Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Diogo Costa
10 de janeiro de 2014 4:25 amSignificados de um revelador episódio
ENTRELINHAS – Causou certo burburinho no dia de anteontem o texto veiculado através da página do Partido dos Trabalhadores no facebook. Tratava-se de um texto com críticas ao atual ocupante do Palácio das Princesas. Um texto brando, suave e ameno, incomparável com as críticas que o Partido dos Trabalhadores sofre diuturnamente pelo aparelho oligopólico de mídia de Pindorama.
Ao que parece esse texto foi apenas um recado do tipo: “Olá, estamos aqui e sabemos o que você fez no verão passado. Abraço”. Ou, já que estamos a falar de redes sociais, uma “cutucada” (que até hoje não descobri direito para que serve…). Prestou, ao fim e ao cabo, para confirmar algumas teses que antes figuravam como hipóteses no horizonte próximo. Imediatamente os veículos oligopólicos de mídia se refestelaram ao dar amplo destaque negativo ao Partido dos Trabalhadores, acusando-o de atacar a outrem.
Brevemente o PSDB, principal partido oposicionista e oponente primordial do PT há vinte anos, saiu em defesa de um jovem neto que não era Aécio, mas sim o de olhos verdes. Ao medir a temperatura do episódio nota-se que repetir-se-á em 2014 os mesmos procedimentos havidos em 2006 e em 2010. Em 2006 com Heloísa Helena e em 2010 com Marina Silva. E quais são estes episódios?
Os episódios em questão, e que repetir-se-ão, dizem respeito aos tapetes vermelhos e rosas brancas, além de fartos espaços midiáticos que serão oferecidos com indisfarçável contentamento aos que se dispuserem a cumprir o papel de se opor, com maior ou menor virulência, ao Partido dos Trabalhadores.
Assim como Heloísa e Marina foram tratadas com todo o carinho pelos meios oligopólicos no passado, os que se dispuserem a repetir o posicionamento de ambas em 2014 também receberão honras e amigos editoriais interessados em interromper o processo político iniciado em 2003.
O que pode mudar com relação aos tempos passados é o papel do PSDB (o PSDB ainda existe?). O partido que comanda os dois maiores estados do país parece estar em profunda letargia, mergulhado numa hibernação política da qual não sabe como sair. Aécio Neves tem se esmerado em ser uma liderança displicente. Poucos dias antes do fim do prazo para filiações e trocas partidárias (05 de outubro de 2013) o neto de Tancredo, ao invés de acelerar conversações em solo pátrio, preferiu ir para os EUA e falar mal do Brasil. Que baita tirocínio político!
Ao que parece Aécio teve até agora uma vitória de Pirro sobre José Serra, que já lhe custou, pelo menos por enquanto, o apoio do PPS. E assim vai caminhando, errático, o maior partido de oposição. Terceirizaram a ação política para os grandes meios de imprensa durante anos e agora parecem sedados e conformados com a falta de perspectivas. Sempre reativos, sempre respondendo (com platitudes) aos posicionamentos do governo federal ou sempre chancelando as letras de colunistas marcadamente anti petistas.
Não é triste constatar que um partido que ficou durante oito anos na presidência da república, e que há vinte anos rivaliza com o Partido dos Trabalhadores, prestou-se ao ridículo papel de sair em apaixonada defesa de seu mais novo aliado (que pode inclusive ultrapassá-lo dentro em breve na corrida eleitoral)?
Ora, no episódio do texto já referido é possível aventar várias teses, mas é impossível negar que a exposição pública ficou única e exclusivamente com o PT e com o rapaz nascido na terra natal de Luiz Inácio Lula da Silva! O PSDB se auto relegou ao papel de um prestimoso auxiliar do jovem dos olhos verdes, pronto para socorrê-lo dos “ataques” do PT! Existe algo mais patético?
É por essa e outras que Dilma Rousseff continua nadando de braçadas. O PSDB abdica de ser um partido e parece fazer questão de se colocar como um satélite (da mídia e da “nova” oposição). O partido de Marina Silva, por sua vez, vive o dilema de ter participado durante onze longos anos do governo federal, beneficiando-se diretamente de tal participação, e agora estar as voltas com o giro de 180º empreendido por seu presidente. Como explicar ao povo brasileiro que alguém possa virar a casaca de maneira tão brusca e cuspir tão alegremente no prato em que comeu até ontem?
Talvez vejamos ao final de 2014 um processo de fusão interessante no Brasil. O desenrolar do processo político caminha célere para a emergência de um novo pólo oposicionista. O PSDB se esforça para abdicar do papel de liderança maior da oposição em favor de outra força que ainda não se sabe se está madura para assumir esta responsabilidade.
Não seria mais producente que o PSB e o PSDB confirmassem no futuro próximo o noivado que saboreiam desde o ano passado? A única briga deste casamento seria para batizar a criança concebida com tanto amor e carinho pelas duas enamoradas agremiações… Nada que uma boa conversa não resolva. Se permitem a provocante ousadia, ficaria até interessante batizar a criança de PSDB do B, mantendo o número 40 e as duas aves que hoje caracterizam os noivos.
Por fim, o que sobrou do “episódio do facebook” foi algo praticamente insignificante em seu sentido político. Dilma Rousseff não sofreu arranhão algum, o PT ganhou visibilidade, ainda que negativa por parte da imprensa mercantil (o que em si não é ruim, pois já ocorre desde 10 de fevereiro de 1980) e o PSDB revelou que está cada vez mais próximo de abdicar de sua condição de principal contendor oposicionista.
Quanto ao rapaz do giro de 180º graus, vai trilhando o caminho dos fáceis aplausos que ontem e antes de ontem foram feitos em favor de Heloísa Helena e de Marina Silva. Aplausos que vão e que vem como o vento.
Na política é possível fazer várias coisas, mas é triste quando se perde a identidade. Repetindo, para recuperar-se do processo corrosivo de diluição de sentidos possivelmente os netos famosos venham a criar, dentro em breve, o PSDB do B. Seria mais honesto com a militância de ambas as agremiações.
A fusão seria apenas a oficialização e a materialização do que já ocorre, na prática, em quase todo o território nacional.
Raí
10 de janeiro de 2014 12:56 pmCada ação, implica em sofrer uma reação.
Amigo Diogo, o que as páginas do PT, no Facebook começaram a fazer, a partir de ontem, foi iniciar pelas redes sociais, o mais democrático veículo de comunicação atual, e ainda independente, uma contra-ofensiva aos nossos inimigos diários, a grande imprensa e seus apoiadores, os governos e partidos oposicionistas. Eles começaram, agora que aguentem !
Fiódor Andrade
10 de janeiro de 2014 5:35 amPagar a multa não significa admitir que Genoino é culpado
Luiza Tonelli: STF e mídia estão nos conduzindo a uma juristocracia – Viomundo – O que você não vê na mídia
http://www.viomundo.com.br
Genoino pagar a multa não significa “assumir” que é culpado
por Maria Luiza Tonelli
Estamos vivendo, há tempos, um processo galopante de judicialização da política. Nesse contexto, o discurso e os debates políticos começam a tomar a forma de uma linguagem jurídica, substituindo a linguagem política. Tanto os que pretendem vencer nos tribunais o que não conseguem nas urnas como os que representam a a maioria apelam para o discurso jurídico nesse processo de verdadeira tribunalização da democracia.
O paradoxo está no fato de que a linguagem do Direito, que não é a da política, necessita de conhecimento técnico. Questões jurídicas, ou seja, do Direito, são questões técnicas. Portanto, não se trata de uma questão de opinião, mas de interpretação. Mas a judicialização galopante nesses tempos de criminalização da política parece estar formando um país de “operadores do Direito”. Sem conhecimento de causa, deita-se falação a respeito questões das quais se desconhece.
O introito acima presta-se à critica a respeito do debate sobre o pagamento da multa imposta a Genoino em decorrência da sua condenação pelo crime de corrupção ativa, já transitado em julgado.
É compreensível que as pessoas que não têm conhecimento jurídico fiquem indignadas com a obrigação de Genoino, um político que em toda a sua vida não acumulou patrimônio e que jamais teve seu nome ligado a qualquer indício de corrupção, ao pagamento da multa que hoje já passa de 600 mil reais no prazo de 10 dias.
O que não é compreensível é o fato de a imprensa e os blogs não informarem aos leitores sobre o significado da multa imposta a um condenado pela justiça, dando margem a julgamentos ora sob critérios morais, ora sob critérios políticos, quando a questão deve ser analisada sob critérios jurídicos. Ou temos uma imprensa cujo jornalismo é rasteiro, de péssima qualidade, ou a questão é de má-fé mesmo, apenas para servir como mais um pretexto de disputa política.
Portanto, ao leitor deveria ser esclarecido que não cabe a um condenado a opção de não pagar a multa. No caso de Genoino, embora não tenha como arcar com o montante que lhe foi imposto, cumpre pagar. Caso não pague no prazo, a pena não se extingue. Genoino foi condenado a cumprir a pena privativa de liberdade e a pena de multa. Pagar não significa “assumir” a culpa, pelo simples fato de que foi considerado culpado. Por isso foi condenado. Se é justo ou não é outra questão. Achar que pagar a multa é assumir a culpa seria o mesmo que achar que ao entregar-se à justiça Genoino assumiu que é culpado.
Portanto, o ato de solidariedade a Genoino no sentido de arrecadar doações significa ajudá-lo a cumprir uma obrigação que ele tem com a Justiça e que não terminaria após o cumprimento do tempo da sua pena privativa de liberdade, caso o pagamento da multa não seja quitado. Repetindo: a multa é uma pena pecuniária. Uma pena que tem que ser cumprida. É disso que se trata.
Decisões judiciais devem ser cumpridas, porque são questões legais. Se achamos que são injustas que mudemos as leis através da política. Aí sim, estaremos no campo da democracia e da opinião. É pelo exercício da política que aprofundaremos a democracia, o regime da instituição de direitos.
O poder emana do povo e é exercido através de representantes eleitos. Por isso a democracia é o regime, ou sistema político, da soberania popular.
Juízes não representam o povo, pois não são agentes públicos eleitos. Aos juízes compete julgar de acordo com as regras constitucionais e leis que são criadas pelo parlamento, em nome do povo soberano.
Diante de tudo o que foi exposto, é bom que comecemos a pensar sobre o que está acontecendo neste país. É preciso que se crie uma cultura dos direitos, sem a qual não existe verdadeira democracia. O discurso do Direito é não pode substituir o discurso da política. É isso o que interessa à direita. Não é por acaso que a parceria entre a mídia hegemônica e o STF estão nos conduzindo a uma juristocracia. Compete aos poderes políticos, principalmente ao poder Legislativo, retomar as rédeas da política. É a democracia que está em jogo.
Maria Luiza Tonelli é advogada, professora, mestre e doutora em Filosofia pela USP.
Leia também:
Patrick Mariano: “A decisão de não transferir Genoino é ilegal, arbitrária e desumana”
Source: http://www.viomundo.com.br/politica/maria-luiza-tonelli-2.html
IV AVATAR
10 de janeiro de 2014 6:20 amNassif, bom dia e grato por tudo
Foto: Tadeu Chiarelli, no Facebook, ontem no final da tarde em SP
Amigo Nassif, tudo de bom para vc e seus familiares neste ano de 3.000.000.014!
As pessoas não imaginam o quanto este seu espaço é importante para este país onde há um lastimável monopólio da fala e da informação
Sei o quanto vc penou para levar isso adiante
Grande abraço, que estendo a todos amigos e amigas do blog, ah estou sumidinho fisicamente daqui mas presente em boas energias e lembranças
Morri não, feliz 3.000.000.014 para todos(as) vcs
Morri não
MarFig
10 de janeiro de 2014 7:40 amPotencial candidato do PS(D)B ao senado em Minas ameaça Dilma
http://esporte.ig.com.br/futebol/2014-01-08/kalil-atribui-atraso-de-salarios-no-atletico-mg-a-bloqueio-da-venda-de-bernard.html
8 de janeiro de 2014
Nota Oficial
Não é segredo que estamos atravessando um problema com relação aos salários dos jogadores, o que está longe de ser uma crise que uma parte da imprensa está ávida a jogar dentro do nosso clube. Informamos, ainda, que 95% dos funcionários já receberam os salários de dezembro, além do décimo terceiro.
Esta situação, que nunca ocorreu nos cinco anos de nossa administração, está sendo imposta pelo bloqueio arbitrário do dinheiro resultante da venda do jogador Bernard.
Desde o final de 2013, estamos apelando à presidenta Dilma Rousseff e ao Partido dos Trabalhadores para que nos ajudem a resolver este impasse.
Como já dissemos, não queremos nenhum privilégio, nem estádios e muito menos patrocínios. O que precisamos é que o trabalho sério e correto que vem sendo desenvolvido, com o cumprimento de todas as obrigações financeiras, inclusive tributos, não seja prejudicado por esta retenção.
Estamos trabalhando arduamente, confiando que a bancada mineira do Partido dos Trabalhadores nos ajudará neste momento de dificuldade.
Alexandre Kalil
Presidente do Clube Atlético Mineiro
antonio francisco
10 de janeiro de 2014 8:18 am8 motivos para não fazer previdência privada
O autor, Leandro Ávila, é Administrador de Empresas.
Já vi coisas do tipo descrito por ele na frase abaixo, que pincei lá do texto, em procedimentos de bancos privados e estatais:
O banco levou a cliente de 64 anos a acreditar em diversas vantagens que teria investindo seus únicos R$ 250 mil em um plano de previdência privada. A cliente acreditando na boa-fé do banco aceitou a proposta. Só depois de assinar o contrato ficou sabendo que só poderia sacar o dinheiro sem prejuízos se fizesse isto com 99 anos de idade. (fonte)
Vale a pena ler e – se você tem previdência privada – refletir sobre o assunto:
http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/8-motivos-para-nao-fazer-previdencia-privada/73643/
Assis Ribeiro
10 de janeiro de 2014 8:52 amJango e a atualidade
A nacionalização da economia, a reforma agrária, a eliminação do analfabetismo (Jango havia nomeado Paulo Freire para esta tarefa ainda não realizada, em descumprimento Constituição de 1988), uma política externa anti- imperialista de cooperação com a China, Cuba, a ex- URSS, completamente confirmada pela história, realçam a atualidade das reformas de base, propostas por Jango.
Beto Almeida
O Congresso devolveu simbolicamente o mandato ao ex-presidente João Goulart, derrubado por um golpe fascista organizado pelos EUA. Mesmo sem efeitos práticos, a iniciativa dos senadores Pedro Simon e Randolfe Rodrigues faz justiça com Jango porque contribui para reescrever a história do Brasil. Diante de Dilma Rousseff, presente ao ato, o fi lho de Jango, João Vicente Goulart, acertou lembrando que o pai é ainda uma mensagem viva em defesa das reformas de base.
A nacionalização da economia, a reforma agrária, a eliminação do analfabetismo (Jango havia nomeado Paulo Freire para esta tarefa ainda não realizada, em descumprimento Constituição de 1988), uma política externa anti- imperialista de cooperação com a China, Cuba, a ex- URSS, completamente confirmada pela história, realçam a atualidade das reformas de base, propostas por Jango.
Especialmente a continuidade das políticas de Vargas, como, por exemplo, a auditoria da dívida externa realizada no calor da Revolução de 1930, que reduziu em 50% o valor da dívida brasileira, sem respaldo em documentação real. Mesmo para os mais sectários setores da esquerda, é possível que hoje soe injusto tratar Jango apenas como um populista. A mídia do capital, que apoiou a derrubada de Jango, tenta agora reduzir o alcance do importante gesto do Senado.
Escondem-no. Mesmo a Rede Globo, que recémconfessou erro por apoio editorial à ditadura, também diminui a si mesma, ainda mais, por sua cobertura pálida do ato. O mínimo que deveria fazer – como concessionária de serviço público de radiodifusão – é divulgar a verdadeira história do ex-presidente que tanto difamou. Que tal se exibisse, nacionalmente, os filmes Jango, de Silvio Tendler, Dossiê Jango, Jango em três atos, de Deraldo Goulart e O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Uma TV com mais história e verdade, ao invés da selvageria do MMA que faz escola nos estádios de futebol.
http://www.brasildefato.com.br/node/27029
Assis Ribeiro
10 de janeiro de 2014 8:57 amIPTU de Barbosa em Miami sobe 37%
Helena Sthephanowitz
Da RBA
O ministro Joaquim Barbosa manteve liminar do Judiciário paulista que impediu o prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) de promover reajuste escalonado do IPTU da capital paulista –forma defendida por muitos por promover justiça tributária, ao pretender que os moradores das regiões mais centrais, e os com maior capacidade contributiva, pagassem mais, ao passo que os mais afastados e pobres pagariam menos.
Barbosa deveria ter cassado a liminar, reconhecendo que a deliberação sobre o assunto é da alçada dos poderes Executivo e Legislativo municipais, e que o aumento não tinha nada de abusivo. Em vez disso, o presidente do STF invadiu as atribuições de outros poderes da república e prejudicou milhões de moradores dos bairros periféricos da cidade, que seu IPTU reduzido, com aumentos menores, ou até mesmo isentos.
Prejudicou também a cidade como um todo, pois a arrecadação menor freia investimentos necessários para melhorias que promovam a qualidade de vida da população.
O curioso é que o apartamento adquirido por Barbosa em Miami, nos Estados Unidos – numa negociação ainda envolta em diversas irregularidades –, teve um aumento na taxa equivalente ao nosso IPTU de 37% entre 2010 a 2013. Só no último ano o aumento foi de 20%.
|Foto: RBA
O valor do imposto em Miami em 2013 pago por Barbosa foi US$ 5.582,54 (cerca de R$ 13.230,00). Em 2012 foi US$ 4.640,35. Em 2011 foi praticamente o mesmo valor de 2012. Em 2010, a antiga proprietária do imóvel pagou US$ 4.073,38. Os dados são públicos, disponibilizados pela prefeitura de Miami na internet e podem ser conferidos logo mais abaixo.
Como se vê, o prefeito de São Paulo estava mais parcimonioso do que o prefeito daquela cidade da Flórida. Mas aí, o mandatário do STF não vê problemas, o que parece confirmar que sua decisão, ao proibir a proposta do IPTU de Haddad, foi política e partidária – e se mostrará nociva à grande maioria da população paulistana.
Há poucos dias o colunista da jornal O Globo Rodrigo Constantino escreveu artigo sobre sua passagem por Miami, com elogios ao que ele considerou que funciona melhor lá do que no Brasil. Talvez fosse o caso de se perguntar o quanto o valor cobrado pelo IPTU contribua para a qualidade dos serviços públicos – lembremos que o apartamento de Barbosa naquela cidade tem 76 metros quadrados.
Uma das coisas que mais atrapalham uma cidade como São Paulo de dar um salto de urbanização e de promoção para a cidadania de todos os seus moradores é justamente o conservadorismo arcaico que de tudo faz para manter seus interesses – e somente eles – atendidos pelo poder público.
http://www.sul21.com.br/jornal/iptu-de-barbosa-em-miami-sobe-37/
BRAGA-BH
10 de janeiro de 2014 10:17 amJosé Rainha fala sobre Barbosa durante visita a Joao Paulo Cunha
08/01/2014- 17p1
José Rainha visita João Paulo Cunha e conta sua experiência na cadeia
MARIANA HAUBERT DE FREITAS
DE BRASÍLIA
Enquanto aguarda uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o mandado de prisão para que possa se entregar à Polícia Federal, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) recebeu a visita de um antigo amigo nesta quarta-feira (8) em seu apartamento funcional em Brasília.
Um dos principais fundadores do Movimento Sem Terra, José Rainha contou que visitou o petista para prestar solidariedade e relatar suas experiências na cadeia. Rainha já foi preso por diversas vezes, por acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e outros.
“Nós do MST viemos manifestar nossa solidariedade e nossa coerência de companheiros para o que der e vier. Vamos defender sempre nossos companheiros injustiçados. Nós não vamos sair da trincheira de defender nossos companheiros. O que o Judiciário está fazendo com quem luta e tem dignidade é uma vergonha”, afirmou Rainha. Ele contou que o deputado sempre o visitou nos momentos em que ele esteve na cadeia e, por isso, não poderia deixar de prestar solidariedade hoje.
O encontro aconteceu no apartamento funcional do deputado, na Asa Sul, bairro nobre de Brasília. Durante cerca de quatro horas, Rainha e o presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares, Carlos Alves, conversaram com João Paulo e outras três pessoas que já estavam no apartamento. Segundo Rainha, eles são assessores do deputado.
BARBOSA
Para Rainha, a demora do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em assinar o mandado de prisão é “absurda” e gera sofrimento. “Há uma discriminação contra as lideranças sociais do PT que ousou construir um país diferente. O dia em que o negro se encantou pelos anéis, ele ficou tão reacionário quanto o dono de engenho. E o dia que o negro nega sua raça, seu sangue e a sua história, ele é tão branco quanto o dono de engenho”, afirmou, numa referência ao presidente do STF, que é negro.
Segundo Rainha, João Paulo está tranquilo e não comentou a demora de Barbosa em decidir sobre o mandado de prisão. Na segunda-feira (6), o ministro concluiu o processo sobre o deputado e determinou o imediato cumprimento da pena. No entanto, ontem Barbosa saiu de férias sem assinar o documento que permite a prisão. “Ele [João Paulo Cunha] está com ânimo e coragem e a consciência de quem é inocente”, disse.
Para Rainha, a atuação de Barbosa é “injusta” e “arbitrária”. Ele afirmou ainda, que o PT não está sendo solidário com João Paulo e, apesar de não ser do partido, cobrou uma postura mais solidária do partido. Segundo assessores, João Paulo permanecerá em casa durante todo o dia. Ele já está com a mala pronta com as coisas que levará para o Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumprirá a pena.
PENA
O STF concluiu que João Paulo -que presidiu a Câmara dos Deputados de 2003 a 2005- recebeu na época R$ 50 mil do mensalão como propina para contratar uma das agências do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o operador do esquema, para prestar serviços à Casa. Ao todo, Cunha foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato (desvio de dinheiro público) e lavagem de dinheiro.
Neste primeiro momento, João Paulo cumprirá pena de 6 anos e 4 meses de prisão no regime semiaberto por dois dos três crimes pelos quais foi condenado –peculato (desvio de dinheiro público) e corrupção passiva. Em relação ao crime de lavagem de dinheiro -condenado a 3 anos de prisão–, a votação no STF que definiu sua condenação foi apertada e o deputado obteve o direito de apresentar um recurso conhecido como embargo infringente, que será analisado ainda neste ano pelo STF.
Tenente Aldo Raine
10 de janeiro de 2014 10:28 amNassif,por favor,esta
Nassif,por favor,esta prevista alguma viagem sua a Salvador?Palestras,sarau,alguma coisa desse tipo?
Tenente Aldo Raine
10 de janeiro de 2014 10:41 amA cada dia Aecio consegue se
A cada dia Aecio consegue se superar.Ta lá em letras garrafais em dos nossos blogs sujos.”Aecio afirma que o PT quis ganhar a eleição por WO”.Ora,ele está admitindo que sem Eduardo na disputa,ele nem conta.Aecio e hilário.Um boneco de ventríloquo,um idiota.E o único candidato que vai perder a eleição pela boca e pelo nariz.
MiriamL
10 de janeiro de 2014 10:43 amSão Paulo recebe Túnel da
São Paulo recebe Túnel da Ciência Max Planck
10/01/2014
Agência FAPESP – Em comemoração à temporada “Alemanha+Brasil – Quando ideias se encontram”, a Sociedade Max Planck realizará, entre os dias 30 de janeiro e 21 de fevereiro, em São Paulo, a exposição Túnel da Ciência Max Planck.
Pela primeira vez no Brasil, a mostra multimídia apresentará as descobertas da pesquisa básica que transformarão a humanidade e as oportunidades científicas e tecnológicas geradas por elas. Uma réplica de robô enviado a Marte e um espelho que cria efeito semelhante a um raio X (Magic Mirror) são destaques da exposição.
Com formato interativo que favorece o entendimento do conteúdo, a exposição é composta por oito módulos: Universo, Matéria, Energia, Cérebro, Saúde, Vida, Sociedade e Complexidade. Todos eles trazem abordagens de conteúdo extenso e no limite dos conhecimentos científicos atuais.
Na programação ainda estão previstas a realização de palestras e mesas redondas. Um dia antes do início da mostra (29/01), Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), moderará a palestra “About ‘Curiosity’ and Success in Basic Research”, que será proferida pelo Prêmio Nobel de Medicina 1991, o professor Erwin Neher.
Neher falará sobre a sua carreira e atuação no segmento da pesquisa fundamental para estudantes do ensino médio à pós-graduação.
A Sociedade Max Planck é uma organização sem fins lucrativos que realiza pesquisas de base nas áreas das ciências naturais e humanas. A temporada “Alemanha+Brasil – Quando ideias se encontram” segue até o mês de maio promovendo diversos eventos no Brasil para reforçar a importância da parceria entre os dois países.
A exposição ocorrerá no Shopping Frei Caneca, que fica na Rua Frei Caneca, 569, em São Paulo. A entrada será gratuita.
Mais informações: http://www.tuneldaciencia.com.br
http://agencia.fapesp.br/18453
Walker
10 de janeiro de 2014 10:45 amUma excelente entrevista de
Uma excelente entrevista de Lucas Mendes, Programa Milenio (Globo News), com a ativista Zainab Salbi.
Vidio: http://globotv.globo.com/globo-news/milenio/t/programas/v/fundadora-da-ong-women-for-women-fala-sobre-situacao-da-mulher-no-mundo/3061614/
Mulheres têm papel de destaque no Oriente Médio, diz ativista Zainab Salbi
ONG Women for Women já ajudou 370 mil mulheres ao redor do mundo.
Fundadora compara paquistanesa Malala a Martin Luther King e Gandhi.
Apesar da imprecisão em relação ao números sobre estupro, uma tendência permanece: as campanhas de proteção às mulheres e as leis mais rigorosas não reduziram os casos ao redor do mundo. Criada em 1993 para proteger e ajudarmulheres violentadas na Bósnia e na Croácia, a organização Women for Womenjá distribuiu US$ 102 milhões e ajudou 370 mil mulheres em diferentes países.
A fundadora, Zainab Salbi, foi vítima e relatou sua história na autobiografia ‘Entre dois mundos’, que já foi traduzida para vários idiomas. Nascida e criada em Bagdá, era filha do piloto particular de Saddam Hussein. Para evitar que ela fosse vítima do ditador ou dos filhos, a mãe decidiu tirá-la do Iraque e arranjou um casamento em Chicago. O marido a estuprou.
Segundo a escritora e ativista, as mulheres têm um papel de destaque na sociedade civil noOriente Médio. “Elas querem sua liberdade individual, porque foram tão marginalizadas e excluídas em nome de Deus que estão tentando reconciliar – e acham que isso é possível – seu amor a Deus com sua identidade muçulmana”, diz. Ela ressalta, no entanto, que o grau de liberdade conquistado varia de acordo com o país. Na Tunísia por exemplo, as mulheres têm mais direitos civis do que no Egito, onde a preocupação maior é com a participação política.
Temos que respeitar o que Malala conseguiu: uma única jovem mobilizou mais paquistaneses contra o Talibã do que todo o governo paquistanês conseguiu”Zainab Salbi, escritora e ativista
Zainab aposta nas jovens. “Elas não encaram a questão como bandeira política, mas como liberdade individual. Não sei aonde isso vai nos levar, mas é um momento histórico, doloroso e importante no Oriente Médio. A única forma de lidar com isso é criando espaço para os jovens, para que sua voz seja ouvida e entendida”, aponta.
A ativista compara Malala Yousafzai, jovem paquistanesa que foi baleada na cabeça aos 15 anos por defender a educação feminina, aMartin Luther King e Gandhi. “Todos nós temos que respeitar o que Malala conseguiu: uma única jovem mobilizou mais paquistaneses contra o Talibã do que todo o governo paquistanês
Fábio Lúcio
10 de janeiro de 2014 12:44 pmFHC adere à educação a distância
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é agora o patrono de uma linha de cursos de gestão pública na modalidade a distância, para os quais convidou ex-colaboradores como Gustavo Fruet, Gilda Portugal e Xico Graziano.
http://www.acheseucurso.com.be/fhc-e-convidados-ministram-cursos-a-distancia.aspx
Sorano
10 de janeiro de 2014 12:50 pmSó o Joaquim Barbosa pode ser
Só o Joaquim Barbosa pode ser sócio-gerente de empresa particular e juiz?
Tribunal confirma demissão de servidor público que foi sócio-gerente de empresa particular
09/01/14 17:50
O TRF da 1.ª Região confirmou pena de demissão imposta a servidor público por exercício indevido de função de gerência em empresa particular. O entendimento unânime foi da 1.ª Turma do Tribunal, após julgar apelação interposta pelo servidor contra sentença da 8.ª Vara Federal de Minas Gerais que negou seu pedido de anulação do ato de demissão praticado pelo ministro da Previdência Social.
Ocorre que o acusado, servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como ele mesmo afirma, se manteve, no período entre agosto de 1999 e março de 2000, como sócio-gerente de uma empresa particular. No entanto, sustenta o requerente que a sentença não reconheceu o vício de desproporcionalidade entre a pena de demissão e os fatos como verdadeiramente aconteceram. O servidor explica que nesse período não praticou qualquer ato de administração ou gerência e que sua inclusão no contrato social na qualidade de sócio-gerente da empresa de seu cunhado se deu por equívoco que, quando identificado, foi prontamente corrigido. Afirma que nunca foi administrador de fato e que há provas robustas no Processo Administrativo Disciplinar (PAD).
Já a Procuradoria Seccional do INSS em Belo Horizonte/MG sustenta que o ato de demissão está inserido no universo discricionário da Administração Pública, não sendo razoável o controle judicial do ato administrativo nessas hipóteses. Além disso, defende que houve flagrante ofensa à literalidade do dispositivo legal, pois de fato o servidor, durante período reconhecido por ele mesmo, esteve formalmente registrado em contrato social na qualidade de sócio-gerente da empresa.
O relator do processo, desembargador federal Ney Bello, esclareceu que “os atos administrativos discricionários trazem consigo determinados elementos que são de escolha absoluta do administrador, mas isso não significa dizer que haja, para estes atos, alguma reserva de jurisdição, e que, por esta razão, estes atos não possam ser sindicados pelo Poder Judiciário”. E disse ainda: “Os atos administrativos vinculados podem ser analisados pelo Poder Judiciário sem qualquer limitação, mas os atos discricionários – quando analisados – o são na medida de seus elementos vinculados e na medida da sua motivação ou sentido de publicidade, que é a finalidade deles próprios”.
No entanto, o magistrado destacou a importância de esclarecer a diferença entre averiguar a flagrante desproporcionalidade entre o ato de demissão e os fatos ocorridos e, por outro lado, atribuir juízo de valor diferente que, mesmo proporcional, possa conduzir a decisões divergentes: “Não cabe ao Judiciário se colocar na posição do administrador público tomando a decisão que tomaria acaso não exercesse função distinta, por critérios próprios de correção e oportunidade, mas, sim, averiguar, apenas e tão somente, se a decisão é desproporcional e não se ela é equivocada”, explicou.
Ney Bello afirmou que, no caso em análise, os fatos que ensejariam a pena ou que sustentariam a sua desproporção em relação à infração ocorrida não apenas estão provados, como foram admitidos por ambas as partes. “Tenho para mim que a mera formalidade, a simples inclusão do nome do servidor público em documento comercial, dando conta de que o servidor é sócio-gerente ou administrador da empresa, não dá azo à constatação de que ele era, de fato, administrador de empresa privada. De outro lanço, a lei prevê que qualquer exercício de gerência ou de administração de empresa, ainda que não haja previsão formal no contrato social, implica a proibição. Assim, a proporcionalidade e a razoabilidade estão respeitadas na decisão posta em juízo, e não cabe ao juiz substituir-se ao administrador público se este respeita os princípios constitucionais que regem o processo administrativo”, finalizou o desembargador federal, negando provimento à apelação do servidor.
Processo n.º 0004716-78.2005.4.01.3800
TS
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1.ª Região
Motta Araujo
10 de janeiro de 2014 1:30 pmhttp://infodio.com/es/100114/
http://infodio.com/es/100114/33-inutiles
Sugestões para novos Ministerios, a partir da modelar Republica Bolivariana do Poder Popular da venezuela.
Marco Santo
10 de janeiro de 2014 3:12 pmA Arte de lidar com
A Arte de lidar com grosserias. Bastante astuta essa funcionaria da GOL, sabendo lidar com a grosseria que enfrentava. Vejamos amigos. O que diz a inteligente moça lidando com um “dilermando” da vida, ou com um “Joaquim Barbosa”……
A ARTE DE LIDAR COM GROSSERIAS….
Para todos os que têm de tratar com clientes irritantes, ou com pessoas que se acham superiores aos outros, aprenda com a funcionária da GOL. Destrua um ignorante sendo original, como ela foi.
Uma funcionária da GOL, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo quando teve que lidar com um passageiro que provavelmente, merecia voar junto com a bagagem…
Um vôo lotado da GOL foi cancelado.
Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse: – Eu tenho que estar neste vôo, e tem que ser na primeira classe! A funcionária respondeu
– O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo. O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem: – Você faz alguma idéia de quem eu sou ?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando: – Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a voz ecoou por todo o terminal). E continuou:
Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido… Se alguém é responsável por ele, ou é seu parente, ou então se puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da GOL. Obrigada.
Além das gargalhadas descontroladas de todos ainda levou uma calorosa salva de palmas…
Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
– Eu vou te foder! Sem recuar, ela sorriu e disse: – Desculpe meu senhor, mas mesmo para isso, o senhor vai ter de esperar na fila, tem muita gente querendo o mesmo.
Genial. A recepcionista foi muito inteligente e astuta. Quebrou a “carteirada que o gaiato queria aplicar”…….Nota 10, ela sinceramente merece.
CELSO ORRICO
10 de janeiro de 2014 4:42 pmhahahaha
hahahaha, muito boa essa Marco..rs
Gilson AS
10 de janeiro de 2014 9:16 pmHomem sobrevive há 80 anos em condições sub humanas.
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/01/1395913-homem-iraniano-esta-ha-60-anos-sem-tomar-banho.shtml
Homem iraniano está há 60 anos sem tomar banho
Um homem que mora no sul do Irã está há 60 anos sem tomar banho, segundo relatou a agência de notícias estatal Irna.
Identificado como Amoo Hadji, 80, ele leva vida de forma primitiva, dormindo numa cabana construída por moradores do vilarejo de Dezhgah, na Província de Fars, situado próximo da área onde está instalado.
Além da sujeira que forma grossas camadas de crosta em sua pele e barba, o homem também é conhecido na região por gostar de fumar charuto contendo esterco de animais que pastam na região.
Hadji também fuma tabaco comum, principalmente em épocas de baixa temperatura, quando ele acende vários cigarros ao mesmo tempo para se esquentar.
De acordo com a reportagem da Irna, Hadji se alimenta de pequenos animais e gosta de descansar num buraco no chão que se parece com uma cova. Não se sabe o que o levou a optar por esta vida.
Gilson AS
10 de janeiro de 2014 9:53 pm“Desvirada” de mesa
Brasileiro sem fim: Justiça concede liminar para a Lusa recuperar pontos
Torcedor consegue parecer a favor do clube, o que pode causar nova reviravolta e levar o Fluminense para a Série B
São Paulo – O Brasileiro de 2013 continua nos tribunais. A 42ª Vara Cível de São Paulo concedeu liminar a favor da Portuguesa que obriga a devolução dos pontos perdidos pelo clube no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o que pode mudar o rumo da competição mais uma vez. O caso ainda cabe recurso. Ao recuperar os quatro pontos da punição, a Lusa escaparia da Série B. Sendo assim, o Fluminense seria rebaixado.
A Portuguesa foi punida pela escalação irregular do meia Héverton na última rodada do Brasileiro. O clube perdeu quatro pontos e despencou na tabela, sendo rebaixado. Agora, a polêmica ganha mais um capítulo
O juiz Marcello do Amaral Perino já havia dado ganho de causa a um torcedor do Flamengo. Na manhã desta sexta, Perino acatou liminar do torcedor e sócio do Rubro-Negro Luiz Paulo Pieruccetti Marques, que havido entrado com representação contra a CBF e o STJD com base no artigo 35 Estatuto do Torcedor. À tarde, foi a vez de dar parecer a favor de um torcedor da Lusa.
Daniel Neves, jurista, entrou com processo a favor da Portuguesa na 42ª Vara Cível. Pelo Twitter, Daniel falou sobre a vitória.
“Acaba de sair a primeira liminar em favor da Lusa. Distribui ação por prevenção para a 42 Vara e o juiz concedeu. JUSTIÇA!!!”, postou.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não se pronunciou sobre a decisão da Justiça. Mais cedo, por nota oficial, Flávio Zveiter, presidente do STJD, lamentou a decisão da 42ª Vara Cível. Para ele, a sentença pode “gerar inseguranças e instabilidade para a organização de competições, causando sérios prejuízos aos clubes e, sobretudo, aos milhões de torcedores, sem contar os efeitos negativos para a credibilidade do Brasil às vésperas de sediar uma Copa do Mundo”.
—http://odia.ig.com.br/esporte/2014-01-10/brasileiro-sem-fim-justica-concede-liminar-para-lusa-recuperar-pontos.html
Thiago Venco
10 de janeiro de 2014 10:33 pmAdaptação Brasileira de Moby Dick: Move ≠Di≠, ou O Pixador
Caro Nassif,
eu e minha esposa Maia Jorge estamos adaptando a obra de Herman Melville, Moby Dick; trata-se de uma rigorosa tradução adaptada, frase a frase, respeitando cada ponto e cada vírgula, sempre que possível. O oceano é São Paulo, o baleeiro é barca de polícia, o Capitão Ahab é um capitão da PM e a baleia branca é ninguém menos que o ≠Di≠, o mitológico pixador paulistano, falecido no início dos anos 90. Estamos lançando os capítulos semanalmente, gratuitamente.
Acabamos de publicar o primeiro capítulo na coluna “Ler Primeiro” no Outras Palavras; http://outraspalavras.net/destaques/ler-primeiro-move-%E2%89%A0di%E2%89%A0-ou-o-pixador/
Para quem gostar, pode seguir a leitura aqui:
http://movediouopixador.yolasite.com/
Segue a introdução:
Capítulo 1
Aleivosias
Pode me chamar de Ismail. Anos atrás – esqueça quantos exatamente – tendo um ou nenhum puto no bolso, e nada específico me interessando na barra, pensei em rodar um pouco e voltar aos alagamentos de São Paulo. Isso é modo meu de desbaratinar do tédio, e regular a circulação. Em toda a ocasião de me encontrar cultivando veneno através da boca; em toda ocasião de ser um Novembro abafado, enervante na minha alma; em toda ocasião de eu me pegar parando do nada na frente de depósitos de caixões, e colando na rabeira de cada funeral que eu cruzo; e especialmente em toda ocasião que meu gogó leva um cruzado de mim mesmo, isso tudo junto me demanda um forte princípio moral para me prevenir de deliberadamente pisar na rua e metodicamente bater os bonés dos cidadãos – aí, eu contabilizo como “demorou” para cair na noite, o quanto antes eu mesmo for capaz. Isso é meu substituto para pistola e bala. Numa espécie de gesto filosófico, um Getúlio dá-se um tiro no próprio peito; eu, na miúda, eu pego a barca. Não tem nada para se surpreender nisso. Se eles só soubessem, 99% dos homens cada um em seu grau, cedo ou tarde, regula comigo os mesmos sentimentos sobre a cidade, quase exatamente.
Ricardo Souza
10 de janeiro de 2014 11:19 pmCaso seu PC necessite ser exorcizado …