
Folha varre o lixo da Veja e serve as sobras ao público
Ricardo Amaral
Jornal retoma o triste papel que lhe coube em 2010: secundar notícias da revista contra o PT
A Folha passou a tarde de sexta azucrinando assessorias de imprensa do governo e do PT. Anunciava ter a confirmação da capa da Veja e novos detalhes sobre a suposta denúncia do doleiro Yousseff divulgada pela revista. Era blefe. Mais um.
A manchete de hoje limita-se a reproduzir o enunciado da revista: Lula e Dilma sabiam, disse o doleiro. Sem apuração própria, a Folha repete o erro jornalístico fundamental de Veja: não informa quem teria ouvido a suposta denúncia de Yousseff.
Qual é o nome do delegado que teria tomado o depoimento do doleiro na terça-feira?
Qual é o nome do representante do Ministério Público?
Qual é o nome do advogado que acompanhava o depoente?
Sem esses nomes – ao menos um deles – é impossível fazer uma checagem independente do que afirma a revista.
A revista que inventou o grampo sem áudio inova outra vez e nos apresenta o delegado fantasma, o promotor invisível e o advogado anônimo.
A Folha acrescenta a esse roteiro uma conversa que teria ocorrido entre Lula e o deputado José Janene. Que está morto. Mais uma vez, o recurso a uma acusação impossível de checar.
Na edição deste sábado a Folha retomou o triste papel de secundar matérias da Veja contra o governo e o PT.
Foi assim em 2008, quando sustentou por semanas a história rocambolesca do “dossiê dos cartões corporativos”, nascida na revista.
Foi assim no primeiro turno de 2010, quando tentou preencher, com histórias requentadas, o suposto dossiê da “equipe de inteligência” da campanha de Dilma, outra criação original de Veja.
Foi assim no segundo turno, quando publicou entrevista com um vigarista condenado, para manter acesa denúncia da revista contra a ex-ministra Erenice Guerra. Era uma fonte tão desqualificada que seu depoimento foi terceirizado, da revista para o jornal.
No tempo em que havia jornais, era comum correr atrás de furos da concorrência e tentar assumir a liderança de uma cobertura. Não é esse o caso nessa véspera de eleição.
Hoje a Folha recolhe o lixo da Veja. E serve as sobras ao público, a serviço de seu candidato.
PS: A propósito de apuração própria, sem fazer escândalo, o site do Estadão oferece outra versão sobre as supostas referências de Yousseff a Lula:
“Todas as pessoas com quem eu trabalhava diziam o seguinte: ‘todo mundo sabia lá em cima, que tinha aval para operar. Não tinha como operar um tamanho esquema desse se não houvesse o aval do Executivo. Não era possível que funcionasse se alguém de cima não soubesse, as peças não se moviam”.
O doleiro, na versão do Estadão, não afirma que “Lula sabia”. E sequer menciona Dilma. Ele apenas supõe. Se é que supôs.
Moraes
25 de outubro de 2014 3:14 pmUm reparo: a revista não
Um reparo: a revista não retorna ao papel que desempenhou em 2010. Retornou ao papel que desempenhou no começo dos anos 1970. E que nunca abandonou. É o jornal da Operação Bandeirantes. Assassinava reputacoes e pessoas, literalmente. Agora, já que impossibilitada, assassina apenas reputaçoes.
Ramsés II
25 de outubro de 2014 3:22 pmPartido Único da Midia
Em resposta a uma leitora de outro sitio (professor Hariovaldo) que mencionava um certo Partido Único da Mídia, respondi:
Grande sugestão o PUM – Partido Único da Midia, assim a malta de pobretões, a ralé ignara que desconhece o superior idioma bretão poderá entender o bloco que hoje ainda chamamos de PIG.
Não que vamos abrir mão de um bom golpe preventivo ao comunismo, vamos deixar claro.
O PUM desde já começou a aperfeiçoar (especialidade aeciana) a justiça e o combate a corrupção, pois serão dispensadas provas e investigações demoradas e desnecessárias e longos processos judiciais e julgamentos estéreis, basta um “ouvi falar”, um “parece que o marginal disse”, um “a revista Fezes publicou”, ou simplesmente um bem fundamentado “interessa aos homens de bens que”.
Hoje mesmo a Gazeta dos filhos das pátrias frias, a nosso serviço, aderiu a tese de Fezes, e deu como verdade absoluta um alegado e sem provas ilegal “vazamento” de um improvável depoimento em “segredo” de justiça cujo advogado do próprio réu desconhece.
É ou não é um “aperfeiçoamento” da justiça e da democracia dos homens de bens?
Maria Mirtilene Rodrigues
25 de outubro de 2014 3:24 pmVeja e Folha de S. Paulo viraram lixo!
Pois é Nassif, nos anos 80 a Folha de São Paulo e a Veja eram os ícones daquilo que considerávamos bom jornalismo investigativo e crítico, hoje, não passam de fuxicos de telefone sem fio… totalmente voltados a dar Golpes Midiáticos, totalmente dedicados a manipular as pessoas daquilo do que realmente seja bom para a Nação. Mas, quanto mais a Educação avançar ou esses veículos desapareceram ou terão que aprender a ser honestos.
Mario Amado
25 de outubro de 2014 3:27 pmPublicado em 25/10/2014 no
Publicado em 25/10/2014 no Conversa Afiada
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/25/denuncia-da-veja-cumplice-de-bandido-bandido-e/
“Denúncia” da Veja: cúmplice
de bandido bandido é
Brito desmonta o Golpe que a Dilma aplicou no Itaúúú do Aecioporto.
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O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:
Porque a história do doleiro é uma ofensa a qualquer inteligência
Se no Brasil se fizesse jornalismo e não campanha eleitoral nos jornais, a história do doleiro Alberto Youssef esbarraria num “pequeno” problema, sem o qual mesmo como “denúncia”, o que ele teria dito – se é que disse – não deveria ser publicado, porque falta um elemento essencial.
É simples, mas indispensável a que qualquer pessoa medianamente inteligente dê um grama de crédito e continue a ouvir o que se diz.
Mas tão obvio que, sem qualquer parcialidade política e de forma apenas cartesiana a história fica frágil como uma fofoca.
Como é que um bandido de terceira categoria, recém-saído (2004) da cadeia, operando numa cidade do interior do Paraná, que não tem contatos pessoais nem com Lula nem com Dilma Rousseff afirma, como diz a Veja, que “eles sabiam”?
É a pergunta óbvia que os promotores e policiais que se apressaram a dar a “bomba” à Veja fariam, é obvio.
E o que qualquer jornalista digno de um mínimo de profissionalismo lhes perguntaria.
Imaginemos, então, que, perguntado, Youssef tivesse dito que o ex-diretor da Petrobras Paulo Costa, lhe contara.
Então, já temos “Youssef diz que Paulo Roberto disse que Lula e Dilma sabiam”
Como Paulo Roberto Costa não era, nem mesmo ele alega isso, pessoa dos círculos de intimidade de Lula e Dilma, mesmo que não tenha dado uma simples “garganteada” sobre seu poder, para isso seria preciso que alguém lhe tivesse dito.
Digamos, um ministro, um senador ou um deputado.
E a notícia já seria “Youssef diz que Paulo Roberto Costa disse que um deputado ou o Ministro X disseram que Lula e Dilma sabiam”
Isso, claro, sem contar que o deputado, o senador ou o Ministro não estivessem invocando os nomes dos presidentes para dar cobertura à falcatrua que negociavam.
Elementos para comprovar ou dar um mínimo de credibilidade a isso? Nenhum.
Ora, será que um policial, um promotor, um juiz poderia tomar esta informação como verdade sem mais nada a comprová-la?
Por que um jornalista o faria, então?
Mais, por que, isso sendo dito a três dias de uma eleição presidencial, um policial, um promotor, um juiz ou um jornalista não vai se questionar se a declaração – se é que existe – tenha sido dada com objetivos políticos, para colher gratidões de um resultado político-eleitoral que possa advir da acusação?
E aí, de novo apelando para o raciocínio mais simples e direto: apenas porque, por interesse e parcialidade política, torna-se cúmplice daquele que o próprio juiz do caso, Sérgio Moro, chamou de “bandido profissional”.
E cúmplice de bandido, bandido é.
aliancaliberal
25 de outubro de 2014 4:18 pmDilma, Lula e o PT estão
Dilma, Lula e o PT estão envolvidos ate o ultimo cabelo com a corrupção na petrobrás e nas estatais, não há verba que sai do planalto que não seja desviada pelo PT e aliados.
Se for “permitido” a investigação ate as ultimas consequencias e o que veremos.
rdmaestri
25 de outubro de 2014 4:56 pmA minha acusação é do pecado original.
Aliança Liberal, vou te contar um segredo que é guardado a sete chaves nas bibliotecas secretas do Vaticano!
A cobra que levou a maçã para Eva comer era ancestral de quem?
Ou seja, procure nesta direção correta que verás que o pecado original, aquele que tirou Adão e Eva do Paraíso, foi culpa do PT!!!
aliancaliberal
25 de outubro de 2014 5:29 pmO primeiro petista foi
O primeiro petista foi Lucifer.
“Para que não esqueçamos, pelo menos, um reconhecimento do primeiro radical: de todas nossas lendas, mitologia e história (e quem sabe aonde a mitologia termina ea história começa – ou que é qual), o primeiro radical conhecido pelo homem que se rebelou contra a classe dominante e fez isso de forma tão eficaz que ganhou pelo menos seu próprio reino – Lúcifer.” do livro regras para radicais de Saul Alinsky .
Leonardo M. G.
25 de outubro de 2014 6:05 pmFinalmente disse uma verdade!
Lúcifer, a Estrela da Manhã, o Agathodaemon. Quem nos tirou do jugo titereteiro do Demiurgo. Realmente pode ser considerado um “petista”.
donadio
25 de outubro de 2014 8:03 pmIndo à raiz do problema.
Mas ele tinha um cúmplice, como a Veja revela:
Adma Andrade Viegas
25 de outubro de 2014 5:02 pmVocê tem como provar o que
Você tem como provar o que disse?
Se você não tiver provas, pode responder na justiça também, sabia?
aliancaliberal
25 de outubro de 2014 11:16 pmAcha que me intimida com essa
Acha que me intimida com essa conversa de processo.
Fará um grande serviço para a democracia, eu ser preso pelo PT.
Youssef ta na UTI.
Mario Amado
25 de outubro de 2014 3:28 pmPublicado em 25/10/2014 no
Publicado em 25/10/2014 no Conversa Afiada
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/25/denuncia-da-veja-cumplice-de-bandido-bandido-e/
“Denúncia” da Veja: cúmplice
de bandido bandido é
Brito desmonta o Golpe que a Dilma aplicou no Itaúúú do Aecioporto.
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O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:
Porque a história do doleiro é uma ofensa a qualquer inteligência
Se no Brasil se fizesse jornalismo e não campanha eleitoral nos jornais, a história do doleiro Alberto Youssef esbarraria num “pequeno” problema, sem o qual mesmo como “denúncia”, o que ele teria dito – se é que disse – não deveria ser publicado, porque falta um elemento essencial.
É simples, mas indispensável a que qualquer pessoa medianamente inteligente dê um grama de crédito e continue a ouvir o que se diz.
Mas tão obvio que, sem qualquer parcialidade política e de forma apenas cartesiana a história fica frágil como uma fofoca.
Como é que um bandido de terceira categoria, recém-saído (2004) da cadeia, operando numa cidade do interior do Paraná, que não tem contatos pessoais nem com Lula nem com Dilma Rousseff afirma, como diz a Veja, que “eles sabiam”?
É a pergunta óbvia que os promotores e policiais que se apressaram a dar a “bomba” à Veja fariam, é obvio.
E o que qualquer jornalista digno de um mínimo de profissionalismo lhes perguntaria.
Imaginemos, então, que, perguntado, Youssef tivesse dito que o ex-diretor da Petrobras Paulo Costa, lhe contara.
Então, já temos “Youssef diz que Paulo Roberto disse que Lula e Dilma sabiam”
Como Paulo Roberto Costa não era, nem mesmo ele alega isso, pessoa dos círculos de intimidade de Lula e Dilma, mesmo que não tenha dado uma simples “garganteada” sobre seu poder, para isso seria preciso que alguém lhe tivesse dito.
Digamos, um ministro, um senador ou um deputado.
E a notícia já seria “Youssef diz que Paulo Roberto Costa disse que um deputado ou o Ministro X disseram que Lula e Dilma sabiam”
Isso, claro, sem contar que o deputado, o senador ou o Ministro não estivessem invocando os nomes dos presidentes para dar cobertura à falcatrua que negociavam.
Elementos para comprovar ou dar um mínimo de credibilidade a isso? Nenhum.
Ora, será que um policial, um promotor, um juiz poderia tomar esta informação como verdade sem mais nada a comprová-la?
Por que um jornalista o faria, então?
Mais, por que, isso sendo dito a três dias de uma eleição presidencial, um policial, um promotor, um juiz ou um jornalista não vai se questionar se a declaração – se é que existe – tenha sido dada com objetivos políticos, para colher gratidões de um resultado político-eleitoral que possa advir da acusação?
E aí, de novo apelando para o raciocínio mais simples e direto: apenas porque, por interesse e parcialidade política, torna-se cúmplice daquele que o próprio juiz do caso, Sérgio Moro, chamou de “bandido profissional”.
E cúmplice de bandido, bandido é.
Ivan de Union
25 de outubro de 2014 3:44 pm(o
(o post
https://jornalggn.com.br/noticia/dilma-e-o-desafio-do-terceiro-turno
nao abre mais, pelo contrario, ele tranca meu computador. Verificar)
Nira
25 de outubro de 2014 5:17 pmE hoje tentei várias vezes
E hoje tentei várias vezes entrar num post sobre pesquisa CNT – MDA e aparece : acesso negado : você não está autorizado a acessar essa página. ????????? . Conteúdo vetado para velhinhas ?
Ivan de Union
25 de outubro de 2014 11:03 pm(Pra mim abriu normal. Mas o
(Pra mim abriu normal. Mas o “Desafio” nao abre mais, ele tranca o computador completamente.)
doutor natas
25 de outubro de 2014 4:03 pmtv globo und veja
minas e manos,
o jornal “hoje” da tv globo, a pretexto de noticiar o ato de ontem a noite na frente da saida de esgoto da marginal do rio pinheiros contra a mentirosa denuncia do doleiro contra dilma e lula, divulgou a referida denuncia, com reproducao da materia e com insercao de fala de aecio, logo apos o debate de ontem na tvglobo. (da dilma houve apenas a leitura de uma declaracao censurando a atitude dos estudantes.) como no referido jornal “hoje” da tv globo foi noticiada a decisao do tse proibindo a divulgacao da revista “v.”, fica a pergunta se isto nao é um desrespeito a decisao do tse e se ja nao estao tentando, mais uma vez, dar golpe?
lenita
26 de outubro de 2014 1:20 amE foi repetido ad nausean no
E foi repetido ad nausean no JN. Que na minha opinião teria de ser punida tb. A Globo.
Adma Andrade Viegas
25 de outubro de 2014 4:06 pmIsso acontece porque o TSE
Isso acontece porque o TSE proibiu a Veja de veicular a capa e a tal reportagem hoje. Mas a proibição só vale para a Veja. O resto da mídia pode repercutir à vontade. Aguardemos uma reportagem de 30 minutos no Jornal Nacional reverberando essa palhaçada.
aliancaliberal
25 de outubro de 2014 4:11 pmPT privatizou a petrobrás
PT privatizou a petrobrás para desviar recursos publicos para ele e seus aliados.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=O4sjv_9qvAM%5D
Maria Rita Molleiro
25 de outubro de 2014 11:20 pmPrivatização da Petrobras
Ainda que assim fosse… Como reverter a privatização da Vale?
Fabian Bosch
25 de outubro de 2014 4:26 pmregras da propaganda eleitoral
Um aspecto muito relevante ficou quase de lado: a necessidade de normas que estabeleçam algum equilíbrio na propaganda eleitoral. Este equilíbrio deveria envolver tanto o acesso à propaganda, que não seria exclusivo dos ricos, do poder econômico, quanto à qualidade da campanha.
Uma revista, uma emissora de tv, um jornal são veículos caríssimos, restritos a quem detém poder financeiro-econômico. Que dizer de um destes veículos assumir abertamente uma linha política, e servir a ela sem nenhum escrúpulo, sem nenhum compromisso com os fatos.
Tem sido dito aqui, no blog, que o governo de Lula e o de Dilma, tanto quanto o pt, dormitaram nesta questão de regular o uso das mídias, ao contrário do exemplar comportamento de Cristina na Argentina, em relação ao Clarin. Isso é muito e muito verdadeiro.
O que é mais angustiante é que normas de propaganda eleitoral, como quaisquer outras, ou são aplicadas espontaneamente (o que não vai acontecer no cenário brasileiro) ou compulsoriamente, mediante força judicial (ope judicis). Entretanto, falta no Brasil um Poder Judiciário equidistante das forças políticas, neutro, imparcial o bastante para merecer aquele nome. Assim, surge uma teoria da conspiração – só aparentemente, pois se trata simplesmente de um aspecto da hegemonia de uma classe sobre as outras e sobre tudo o mais.
Conclui-se que o PT negligenciou a conscientização das classes de baixo, e do próprio operariado. Assim, tem-se o paradoxo de os ex-párias, aqueles retirados das castas inferiores pelo próprio PT, pelo seu Governo, voltarem-se contra estes, graças a uma ideologia de direita (meritocracia).
Esperemos que com a vitória, Dilma tenha a coragem de enfrentar estas lacunas. Será tudo ou nada.
fabiano
lenita
26 de outubro de 2014 1:18 amPois é ! Sem uma reforma
Pois é ! Sem uma reforma política não tem jeito, pois qualquer partido tem sempre uma pedra no meio do caminho, e esta se chama PMDB (ou dá ou desce, como aconteceu c/ o Collor). Eles estão lá, c/ raríssimas excessões, eleitos para não deixar prosperar nada que venha a atrapalhar os interesses da mídia, ricos, etc. etc.
Maria Rita
25 de outubro de 2014 5:16 pmFernando Brito acertou em
Fernando Brito acertou em cheio. Não há lógica que sustente o script da denúncia nem antecedentes que tornem a palavra de um criminoso que teve a primeira oportunidade de delação premiada, retornou ao mesmo esquema criminoso. Ainda por cima, para tornar mais inútil a delação, é julgado pelo mesmo juiz anterior e ainda ganha absolvição na primeira acusação, com o novo acordo de delação do mesmo esquema retomado pelo Youssef . Parece até série de televisão. O bandido é o mesmo, mas também é espião a serviço de determinados interesses políticos. As motivações que regem os factóides de Veja, FSP, Globo e outros veículos, são as mesmas que orientam seus interesses e a resistência a abrir mão do poder de cometer crimes, os mesmos crimes que imputam aos seus adversários. Com uma grande diferença. Seus adversários ganharam o governo nas urnas, não tendo um minuto sem vigilância da Casa Grande. E eles, além de não terem representantes à altura, não têm mais credibilidade depois de tantos anos trazendo os mesmos bandidos, oferecendo ao público os remakes de seus velhos factóides.
Edson Marques
25 de outubro de 2014 10:02 pmSugestão para o sistema / aplicativo
Anallisem a viabilidade de se colocarem dois ou três botões ao final de cada quadro dos comentários, para crítica rápida dos leitores, tais como, por exemplo: gostei, não gostei, etc. (concordo, não concordo…)
Virei leitor do site.
Abraços.
altamiro souza
26 de outubro de 2014 1:48 amveja é o lixo do luxo.
o lixo
veja é o lixo do luxo.
o lixo da elite.
a folha recicla o golpe
e engana os odientos..