6 de junho de 2026

Máscara de jornalista global que chorou a derrota de Aécio é sucesso no Carnaval 2015

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

14 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Vitor Lara

    15 de fevereiro de 2015 11:25 am

    Onde eu encomendo a minha???
    Onde eu encomendo a minha???

  2. Victor Hugo Agudo Romão

    15 de fevereiro de 2015 12:21 pm

    Wikipedia, blogs, grande mídia e o riso da história
    E lá vou eu

    “E lá vou eu
    Melhor que mereço
    Pagando a bom preço
    A evolução
    Ai, se não fosse o violão
    E o jeito de fazer samba
    Do tempo que quem fazia
    Corria do camburão
    Hoje não corre não
    Hoje o samba é decente
    E ninguém aguenta, oh, gente
    A força de um samba não”

    João Nogueira

    Na primeira parte do século XX, indivíduos “flagrados” portando um violão, jogando capoeira ou fazendo uma roda de samba poderiam parar na cadeia, especialmente as pessoas negras. Enquadrados por vadiagem, eram tratados com truculência pelos delegados, tinha cabelos raspados e as roupas trocadas.

    A história tratou de tornar ridícula toda essa perseguição aos sambistas. Hoje, os truculentos e beneméritos delegados do início do século são apenas figuras caricatas, enquanto os vadios sambistas daquele tempo são lembrados como heróis que levaram adiante sua arte e poesia para a construção da identidade nacional.

    Em setembro do ano passado, em pleno período eleitoral, o nome de um servidor da Presidência da República esteve em todos os jornais por ter feito uma colaboração ao site Wikipédia nos verbetes dos jornalistas Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. Boris Casoy no Jornal da Band chegou a falar em fraude no site colaborativo aberto.

    O Jornal Nacional comprovou os “ataques e mentiras” com o destaque do uso do adjetivo “desastroso”. Ora, não percebiam a pegadinha da história em que caiam. Se basta a utilização deste adjetivo para comprovar ataques e mentiras, o que dizer da manchete do jornal “O Globo” de 26 de abril de 1962: “Considerado Desastroso para o País um 13º Mês de Salário”?

    Ao utilizar o wi-fi da Presidência da República, que é aberto a todos os cidadãos que a visitam e jornalistas que cobrem o Planalto, o autor das criticas perdeu o cargo de chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Planejamento, renunciou ao mandato de conselheiro de administração do BB Consórcios e foi submetido a um Processo Administrativo Disciplinar na Presidência da República. Não custo a imaginar que destino semelhante teria algum funcionário público de Artur Bernardes flagrado com um violão nas mãos.

    Toda esta escandalização da liberdade anárquica da internet, reflete a dificuldade dos velhos órgãos de imprensa em assimilar o novo. Hoje não é mais necessário estar vinculado à uma grande empresa midiática para participar do debate público e expressar suas ideias.

    Este mesmo incômodo da mídia ocorre com os blogueiros independentes, apelidados de “sujos” pelos grandes órgãos de imprensa. Apesar da maioria deles não gostar desta alcunha, eu adoro. Quando leio o artigo de um blogueiro sujo, me sinto como que participando de uma roda de samba clandestina com Donga, João da Baiana ou Clementina de Jesus.

    Mas não adianta tentar a conter a maré. Por mais que se tente calar as vozes da internet, elas já estão nas ruas, como está o samba há quase um século. Ambos vieram para ficar pois tem coisas importantes de um povo a dizer. Mais uma vez me refugio no poeta João Nogueira, em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, que não poderia expressar de forma melhor.

    “Não, ninguém faz samba só porque prefere
    Força nenhuma no mundo interfere
    Sobre o poder da criação
    Não, não precisa se estar nem feliz nem aflito
    Nem se refugiar em lugar mais bonito
    Em busca da inspiração
    Não, ela é uma luz que chega de repente
    Com a rapidez de uma estrela cadente
    E acende a mente e o coração
    É, faz pensar
    Que existe uma força maior que nos guia
    Que está no ar
    Vem no meio da noite ou no claro do dia
    Chega a nos angustiar
    E o poeta se deixa levar por essa magia
    E um verso vem vindo e vem vindo uma melodia
    E o povo começa a cantar!”

    A grande mídia ainda é dona dos camburões e dos cassetetes, mas já podemos ouvir os risos da história.

  3. alext4e

    15 de fevereiro de 2015 12:24 pm

    Essa eu não sabia. Ele chorou

    Essa eu não sabia. Ele chorou mesmo?

    1. Adma Andrade Viegas

      15 de fevereiro de 2015 1:12 pm

      Não chorou (pelo menos em

      Não chorou (pelo menos em público). Mas quem assistiu à  cobertura da apuração das eleições na Globonews viu a cara absolutamente  abatida e desconsolada que ele fez ao saber do resultado. Não vi porque me recuso a assistir Globonews, mas gostaria de ter tido essa oportunidade. Não tem preço.

  4. maria rodrigues

    15 de fevereiro de 2015 12:52 pm

    É no carnaval que a gente

    É no carnaval que a gente sente que pau que bate em chico bate em Francisco. Aliás, vimos isso durante as manifestações de 2013, quando as pessoas esculhambaram com a Globo também.

  5. Alexandre Weber - Santos -SP

    15 de fevereiro de 2015 12:57 pm

    Este pessoal que chorou não sabe perder, uma pena

    Tenho dó destes que não sabem perder, mimados desde a infância, não evoluiram de uma fase juvenil.

    Os próximos acontecimentos em 2015.75 serão avassaladores para eles, que preparem a mudança para Miami.

  6. altamiro souza

    15 de fevereiro de 2015 1:18 pm

    “viva o zé pereira merdal
    que

    “viva o zé pereira merdal

    que a todos só faz o mal,

    viva a pagodeira, que merdeira global,

     nos dias de carnaval

    viva,  viva,  viva,

    viva o zé pereira merdal

    e viva o zé pereira,

    zé pereira merdal!

    o rei da merda global”.

    bonecos do merdal, bumbos e zabumbas…inesquecíveis

    cenas merdalizando o carnaval.

  7. Marco St.

    15 de fevereiro de 2015 1:28 pm

    Aquele momento….

    Aquele momento….

  8. lenita

    15 de fevereiro de 2015 1:34 pm

    Essa já salvou meu carnaval !

    Essa já salvou meu carnaval ! Isto não tem preço ! principalmente por mostrar que a GROBO já não é mais a GLOBO. Os desconfiômetros estão se formando. As águas vão rolar…….. após o carnaval. Se Deus, Alá,Jeová, Buda e quem mais vier, quiser.

  9. Victor Hugo Agudo Romão

    15 de fevereiro de 2015 1:42 pm

    E lá vou eu
    “E lá vou
    E lá vou eu

    “E lá vou eu
    Melhor que mereço
    Pagando a bom preço
    A evolução
    Ai, se não fosse o violão
    E o jeito de fazer samba
    Do tempo que quem fazia
    Corria do camburão
    Hoje não corre não
    Hoje o samba é decente
    E ninguém aguenta, oh, gente
    A força de um samba não”

    João Nogueira

    Na primeira parte do século XX, indivíduos “flagrados” portando um violão, jogando capoeira ou fazendo uma roda de samba poderiam parar na cadeia, especialmente as pessoas negras. Enquadrados por vadiagem, eram tratados com truculência pelos delegados, tinha cabelos raspados e as roupas trocadas.

    A história tratou de tornar ridícula toda essa perseguição aos sambistas. Hoje, os truculentos e beneméritos delegados do início do século são apenas figuras caricatas, enquanto os vadios sambistas daquele tempo são lembrados como heróis que levaram adiante sua arte e poesia para a construção da identidade nacional.

    Em setembro do ano passado, em pleno período eleitoral, o nome de um servidor da Presidência da República esteve em todos os jornais por ter feito uma colaboração ao site Wikipédia nos verbetes dos jornalistas Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg. Boris Casoy no Jornal da Band chegou a falar em fraude no site colaborativo aberto.

    O Jornal Nacional comprovou os “ataques e mentiras” com o destaque do uso do adjetivo “desastroso”. Ora, não percebiam a pegadinha da história em que caiam. Se basta a utilização deste adjetivo para comprovar ataques e mentiras, o que dizer da manchete do jornal “O Globo” de 26 de abril de 1962: “Considerado Desastroso para o País um 13º Mês de Salário”?

    Ao utilizar o wi-fi da Presidência da República, que é aberto a todos os cidadãos que a visitam e jornalistas que cobrem o Planalto, o servidor perdeu o cargo de chefe da assessoria parlamentar do Ministério do Planejamento, renunciou ao mandato de conselheiro de administração do BB Consórcios e foi submetido a um Processo Administrativo Disciplinar na Presidência da República. Não custo a imaginar que destino semelhante teria algum funcionário público de Artur Bernardes flagrado com um violão nas mãos.

    Toda esta escandalização da liberdade anárquica da internet, reflete a dificuldade dos velhos órgãos de imprensa em assimilar o novo. Hoje não é mais necessário estar vinculado à uma grande empresa midiática para participar do debate público e expressar suas ideias.

    Este mesmo incômodo da mídia ocorre com os blogueiros independentes, apelidados de “sujos” pelos grandes órgãos de imprensa. Apesar da maioria deles não gostar desta alcunha, eu adoro. Quando leio o artigo de um blogueiro sujo, me sinto como que participando de uma roda de samba clandestina com Donga, João da Baiana ou Clementina de Jesus.

    Mas não adianta tentar a conter a maré. Por mais que se tente calar as vozes da internet, elas já estão nas ruas, como está o samba há quase um século. Ambos vieram para ficar pois tem coisas importantes de um povo a dizer. Mais uma vez me refugio no poeta João Nogueira, em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, que não poderia expressar de forma melhor.

    “Não, ninguém faz samba só porque prefere
    Força nenhuma no mundo interfere
    Sobre o poder da criação
    Não, não precisa se estar nem feliz nem aflito
    Nem se refugiar em lugar mais bonito
    Em busca da inspiração
    Não, ela é uma luz que chega de repente
    Com a rapidez de uma estrela cadente
    E acende a mente e o coração
    É, faz pensar
    Que existe uma força maior que nos guia
    Que está no ar
    Vem no meio da noite ou no claro do dia
    Chega a nos angustiar
    E o poeta se deixa levar por essa magia
    E um verso vem vindo e vem vindo uma melodia
    E o povo começa a cantar!”

    A grande mídia ainda é dona dos camburões e dos cassetetes, mas já podemos ouvir os risos da história.

  10. Glauco Batista Coelho

    15 de fevereiro de 2015 2:49 pm

    Colonista da Grobo…

    Pois eu tive o prazer de ver a cara não só dele, como dos demais que compunham a mesa. Um ministro tinha avisado o Hulk aquele tal de luciano que o Aécio estava ganhando. Só que tinha entrado só os votos do Sudeste(São Paulo), Quando entrou Minas, Rio e Sul, mais o Nordeste ai veio a virada. E correr pro abraço, com meus amigos preocupados de Minas e Mato Grosso do Sul. Valeu Alba e Eduardo.

     

  11. Jair Fonseca

    15 de fevereiro de 2015 3:08 pm

    TV ao vivo tem dessas coisas.

    TV ao vivo tem dessas coisas. Hoje de manhã, uma repórter da Globo que cobria show do Bloco Boitatá, no centro do Rio, passou o microfone para a Tereza Cristina cantar uma música junto com o microfone do evento. Muita gente da multidão lá embaixo entoou, na hora: “Ei, Globo, vai tomar no cu!”. Carnaval tem dessas coisas.

    1. Gilson AS

      15 de fevereiro de 2015 3:29 pm

      Mas esse refrão ” Ei globo

      Mas esse refrão ” Ei globo vai …” não é carnavalesco e sim rotineiro.

       

  12. Renata Iannarelli

    16 de fevereiro de 2015 2:31 pm

    Chora, Merval!

    O bloco Chora, Merval! foi fundado por mim e alguns amigos no dia da vitória da Dilma no segundo turno. A ideia ganhou corpo, fomos às ruas mascarados e foi um sucesso! 2016 promete, teremos mais surpresas! O bloco sairá enquanto nossa Presidenta estiver no poder.

    A propósito: somos eu e uma amiga na foto, que foi tirada pelo amigo (e um dos fundadores) Emilião.

Recomendados para você

Recomendados