newsletter

Assinar

Especialistas explicam porque o preço da gasolina não cai no Brasil

Jornal GGN - Apesar da queda do preço do barril do petróleo, o valor da gasolina no Brasil não diminui, ao contrário de outros países. Para o analista Walter de Vitto, da Tendências Consultoria, nem toda a queda de petróleo deve ser repassada para o mercado interno, já que a grande desvalorização do real compensa, em parte, a diminuição do preço da commodity em dólares.

Outros especialistas acreditam que a empresa poderia repassar a queda do petróleo no exterior para o mercado interno, com o objetivo de estimular a economia e controlar a inflação. Já de Vitto acredita que segurar o preço dos combustíveis a preços mais baixos pode piorar a situação da Petrobras, e que a inflação deve ser atacada por outras políticas.

Da Deutsche Welle

Por que o preço da gasolina não cai no Brasil?

Barril do petróleo despenca a baixas recordes. Mas país, ao contrário de outros mercados, não vê valor do combustível diminuir. Para analistas, principal motivo é a crise na Petrobras. Entenda.

A Petrobras vem optando por não baratear o preço da gasolina e do diesel no Brasil, em alta desde 2009, apesar de o petróleo seguir em queda nos mercados internacionais, indo dos mais de 110 dólares de meados de 2014 para menos de 30 dólares no último mês de janeiro.

A opção é constantemente alvo de críticas, já que em mercados onde há maior concorrência, como o americano, os preços costumam ser reajustados de acordo com as variações nos valores dacommodity. Nos EUA, por exemplo, o galão de gasolina está na casa dos 2,05 dólares, menor valor em sete anos.

A Petrobras não reduz o valor da gasolina há sete anos. Pelo contrário: desde 2013, foram quatro reajustes para cima. O preço do combustível subiu 6,6% em janeiro de 2013; 4% em novembro de 2013; 3% em novembro de 2014 e 6% em setembro de 2015.

Já o óleo diesel subiu cinco vezes no mesmo período: 5,4% (janeiro/2013), 5% (março/2013), 8% (novembro/2013), 5% (novembro/2014) e 4% (setembro/2015). A alta foi para as distribuidoras e não necessariamente é o mesmo percentual encontrado nos postos de combustíveis.

"Quando o petróleo estava muito caro no exterior, o Brasil vendia muito barato seus derivados, porque o governo federal queria ganhar as eleições e controlar a inflação", afirma Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). "O Brasil está na contramão do mundo. As únicas beneficiadas são as exportadoras, porque o câmbio superior a 4 reais torna o produto brasileiro mais competitivo."

Já o analista de petróleo Walter de Vitto, da Tendências Consultoria, pondera que nem toda a queda de petróleo no mercado internacional deve ser repassada para o interno, já que a grande desvalorização do real compensou, em parte, a diminuição do preço da commodity em dólares.

"A política de preços da Petrobras mudou, e a empresa está segurando os preços para reaver o que perdeu entre 2011 e 2014, quando praticou preços abaixo do mercado internacional, e equacionar a situação de endividamento elevado da empresa", destaca.

Consequências para a economia

Para alguns analistas, agora que a inflação está em alta, e o preço do barril no exterior está em baixa, o governo, como sócio majoritário da estatal, poderia repassar a queda do petróleo no exterior para o mercado interno, a fim de estimular a economia brasileira e controlar a inflação.

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) não deverá voltar a crescer antes de 2018. Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em janeiro que a inflação oficial do país fechou 2015 em 10,67%, 4,17 pontos acima do teto da meta inflacionária fixada pelo Banco Central.

"Agora que o petróleo está barato, e o mundo aproveita para reduzir a inflação e beneficiar determinadas indústrias para que haja uma recuperação econômica um pouco melhor, o não repasse da queda do preço do barril no mercado internacional auxilia o aumento da inflação. Além disso, as empresas que consomem muito petróleo não são ajudadas", diz Pires, do CBIE.

De Vitto, por sua vez, afirma que segurar os preços dos combustíveis a níveis mais baixos do que do mercado pode piorar a situação da empresa. "Inflação tem que ser atacada por outras políticas, e mexer em preços relativos já se mostrou ser um péssimo negócio no país. Isso não é uma boa saída", opina.

O aumento feito pela Petrobras para as distribuidoras não é o mesmo percentual nas bombas dos postos

A diminuição do valor de venda dos derivados de petróleo no mercado interno esbarra, entre outras coisas, na dívida bruta da estatal, de cerca de 500 bilhões de reais, e na dificuldade de obter recursos de investidores internacionais, por conta das consequências da operação Lava Jato.

O não acompanhamento da queda dos preços no mercado internacional poderá, em parte, influenciar de forma positiva o próximo balanço financeiro da estatal. Por outro lado, devem ser observadas questões como os gastos com juros, amortização da dívida, investimentos e trajetória do câmbio.

"Em tese, está sendo feita uma compensação financeira, já que, na época em que a estatal pagava mais caro para importar devido à alta do preço do barril no mercado internacional e não repassava para os preços internos, a empresa registrou prejuízo", afirma Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec/RJ. "O valor dos derivados não deve cair a curto prazo no país, dado a necessidade de recomposição de caixa da empresa."

Valor final

A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que os reajustes praticados nos produtos para as companhias distribuidoras, sejam de aumento ou redução, evitam refletir a volatilidade dos preços do petróleo nos mercados internacionais e oscilações cambiais de curto prazo.

Em seu site, a estatal afirma que as refinarias produzem e vendem a gasolina 'A' (sem etanol) e diesel 'A' (sem biodiesel) para as diversas companhias distribuidoras de combustíveis autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que fazem a mistura com os biocombustíveis, respectivamente anidro e biodiesel, e revendem para os postos.

"Assim, no preço ao consumidor final estão incluídos, além do preço da Petrobras, o preço dos biocombustíveis, as margens brutas de distribuição e de revenda, e os tributos estadual (ICMS) e federais (Cide e PIS/Cofins)", afirma o texto.

 

Média: 3.7 (3 votos)
12 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

Opções de exibição de comentários

Escolha o modo de exibição que você preferir e clique em "Salvar configurações".

Ainda estamos abaixo do preço médio mundial, pode subir mais!

Realmente estes “especialistas” parecem que não entender nada de preço internacional de venda de gasolina ao consumidor interno. Antes de qualquer coisa vamos dar alguns exemplos e falar sobre estes.

O único país europeu exportador líquido de petróleo é a Noruega (com produção crescente até 2015 – ( https://www.eia.gov/todayinenergy/detail.cfm?id=23372 ), e por mais incrível que possa parecer é em 8 de fevereiro de 2016 o terceiro país com gasolina mais cara do mundo (US$1,65 o litro http://pt.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/ ).

A Inglaterra, que ainda possui campos de petróleo no mar do norte 60% do preço da gasolina vai para os impostos e somente 30% para o produtor de petróleo.

Por outro lado Venezuela, Kuwait e Arábia Saudita, grandes exportadores de petróleo vendem a sua gasolina por respectivamente US$0,02, US$0,22 e US$0,24 o litro.

Qual o motivo desta diferença?

Primeiro como não há subsídios tanto na Noruega como na Inglaterra e os valores estão bem acima do preço internacional do combustível, seguem o preço de extração e grande parte do preço é transferida para impostos, enquanto isto na Venezuela, Kuwait e Arábia Saudita a gasolina é subsidiada, pois é vendida abaixo do preço de extração.

Se considerarmos o consumo de combustível nestes países, veremos que a relação entre a produção da Noruega e Inglaterra em relação ao consumo na primeira é alta e na segunda é muito baixa, já nos países em que a gasolina é altamente subsidiada a relação entre a produção e o consumo interno ainda é baixa, mas crescente.

O que se vê é que há uma política de todos os países na composição do preço. Tanto a Noruega como a Inglaterra, sabedoras da importância e utilidade deste insumo básico simplesmente freiam o seu consumo internamente através de uma política de preços altos, permitindo desta forma um equilíbrio maior na balança de pagamentos e investindo em outras áreas.

Já os países de preço mais baixo fazem uma política de subsídio e desperdício do petróleo contando com as suas grandes reservas.

Como se vê não há uma correspondência entre preço da gasolina e produção interna, somente é possível detectar isto em países em que o consumo em relação a produção é extremamente baixo, que não é o caso do Brasil.

Durante a época em que o preço do Barril estava artificialmente alto, em torno de US$110,00 o barril, a Petrobrás subsidiava o consumo não igualando ao preço internacional, mas sim a valores compatíveis com a capacidade de compra do povo brasileiro.

É bom chamar a atenção que R$3,69 o litro de gasolina estamos longe de sermos o país de valores mais altos e estamos numa posição média de preço ainda abaixo do preço médio mundial deste insumo, que em reais do dia 8 de fevereiro é de R$4,61 o litro, logo ainda há margem para subir ainda mais um pouco.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Edi Passos
Edi Passos

Sei não,

mas acho que a petrobrás deveria achar uma forma de baixar pelo menos o preço do óleo diesel, como forma de estimular a economia e diminuir a pressão inflacionária. 

Seu voto: Nenhum
imagem de Jos
Jos

Estranho, esses

Estranho, esses "especialistas" e analistas não são do mercado petrolífero, nem da economia real, a maioria são do mercado financeiro, de suas consultoras e a serviço dele.

Ao contrário do que se diz por aí, influência de correntes eletrônicas via e-mail de trolls psicopatas e de interessados no fim do controle do estado brasileiro na Petrobrás, e de sua entrega, o preço da gasolina no Brasil não é caro, é menor que a média mundial (nestes dias cerca de  U.S.$ 0,95 por litro no Brasil contra a média mundial de U.S.$1,18).

Quem quiser se informar e se manter informado sobre o preço da gasolina pelo mundo é só acessar o seguinte endereço eletrônico: http://pt.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/

Já o preço médio de 2015 pode ser visto no gráfico abaixo na comparação com alguns países:

Obs: O teor de álcool anidro na Gasolina C é de 27%.
Elaboração: Petrobras com dados do Banco Central, ANP, USP/Cepea, ENAP, ANCAP (Administración Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland – Uruguai) e PFC Energy. Margens de Distribuição e Revenda obtidas por diferença. Câmbio considerado = 3,3299 (média da PTAX diária em 2015).

 

 

Além do que a Petrobrás só fica com parte minoritária do valor de venda:

28% -  ICMS - imposto estadual

16% -  distribuição e revenda

13% - custo do etanol anidro

11% - CIDE, PIS/PASEP e COFINS - impostos federais

32% - Petrobrás

Bem que esses consultores e analistas especialistas poderiam, quem sabe, pregar junto as suas bases políticas uma reforma fiscal, vide o elevadíssimo ICMS incidente, nesse e em outros produtos, bem com explicar detalhadamente a absurda, imotivada e brutal transferência de renda do mercado produtivo para o mercado financeiro que está sendo feita pelo BC, ocasionando lucros mais que fabulosos para bancos e especuladores e prejuízos seguidos para a economia real e para a população em vez de escrever inverdades e asneiras misturadas com obviedades.

 

.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Marco Antocio
Marco Antocio

Pô, texto do DW ouvindo os

Pô, texto do DW ouvindo os especialistas da Tendências Consultoria e o Adriano Pires é muito falta de sacanagem. Faça-me o favor. Alías, segundo Adriano Pires o Brasil vende muito caro seus derivados, porque o governo federal quer perder as eleições e não controlar a inflação. 

Seu voto: Nenhum (2 votos)
imagem de Marco Antocio
Marco Antocio

Pô, texto do DW ouvindo os

Pô, texto do DW ouvindo os especialistas da Tendências Consultoria e o Adriano Pires é muito falta de sacanagem. Faça-me o favor. Alías, segundo Adriano Pires o Brasil vende muito caro seus derivados, porque o governo federal quer perder as eleições e não controlar a inflação. 

Seu voto: Nenhum
imagem de Marco Antocio
Marco Antocio

Pô, texto do DW ouvindo os

Pô, texto do DW ouvindo os especialistas da Tendências Consultoria e o Adriano Pires é muito falta de sacanagem. Faça-me o favor. Alías, segundo Adriano Pires o Brasil vende muito caro seus derivados, porque o governo federal quer perder as eleições e não controlar a inflação. 

Seu voto: Nenhum
imagem de J K
J K

Combustível menos poluidor

É consenso que o petróleo está sendo substituído por outras matrizes energéticas, nos motores, os derivados de petróleo vão sendo substituídos por fontes limpas, e a consequente queda de consumo desse produto. Mas mesmo assim, não consigo imaginar o mundo sem queimar petróleo, num horizonte de 25 anos. Países mais ricos poderiam conseguir, mas seria um processo extremamente caro para países mais pobres, o que demandará mais tempo para alcançar uma mudança significativa.

NMO, o Brasil tem um pé em cada das situações. Temos conhecimento e tecnologia, matéria prima e alguma (e boa) infraestrutura desde a extração ate a distribuição, porém, aspiramos estar no grupo das Nações mais desenvolvidas, e para isso, as questões energética e desenvolvimento sustentável devem estar em consonância. Aqui chego ao ponto que penso ser o principal: A Petrolífera precisa fazer lucro e não se pode dar ao luxo de substituir um combustível mais barato por outro mais caro, tirando parte do etanol da mistura. Explico.

A BR distribui gasolina e diesel tipo "A". As distribuidoras acrescem etanol e biodiesel com o intuito de tornar ambos combustíveis menos sujos. O que acontece na prática ?

teoricamente, um motor pode encontrar seu melhor funcionamento se alimentado sempre pelo mesmo combustível, seja gasolina, diesel ou etanol. Os combustíveis tem características muito diferentemente s e os motores alimentado por qualquer mix tendem a ter prejudicada sua eficiência devido à construção escolhida , dados fixos como taxa de compressão, diâmetro e curso dos cilindros que estabelece o troque, etc. Pode-se variar a mistura ar x comb., o avanço da ignição , o tempo e o momento de abertura da válvulas e do bico injetor, porém, para um bom aproveitamento térmico a taxa de compressão de um motor a etanol poderia ser 14:1 , mas com essa taxa um motor alimentado por gasolina pararia por pre-ignição. Já um motor com taxa de 10:1 (índice bem comum nos carros flex) perde eficiência se alimentado com etanol. Perda de eficiência significa aqui também poluição, podendo ser direta ou indireta, aquela relacionada à poluição produzida na fabricacao do combustível, acreditando que qualquer volume economizado seria um redutor de agentes poluidores.

E é nisso que a Petrobras peca, pela necessidade de gerar receita, insiste em permitir que cheguem às bombas uma mistura cujo resultado final deixa dúvidas. Se reduzissem o acréscimo de etanol na gasolina para 20% esse ano e para 15% em 2017 para descer a razoáveis 10% a partir de 2018 para assim ficar nós estaríamos caminhando na direção de produzir um combustível significativamente mais limpo, seja por deixar mais etanol hidratado disponível e consequente queda do preço, seja por uma gasolina de melhor qualidade. Na Europa, por ex. onde não há etanol disponível considera-se adição de 10% no máximo, e nem em todos lugares, de maneira que veículos iguais são mais econômicos lá do que aqui.

Seu voto: Nenhum (2 votos)

Na Alemanha 1 litro de gasolina sai a R$ 6,00

Na Alemanha 1 litro de gasolina custa R$ 6,00 e a Deutsche Welle vem fazer matéria criticando o alto custo da gasolina no Brasil. Piada, né?

P.S.: antes que alguém venha com o mimi "mas a gasolina no Brasil é misturada com álcool", saiba que na Alemanha esse é o preço da gasolina com 15% de etanol.

Seu voto: Nenhum (12 votos)

---

imagem de Allex
Allex

Grande coisa. Compare a renda


Grande coisa. Compare a renda média do alemão com a do brasileiro e você vai ver que lá a gasoilna pesa muito menos no bolso. E ainda tem os fatores culturais. Por exemplo: pode ser que o alemão aceite gasolina alta e em contrapartida não admita absurdos que são comuns aqui na terra papagali. Ou seja, é um equívoco comparar preços em países diferentes pura e simplesmente sem levar em conta a renda e o poder de compra dos habitantes de cada lugar, bem como os fatores culturais.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Júlio De Bem
Júlio De Bem

Calcular a gasolina em Euro

Calcular a gasolina em Euro para Real é de uma estupidez cavalar.

Pelo simples fato de que o trabalhador lá nao ganha em real. Só isso. E eu estava na Italia em dezembro e a gasolina lá custa 1,48€. Salário minimo de 1100€.

A gasolina no Brasil nao baixa pq as pessoas são como gado e não se indignam nem mete o pau nesse roubo tresloucado.

O petróleo não é nosso coisa nenhuma.

E o PT que é um PSDB disfarçado afundou mais ainda o país.

O PT virá partido de esquerda apartir de julho e a cada dois anos pra mobilizar a população a seu favor. Passa o segundo turno e volta a costear o alambrado neo-liberal.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Jorge Humberto Dalsasso Camargo
Jorge Humberto Dalsasso Camargo

Preço gasolina

Acho que se houvesse variação no preço do  derivados de petroleo (gasolina/diesel) ocorreria como  o que aconteceu quando houve desoneração  na  ""LINHA BRANCA/AUTOMÓVEIS, a diferença  de impostos foi embolsada pelos distribuidores como  ""LUCRO"" e jamais foi  repassada para o público consumidor como ocorreu recentemente.  O Nosso empresariado  nunca deixaria de embolsar mais uns R$ e, logo colocariam noticias no PIG que não deu para baixar o preço por culpa dos impostos.  Bom mesmo se o governo tivesse coragem de dizer qual é o lucro das distribuidoras  e dos postos na venda da gasolina e diesel. Exemplo, de uma distancia de 150KM ( Santa Maria/RS X Santiago/RS) há uma diferençade  R$0,40 por litro de gasolina e,  a refinaria fica em Canoas/RS.  Como se diz, essa nem Freud explica. O problema no Brasil l não é  o  ""IMPOSTO"" mas sim  o ""LUCRO""  exorbitante tal qual os juros cobrados pelos bancos.

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de OBS
OBS

Valor final A Petrobras, por

Valor final

A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que os reajustes praticados nos produtos para as companhias distribuidoras, sejam de aumento ou redução, evitam refletir a volatilidade dos preços do petróleo nos mercados internacionais e oscilações cambiais de curto prazo.

Em seu site, a estatal afirma que as refinarias produzem e vendem a gasolina 'A' (sem etanol) e diesel 'A' (sem biodiesel) para as diversas companhias distribuidoras de combustíveis autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que fazem a mistura com os biocombustíveis, respectivamente anidro e biodiesel, e revendem para os postos.

"Assim, no preço ao consumidor final estão incluídos, além do preço da Petrobras, o preço dos biocombustíveis, as margens brutas de distribuição e de revenda, e os tributos estadual (ICMS) e federais (Cide e PIS/Cofins)", afirma o texto.

________________________

Estes parágrafos deveriam ser levados a conhecimento público em suas  propagandas institucionais .

 

Tags

 

Seu voto: Nenhum (1 voto)
imagem de Eduardo Londero
Eduardo Londero

Os "especialistas" todos

Os "especialistas" todos parecem partir do princípio de que a Petrobrás deveria cessar a extração de seus campos e passar a comprar exclusivamente petróleo no estrangeiro.

Os "especialistas" decerto imaginam que refinarias podem ser rapidamente adaptadas ao óleo Brent, ou que toda a cadeia de empresas fornecedoras e trabalhadores do petróleo nacional pode ser desligada da tomada e religada mais tarde sem qualquer prejuízo para ninguém. Afinal de contas, são só brasileiros, né?

Como é bom ditar regra para os outros, sem qualquer responsabilidade.

Seu voto: Nenhum (5 votos)

A Petrobras e o pré-sal são estratégicos

Nada no planeta impede que uma guerra no Golfo Pérsico eleve a cotação petróleo a níveis absurdos. Pela queda momentânea do preço da principal forte energética mundial não devemos jogar no lixo a maior empresa brasileira e nossas reservas.

Autossuficiênca em energia e alimentos são condições básicas para qualquer país que almeja um futuro independente.

Seu voto: Nenhum (11 votos)
imagem de gabi_lisboa
gabi_lisboa

Preços nunca caem no Brasil, tudo

que acontece aqui ou em Marte só serve para justificar novos aumentos.

Seu voto: Nenhum (3 votos)
imagem de Flávio Martinho
Flávio Martinho

Correta decisão, ao contrário

Correta decisão, ao contrário do preço da energia. Quando a gasolina e a luz aumentam de preço há um pico de inflação porque os espertos aproveitam e aumentam os preços sob alegação de aumento de preço da gasolina e luz. Quando esta abaixa de preço - a gasolina não cai. Ainda bem - os preços não baixam. Então o preço da gasolina e da luz não devem baixar.

Seu voto: Nenhum (3 votos)

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.