16 de agosto de 2026

TSE manda tirar do ar vídeo que liga Lula ao PCC e ao CV

O julgamento contrariou o entendimento do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que em 26 de julho havia negado o pedido de liminar para retirada do conteúdo das redes sociais
Lula por Marcelo Camargo - Agência Brasil

TSE decidiu, por 5 votos a 2, retirar vídeo de Flávio Bolsonaro que liga Lula a facções criminosas.
A ação foi movida pela Federação Brasil da Esperança, acusando Flávio de propaganda antecipada e difamação.
Plataforma X deve excluir o vídeo; pedido de Mendonça sobre documentos da Federação foi redistribuído.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Por maioria de cinco votos a dois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu retirar de circulação um vídeo divulgado por Flávio Bolsonaro que relaciona o presidente Luiz Inácio Lula da Silva às facções criminosas PCC e Comando Vermelho. A decisão foi tomada no plenário virtual da Corte.

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A ação foi apresentada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV), que acusou o senador de fazer propaganda eleitoral antecipada contra Lula e de vincular o presidente, sem fundamento, a organizações criminosas.

O julgamento contrariou o entendimento do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que em 26 de julho havia negado o pedido de liminar para retirada do conteúdo das redes sociais.

A remoção foi aprovada pelos votos de Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Dias Toffoli, Floriano de Azevedo Marques e Antonio Carlos Ferreira. Ficaram vencidos André Mendonça e o próprio Nunes Marques. O Tribunal determinou ainda que a plataforma X exclua a publicação.

Em outro ponto do julgamento, a Corte não analisou uma ação do ministro André Mendonça que pedia à Federação Brasil da Esperança a entrega de gravações completas do seu 8º Congresso Nacional e do evento de lançamento do projeto Porta-Vozes de Lula, além de notas fiscais, comprovantes e contratos relacionados às duas atividades. O TSE entendeu que o processo havia sido distribuído de forma inadequada e determinou sua redistribuição entre os ministros competentes, decisão da qual divergiram Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Nunes Marques, além de Mendonça e Dias Toffoli.

*Com informações da Agência Brasil.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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