27 de junho de 2026

Folha não explica demissão de jornalistas

Jornal GGN – Ao contrário do que havia sido anunciado, a Folha não publicou nenhuma explicação sobre o afastamento dos jornalistas Eliana Cantanhede e Fernando Rodrigues. Em uma nota sobre os novos colaboradores de Brasília na página 2, o jornal limita-se a um parágrafo sobre o currículo de cada um (clique aqui). A coluna da Ombudsman – que provavelmente seria sobre o tema – acabou não sendo publicada (clique aqui).

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A demissão chamou a atenção por alguns fatos.

Nos últimos anos, Cantanhede tornou-se a colunista mais identificada com a nova cara do jornal. Recebeu amplo espaço para exercitar o proselitismo político e a militância autorizada tornou-a algo descuidada em relação às informações veiculadas.

Era parcial, às vezes um tanto agressiva, mas nem de longe se aproximava do estilo pitbull que acabou predominando no jornal. Tornou-se uma espécie de face civilizada do antipetismo. Pessoalmente afável e educada, consolidou um importante contingente de fontes em Brasília.

No final dos anos 90, Fernando Rodrigues era o jornalista de confiança da direção da Folha, para temas críticos de interesse da casa, especialmente em operações articuladas com Paulo Maluf e o ex-senador Gilberto Miranda.

Depois, evoluiu jornalisticamente e acumulou um currículo respeitável, com vários prêmios de jornalismo investigativo. Mas continuou sendo utilizado para missões de confiança.

Sua última reportagem foi uma matéria bombástica sobre operações do Bradesco e Itau em paraísos fiscais. Apesar de serem operações legais de planejamento tributário e de ganhos irrisórios – perto dos resultados de ambos os bancos – a matéria recebeu tratamento escandaloso.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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53 Comentários
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  1. Lionel Rupaud

    9 de novembro de 2014 1:01 pm

    Que texto maravilhoso com o curriculo dos dois

    “jornalistas”!

    Quem será que escreveu?  (IRONIC MODE ON)

  2. Jorge Luis

    9 de novembro de 2014 1:02 pm

    Concordo. Tacanhede, apesar

    Concordo. Tacanhede, apesar de tucana até a espinha, nunca foi adepta do estilo pitbull, como o de um outro calunista, contratado há não muito tempo pelo jornal. Faltou a baba no canto da boca para manter o emprego.

  3. jns

    9 de novembro de 2014 1:14 pm

    Mídia Impressa

     

  4. Raí

    9 de novembro de 2014 1:15 pm

    Mexeram(ou vão mexer) nos seus bolsos.

    Certa vez, um sábio administrador disse: Certas coisas, só funcionam, quando mexemos nos bolsos dos envolvidos.

    A decisão da Sec. de Comunicações da Pres.da República, de “cortar” os anúncios da União, inicialmente da Veja, e preparar novos cortes nestas verbas dirigidas ao PIG, já começou a fazer o efito pretendido.

    Foi isso. Simples assim.

  5. janes salete

    9 de novembro de 2014 1:15 pm

    Jornalistas? Ficar de joelhos


    Jornalistas? Ficar de joelhos para o patrão nem sempre assegura o emprego.

  6. josé adailton

    9 de novembro de 2014 1:16 pm

    Picuinhas

    “A coluna da Ombudsman – que provavelmente seria sobre o tema – acabou não sendo publicada .”

    1. helcio dias de sa

      9 de novembro de 2014 5:55 pm

      Picuinhas

      Fernando Rodrigues não é aquele  reporter que mostrou e comprovou a compra de votos realizadas pelo ex-presidente FHC.Havia um video na internet recentemente onde ele mostrava o caminho das indias.

  7. Frederico69

    9 de novembro de 2014 1:22 pm

    se falam em escandalo financeiro em paraísos,

    isso pode lembrar o causo da rede lodo com os direitos da copa 2002!!

  8. Fabiano Duarte

    9 de novembro de 2014 1:23 pm

    Eliane Catanhede

    Nassif: a jornalista,  em questão, sempre me pareceu “uma loba voraz em pele de cordeiro” Ela é exatamenste a figura de uma ala do psdb neoliberal: sempre em cima do muro, vive insuflando e se escondendo. “Sepulcros caiados: podridão por dentro e bonitinha por fora. Ela não tem nada de “bom burguês”. Perfumadinha que detesta o povo e os trabalhadores e está pouco se lixando pelas injustiças e desigualdades existenstes na sociedade brasileira. 

    1. Sergio Saraiva

      9 de novembro de 2014 2:19 pm

      Viva Aldir e viva Cláudio.

      Eliane Cantanhêde é minha eterna “lida loura, musa da elite branca”.

  9. Homero Pavan Filho

    9 de novembro de 2014 1:34 pm

    Aplicação da cartilha neoliberal
    A Folha tá mostrando pra Dilma como é que se faz pra acalmar os mercados.

    Só espero que a presidenta não contrate um dos dois pra Secom.

    1. Marianne

      9 de novembro de 2014 2:24 pm

      SECOM

      Acho que não será necessário, pelo menoas para a Tucanhede o PSDB arruma alguma boquinha no governo de São Paulo.

    2. Brasileira

      10 de novembro de 2014 10:00 am

      Sr. Homero espero também que

      Sr. Homero espero também que não, mas com a Síndrome de Estocolmo que acomete o Governo Dilma, no ramo das comunicações, eles podem sim reaparecer na SECOM ou pior ainda um na SECOM e o outro Ministro das Comunicações….

  10. serralheiro 70

    9 de novembro de 2014 1:39 pm

    informações descuidadas

    Falar em informações descuidadas com respeito ao PiG é falar de um lugar comum, utilizado com enorme frequência, principalmemte para atingir desafetos como petistas ou intersses nacionais

  11. Conejo 10

    9 de novembro de 2014 1:54 pm

    Navios Negreiros

    Bom, eu pessoalmente encarava Eliana Catanhede como pernóstica e doentiamente maniqueista.

    Mas para mim a gota d’água foi a expressão por ela cunhada, e nunca desculpada –

    AVIÕES NEGREIROS.

    Bota preconceito nisso: preconceito contra o PT, preconceito contra os negros, preconceito contra os Médicos Cubanos, preconceito contra o programa Mais Médicos.

    Quanto às informações ela nos ficou devendo: só tinha lampejos de ódio por uma corrente que é simpática à metade da nação.

    Acho que ela nada tinha a ver com a Folha. Como, do lado oposto, Janio de Freitas também não é a “cara” da “nova” Folha, embora os 2, conjuntamente, dessem um pouco de oxigenaçãom às páginas de opinião.

  12. morallis

    9 de novembro de 2014 1:56 pm

    Quatro vitórias

    Quatro vitórias petistas?

    Trabalho mal feito.

  13. Ulisses s

    9 de novembro de 2014 2:06 pm

    A musa da febre amarela

    Que tem em sua conta pessoal uns três ou quatro mortos confirmados alem dos provaveis por aplicação desnecessária da vacina? A musa do apagão que virou secão que ela não previu ou escondeu? Isto é jornalista?

  14. Francisco de Assis

    9 de novembro de 2014 2:06 pm

    O Bradesco e o Itaú agradecem penhoradamente ao Jornal GGN

    O Bradesco e o Itaú agradecem penhoradamente ao Jornal GGN

    “Sua última reportagem foi uma matéria bombástica sobre operações do Bradesco e Itau em paraísos fiscais. Apesar de serem operações legais de planejamento tributário e de ganhos irrisórios – perto dos resultados de ambos os bancos – a matéria recebeu tratamento escandaloso.”

    Eita gota!

  15. Marco St.

    9 de novembro de 2014 2:25 pm

    Não se iludam.
    Vai

    Não se iludam.

    Vai piorar.

    Para cada Catanhede demitida há 2 dúzias de jornalistas coléricos e elilistas que trabalhariam até de graça para a Falha.

     

    1. Cristiana Castro

      9 de novembro de 2014 3:07 pm

      Que o GAFE contrate todos os

      Que o GAFE contrate todos os que ainda espumam ódio do lado de fora e os que foram ejetados não venham encher o saco aqui na blogosfera. 

  16. Edivaldo D

    9 de novembro de 2014 2:39 pm

    corte na folha de pgto
    como sempre os puxa-sacos levam pé na bunda quando não são mais necessários, a Folha está cortando na folha de pagamento aquela grana que não vai entrar (a verbas de publicidade estatal) com a derrota PSDB

  17. Toni

    9 de novembro de 2014 2:48 pm

    .

    As demissões da Folha depois da vitória de Dilma (e o clamor pela democratização das verbas de publicidade federal ) parecem ser medidas de precaução e envio de sinais que lembram a área de saúde: A medicina preventiva.

  18. AlvaroTadeu

    9 de novembro de 2014 2:52 pm

    Folha começou a faxina. Medo ou canalhice?

    É triste festejar a demissão de trabalhadores, mas Tancanhêde e Fernando Rodrigues são apenas dois picaretas exercendo a militância tucana num jornal que na maior parte das vezes defende os interesses tucanos, mas quando a água bate na bu.da, ela afunda. Mas sem dúvida, entre os 20 piores jornalistas do Brasil, eles estão entre os primeiros. O “piores” se refere à falta de caráter, ao proselitismo disfarçado, à defesa do indefensável, claro, aos funcionários do Planalto, militantes do PT que jogam contra o patrimônio. Como vocês pensam que essas pessoas colhem suas notícias? Há dezenas de Paulos Bernardos misturados aos democratas, prontos para se venderem por uma foto na capa da Revista do Esgoto.

    1. Zela

      9 de novembro de 2014 5:22 pm

       O prmeiro lugar é Josias de

       O prmeiro lugar é Josias de Souza que é muito pior que os dois. 95% da Imprensa é engaada.

  19. silvio de sousa

    9 de novembro de 2014 3:02 pm

    Falem mal mas …

    Catanhede está dando risadas.

  20. alfredo sternheim

    9 de novembro de 2014 3:06 pm

    Colunismo grosseiro e capcioso

    As demissões na imprensa têm sido frequentes, não sei porque tanta celeuma com a saída da Catanhede. Ela foi grosseira não só naquela matéria aqui lembrada (aviões negreiros), na do desastre com Leg Jet americano, como quando surgiram suspeitas em relação à um assessor do então presidente Lula, de nome Freud. Os trocadilhos infames qud ela e outros fizeram com o moço por conta do nome de batismo, revelaram uma jornalista raivosa e desrespeitosa. Ela não pediu desculpas quando Freud foi inocentado pela Justiça de todas as acusão levantadas pela mídia; o único que fez isso foi Elio Petri. Além do mais, consta que a Catanhede é ou foi esposa de um marqueteiro de candidatos tucanos, como José Serra. Daí os textos raivosos e irônicos contra Lula e Dilma. Ela não tinha a isenção  necessária para fazer aquela coluna. Seu texto era grosseiro e capcioso.
     

  21. João Sabóia Jr.

    9 de novembro de 2014 3:09 pm

    Será a nova fase…

    Se  Catanhede e Rodrigues são tucanos até a alma, a FSP com a demissão dos dois adota a posição de extrema direita com Azevedo e Magnoli, este últino criando desafetos com Janio de Freitas

    1. Alan Souza

      9 de novembro de 2014 5:35 pm

      Exatamente!

      Tiram dois pastores alemães vacinados e deixam alguns pitbulls raivosos no lugar. Ou seja, não melhorou nada, piorou bastante!

  22. Nonato Amorim

    9 de novembro de 2014 3:36 pm

    VACA

    Não me ocorre outro adjetivo para a Febre Amarela Falta de Energia Elétrica da Cantanhede Massa Fedorenta!

    Tenho dito!

  23. altamiro souza

    9 de novembro de 2014 3:40 pm

    essas figuras são símbolos do

    essas figuras são símbolos do jornalismo seletivo escandaloso.

  24. Jorge Rebolla

    9 de novembro de 2014 3:42 pm

    Miss Cantareira

    Sede, ó sede

    vê Catanhêde

    A falha dilmou

    no traseiro

    um pé levou

     

     

    1. paul moura

      9 de novembro de 2014 3:45 pm

      fantátisco….sempre

      achei ela com a cara do cantareira.

  25. lucascosta

    9 de novembro de 2014 4:48 pm

    Razões econômicas?

    Se as demissões tiverem motivação economicista, não é lá um fato que eu, em particular, comemore. Isso demonstra a dificuldade que é para a imprensa sobreviver sem o auxílio do Estado, sem o agora já famigerado bolsa-jornal. Índice de que a população não tem e/ou não quer e/ou não sente necessidade de aquirir produtos jornalísticos. Sintoma de uma tendência universal do gênero humano: ler menos. “Whatsapp” e outras redes sociais, eis o que povoa a mente da população hoje em dia – basta notar a escravização a que as pessoas se submetem em relação a seus aparelhos celulares, sejam de que classe social forem as pessoas observadas. Resta saber o que isso significa para a cultura de um modo geral. Vou além. Não me deixa feliz notar que funcionários mais antigos são descartados a fim de serem repostos por jovens menos experientes, apenas para proporcionar redução de custo operacional do patronato. Esse é o ponto que mais chama minha atenção, independente do fato de Eliane Catanhede ser “massa cheirosa tucana”, “antipetista” etc. – para mim tudo isso é besteira. Simplesmente não gosto de gente, do ser humano, sendo descartada para redução de custos.

  26. Wendel

    9 de novembro de 2014 5:35 pm

    E então…………………………..

    Até a  massa cheirosa, um dia tem seu fim !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  27. joao

    9 de novembro de 2014 5:40 pm

    Os piaos dos perdedor.

    Perderam!

  28. CB

    9 de novembro de 2014 5:42 pm

    Pois é, defendiam o choque de

    Pois é, defendiam o choque de gestão e foram vítimas do… choque de gestão! Não lamento. Bem feito.

  29. Carlos Adonias

    9 de novembro de 2014 5:51 pm

    A Cantanhede “tornou-se uma

    A Cantanhede “tornou-se uma espécie de face civilizada do antipetismo”. Sem querer encher a bola da jornalista, já vi ódio ao PT ser exercido de forma bem mais amena. 

  30. jcordeiro

    9 de novembro de 2014 6:01 pm

    “A Parte Que Te Cabe”

    Nassif: do jornalista Fernando Rodrigo pouco conheço. Mas da senhora Eliana Cantanhede, acompanhei por bom tempo sua coluna na A2 da Folha. Inclusive, em algumas de suas manifestações pensei escrever-lhe, já que fornecia o endereço eletrônico.

    Porém, conclui que como se tratava de “pena mercenária”, estaria ela se lixando para o que pudesse ser-lhe enviado. Agora veio a paga para esse tipo de jornalismo.

    Assim, a Folha matou dois coelhos numa só cajadada. Satisfez o Bradesco/Itaú, que, em conversa de cúpula, pediu a cabeça do jornalista, e de outra, tenta se aproximar do governo Dilma, oferecendo na bandeja dourada, espontaneamente, o escalpo de quem já não tem tanta utilidade.

    E como é costume daquele noticioso, versão diária de Veja, lança ainda a suspeita de que a demissão foi exigida pelo Planalto, como o caso particular da denúncia das maracutaias “legais” daqueles (e doutros) bancos.

    A bem da verdade, Cantanhede, funcionou na grande mídia da Folha como uma espécie de Joaquim Barbosa pós mensalão, “laranja chupada”, cujo bagaço se joga no lixo.

    Aliás, esta é a merecida paga daqueles que sem ideologia ou princípios embarcam nos modismos que lhes possam garantir fama e dinheiro. Cantanhede teve a merecida glória e respectiva paga.

    De repente vem alguém e grita —o rei está nú! E as Cantanhedes da vida vão para a rua da amargura, tal qual os Barbosas, já agora com os holofotes apagados, comer o pão que o diabo amassou.

    Faz lembrar do Chico —“É a conta menor que tiraste em vida / É a parte que te cabe deste latifúndio”.

  31. peregrino

    9 de novembro de 2014 6:29 pm

    no meu entender, só existe uma explicação…

    o contágio da gripe ruína

    “””elejam Aécio ou rua”””

    1. Motta Araujo

      9 de novembro de 2014 7:43 pm

      É o contrario, voces apoiaram

      É o contrario, voces apoiaram o Aécio? Rua.

      1. Lionel Rupaud

        10 de novembro de 2014 10:41 am

        André seja razoável!

        e leia o texto do Nassif.

      2. André LB

        10 de novembro de 2014 1:49 pm

          Ah, claaaaro. Então os

          Ah, claaaaro. Então os Mesquita, os Civita e os Marinho vão se demitir do Estadão, da Abril e da Globo. Conta outra.

  32. Motta Araujo

    9 de novembro de 2014 6:49 pm

    Nem pode explicar. Aendeu à

    Nem pode explicar. Aendeu à pressão do Governo, na Venezuela foi o começo do controle ABSOLUTO da midia, o primeiro passo é cortar a verba publicitaria, depois.

    1.Veiculos são pressionados para serem vendidos, “”aparece”” um comprador, na Venezuela são “off shores” de investidores  desconhecidos com sede em Curaçao, Ilhas Virgens Britanicas, grupos espanhois misteriosos, etc.

    2.Jornais não conseguem comprar papel de imprensa, não tem cotas e não obtem licença para comprar moeda estrangeira, acabam diminuindo as paginas, depois fecham (conhecida como formula Clarin)

    3.Licenças de TV não são renovadas, procura-se pelo em ovo para cancelar licenças.

    4.Donas de TV são alvos de intensa fiscalização da Receita Federal, não conseguem trabalhar porque todos os dias 50 fiscais parecem na empresa.

     

    A formula mais ou menos é a mesma na Argentina, podemos nos preparar para a “”democratização da informação””,

    direitos autorais para o Signor Grmasci i famiglia, consultoria La Habana Press Institute.

    1. guilherme souto

      9 de novembro de 2014 8:02 pm

      “Donas de TV são alvos de

      “Donas de TV são alvos de intensa fiscalização da Receita Federal, não conseguem trabalhar porque todos os dias 50 fiscais parecem na empresa.”

      Quer dizer que o dinheiro cobrado pela receita federal às organizações globo, aquele cujo processo desapareceu da receita federal no final de 2006, é fruto de pressão governamental?

    2. Henrique O

      10 de novembro de 2014 2:17 am

      A IMPRENSA DE HOJE FOI ONTEM CHAPA BRANCA DA DITADURA

      Ao Sr. Motta:

      Rede Globo, concessão Gaspar Dutra, cassada por Getúlio Vargas, concessão de Juscelino kubistheck, implantada em 1965 sob o ditador marechal Castelo Branco. Violou o art 160 da constituição por usar capital internacional da Time-Life.

      Rede Bandeirantes Televisão concessão de do ditador marechal Arthur Costa e Silva. Rádio Bandeirantes herdada de Adhemar de Barros pelo genro Saad.

      SBT – Sr. Abravanel, concessão do ditador general Figueiredo, da extinta rede Tupi.

      TV Rede – concessão do ditador General Figueiredo a extinta Rede Manchete.

      Folha de São Paulo – emprestou as peruas da operação Bandeirantes.

      O Estado de São Paulo – a família Mesquita foi avisada da maxidesvalorização em 1979 por Delfim Neto, senão não teria sobrado nem pó deste grupo.

      Editora Abril = Veja – entregou aos generais a cabeça do jornalista Mino Carta por um emprestimo de 50 milhões de cruzeiros junto a Caixa Economica Federal. Com isto Veja ficou um doce para os ditadores e todas as revistas. Vitor Civita só aparecia tirando fotos ao lados dos generais.

      Agora os proprietários da imprensa democrática que resistiu a ditadura dos fascínoras foram destruidos economicamente, pela censura feroz, quando não expropriados de suas empresas, pelos terroristas que ameacaram e colocaram bombas explodindo bancas que vendiam os veículos que os ditadores nào gostavam  e redações de jornais que nem Opinião e a Tribuna na Imprensa. Jornalistas foram confinados em Fernando de Noronha.

      A familia Mesquita do Estadão usou a redação do jornal para conspirar, deflagrar o golpe de 64.

      Vamos falar do que é nossa imprensa.

      E desde 1985 todos os Governos – federal,estaduais, municipais, continuam alimentando a imprensa que serviu a ditadura.

      Uma vez escorpião sempre escorpião.

      Sabe nossa Casa Grande só gosta de falar de Venezuela,  e se informa pela imprensa da ditadura  brasileira.

      A ditadura usou Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa e todas as estatais para viabilizar quem lhe era fiel.

      A imprensa brasileira não é adversária do PT é inimiga do Brasil hoje.

       

      1. Angélica Zenato Rocha

        10 de novembro de 2014 11:46 am

        Perfeito!

        Perfeito!

    3. MarFig

      10 de novembro de 2014 6:45 am

      Ora, todo mundo sabe que a

      Ora, todo mundo sabe que a questão é o dinheiro. Se essas empresas não conseguem viver sem o dinheiro público, como publicidade estatal, isenção de imposto sobre o papel, etc, que fechem as portas. Ser empresa privada empurrando jornais e revistas para o contribuinte pagar, como é o caso da venda descarada sem licitação para o Estado de SP de Folhas, Estadões, Vejas, Epocas e ainda faturando alto com propaganda governamental, assim fica muito fácil.

      1. Motta Araujo

        10 de novembro de 2014 11:31 am

        Nada a ver. Se a Venezuela

        Nada a ver. Se a Venezuela NÃO produz papel de imprensa só é possivel rodar um jornal importando papel. Se o Governo não dá licença de importação para o papel como é que o jornal vai ser impresso? Os jornais da Venezuela, como EL UNIVERSAL, existem há decadas, não vivem de dinheiro de governos mas precisam de papel que não pode chegar no Pais sem licença de importação. Sua tese está errada, ELES NÃO ESTÃO PEDINDO DINHEIRO.

        1. Paulo F.

          10 de novembro de 2014 12:54 pm

          Mimeografo

          Andy , o jornal impresso vai sumir, desaparecer. Veja o JB, a Gazeta Esportiva. Estão ai, existem, só não usam papel. Quer impresso, usa tua jato de tinta.

          Da forma que colocas pareces o defensor daqueles jornais que só existem em filme de faroeste americano ou de um fanzine rodado em mimeográfo.

          Agora corta a publicidade estatal aqui na Pindorama e veja se sobra um ….

           

        2. André LB

          10 de novembro de 2014 1:48 pm

            Que papo é esse, Araújo???

            Que papo é esse, Araújo??? O que a gente tem com a Venezuela??

            Diga-se de passagem que o papel-jornal é ISENTO de impostos no Brasil. Você foi industrial, acha isso JUSTO?

            Aqui em Pindorama a mídia fica sim recebendo dinheiro do governo, você sabe disso. Oras, empresa midiática agora é autarquia pra ter direito a dinheiro do governo?? Que argumento mais torto o seu.

  33. Avelino de Oliveira

    10 de novembro de 2014 8:14 am

    Caro Nassif e demais
    Eliane é

    Caro Nassif e demais

    Eliane é considerada esquerda, tem que deixar espaço para Magnoli e Reinaldo.

    Outra coisa, eles farão parte do Bolsa Família?!

    Saudações

  34. Walter Decker

    10 de novembro de 2014 12:08 pm

    Não seria por isso… ?

    Em junho desse ano o jornalista relembrou sua reportagem sobre a compra de votos da reeleição de FHC. Será que telefonemas revoltados não foram disparados ao Frias ???

    Conheça a história da compra de votos a favor da emenda da reeleição

    62

    Fernando Rodrigues

    16/06/2014 19:22Compartilhe1,8 mil88,2 mil Imprimir Comunicar erro

    O mais importante a respeito desse episódio de 1997 é que nada foi investigado como deveria. Dessa forma, restam apenas os fatos em torno da revelação do fato –trata-se de fato, pois houve provas materiais periciadas a respeito.

    Tento evitar escrever sobre assunto tão antigo porque agora é ocioso especular sobre certos detalhes do episódio. Mas como FHC e Lula trocaram chumbo a respeito, é útil fazer aqui, sem juízo de valor, uma cronologia dos acontecimentos:

    1) 28.janeiro.1997 – a Câmara aprova a emenda constitucional da reeleição: dispositivo passa a permitir que prefeitos, governadores e presidente disputem um segundo mandato consecutivo.

    2) 13.maio.1997: Folha publica reportagem da compra de votos para aprovação da emenda da reeleição. Manchete no alto da primeira página, em duas linhas: “Deputado conta que votou pela reeleição por R$ 200 mil” (clique na imagem para ampliar):

    Folha-13maio1997

    3) O que disse FHC, então presidente da República: sempre negou o esquema. Dez anos depois, em sabatina na Folha, em 2007, o tucano apresentou uma versão um pouco diferente. Alegou que a operação não foi comandada pelo governo federal nem pelo PSDB: “O Senado votou [a reeleição] em junho [de 1997] e 80% aprovou. Que compra de voto? (…) Houve compra de votos? Provavelmente. Foi feita pelo governo federal? Não foi. Pelo PSDB: não foi. Por mim, muito menos”.

    4) Provas: confissão gravada de 2 deputados federais do Acre que diziam ter votado a favor da emenda da reeleição em troca de R$ 200 mil recebidos em dinheiro. Outros três deputados eram citados de maneira explícita e dezenas de congressistas teriam participado do esquema. Nenhum foi investigado pelo Congresso nem punido.

    5) CPI: PT e partidos de oposição tentam aprovar requerimento de CPI. Sem sucesso

    6) Operação abafa 1: em 21.maio.1997, apenas 8 dias depois de o caso ter sido publicado pela Folha, os dois deputados gravados renunciam ao mandato(Ronivon Santiago e João Maia, ambos eleitos pelo PFL –hoje DEM– do Acre). Eles enviaram ofícios idênticos ao então presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Ambos alegaram “motivos de foro íntimo”. Em comentário irônico à época, o então deputado federal Delfim Netto disse: “Nunca vi ganhar um boi para entrar e uma boiada para sair”.
    Reportagem de 21.maio.1997 relata procedimentos utilizados na reportagem sobre a compra de votos.

    7) Operação abafa 2: em 22.maio.1997, só 9 dias depois de a Folha ter revelado o caso, tomam posse como ministros Eliseu Padilha (Transportes) e Iris Rezende (Justiça). Ambos eram do PMDB, partido que mais ajudou a impedir a instalação da CPI para apurar a compra de votos.

    8) Operação abafa 3: apesar da fartura de provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, não acolhe nenhuma representação que pedia a ele o envio de uma denúncia ao Supremo Tribunal Federal.
    Com a renúncia dos 2 deputados principais (Ronivon Santiago e João Maia), outros três (Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra) são absolvidos pela CCJ da Câmara, cujo processo teve como relator um deputado governista.
    Em 27.junho.1997, indicado por FHC, Geraldo Brindeiro toma posse para iniciar o seu segundo mandato como procurador-geral da República. Sempre reconduzido por FHC, Brindeiro ficou oito anos na função, de julho de 1995 a junho de 2003.

    9) Fim do caso: em 4 de junho de 1997, o Senado aprova, em segundo turno, a emenda da reeleição, que é promulgada. No ano seguinte, FHC se candidata a mais um mandato e é reeleito.

    A Polícia Federal não investigou? De maneira quase surrealista, sim. O repórter responsável pela reportagem foi intimado a dizer o que sabia a respeito do caso em… 4 de junho de 2001. O inquérito era apenas protocolar. Não deu em absolutamente nada.

     

    1. Walter Decker

      10 de novembro de 2014 12:15 pm

      Vale a pena destacar a

      Vale a pena destacar a conclusão da matéria de F. Rodrigues em junho desse ano.

      8) Operação abafa 3: apesar da fartura de provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, não acolhe nenhuma representação que pedia a ele o envio de uma denúncia ao Supremo Tribunal Federal….

      9) Fim do caso: em 4 de junho de 1997, o Senado aprova, em segundo turno, a emenda da reeleição, que é promulgada. No ano seguinte, FHC se candidata a mais um mandato e é reeleito.

      A Polícia Federal não investigou? De maneira quase surrealista, sim. O repórter responsável pela reportagem foi intimado a dizer o que sabia a respeito do caso em… 4 de junho de 2001. O inquérito era apenas protocolar. Não deu em absolutamente nada.

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