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Joaquim Barbosa, o que poderia ter sido grande, mas foi apenas mau

Quando o outsider entrou no STF (Supremo Tribunal Federal), os senhores formais aceitaram com superior condescendência. O outsider tinha currículo, falava várias línguas, desenvolvera teses importantes sobre inclusão.

Mas era outsider. Não vinha de família de juristas, gostava do ambiente informal dos botecos, era de pouquíssimos amigos e nunca fez média na vida.

Conquistou tudo na porrada, dependendo dele e só dele.

Tinha tudo para entrar para a história, derrubando conchavos, despindo o formalismo e a hipocrisia de muitas togas, subvertendo formas de ver o mundo, trazendo para o Supremo os ares da contemporaneidade e a marca altiva de sua cor e dos que conquistaram tudo sem nunca ceder.

Mas faltava-lhe algo, uma peça qualquer no sistema emocional que o tornou uma espécie de Mike Tyson com toga, uma força gigantesca e incontrolável assombrada por mil demônios internos que o impediram definitivamente de se tornar um grande.

O que moldou esse lado emocional tosco, rude, cruel, não se sabe. As intempéries da vida costumam construir grandes caráteres; mas também modelam a crueldade, a revanche permanente.

Foi o caso de Joaquim Barbosa.

Seu mundo tornou-se uma ilha pequena, restrita, cercada por um oceano infestado de tubarões querendo destrui-lo, cada gesto contrário visto como ameaça ao que ele conquistou.

Cada julgamento tornava-se uma guerra a ser vencida a qualquer preço, até com a sonegação de provas, se necessário. O tribunal tornou-se a arena povoada de gladiadores sangrentos aguardando o polegar para baixo do público para a degola final dos inimigos. E todos eram inimigos, o réu a ser condenado, o colega que ousasse discordar de qualquer posição, o advogado que rebatesse seus argumentos, o jornalista que o criticasse. 

O ódio como seiva vital

Em poucas pessoas vi ódio tão visceral, a raiva como motor de todas as atitudes, um egocentrismo tão exasperado a ponto de tratar qualquer voz dissidente como um inimigo a ser aniquilado.

Certamente em José Serra, que, em todo caso, sempre foi suficientemente esperto para agir através de terceiros.

Joaquim Barbosa nunca usou as armas da hipocrisia, a malícia das jogadas. Como Tyson, saía de peito aberto distribuindo porradas pelo mundo. O que o movia não era a desonestidade, a vontade do poder  A busca da popularidade, sim, mas, acima de tudo, dar vazão ao ódio, sempre o ódio como seiva vital.

E esse bruto – na definição mais ampla do termo –foi transformado em campeão branco da mídia na disputa política. Emocionalmente tosco, embarcou no jogo de lisonjas, do “menino que mudou o Brasil”, foi usado enquanto pode.

Por toda sua vida profissional, exercitou o duplo jogo de quem se formou nas guerras da vida e na formalidade de um poder hierárquico. Enfrentava o mundo jurídico intimidando comportamentos formais com a truculência desmedida das discussões de rua e de botecos; e se impunha junto aos amigos de praia com a condescendência dos que subiram na vida mas não esqueceram as origens.

Acima de tudo, contava com o beneplácito da mídia, enquanto serviu, que lhe proporcionou ser ouvido pelas ruas.

Com tal poder, passou a quebrar dogmas, mas da pior forma possível, atropelando direitos, protocolos mínimos de boa educação, sendo agressivo até o limite da boçalidade em um ambiente eminentemente formal.

Os juristas que domaram a besta

Coube a dois juristas de extrema afabilidade desmontar a besta.

Um deles, Celso Antônio Bandeira de Mello, o doce Bandeira, unanimidade no mundo jurídico por sua firmeza cortez, pespegou-lhe na testa a definição definitiva: “É um homem mau”.

Outro, Luiz Roberto Barroso, o homem dos salões cariocas, o iluminista que, ainda como advogado, arejou o Supremo com a defesa de teses contemporâneas, ao reagir à agressividade inaudita de Joaquim, sem perder a calma e sem perder a firmeza.

E aí, começaram a desmoronar as estratégias emocionais que Joaquim Barbosa penosamente construiu para enfrentar os rapapés maquiavélicos do mundo jurídico e a rudeza dos botecos.

No mundo juridico, a truculência deixou de intimidar, Pelo contrário, passou a ser tratada com uma impaciência cada vez maior de seus pares. No mundo dos bares, em lugar de só aplausos, passou a ser perseguido por vaias.

Aos poucos, os grupos de mídia perceberam que Barbosa tornara-se uma carga inútil, pesada, a vitrine onde estava exposta a parcialidade do julgamento da AP 470. Com sua irracionalidade, estava transformando os réus da ação em vítimas da arbitrariedade mais ostensiva.

No Supremo, sua única influência era sobre Luiz Fux, o que não recomenda-se.

Restava-lhe o apoio da malta, aquela parcela mais desinformada da sociedade que aplaude linchamentos, defende a lei de Talião, se regozija com qualquer bode expiatório. E, no contraponto, as vaias da selvageria que despertou no lado oposto.

Dos dois lados do balcão, o homem mau só conseguiu trazer à tona os piores sentimentos dos admiradores e dos críticos.

A cena final

Quanto mais se isolava, mais Joaquim Barbosa radicalizava as arbitrariedades.

Ganhou alguma sobrevida graças a mudanças nos procedimentos do STF que impediam impetrar habeas corpus contra decisões do presidente da casa, uma iniciativa do ex-presidente César Peluso supondo que jamais a presidência seria ocupada por uma pessoa desajustada.

As arbitrariedades foram tão ostensivas que um gesto totalmente fora das regras – do advogado de José Genoíno, invadindo uma sessão do STF para questiona-lo – não mereceu uma condenação sequer dos Ministros da casa. Pelo contrário, estimulou a defesa de Marco Aurélio de Mello, porque sabendo ser ato de absoluto desespero, de quem via leis e procedimentos jurídicos atropelados pela insanidade de um julgador.

E aí o poderoso, o imbatível Joaquim Barbosa pediu aposentadoria e, ontem, se afastou da AP 470 procurando se vitimizar, dizendo-se alvo de manifestos políticos e de ameaças do advogado. 

Sai no momento em que o STF iria colocar um fim em suas arbitrariedades.

Do Jornal Nacional mereceu uma nota seca, que surpreendentemente terminou com uma frase do advogado que o enfrentou: “Agora, o Supremo poderá voltar a julgar com isenção”. De seus pares, não mereceu nada, nenhuma saudação. Talvez na última sessão seja agraciado com os elogios aliviados de algum colega seguidor das formalidades do STF.

Saindo, passa uma enorme sensação de desperdício. Desperdício em relação ao que poderia ter sido na renovação do STF, na afirmação da diversidade racial, na consagração do esforço individual.

Fica apenas a imagem de um homem mau e sem grandeza, que nem na hora da saída mira a história: seu objetivo único, agora, é  se vingar de um advogado que ousou enfrentar a sua ira.

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263 comentários

Comentários

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victor cavalcante

Lamentável

Lamentável a sua postura contra o doutor Joaquim Barbosa. Quero ver você falar isso na cara dele.

Este será o futuro presidente do país!!

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rinaldo

Deus nos livre de tamanho

Deus nos livre de tamanho castigo

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bruno cesar

Quanta bobagem!

Caro Nassif,

leio regularmente seu blog, pois acredito na sua independência e lúcidez, nesse momento em que parece que o mundo está de cabeça para baixo, encontro aqui um dos poucos refúgios aonde os textos e personagens abordados vão um pouco além da superficie.

Porém que porcaria de texto esse sobre o Joaquim Barbosa. Parece-me que o raivoso e espumante vingador da estória aqui é você! Julga a pessoa e confunde-o com o personagem da mídia, causando uma confusão mental nos leitores esquerdopatas do seu blog, que se intrixeiraram aqui pra calunia-lo. 

Em um trecho pede para que ele derrube formalismos para entrar para história e em outro momento o condena por tentar acabar com os mesmos formalismos! Falta de coerência essa que não faltou nos adjetivos, "mal", "bruto", "truculento" seguem a linha de raciocínio adotada pelos PeTralhas e esquerdopatas que bateram palmas para você.

Sempre que JB aparece na televisão, alguem perto comenta sobre a necessidade de mais JBs e do serviço que ele prestou ao país. Não sei que tipo de combate a corrupção os esquerdopatas defendem, já que por eles só é corrupção se praticada pela "elite branca maquiavélica PIG do PSDB Fernando Henrique". 

Se pensar bem, não é culpa do Barbosa o mensalão. O seu ímpeto por evitar os ritos e assim a "chincana" no processo (épico), podem vir da vontade de se fazer justiça e mostrar para a "platéia", que aqui nem tudo acaba em pizza. (Já entrou para estória aí). 

Parece um texto panfletário - que voce tanto ataca em seu blog - desses que vendem nessas revistas ruins por aí e por acaso veio parar aqui. Mas em caso de ser sua opinião mesmo... que pena de você! 

 

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Al Magno

Direitopatia?

Para quem o conhecia pessoalmente, e para isso não bastava ser do meio jurídico, pois entre suas excentricidades o douto ministro só recebia os advogados que desejava, era claro egocentrismo e o desinteresse pelo jurídico de Sua Excelência. Ele sempre quis os holofotes. Seu conservantismo nunca combinou com a sua própria pessoa, e tal idiosincrasia tinha um toque de autodestrituivo, de autonegativo, autosabotador. Seu fracasso ideológico foi propor a inaplicável teoria do uso do domínio do fato, e ainda ter que ouvir isso do autor desta tese, vindo da Alemanha para outros compromissos. Diminuiu-se o papel jurisdicional do STF, daí o apelido de ponto fora da curva. Pinçar um processo mais rescente, e manter na gaveta os de mesma natureza e mais antigos, implica em afetação pessoal. E o juiz afetado é, no mínimo, suspeito. O juiz suspeito não tem legitimidade legal para julgar. Não obstante, até o reino mireral cumpre as determinações do processo. Mas se trata de um processo escrito, registrado, livre para ser reanalisado pelo história, não confunda isso com esquerdopatia. Pois da mesma forma, a defesa de um perfil assim detestável, apenas por que ele serviu para condenar políticos dos quais não gostávamos é uma direitopatia. E essa dialética, por si só, é um ponto a menos para os destromaníacos. 

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bruno cesar

Dados, dad, d....

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/mensalao-autor-...

A informação é a primeira vítima em uma guerra. 

Ao que parece houve a tentativa de se criar um fato e o professor não curtiu muito não. 

Sobre direitopatia, em momento nenhum fiz apologia a direita, até por quê acredito que a corrupção é ambidestra no nosso país. O fato de um roubar mais ou menos que o outro, não o torna melhor, no máximo, menos pior. 

O fato de existirem ritos não é nenhum problema, os mesmos garantem o bom funcionamento dos mecanismos. O problema é o excesso de ritos e no próprio texto o Nassif cita eles como um impedimento para o bom cumprimento da lei, uma prática que precisa ser mudada.

Quer dizer que defende-se a diminuição da quantidade de ritos, se for usado pra punir os outros? Para julgar nossos pares, não!

A ideologia verborragica é mais danosa que ignorância!

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bruno cesar

Dados, dad, d....

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/mensalao-autor-...

A informação é a primeira vítima em uma guerra. 

Ao que parece houve a tentativa de se criar um fato e o professor não curtiu muito não. 

Sobre direitopatia, em momento nenhum fiz apologia a direita, até por quê acredito que a corrupção é ambidestra no nosso país. O fato de um roubar mais ou menos que o outro, não o torna melhor, no máximo, menos pior. 

O fato de existirem ritos não é nenhum problema, os mesmos garantem o bom funcionamento dos mecanismos. O problema é o excesso de ritos e no próprio texto o Nassif cita eles como um impedimento para o bom cumprimento da lei, uma prática que precisa ser mudada.

Quer dizer que defende-se a diminuição da quantidade de ritos, se for usado pra punir os outros? Para julgar nossos pares, não!

A ideologia verborragica é mais danosa que ignorância!

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Al Magno

Os ritos são desejáveis,

Os ritos são desejáveis, sempre que não impliquem em ineditismo e exceção. No caso o rito serviu para desigualar gregos de troianos. Quando o rito muda conforme a cor, aliás, não é rito, é arbitrariedade. O rito no caso, inédito em nossa jurisprudência, serviu para condenar os inimigos do rei, enquanto se manteve o rito original para os amigos...

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FernandodeMattos

Pena de quem?

Um linchador pode "evitar os ritos" na sua "vontade de fazer justiça" e às vezes é aplaudido por muitos pelo "serviço presrtado ao país". Não é o caso de um magistrado. A propósito: o mensalão do PSDB do citado Fernando Henrique não mereceu o mesmo tratamento por parte da corte que o Ilustre ministro presidiu. Você falou em "falta de coerência"?

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luiz felipe oliveira

só tem maluco aqui, nunc mais

só tem maluco aqui, nunc mais leio esse blog.

 

Agora a culpa é do barbosa, o mensalão não existiu, foi barbosa que inventou isso.

 

Barbosa foi o melgor ministro que passou ali no STF, é só ver o que o povo pensa.

Se em uma democcracia a opinião da maioria é a que vale, deixe os ex-ministros e ministros do Supremo sairem a rua e digo que o unico que voltará a salvo é o barbosa, Liberandowisk não andará nenhuma quadra inteira na  na rua.

Pros PTralhas a culpa é do mundo.

 

Esse Blogueiro deve receber algo do PT, só pode

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Onélio Neves

"só tem maluco aqui, nunc mais"

Concordo com vários colegas aqui. Você dizer e afirmar que não entendeu a colocação no artigo acima...já diz tudo.

Com relação a AP 470, que muitos chamam de 'mensalão', essa tese está começando a desmoronar; caso não saiba, todas as evidências que inocentavam os réus foram retirados do processo, justamente para não passar vergonha...mais já está passando.

Com relação ao futuro presidente do Brasil... só posso dizer: "só tem maluco aqui, nuc mais".

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Carlos o Chacal

"só tem maluco aqui, nunc mais"

Então, tchau.

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waltencir

"nunca mais leio esse

"nunca mais leio esse blog."

Pois saiba, Luis Felipe, que a sua ausência vai preencher uma enorme lacuna. Adeus e boa sorte!

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Calvin

Eu resumo!

Era uma "besta"? Bem, votou em Lula e Dilma sem se arrepender....

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Franbeze

Esse indivíduo não se enxerga

Ele não passou de um capitão do mato. A casa grande o usou e ele nem percebeu.

 

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Pedro Penido dos Anjos

A OAB “perdeu o prazo” para

A OAB “perdeu o prazo” para protestar contra os arreganhos de Barbosa?17 de fevereiro de 2015 | 23:32 Autor: Fernando Brito

barbosa

Você viu a repercussão da nota da OAB reagindo aos ataques de Joaquim Barbosa ao fato de o Ministro da Justiça receber advogados e, depois, desancar como corruptores todos os advogados que conversam com autoridades ou juízos sobre seus casos?

Não?

É que os jornais não deram a menor bola para a Ordem dos Advogados, não apenas porque Joaquim Barbosa serve a seus propósitos políticos, mas porque faz com um conveniente espalhafato e falta de decoro.

Mas, com todo o respeito, a própria Ordem dos Advogados tem uma certa parte da responsabilidade por isso estar acontecendo.

Aceitou, ao longo do tempo, o comportamento absolutamente incompatível com o cargo de Presidente do Supremo Tribunal Federal que Barbosa apresentou ao longo de anos.

Tolerou, nele, o retrato pintado por Camões, ao dizer que ” “Ó glória de mandar, ó vã cobiça/Desta vaidade a quem chamamos fama”.

Viu a posição de imparcialidade do juiz, durante todo o tempo, ser enlameada pela posição de acusador, não de julgador.

Joaquim Barbosa foi uma culpa coletiva.

De Lula, que o fez ministro.

De todos nós, que saudamos, afinal, a chegada de um homem negro à Corte Suprema, como parte da imensa dívida que temos a saldar com os afrodescendentes que fizeram boa parte do que é este país.

E dos meios jurídicos – Ordem, Magistratura, Ministério Público – que não perceberam ou não quiseram criticar, assistiram os advogados serem transformados em “cúmplices” das pessoas que defendiam, criminosos ou não.

Joaquim Barbosa é um retrato caricato da Justiça brasileira, um retrato caricato do Brasil.

A ele, a ética e elástica.

Imaginem se Ricardo Levandowsky fosse fotografado no Sambódromo com uma jovem estudante de administração…

Oeque, aliás, é um direito de sua ex-Excelência, a quem não se ataca por moralismos, mas por imoralidades.

Estamos construindo um país  muito diferente daquele que sonhamos.

Os heróis da juventude, nos anos 70, com toda a ditadura, eram os Sobral Pinto, os Evaristo de Morais, os Nilo Batista, os advogados criminalistas que, ainda que com clientes que não fossem santos, eram tratados como defensores das liberdades.

Agora, os heróis são os linchadores.

É assim que o fascismo triunfa, sobre a covardia cívica.

PS. Como você vê no post do próprio Barbosa, “ensinar moralidade”  pode ser boa fonte de ganhos. Mamãe nunca me cobrou por isso.

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Sara Juliana Pozzer da Silveira

Excelente texto. Corajoso e

Excelente texto. Corajoso e esclarecedor. Entre tantos vendidos Nassif mostra com sua inteligência e decência que ainda há jornalismo sério no Brasil!

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gilmarok

Perfeito!!

Esse vc matou a pau!!! Que texto maravilhoso! Parabéns Nassif!

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maria rodrigues

O que faltou na matéria de

O que faltou na matéria de Nassif foi colocar Joaquim Barbosa como invejoso e mentiroso. Invejoso, porque via-se claramente durante aquele malfadado julgamento como ele ficava incomodado com as intervenções de Lewandowski, sempre elegantes, enquanto ele tentava, sem efeito, diminuir a importância do seu par, com deselegância. Mentiroso, porque nenhum de nós é imbecil pra não ter percebido que muito daquelas ausências de JB do Plenário, alegando problemas na coluna, não passavam de conveniências, sobretudo quando não se encontrava disposto a debater determinados assuntos. E tanto é verdade que aquele senta-levanta era mais encenação que nos bares da vida, ou em qualquer lugar, uma vez filmado, não se vê um sinal daquele problemão. Foi assim, quando numa das licenças ele foi filmado num bar, todo esperto; e foi assim, quando da Copa das Confederações, dentro do camarote dos globais, e mesmo nas arquibancadas do estádio.

Ou seja, Joaquim Barbosa, além de muito mal, é pequeno; é invejoso, e mentiroso.

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José Carlos dos Santos

Barbosa virou Viúva Porcina, o que foi sem nunca ter sido

Barbosa, jogou no lixo a oportunidade que a vida e Lula lhe deram, de outra forma talvez nunca chegasse ao STF, mas chegando lá, começou nos dando esperança enfrentando Gilmar Mendes, mas acabou amiguinho do mesmo, trocando afagos enquanto vitimavam pessoas inocentes, apenas por serem petistas e inimigos da mídia vendida. Espero que o rsto da vida amargue a injustiça cometida.

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Neideg

Eu diria Perverso, é o

Eu diria Perverso, é o adjetivo que define mais profundamente o "herói" da direita.

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Sr Barbosa se pauta pela

Sr Barbosa se pauta pela mídia vendida  e sai por aí falando mrd. Bom seria esse Sr. assumir que é um ex-ministro.  Todo mundo sabe que ex, costuma ser nada, literalmente.

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Marco valverde

Pessoas competentes melindram os ordinários.

JB jamais se rebaixaria a presidente do Brasil. Imagine vc disputar uma vaga contra pessoas incompetentes, sem qualquer qualificacao tecnica, que enxergam o cargo como uma forma de ganhar o pão de cada dia, uma aposentadoria, e o pior, as pessoas que te escolherão são ainda mais ignorantes.

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Eu que cheguei a adorar a

Eu que cheguei a adorar a escolha que Lula fez. Para mim, Joaquim Barbosa era uma espécie de herói, ainda mais quando ele bateu de frente com Gilmar. Eu cheguei compara-lo aos grandes da história. Para mim, Barbosa seria grande, sua história seria a maior. Decepção total. Nunca pensei. Diz o ditado. “Tem gente que não caga na entrada mas faz merda na saída.”

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O que move esse ex-ministro

O que move esse ex-ministro destemperado que saiu pela porta dos fundos do STF? A sanha eleitoreira. Ele vai ter votos,  sim, aqui mesmo no Nassif dá para identificar vários futuros eleitores dele,  mas vai tomar uma surra de criar bicho do Lula.

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Na Mosca

A ordem é lascar com todo que

A ordem é lascar com todo que possa concorrer com Lula em 2018. O que fizeram com Marina e Serra por aqui, será fichinha do que farão contra Barbosa. Esse é apenas reflesco

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JoaoMineirim

Se ele poderia ter sido um

Se ele poderia ter sido um instrumento contra a discriminação racial no brasil, como Lula imaginou, acabou servindo de justificativas para os racistas dizerem o que dizem dos negros. 

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altamiro souza

a maldade barbossáurica

a maldade barbossáurica deu-se pela escolha política em favor

da casa grande historicamente hostil ao meio donde ele proveio.

o que ele iria defender de mais maldoso do que o próprio sistema

cuja característica é a maldade em estado mais cruento?

faltou-lhe utopia...

muitos de boa cepa entraram na dele, recuaram....tarde demais?

resta-lhe o que plantou: o golpismo, os domínios do fato  a arrogancia.

sua vida política continuará sempre no mesmo diapasão da maldade, da exceção...

sendo moldado pela casa grande,

piedade para ele,

piedade para nós!

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Na falta de Freud, um bom psicoterapeuta explica,

"O que moldou esse lado emocional tosco, rude, cruel, não se sabe". 

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everaldo alencar

teria sido grande se...

...tivesse colocado o Zé Serra, o FHC, algum tucano na cadeia.

...tivesse, públicamente, recusado os elogios dos coxinhas que o engrandecem, pois: o maior gesto de pequenez é aceitar os aplausos dos pequenos.

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everaldo alencar

Esta inútil criatura, saiu do nada e ao nada retornou...

Esta inútil criatura, saiu do nada e ao nada retornou sem nada ter feito.

Teria sido grande, se realmente tivesse deixado para o País, o único instrumento eficaz para combatermos o mal da corrupção.

Teria sido grande se: tivesse criado um tribunal específico para o julgamento de delitos relacionados com o desvio de dinheiro público em todas as instâncias, de vereadores a presidente, de modo célere, sem apelações. Neste rtribunal os corruptores seriam priorizados na hora de serem julgados pois estes têm mais a perder.Se necessário buscaria no congresso leis para este fim.

Condenar o Zé Dirceu, o Genoíno, e outros, diante do que poderia ter feito,  é muito pouco para se sentir ou ser considerado grande

Se tornou um criminoso  ao usar a sua posição apenas para se promover.

 

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há se dar boa-fé e verdade no

há se dar boa-fé e verdade no libelo nassifista contra o supremo magistrado

seu nassif vocifera apaixonadamente na pena panfletária escrita no modo figadal.

invoco razões de estado carnavalesco e a tradição momo-cristã da malhação de judas

para tal vociferação vil sem uma profunda análise jurispolítica do legado lulopetista no poder

pois que o juiz mau eleito para cristo de seu nassif esteve lá no supremo por conta e juízo e mando

das escolhas eletivas festivas oportunas cotistas a gosto do reizinho petista e sua política rés voluntariosa.

supremo homem mau do seu nassif no carnaval foi mais uma... das escolhas eletivas a bel-prazer do "Q.I." de lulalá.

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

meu camarada, na boa, me diz

meu camarada, na boa, me diz aí, você bebeu o que?

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Possívelmente Leite de Onça.

Possívelmente Leite de Onça.

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webster franklin

"Tinha tudo para entrar para a história

"Tinha tudo para entrar para a história, derrubando conchavos, despindo o formalismo e a hipocrisia de muitas togas, subvertendo formas de ver o mundo, trazendo para o Supremo os ares da contemporaneidade e a marca altiva de sua cor e dos que conquistaram tudo sem nunca ceder."

Nassif, não teria palavras para demonstrar minha gratidão por seus textos e sua constante interseção na economia. Durante muitos anos, proporcionou-me o privilégio de alertar para um Brasil grande pela forma de ver o mundo.

Como os seus posts de economia têm sido escassos, muita gente tbm saiu de cena.

Agora, o Joaquim Barbosa é um exemplo infinitamente inexpressivo de maldade. Se considerarmos que no outro lado do balcão estão os gerentes do sistema financeiro e o tamanho do rombo que eles querem, haveria sim estes momentos de crise, porque eles, os corruptores, a criaram para sustentar-se de impactos econômicos pelos pequenos corruptos.

Que STF é esse que não toma conhecimento da conspiranção que o Banco Central, os ministros do mercado no governo, e a mídia, que desvaloriza a economia, a sociedade, a estabilidade juridica, e querem até impeachment?

Desse jeito, é possível dizer que vai continuar havendo economia para a gente comentar; mas, o Brasil, se não dermos um basta nos planos de nilismo econômico, pode ser que não sobre nada dele!!!

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

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Clovis Ferreira Filho

joaquim-barbosa

É , este é um pais de iguinorantes , comprados , aliciados , etc , todos uns bananas , e quando surge um homem que fala duro , fala a verdade , doa a quem doer , vem muitos doutorzinhos formados com base no dinheiro e tentam desmoraliza-lo , ultimamente venho bloqueando os esquerdas radicais  , e acho que a tendencia e aumentar estes bloqueios .

 

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Globo Kd Odarf

Astravanca o progresso

A "iguinorância" é que astravanca o progresso.

Dona Dilma, por favor, recrie o Mobral.

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sergio m pinto

Clovis, pelo que se sabe, o

Clovis, pelo que se sabe, o douto era questionado e depreciado no âmbito do próprio STF, pela sua falta de saber jurídico. Se prestou a um papel e quando não era mais útil, foi jogado ao mar. Tenta, agora, pelo tweeter, alcançar os holofotes perdidos.

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joão adalberto

Homem mau

Gramde parcela do sociedade brasileira ver Joaquim Barbosa não pelo seu lado "mau", mas através de suas ações destrambelhadas que buscavam atingir os supostos transgressores da lei  incrustados no poder.Se haviam culpados ou não , é uma questão de somenos. O povo sempre mal informado e influenciado pela mídia em geral  não possui elementos para separar o joio do trigo. Mas a  realidade é que sempre temos uma colheita prejudicada.

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Daytona

O personagem Joaquim Barbosa

O personagem Joaquim Barbosa não é nenhuma novidade, ele corresponde ao cooptado típico da elite dominante braisleira. Esse trecho do clássico "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis(provavelmente o melhor analista das profundezas da elite brasileira)é bastante ilustrativo:

 

CAPÍTULO LXVIII / O VERGALHO Tais eram as reflexões que eu vinha fazendo, por aquele Valongo fora, logo depois de ver e ajustar a casa. Interrompeu-mas um ajuntamento; era um preto que vergalhava outro na praça. O outro não se atrevia a fugir; gemia somente estas únicas palavras: — “Não, perdão, meu senhor; meu senhor, perdão!” Mas o primeiro não fazia caso, e, a cada súplica, respondia com uma vergalhada nova.  — Toma, diabo! dizia ele; toma mais perdão, bêbado!  — Meu senhor! gemia o outro.  — Cala a boca, besta! replicava o vergalho.  Parei, olhei... Justos céus! Quem havia de ser o do vergalho? Nada menos que o meu moleque Prudêncio, — o que meu pai libertara alguns anos antes. Cheguei-me; ele deteve-se logo e pediu-me a bênção; perguntei-lhe se aquele preto era escravo dele.  — É, sim, nhonhô.  — Fez-te alguma coisa?  — É um vadio e um bêbado muito grande. Ainda hoje deixei ele na quitanda, enquanto eu ia lá embaixo na cidade, e ele deixou a quitanda para ir na venda beber.  — Está bom, perdoa-lhe, disse eu.  — Pois não, nhonhô. Nhonhô manda, não pede. Entra para casa, bêbado! Saí do grupo, que me olhava espantado e cochichava as suas conjeturas. Segui caminho, a desfiar uma infinidade de reflexões, que sinto haver inteiramente perdido; aliás, seria matéria para um bom capítulo, e talvez alegre. Eu gosto dos capítulos alegres; é o meu fraco. Exteriormente, era torvo o episódio do Valongo; mas só exteriormente.  http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/romance/marm05.pdf

 

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JB é apenas um babaca que

JB é apenas um babaca que subiu na vida pela esquerda e chutou a escada em troca de prestígio (e eventualmente grana) da direita. Não é o primeiro, nem será o último dos medíocres a fazer isto. Para ser grande ou mau JB teria que continuar jogando, mas ele abandonou o jogo porque é um covarde.

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Maria Rita

Seu comentário trouxe à baila

Seu comentário trouxe à baila um filme inesquecível com Beth Davis: A malvada. Só que a vilã não era ela, era a fã humilde e deslumbrada que aos poucos, vai tomando o lugar da grande atriz que dizia admirar. Vai roubando seus amigos, o amante da diva e por aí vai. No caso, JB, o  malvado, ele  mesmo demonstrou que era sem nenhum pudor, depois de estar no poder, é claro. Agora, o lance da inveja foi alimentado pela Veja que botou na capa da esgotinho a foto do' menino pobre que conquistou o Brasil'. Bem que ele tentou, sonhando o sonho de ser um Obama nacional, sem nunca ter (como o próprio Obama não teve), experiência de lutas raciais ou qualquer luta coletiva.  Mas como todo individualista, não sobreviveu à crítica, muito menos a cobranças. Então fez sua festinha particular, comprou seu apezinho em Miami, empregou seu bebê e foi viver seu ostracismo sem paz. Porque grana fácil, só com twiter, para arrumar seus bicos como palestrante.

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Noir

JB paraguaio

Você acertou na mosca em sua última palavra em que adjetiva o JB com perfeição.

C O V A R D E !!!!!!!!!!!

Claro, el é um imenso BABACA sem qualquer dúvida, mas C O V A R D E , é a perfeita definição desse ser unicelular,

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Ugo

gilmar manda lembranças

As águas nunca retornam no mesmo lugar a não ser misturadas no esgoto.

O pig o pintou de branco, a casa grande o convidou á mesa, ele colaborou pintando-se do que nunca foi ou será, os imensos recalques da pele e das discriminações de uma vida todo o tornaram resentido e vingativo, nunca foi o que imaginou ser e a imagem que vendeu.

Uma nulidade de prateleira para servir aos interesses dos seu patrões na melhor oportunidade.

Recolha-se e juntamente ao seu fhc de triste memória peça perdão e prá ser esquecido.

In finis, Gilmar manda lembranças!!!!

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Daytona

Só faço uma ressalva no

Só faço uma ressalva no comentário sobre a brutalidade de Barbosa ser produto das dificuldades de sua vida: não é. Justamente para ser aceito(era um outsider), Barbosa assimulou ao extremo as principais características dessa elite da qual buscava aceitação.

Não existe nada mais brutal, troglodita, imbecil e ignorante do que a elite brasileira, e forma esses os valores que Barbosa buscou assimilar em sua busca por aceitação. A cada agressão, a cada grosseria, a cada twitee desequilibrado, Barbosa ecoa os valores mais caros à UDN.

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Daytona

O ministro Joaquim Barbosa

O ministro Joaquim Barbosa foi enxovalhado do STF, essa é a verdade. O Judiciário brasileiro funciona como a Máfia e outras organizações cirminosas. Quando um dos seus comete irregularidades, ao invés de ser submetido, como todos, a processos isntitucionalizados, lhe é dada a opção de renunicar ao cargo, manetendo todos seus proventos. Uma sem-vergonhice sem tamanho. O mais curioso é notar como o Judiciário renega o devido processo legal a seus próprios membros, preferindo recorrer a essas renúncias mafiosas.

Mas Barbosa caiu pelo que tentava fazer certo. Barbosa não caiu por violar direitos e garantias fundamentais de, entre outros, os réus da AP 470, no que foi vergonhosamente pelos demais ministros do STF: frise-se, TODOS ELES, Lewandovsky, na verdade, foi quem mais enganou os trouxas, pois sua oposição calculada, sem qualquer efeito prático, visava apenas conferir um ar de legalidade a essa farsa que foi o julgamento político, de exceção, o "momento ditadura" da AP 470.

Barbosa caiu quando começou a dizer verdades sobre os vícios da magistratura e do Judiciário brasileiro, esse foi o real motivo de sua queda. Até mesmo a mídia se posicionou contra Barbosa em seus confrontos contra os magistardos, por questões óbvias. O Judiciário brasileiro é o bastião da desigualdade, da injustiça, é o mais fidedigno legado da ditadura, assim como a polícia(e o MP, que acabou assimilando as feições do Judiciário).

Muitos, com razão, repudiam o método grosseiro e truculento com que Barbosa avançava suas posições, mas parece questionável que uma reforma progressiva e democrática possa ser feita no Judiciário brasileiro dentro da lógica da cordialidade do bacharelismo. O gritante retrocesso que temos presenciado na presidência Lewandovski, com a legalização da agiotagem pelos bancos e o ímpeto em esvaziar ainda mais o CNJ, primeiro projeto, embora frágil e mutilado, para que haja um mínimo de contorle externo nessa caixa-preta que é o Judiciário. E a presidência Carmén Lúcia promete ser ainda pior.

Na verdade, vejo como o ministro Gilmar Mendes, apesar de seu partidarismo, mostra-se um juiz muitos mais ciente das responsabilidades de sua posição que outros ministros aparentemente mais liberais.

Quiça o estilo bossa-nova do ministro Barroso consiga reduzir um pouco o déficit civilizatório do jurássico Judiciário brasileiro, ou o estilo técnico e reservado do ministro Zavascki. Mas sou pessimista.

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Assim Falou Golbery

Porém, nem Barbosa e nem

Porém, nem Barbosa e nem ninguém que nasceu nesse país jamais deixou de saber de tais coisas .  Por isso, o indignante é gente que entrou como docente em universidade pública, por exemplo,  seempre soube  seria  tal qual  entrar  em piscina cheia de m* e agora fica cheio de  dedos  para não ficar dentro fazendo a maior festa

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A culpa é do Barbosa!

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/06/25/maioria-...

Pelo visto, até em espírito o maldoso ministro continua a decidir sozinho o destino de seus inimigos. Pobres de seus ex-colegas no STF, todos bons, mui capazes e ponderados, que por alguma influência maligna não conseguem deixar de votar com Barbosa nem mesmo quando ele já está longe.

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Ai que preguiça..

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Ricardo Alves de Araújo

Joaquim Barbosa

É uma pena. Joaquim Barbosa prestou um enorme desserviço para à infante democracia brasileira, muito embora seja uma pessoa de grandes conhecimentos. Tinha tudo para mostrar à grande massa brasileira que é possível galgar uma vida melhor, através do esforço próprio. Creio que a luta foi árdua. Chegou a mais alta Corte Jurídica do país, e a presidiu. Isto é brilhante. Meus parabéns, pois chegou ao cargo de Ministro do STF mais, muito mais, por seus méritos, seu esforço e seus conhecimentos, e menos, creio, pela cor. Venceu a vida ingrata em um país onde o pobre merece é chibata. Mas Joaquim não conseguiu vencer o seu passado, as frutrações vivenciadas. Não venceu, talvez, a ânsia de querer mostrar serviço, de demonstrar que era capaz para estar no cargo. Não precisava Joaquim. Teu currículo já provava. Sucumbiu. E não precisou  de inimigos. Se autodestruiu. E é uma grande pena.

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PROF. MESSIAS LEITE

comentar

Nassif  sempre lhe admirei / admiro como Economista, mas agora discordo de ti.

Só faço uma pergunta:

Se ele não tivesse sido galgado a esse posto pelas mãos do Lula ( pt), vc diria a mesma coisa?

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Dimas de Arimatéia

Uma boa hora para o super J.B

Uma boa hora para o super J.B tentar responder pelas inúmeras bobagens que cometeu.

http://www.megacidadania.com.br/a-fuga-do-heroi/

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