22 de junho de 2026

Estrangeiros respondem com seus próprios problemas às críticas contra o Brasil

Por Alan Souza

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Só no Brasil mesmo…

Estrangeiros criticam o complexo de vira-lata. Essa foi uma das matérias mais úteis que a nossa inútil mídia já publicou!

Gringos “provam” que problemas não são “só no Brasil” e também reclamam

do UOL

Gringos “provam” que problemas não são “só no Brasil” e também reclamam

Fabiana Uchinaka

Só no Brasil… o transporte atrasa, não há táxis, a fila não anda, o aeroporto é uma bagunça, o ônibus é lotado. Só no Brasil existe burocracia, injustiça e corrupção. Só no Brasil tem protesto e confusão.

Reprodução/Facebook

Reportagem da revista The Economist fala sobre os problemas do Brasil

 

Só que… não.

Desde que o país do futebol virou o palco desta Copa do Mundo, a expressão virou o bordão dos brasileiros para reclamar dos problemas mais sérios –ou esdrúxulos– que temos por aqui e para manifestar grandes doses de “vergonha” pelo mundo estar vendo nossas mazelas. Mas os comentários dos internautas de outros países nas redes sociais têm mostrado que não é bem assim.

A revista britânica The Economist publicou na terça-feira (10) o texto “Traffic and tempers” (algo como “trânsito e humores”) no Facebook, que traz um relato do imbróglio que é circular por São Paulo na véspera do Mundial e diz que “no momento em que você aterrissa no Brasil você começa a perder tempo”. Dezenas de gringos rebateram o artigo com frases que podem deixar alguns internautas canarinhos chocados:

“Parece quando você visita o departamento da Receita da Filadélfia [nos EUA] para pagar uma conta”, diz o americano Sam Sherman.

“Há filas diárias por táxis no aeroporto Schiphol, em Amsterdã… E não é Copa do Mundo”, conta Tatyana Cade.

“Cena diária do trajeto em Tóquio, exatamente como esta imagem”, alerta Ryo Yagishita.

“Parece a Argentina, nada mais refrescante que viajar como gado depois de um longo dia de trabalho”, descreve Pao Radeljak. “Me lembra Buenos Aires”, completa Paola Scarlett.

Reprodução/Facebook

 

“A mesma coisa aconteceu com os brasileiros quando eles viajaram de Heathrow para Gatwick. O engarrafamento caótico de Londres [que sediou a última Olimpíada] também é mundialmente famoso. Depois, pense no eletricista inocente que foi morto por policiais justiceiros no metrô de Londres, que disseram que ele era terrorista [caso Jean Charles de Menezes]. Não é uma vergonha para um país desenvolvido reclamar do Brasil quando também tem problemas em seu país? Pense nos manifestantes em Londres, e na destruição por quatro dias alguns anos atrás. Então vira vergonha duplar”, afirmou Naithirithi Chellappa.

“Para todos os brasileiros que reclamam de seu país: vocês deveriam tentar viver na Europa por um minuto. Sim, nós temos tudo regulado, mas as coisas estão cada vez mais nazistas. E falar sobre corrupção? Você acha que não acontece aqui? Aqui é tão desenvolvido que você nem vê, está muito escondido e tudo é feito por políticos e outros criminosos [daqui] fora da Europa”, analisa o holandês Roas Metten. “A polícia é uma piada, eles não pegam criminosos, eles dão multas o dia todo.”

Metten completa: “Os abraços e beijos que recebo em um mês no Brasil, não ganharia em dez anos na Europa. Então talvez as coisas aqui sejam melhores reguladas pelas leis e sistemas, mas é um inferno culturalmente e nas relações.”

O espanhol Álvaro Munhoz tenta fazer uma análise mais ampla: “Para falar a verdade, se o número de pessoas que chega ao mesmo tempo excede a capacidade, a situação poderia acontecer em qualquer lugar do mundo.”

Enquanto o internauta Leandro Cintra aproveitou para contar que recentemente levou 40 minutos para conseguir um táxi… em Nova York (EUA). E mais meia hora para entrar em um ônibus… em Fort Lauderdale (EUA). Já Wenderson Neves lembrou que a fila na imigração de Londres é de pelo menos duas horas com policiais muito pouco cordiais. 

A também britânica BBC perguntou em texto publicado na terça: “What is it like to live in a Favela?” (Como é viver numa favela?). E a internauta Adreane Bertumen prontamente respondeu: “Todo país, toda cidade tem a sua ‘favela’. Gueto é gueto em todos os lugares. O Brasil não é o único”.

Reprodução/Facebook

 

“Essas favelas não são nada comparadas às que temos em Nairóbi, no Quênia”, diz Eric Murimi. “Venham ver Sodoma e Gomorra em Gana”, convida Leroy Amankwa.

“Nos Estados Unidos, nós precisamos acordar e olhar ao redor. É difícil achar uma cidade que não tenha acampamentos de sem-teto por todo seu perímetro. Bem escondidos, mas estão cada vez maiores a cada ano. Não estamos em posição de jogar pedra em outros governo”, ressalta Marie Lawson. “Nos EUA, temos guetos e estacionamentos de trailers”, concorda Eric D Molino.

Tumblr ironiza “complexo de vira-lata”

Os problemas são gerais, mas talvez “só no Brasil” as pessoas se disponham a gastar tempo e paciência para criar uma página da internet só para isso. O pessoal do Tumblr “Só no Brazil” faz isso: pescar os desabafos nas redes sociais e provar que certas coisas não são privilégio nosso. 

Se você ainda não se convenceu, confira alguns exemplos abaixo.

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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18 Comentários
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  1. Luiz M. de Barros

    14 de junho de 2014 12:33 pm

    É inexoravel America Latina

    É inexoravel America Latina berço de uma nova civilização!!!!!!Só nos resta colaborar para merecer e ser feliz ou adoecer curtindo o complexo de vira latas

  2. edson s

    14 de junho de 2014 12:34 pm

    E sobre os relatos das vaias

    E sobre os relatos das vaias e xingamentos na abertura da Copa do Mundo sobre a presidenta Dilma Roussef, já viram matérias de articulações nas redes sociais do Marcelo Tas e Roger Moreira, do Ultrage a Rigor? Enfim, as redes sociais tem sido fator preponderante e as fraquezas do governo são expostas, além de termos uma mídia enviesada e partidarizada, que não conhecem o estado de direito, democracia e não se estabelece, como o termo diz, “media”, que no sentido mais profundo, seria mediação.

    1. EJ

      14 de junho de 2014 5:07 pm

      Ultraje

      O destaque que dão aos dois elementos  e ao grupo citados é, a rigor, um ultrage para a maioria do nosso povo… 

  3. André Paulistano

    14 de junho de 2014 12:58 pm

    Quando era criança, o

    Quando era criança, o complexo de vira-lata era mais uma coisa jocosa, tipo “problemas que são nosos”, com aquelas piadas “Deus criou o Brasil como um paraíso, mas olha as pessoas que colocou lá”, leis absurdas, “obras eternas” (que nunca terminam), sujeito que fura fila, fiscal e funcionário público corrupto, etc.

    Esse complexo de hoje me parece ampliado e fermentado artificialmente pelo PIG e repassado pelos coxinhas que adoram uma flauta e que vira notícia pela velocidade incrível da internet.

    E agora, nessa matéria, o contraponto: vendo jornal quando faço da faíca um incêncio e vendo agora no “contraponto”.

    Follow the money

  4. Marcos Oliveira

    14 de junho de 2014 1:13 pm

    Olha a falácia!

    Nesse caso, é um exemplo clássico de “dois errados não fazem um certo”. É lógico que todos os países possuem problemas, mas qual é a utilidade de “se regozijar” com as falhas dos outros países e achar que por isso está tudo bem no Brasil? Nós temos que nos espelhar no que os outros países têm de melhor e lutar para que nossa nação avance. É claro que uma atitude “só no Brasil” não leva a nada, mas por causa disso as reclamações estão proibidas agora?

    1. Sérgio T.

      14 de junho de 2014 2:49 pm

      Falácia?

      Não há falácia nenhuma, o que a reportagem está fazendo se chama contraponto. O brasileiro médio (principalmente o classe média mal viajado) tende a pensar o “1º mundo” de uma forma irreal, supervalorizada. Já o rico que viaja, não se comporta aqui como se comporta lá, inclusive “esquece” que lá o bom exemplo geralmente parte dos ricos. 

      Aconteceu comigo a uns dois anos atrás, embarquei num cruzeiro marítimo, hoje um típico passeio classe média (aliás, pessoalmente acho um programa chato, só vale a pena se a turma for boa), formou-se uma fila em terra junto ao costado do navio, para checagens de passagem e identificações, logo atrás de mim um jovem de vinte e poucos anos, namorada a tiracolo, já disparou o “famoso”: – ê fila chata, isso só acontece no Brasil… – Não meu jovem, se você embarcar num cruzeiro no Mediterrâneo se fará uma fila igual, caso você não tenha notado vão embarcar 2 mil pessoas ao mesmo tempo, em apenas duas escadas, e lá onde você pensa que os cachorros são de raça, o número de escadas não aumenta, então forma-se um fila igual…

      Para mim fica claro que a declaração “sem noção” do jovem no cais, e a maneira como funciona a “cabeça” do brasileiro médio nessa questão, tem muito de vira latismo adquirido num tipo de informação difusa na sociedade, cuja “lógica” parte de amplos setores incrustados na grande mídia… E claro, muitos jornalistas e “formadores de opinião” sabem disso, mas não estão nem aí…

      Um abraço.

  5. Vantuil Barbosa Filho

    14 de junho de 2014 1:19 pm

    Só uma coisa acontece só no Brasil…

    viver as custas dos outros; uma grande parte da população ainda vive apesar dos desenvolvimento econômico que tiveram as marcas das chicotadas que levaram na vida durante centenas de anos, por um pequeno grupo que se formou poderoso economicamente e formamente formadores de opiniões e poder para viver as custas do estado; esse pequeno não precisavam ser produtivo, muito menos nacionalistas, precisavam ser esperto e aprender viver as custas dos outros; e os de maioria,  pobres cidadãos que imaginavam estar vivendo em um pais maravilhoso e belo por natureza, e que viver a vida num país assim já era um previlégio, restavam a esses ver a properidade bem longe das suas vidas; é isso que incomoda esses que chamamos hoje, comem de mais e estudam de menos, eles não aceita dividir o estado brasileiro com o grupo maior da população, eles não aceitam ver pessoas pobres viajando de avião, indo a lugares que somente eles freguentavam.

  6. janes salete

    14 de junho de 2014 2:31 pm

    Marcos Oliveira: não, não é

    Marcos Oliveira: não, não é proibido protestar e tu sabes muito bem disso. Não te faças de tonto para desculpar a tua cegueira política. O que ficou vergonhoso para todos os brasileiros, foram vocês lavarem roupa suja para gringo poder chamar vocês, pelo mundo afora, de VIRALATAS, pois o Brasil é o único país em que a mídia quer governar e o viralata sempre se posiciona a favor dos interesses da corrupta e antipaís e povo,  corrupta e salvadora dos grandes corruptos endinheirados que, relamente, roubam tudo que poderia ser investido no país. Não sei tua idade, mas não é desculpa para não conhecer a história recente, pelo menos, do Brasil. Sabias que o Renan Calheiros, que sempre foi  o ministro da justiça do entreguista fhc? Que no desgoverno desse ociólogo, viralata mór, havia o engavetador da república que arquivava as denúncias de corrupção daquele governo vagabundo e elitista? Sabias que esse fhc nunca cobrou impostos de ricos? Ao contrário, dava nosso dinheiro, literlamente, aos seus amiguinhos ricos? Provavelmente, e quero acreditar, que sejas uma pessoa jovem e não, apenas, um viralata da mídia, para não saber que nunca se investiu tanto em educação como agora. Ou nao conheces os programas PROUNI, PRONATC, MAIS EDUCAÇÃO, SISU e tantos outros, ou és um bobinho da mídia que te usa para derrubar mais um governo que investe no povo e não só nas contas bancárias próprias e dos amiguinhos banqueiros, empresários, empreiteiros e os iguais. Va te informar sobre a história do teu país para que nós, BRASILEIROS, que lutamos em favor do BRASIL, não tenhamos que passar vergonha pela burrice política dos boizinhos que a mídia mantem em seu curral para que defendam os interesses dela, contra o país e contra tua cidadania. Acreditar que o governo que mais tem investido, que tem sempre suas contas positivas, seja o governo mais corrupto, me desculpe, onde está a lógica? Se fosse o mais ladrão, teria que ter falido o país, como foi o governo que privatizou e desapareceu com o dinheiro. Sai um pouco  dos blogs, que querem te usar como viralata para eles ficarem com os benefícios e tu terminares chupando o próprio dedo, e visita alguns blogs que não pertençam a oligárquica, velhaca, corrupta, golpista, mídia tupiniquim que como teu país, como disse alguem, é vil, mas servil aos interesses dos colonozadores e invasores que sempre tem um único objetivo: assaltar o teu país. Tu acreditas, mesmo, que no BRASIL, nada presta? Bom, eu luto a favor do meu país para problemas sejam solicionados, mas, JAMAIS, passerei por viralata aos olhos dos colonizadores, cujos possuiem tantos problemas, também, difícieis de serem solucionados.

     

  7. Gilvan Jr

    14 de junho de 2014 2:34 pm

    Muita lábia. Pouca verdade.
    Com exceção de Londres e Tokio estive recentemente em cada uma das cidades citadas.

    Os cidadãos de lá é que estão verdadeiramente exagerando. As filas por taxi em Schipol não se comparam com as daqui.

    Em Paris tem sujeira e mal cheiro. Mas se quiserem ver isso ‘like a boss’ venham pras nossas capitais.

    O metro de Buenos Aires no hotario de pico é bem cheio, mas ninguém fica prensado contra a porta.

    Os casos de delinquência são furtos e quando ocorre violencis, vira noticia de jornal. Aqui pra impressionar, é preciso mutilar ou matar, porque assaltos à mão armada são rotina.

    Ainda sim o Brasil é bem menos perigoso que a midia diz la fora, mas não compare nossos problemas com os da Europa ocidental!!

    1. Edi Passos

      14 de junho de 2014 8:01 pm

      Não se está comparando

      Não vi na reportagem qualquer comparação entre os nossos problemas e os da Europa ocidental, até porque, não se olvida que muitas das nações milenares de lá já venceram, há muito tempo, vários dos problemas pelos quais ainda estamos passando.

      Sabemos, por exemplo, que na maioria dos países europeus o povo já conseguiu se tornar independente da elite medieval/escravagista, a de lá que, inclusive, nem se compara com a daqui em grau de perversão, egoismo, desumanidade, desonestidade e falta de educação.

      O que a reportagem quis demostrar – e fez muito bem – é que nem o Brasil é o inferno, nem a Europa e os EUA são os paraísos que nossa imprensa lambe-botas e seus “coxinhas adestrados” tentam pintar dioturnamente.

    2. maurobrasil

      14 de junho de 2014 8:06 pm

      Coxinhas, tremei-vos!!!

      Estive no início do ano em Londres, Roma e Buenos Aires e você tá falando merda: por exemplo, os ônibus em BA são bem masi velhos do que estamos acostumado aqui no Brasil…

  8. janes salete

    14 de junho de 2014 2:50 pm

    Outra coisa: os

    Outra coisa: os viralatas(desculpem, mas não consigo vê-los e tratá-los com outro termo), além de se mostrarem defensores do atraso e mal educados para o mundo, tambe´m, com esse fiasco de atraso, permitiram aos colonizadores, ávidos pelas nossas riquezas, ver que os viralatas apoiariam um golpe, mostraram a fragilidade desses viralatas em defender o país. Era tudo que os que não conseguiam mais entrar aqui, como se fosse a casa da mãe joana(era na época fhc e, deslavadamente, roubavam tudo que queriam, ou se instalavam aqui com salários de trabalho escravo, indignos). Mas, os viralatas da mídia, que a tem como seu governo, e, por isso, viram zumbis para defendê-la, só conseguem mostrar o que relamente são: VIRALATAS, defensores do ATRASO e que ODEIAM o´próprio país. Não a toa,  temos o maior número de pessoas que assistem televisão do mundo, por isso são tão facilmente enganados pelos grandes sonegadores, grandes fortunas que nunca querem pagar impostos, pelos artistazinhos que rebollam, se plasltificam e esquecem de pensar..A sensação que tenho desses viralatas, é que não possuem identidade própria, vontade própria, desejos próprios. Eles, apenas, seguem as ordens da mídia.

  9. Sérgio T.

    14 de junho de 2014 2:53 pm

    Estudo: crise econômica causou 10 mil suicídios em 3 anos

    Estudo: crise econômica causou 10 mil suicídios em 3 anos 

    Perda de trabalho e da propriedade estão entre os principais motivos que levaram europeus e norte-americanos a darem fim a própria vida 

     

       Pessoas formam fila do lado de fora de uma agência de empregos, em Madri, Espanha, em 06 de maio de 2013Foto: AP

    A recessão na Europa e na América do Norte provocou mais de 10 mil casos de suicídio entre 2008 e 2011, segundo uma pesquisa publicada nesta quinta-feira na revista British Journal of Psychiatry (BJPsych, na sigla em inglês).

    O estudo, feito pela Universidade inglesa de Oxford e a London School of Hygiene & Tropical Medicine, analisou dados de 24 países europeus, dos Estados Unidos e do Canadá.

    Os pesquisadores afirmam que os suicídios aumentaram “consideravelmente” quando a crise de crédito global começou.

    Segundo os analistas, a partir de 2009 os suicídios na Europa aumentaram em 6,5%, o equivalente a 7.950 casos mais do que os registrados até o momento.

    No Canadá, o número de pessoas que se mataram havia diminuido, até que a recessão atingiu o país em 2008, quando se contabilizaram 240 casos a mais de suicídios.

    Nos EUA, os casos de pessoas que se mataram subiam antes da recessão, mas a crise fez “acelerar” a tendência ao serem registrados 4.750 suicídios adicionais.

    O relatório dos pesquisadores britânicos ressalta que a perda de trabalho, da propriedade por não poder pagar a hipoteca ou o aumento da dívida das pessoas são os principais fatores.

    No entanto, outros países como Suécia, Finlândia e Áustria evitaram aumentar a taxa de suicídio durante a recessão.

    O investigador Aaron Reeves, da Universidade de Oxford, que participou do estudo, disse que é preciso se perguntar se estes suicídios não poderiam ter sido evitados.

    “Há muitas provas de que as recessões levam a um aumento dos suicídios, mas o que é surpreendente é que não aconteceu em todas as partes, como a Áustria, Suécia e Finlândia”, acrescentou Reeves.

    “Uma das características desses países é que investem em programas que ajudam o povo a voltar ao trabalho, como a assessoria”, disse o analista à BBC.

    Reeves ressaltou a importância de que os governos deem apoio e proteção aos grupos mais vulneráveis.

    Um porta-voz do Centro para a Saúde Mental do Reino Unido afirmou que o estudo mostra que o desemprego, a falta de segurança profissional e outros fatores associados à recessão estão ligados a problemas mentais e ao suicídio.

    EFEEFE – Agencia EFE – Todos os direitos reservados. Está proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agencia EFE S/A.

    Do Terra

  10. Juliano Santos

    14 de junho de 2014 3:20 pm

    Eu tenho vergonha….dos

    Eu tenho vergonha….dos coxinhas do meu país. Caramba, como são ignorantes, obtusos e desinformados.

    E se voces querem ficar mais “parecidos com os europeus”, não fiquem de quatro e parem de abanar o rabo para a Europa. Pega muito mal

  11. robson_lopes

    14 de junho de 2014 4:53 pm

    Esse comparativo de turistas

    Esse comparativo de turistas com os demais países, não seria por isso o investimento na copa do mundo e nas olimpíadas?

  12. Gão

    14 de junho de 2014 6:15 pm

    Obrigado coxinhas, vejam o que conseguiram !! oba !!

       De tanto puxar e encher o saco dos gringos vocês conseguiram ouvir umas verdades deles, de tanto xingar a Dilma vocês conseguiram que oposicionistas defendessem a PresidentA! continuem, idiotas! continuem idiotas!

    o marcelo se recuperou, quero ver vocês

    kkk

     

  13. Conde de Rochester

    14 de junho de 2014 6:38 pm

    SURREAL

    SURREAL. DEPOIS DE LER ESTE TÓPICÃO FICA A PERGUNTA:

    – HÊ AI?

    Quer dizer… O mundo todo tá  uma merda!

    Muito alentador…

    È o famoso COMPLEXO DE VIRA-LATA que tanto repetem por aqui?

    1. maurobrasil

      14 de junho de 2014 8:02 pm

      Coxinhas, tremei-vos!!!

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