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O dia em que a mídia brasileira descobriu Murdoch

Em meados dos anos 2.000, subitamente o Olimpo da mídia passou a ser invadido por corpos estranhos, dinossauros de direita que se supunha extintos desde o final da Guerra Fria, com uma linguagem vociferante, bélica, atacando outros jornalistas, pessoas públicas, partidos políticos, com um grau de agressividade inédito. Inaugurava-se o que batizei, na época, de jornalismo de esgoto.

O grande movimento começou por volta de 2005, coincidindo com a montagem do cartel midiático liderado por Roberto Civita, o cappo da Editora Abril.

***

Inspirada no australiano-americano Rupert Murdoch, a estratégia adotada consistia em juntar todos os grandes grupos de mídia em uma guerra visando ganhar influência para enfrentar os grupos que surgiam no bojo das novas tecnologias.

Desde seus primórdios, a indústria de comunicação de massa ganhou a capacidade de criar um universo virtual, com enorme influência sobre o universo real. Personalidades construídas pela mídia são agentes poderosos de influência em todos os campos. Ao contrário, as vítimas de ataques sofrem consequências terríveis em sua vida pessoal, profissional.

Nas democracias imperfeitas - como é o caso da brasileira -, com enorme concentração de poder, trata-se de um poder tão ilimitado que uma das “punições” mais graves impostas a recalcitrantes é a “lista negra”, a proibição da citação de seu nome em qualquer veículo. O sujeito "morre", desaparece.

Em um modelo competitivo de mídia, essas idiossincrasias são superáveis, permitindo a diversificação de pensamento.

De fato, o fim da guerra fria – no caso brasileiro, o fim da ditadura e o pacto das diretas – produziu um universo relativamente diversificado de personalidades, entre jornalistas, intelectuais, empresários, artistas e celebridades em geral, bom para o pluralismo e para o jornalismo, ruim para as estratégias políticas da mídia.

Montado o pacto, o primeiro passo foi homogeneizar o universo midiático, acabando com o contraditório.

***

Nos Estados Unidos, a estratégia de Rupert Murdoch foi criar um inimigo externo, que substituísse os antigos personagens da Guerra Fria. Os atentados às Torres Gemeas vieram a calhar. E calar eventuais vozes independentes, de jornalistas, com ataques desqualificadores, para impedir o exercício do contraponto.

A estratégia brasileira imitou esse modelo, criando fantasmas bolivarianos, ameaças ficcionais à democracia e ataques desqualificadores aos críticos.

O fuzilamento de recalcitrantes baseou-se em um modelo retratado no filme “The Crusader” que, no Brasil, recebeu o nome de “O Poder da Mídia” – dirigido por Bryan Goeres, tendo no elenco, entre outros, Andrew McCarthy e Michael York. É de 2004.

Narra a história de uma disputa no mercado de telecomunicações, no qual o dono da rede de televisão é cooptado por um dos lados. A estratégia consistiu em pegar um repórter medíocre e turbiná-lo com vários dossiês até transformá-lo em uma celebridade. Tornando-se celebridade, o novo poder era utilizado nas manobras do grupo.

Por aqui o modelo foi testado com um colunista de temas culturais, Diogo Mainardi. Sem conhecimentos maiores do mundo político e empresarial, foi alimentado com dossiês, liberdade para ofender, agredir e, adicionalmente, tornar-se protagonista nas disputas do banqueiro Daniel Dantas em torno das teles brasileiras.

Lançado seu livro, os jornais seguiram o script de "construir" uma reputação da noite para o dia e alça-lo à condição de celebridade. O ápice foi uma resenha do Estadão  comparando-o a Carlos Lacerda e um perfil na Veja tratando-o como “o guru do Leblon". Tornaram-se peças antológicas do ridículo desses tempos de trevas.

Foi usado e jogado fora, quando não mais necessário. Seus ataques a vários jornalistas serviram de álibi para as organizações fazerem o expurgo e montarem a grande noite de São Bartolomeu da mídia.

***

A segunda parte do jogo foi a reconstrução do Olimpo midiático com uma nova fauna, que se dispusesse a preencher os requisitos exigidos, de total adesão à estratégia do cartel. Não bastava apenas a crítica contra o governo e o partido adversário. Tinha que se alinhar com o preconceito, a intolerância, expelir ódio por todos os poros, tratar cada pessoa que ousasse pensar diferente como inimigo a ser destruído.

Vários candidatos se apresentaram para atender à nova demanda. De repente, doces produtores musicais, esquecidos no mundo midiático, transformaram-se em colunistas políticos vociferantes e voltaram a ganhar os holofotes da mídia; intelectuais sem peso no seu meio tornaram-se fontes em permanente disponibilidade repetindo os mesmos mantras; humoristas ganharam programas especiais e roqueiros espaço em troca das catilinárias. Dessa fauna caricata se exigia a lealdade absoluta, a capacidade de exercitar a palavra "canalha" para se referir a adversários e nenhum pudor para repetir os mantras ideológicos das senhoras de Santana.

***

Mas a parte que interessa agora – para entender a ação que me move o diretor da Globo Ali Kamel – foi o papel desempenhado por diretores de redação com ambições intelectuais.

Com autorização para matar e para criar a nova elite de celebridades midiáticas, ambicionaram não apenas o poder midiático, mas julgaram que eles próprios poderiam cavalgar a onda e ocupar o posto de liderança da nova intelectualidade que a mídia pretendia forjar a golpes de machado. Eles construíam o novo Olimpo e se candidatavam ao posto de profetas, assumindo outro Olimpo - o do mundo intelectual - que estava a léguas de distância de sua capacidade.

Montaram um acordo com a editora Record e, de repente, todos se tornaram pensadores e escritores. Cada lançamento recebia cobertura intensiva de todos os veículos do cartel, páginas na Veja e na Época, resenhas na Folha, Globo e Estadão, entrevistas na Globonews e no programa do .

Durante algum tempo, o mundo intelectual tupiniquim testemunhou um dos capítulos mais vexaminosos de auto-louvação, uma troca de elogios e de favores indecente, sem limite, que empurrou a grande mídia brasileira para o provincianismo mais rotundo.

Diretor da Veja, Mário Sabino lançou um romance que mereceu uma crítica louvaminhas na própria Veja, escrita por um seu subordinado e campanhas de outdoor em ônibus bancada pela própria Record - que disseminava a lenda de que o livro estaria sendo recebido de forma consagradora em vários países. O livro de Kamel foi saudado pela revista Época, do mesmo grupo Globo, como um dos dez mais importantes da década.

Coube à blogosfera desmascarar aquele ridículo atroz, denunciando a manipulação da lista dos livros mais vendidos de Veja, por Sabino, para que sua obra prima pudesse entrar (http://migre.me/o8OmT). E revelando total ausência das supostas edições estrangeiras de Sabino na mais afamada e global livraria virtual, a Amazon.

Na ação que me move, um dos pontos realçados por Kamel foi o fato de ter colocado em meu blog um vídeo com a música “O cordão dos puxa sacos”, para mostrar o que pensava da lista dos livros mais relevantes da década da revista Época.

***

Graças à democratização trazida pelas redes sociais, os neo-intelectuais não resistiram à exposição de suas fraquezas. Voltaram para o limbo da subcultura midiática.

Kamel conformou-se com seu papel de todo-poderoso da Globo, mas com atuação restrita aos bastidores, onde seus subordinados são obrigados a aceitar seu brilho e acatar suas orientações; Sabino desistiu da carreira de candidato ao Nobel de literatura.

Derrotados no campo jornalístico, no mano-a-mano das disputas intelectuais, recorreram ao poder das suas empresas para tentar vencer no tapetão das ações judiciais, tanto Kamel quanto Sabino, Mainardi, Eurípides.

Ao esconder-se nas barras da saia das suas corporações, passaram a ideia clara sobre a dimensão dos homens públicos que eram, quando despidos das armaduras corporativas.

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87 comentários

Comentários

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Alexander

E eu acredito que os bravos

E eu acredito que os bravos lutadores pelo país, pela civilização humanitária e por um estado republicano e fraterno, podem contar com o apoio de muitos que lutam pelos mesmos ideais.

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wladimir.cauhy

INTERPRETAR E TUDO!!!

Quando todos se preocuparem em interpretar tudo o que leiam, ai sim estaremos seguros para um debate claro e justo, matéria muito boa vale apena ler

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Parabéns Nassif!

Parabéns Nassif!

Parabéns Blogosfera!

Texto irretocável!

A velha mídia não consegue mais eleger nem derrubar presidentes.

Isso mostra que a força deles diminuiu e muito.

Mas... a união da mídia é para combater quem????

O GOOGLE?

Como o PT ou PSDB o futuro é WEB... é GOOGLE e FACEBOOK.

Não imagino GLOBO, Estadão, Folha, VEJA, BAND combatendo o Google e o FACEBOOK, GAMES...

Não entendo... deveriam estar apostando todas as fichas na criatividades, no novo!

Mas vejo que os Marinhos odeiam gastar dinheiro... compram tudo prontinho lá dos "esteites"...

Há mais de 30 anos... a GLOBO é apenas a GLOBO.

O tal padrão "GLOBAL" agora é com artistas vindos do BBB... sem nenhum talento.

É atriz empregando marido, e todo domingo é a mesma missa há décadas!!!!

É com isso que vão encarar a WEB? o Google? FACEBOOK?????

Ou eles são gênios ou estão mais perdidos que cego num tiroteio!

Oxalá que assim seja!

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odete antonia bresolin

E a RBS ....

A RBS ´segue a cartilha,  a mesma escola, é só observar os  lançamentos na famosa feira do livro de P. Alegre.

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Cartel da grande mídia de direita. E o da esquerda?

O artigo é irretocável. Não há inverdades. A direita manipula, mesmo, a grande mídia brasileira. Ponto.

Contudo, faltou acrescentar que a esquerda faz, em todo o Ocidente, este mesmo papel de endeusamento de alguns Escolhidos. Cantantes medíocres são endeusados. Escritores medíocres são endeusados e a Academia, em mãos da esquerda, os premia. Mas se ficasse por aí, tudo bem, a direita faz o mesmo. Mas a esquerda endeusa também líderes "populares" e os transforma em governantes tanto quanto a direita e aí os povos é que se ferram vendo uma tosca ciranda de mentecaptos se revezando no poder. 

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Luiz carlos Toledo

Quem com ferro fere....

Ate tu, Maria?

Ja ouviu dizer que a unanimidade e burra...?

Entao, aceita voce tambem o contraditorio,  

Nao compete ao sr. Nassif avaliar o intelecto dos seus  leitores, e sim responder se julgar necessario, como respondeu ao !Oliva!, nao minha opiniao  de forma deselegante.

E indiscutivel o valor combativo do nosso querido Nassif. Isto nao esta em questao.

Leia com mais atencao as opinioes contrarias, pois estas, alem de enriquecer o debate traz mais luz ao tema,

Vamos agrregar valores e nao criar debates paralelos.

Deixa o Nassif se manifestar,ou nao, 

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A capa da Veja...

Alias , acabei de ver a capa da veja... Enquanto o Nassif sempre peitou aquela mafia sozinho , o PT ha 12 anos apanha quieto e ainda anuncia na revista, pagando e injetando dinheiro na Abril... Um pouco de compostura nao faria mal ao PT...

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Ah , se o PT tivesse a

Ah , se o PT tivesse a coragem de Luis Nassif...

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SÉRGIO CARLOS FRANCISCO

O vergonhoso cartel do mau da mídia brasileira...

    Essa rede globo (empresa maior dos problemas informativos brasileiros...), juntamente, com outras empresas da mídia brasileira formam um cartel vergonhoso e sombrio que atua (hj mais tenta atuar do que atua, graças ao enfrentamento corajoso q alguns blogs fazem frente a tais empresas...) sobre nossa nação, encontrando éco no lado obscuro de nossa sociedade (pessoas informadas, porém, preconceituosas e reacionárias ao extremo...) e em pessoas alienadas q se deixam levar por noticias, claramente, dadas de forma incompleta ou fora do contexto de um fato maior  (esse grupo de pessoas alienadas tbm pode culpar o atual governo federal, q apesar de estar no poder a doze anos, não conseguiu ou quis por em prática, por exemplo, um ensino público (de base...) q seja feito em horário integral, o q melhoria e muito a situação dos chamados analfabetos funcionais e demais seres alienados ou desinformados (o q tbm  ajudaria na diminuição do crescimento da violência e melhoria nas escolhas de políticos e faria de nosso País um local melhor pra vivermos...)). Enfim, esses grupos não admitem de forma nenhuma perder seu poder de manipulação sobre o povo, a população e veem, com toda a certeza, o perigo disso acontecer com o crescimento dos chamados blogs sujos em conjunto com o crescimento do acesso a internet, visto que o Brasil é um dos países ou o país em q mais cresce esse acesso. Bom, esse acesso faz com que, bem ou mal, nosso povo tenha mais e maiores possibilidades de informações diferentes e o faz pensar no que seja verdadeiro (contraposição de idéias...), o que falam rede globos da vida ou blogs. Por isso, o desespero dessas organizações com essa nova mídia (imaginem se não fosse essa nova mídia, o q teria acontecido no ano passado nas eleições presidenciais?! Essas organizações e um determinado partido em específico, devem estar soltando fumaça ou fogo pelas ventas por estarem vendo o seu poder sobre o povo fugir pelos dedos das mãos como grãos de areia q teimam em sair quando pegamos e pomos em nossas mãos. Por isso, um enfrentamento orquestrado dessas organizações (e não tenham dúvidas de alguns partidos escondidos atrás de tais empresas) contra a nova mídia e seus articuladores (bendida midia q nos livrou de um novo collor no ano passado...). As organizações devem estar desesperadas... Como, estamos perdendo nosso espaço (o que significa tbm a perda de dinheiro...não só poder. Poder é dinheiro.. pra eles...) na manipulação das mentes desses brasileiros?! Como, eles tão tendo a possibilidade de se informar melhor?! Como, não podem?! Vamos perder nosso poder CORONELISTA!!! Nossa boiada vai ser perdida!!! Deixar brasileiro pensar?! Nunca. Não podemos admitir. ATAQUEMOS QUEM NOS ATRAPALHA, QUEM TENTA INFORMAR MELHOR ESSE POVO ATÉ ENTÃO (NOVA MÍDIA E SEUS ARTICULADORES), MANIPULÁVEL. 

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CARRARO

Graças a Deus ainda existe

Graças a Deus ainda existe neste pais um jornalista de de verdade!  Obrigado Nassif !!

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Maria Silva

Só para lembrar ...

Aos bestinhas provocadores, que descem aqui de paraquedas, como se fossem a ultima coca cola do deserto. Este blog existe há quase 10 anos. Comecei a frequentá-lo em 2006. E ele já era assim. O contraponto. A alternativa ao "pensamento unico" e às tentivas de homogenização impostas pela grande midia. "O Caso Veja" desenvolvido aqui neste blog, é uma serie de artigos  mostrando "como se fazem as salchichas" na  editora Abril. Como escritores mediocres e  jagunços são elevados a categoria de " grandes pensadores" e como reputações são arruinadas da noite para o dia... Esse Mainard não tem paralelo na história da literatura e do jornalismo. É uma fossa inteira. Começou como um escritor iconoclasta e rebelde. Eu cheguei a ler um livro dele intitulado "Poligono da Seca". Acho que foi o seu primeiro. Naquela época achei que era uma promessa. Qual não foi a minha surpresa quando, nas paginas da Veja, ele saltou da seara cultural para e seara politica, pregando abertamente em 2006, um golpe contra Lula! Depois foi levado para a televisão. Ai ficou claro que tudo que ele dizia era fruto de ignorancia e do oportunismo mais deslavado e cinico que eu ja tinha visto no jornalismo brasileiro.  O homem é um  boneco de ventriloco. Quanto a literatura? Já era. Não vale a caixa de areia que meu gato caga todos os dias. Essa é a nossa grande midia.

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Carlos Eduardo de Campos Veronese

Parabéns, Luis Nassif, por

Parabéns, Luis Nassif, por ser um dos poucos que ainda consegue resistir ao poderoso cartel midiático Globo-Veja-Estadão.

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José Carlos Damaceno

MAINARDI

MAINARDI É O CARA, QUE CHAMOU DE BOVINOS OS NORDESTINOS PORQUE VOTARAM EM DILMA, ISSO É MAIS GRAVE DO QUE  MASCARADOS SIREM POR AI QUEBRANDO PATRIMONIO PUBLICO É UMA AFRONTA DESCABIDA E DESRREIPEITOSA COM A DEMOCRACIA MAS COMO DISSE O NASSIF ELE FOI CONSTRIDO PELO PIG PARA FALAR ESSE TIPO DE ABERRAÇÃO. 

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Luiz carlos Toledo

Quem com ferro fere....

De acordo com seu artigo, mas..

O sr, foi vitima do proprio . O contraditorio incomoda muito.  Ate ao senhor.

Tanto que respondeu como sempre, qual o contraditorio se apresenta, de uma forma deselegante.

Contrario senso, apresente ao !OLIVA!, provas que nao e a primeira vez que V.Esas, aborda o tema de forma  tao contundente, mencionando datas onde os mesmos fatos forram narrados em seu blog.

Faz mais sentido !!!! Viva o contraditorio.

E isso ai, OLIVA.

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sergio m pinto

Meio atrasado, mas reitero

Meio atrasado, mas reitero meu apoio e admiração pelo seu papel na mídia, incluindo a blogosfera. Penso que, no seu caso, trata-se apenas da tentativa de calar a sua voz.

Infelizmente, dependemos do judiciário para solução dessas pendengas, o que não me entusiasma nem um pouco.

Pelo volume dos comentários, se percebe que você não está sozinho. Estamos aqui, no apoio. Coragem!

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Carlos Soares

Prótese para pés

Dá para adquirir uma boa prótese para pés com 50 mil reais. Tiro de bazuca no próprio pé deve doer um bocado e não deve deixar nem rastro do ex-pé.

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J Claudio

No dia em que a mídia deixar

No dia em que a mídia deixar de ser partidária e politiqueira, esse Brasil será a maior potência de um planeta chamado Terra.

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Marcos Antonio de Sousa

"Os murdochianos Globais"

Nassif, você tirou as palavras da minha boca, e eu que julgava que estava louco quando dizia isto e era ccriticado pelos meus pares e rotulado de "ressurreição da teoria da conspiração". Meu muito obrigado, agora sei que não estou sozinho.  Não são as condenações por danos morais que esse tal de Kamel  e outras marionetes da Globo pleiteiam no judiciário que irá calar as vozes da verdade. Na verdade os magistrados deveriam ter um pouco mais de cultura geral e não se deixarem levar por pleitos arrogantes.

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PAULO CESAR DE ALBUQUERQUE

Excelente.

É sempre um prazer ler o que você escreve. Diante de tanta bobagem, "encheção de linguiça" e manipulação desavergonhada da verdade que alguns veículos de "desinformação" tentam nos impor.

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Fernando F.Coelho

Estou com você!

Parabéns Nassif!

Estou com Você. O seu Bloc é um dos melhores veiculos para o Brasil acordar. Viva a verdade! 

O que mais me deixa indignado é que esses caras não querem o bem do país. 

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PauloVeros

A medida que lia o artigo,

A medida que lia o artigo, vinha à minha mente a recente campanha política de 2014, onde o principal objetivo dos atuais ocupantes do Planalto foi justamente a "desconstrução" e desqualificação de seus adversários, e a 'autolouvação" dos situacionistas. metodo que o blogueiro diz abominar neste post. Qualquer semelhança entre o que se passou na campanha presidencial e este artigo não terá sido mera coincidência......ou terá?

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LUIZ ANTONIO FERREIRA

Eu sou NASSIF.

Nassif infelismente jornalistas com o seu padrão são minoria.

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LUIZ ANTONIO FERREIRA

Eu sou NASSIF.

Nassif infelismente jornalistas com o seu padrão são minoria.

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Podres poderes II

Outra coisa: criticar religião islâmica com charge ofensiva, PODE. Criticar cronista de costumes com marchinha de carnaval, NÃO PODE.

Alguma coisa está fora da ordem.

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Ilson R. Napoleão

M

Isso mostra o tamanho da insignificância desses senhores

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Podres poderes

Otavinho é outro subintelectual da mesma safra. O episódio de Lula, em campanha, indo embora do jantar da Folha e deixando-o falando sozinho, com a garfo na mão, mostra que esses tipos só enganam a quem se deixa enganar.

O futuro se encarregará de ignorá-los.

Mas, enquanto têm poder, atrasam o Brasil, semeam o ódio, tentam destruir a tudo que nos faz únicos: o afeto, a tolerância/indulgência com as imperfeições alheias, a esperança de que amanhã será melhor. Os brasileiros são assim. Eles, não.

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Idalma

Confesso que voltei a acessar

Confesso que voltei a acessar o Portal IG depois de Luis Nassif, simples assim.

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ANTONI) ARRUDA

Muito bom Nassif. É um dos

Muito bom Nassif. É um dos poucos jornalistas, neste jornalismo de esgoto, que dispenso meu tempo para ler. Direto, coerente, sem papas na língua. Ataca com eficácia o estômago dos hipócritas.

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lucia fabrini

solidariedade ao nassif

EU SOU NASSIF

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Pedro Penido dos Anjos

Seria o caso de se pensar em

Seria o caso de se pensar em entrar com uma ação coletiva por danos morais. Contra as empresas jornalísticas e seus  personagens como pessoas físicas. Acho que os mais respeitáveis advogados - sim, os há! - aceitariam patrocinar a causa em adesão igualmente coletiva.

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Hulk, O verdinho

Liberdade de expressão

Acho interessante comentar aqui esta tamanha hipocrisia nominada de "Je suis Charlie". Nos últimos dias a mídia vem insistentemente massacrando este assunto, como se nada mais fosse importante noticiar além da luta pela liberdade da imprensa. Temem a regulação.

Digo isso porque seu processo tem tudo a ver com liberdade de imprensa.

Como se pode, por um lado, enaltecer uma luta inglória de manifestantes contra fundamentalistas que se vingaram de humoristas atrevidos, desprecavidos, inconsequentes, incovenientes, de pouca inteligência, ofensivos; e ao mesmo tempo proclamar adesão à pseudo liberdade de imprensa da França por uma revista que ninguem nunca ouviu falar por aqui. Nós que vivemos uma espécie de dominação das corporações.

Este filtro, esta manipulação da informação é herança dos dias de ditadura. Orquestrada pelas empresas de mídia que sobreviveram a este período. E sobreviveram porque tornaram-se mestras na arte de dissimular.

Aqui, como na França, existe a liberdade de informação para se dizer apenas o que é permitido. Há uma espécie de faixa amarela que não pode ser cruzada. Há poderes e tótens sagrados que não se pode desafiar. Assim, há deuses intocáveis que servem à esta lógica do poder, dos governos sim, mas das organizações em primeiro lugar.

O pensamento é mais ou menos este: "se sobrevivemos à ditadura militar podemos sobreviver a qualquer político ou partido".

E lançam mãos da justiça quando não podem impor sansões empregatícias. E leis não faltam. Então: "Aos inimigos, a lei". Herança do patrimonialismo portugues.

E quanta gente já foi condenada a indenizar pelo que disse, pelo que escreveu. E o mais interessante: a justiça somente acata processo em favor de indivíduo que pertence, direta ou indiretamente, aos interesses das corporações. E só condena quem é famoso, quem pertence à mídia.

Se meu vizinho proferir palavras que atentem contra minha moral não consigo nem fazer o BO. PMs com objetivos de conciliação, fazendo o papel de "psicólogos", virão atender ao chamado para "pacificar" a situação. A lei, então, não é para todos. A lei só se aplica aos que tem poder econômico ou fama.

Uma briga de "cachorro grande" por assim dizer.

Pensei um dia em ser jornalista. Prestei vestibular do CESCEA como sendo 1a opção a ECA da USP. Não passei. Fiquei desolado. Peguei a 2a opção, Anhembi Morumbi. Não matriculei, acabei seguindo outra profissão.

Durante um tempo fiquei imaginando se tinha feito a coisa certa. Hoje, estou reconfortado. Se tivesse seguido a carreira jornalística já teria perdido até as calças.

 

 

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Omar Porto

charlie

Meu caro Verdinho,

O que você não consegue entender é a importância da morte de alguns jornalistas franceses brancos e cristãos, frente ao assassinato de centenas de milhares de árabes pelos israelenses apoiados por estes mesmos franceses brancos e cristãos. Afinal, foram jornalistas, classe que, como você deveria saber, concentra e é a única portadora de toda a inteligência, toda sapiência da humanidade. Segundo por serem brancos e cristãos, o que, de plano os torna portadores de Alma, ao contrário de nós, pobres pardos de outros credos, simples animais, no entender da santa madre igreja pedófila.

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Verdade e justiça

Grande Luis...parabéns pela coragem que todos devemos ter....tamo junto. 

Sou e somos Luis Nassif.

abraço.

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Esse John Mainardi Keines...

Prá mim é tudo parente.


O melhor da palavra virtual é que sempre deixa uma pista. 

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Esse John Mainardi Keines...

Prá mim é tudo parente.


O melhor da palavra virtual é que sempre deixa uma pista. 

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Grande Nassif.

Parabéns Nassif por sua coragem. É muito difícil nadar contra a corrente, ter opinião própria. Você vai vencer mais essa, alias já venceu. Vivemos em uma democracia e temos direito a opinião. Quanto à mídia, estão esperneando porque perderam o poder de opinião a blogosfera a venceu e é irreversível.

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Franklin.

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Evandro Trigueiro Tavares

  Lacerda foi a tragédia,

 

Lacerda foi a tragédia, Mainard ...

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Parabéns, Nassif

Sobre a mídia americana, outro bom filme é o recente "O mensageiro" (Kill the messanger), passado nos anos 80. Acho que a mudança vai além de Murdoch. É história ainda a ser contada. 

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Aja com os outros como queres que ajam contigo mesmo

Tai, criam formas pensamentos que ganham vida na suas mídias  e pensam que suas criaturas não irão se voltar contra seus criadores.

É de uma ingenuidade de dar dó!

São todos muito burros mesmo, merecem este fim mediocre que os esperam.

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Follow the money, follow the power.

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Nivaldo Azevedo

JE SUIS NASSIF

JE SUIS NASSIF, A mascara destes protagonistas do PIG (partido de imprensa golpista) já está no chão!! 

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Mar.

Parabéns.

Nassif, excelente análise, adorei seu post. Nunca vi tantos imbecis tratados com tanta importância, achei que isso era apartir do governo Lula mas você fala em 2000.

É aquela história, uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade e quando a gente se dá conta está vivendo em meio a imbecilidade total. Se não houver limite à grande mídia a gente não tem como combater essa realidade criada por eles, os replicantes são muitos e sem capacidade de se libertar. A Globo tem que sofrer no bolso. No mínimo o governo tem que parar de dar dinheiro a essa gente e também cobrar os devidos impostos deles.

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Álvaro Noites

Viva a blogosfera, e abaixo

Viva a blogosfera, e abaixo aos velhos oligopólios de mídia.

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Luiza

Carece coragem, moço, carece

Carece coragem, moço, carece muita coragem!

Eles" e "todos" os que estao envolvidos nessa trama contra voce estao sendo desmascarados na blogosfera, que é hoje uma fonte de informaçao importante, mais isenta, considerada a maior arma contra todas as manobras dos "desesperados" contra a democracia e a liberdade de expresao. Um a um está sendo identificado e colocado no seu devido lugar. E, Ainda que "essa gente" encontre abrigo sob a "toga amiga" para dissimular "palavras de ordem", nada foge ao julgamento atento dos que estao acompanhando de perto a decadencia e a falta de honradez desses maus brasileiros.

Sabem que a hegemonia "deles", a blindagem e o anonimato estao com os dias contados.

Estou com voce, Nassif, voce é um homem honrado.

 

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Anderson Correa

POR DIOGO MAINARDI 28/03/2001

Adorei quando ele disse que o segredo do sucesso do Brasil é o analfabetismo, que SUCESSÃO.

 

Ler não serve para nada

 

Ilustração Pepe Casals


Como tornar o Brasil uma nação letrada? É o título de um documento de Ottaviano Carlo De Fiore, secretário do Livro e Leitura. Honestamente, eu nem sabia que o Ministério da Cultura tinha um secretário do Livro e Leitura. Mas tem. Sua principal tarefa é "acompanhar, avaliar e sugerir alternativas para as políticas do livro, da leitura e da biblioteca". Foi exatamente o que Ottaviano Carlo De Fiore tentou fazer em seu documento, estudando maneiras de aumentar o interesse por livros no Brasil. Cito um trecho: "É fundamental que nos meios de massa, políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos, jornalistas (através de depoimentos, conselhos, testemunhos) propaguem contínua e perenemente a necessidade, a importância e o prazer da leitura, assim como a ascensão social e o poder pessoal que o hábito de ler confere às pessoas".

Não pertenço a nenhuma das categorias mencionadas por Ottaviano Carlo De Fiore. A rigor, portanto, meu depoimento não foi solicitado. Dou-o mesmo assim, ainda que tenha plena consciência de minha falta de prestígio e incapacidade de influenciar as pessoas. Se digo que meu escritor preferido é Rabelais, por exemplo, ninguém sente o irrefreável impulso de entrar numa livraria e comprá-lo. Se, por outro lado, Rubens Barrichello recomenda os relatos de reencarnação de Muitas Vidas, Muitos Mestres, do americano Brian Weiss ("depois que o li, o medo que tinha da morte foi embora"), é bastante provável que consiga vender quatro ou cinco exemplares a mais.

Minha experiência, ao contrário do que afirma o documento de Ottaviano Carlo De Fiore, é que o hábito da leitura constitui o maior obstáculo para a ascensão social e o poder pessoal no Brasil. Não é um acaso que aqueles que vivem de livros – os escritores – se encontrem no patamar mais baixo de nossa escala social. Muito mais baixo do que políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos ou jornalistas. De fato, basta entrar no Congresso, num estúdio de TV, numa universidade ou numa redação de jornal para ver que todos os presentes têm verdadeira aversão por livros. Eles sabem que livros não ajudam a conquistar poder, dinheiro, respeitabilidade. Livros só atrapalham. Criam espíritos perdedores. Provocam isolamento, frustração, resignação. Desde que comecei a ler, virei um frouxo, um molenga. Com o passar dos anos, foram-se embora todas as minhas ambições. Tudo porque os livros me colocaram no devido lugar. Nada disso, claro, tem a ver com o temperamento nacional, tão afirmativo, tão voraz, tão animal. É contraproducente tentar convencer os poderosos a prestar depoimentos sobre a importância dos livros em suas carreiras, simplesmente porque é mentira, e todo mundo sabe que é mentira. Dê uma olhada nas pessoas de sucesso que aparecem nas páginas desta revista. É fácil perceber que nenhuma delas precisou ler para subir na vida. A melhor receita para o sucesso, no Brasil, é o analfabetismo.

Por mais bem-intencionado que seja Ottaviano Carlo De Fiore, duvido que um dia o Brasil venha a se tornar uma nação letrada. Se por acaso isso acontecer, certamente lerá os livros errados. Se calhar de ler os livros certos, só dirá bobagens sobre o que leu.

 

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Perder tempo "lendo" o tal Mainardi...

tenho mais o que fazer.

Alias Mainardi e ler são antinomias.

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Je ne suis bobo

É incrível mesmo Nassif, a medíocridade desses caras. Se voce comparar não só com Lacerda, mas com os reacionários de antigamente, esses caras tem QI de participante de Big Brother. Antes tinha o Nelson Rodrigues, o Bob Fields, o Francis, o Merquior, que eu me lembro agora. 

Dos atuais, acho que só o Jabor não é medíocre. Tem um certo brilho intelectual acima da média, de fato. Como esses "escritores" querem virar referencia literária com esses livros que eles escreveram? "Nós não somos racistas", "Lula é minha anta", "No país dos petralhas"? Melhor faz o Nelson Motta quando se restringe a fazer a biografia do Tim Maia, ou o Fiuza quando faz a do Bussunda.

Tão pouco conseguirão alguma coisa com esses processos. Cinquentinhaf? Qualquer coisa lembre da vaquinha, einh seu Nassif?

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Juliano Santos

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Álvaro Noites

Jabor não é medíocre? Não

Jabor não é medíocre?

Não vejo alguém que emprega o termo "pornopolítica" como algum magnífico.

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josé maria de souza

Belíssimo texto. josé maria

Belíssimo texto.

josé maria

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Anderson Correa

VEJAM O QUE O DIOGO MAINARDI DIZ EM 2001, O QUE ACHAM???

http://veja.abril.com.br/280301/mainar

Ler não serve pra NADA, título da matéria.

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Silvana M. Alves Dantas

mídia


Parabéns Nassif, por sua coragem e determinação. O mundo ainda tem salvaçao. Só posso dizer uma coisa! Cara, eu te amo!

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