27 de junho de 2026

Lindbergh aponta erros conceituais na denúncia do impeachment

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Do facebook de Lindbergh Farias

Em fala na Comissão do Impeachment, Lindbergh aponta os inúmeros erros conceituais e jurídicos da denúncia, expõe a fragilidade da apresentação de Miguel Reale Junior e desafia: “o senhor confunde tudo. Confunde 2015 com 2014. Fala em crime fiscal no maior ajuste da história do país. O senhor não quer o impeachment só da Dilma; quer o impeachment de Keynes e a criminalização de qualquer política anticíclica! Até o FMI está revendo suas posições. É uma loucura!”

 

Redação

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10 Comentários
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  1. VLO

    29 de abril de 2016 6:00 pm

    Acho que não adianta mais.

    Acho que não adianta mais. Nada os fará mudar de ideia, Por mais convicentes que sejam os argumentos contra o impeachment, nada os demoverá. Será uma tremenda injustiça, uma tremenda desonestidade, mas está perdido. A menos que os 54 milhões de votantes e outros mais saíssem às ruas e invadissem as praças, mas isso não acontecerá. Gostaria que um dia esses congressists sofressem as consequência do que ora estão tramando, Mas também não acredito nisso. Lá se vão tantos anos de luta pelo ralo.

  2. Roberto S

    29 de abril de 2016 6:05 pm

    Golpismo

    Para golpista, Lord Keynes, Social-democracia, Estado de direito, etc, é tudo coisa de comunista bolivariano. É que ainda pensam na republica de bananas de onde nunca deveriam ter saido.

  3. veras

    29 de abril de 2016 6:20 pm

    Cadê a Lava Jato?

    Acabou?

  4. NRA

    29 de abril de 2016 6:21 pm

    Os erros conceituais são do

    Os erros conceituais são do próprio Lindbergh…..lamentável….

    1. Ale Nogueira

      29 de abril de 2016 11:58 pm

      Erro conceitual é dizer que

      Erro conceitual é dizer que mata cobra e não conseguir nem sequer mostrar o pau.

  5. Luis Fraga

    29 de abril de 2016 6:52 pm

    Tudo isso é bobagem!

    Nada disso importa. É tudo pró-forma.

    O Senado está como a Câmara: Tem os golpistas, a favor e os contra. Já pre-julgaram e para acabar com toda esta hipocrisia, poderima partir logo para a votação.

    Belos Senadores!

    E pensar que esta corja toda ganha rios de dinheiro dos meus impostos.

  6. Antonio C.

    29 de abril de 2016 8:12 pm

    Esperar Senadores mudarem de ideia em prol de argumentos…

    … seria uma volta republicana e à razão, e não acho que sejam capazes a tal.

    Um canalha assina o que um tolo escreve, confirmando o que um exaltado faz.

    A vergonha vem de fora, nas reportagens internacionais.

    Por aqui, essa escumalha.

    Coloca o Serra como Ministro de Relações Exteriores pra ficar tudo do jeito certo, adequado ao ambiente político atual.

     

  7. Roberto Marques

    30 de abril de 2016 12:44 am

    Como entusiasta das ideias de

    Como entusiasta das ideias de Keynes, confesso que fiquei chocado com o primarismo do discurso do senador. Reduzir questões complexas de polítcia fiscal e monetária a slogans simplórios do tipo “querem criminalizar política anticíclica” é simplesmente absurdo e não tem nada que ver com a discussão. Ele não entende sequer o conceito de contingenciamento, achou que o governo fez poupança prévia antes de se endividar – ora se tivesse recursos acumulados pra que então precisaria fazer dívida?

    Teria feito melhor se o senador se concentrasse na fragilidade jurídica do impeachment, pois economia com certeza não é seu forte.

  8. bonfim0alex

    30 de abril de 2016 12:56 am

    jogo de cartas marcadas

    Infelizmente é isto mesmo. Nada levará os senhores senadores a respeitar o resultado das urnas de 2014. A não ser Deus. Enquanto continuamos nas ruas, escolas, nas ongs, até empresas indo pra a luta contra esses usurpadores. Assine a petição, se lhe interessar:

    https://secure.avaaz.org/po/petition/Ao_Senado_e_ao_STF_da_Republica_Federativa_do_Brasil_Que_votem_contra_e_arquivem_o_processo_de_impedimento_do_governo_Di/?capDmeb

  9. altamiro souza

    30 de abril de 2016 3:58 am

    loucura talvez insanável,

    loucura talvez insanável, nesse hospício em que

    se tornou a política brasileira…

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