Sugerido por Cláudio José
Do Extra
Professores universitários ironizam foto de passageiro em aeroporto
Ana Carolina Pinto

Post de professora da PUC-Rio gerou polêmica no Facebook: preconceito? Foto: Reprodução/Facebook
Uma professora do Departamento de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) está no meio de uma polêmica após um comentário no Facebook. Rosa Marina Meyer publicou uma imagem em seu perfil, onde aparece um homem lanchando antes do embarque no Aeroporto Santos Dumont. Na legenda, uma pergunta irônica: “aeroporto ou rodoviária?”.
Entre os comentários no perfil pessoal da professora, está a do reitor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Luiz Pedro Jutuca. “O ‘glamour’ foi pro espaço”, escreveu o também doutor em Matemática, ao que Rosa responde: “Para glamour falta muito! Está mais para estiva!”.
Logo abaixo, a professora de Português para Estrangeiros completa: “O pior é que o Mr. Rodoviária está no meu voo! Ao menos, não do meu lado! Ufa!”. Outra professora da PUC-Rio, também de Letras, Daniela T. Vargas, também comenta: “O pior é quando esse tipo de passageiro senta exatamente do seu lado e fica roçando o braço peludo no seu, porque – claro – não respeita (ou não cabe) nos limites do assento”.

No perfil da personagem Dilma Bolada, os internautas acusam os professores de preconceito Foto: Reprodução/Facebook
A conversa foi compartilhada e chegou até a página da personagem Dilma Bolada, onde já teve mais de seis mil e duzentas curtidas e mais de mil compartilhamentos. Para os internautas, os comentários foram preconceituosos.
“Deve ser do tipo que acha certo acorrentar bandido pelado em poste.”, postou Caio Costa. Outro seguidor da página de humor, Marcus Vinícus, também se indignou: “Que mania feia de julgar o próximo por sua aparência … conheço tanta gente que tem bala na agulha e anda de chinelo e calção. Sabe pq ? Pq o dinheiro não subiu a cabeça, não o faz achar que é melhor que ninguém …. Lamentável …”.
No início da noite desta quinta-feira, a professora Rosa Marina se desculpou publicamente em seu perfil na rede social.
“Sabedora do desconforto que posso ter criado com um post meu publicado ontem à noite, peço desculpas à pessoa retratada e a todos os que porventura tenham se sentido atingidos ou ofendidos pelo meu comentário. Absolutamente não foi essa a minha intenção.”

alessandroaf
7 de fevereiro de 2014 12:02 pmPaís preconceituoso
Todos nós, em maior ou em menor escala, é verdade, temos o nosso momento coxinha.
A professora viveu o dela. Seus amigos da elite, o deles. Pra ela deve ser triste quando alguém não valoriza o fato de ser formada em letras, já que muita gente acha que os cursos de elite seriam, por exemplo, direito, medicina, engenharia. Como ela já deve ter sofrido muito preconceito e menosprezo, vai ver que tentava descontar em quem imaginava inferior vários e vários episódios em que se sentiu humilhada. O Freud chamva isso de projeção. Espero que tenha aprendido a lição.
marcio valley
7 de fevereiro de 2014 12:05 pmQual terá sido a intenção?
É impressionante como pessoas que são pegas no flagrante costumam sair-se com essa desculpa, de que “não foi essa minha intenção”. Para legitimar a desculpa, bastaria, então, explicar a intenção original. Então, professores e reitor, qual foram suas intenções ocultas ao publicarem, despudoradamente, frases explicitamente preconceituosas? Com vocês, a palavra.
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 12:11 pmNada a ver. Cada um tem
Nada a ver. Cada um tem direito de manifestar sua opinião sobre glamour, charme, elegancia, são temas inteiramente opinativos. A aparencia, o visual, a postura de cada um de nós é assunto de conversas em todas as rodas sociais, qual o problema? Sem isso acabariam as novelas, os filmes, os romances, a vida seria um deserto sem som e sem luz.
Hoje os aeroportos são assustadores, algumas pessoas viajam de avião como se tivessem levantado da cama, descompostas e mal lavadas, com roupas improprias, especialmente em viagens internacionais. Quem viaja com passaporte do Brasil representa individualmente o Brasil, não pode chegar em Londres ou Paris como um mendigo
fedorento, precisa alguma apresentação. E não se diga que é coisa só da nova classe C, muita gente de outras classes viaja como mulambo androjoso, exibindo a unha encravada e desfilando a caspa.
Tambem não se diga que é privilegio de brasileiro, americanos de classe baixa se apresentam mal no exterior.
É possivel andar com roupa leve e bem composto, limpo e apresentavel. É interessante que não se vê nas ruas de São Paulo gente tão mal vestida como se vê em aeroportos, parece que lá concentram os pés sujos, no Parque do Ibirapuera, que é um espaço publico, o nivel de aparencia dos frequentadores é muito superior ao do aeroporto de Guarulhos.
Acho que a Policia Federal na liberação para embarque para voos internacionais deveria barrar quem for para o exterior com passaporte brasileiro vestindo camisa regata, chinelo e bermuda encardida, pega muito mal para o Pais lá fora, alem do risco de deportação. O passaporte é um documento do Estado brasileiro não pode acompanhar cascudos.
É um tema livre, que cada um tenha opinião, a professora fez muito bem em fazer uma critica valida com essa foto auto-explicativa.
Marcelo M Sena
7 de fevereiro de 2014 12:46 pmQuanta preocupação heim?
Com
Quanta preocupação heim?
Com cereteza, os aeroportos até os anos 90 eram melhores, com mais galmour! Assim como os aeroportos dos anos 60 eram ainda melhores e, provavelmente, o rapaz da foto teria sido literalmente proibido de viajar. Melhor ainda, era o séc. XIX, quando não existiam aeroportos, mas um rapaz como esse da foto com certeza não teria direito a voto.
Maldita Revolução Francesa!!!
André LB
7 de fevereiro de 2014 1:04 pm“Acho que a Policia Federal
“Acho que a Policia Federal na liberação para embarque para voos internacionais deveria barrar quem for para o exterior com passaporte brasileiro vestindo camisa regata, chinelo e bermuda encardida,”
KKKKKKKK!!!! AA, você chega a ser hilário!! E sim, isso nem de longe é exclusividade da classe C.
De qq modo, venhamos e convenhamos: viajar de avião é um suplício, e sempre foi. Demora e é cansativo. Acho que você vai concordar comigo (!!) quando digo que esperar “glamour” em aeroporto é coisa de JECA. Parece aquelas novelas da Globo nos anos 80, em que o mocinho e a mocinha elegantes TINHAM que pegar um voo, daí a classe média corria pro aeroporto pra ficar vendo avião, hehehe.
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 1:34 pmMeu caro, minha primeira
Meu caro, minha primeira viagem de avião foi em 1949, Rio a Miami em 4 dias, o avião parou em Barreiras, Belem, Paramaribo, Ciudad Trujillo e Miami, viajava só de dia, pela Aerovias Brasil. Os homens de terno e gravata, as senhoras de tailleur e chepuzinho, até a decada de 70 viajava-se com certa elegancia, a coisa desandou nos anos 80 com os jumbos,
mesmo assim os primeiros 747 tinham um restaurante com 4 mesas para 4 passageiros cada uma na corcova, subia-se por uma escadinha, jantar com maitre e garçon, serviço requintado, logo acabaram para colocar mais cadeiras no 2º andar. Alguns 747 tinham no lugar do restaurante um american bar com bqnuetas.
Havia sim glamour mas acabou completamente, isso há mais de 30 anos, vem ficando pior a cada decada, hoje aeroportos são desconfortaveis em todo mundo, vc tem razão.
Luis Fraga
7 de fevereiro de 2014 6:18 pm1949 ?
Isso explica muita coisa.
Hehehe.
Vânia
7 de fevereiro de 2014 4:31 pmhahahahahahahaahaaa
Também morri de rir lendo as bobajadas do AA. Especialmente esse trecho:
” … muita gente de outras classes viaja como mulambo androjoso (sic), exibindo a unha encravada e desfilando a caspa.”
Todos sabemos que ele (AA) é extremamente preconceituoso e elitista – ao ponto de se tornar cafona (embora nem desconfie disso), mas às vezes é muito engraçado!
hahahahahahhaahhaha
Nira
8 de fevereiro de 2014 12:52 amVânia, estava de férias? Fez
Vânia, estava de férias? Fez falta.
Paulo Figueiraa
7 de fevereiro de 2014 1:10 pmEsse comentário é um coquetel
Esse comentário é um coquetel de preconceito, pretensão e cafonice.
Juliano Santos
7 de fevereiro de 2014 3:54 pmPé sujo? Fedorento? Meu caro
Pé sujo? Fedorento? Meu caro AA, voce não tem ideía da quantas turistas francesas eu vejo aqui no Rio com essas características. Alias desconfio que as gringas vem ao Brasil só para usar havaianas. E as de nacionalidade francesa só tomam banho no fim do dia. Inagina o odor e o pé delas no final do dia. Apesar disso acha-os as gringas mais charmosas.
Será que o governo francês deveria se preocupar com isso? Um capital simbólico como o “glamour”, invenção francesa, alias. estaria em risco?
A.Araujo
7 de fevereiro de 2014 5:54 pmNada a ver. Uma coisa e o
Nada a ver. Uma coisa e o turista na praia, outra é no avião, é deste que estamos falando.
É claro que praia tem que ir de havaiana; Ou será que a França é não é mais o centro da moda, chique hoje é a Nicaragua.
veras
7 de fevereiro de 2014 12:20 pmO glamour foi pro espaço
Partilhar uma viagem de avião com o povinho. É por essa razão que esse pessoal odeia tanto o PT.
Além de tudo são cafonas – desde quando andar de avião é glamour?
E pensar que esse pessoal está supostamente educando jovens!
Antonio C.
7 de fevereiro de 2014 12:23 pmComentário.
Vejam só. Tais pessoas querem exclusividade e glamour em uma atividade que é simplesmente um transporte coletivo (relativamente) mais caro e confortável (sic).
É bom saber quando a bobagem de nível universitário alcança o teto.
As nossas sub-elites adoram um gargalo estrutural. Adoram um serviço ruim e caro, mas exclusivo. Adoram pagar cinco reais numa garrafa de água que se compra na loja de R$ 1,99 por R$ 1,00 (parece contraditório, mas aconteceu comigo). Na época do telefone celular “tijolão” era a mesma coisa. Hoje em dia, tem madame que bufa pois não consegue mexer num smartphone, mas compra apenas pra não ficar para trás.
Se ela não fosse perigosa, “nossa” sub-elite seria apenas patética.
Valmir Gôngora
7 de fevereiro de 2014 12:26 pmaeroporto tropical
Que absurdo, não? Esse senhor deveria trajar-se à moda nacional, feito executivos, advogados, apresentadores de telejornais: paletó, gravata, camisa de mangas longas. Tantos exemplos a seguir! Quem observa o fulano, chega a imaginar que o aeroporto é de algum país tropical, desses em que a temperatura, à sombra, é de 40º!
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 1:03 pmNada a ver. Nem se usa mais
Nada a ver. Nem se usa mais terno para viajar MAS pode viajar com uma roupa mais apresentavel e não uniforme de churraqueiro de fim de semana, não tem sentido alguem viajar de camisa regata exibindo o sovaco , tudo tem limite.
JoaoMineirim
7 de fevereiro de 2014 12:26 pmExpressão de uma classe média
Expressão de uma classe média desiludida. Antes, se achavam semelhantes a classe alta por causa do longo abismo que a separava da classe baixa, a ralé. Hoje, perceberam que a distância até a classe alta aumentou e para a classe baixa diminuiu. O “glamour” agora é só pra quem realmente pode ter “glamour” – embarcando na primeira classe ou na aeronava própria.
Alberto G
7 de fevereiro de 2014 12:30 pmA covarde, depois de expor a
A covarde, depois de expor a fotografia de um cidadão desconhecido ao achincalhe da galera do “feici”, tirou a sua fotografia do perfil na rede. Podem conferir a foto da “professora” ? no post original e a foto de gatos no pedido de disculpa.
jluizberg
7 de fevereiro de 2014 12:34 pmIsso me lembrou uma piada…
A estória é a seguinte:
Uma senhora de sociedade embarca em um vôo, e logo depois senta-se ao seu lado um senhor negro, visivelmente simples e com roupas surradas. Ela sente-se ofendida e chama discretamente a comissária informando que gostaria de mudar de lugar por causa dele.
A comissária vai atrás do comandante, que chegando ao local dirige-se aos dois, dizendo: realmente desculpe-me por não termos percebido isso antes. é claro que não permitiríamos que uma pessoa de bem viajasse ao lado de alguém tão repugnante. É contra as normas da empresa, então vamos resolver a questão imediatamente.
A senhora já sorria concordando, quando o comandante disse: então o senhor pode por favor me acompanhar até a primeira classe…
Deixando a piada de lado, viajo de avião desde muito cedo, por questões profissionais. Já fui cliente de carteirinha da ponte aérea Rio-SP, na época em que serviam jantar e vinho branco à vontade. É claro que eu gostava do tratamento, mas nunca dei nenhuma atenção para esse tal “glamour”. Para mim o avião sempre foi um ônibus metido à besta.
É um meio de transporte como qualquer outro, e só gente muito boba para achar que “glamour’ faz algum sentido, ou tem algum valor perto da necessidade de locomoção.
Roger.K
7 de fevereiro de 2014 12:36 pmRolezinho no aeroporto
Algumas pessoas sentem-se incomodadas pela “invasão” do “seu” espaço por pessoas que “não deveriam” estar ali.
Seja o “rolezinho” no shopping ou o acesso das pessoas a serviços antes restritos à “elite” da sociedade, esta suposta invasão de espaços remete aos deploráveis tempos de senzala, do Apartheid, campos de concentração, etc.
Sempre que alguém se acha no direito de exlcuir outra por ser “superior”, ocorre algo que mexe com as entranhas de quem tem a cabeça no lugar.
Respeito é algo que parece não ser ensinado em casa, nas escolar e em lugar algum. Porém, todo mundo diz que tem. E se o indivíduo é desmascarado em público, é só dizer que “não foi minha intenção”.
Espero que todos pensem a respeito sobre RESPEITO e não sejam coniventes com a degradação da nossa sociedade. Essa matéria está em CIDADANIA, você que lê, está fazendo a sua parte?
Bom dia a todos!
ruyacquaviva
7 de fevereiro de 2014 12:40 pmÉ bem nítido que para a elite
É bem nítido que para a elite brasileira não basta explorar, tem que oprimir.
BRAGA-BH
7 de fevereiro de 2014 12:40 pmA culpa é do PT
A culpa é da Dilma. A culpa é do Lula. A culpa é do PT que através de suas políticas de incremento de renda e de inserção social possibilitou que pedreiros, ajudantes, cozinheiras e de outras tarefas menos “glamourosas” pudessem usufruir de tudo que qualquer ser vivente pode usar!!
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 12:59 pmNada a ver. Gente mal vestida
Nada a ver. Gente mal vestida em viagem internacional já aparecia em penca nos tempos do Plano Cruzado, me llembro uma turma de abrigo de ginstica desfilando na Recoleta, em Buenos Aires, entraram em um restaurante e houve um silencio geral, argentinos aquele tempo não andavam assim nem dentro de casa e ainda alguns tinham uma inacreditavel “”pochete”, deseleganica e cafonice sempre existiram, agora só piorou um pouco.
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 1:47 pmNão tem absolutamente nada a
Não tem absolutamente nada a ver com Lula e Dulma, o turismo de massa é um fenomeno MUNDIAL, ocorre ao mesmo tempo em todos os paises do planeta, a India é um caso muito mais emblematico que o Brasil, a aviação domestica aumentou 300 vezes em duas decadas, eles não tinham linhas aereas internas e nem aeroportos, hoje a India tem uma classe media nova de 250 milhões de pessoas que viajam de avião, foi o Pais do mundo onde mais aumentou o turismo de nacionais.
Tiago M. Bevilaqua
8 de fevereiro de 2014 3:08 amNão existe
Não existe esse fenômeno mundial sem aumento de renda, como aliás vc disse com respeito à Índia, inclusive falando em nova calsse média. Pq vc gosta tanto de polemizar e com tanta coisa? .
Tiago M. Bevilaqua
8 de fevereiro de 2014 3:11 amE ainda enfatiza
E ainda enfatiza de forma “magnificente”: Não tem ABSOLUTAMENTE NADA. Oh amor á polêmica!
carlos afonso quintela da silva
7 de fevereiro de 2014 12:45 pmEstive agora há pouco na
Estive agora há pouco na Europa e o que vi foi o povo viajando. Não são em nada diferentes dos nossos conterrâneos. Gente do povo, Cheguei mesmo a ajudar uma portuguesa com dificuldades de idioma em Veneza. Nâo falava uma palavra em italiano e também em inglês. Não sou nenhum membro da elite brasileira e acho mesmo que estou mais para classe média E não me venham com a históra d que Portugal está abaixo do resto a Europa. Vi mendincância em Londres, Paris, Roma Milão, Florença e Veneza, para citar apenas alguns lugares que visitei. A Europa hoje é um Brasil com menos oportunidades. Talvez existam “ilhas e excelência”, mas sempre serão ilhas…
tonin
7 de fevereiro de 2014 12:47 pmMais uma imbecil que teve
Mais uma imbecil que teve seus quinze minutos de fama.
Hamilton
7 de fevereiro de 2014 12:50 pmA PUC-RJ
está na centro direita do pensamento conservador. De lá emanam as “receitas” econômicas de como concentrar mais renda e gerar mais pobreza.
Bota uma foto dessa professora aí. Deve ser uma baranguinha arrumada, no máximo.
Carla Antonia
7 de fevereiro de 2014 12:51 pmo glamour dos aeroportos…
Mas… esses cheirosos já passaram por algum aeroporto USA, ou até europeu? E depois são capazes de falar nas maravilhas do “primeiro mundo”…
Orlando Fontes
7 de fevereiro de 2014 1:14 pmElysium brasileiro
Mais lamentável do que ler a reportagem, é ler comentários de pessoas de acordo com a pseudoprofessora. Já vi que somos todos pobres…
Motta Araujo
7 de fevereiro de 2014 1:15 pmMuito sociologês, politiquês
Muito sociologês, politiquês eara uma simples questão de boas maneiras. Viver em sociedade fica mais agradavel se as pessoas tiverem civilidade, em espaços comprimidos como aeroportos, bares, restaurantes, shows, fica mais agradavel
com gente bem educada e o ambiente fica pesado com gente sem modos e sem postura. Um marmanjo barbudo de short de jogador com perna peluda e camisa de padeiro sentado ao lado de uma moça bonita em um avião fica horrivel ou não? Quem quer em um avião sentar junto a um seboso que cheira mal? Trata-se de vida em sociedade, não em nada a ver com politica.
Adma Andrade Viegas
7 de fevereiro de 2014 2:16 pmAssim como a professora, você
Assim como a professora, você está fazendo uma série de inferências a partir de uma simples foto. Que o cara cheira mal, que é seboso, mal educado etc.
Juarez Sá
7 de fevereiro de 2014 3:01 pmMuito sociologês, politiquês
Você cheirou o cara prá saber se ele fedia?
Nira
7 de fevereiro de 2014 5:42 pmPois é, justamente por estar
Pois é, justamente por estar “`a fresca “o risco de cheirinho desgradável diminua muito. Talvez a moça preferisse braços e pernas depilados. Ô assunto.
Sílvia shgg
7 de fevereiro de 2014 3:28 pmCaro Sr. Motta
Concordo que toda pessoa deva se apresentar de modo agradável. Preferir sentar ao lado de alguém bem vestido e cheiroso não é preconceito. No entanto, o senhor parece ignorar que os comentários feitos pelos professores da PUC-Rio não estavam se referindo a isso, sugeriam que alguém vestido como o senhor da foto teria necessariamente de ser pobre e isso eles não gostam. Esses professores também parecem ignorar que, se os pobres se vestem mal, talvez não seja exatamente por opção.
Sérgio Rodrigues
7 de fevereiro de 2014 1:18 pmViver socialmente
Embora com a forma de abordagem incorreta, penso que a professora expressou uma crítica válida. Realmente é horrível que pessoas, notadamente os homens, frequetem ambientes fechados, socialmente coletivos, sem o menor cuidado com a higiêne e a roupa pessoal.
Adma Andrade Viegas
7 de fevereiro de 2014 1:31 pmMatou a charada
Professores hoje são uma classe aviltada e proletarizada. Ainda que professores universitários sejam menos, é verdade. Mas um professor de universidade privada é um trabalhador como outro qualquer. Alguns, como essa professora, não se sentem assim. Parece que a vaidade do título universitário sobe à cabeça e eles passam a se sentir parte da elite. O curso de letras é absurdamente menos valorizado, porque hoje em dia praticamente forma docentes. É a maldição dos cursos quede licenciatura em geral, como letras, história e filosofia, por exemplo
Heitor Augusto
7 de fevereiro de 2014 1:46 pmo engraçado é que nunca é a
o engraçado é que nunca é a intenção, quando quem falou é rico e glamourizado
Gilmar Costa
7 de fevereiro de 2014 2:15 pmestes podem… rsrsrs ou
estes podem… rsrsrs ou não?!?!?! ambos no Santos Dumont, “templo do Glamour”.
http://s2.glbimg.com/rIok6VCqtw1E1y_A7mz8OpkS7zSzsmy4JUkNqrSARCpIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2013/02/21/novo_1.jpg
http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI102227-9531,00.html
Michel
7 de fevereiro de 2014 2:17 pmDiz que o cidadão “está mais
Diz que o cidadão “está mais para estiva”, como se isto fosse depreciativo. Onde o preconceito se propaga? Vale lembrar que em 2010 o JN deixou entender que ser operário da construção civil é “punição dura”.
http://blogln.ning.com/forum/topics/para-jornal-nacional-ser
Aroeira
7 de fevereiro de 2014 2:22 pmCom que roupa eu vou para o “voo” que você me convidou?
Fica decretado que, de agora em diante, homem para andar de avião tem que usar paletó e gravatá, mesmo que o turista esteja curtindo as praias do Nordeste a uma temperatura de 42°C, fora do ambiente climatizado do aeroporto.
Que “saudades” do cinema São Luis de Recife!
Até o começo dos anos 60, homem só entrava no cinema de paletó e gravata. É de se parodiar a música de Noel Rosa:
com que roupa eu vou para o filme que você me convidou? Com que roupa eu vou para o voo que você me convidou?
Por que o reitor e a professorinha não compram pelo menos um ultraleve? Se querem glamour, ganhem dinheiro e contratem um piloto.
E esse imbecil é reitor de uma universidade? E essa mulhter é professora? Vocês têm certeza?
Anarquista Lúcida
7 de fevereiro de 2014 2:26 pmConheço a professora em questao. Estou abismada
Inacreditável. E o reitor? Pior ainda, ela pelo menos nao tem cargo público.
Athos
7 de fevereiro de 2014 2:36 pmTa virando Caras este Blog…
Ta virando Caras este Blog…
Filipe Rodrigues
7 de fevereiro de 2014 2:45 pmUm calorão infernal que faz
Um calorão infernal que faz no Rio e os professores (que nem são do curso de moda) se preocupando com a passarela no aeroporto.
Maria Luisa
7 de fevereiro de 2014 2:49 pmA burguesia ainda fede
Como dia a Marilena Chaui, que eles odeiam, pensam que são burgueses, mas não são! Eh apenas a classe média tentando chegar proxima dos burgueses, aqueles que detêm o capital.
João Batista M C Lima
7 de fevereiro de 2014 3:09 pmQuem mais fede é a classe
Quem mais fede é a classe média achando que é burguesa mas, não passa de lambe botas da burguesia.
ArthurTaguti
7 de fevereiro de 2014 4:08 pmNão necessariamente.
Tenho
Não necessariamente.
Tenho uma conhecida que se formou em Letras. Não quis continuar na profissão, fez um curso de fotografia na Itália, de roteiro em uma universidade estadunidense, e recentemente matriculou-se na faculdade de Dança.
Embora alguns possam criticá-la dizendo que está postergando sua entrada na vida adulta, eu acho que ela está certa, já sabe falar fluente umas 3, 4, línguas e têm uma visão mais ampla das coisas.
Pode até ser que uma família de classe média alta possa proporcionar, com algum esforço aqui e ali, uma formação dessas, mas não é o caso, a família dela tem muita muita grana.
O que estou querendo dizer é que não é raro encontrar filhotes da aristocracia em profissão menos “mercadistas”, já que eles possuem tranquilidade financeira para experimentar, aprimorar-se culturalmente e por esta razão têm mais chances de alcançar a excelência em alguma área que um classe média que procura clichês (advocacia, medicina, engenharia, administração e empresas, etc) porque precisa sobreviver.
DanielQuireza
11 de fevereiro de 2014 7:13 pmSem dúvida, principalmente se
Sem dúvida, principalmente se ela tiver patrimonio que lhe gere renda com folga para viver bem. Ai da liberdade mesmo.
Mas mesmo nesses casos é bom que a pessoa saiba pelo menos administrar razoavelmente o patrimonio, mesmo que vá trabalhar em outras áreas. Senão, no futuro, ela pode ter problemas. Ou mesmo problemas de herença, dentro da própria família.
Porque convenhamos que é tênue a linha entre o “ganhar experiencia em outras áreas e quem sabe vir a ter excelencia em alguma delas” e ficar apenas enrolando para fugir das responsabilidade de adulto.
Obelix
7 de fevereiro de 2014 3:39 pmProfessores universitários ou universi(o)tários?
Prezados e prezadas,
Que coisa horrível. Que coisa mais estúpida e preconceituosa. Manifestação de imbecilidade em alto grau de densidade.
Eu não perderia tempo “analisando” o conteúdo deste fascismo de etiqueta (ou será etiqueta do fascismo?).
A pessoa mostrada na foto deveria propor uma ação por danos morais com pedido razoável de indenização e um representação criminal por injúria real (por preconceito de origem).
E depois, quando interpelada, a iimbecil não tem nem a coragem de manter-se fiel ao que disse, e tasca: “não foi minha intenção”.
Como assim? Qual foi a intenção então?
Agora eu pergunto: Se o cara da foto descobre a professora e lhe dá um bom soco nos dentes, estaria errado?
Saudações a todos.
Nira
7 de fevereiro de 2014 5:37 pmEstaria.
Estaria.
Almeida
7 de fevereiro de 2014 7:46 pmÉ a “etiqueta” de um fascista.
O cara não perde oportunidade para revelar sua alma truculenta. É uma “sheherazade” com todos os apetrechos, mas é suficientemente cretino, para mostrar sua hipócrita “indignação”, com a pregação de justiceira da jornalista, enquanto defende soco direto nos dentes da professora:
“Você com revólver na mão é um bicho feroz”.
Obelix
7 de fevereiro de 2014 9:37 pmalmeida, o dentista mascarado.
Desprezado almeida,
Andas muito preocupado com os dentes dos outros, deveria cuidar melhor dos seus.
Sua fixação por mim deve ser algo de outras encarnações.
Creio que você já está bem grandinho para saber diferenciar situações.
Veja só:
Sou totalmente contra políticas de extermínio ou penas de morte para-estatais brasileiras (aqui no Brasil, pena de morte legal só em caso de guerra) ou estatais, mas não por uma questão “moral”, mas simplesmente porque não funcionariam aqui, como não funcionam nos EEUU.
Se houvesse uma garantia que haveria uma punição que se aplicasse a todos, de acordo com os crimes, e não com sua condição sócio-econômica, e que depois disto, soubéssemos de antemão (nunca saberemos) que tais penas capitais reduziriam os crimes onde houvesse previsão deste tipo de execução, ótimo, eu assinaria qualquer abaixo-assinado a favor.
Uma coisa é entender isto, e contextualizar a nossa caótica forma de enfrentar o crime, e pior, de definir e valorar o que é crime, e quais crimes merecem mais ou menos punição.
Outra, desprezado, é trazer este debate para a esfera individual de um caso específico, o caso da professora idiota (deve ser sua amiga) e sua claque.
Para este caso não há debates amplos e sociológicos do crime, e ação do Estado, etc. É só o caso de uma imbecil atacando alguém que nem sabe, e possivelmente, nem poderá se defender, e se o fizer, a reparação estatal NUNCA conseguirá satisfazer sua pretensão.
ESPECIFICAMENTE, um bom soco na boca resolveria o problema.
Assim como no seu caso.
Ahhhhh, mas é claro, a professora é bem mais corajosa que você, e pelo menos assina as ofensas que publica.
Ela merece até mais respeito por isto.
É simples assim. Não há uma disseminação filosófica da ação, ou uma propagação da legitimação de um discurso supostamente violento.
É direto e dirigido: se fosse comigo, e se eu descobrisse o autor ou autora, e se estivesse ao meu alcance, é certo que o ortodontista ia ganhar uns trocados com implantes.
Obelix
7 de fevereiro de 2014 9:21 pmPrezada Nira,
Não estaria.
Prezada Nira,
Não estaria. Nosso ordenamento prevê a possibilidade de reação a injusta agressão, e inclusive atenuando a pena de crimes mais graves, como o homicídio (artigo 121, § 1º).
Ele poderia ter até cometido um crime (lesão corporal), mas o fato é que seria levado em conta as circunstâncais nas quais o cometeu.
Sinceramente, neste caso específico (como todo caso em Direito), nenhuma reparação vem na medida ou no tempo adequado para uma ofensa desta amplitude.
Claro que há idiotas como o aí de baixo a imaginar que se trata do mesmo caso da porcalista do SBT. Não é a mesma coisa.
O discurso dela é o da autodefesa social, mas não é nada disto: trata-se de legitimação do extermínio como política de segurança pública.
No caso do passageiro e da professora é uma relação privada, um conflito específico que a Justiça não vai conseguir reparar a tempo.
Uma coisa é banalizar a resposta pessoal a uma injusta provocação como disseminação de violência de classe, outra é garantir a quem é ofendido o direito de escolher os caminhos da reparação, e se for o caso, pagar pelos excessos que cometer.
No caso da humilhação pessoal em seara pública só uma ação de mesmo teor(humilhante) dá conta.
Saudações.
Nira
8 de fevereiro de 2014 12:47 amGrata por responder a meu
Grata por responder a meu comentärio, com embasamento jurídico, inclusive. Mas a minha resposta a sua indagação foi muito curta e simples : você não perguntou a um advogado, jurista, vá lá que seja. Entendi que você fez a pergunta a comentaristas leigos do blog, e nessa condição me manifestei. Estaria o ofendido errado ao responder com um soco nos dentes ? Sim. A agressão física me parece seria incabível e desproporcional, e com todas as atenuantes ( ? ) ainda poderia levar o cidadão, que estava muito na dele, a não apenas ser vítima de mais uma palhaçada do face, mas a ser enquadrado na lei Maria da Penha. Nunca se sabe o que pode acontecer.
Saudações.
Obelix
8 de fevereiro de 2014 5:01 pmSó quem tem o calo sabe o aperto do sapato.
Prezada Nira, a Lei 11340 só se aplica para lesões praticadas em ambiente doméstico e todas as relações decorrentes deste vínculo (artigo 129, § 9º), que não incluem este caso.
Obrigado pela sua resposta, mas eu continuo da defender o direito de reação em casos como este, e até violenta se for do entendimento do ofendido.
Um abraço.
morallis
7 de fevereiro de 2014 3:51 pmMais médicos, mais
Mais médicos, mais professores!
Nunca generalizando nada mas as vezes tenho a impressão que com
todo o “caos” reinante na educação há (creiam) alunos mais
evoluidos que os supostos mestres.
ArthurTaguti
7 de fevereiro de 2014 3:52 pmHilários os comentários do
Hilários os comentários do MottaAraujo.
Ele parece o personagem de um dos livros de Somerset Maugham, Eliott, estadunidense que desprezava seu país e dizia que “o único lugar digno de um homem civilizado é Paris”.
Assim, exasperado que estava em busca de aceitação por parte da aristocricia parisiense, Eliott emulou tanto seus costumes e idiossincrasias, que nem se enxergava (ou não gostava de) mais como norte-americano.
O problema de AA e da nossa “massa cheirosa” é o mesmo.
Eles pensam que, criticando sistematicamente o Brasil e os costumes nativos, a fada madrinha concederia-os alguns minutos de alegria depois de meia-noite, transformando abóbora em carruagem, brasileiro-sul-americano-mesmo-que-rico num lorde inglês, ou antrópologo francês.
Proibir passageiro de usar bermuda num país em que a temperatura bate 40 Graus Celsius no verão é uma grande piada.
O que mais tem no litoral brasileiro é holandês, sueco, japonês e norte-americano desembarcando de chinelo, chapéu de turista e roupa florida, ou camiseta regata.
Não me consta que Professora nenhuma da PUC tire foto falando “isso aqui tá parecendo rodoviária”, por que aí é chique vir do Hemisfério Norte, né?
Filipe Rodrigues
7 de fevereiro de 2014 4:55 pmComplexo de vira lata estadunidense
Bem lembrado, no livro “A Volta ao Mundo em 80 Dias” de Júlio Verne há um trecho que se refere aos Estados Unidos como país de selvagens. Vale lembra que o jeans tem origem nos caubóis.
Pode ser que daqui algumas décadas o Brasil sera considerado chique, cult, cool, etc. Para os gringos que ouvem Bossa Nova ja é, a Bossa é um estilo musical cuja influências são dois rítmos com origem popular (Samba e Jazz).
morallis
7 de fevereiro de 2014 5:07 pmKKK é por ai mesmo, ele se
KKK é por ai mesmo, ele se incomoda com isso!
A.Araujo
7 de fevereiro de 2014 6:08 pmEstamos falando do turista no
Estamos falando do turista no avião e não no turista na praia. O holandes ou sueco que vem para o nosso verão embarca em pleno inverrno deles e não teriam porque viajar de chinelo e camiseta regata.
Americano é outra coisa, sempre foram mais despojados do que europeus.
Ana Iag
8 de fevereiro de 2014 12:59 amSou professora com dois
Sou professora com dois cargos efetivos e não tenho vergonha de dizer: eu e meu filho só começamos a viajar de avião , a partir dos governos petistas. Nessas férias, fomos para o nordeste e tudo que queríamos fazer, dentro do orçamento de classe média fizemos. Bons passeios, boa comida e muita diversão. Na volta, já curtidos pelo sol e um pouco cansados, preferimos viajar de bermuda e chinelo, algo bastante visto em voos nacionais. Será que seria taxada de analfabeta e sem etiqueta pela burguesia que se diz AA, mas na realidade é B caminhando para BBB?
Juliano Santos
7 de fevereiro de 2014 4:08 pmNa verdade só a classe média,
Na verdade só a classe média, e o AA, consultor de etiqueta e moda do Nassif, se incomodam com essa situação. Os ricos mesmo vão de primeira classe. Onde um sujeito gordo como esse não incomodaria.
De um cara dessa tamanho, mesmo que bem vestido, na classe econômica, convém que não se sente ao lado. Ainda mais eu que vou muito ao banheiro durante o vôo. Na primeira classe tem mordomia e espaço à vontade para os gordos indenheirados
A.Araujo
7 de fevereiro de 2014 6:17 pmDe primeira classe vão
De primeira classe vão especialmente funcionarios do governo, desembargadores, Ministros de tribunais superiores,
congressistas, presidentes de estatais, todos que não precisam pagar sua passagem. alguns ricos que pagam do seu bolso , classe media mais abonada vai de executiva e alguns vão de fundão, mas observe que nos voos domesticos não tem classes e no aeroporto está todo mundo junto. Grandes empresas multinacionais há muito tempo não permitem mais primeira classe para seus diretores, no máximo na Executiva, cujo nome vem desse mercado.
Wagner Moraes
7 de fevereiro de 2014 4:10 pmNo Rio professores ironizam????
O Site está maluco, ou sou muito exigente? Na folha os professores criticam, aqui a manchete é Ironizam. E trata-se de puro preconceito de classe. O pior, a manchete aqui reforça!!!
Mauro Segundo
7 de fevereiro de 2014 4:42 pmCaramba, esse cidadão aí tem
Caramba, esse cidadão aí tem que ser identificado e processar um a um dos seus detratores…uns 4, 5 mil de cada, dez difamadores vão dar uns 50 mil!!
lenita
7 de fevereiro de 2014 5:06 pmDesculpa, não foi minha intenção
Então ela deveria proclamar qual foi a intenção real dela, não é? Eu, com o dinheiro do meu trabalho tive a oportunidade de viajar bastante, pois não gastava em futilidades. E o que aprendi na minha 1a. viagem: que a maioria dos turistas são pessoas simples, que gostam de se sentir à vontade em seus passeios, se livrar das incômodas roupas q são obrigadas a usar no dia a dia. O que foi dito p/ professores é de uma pobreza e pequenez total , ainda mais na internet. Certos pensamentos deveriam ficar mesmo em pensamentos, ou no máximo em conversas entre amigos. Expô-los só pode indicar que desejam aparecer mesmo, sendo esta a real intenção, chamar a atenção. Nem sinto raiva deles, mas uma pena mt grande, pela deseducação que tiveram e que a faculdade não conseguir melhorar e jamais conseguirá c/ este tipo de professor. E viva aos meus pais, que nem tinham os 4 primeiros anos do curso primário completo, mas uma educação fina onde pobres e ricos eram pessoas simplesmente.
Gavião
7 de fevereiro de 2014 5:17 pmE além de tudo ainda é gordo
Se eu sentar do lado de alguém no avião com uma roupa dessas, ainda vai. Mas, além de tudo, o sujeito ainda é gordo? Aí já é abusar da boa vontade de um cidadão de bem. Concordo com a crítica da professora Daniela no artigo.
citação:
“Acho que a Policia Federal na liberação para embarque para voos internacionais deveria barrar quem for para o exterior com passaporte brasileiro vestindo camisa regata, chinelo e bermuda encardida, pega muito mal para o Pais lá fora, alem do risco de deportação.”
Hahah, fico imaginando a cena: o brasileiro chegando no outro país e o guarda falando:
– Parado aí rapá. Mas que chinelo é esse? Que roupinha ridícula é essa? Aqui nós só admitimos gente de glamour. Encosta ali na parede que tú vai ser deportado agora!
A.Araujo
7 de fevereiro de 2014 5:58 pmA policia de imigração BARRA
A policia de imigração BARRA E DEPORTA sem dar explicações, se for porque o sujeito está mal vestido, eles nunca vão dizer, nenhum Pais precisa explicar porque não deixou um estrangeiro entrar, é decisão soberana, na Inglaterra a média de brasileiros barrados era de 6.000 por ano, na Espanha 5.000, agora diminuiu um pouco.
nilccemar
7 de fevereiro de 2014 5:20 pmVai ver até que é um
Vai ver até que é um estrangeiro, dos países que essas pessoas idolatram. E se for um belga, um sueco, um dinamarques ? Dai a história muda, e ele passa a ser um civilizado, que não liga para formalidades, nem quer se exibir no aeroporto, um exemplo de civilização.
Roberto
7 de fevereiro de 2014 5:20 pmFosse eu o cmt da aeronave,
Fosse eu o cmt da aeronave, faria essa mestre em preconceito beber coca-cola pelo nariz, coisa mais fácil.
Na boa conheço muita gente que anda de chinelo, bermudão e regata que fatura num dia o que a dita douta não recolhe em uma ano.
janes salete
7 de fevereiro de 2014 6:24 pmTo falando que essa classe
To falando que essa classe média é um reclaque só? R E C A L C A D A!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
MarFig
7 de fevereiro de 2014 6:53 pmEu não entendo porque esse
Eu não entendo porque esse dito glamour em viajar de avião. Pra mim avião é só um ônibus que voa. O piloto é o motorista, a aeromoça o trocador, os passageiros são os mesmos que pegam ônibus: Têm meleca no nariz, remela no olho, catarro na garganta e um monte de massa fedida no intestino que será despejada mais cedo ou mais tarde no banheiro. E ficam preocupados com a roupa que o cara está usando.
RVeiga
7 de fevereiro de 2014 9:05 pmFora que quem vê roupa não vê
Fora que quem vê roupa não vê conta bancária.
Glam Uroso Mala Sein Alssa
8 de fevereiro de 2014 2:21 amVerdade!
Nos tempos de hoje eu costumo dizer que a classe econômica é “transporte de gado” (cada vez pior!). Todos fazem check in de manada, pré-embarcam de manada, entram de manada, comem de manada, vão ao banheiro de manada, saem de manada, fazem bagagem de manada, imigração / alfandega de manada, táxi de manada…
Isto quando não há atrasos, greves e outros transtornos, cada vez mais comuns.
Se houve algum “glamour” (acho até que sim, antes do jato) em classe econômica, ela morreu no tempo dos Super Constellations (década de 1950), das inúmeras escalas que se fazia em cidades mais pitorescas e menos badaladas pelo percurso, descendo na pista mesmo (ainda não havia os “práticos fingers” que nos entubam como cupins por alas, salas e corredores até finalmente conseguirmos sair para o ar livre de novo).
Mesmo na ponte aérea, os Electras rivalizavam, em poltronas, com as business (executivas) de hoje.
Os aviões não eram pressurizados, climatizados (roupas), balançavam baixo, sujeitos a chuvas e trovoadas, e enfim, a viagem era mais “aventuresca”. E tinha o serviço, que hoje chega a um cream cracker e uma água ou café (?). Se for o caso!
Hoje ainda dá pra “tirar uma onda” na primeira. Mas isto é pra ministros do STF, hehe.
Enfim, o ser humano genérico tem essa coisa de se “destacar” e se pavonear … ou fazer muxôxo quando perdem o “eu sou, vc não é, eu tenho, vc não tem, eu fiz, vc não fez, eu sim, vc não”..
Como (ainda muitos em), “voar de avião”!
basílio
7 de fevereiro de 2014 9:26 pmQuase tão horroroso quanto
Quase tão horroroso quanto o comentário preconceituoso da megera da PUC é o feito pelo reitor da Unirio, um tal de Luiz Pedro Jutuca, em resposta concordante com a barbaridade escrita, cometeu o seguinte comentário: “o glamour foi para o espaço!”.
O pior de tudo é que são “educadores”, e do chamado ensino superior.
Uma é professora, outro reitor, e não se dão ao respeito.
Quantos outros que fizeram comentários de apoio no face da megera também não seriam, pelo menos nominalmente, educadores?
Assim se constrói as próximas gerações da Casagrande.
Carlo Zardinni
7 de fevereiro de 2014 11:51 pmAo Mestre com Carinho
Professor ou docente é uma pessoa que ensina uma ciência, arte, técnica ou outro conhecimento. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações acadẽmicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno.
É uma das profissões mais antigas e mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela. Já Platão, na sua obra A República, alertava para a importância do papel do professor na formação do cidadão.
Fonte: Wikipedia
Estaria esta Senhora atenta ao alerta de Platão quanto a importância de sua Profissão na formação do Cidadão?
Talvez não, pois a tentação de enveredar-se pelas sendas das trivialidades, com observações fúteis e desnecessárias, seja, quem sabe, maior.
Quem sabe esteja eu medindo esta Senhora e seus comentaristas com uma régua velha e empoeirada, com números desbotados, contudo nunca em desuso, aquela que media os Mestres de minha geração que nos mal acostumaram com seus valores que perspassavam as salas de aulas e estavam presentes em nossas vidas 24 h por dia formando os Cidadãos que hoje somos. A estes Mestres todo o meu carinho e respeito eternos, pois muito de mim deles vem.
Lamentável minha Senhora, pois seu caminho de Mestra me parece bastante longo. Contudo, boa sorte!
sergioo
8 de fevereiro de 2014 3:56 amEstes calhordas são doutores
Estes calhordas são doutores professores em quê? Em preconceito.
Nilva de Souza
8 de fevereiro de 2014 4:06 amLi no face que o cara foi
Li no face que o cara foi identificado, é bacharel em Direito e estavam comentando que entraria com p´rocesso contra a tarzinha.
José Carlos Lima
8 de fevereiro de 2014 6:10 amPensamento escravocrata
Que bom que o pensamento escravocrata tenha entrado finalmente na pauta deste pais e que continua assim, estamos de olho, uma pena que este tipo de pensamento tenha vindo exatamente de professores, ainda bem que ela reconheceu o erro, me lembrei de quando peguei um avião trajando bermuda, sandália e carregando minhas coisas num saco de supermercado, o cara ao lado ficou muito incomodado com o barulho do plástico, era umas cabaças que levei para usar numa performance mas esqueci tudo no banheiro do aeroporto, lembro como se fosse hoje o cara que estava ao meu lado, ele era um típico senhor de engenho e fiquei com muito constrangido, sei que errei mas era eu e se eu estivesse de terno nem seria eu e sim outra pessoas pois gosto de perambular é assim: Livre e sem documentos no bolso
tiao
8 de fevereiro de 2014 2:16 pmEsta idiotazinha joga no time
Esta idiotazinha joga no time da Sherazeda !
Suzana
9 de fevereiro de 2014 12:56 pmQue coisa ridícula!
Gente, isso é bem coisa de brasileiro mesmo. Trabalho há cinco anos em uma multinacional e, por conta da minha atividade, viajo muito para o exterior. Em várias cidades da Europa, as pessoas andam vestidas de maneira hiper simples e ninguém está nem aí ou fica reparando nos outros por causa disso. Mesmo em várias cidades dos EUA, que muitos brasileiros tem aquela impressão de “noooossa”, não rola isso. Estive recentemente em Chicago e as pessoas andam vestidas suuuper desencanadas, mesmo naqueles lugares brilhando, sabe. PQP, que tacanhice desses professores e de muitas mentes por aqui que não evoluem e que ainda, aiiiiiinda, estão nessa de se acharem porque estão em um mísero aeroporto ou andando em uma porcaria de avião. Que coisinha atrasada isso.
Danfarias
10 de fevereiro de 2014 3:31 pmPreconceito Puro ….
O Sr Marcelo Santos, deve sim processar esta pessoa que se intitula professora …. isto é nó minimo um ato de procenceito, onde no pais que vivemos isso é crime !!!!
E sinceramente ela foi total infeliz no comentario, e de verdade não desejo nem sorte pra uma pessoa como ela, quero mesmo é que seja processada, demitida e pague cada centavo que lhe for designado a pagar .. Srta Glamurosa
Adilson Sacramento
10 de fevereiro de 2014 5:18 pmNova classe média
Os governos protagonizado por tucanos e petistas promoveram uma considerável reforma no país evidenciada pelo aumento da mobilidade social que fez emergir uma nova classe média. O acesso ao consumo decorrente desse poder aquisitivo vem levando esse grupo emergente ao compartilhamento de espaços públicos que a elite nacional tinha em seu imaginário como da sua exclusividade. Essa nova realidade imposta vem incomodando esse segmento social que sente-se invadido por essa: “horda de bárbaros, obesos, fedorentos, malvestidos e pouco instruídos”.
Diversos exemplos desse descontentamento estão pipocando na sociedade brasileira: estagiária de advocacia que prega o extermínio de nordestinos, jornalista que não aceita pessoas com a aparência da sua empregada doméstica possuindo um diploma de medicina, conselho de classe corporativo que incita a sua categoria a vaiar profissionais estrangeiros e proprietários de shopping centers judicializando o acesso de adolescente da periferia, em grupos, nas dependências desses estabelecimentos.
Agora, o exemplo de professores universitários, exaltando qual o serviço público que deve ser utilizado por segmentos sociais, se estação rodoviária ou estação aeroportuária, serve para aumentar a visibilidade da apartação existente na nossa sociedade. Assim como na Alemanha Hitleriana atribui-se características negativas a quem se deseja excluir e, se possível, destruir.
Os pedidos frequentes de desculpas, diante da reação causada, demonstra a covardia dessas pessoas que acreditam estarem acobertadas pelo aparente anonimato dos novos meios de informação e comunicação, mas, quando expostos a réplica e ao contraditório tentam abobalhadamente retornar a desejada academicidade (utilização do método científico para demonstração das suas teses) que se espera da profissão que ostenta.
Luiz Adriano Damasio
10 de fevereiro de 2014 7:33 pmEssa professora deveria perde
Essa professora deveria perde o diploma por preconceito afinal preconceito e ignorância e cada deve ser vestir da maneira que se cinta bem.
Igor Diego
10 de fevereiro de 2014 8:21 pmPobre coitada, não sabe onde se meteu.
A autora desta clara demostração de soberba, só pediu desculpas, pelo fato do homem da foto se tratar de um procurador, sócio de um escritório de adivocacia.
A.Araujo
10 de fevereiro de 2014 9:45 pmProcurador? De onde? É só
Procurador? De onde? É só advogado, Procurador é do MP.
Direito
13 de fevereiro de 2014 3:15 pmClaro que é
Ele e procurador sim
Emirá
10 de fevereiro de 2014 10:58 pmIsso que penso sempre, esses
Isso que penso sempre, esses professores se dizem mal remunerados e não valorizados. Eu acho que eles tem um salário altíssimo. A maioria dos professores que que conheço são todos burros.