23 de junho de 2026

Hangout: A rebelião das massas

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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19 Comentários
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  1. Paulo de Tarso Neves Junior

    6 de abril de 2015 1:34 am

    Tecnologia aprovadíssima. Que

    Tecnologia aprovadíssima. Que venham mais Hangouts.

  2. sam dias

    6 de abril de 2015 1:35 am

    Hangouts

    Excelente novidade!! Qual vai ser a periodicidade?

  3. Rodrigo Medeiros

    6 de abril de 2015 1:38 am

    Ortega y Gasset…

    No livro “A rebelião das massas” (1930), Ortega y Gasset afirma logo no primeiro capítulo: ““A característica do momento é que a alma vulgar, sabendo que é vulgar, tem a coragem de afirmar o direito da vulgaridade e o impõe em toda parte.” O livro é datado na Europa, porém revela as preocupações de um intelectual quanto ao processo de inclusão das massas.

    Logo depois do início do Plano Real, cerca de 1/3 dos trabalhadores tinha emprego formal e ao final de 2014, 2/3 estavam nessa situação. Esse expressivo processo de formalização representou avanço civilizatório entre nós, maior segurança para muitos e mudança da relação com o Estado: muitos passaram a pagar mais tributos e ter direitos sociais. A “mordida” do imposto retido na fonte nos novos contracheques, segundo o instituto Data Popular (07/2013), explicaria parte das presenças nas manifestações de junho de 2013. A inflação também integrou as explicações.

    Expectativas de mercado detectadas pelo Banco Central apontam para inflação acima de 8% neste ano e contração econômica da ordem de 1%. O eventual problema para a nossa democracia é que as pessoas se mostram dispostas a ir às ruas protestar “contra tudo e todos”. Nesse contexto, é razoável supor que as instituições serão capazes de absorver, filtrar e dar respostas satisfatórias às demandas sociais? Sempre é positivo conservar alguma dose de otimismo no Brasi.

    Onde estaria o nosso De Gaulle? Bom, pode ser uma Eleanor Roosevelt. 

  4. Fulvio Murenu

    6 de abril de 2015 2:12 am

    Hangout

    Parabéns, Nassif !

    Sucesso, espero que essa nova maneira de interagir com público vá em frente.

    Gostei das ponderações a respeito do comportamento das massas que acabam sendo estimuladas a cometer intolerâncias, pela falta de bom senso de certos homens públicos. “Vanitas vanitatum et omnia vanitas”. É a vaidade corrompendo os pilares da conduta do jovem homem público da magistratura. As vezes me espanta a falta de maturidade de pessoas com tantas responsabilidades nas mãos. De fato, procede a desconfiança de que pessoas, muitas vezes jovens, sem vivência, sem maturidade, estão assumindo cargos de grande responsabilidade, e estão se deixando levar pelo Glamour que a mídia impõe.

     

  5. LuciA Medeiros

    6 de abril de 2015 2:21 am

    Hangouts

    Presente!

  6. LuciA Medeiros

    6 de abril de 2015 2:21 am

    Hangouts

    Presente!

  7. Cassio Tonsig

    6 de abril de 2015 3:02 am

    Nenhuma menção

    ao Ministro da Justiça, aquele cone.
    Cobra a presidente Dilma, acho que tem de cobrar mesmo, mas não cobra de ninguém mais.
    É como se dependesse tudo dela. Difícil de acreditar.

  8. marcos s t

    6 de abril de 2015 3:17 am

    Da proxima vez ve se a equipe
    Da proxima vez ve se a equipe coloca logotipo do Ggn num ponto visivel pois ficou atras do nassif

  9. Marcos Carvalho

    6 de abril de 2015 3:29 am

    Aprovado.
    Espero que haja entrevistas em breve.

  10. Malú

    6 de abril de 2015 3:55 am

    Aprovado. Gostei, Nassif.

    Aprovado. Gostei, Nassif. Também penso que a Dilma tem que definir urgente um projeto e passar para o povo, mesmo que uma parte da população não ouça pois está ocupada em bater panelas. Tem que passar confiança para a população, assim como o Lula fez em 2008. foi a público e falou do jeito dele: “Aqui para nós vai ser uma marolinha”, claro que a imprensa e a direita ridicularizaram, mas a maioria acreditou, ficou calma e assim atravessamos aquele período. A Dilma já falou no último pronunciamento dela que faria tudo para que tivessemos o mínimo de turbulência, mas a direita está gritando mais alto que ela. Quanto aquela foto dos procuradores só há uma definição possível: ridículos!

  11. Under_Siege

    6 de abril de 2015 4:14 am

    perfeito

    que venham mais e sempre.

  12. André Santos estevao

    6 de abril de 2015 8:19 am

    O hangout concorre com o
    O hangout concorre com o skipe e pode ser usado como teleconferência bem como para a transmissão de uma mensagem como fez o Nassif, tenho interesse em aprender a usar a ferramenta com todas as suas possibilidades

    http://m.tecmundo.com.br/google-/11365-google-como-usar-o-hangout-para-fazer-videoconferencia.htm

  13. marcos Rogério rodrigues

    6 de abril de 2015 8:49 am

    Sobre o MP na Era FHC se bem
    Sobre o MP na Era FHC se bem que os crimes praticados por tucanos continuam sendo engavetados pelos MPF

    Postado por Fabio 1

    O ministério público ficou marcado nessa época pela figura de seu procurador geral GERALDO BRINDEIRO , o engavetador geral da república .
    Se é para relembrar , veja o que VEJA falava sobre o procurador geral GERALDO :

    Quase parando
    Brindeiro tem 4 514 processos
    na gaveta e – incrível – quer
    um quarto mandato

    Malu Gaspar, de Brasília

    Ana Araujo
    Geraldo Brindeiro, procurador-geral da República: em campanha para ser reconduzido
    Edição 1 703 – 6 de junho de 2001

    Com seu terceiro mandato às vésperas do fim, o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, já está em campanha para ser reconduzido ao cargo mais uma vez. Nos últimos dias, foi visto pelos corredores do Congresso aliciando apoio entre parlamentares do PMDB e do PFL. Em seu périplo eleitoral, Brindeiro está enfrentando uma nova dificuldade nestes tempos em que a opinião pública dá sinais de exaustão com a impunidade. Sua célebre compulsão por engavetar processos, que outrora pareceu ao governo uma garantia de tranqüilidade, agora virou o principal entrave a sua recondução. Um dos articuladores políticos do governo resumiu o drama: a idéia é trocar Brindeiro por alguém mais dinâmico, mas, ao mesmo tempo, teme-se substituí-lo por alguém que exponha o governo ao “risco da surpresa”. Até agora, o nome da subprocuradora Maria Eliane Farias tem aparecido bem na bolsa de apostas. Se for mesmo indicada, e tiver de mostrar dinamismo, que ela se prepare: a gaveta de Brindeiro é uma enormidade.
    Na semana passada, VEJA concluiu um levantamento sobre os processos que passam pela mesa de Brindeiro. Pela primeira vez, tem-se uma idéia precisa daquilo que lhe valeu o apelido de “engavetador-geral da República”. Na gaveta de Brindeiro, existem nada menos que 4.514 processos, todos à espera de algum parecer seu. Para limpá-la até o fim do atual mandato, que acaba em 28 de junho, Brindeiro teria de analisar 161 casos por dia, sem direito a folga nos sábados e domingos. Dos 4.514 processos, a maioria é formada por pedidos de intervenção em Estados por descumprimento da Constituição estadual ou de ordem judicial. São 2.176, ou 48% do total. Os demais processos referem-se a uma infinidade de questões diferentes: inquéritos, ações civis, ações que contestam a constitucionalidade de alguma medida do governo, cartas criminais, problemas de extradição, prisões preventivas, mandados de segurança, habeas-corpus, embargos, petições.
    Cinco velinhas – O que mais chama a atenção, no entanto, são os inquéritos. Eles tratam de investigações criminais contra autoridades estaduais ou federais, como governadores, deputados, senadores, ministros e presidente da República. É um tipo de processo que só anda se tiver um parecer de Brindeiro. Do contrário, fica parado – e a denúncia, não importa se correta ou leviana, pode chegar à prescrição sem que o processo tenha trocado de escaninho na Justiça. Desde que assumiu o cargo, em junho de 1995, Brindeiro já recebeu 626 inquéritos. A maior parte, 242, até hoje não mereceu a deferência de um parecerzinho do procurador-geral, seja contra ou a favor, sendo que a maioria tem deputados federais como réus (veja tabelas).Há inquéritos que já assopraram velinhas de cinco anos na gaveta, como o que acusa o atual senador Iris Rezende, do PMDB de Goiás, e o atual presidente nacional do partido, Maguito Vilela, de terem cometido crime eleitoral no pleito de 1996.
    A gaveta de Brindeiro é democrática, não faz distinção de cores ideológicas. Está lá, por exemplo, um inquérito em que o deputado verde Fernando Gabeira é acusado de plantar maconha. Estão lá os dezenove processos contra a deputada Angela Guadagnin, do PT paulista. Também dormiram em sua gaveta os 27 inquéritos contra o ex-senador Ernandes Amorim, do PPB de Rondônia – até que a maioria dos casos acabou sendo remetida para a Justiça comum porque Brindeiro demorou tanto para analisá-los que o senador já deixou de ser senador. Outro sinal da inapetência do procurador aparece na quantidade de vezes em que contestou alguma medida do governo federal: em seis anos, foram apenas seis contestações. Ainda que se imagine que o governo atual cometa menos deslizes que os anteriores, basta consultar o currículo de seu antecessor no cargo, Aristides Junqueira, para ver que o desempenho de Brindeiro é pífio. Em seis anos de mandato nos governos de Fernando Collor e Itamar Franco, Junqueira apresentou 56 contestações.
    Sem gosto por saber o que passa por sua mesa, Brindeiro tem demonstrado muito gosto por saber o que se passa na China, na África do Sul ou na Irlanda. Só de 1998 para cá, o procurador fez nove viagens ao exterior, gastando 42.790 reais em diárias. A maior parte delas foi para presenciar eventos promovidos pela Associação Internacional de Promotores, conhecida pela sigla em inglês IAP. Essa conta não inclui as viagens pessoais que o procurador fez, dentro do Brasil, a bordo de um jatinho da Força Aérea Brasileira (FAB). Depois que foi pilhado, junto com uma penca de autoridades, usando jato oficial para tratar de assuntos particulares, Brindeiro nunca mais cometeu o mesmo deslize. Passou a utilizar dinheiro público apenas em viagens a trabalho, como a que realizou para Porto Alegre num fim de semana de dezembro de 1998. Levou quase 500 reais de diária mais a passagem de avião. Por coincidência, naquele fim de semana Brindeiro foi padrinho do casamento de um casal de procuradores realizado na capital gaúcha.
    Brindeiro não é o único com apetite por novos ares. A subprocuradora Maria Eliane Farias, um dos nomes cotados para substituí-lo, também é do time. No ano passado, entre viagens nacionais e internacionais, ela retirou 150 diárias – o que equivale a ter passado cinco meses em viagem. Outra subprocuradora, igualmente próxima de Brindeiro, Sandra Cureau, passou 118 dias fora no ano passado. Uma terceira subprocuradora, Helenita Acioli, retirou 88 diárias. Passou quase três meses do ano em viagens no Brasil e no exterior. Com seus funcionários nessa vida agitada ao redor do mundo, não admira que sobrem processos nas gavetas da repartição

  14. Odonir Oliveira

    6 de abril de 2015 10:02 am

    Ótimo canal de comunicação

    Permite a quem não está em SP participar, de certa forma, das discussões- Seminários- promovidos pelo GGN.

    Aguardo outros. 

  15. Fernando Bento

    6 de abril de 2015 1:05 pm

    O Brasilianas TV deixará de

    O Brasilianas TV deixará de ser transmitido?

  16. veras

    6 de abril de 2015 1:49 pm

    hangout

    Muito boa idéia!

    Com novas tecnologias, com certeza os blogs irão, cada vez mais, se sobrepor aos lixos dos jornais e revistas e mesmo das TVs.

    Vai ser semanal?  

    Seria um bom fechamento da semana.

    Parabéns, Nassif.

  17. peregrino

    6 de abril de 2015 2:36 pm

    muito bom, grande salto…

    com mais 2 ou 3 especialistas interagindo então, nem se fala, é show

    já pensando a extensão ideal, algo assim como um âncora, próprio Nassif, lendo comentários dos logados

    parabéns

     

  18. Alexandre Weber - Santos -SP

    6 de abril de 2015 2:58 pm

    Acorda, Dilma!

    Ótimo meio de comunicação, ficaria melhor se permitisse a interatividade com os que assistem.

    No assunto, um governo que não tenha Norte, Rumo e Estrela não chega a lugar nenhum, no máximo sobrevive até as próximas eleições.

    Uma ressalva na exposição do Nassif é que ele dá a entender que o processo é linear, uma vez  estabelecido o caminho se vai em frente, no mundo real as coisas obedecem a ciclos, talves ai esteja o problema, como coordenar as fases dos ciclos para que uma não anule a outra e possam ser vivenciadas de maneira neutra, ou melhor ainda, se complementando.

    Neste ponto fica claro que os projetos, sejam de que tamanho forem, precisam ser manobráveis por uma pessoa que tenha autoridade e meios para isso.

    Só se consegue este efeito com o uso da Astrologia, Geometria e Tarot, sem estas ferramentas do pensamento a formar o governo e sua estrutura, fica, na minha humilde opinião, impossível.

     

  19. Antonio Sales

    6 de abril de 2015 6:05 pm

    A TV morreu! Viva a Internet!

    Esses são os precursores da mídia escrita que leio todos os dias

    http://www.paulohenriqueamorim.com.br/

    http://www.viomundo.com.br/

    http://altamiroborges.blogspot.com/

    http://www.ocafezinho.com/

    http://www.cartamaior.com.br/

    http://brasildebate.com.br/

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/

    http://tijolaco.com.br/blog/

    http://socialistamorena.com.br/

    http://outraspalavras.net/

    http://redecastorphoto.blogspot.com.br/

    http://www.advivo.com.br/luisnassif/

    Agora eu pergunto, onde estão as rádios online? Se os vídeos já estão acompanhando os sites… por que uma rádio como a http://www.redebrasilatual.com.br ainda não é nacional? com recortes regionais? por que não ter acesso a todos os programas gravados (podcasts) para escutar na hora que eu puder/quiser? Também acho que a tvbrasil.ebc.com.br e a Rádio Nacional (radios.ebc.com.br) estão perdendo o bonde da história se não criarem podcasts de sua programação para se adaptar à internet…

    Parabéns pela contextualização Nassif ! Vejo que com essas nova tecnologias pode-se até pensar em refundar grande parte dos movimentos sociais no mundo, pois permitem uma liberdade de participação que antes só era possível ao ativista organicamente engajado, hoje todos os empregados, estudantes e profissionais liberais também podem participar e não perder o fio-da-meada em seu tempo, em seu lugar, mas organicamente juntos de quem pensa o Brasil…

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