miriam Leitão já tem?

O Gustavo Patu nunca fez movimentações cartorárias?

Dona sra. Eliane Cantanhede acabou de se casar?

O Pedro Simom, monge e vestal, soando e ecoando os meus ouvidos moralistas - ele nunca dôou em vida os seus poucos bens para seus filhos ou assemelhados?

Anthony William Matheus de Oliveira, nunca deslocou menhumas de suas propriedades para os nomes de seus vários filhos?

Aliás, quando a gente é rico ou está razoavelmente bem, e os filhos da gente casam ou pensam em se casar, fazemos o quê?

Franco Montoro pai,  Oreste Quércia filhas, governador Fleury das pátrias dos esquecidos, caramba, quem mais?

Claro, compramos uns imóveis para eles e pagamos com o nosso caixa 2 de pessoas físicas?

Seria normal, como será ou seria o meu caso de caixa 1, bem certo.

Não é verdade?

Vai ser um pouquinho mais complicadinho explicar como estariámos doando aqueles imóveis que não poderiámos provar a forma de termos adquirí-los.

Puxa vida, não é que as coisas são magnificamente simples?

Não é verdade?

O Clovis Rossi  nunca deu um bem para alguem de que ele fosse afeiçoado?

Nem em uso frutuoso?

Puta cara pão duro meu!

Não é?

 

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João Luis

Resumo dos argumentos para

Resumo dos argumentos para votar em Marina:

Marina marina marina marina. Marina marina. Marina marina, marina marina marina. Marina. Marina marina marina marina. Marina marina. Marina  marina marina;  marina marina marina. Marina  marina marina marina,  marina marina marina marina marina,  marina marina,  marina.

Além disso,

marina marina marina marina,  marina marina,  marina.

Espero que tenha ficado claro.

 

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Jamais votarei no Aécio ou em

Jamais votarei no Aécio ou em qualquer tucano, mas concordo literalmente com esta anális

Antes Aécio, cuja plataforma e prática conhecemos, que Marina com sua nebulosidade modernosa.

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Joel Rocha

Aécio é a pior opção!

Quem conhece o Aécio somos nós os mineiros! Pergunte aos professores verão qual  a sua politica para educação. Pergunte aos médicos mineiros o que ele fez para a saúde e verão o ele fará pela saúde do pais. Aécio nunca soube ser responsável e deixou o governo de minas na mãos dos outros e foi viver em Ipanema na zona sul do Rio. Levando uma vida de garotão que nunca cresceu. O Brasil precisa de alguém, mas quem? O PT é formado por quadrilheiros, fascínoras, bandidos. O Brasil precisa de um homem que seja apaixonado por ele. Amor assim só quem teve foi o falecido Brizola e Darci Ribeiro. Uma opção seria o Cristóvão Buarque com seu projeto de federalização da educação.

O momento era do José Serra, mas o PSDB optou por um irresponsável que não cresceu.

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Anecs

eleições 2014

Bom Joel,você deve ser professor,ou não?Até onde eu sei quem aprovou o governo de Minas,quando Aécio liderava,foi os mineiros com cerca de 92%,você não leu sobre isso.Eu também sou cidadã brasileira e sem opção pra voto,é por que na verdade,só colocamos no poder quem tem uma bagagem política,e sinceramente olhando por esse lado,Aécio não é péssima opção.Ele tem boas estratégias de governo.Agora eu me lembro muito bem quantas greves foram feitas durante o governo Dilma e alunos nem teve mais férias em julho.Lembre-se agora é Presidente!Não acho que o PT fará diferente,se não fez até hoje.E quanto a vida pessoal...vamos deixar o coitado ser garotão,o que que tem kkkkk

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Faça sua análise: Viúva de

Faça sua análise:

Viúva de Chico Mendes

 

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O caminho do mistério aponta para dentro!

Essa forma marinez de se

Essa forma marinez de se expressar!

Caiu em contradição com seu discurso de Banco Central Independente!

Controle de inflação

As armadilhas dos Gastos com Juros e Sociais

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O caminho do mistério aponta para dentro!

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