Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
alessandroduarte
11 de fevereiro de 2014 2:26 amGNews (vi no jornal das 22h)
GNews (vi no jornal das 22h) fez um corte ridículo na fala da dilma. Algo mais ou menos assim: “eu vou dizer a cara de pau de dizer [corte] … o nosso modelo se esgotou, que nos já demos o que tínhamos que dar” + ou – assim…. (a partir de 1m 47s)
http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/t/todos-os-videos/v/presidente-dilma-e-reciba-como-pre-candidata-em-evento-de-aniversario-do-pt/3138931/
Motta Araujo
11 de fevereiro de 2014 2:37 amBIOGRAFIAS POLITICAS – MANUEL
BIOGRAFIAS POLITICAS – MANUEL AZAÑA – Ultimo Presidente da Republica Espanhola – Manuel Azaña nasce em 1880 em Alcalá de Heneraes, estudou no Mosteiro del Escorial com os padres agostinianos, da familia abastada, formou em Direito na Universidade de Zaragoza, jornalista e escritor tornou-se critico do ditador dos anos 20, Primo de Rivera e do Rei Alfonso XIII (avô do atual Rei Juan Carlos). Assinou o Pacto de San Sebastian que organizou as forças politicas para as eleições municipais de abril de 1931 que derrotaram o Partido Real provocando a queda da Monarquia. Foi o primeiro Ministro da Guerra da Segunda Republica Espanhola, em outubro do mesmo ano substituiu o Primeiro Ministro Niceto Alcalá Zamora, tornoando-se Premier (na Espanha o titulo é Presidente del Gobierno).
Depois de muitas crises politicas quando renunciou como Premier, fundou em 1934 o Partido da Esqurda Republicana e em coligação com outros formando a Frente Popular foi eleito Presidente da Republica em maio de 1936.
Dois meses depois deu-se o Alzamiento dos Generais Franco, Sanjurjo e Mola, que dão inicio à Guerra Civil Espanhola.
Fugiu com a vitoria das forças franquistas em 1939 para a França onde morreu acuado pela policia do Marechal Petain em Montauban, tal era o reacionarismo da França de Vichy que em certo momento foi alertado pela Gestapo, quando então colocou-se sob a proteção da Embaixada do Mexico para não ser preso.
Azaña é o exemplo acabado do esquerdista moderado que perde o controle da situação para a esquerda radical e com isso levanta a direita que conta sempre com as forças da ordem e implanta um regime autoritario, dentro do modelo
historico que acometeu Leon Blum na França na mesma época e Jango no Brasil em 1964.
Os movimentos da esquerda radical que se iniciaram em junho de 2013 e culminaram hoje com a primeira morte em batalha de rua é um aviso do que a Historia já registrou quando governos da esquerda moderada perdem o controle da rua para milicias radicais e por reação unificam as forças da ordem que acabam por enfrentar em campo raso
todo o conjunto da esquerda vista como incendiaria, sem distinguir os moderados e os radicais..
Gilson AS
11 de fevereiro de 2014 3:04 amVocê sabia? Conheça curiosidades sobre o sexo através dos tempos
http://br.mulher.yahoo.com/blogs/preliminares/voc%C3%AA-sabia-conhe%C3%A7a-curiosidades-sobre-o-sexo-atrav%C3%A9s-121057379.html#more-id……..
………….. O sexo sempre existiu, isso não é novidade, mas algumas coisas sobre ele você nem imagina. Certas práticas e acessórios a gente tende a acreditar que são novidade, que nossos tataravós nem imaginavam que aquilo pudesse existir, mas a verdade é que foram os antepassados deles que deram as ideias para o que temos hoje na nossa vida sexual.
Veja algumas curiosidades que vão mudar sua maneira de encarar a vida sexual.
1- Rolam 114 milhões de relações sexuais pelo mundo todos os dias, de acordo com o International Planned Parenthood Federation. Por hora são 4,75 milhões de casais transando. Por minuto, 79.166 relações. Pois é, agora mesmo você está de fora dessa festa!
2 – Um dos primeiros artigos elétricos criados foi o vibrador – antes do aspirador de pó ou do ferro de passar roupa. No século 19 era um tratamento para a histeria, que funcionava a vapor. Antes disso, na Grécia antiga, já havia sido criado um pênis de madeira revestido de couro, chamado olisbos. Ele era usado para diminuir a sensação de isolamento das mulheres.
3 – A primeira foto que mostra pelos pubianos em mulheres foi publicada em 1970 e mostrou uma quebra de tabu. A informação de que mulheres têm pelos assusta as pessoas até hoje.
4 – Pênis grandes eram algo negativo na Grécia antiga. Eles eram tidos como feios e menos férteis do que os pequenos. Mas nem tudo o que veio de lá se manteve forte até hoje, não é mesmo?
5 – Televisão no quarto atrapalha a vida sexual. Um estudo realizado em 2006, pela sexóloga italiana Serenella Salomoni, diz que os casais sem televisão próxima à cama transam duas vezes mais.
6 – Um orgasmo feminino dura de cinco a dez segundo mais do que o masculino. Durante esse tempo, as paredes da vagina soltam uma descarga de 244 minivolts. Cinco mulheres tendo orgasmo juntas poderiam acender uma pequena lâmpada. Poderosa essa brincadeira, não?
Maria Carvalho
11 de fevereiro de 2014 3:16 amO que “rola” por aí (recebi, por e-mail).
A coisa é séria!
Diego Casagrande (jornalista de Porto Alegre)
Não espere tanques, fuzis e estado de sítio.
Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades.
Não espere tanques nas ruas.
Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades.
Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.
Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.
A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida. Ela é bem diferente. É hoje silenciosa e sorrateira. Sua meta é o subdesenvolvimento. Sua meta é que não possamos decolar.
Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas. Corrói a valorização do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.
Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática.
Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos, não serve.
Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.
Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser “humano” e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros.
Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando.
Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por consequência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.
Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem.
A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.
A constatação que faço é simples.
Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental – que é óbvio faz parte da revolução silenciosa – as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário.
Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males. E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.
No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo. São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa. Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.
Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que “tem” e é “dono” de algo, enquanto outros nada têm.
Como se houvesse relação de causa e efeito.
Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro “Geografia”, obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro.
O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.
Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de “alguns” e que assentamentos e pequenas propriedades familiares “são de todos”.
Aprendem que “trabalhar livre, sem patrão” é “benefício de toda a comunidade”. Aprendem que assentamentos são “uma forma de organização mais solidária… do que nas grandes propriedades rurais”.
E também aprendem a ler um enorme texto de… adivinhe quem?João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.
O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que “meninos e meninas, a nova geração de assentados… formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST”.
Essa é a revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas.
Nada mais totalitário. Nada mais antidemocrático. Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazifascista.
Tristes são as consequências.
Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio.
Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.
A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.
O antídoto para a revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, divulgar, fazer pensar, incomodar os agentes da “Stazi” silenciosa.
É o que faço.
Não há silêncio que resista ao barulho!
Diogo Costa
11 de fevereiro de 2014 3:33 amTexto padrão
Texto padrão do Diego Casagrande. Estamos absolutamente acostumados, aqui no Rio Grande do Sul, com estes textos de extrema direita veiculados por tipos como Diego Casagrande, José Barrionuevo, Denis Rosenfeld, Rogério Mendelsky, Políbio Braga e outros fascistas menos cotados. Lixo puro.
Maria Carvalho
11 de fevereiro de 2014 3:45 amO texto!
Caro Diogo, agradeço as observações.
Não conhecia a “figura”, e, também, “sua direção”.
Fiquei admirada de tal conteúdo adentrar na minha caixa de mail.
jns
11 de fevereiro de 2014 3:42 amO depoimento de Snowden para a TV alemã
A recente entrevista de Snowden foi censurada pela mídia dos EUA
– “Não há dúvida de que os EUA estão envolvidos em espionagem econômica” – Snowden
Snowden, comentou, em entrevista à ARD, TV alemã [ironia aqui é bobagem] como os programas de vigilância tirânicos corroem os direitos humanos e a liberdade individual.
O YouTube removeu os vídeos sobre a entrevista, com duração de 30 minutos, concedida ao documentarista Hubert Seipel, da German Television Channel NDR, disponibilizada no dia 29 de janeiro de 2014.
A matéria foi ao ar na noite de domingo, dia 2 de fevereiro, na rede pública de televisão ARD.
“Se eu sou traidor, o que traí?”, perguntou Snowden. “Eu dei todas as minhas informações para o público americano e aos jornalistas americanos que estão relatando sobre as questões americanas. Se eles veem isso como traição, acho que as pessoas precisam, realmente, considerar sobre o que eles pensam que estão avaliando. O público é suposto ser o seu chefe; não o seu inimigo. Além disso, quanto à minha segurança pessoal, eu nunca vou estar, totalmente, seguro até que estes sistemas mudem.”
Ele disse que, apesar de se sentir ameaçado, não perde o sono porque acredita que ele fez a coisa certa.
Trechos da entrevista publicada pelo NYT
[video:http://youtu.be/QDHrI4CtAdw%5D
– “Nós temos muito mais a temer de um governo federal tirânico, do que Edward Snowden. É inacreditável quando traidores ocupam posições de poder, enquanto aqueles que, simplesmente, expõem as suas condutas criminosas, são considerados culpados de traição.” – Tim Brown
A entrevista completa publicada pelo site LiveLeak
– “Foi a coisa certa a fazer e eu não tenho medo.” – Snowden
http://www.liveleak.com/view?i=f93_1390833151
O Escritor
11 de fevereiro de 2014 4:17 amO assassinato do repórter cinematográfico da Band
Poucas imagens há que sejam mais simbólicas da covardia humana do que esta.
O black bloc acende o artefato e coloca-o estrategicamente direcionado para uma pessoa situada no máximo a 5 metros de distância.
Reparem que ele poderia ter direcionado a pontaria para a esquerda ou para a direita, nos mais variados graus de afastamento em relação ao repórter cinematográfico da Band.
Mas não: ele escolheu a direção exata da pessoa à frente. Um ato consciente.
Detalhe: o cinegrafista está de costas.
Como se sabe, os covardes são covardes justamente porque têm medo de enfrentar outras pessoas, Fazem as coisas furtivamente. Usam máscaras, Buscam a proteção do grupo. Misturam-se em manifestações pacíficas. Dissimulam: fingem não ser (um grupo) o que são (“somos uma tática”). Tremem e falam desarticuladamente quando são pegos. Têm fantasias de vingança (“perseguição”, “tortura”) se caírem nas mãos de suas vítimas.
Atacam de surpresa, sem dar direito à defesa.
Preparado o ataque, o black bloc… foge. Como bom covarde, sai em disparada para não ter que assumir as consequências de seu ato criminoso.
A foto desmonta a farsa da versão. Houve a intenção patente de atingir uma pessoa com um artefato potencialmente mortal, quando disparado de tão perto, em alta velocidade.
Essa foto, tristemente famosa, merecia o Prêmio Esso. Não só por ter-se tornado um símbolo da covardia humana, mas por ter ajudado a desnudar a própria essência de um movimento criminoso tantas vezes defendido por intelectuais e jornalistas precipitados.
Um essência que já havia sido pressentida por muitos na iniciativa de incendiar o fusca da família do serralheiro Itamar Santos, em que viajavam duas mulheres e uma criança, no dia 25 de janeiro último. Ela mesmo: a covardia assassina.
Manoel de Jesus
11 de fevereiro de 2014 5:21 amBB e novo expansionismo americano
Comentário de Marcosmag, no blog da Cidadania;
Black Bloc são organizações com lideranças (o papo de movimento “horizontal” é balela) treinadas por ONGs ligadas à famigerada CIA. Normalmente, ficam no anonimato. Mas, para o bem da humanidade, uma delas chamada OTPOR, criada na ex-Iugoslávia para combater o governo de Slobodan Milosevic, deixou o “rabo de fora”.
Hoje, chama-se CANVAS e espalha subversão onde os governos não atendem tudo o que os EUA querem deles. Atuam em dezenas de países como Brasil, Venezuela, Bolívia, Ucrânia, Tailândia, Argentina e muitos outros.
Os chamados Black Bloc atuaram no Egito contra o governo eleito de Mursi. Assim que ocorreu o Golpe Militar, os Black Bloc sumiram das ruas. A primeira medida de politica externa dos militares foi fechar a fronteira com Gaza, fazendo a vontade dos EUA e Israel e isolando ainda mais os palestinos.
Na Ucrânia, tentam levar aquele país eslavo a um acordo econômico e militar com os EUA/UE/OTAN. É só olhar o que acontece na Espanha, Grécia, Itália, Irlanda e outros países europeus afundados na depressão econômica, desemprego em massa e fim do Welfare State para saber o que ocorrerá com a Ucrânia caso faça a loucura de unir-se a UE.
Na Tailândia, tentam IMPEDIR AS ELEIÇÕES pois sabem que a oposição de direita é minoria em relação aos prováveis eleitores da atual primeira-ministra, que promoveu reformas sociais no país.
Portanto, são profissionais e devem ser combatidos com profissionalismo pela ABIN, PF, inteligência das Forças Armadas.
José Carlos Lima
11 de fevereiro de 2014 5:34 amFilha de cinegrafista se despede do pai
Do jornal O Tempo:
Em seu depoimento, a jornalista também detalhou a convivência com o pai. Além de citar todos os momentos de convívio entre os dois, como quando decidiu seguir a profissão e quando se casou, ela deixou claro como eram ligados.
Por fim, Vanessa explicou que passou a noite com o pai no hospital. Durante toda a madrugada ela conta que ficou deitada em seu ombro, e ainda teve tempo de pedir desculpas e agradecer pelos ensinamentos.
Leia a carta na integra
Meu nome é Vanessa Andrade, tenho 29 anos e acabo de perder meu pai.
Quando decidi ser jornalista, aos 16, ele quase caiu duro. Disse que era profissão ingrata, salário baixo e muita ralação. Mas eu expliquei: vou usar seu sobrenome. Ele riu e disse: então pode!
Quando fiz minha primeira tatuagem, aos 15, achei que ele ia surtar. Mas ele olhou e disse: caramba, filha. Quero fazer também. E me deu de presente meu nome no antebraço.
Quando casei, ele ficou tão bêbado, que na hora de eu me despedir pra seguir em lua de mel, ele vomitava e me abraçava ao mesmo tempo.
Me ensinou muitos valores. A gente que vem de família humilde precisa provar duas vezes a que veio. Me deixou a vida toda em escola pública porque preferiu trabalhar mais para me pagar a faculdade. Ali o sonho dele se realizava. E o meu começava.
Esta noite eu passei no hospital me despedindo. Só eu e ele. Deitada em seu ombro, tivemos tempo de conversar sobre muitos assuntos, pedi perdão pelas minhas falhas e prometi seguir de cabeça erguida e cuidar da minha mãe e meus avós. Ele estava quentinho e sereno. Éramos só nós dois, pai e filha, na despedida mais linda que eu poderia ter. E ele também se despediu.
Sei que ele está bem. Claro que está. E eu sou a continuação da vida dele. Um dia meus futuros filhos saberão quem foi Santiago Andrade, o avô deles. Mas eu, somente eu, saberei o orgulho de ter o nome dele na minha identidade.
Obrigada, meu Deus. Porque tive a chance de amar e ser amada. Tive todas as alegrias e tristezas de pai e filha. Eu tive um pai. E ele teve uma filha.
Obrigada a todos. Ele também agradece.
Eu sou Vanessa Andrade, tenho 29 anos e os anjinhos do céu acabam de ganhar um pai.
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 5:52 am(Sem título)
Gão
11 de fevereiro de 2014 8:27 amMomento da nova ameaça
0:43, não é muito claro, “próximo vocês”
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5KORQoASUfs%5D
a guerra dos estúpidos
Gão
11 de fevereiro de 2014 9:23 amPara derrotar Dilma em 2014, oposições planejam impor o caos
Para derrotar Dilma em 2014, oposições planejam impor o caos no país
Há um fato com o qual praticamente todos os analistas políticos concordam: em uma disputa limpa haverá poucas chances de candidatos da oposição derrotarem a presidente Dilma Rousseff na eleição presidencial do ano que vem. Essa chance só se materializará se a sensação de bem-estar gerada por emprego e renda em alta for anulada.
Mas como anular uma realidade que se faz sentir na veia da maioria dos cidadãos brasileiros, uma maioria hoje inserida na classe média baixa e que, agora, vê filhos se tornando os primeiros universitários da família, que está comprando o primeiro automóvel, que está reformando ou comprando imóveis, que vem tendo sucessivos aumentos de salários?
Em primeiro lugar, os que pretendem tirar o PT do poder após dez longos anos de hegemonia política desse partido sonham com uma ampla frente das oposições de esquerda e direita ao governo Dilma. PSDB, DEM, PSB, PSOL e PSTU vêm mantendo diálogo por meio de interpostas pessoas, acertando pontos mínimos de convergência e uma estratégia comum.
Uma frente formal que reúna partidos aparentemente tão diferentes não é viável. Pegaria mal tanto para o lado esquerdo quanto para o direito. Mas a aliança pode se dar no discurso e nas táticas que serão usadas para tentar anular o bom e velho “feel good factor”, ou “fator sentir-se bem”, em tradução livre.
Mas como fazer o cidadão esquecer que hoje qualquer um consegue emprego em um país em que a escassez de emprego sempre foi tão grande que as empresas pagavam salários de fome até para engenheiros formados? Como fazer o cidadão esquecer do automóvel que agora tem na garagem ou do filho que será o primeiro membro da família a se formar?
Durante as manifestações de rua que se abateram sobre o país ao longo do mês de junho ficou provado que é possível hipnotizar um país inteiro. Diante de um mundo perplexo, o país que mais tem avançado na distribuição de renda, na redução da pobreza, na geração de empregos, no aumento do poder de compra dos salários e que tem resistido à maior crise econômica em cerca de um século parecia um dos países árabes em que ditaduras cruéis foram derrubadas por grandes protestos daqueles povos famintos e sem perspectivas.
A espantosa queda de aprovação de Dilma em um espaço de míseros 30 dias mostrou ser possível, sim, fazer um país esquecer tudo o que conquistou graças aos que o governaram nos últimos dez anos.
Em tese, portanto, bastaria reeditar as tais “jornadas de junho” para derrotar a atual presidente. Os partidos que detêm “tecnologia” para colocar massas nas ruas – PSOL e PSTU, que se valem de todo tipo de gente para inflar protestos, inclusive de neonazistas, punks, skinheads e assemelhados – fariam todo o trabalho e aos partidos de direita bastaria apontar a “insatisfação do país” com “esse governo”.
Enquanto a oposição de esquerda enche as ruas com militantes de esquerda e psicopatas de direita para forjar “insatisfação generalizada”, a de direita usaria os grupos de mídia que a apoiam para desacreditar o Brasil no exterior com olhos na possibilidade (real) de uma reviravolta na crise internacional que tiraria os países ricos da linha de tiro e colocaria países em desenvolvimento.
Recentemente, o colunista da Folha de São Paulo Demétrio Magnoli citou uma “tempestade perfeita” que despencaria sobre o Brasil no ano que vem e que anularia o “feel good factor”.
Em tese, a “tempestade perfeita” de Magnoli consistiria em os Estados Unidos subirem as taxas de juros, hoje praticamente zeradas com vistas a estimular o crescimento de uma economia doente. Com esse aumento de remuneração do capital nos EUA, haveria uma fuga de dólares do Brasil e, com menos dólares na praça, o real se desvalorizaria, gerando inflação.
Enquanto os black blocs estivessem apavorando e espantando turistas e fazendo o Brasil passar vexame em plena Copa do Mundo, possivelmente afetando o moral da Seleção, que completaria a tragédia jogando mal e perdendo a Copa “em casa”, os preços estariam explodindo, os empresários entrariam em pânico e, nesse momento, a mídia ainda trataria de expor algum dos escândalos de última hora que sempre explodem contra governos petistas em períodos eleitorais.
Contudo, o que o novo colunista da Folha e os que endossam sua teoria da “tempestade perfeita” não avaliam é que o Brasil resistiu aos solavancos da economia internacional ao longo de toda a década passada. Devido às imensas possibilidades de investimento em nosso país, pode não haver fuga relevante de dólares mesmo que os EUA aumentem os juros.
Além disso, mesmo que diminua o fluxo de dólares para o Brasil, os níveis de investimento irão aumentar ao longo do ano que vem, sobretudo por conta dos investimentos no campo de petróleo de Libra, recém-leiloado.
O que preocupa é que no próprio PT há gente disposta a se unir à oposição pela esquerda. Recentemente, um dos candidatos a presidente do partido propôs que seja “sacrificada” a reeleição de Dilma em troca de se “fazer a reforma agrária”, provavelmente achando que é possível reverter 500 anos de concentração de propriedade da terra ao longo de 2014. E ignorando que a volta da direita ao poder reverteria qualquer conquista.
Contudo, apesar de até o próprio PT abrigar uma oposição de esquerda ao governo federal em seus quadros, de a oposição em outros partidos de esquerda só pensar em vingança contra os grupos de centro-esquerda que hoje dominam o partido do governo e que expulsaram os que fundaram PSOL, PSTU etc., e de haver risco, sim, de os EUA aumentarem os juros, o governo ainda tem bala na agulha.
Apesar da estrondosa queda de popularidade de Dilma advinda das “jornadas de junho”, a continuidade da instalação de programas sociais e de medidas econômicas que beneficiam a maioria reverteu aquela queda.
Assim como o Minha Casa, Minha Vida, como a redução das contas de Luz ou como a queda dos juros liderada pelos bancos oficiais, o governo continuou implantando programas que beneficiam as massas, sendo o Mais Médicos o último programa dessa série. Com isso, reverteu-se a queda de popularidade de Dilma, que já desponta como favorita em 2014.
Está posto, então, o quadro político para o ano que vem. Mais uma vez, haverá disputa entre a razão e a emoção, como em 2002, 2006 e 2010.
Em 2002, Lula venceu graças à racionalidade: após FHC se reeleger em 1998 prometendo não desvalorizar o real, no primeiro mês de seu segundo governo ele violou a promessa. O povo foi racional tirando do poder um partido que o enganou, o PSDB.
Em 2006, Lula se reelegeu contra a comoção que tentaram instalar no país contra a “corrupção” do PT no âmbito do escândalo do mensalão. Mais uma vez prevaleceu a racionalidade. A sociedade preferiu os avanços que já sentia no cotidiano ao discurso moralista que tentava transformar Lula em um corrupto mesmo sem nenhuma prova contra ele.
Em 2010, Lula elegeu Dilma com base no imenso bem-estar social que seu governo gerou ao país. Salários crescendo, empregos surgindo em toda parte, pobreza e desigualdade despencando e o protagonismo internacional do Brasil derrotaram o fundamentalismo religioso e a rede de intrigas aos quais José Serra se agarrou para tentar derrotar a adversária
A racionalidade vem derrotando a catarse há mais de uma década, portanto. Mas essa racionalidade foi rompida em junho graças a um espetáculo pirotécnico que os oposicionistas da situação e da oposição conseguiram montar – uns por falta de visão e outros por má fé mesmo.
O que resta saber, portanto, é se após a sociedade despertar da catarse junina ela poderá ser drogada de novo. Será que o povo aprendeu alguma coisa após ver toda aquela pantomima não resultar em absolutamente nada? Será que a desmoralização da tática de quebra-quebra fará o povo resistir à droga político-ideológica que tentarão lhe inocular?
Façam suas apostas.
http://www.blogdacidadania.com.br/2013/11/para-derrotar-dilma-em-2014-oposicoes-planejam-impor-o-caos-no-pais/
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 9:36 amBarbárie!
Barbárie!
lucascosta
11 de fevereiro de 2014 9:47 amDireito Penal do autor ou Direito Penal do fato?
Um pequeno aviso aos que querem legislação penal nova por conta dos fatos recentes a envolverem black blocs. A legislação brasileira não é exatamente como imaginam leigos com os ânimos acalorados pela emoção do momento.
Direito Penal do autor ou Direito Penal do fato?
(Do site LFG: http://ww3.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20090723102134660)
Autor: José Carlos de Oliveira Robaldo
Discute-se muito se o autor de uma conduta delituosa deve ser punido pelo que é (direito penal do autor), pelo que fez (direito penal do fato ou da culpa), pelos dois motivos concomitantemente ou, até mesmo, ora por um, ora por outro. Eis o tema.
É possível, a grosso modo, dividir o mundo em dois blocos: de um lado os países que adotam o direito penal do fato e, de outro, os países que adotam o direito penal do autor.
O sistema penal brasileiro, que é o que nos interessa diretamente nestas reduzidas reflexões, adotou, para caracterizar o crime, o direito penal do fato. Entretanto, para a fixação da pena, regime de cumprimento da pena, espécie de sanção, entre outros, adotou o direito penal do autor (CP, art. 59).
Isso significa que, no nosso caso, para responsabilizar penalmente alguém pela prática de uma conduta criminosa, impõe-se ao Estado, por meio do trabalho inicial, de regra, da polícia judiciária (inquérito policial) e do Ministério Público, deste em juízo (processo), provar, de forma induvidosa, a sua concorrência direta ou indiretamente para a prática da conduta que lhe foi imputada.
Nessa perspectiva não interessa o histórico ou antecedente do investigado ou suspeito. Por mais criminoso que seja o possível autor da infração, assim mesmo, para a sua condenação, impõe-se ao autor da ação penal, que, em regra, é o Ministério Público (estadual ou federal), obedecendo aos princípios constitucionais do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, por meios lícitos, provar cabalmente o seu envolvimento.
É nessa linha de raciocínio que se deve entender a afirmação técnica e bastante conhecida de que “o que não está nos autos não está no mundo”. Ou seja, mesmo que se tenha certeza de que “A” foi o autor da morte de “C” ou de que o caminhão carregado de maconha apreendido seja procedente da fronteira do Brasil com o Paraguai (Cel. Sapucaia, Ponta Porã), por pior que sejam os antecedentes dos possíveis autores, se essa certeza não vier para os autos do processo, a respectiva condenação não poderá ser concretizada.
Se de um lado isso é ruim porque passa à sociedade a sensação de impunidade, de outro, é positivo porque impede a injustiça. É igualmente dessa idéia que surgiu a afirmação popular de “que mais vale um bandido solto do que um inocente preso”, o que reforça, com efeito, o princípio de que a pessoa deve ser punida não pelo que é e sim pelo que fez.
A base jurídico-filosófica desse princípio está no Estado de Direito.
A partir da idéia do direito penal do fato é que se justifica a não punição nos chamados “crimes impossíveis” previstos nos nosso Código Penal, embora a tentativa tenha se verificado. Para exemplificar, vamos imaginar a hipótese em que um temeroso matador profissional seja contratado para matar “A” e, para executar com sucesso a “tarefa”, disparou sua arma contra a vítima no momento que dormia. Contudo, por meio de exame pericial, constatou-se que “A” já se encontrava morta por ocasião dos disparos. Neste caso, não obstante a intenção de matar e os antecedentes do “matador profissional”, ele não responderá pela morte porque não foi o autor do fato (morte).
Poderá sim ser responsabilizado penalmente por porte ilegal de arma etc, mas não pela morte em si.
Agora, para a fixação da pena, espécie de pena, regime de cumprimento, substituição, transação penal etc, que é um momento posterior à imputação (responsabilização penal), aí sim, o nosso sistema penal adotou o chamado “direito penal do autor”, eis que nessas hipóteses o juiz levará em consideração, entre outras, o grau de culpabilidade (reprovabilidade) do autor do crime, seus antecedentes, as conseqüências do crime etc. Por exemplo, quem seqüestra alguém, mesmo que nos chamados “seqüestros relâmpagos”, e o mantém sob a mira da arma e com outros tipos de ameaças/violências até que o carro seja entregue no país vizinho ou que o dinheiro seja sacado do caixa eletrônico, necessariamente deve receber uma punição maior.
Disso se conclui que, para responsabilizar alguém pela prática de um crime, o sistema penal brasileiro leva em consideração o “direito penal do fato”, enquanto que para punir, aplicar a pena no caso concreto, tem como base o “direito penal do autor”.
rkodama
11 de fevereiro de 2014 12:23 pmFim do Clipping MP
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2014/2/11/aviso
AVISO
AVISOClipping MP – 11/02/2014
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informa que as atividades do clipping, disponibilizado diariamente, serão encerradas a partir da próxima quarta-feira (12). Agradecemos a todos que utilizavam o nosso serviço.
CELSO ORRICO
11 de fevereiro de 2014 2:07 pmWANDERLEY SENTE UM ODOR FÉTIDO
saiu no Conversa Afiada..
Bem que o mestre Wanderley Guilherme dos Santos avisou: ” vai dar merda”..
WANDERLEY SENTE UM ODOR FÉTIDO
Suaves apresentadoras perguntam se eles não vão fechar a ponte Rio-Niterói …
Publicado em 20/06/2013
O Conversa Afiada reproduz irretocável artigo do professor Wanderley Guilherme dos Santos para o Cafezinho
CONTRABANDOS AUTORITÁRIOS EM BOA FÉ ALHEIA
por Wanderley Guilherme dos Santos
É frenética a competição pela atribuição de sentido a manifestações deste junho que já não possuem sentido unívoco algum. Da tentativa de apropriação pela mídia conservadora, que obteve sucesso em pautar as demandas e insinuar o roteiro das caminhadas, às solenes reflexões sobre o aprofundamento da participação popular e o esgotamento da democracia representativa, nada faltou para obscurecer o já espinhoso desafio de compreender o sucesso e eventuais explosões de coletividades. Até mesmo a subserviente beatificação da juventude pelos velhotes assustados com o estigma de superados, caso não adotem o corte de cabelo à moicano, compareceu. Mas em seu tempo, a bem da verdade, nenhum deles foi preservado de cometer sandices pela juventude de que desfrutavam.
É razoável atribuir ao aumento nas tarifas dos transportes coletivos a força causal que pôs em movimento as primeiras manifestações. A repressão bruta, na cidade de São Paulo, à passeata de quinta-feira, 13 de junho, forneceu uma razão suficiente para a velocidade inédita com que manifestações semelhantes se disseminassem horizontalmente em várias capitais. Ao saírem às ruas, na segunda-feira, dia 17, o que as marchas conquistaram em adesão extensa perderam em unidade reivindicatória. Do mesmo modo, a causalidade que mobilizava o povaréu tornou-se múltipla e não automaticamente coerente. A lista de reivindicações avolumou-se, fragmentando os grupos de interesse e anunciando o óbvio: é impossível atender completa e instantaneamente a todas as deficiências do país. Insistir nisso é torcer por um impasse sem negociação crível. O clima ficou grávido de sinais disparatados, com a ausência de coordenação de legitimidade reconhecida. Paraíso para todos os oportunismos, charlatanices, além dos equívocos de boa fé.
Nada a ver com os “cara pintadas” do “Fora Collor”. À época, todos foram às ruas com o mesmo e único propósito: o impedimento do presidente . Princípio causal único do movimento, indicava o que era apropriado e o que não era apropriado fazer. Não havia sentido, para o objetivo comum, promover depredações, alienar aliados ou desrespeitar adversários. Muito menos aproveitar a audiência para fazer propaganda de algum interesse faccioso. Agora, a que vem a PEC 37, por exemplo, nas manifestações sobre aumento de passagens de coletivos? – Trata-se de um aprofundamento do processo decisório, dirão alguns de meus colegas. Sim, e por conta disso lá virá a mídia conservadora sugerir que as manifestações não parem, apenas substituam as bandeiras, quem sabe sabotar as próximas licitações ferroviárias, rodoviárias e aeroviárias fundamentais para o país? Ou, ainda melhor, alterar o sistema de partilha do pré-sal e revogar a exigência de participação da Petrobrás? As suaves apresentadoras do sistema golpista de comunicação passaram a perguntar ao repórter que cobria manifestação na cidade de Niterói se os protestos não iriam se dirigir à ponte Rio-Niterói, justo depois dos prefeitos do Rio e de Niterói revogarem o aumento nos transportes. Em qualquer democracia que se preze essa incitação à desordem não ficaria sem conseqüência.
Ao contrário de ser uma beleza de movimento sem líderes, o espontaneísmo infantil se revela um desastre na confissão de alguns de que não conseguem impedir a violência de sub-grupos. Nem por isso deixam de ser responsáveis por ela na medida em que continuarem recusando a adesão cooperativa das instituições com alvará de estabelecimento reconhecido, instituições capazes de assegurar a virtude pacífica das manifestações. É politicamente primitivo, nada vanguardista, impedir a associação de movimentos organizados e, inclusive, de partidos políticos, desde que submetidos ao objetivo central da manifestação. Em movimentos de boa fé democrática há a hora de desconfiar e a hora de convergir. Ou estão sub-repticiamente provocando o descrédito de legítimas instituições democráticas a pretexto de alargar a esfera de liberdade do espaço público?
Não são só os de boa fé e bem intencionados que se manifestam e pautam o “espontâneo” alheio. Reconheço o odor fétido dessa teoria de longe.
Luciano Prado
11 de fevereiro de 2014 2:36 pmDeu a louca no STF
Barbosa revoga duas decições de Lewandowski sobre reajuste de IPTU
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1410475-barbosa-revoga-duas-decisoes-de-lewandowski-sobre-reajustes-de-iptu.shtml
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 2:58 pmEu ia noticiar exatamente o
Eu ia noticiar exatamente o mesmo.
Vale,.Luciano Prado.
O Barbosão é louco de pedra mesmo.
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 2:40 pmShirley Temple, atriz de
Shirley Temple, atriz de “Olhos Encantadores”, morre aos 85 anos
A atriz Shirley Temple morreu nesta segunda-feira (10), aos 85 anos. Segundo a BBC, a morte foi de causas naturais e ela estava em casa, em Woodside, Califórnia, cercada por sua família e cuidadores. “Nós a saudamos por uma vida de realizações notáveis como atriz, diplomata, e o mais importante, como a nossa querida mãe, avó, bisavó e mulher adorada de 55 anos”, disse a família em comunicado.
Com característicos cachinhos loiros, olhos brilhantes e covinhas, Temple começou a carreira aos três anos de idade e se tornou um dos maiores fenômenos de Hollywood por sua dança, canto e interpretação.
Mais nova atriz a receber um Oscar
Nascida em 23 de abril de 1928, em Santa Monica, Califórnia, Temple era filha do banqueiro George Francis Temple e de Gertrude Amelia Krieger. Apaixonada por dança, Gertrude incentivava a pequena a sapatear. Começou a ter aulas num estúdio de dança, onde foi descoberta por um dos produtores da série de curtas “Baby Burlesks”, paródias de filmes clássicos estreladas por crianças. Em sua estreia, Shirley recebeu um cachê de US$ 10.
Menina prodígio, a atriz ajudou uma série de filmes a faturar milhões, principalmente na década de 1930. Entre seus filmes de maior destaque estão “A Princesinha” (1939), “Sangue de Heróis” (1948), “Heidi” (1937) e “Olhos Encantadores” (1934).
Foi também uma das responsáveis por salvar o estúdio Fox da crise de 1932 e recebeu os cumprimentos do então presidente Franklin Roosevelt por “ajudar a América a atravessar a Grande Depressão com apenas um sorriso”.
Em 1935, com apenas seis anos de idade, ela ganhou um prêmio especial, chamado de “baby Oscar”, por sua contribuição para o cinema. Ela é até hoje a mais jovem atriz a receber a estatueta. Em 1960, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e, em 2006, recebeu um prêmio especial do SAG (Sindicato de Atores dos Estados Unidos) pelo conjunto da obra.
Carreira de diplomata
Shirley conquistou fãs no mundo inteiro e atuou em 43 longas e 14 curtas, mas não conseguiu prosseguir com a carreira até a vida adulta. Ela deixou de fazer cinema em 1950, com apenas 21 anos de idade.
Em 1967, ela concorreu ao senado norte-americano, mas não conseguiu se eleger. Foi quando Temple se tornou diplomata, servindo como embaixadora em países como a antiga Tchecoslováquia (1989) e Gana (1974-1976). Em 1972, foi diagnosticada com câncer de mama e foi uma das primeiras artistas a falar abertamente sobre a doença.
Em 2001, a atriz foi consultora na produção da rede ABC de televisão, “Child Star: The Shirley Temple Story”, baseada na primeira parte de sua autobiografia.
Ela se casou duas vezes, com John Agar em 1945, aos 17 anos, e com Charles Alden Black, em 1950. Deixa uma filha, Linda Susan, fruto de seu relacionamento com Agar, de quem se divorciou em 1949, e dois filhos que teve com Black, Charlie Jr. e Lori. Em uma entrevista publicada em seu site oficial, a atriz disse do que mais se orgulhava na vida. “De meus três filhos, minha neta e minhas duas bisnetas”.
Veja as homenagens de famosos publicadas no Twitter:
Whoopi Goldberg, atriz
“O navio Good Ship Lollipop [alusão à canção do filme ‘Olhos Encantadores’] embarcou hoje com Shirley Temple a bordo. Se você não a conhece, dê um Google ou a procure no Youtube. R.I.P..”
Olivia Munn, atriz
“Descanse em paz, Shirley Temple. O mundo era muito mais brilhante porque você estava nele.”
John Barrowman, ator de “West End”
“R.I.P., Shirley Temple. Obrigado por todos os filmes maravilhosos.”
Leonard Maltin, crítico e historiador de cinema
“Descanse em paz, Shirley Temple. Uma das estrelas mais talentosas e brilhantes do mundo acaba de ir para o céu. Um fenômeno genuíno.”
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 2:47 pmPlease.
Please.
Louzada
11 de fevereiro de 2014 3:03 pmO “intelectual” e o assassino
Esse Senhor já foi meu ídolo, hoje não passa de um aproveitador barato, um Lobão da vida,um coautor de assassinato.
Luciano Prado
11 de fevereiro de 2014 3:47 pmFalta juízo, porque canais para o entendimento existem
É nisso que dá um sujeito sem nenhum preparo, mas com influência importante sobre parte considerável da sociedade, se meter a analisar e opinar sobre comportamentos de massa em situação de stress.
Suponhamos, apenas por hipótese, que Lula ou qualquer outro líber ao redor do mundo e com a influência que dispõe resolva ser inconsequente como Caetano Veloso. O que ocorreria?
Guardada as devidas proporções é preciso que essa gente tenha discernimento para não jogar mais gasolina na fogueira.
Porque depois da m…. feita não adianta o sujeito vir a público e declarar que não foi exatamente aquilo que quis dizer. Ou que a mensagem não foi bem compreendida. Ou ainda que não se considerava tão importante ou influente a ponto de insuflar multidões.
Você junta as mentes de Caetano Veloso e Ricardo Boechat, por exemplo, martelando mentes de jovens no auge da liberdade democrática, sem medo do perigo e das conseqüências de seus atos para ver no que vai dá.
Todos nós, de todas as camadas sociais, em algum momento carregamos indignações e revoltas que precisam ser externadas. Numa sociedade democrática existem canais de diálogos que podem evitar o confronto exacerbado, o esgarçamento, o conflito incontrolável.
É nisso que devemos apostar. O que não significa abandonar medidas fortes e legais de dissuasão da violência em todas as suas formas.
Falta juízo aos Caetanos e Boechats.
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 4:57 pmCaetano Veloso entrou nessa
Caetano Veloso entrou nessa furada porque Gilberto Gil estava viajando.
Isso é própio do dicionarista incompreensivel,ainda não decifrado,Gilberto Gil
( DIZEM QUE É DIALETO DE UMA MISTURA DE ALBANÊS COM ”GILBETRES” que na tradução livre significa: QUERO APARECER.
Caetano entrou nessa de ”alegre”.
CELSO ORRICO
11 de fevereiro de 2014 7:10 pmvc está sendo leviano..
vc está sendo leviano com Gilberto Gil, nas manifestações de junho ele declarou que tinha medo do “monstro” retornar, pode não gostar da verborragia dele mas não se compara em termos de politização com Caetano..sou soteropolitano e conheço os dois há décadas, Gil sempre foi atuante politicamente e Caetano uma “estrela” que necessita de palco e escuro para brilhar..quero salientar que sou admirador de sua obra musical e o considero até o limite da música um gênio, a partir daí um babaca deslumbrado..
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 3:17 pmQ gostoso quando
Q gostoso quando acontece…
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 3:40 pmAneel propõe aumento de 4,6%
Aneel propõe aumento de 4,6% na conta de luz para cobrir rombo de R$ 5,6 bi
BRASÍLIA, 11 Fev (Reuters) – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propõe que os consumidores paguem, em 2014, um total de R$ 5,6 bilhões para cobrir o deficit estimado para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Isso representaria uma alta de 4,6% na conta de luz deste ano.
O CDE é um fundo usado para promover o investimento nos Estados, garantir subsídios para a população de baixa renda e assegurar a competitividade de fontes alternativas de energia, como eólica, solar e biomassa, por exemplo.
A proposta da Aneel ficará em audiência pública entre 13 de fevereiro e 16 de março.
Segundo técnicos da agência, os valores serão repassados às tarifas dos consumidores nas respectivas datas de reajustes das distribuidoras que os atendem.
Esses valores não levam em conta um eventual auxílio, via CDE, das despesas das distribuidoras com a compra de energia no mercado de curto prazo. Apesar de ser uma demanda das empresas, o governo ainda não tomou uma decisão sobre o assunto.
Receitas somam R$ 12,4 bi e despesas, R$ 18 bi
O deficit de R$ 5,6 bilhões refere-se à diferença entre as receitas e as despesas previstas para 2014.
Entre as receitas da CDE, que somam cerca de R$ 12,4 bilhões, está, por exemplo, o aporte de R$ 9 bilhões do Tesouro Nacional já previsto no Orçamento.
Além disso, entrarão no saldo da conta R$ 557,6 milhões da taxas conhecida como Uso do Bem Público (UBP), R$ 218,2 milhões de multas, R$ 1,024 bilhão das cotas da Reserva Global de Reversão (RGR), R$ 1,270 bilhão do pagamento de financiamentos feitos às concessionárias e R$ 323 milhões de parcelamentos recebidos, relativos a cotas renegociadas da própria CDE, da RGR e da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).
Já as despesas totalizam cerca de R$ 18 bilhões e incluem itens legalmente atribuídos à CDE, como os pagamentos ao Programa Luz Para Todos (R$ 875 milhões), subvenção da tarifa social (R$ 2,09 bilhões), subsídio à geração de energia nos sistemas isolados da Região Norte (R$ 4,6 bilhões), pagamento de indenizações (R$ 3,178 bilhões), entre outros.
Repasse é normal, diz Aneel; em 2013 houve ajuda do Tesouro
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, salientou que o repasse da CDE aos consumidores em 2014 aproxima-se mais do normal, já que, no ano passado, o pagamento foi menor devido a aportes do Tesouro e ao uso do saldo da conta.
“Não é que se está aumentando os encargos, está se restabelendo patamar que vinha sendo cobrado. Em 2013, com o uso do saldo e os aportes do Tesouro, o que ficou para o consumidor foi bem menor do que o normalmente fixado”, disse.
Alta na conta de luz terá impacto na inflação
De qualquer modo, o repasse do deficit da CDE às tarifas terá impacto na inflação. De acordo com o cálculo inicial do economista-chefe da corretora Concórdia, Flavio Combat, o efeito no índice inflacionário oficial, o IPCA, é de 0,4 ponto porcentual.
“Minha projeção de IPCA para 2014 hoje é de 5,9%. Se o impacto fosse incorporado, a projeção iria para 6,3%”, disse.
Comentário meu: Por que a demagogia de abaixar a conta de luz? Por que a demagogia de não subir o preço da gasolina? ( quebraram a Petrobás) Por que a demagogia da baixa de juros? Se nada isso é possível,pelo menos que o governo não fique com cara de idiota e sobretudo de INCOMPETENTE.
Luciano Prado
11 de fevereiro de 2014 4:33 pmSolução fácil na estiagem, mas na bonança o silêncio
As Agências Reguladoras…
Depois os engrvatados de Brasília ficam a se perguntar por que tanta violência.
Legal esse negócio de capitalismo sem risco, né?
Basta a Miriam Leitão ou o Sardenberg aterrorizarem a população com o discurso do apagão para surgirem fórmulas de aumento da conta da energia.
Parece jogo entre amigos… “Você grita socorro que eu chamo os bombeiros”.
Embora manjado, a estratégia parece que funciona. Quanto mais com as Agências Reguladoras que adoram um “faz-me rir”.
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 3:45 pm(Sem título)
Cláudio José
11 de fevereiro de 2014 5:01 pmRIO DESUMANO
Promotor denuncia que abrigo da prefeitura é ‘depósito infecto’
Definição foi dada pelo promotor Rogério Pacheco Alves para descrever o Rio Acolhedor, em Paciência
JULIANA DAL PIVA
Rio – Depósito infecto de seres humanos. Essa foi a definição utilizada pelo promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania, sobre o Rio Acolhedor – maior abrigo para pessoas em situação de rua no Rio. “Um mero depósito infecto de seres humanos. É disso que se trata. Não há nenhuma perspectiva de restabelecimento de laços sociais, reinserção no mercado de trabalho, nenhuma politica de educação, não há nenhuma atenção para os que precisam de atendimento de saúde mental”, afirmou Alves
Em entrevista coletiva concedida na manhã desta terça-feira, o promotor informou que fará uma nova Ação Civil Pública na próxima semana contra a prefeitura do Rio pelo descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta realizado em 2012. Na semana passada, o MP fez uma vistoria no local e verificou condições insalubres, denúncias de violência e superlotação: a capacidade de 150 pessoas está 200% acima no normal.
Além disso faltam serviços de qualificação profissional, como definido pelo TAC. Os abrigados denunciam que sofrem com as picadas de percevejos que infestam os colchões da unidade. O Ministério Público divulgou um vídeo com as imagens colhidas durante a vistoria.
NCD
11 de fevereiro de 2014 6:36 pmGestão pública à cubana
Gestão pública à cubana
Por Leopoldo Vieira
Após a Revolução, Cuba elaborou uma estratégia de desenvolvimento, com erros e acertos, adptações a contextos históricos, mas com início, meio e fim: ser um país socialista, isto é, fazer da riqueza produzida pela sociedade um bem coletivo.
A questão da gestão pública em Cuba tangencia a figura de Ernesto Guevara de la Serna, o Che, cuja imagem se associou ao mito do guerrilheiro internacionalista, mas muito pouco ao papel crucial que cumpriu como ministro da indústria e da técnica logo após a Revolução. Como “burocrata”, a partir de sua visão estratégica e integral da situação do país, ele se concentrou não em apenas resolver os problemas imediatos, mas em construir soluções para o futuro, a partir de amplos diálogos e embates com sua equipe e os costumazes representantes dos países aliados, como URSS e Tchecoslováquia. É o que narra Tirso Saenz, que foi vice-ministro de Guevara em entrevista que deu recentemente à Revista Fórum.
Estas “soluções para o futuro” se desdobraram em três prioridades estratégicas para a nova economia planificada do antigo cassino da máfia americana: educação, cultura e saúde pública. Conta ele que a tecnologia que era transferida pelos países do Leste não era muito avançada . Os cubanos, por causa do embargo, não podiam usar tecnologia dos EUA e tinham enormes dificuldades de acessar as produzias por países de ponta da Europa Ocidental, como França e Inglaterra. Então, toda a questão crucial do desenvolvimento e sua sobrevivência a tantos solavancos se deu em torno do “fazer”, da construção da execução e da implementação ante uma selva de adversidades, inclusive as naturais do país. Mas, sempre com o plano dando o norte aonde se chegar e o que se assegurar à cidadania no percurso.
Desta feita, foi iniciado um extenso processo de eletrificação, que atinge a 95% da ilha. Parafraseando Vladimir Ilitch, os cubanos entenderam que “sovietes” mais energia elétrica era a dimensão da gestão pública do plano, que era o socialismo. Construir seu sistema de energia, portanto, esteve na base do primeiro teste da viabilidade das capacidades do novo Estado e da estratégia de desenvolvimento que lhe dava conteúdo.
Sempre com a estratégia de desenvolvimento iluminando, Cuba então parte para a edificação de uma de suas prioridades, hoje sua principal vitrine e espetacular caso de sucesso administrativo, que é seu sistema de saúde. Colocando, até por sua matriz ideológica, o interesse público como bússola da gestão pública, o sistema foi desenvolvido com ênfase na prevenção das doenças e voltada para as comunidades.
De acordo com “Estado ineficiente, mito medíocre“, “o argumento do mercado mais eficiente também não se sustenta em diversos casos. Na realidade, em alguns setores a lógica mercadológica parece atuar de forma contrária à eficiência. No que se refere à saúde, por exemplo, é possível comparar dois sistemas situados em pólos opostos: EUA e Cuba. Os índices de expectativa de vida e de mortalidade infantil da ilha caribenha são praticamente os mesmos dos EUA.
Entretanto, os gastos anuais dos EUA em saúde, por pessoa, são de U$ 5.711, enquanto Cuba gasta apenas U$ 251. Dessa forma, o Estado cubano tem um custo pelo menos vinte vezes menor para obter um resultado equivalente ao da iniciativa privada americana”. Em termos físicos, Cuba assegura 1 médico a cada 200 habitantes, equivalente a 1 médico a cada quatro quadras urbanas. Sobre seus avanços na área do câncer, por exemplo, nem vale à pena tratar neste artigo.
Contudo, Cuba fez desta excelência em saúde pública, assim como na área educacional, especialmente o combate ao analfabetismo, um produto tipo exportação, cujo retorno gira aproximadamente em torno de 5 bilhões de dólares, ou, ainda, como no caso do acordo com a Venezuela, 100 mil barris diários de petróleo, o que garante parte do refinanciamento não só desta rede de saúde como de todo seu sistema de segurança alimentar, renda mínima, serviços públicos universais e abastecimento energético.
Por outro lado, exportando médicos e alfabetizadores, o país não apenas expressa sua solidariedade humanística, ao contrário das nações que exportam armas, mas ativos essenciais ao desenvolvimento de outras nações. Todos sabemos que uma população educada e saudável, aém representar, concretamente, o exercício dos seus direitos humanos, é um bônus fundamental para o crescimento e o desenvolvimento econômico, por melhores condições, tempo, disposição e qualificação para o trabalho. Ou seja, Cuba combina incentivo ao progresso dos povos como retroalimentador de seu próprio avanço social.
A isso, pode-se chamar, sem embargo, de qualidade do gasto público e eficiência da gestão por resultados.
Por isso, Cuba é uma senhora vitrine de gestão pública.
Apesar do “Período Especial”, logo após a queda da URSS, consolidado o Estado que garante boas condições de vida à cidadania, a Ilha pôde iniciar, na prática, uma profunda reforma administrativa, já que era pleno o domínio estatal dos serviços, produção e circulação, para ampliar o financiamento a Estado para o garantismo ampliado dos direitos conquistados pela população, aproveitando os bons ventos do novo ciclo de governança de esquerda na América Latina.
Assim, o governo está a enxugar o excesso de funcionários da máquina estatal, aumentar a produtividade e melhorar os salários, incentivando os pequenos e médios negócios. Consequentemente, surgem medidas como pagar imposto sobre a renda e contribuir para a previdência social por parte dos cubanos. O número de licenças concedidas às atividades autônomas chega a 325 mil. Já estão liberadas, também, as contratações de mão-de-obra nas 178 atividades do setor privado. Entrou em vigor em 2013 a nova lei que permite aos cubanos viajar e retornar ao país sem autorizações específicas e, devido à nova lei migratória, médicos e atletas de elite que desertaram durante missões oficiais no exterior, bem como emigrantes ilegais, poderão regressar a Cuba temporariamente, o que resultará em muito mais divisas.
Isso se ampara nos investimentos internacionais que Cuba vem atraindo, através de modelos como o da rede hoteleira, onde o capital internacional entra com os recursos físicos e o governo com o pagamento dos empregados. Em pouco mais de um ano, 285 empresas estatais e privadas de todos os cantos do globo se instalaram na Ilha. Agora os cubanos vão ganhando mercado interno para consumir e vender produtos, aumentando a arrecadação de impostos para o país e dinamizando a economia, que volta para eles em serviços socialistas.
Porém, o maior de todos os investimentos neste sentido é o Porto de Mariel, que será pago e, acima de tudo, não é “jogado fora”, mas dentro do Brasil, pelo contrato de compra de bens e serviços brasileiros para a obra. Esta, aliás, é a tônica para todos os investimentos estrangeiros. Não à toa, a União Européia descongelou as relações diplomáticas. Mas, sobretudo, é mais um aporte para o desenvolvimento dos países latino e sul-americanos mais ricos, que verão o retorno de suas inversões em potencial dentro de seus territórios.
O porto terá capacidade para um milhão de contêineres por ano. Haverá uma área industrial em torno dele, a fim de atrair empresas latino-americanas que produzam mercadorias para o Pacífico, atraindo até fábricas asiáticas. Se alcançar a meta de produzir 5 milhões de barris de petróleo, o país não mais será dependente do “ouro negro” que importa a preços generosos da solidária Venezuela, podendo chegar a abastecer-se plenamente de energia e criar condições para iniciar um processo de industrialização.
A Odebretch brasileira será concessionária da usina “7 de Setembro”, em Cinfuegos, onde abrirá uma destiladeira e produzirá biocombustíveis, o que pode levar os cubanos a serem os terceiros maiores produtores do produto em escala mundial. Além disso, com um bilhão de investimentos no Porto de Mariel, a empreiteira do Brasil construirá uma ampla estrutura viária, com processamento de resíduos sólidos, autosuficiente em energia, onde o governo pretende instalar um pólo industrial. Cuba, neste ritmo, se tornará a Locomotiva do Caribe. Econômica e, mais do que tudo, social.
Mas, apesar de tudo isso, o país busca experiência em gestão brasileira e sul-americana.
Em 05/04/2013, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, recebeu uma delegação do país, liderada pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Marino Murillo Jorge. O objetivo da reunião foi apresentar as estratégias e os instrumentos de planejamento que o governo brasileiro tem utilizado nos últimos anos, como PAC, RDC, entre outros. O governo cubano pretende aplicar a experiência brasileira, embora, em tese, devessem ser os “bambas” em planificação do desenvolvimento. Porém, os cubanos sabem que os melhores projetos residem nos próprios países do continente, que herdaram um misto de Estado Mínimo com entulhos autoritários das antigas ditaduras no âmbito da administração pública, que forjaram um poder público fraco, burocratizado em seus procedimentos e capacidade de agir.
Portanto, as experiências recentes foram inovações no âmbito da capacidade de replanejar e implementar, remando contra estruturas voltadas à reprodução das desigualdades sociais e aos interesses do capital mais selvagem. Logo, sendo um dos raros setores do planeta a crescer e diminuir as desigualdades e pobreza, aqui encontra-se insumo valioso para uma nova gestão pública voltada a tais propósitos. Aliás, o intercâmbio destes novos instrumentos nesta área entre os países latino e sul-americanos pode e deve ser uma diretriz fundamental para o projeto de integração regional ou, simplesmente, para a busca de “expertise” em fazer a máquina pública girar para que os de cima não permaneçam sempre em cima, e os debaixo para sempre embaixo.
Leia também: A falsa excelência técnica do neoliberalismo.
Leopoldo Vieira é Assessor Especial da Secretária de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e secretário do Núcleo Petista Celso Daniel de Administração Pública.
anarquista sério
11 de fevereiro de 2014 10:02 pmEstava assistindo um
Estava assistindo um programa no canal ID( iVESTIGAÇÃO DISCOVERY) sobre fatos reais.
Já assisti de tudo.Ou quase….
Mas hoje um cara pegou 7 (SETE) prisões perpétuas sem direito a condicional e mais 120( CENTO E VINTE ANOS)de cadeia.
Sua idade?
17 ANOS.
Que inveja…..
Nilva de Souza
11 de fevereiro de 2014 10:20 pmConstituição já tem respostas aos exageros, não precisa lei nova
Paulo Freitas dá explicações sobre o que pode acontecer com suspeitos no Rio
O advogado criminalista diz que a Constituição atribui os direitos de liberdade, de imprensa e, ao mesmo tempo, já tem resposta aos exageros, como os ataques à vida.
http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/v/paulo-freitas-da-explicacoes-sobre-o-que-pode-acontecer-com-suspeitos-no-rio/3141022/
Nilva de Souza
11 de fevereiro de 2014 11:06 pmSensacional apresentação da
Sensacional apresentação da russa Yulia Lipnitskaya, de 15 anos.
Esplêndida, sensacional !
Yulia Lipnitskaya, da Rússia, é aplaudida de pé na patinação artística – sportv.com | sochi 2014…
Yulia Lipnitskaya, da Rússia, é aplaudida de pé na patinação artística
http://sportv.globo.com/videos/sochi-2014/t/mais-recentes/v/yulia-lipnitskaya-da-russia-e-aplaudida-de-pe-na-patinacao-artistica/3135784/
[video:http://sportv.globo.com/videos/sochi-2014/t/mais-recentes/v/yulia-lipnitskaya-da-russia-e-aplaudida-de-pe-na-patinacao-artistica/3135784/%5D
Nilva de Souza
11 de fevereiro de 2014 11:24 pm25% dos britânicos creem que Superman é personagem bíblico
La cuarta parte de los británicos cree que Superman es un personaje de la Bíblia.
El último estudio de la Sociedad Bíblica revela que en Reino Unido existe unageneración de adultos que no sabe diferenciar entre los personajes de las películas de Hollywood y los del Antiguo Testamento.
El estudio refleja que un 25% de los británicos adultos piensa que Superman era un personaje bíblico, según informa el diario británico ‘Mirror’.
Un tercio de los encuestados considera que el guión de Harry Potter tiene una base religiosa y la misma cantidad de personas no sabe dónde aparecen Adán y Eva.
Nueve de cada diez personas no han oído hablar del Rey Salomón, mientras que seis de cada diez desconocen el milagro de Jesús sobre la multiplicación de los panes y los peces.
Los representantes de la Sociedad Bíblica concluyen que la educación de los británicos depende de la region de su residensia. Así, los residentes de Gales conocen la Biblia mejor que otros, y los de Londres los que menos.
Según la Sociedad Biblica, es necesario difundir el conocimiento de las Sagradas Escrituras a todos los ciudadadnos del país, al margen de que sean o no creyentes.
“Tenemos que recordar estas historias y no importa si somos creyentes o no. Es nuestra cultura y nuestra Historia, necesaria para comprender nuestro pasado y nuestro presente”, dijo uno de los miembros de la sociedad, Sr. Andrew.
Texto completo en:
http://actualidad.rt.com/sociedad/view/119540-britanicos-superman-biblia
Nilva de Souza
11 de fevereiro de 2014 11:40 pmFolha demite André Caramante por contenção de custos
Em dias sombrios para o jornalismo, a péssima noticia sobre a demissão de André Caramante trazida por Milton Bellintani.
Por Milton Belintani
Segunda-feira, 10 de fevereiro, uma data para o jornalismo não esquecer: morreram o cinegrafista Santiago Andrade e foi divulgada a morte do jornalista/escritor Renato Pompeu, ocorrida um dia antes. No começo da tarde, a Folha de S.Paulo demitiu o repórter André Caramante.
Caramante trabalhou por 14 anos e meio no Grupo Folha, sendo os últimos oito anos na Folha de S.Paulo. Destes, por 7 anos e 3 meses foi “escoltado” por motoristas do jornal – que o buscavam em casa para trabalhar e o levavam de volta após o expediente. Motivo: proteger o repórter, que desde que passou a publicar denúncias sobre a existência de grupos de extermínio na polícia militar – foram 7 no total – começou a receber ameaças.
Em julho de 2012, em consequência da elevação do tom de ameaças (supostamente por apoiadores de policiais que se sentiram atingidos por notícias publicadas por ele), a Folha avaliou que deveria passar um tempo fora do Brasil com a família.
Viajaram no dia 11 de setembro. O jornal chamou isso de período sabático, misturado com férias. Foi um exílio. De 90 dias.
No dia 23 de outubro de 2012, sua ausência foi mencionada na abertura do 34º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos: “falta alguém entre nós”, disse em seu discurso de abertura o jornalista José Roberto de Toledo, atual presidente da Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. E a sua situação relatada. No dia 10 de dezembro de 2012, a Assembleia Legislativa de São Paulo deu a Caramante o prêmio Santo Dias da Silva.
Na volta ao Brasil, em 14 de dezembro, ele pediu uma reunião com a direção para avaliar a situação. A conversa aconteceu dias depois. Nela, Caramante ponderou que deveria ficar alguns meses afastado da cobertura da segurança pública. A Folha concordou. Manteve-se a “escolta”.
André foi deslocado para a Agência Folha, onde permaneceu até agosto de 2013. Estranhamente, passou a ser pouco demandado. E teve inúmeras sugestões de pautas recusadas. Todas registradas.
Nesse período, assim como fez durante o exílio, encaminhou dezenas de pautas sobre segurança pública ao caderno Cotidiano. E à TV Folha. Ajudou a Folha, e colegas, a darem furos sobre o tema. Todos registrados.
Insatisfeito na nova editoria, onde se sentiu sub-aproveitado, pediu para voltar à cobertura do assunto. O jornal recusou. Foi deslocado para a editoria de Esportes. Deu em primeira mão que o Santos contratara o técnico Oswaldo de Oliveira. A área competente não registrou o furo em sua ficha funcional, que contabiliza mais de uma centena deles.
No fim de 2013, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República concedeu a André Caramante o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, que recebeu das mãos da presidenta Dilma Rousseff, em Brasília. A Folha mencionou a premiação a seu repórter de forma lacônica.
Ele entrou de férias em janeiro. No domingo, um dia antes de retornar ao trabalho, consultou a escala de trabalho para a semana. Seu nome não aparecia. Ao chegar à redação foi comunicado de sua demissão. Alegação: contenção de despesas.
Pelo espaço que dediquei ao assunto neste post, está clara a minha opinião sobre o episódio. Mas numa coisa devo concordar com a empresa: é preciso avaliar permanentemente como gastamos o nosso dinheiro, se tal empenho está de acordo com os objetivos que pretendemos alcançar.
Ao André desejo boa sorte. Tenho certeza de que encontrará ambiente mais fértil para continuar fazendo o excelente trabalho que sempre fez.
Ao Grupo Folha, mais precisamente ao UOL – única operação da empresa que ainda prestigio –, informarei nas próximas horas que cancelarei a conta de e-mail que mantive por 12 anos. Motivo: contenção de gastos.
Avaliei que, hoje, esta assinatura é o meu pior investimento.
Nilva de Souza
12 de fevereiro de 2014 1:07 am11/02/2014 17h14 – Por BBC
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11/02/2014 17p4
– Por BBC Brasil
Haddad ataca elite paulistana e diz que SP ‘poderia ser uma Xangai’
Em entrevista à BBC Brasil, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ressaltou realizações de seu governo e diz não ligar para popularidade. Ele afirmou que a cidade sofre com o conservadorismo da elite e que SP vai voltar a ter investimento após a aprovação do Plano Diretor
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Emanuel Cancella
12 de fevereiro de 2014 4:24 pmManifestação na Central do Brasil
A mídia e a manifestação da Central do Brasil
Hoje, dia 12/2, prenderam na Bahia Caio Silva de Souza, suspeito de ter atirado o artefato explosivo no cinegrafista da Band. O rapaz aparentou estar muito apavorado, o que é natural. E não precisa ser perito para chegar à conclusão de que Caio atirou o rojão, conhecido como “Busca-pé”, provavelmente para assustar os policiais. Uma das características desse rojão é de que ele não tem direção, é muito usado, principalmente em festas juninas, no meio das pessoas. Uma brincadeira de um tremendo mau gosto que pode ferir, e no caso do Cinegrafista da Band, muito lamentavelmente resultou em sua morte. E esse rojão é vendido livremente em qualquer loja do ramo. Mas fica evidente que grande parte da mídia, principalmente a Globo, quer usar o episódio para acabar com as manifestações do Passe Livre, movimento que é contra o aumento abusivo das passagens e a péssima qualidade desses serviços. Diga-se de passagem, por conta de sua postura, a Globo tem sido bastante criticada nessas manifestações. Inclusive a Globo cobre essas manifestações através de helicóptero, bem de longe. Estaria a Globo retaliando as manifestações do “Passe Livre”? Não é a primeira vez que jornalista é atingindo nessas manifestações, tem um que perdeu a vista atingido por bala de borracha da polícia e, pelo que consta, não houve punição ao policial e nem a grande mídia provocou o que agora faz, uma verdadeira comoção nacional.
Falam que a culpa é dos Black Blocs não sei com base em quê? Pois os Black Blocs se apresentam de preto e com máscara, e não é o caso do acusado preso nas imagens veiculadas. Querem saber se os manifestantes são remunerados e por quem? Pesquisas realizadas mostram que a ampla maioria da sociedade apóiam essas manifestações.
O que a sociedade não pode ter dúvida é de que as manifestações do “Passe Livre” em todo o Brasil visam favorecer a população mais pobre, que não aquenta mais a qualidade e os preços das passagens, por isso essas manifestações têm que continuar!