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O massacre de Gaza e o complexo de vira-lata, por J. Carlos de Assis

O Governo de Israel disse que o Brasil é irrelevante e criador de problemas, segundo  manchete de O Globo. Há nisso uma contradição. Se é irrelevante não pode criar problemas. Se cria problemas não é irrelevante. Aliás, se fosse mesmo irrelevante, não teria levado o Governo israelense ao extremo de quebrar todos os códigos diplomáticos ao ponto de insultar  o Governo brasileiro com um ironia chula envolvendo a Copa, como se nós, brasileiros, fôssemos uns idiotas capazes de confundir massacre de inocentes com jogo de futebol.

Ainda pior que o insulto israelense a um país que sempre tratou com simpatia Israel, mesmo em momentos em que ele não merecia isso, é o comportamento da grande mídia brasileira. A invasão truculenta de Gaza é tratada como uma guerra entre iguais. O massacre de crianças e mulheres numa área confinada, sem saída, é apresentado como consequência natural do conflito. O recurso a uma violência extrema aparece como natural. E o Governo brasileiro é ridicularizado porque fala do óbvio, a saber, do uso desproporcional da força.

Na essência, tudo isso é a expressão reiterada do “complexo de vira-lata” da maior parte da grande mídia, segundo o qual tudo o que os Estados Unidos fazem é bom, sendo que os Estados Unidos, no caso, fazem tudo o que quer a direita israelense, e nós, subalternos e incompetentes, devemos nos alinhar cegamente a eles independentemente de uma visão crítica da política envolvida. Diante disso, ter uma atitude diplomática independente, generosa e equilibrada é assumida pela grande mídia como irrelevante na busca de humilhar o Governo, quando o que se está tentando fazer é humilhar o Estado e a própria nação.

Estamos diante do maior massacre de inocentes por uma força bruta militar, equipada com os mais modernos recursos tecnológicos do planeta, desde o Holocausto. Há, certo, uma diferença de escala. Qualitativamente, contudo, a câmara de Gaza se equipara à câmara de gás: ninguém pode sair lá de dentro enquanto os foguetes e o fogo da artilharia e dos tanques colhe a vida de crianças e mulheres. Parece que há em tudo uma contabilidade macabra: foram assassinados pelo Hamas três jovens judeus inocentes; a lei de Talião diz olho por olho, mas a lei do atual Israel diz que um judeu assassinado vale no mínimo 300 palestinos mortos, ou mais.

Ah, sim, os extremistas do Hamas! E acaso não há extremistas em Israel? O fato é que cada vez mais esses extremistas comandam o Governo israelense enterrando todo tipo de iniciativa de paz, inclusive os tratados de Oslo, em nome da posse de uma terra invadida, roubada, sob o pretexto de uma herança bíblica que enterra o amoroso Senhor da Misericórdia debaixo do ódio primitivo do Senhor dos Exércitos. Caveat, Israel é o único fator presente no mundo contemporâneo que pode levar o planeta a uma guerra nuclear. Note-se que o pequeno David já não tem fundas, tem armas atômicas!

A diplomacia brasileira talvez seja irrelevante. Junto com a da Turquia, tentou uma alternativa diplomática para resolver o impasse entre os Estados Unidos e o Irã na questão do desenvolvimento do projeto nuclear pacífico iraniano. Os Estados Unidos, insuflados por Israel, mataram a iniciativa que eles próprios estimularam. A razão foi simples: Israel queria uma guerra contra o Irã. Queria repetir o que fez com o Iraque nos anos 80: bombardear as instalações nucleares iranianas. Não foi a prudência que levou os Estados Unidos a tirar o tapete de Israel. Foi o fato de que, do outro lado, havia uma potência nuclear de primeira linha, a Rússia, com respaldo chinês, em apoio ao Irã.

Felizmente já não estamos num mundo unipolar. Se tivéssemos, Israel teria comandado as forças militares norte-americanas no ataque ao Irã apoiado no lobby judaico que, de longe, não distingue entre o que são interesses fundamentalistas da direita  com os interesses legítimos do povo que vive em Israel. Deste, a maioria provavelmente deseja a paz com os palestinos, mesmo que isso significa algum tipo de concessão, sobretudo nos assentamentos que violam a própria lei internacional que criou Israel. Nas mãos dos radicais judeus, contudo, todos estamos em risco: ave, Israel, morituri te salutant!

J. Carlos de Assis - Economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, professor de Economia Internacional da UEPB, autor de mais de duas dezenas de livros sobre economia política brasileira.

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Orlando Soares Vareda

O nazi natanyaho havera de

O nazi natanyaho havera de ser levado ao Tribunal Internacional para ser julgado por crime de genocidio e cruel assassinato de criancas. Alem de obrigar ao Estado terrorista de israel indenizar o povo palestino pelos crimes e pelos prejuizos materiais causados aquele pais.

Estes senhores da guerra, tanto de washingtom  como de israel, causam repugnancia ao ser humano. E o que penso.

Orlando S. V.

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william honorio da silveira

Diplomacia Brasileira.

Nossa diplomacia já foi benevolente demais quando ajudou os "aliados" na criação de Israel tomando as terras palestinas. O Deus que escolhe um povo e lhe promete terras de outros povos, não é o Deus que acredito existir. Isso é história para boi dormir. Agora os judeus não contam mais com a "diplomacia" de Oswalfo Aranha. Quanto a nossa imprensa, a Sistema Globo conta com o capital judeu norteamericano e sonha com o retorno da corja de FHC com a candidatura de Aéccio Neves. Para refrescar a memória ou mesmo para informar aos que não sabem, esse mesmo sisteme de tv, juntamente com os governadores Carlos Lacerda (RJ), Ademar de Barros (SP) e Magalhães Pinto (MG), deu suporte ao golpe militar de 1964, ficando "em cima do muro",  Aluisio Alves (RN), pai do atual Presidente da Câmara entre outros. Ainda sobre nossa imprensa, a Rede SBT pertence ao também judeu Sílvio Santos.

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Alcides Barbosa

ARTIGO DO JUIZ FEDERAL

ARTIGO DO JUIZ FEDERAL WILLIAM DOUGLAS

William Douglas, Professor de Direito Constitucional, Mestre em Estado e Cidadania (UGF), pós-graduado em Políticas Públicas e Governo (EPPG/UFRJ)

Entendo que Israel e os palestinos têm muito a caminhar para que possa haver paz, e que guerras são ruins para todos. Contudo, a forma como nosso governo se posiciona é totalmente infeliz e, pior, contra o que diz nossa Constituição.

Como cidadão e professor de Direito Constitucional, registro que todos devem respeitar o que está na Constituição Federal. Nenhum governo, mesmo que eleito democraticamente, tem autonomia para agir contra aquilo que determina nossa Carta Magna. Nesse sentido, vejamos:

“Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

I - independência nacional;

II - prevalência dos direitos humanos;

III - autodeterminação dos povos;

IV - não-intervenção;

V - igualdade entre os Estados;

VI - defesa da paz;

VII - solução pacífica dos conflitos;

VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

X - concessão de asilo político.”

A VERGONHOSA e LASTIMÁVEL Nota emitida pelo Itamaraty, em nome do país, viola a Constituição, como podemos demonstrar:

I - independência nacional; - A Nota quer que Israel abra mão do direito de se defender e de evitar mísseis (+ de 2.000) e túneis utilizados contra sua população civil.

II - prevalência dos direitos humanos; - A Nota “esqueceu” que o Hamas obriga civis, mulheres e crianças, a servirem de escudo humano e combustível para propaganda contra Israel. Isso para não falar de esconder mísseis em escolas, mesquitas e hospitais, inclusive da ONU.

III - autodeterminação dos povos; - Ao emitir Nota em formato tão infeliz, o Itamaraty reduz sua capacidade de ajudar a criar um Estado Palestino e também desrespeita o direito de defesa de um país que está sendo constantemente atacado por mísseis lançados contra alvos civis.

IV - não-intervenção; O governo brasileiro está intervindo de modo parcial, injusto, panfletário, contrário à CF e, pior, contra o item VIII, abaixo.

V - igualdade entre os Estados; A Nota indica que nosso governo não vê problema em terrorismo contra Israel, mas não aceita que Israel se defenda. Repito: as vítimas civis são muitas por culpa do próprio Hamas, a quem a Nota quer defender. Nesse passo, mísseis contra civis, mulheres e crianças em Israel não foram objeto de crítica. Que igualdade entre Estados é essa?

VI - defesa da paz; Chamar o Embaixador Brasileiro é ato de hostilidade, em especial por falta de base razoável para gesto dessa magnitude.

VII - solução pacífica dos conflitos; Israel fez várias ofertas de cessar-fogo antes e depois de iniciado o conflito, todas recusadas pelo Hamas que, por querer a extinção de todos os judeus, não quer solução pacífica. O governo brasileiro está defendendo quem vai de encontro aos princípios escolhidos pelo povo brasileiro, os quais podem ser lidos na nossa Constituição.

VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; O Itamaraty ficou do lado dos terroristas. A forma como trata Israel, notoriamente um Estado judeu, não está muito longe da prática de racismo e preconceito, comportamentos que são contrários às normas legais brasileiras. Antissemitismo também é inaceitável.

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; O Itamaraty, ao invés de ajudar a cooperação, a desestimula e prejudica. E se isso já não bastasse, ainda reduz a credibilidade do nosso país na comunidade internacional.

A alegada “desproporcionalidade” só demonstra falta de conhecimento histórico, militar e da própria situação em tela. Como disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, “não é assim na vida real” e "a única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?".

Por fim, vale lembrar que o mesmo Itamaraty faz “vista grossa” para a agressividade desproporcional contra os oposicionistas do governo chavista da Venezuela. Antes disso, como citado por Reinaldo Azevedo, “em 2006, na gestão Lula, com Celso Amorim à frente do Itamaraty, o Brasil se absteve de uma resolução condenando o governo do ditador Omar al-Bashir, do Sudão, pelo massacre de pelos menos 500 mil cristãos em Darfur.”

Ao apoiar incondicionalmente o Hamas, o Itamaraty tem responsabilidade sobre a morte de cada civil, cada ferido, cada criança e cada mulher usados como escudos humanos. Ir contra isso protegeria estes palestinos. Algum governante de Gaza, onde há muito não se realizam eleições, pode simplesmente pensar: “- Para que parar de usar essa estratégia se o Brasil, nosso aliado, não a critica?”

Matar cristãos, pode; matar oposicionistas na Venezuela, pode; apoiar o terrorismo iraniano, pode; desrespeitar a Petrobras na Bolívia, pode; usar palestinos como escudo humano, pode; usar hospitais e mesquitas como depósito de armas, pode. Porém, Israel se defender, não pode. Definitivamente, a postura do Itamaraty está indo contra o que determina nossa Constituição.

O Itamaraty não pode apoiar terroristas. Simples assim. Se alguém quer fazer isso, não pode fazê-lo em nome do país. Fale como pessoa física, nunca em meu nome.

Não em meu nome

Não em meu nome também

 

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Richardo

Que estupidez é essa ? Eu não

Que estupidez é essa ? Eu não posso acreditar que um juiz. academico de direito escreveria tamanho disparate. Ao ponto de citar o pitbull da veja ????

De todas as formas, a criatura que escreveu isso não tem nenhum compromisso com a verdade factual. Que horror!

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Gislane Gandra

Sua colocação foi perfeita,

Sua colocação foi perfeita, parabéns.

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Patricinho

Ele não colocou.

O Alcide deve ser gente do bem. O juiz também. Gentili também. Silvio Santos, Serra, Aloysio, Cachoeira, o Dantas, o Gilmar, o Alckmin, a Gislaine, o proprietário da casa que eu moro é tudo do bem. Eles não colocam nada. Eles tiram, perfeitamente.

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jcordeiro

Libelo ou Panfleto?

Excelência: permita mínimas e brevês observações, maxima concessa venia, à óptica do seu artigo.

Ele mais esta para um panfleto político-partidário que para uma lição de Direito Constitucional, ou mesmo o registro sincero da “indignação” de um cidadão livre e de bons costumes.

É um escrito “pessoal”, aparentemente comprometido com uma “posição” partidária, destas que não tem discurso político ou institucional suficiente para hoje opor-se aos seus rivais.

O signatário, na qualidade de  “Meritíssimo Juiz”, conhece os canais jurídicos competentes para enfrentar ao ato governamental, tendo como réu o Ministério das Relações Exteriores.

Como catedrático na matéria constitucional, distorce o rumo, esquecendo-se de “o que não disse o legislador, não o faça o interprete”.

Seu “libelo acusatório” estaria mais para um “panfleto”. E este, para a interpretação literal, direta e objetiva, do “Samba do Criolo Doido”, do Stanislaw Ponte Preta, quando, virulentamente, se arremessa contra outras Nações, de seu particular desafeto, no intuito de demonstrar a “inconstitucionalidade” da Nota do Itamaraty, no “affair” atual de Gaza.

Diz o douto e nobre escrito que emitimos uma “ato de hostilidade”.

Portanto, estamos sujeitos que os membros da colônia judaica, aqueles que estiverem coniventes com os massacres que agora ocorrem em Gaza, retaliem e sabotem, com seu imenso poder midiático e econômico de que dispõem por todo mundo ocidental, o “Bolsa Família”, boicotem o “Minha Casa Minha Vida”, ridicularizem o regime de “quota aos negros” e de outros menos afortunados, dos programas assistenciais brasileiros.

Poderão, estes “estrangeiros” aqui radicados, em defesa o regime sionista, dinamitarem a Ponte Rio-Niteroi, explodir Itaipu, o Cristo Redentor, o Obelisco do Ibirapuera, se possível levando consigo civis desarmados, pois guerra é guerra.

Penso que em suas aulas de História de Direito Constitucional há de defender o massacre promovido pelo Império Turco-Otomano contra os armênios (abril, 1915), as chamadas “caravas da morte”, que exterminaram sumariamente um milhão e quinhentas mil pessoas.

E há de justificar, pois a Constituição deles, à época, permitia que potência se coligasse ao Império Austro-Húngaro para “lavar a honra” e vingar a morte do Arqueduque Francisco Ferdinando e de Sofia, sua mulher, executados por Gavrilo Princip, estudante sérvio-bósnio ligado a uma organização nacionalista, em Sarajevo,  em 28 de junho de 1914.

Um mês depois, há exatamente 100 anos, em 28 de julho, iniciou-se, a partir deste fato, a Primeira Guerra Mundial.

A ingenuidade do escrito beira a imbecilidade, quando finge desconhecer que Israel não respeito nenhuma Resolução da ONU, além da “181”, pela qual nosso compatriota Osvaldo Aranha tanto se empenhou. Tenho pra mim que a manifestação guerreada faz jus ao adágio que diz ---“O MP pensa que é Deus; o Magistrado tem certeza”...

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Libelo ou panfleto?

 

 

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Alcides Barbosa

O massacrre de Gaza...

Falam, escrevem, falam, escrevem, mas não dizem nada. Resolvam o problema do ódio que há entre eles e tudo isso se acaba. Interessante, que ninguém menciona os ataques do Hamas a Israel. São muitos. De todas as formas. Quando Israel responde é desproporcional. Imagine que o Paraguai resolva nos considerar inimigos deles e espalhem entre o seu povo que eles tem que lutar contra nós e nos exterminar, até que não exista mais um brasileiro sequer  no mundo. É assim que Israel se sente. Cabe a nós seres "civilizados" lutarmos pela paz. Ao escolher um dos lados para apoiar estaremos disseminando o ódio. É o que demonstra o articulista, que deveria conhecer os motivos dos muçulmanos palestinos. Ao invés disso o texto demonstra uma enorme ignorância ao mencionar posse de terras e promessas bíblicas. O título de doutor e os todos os seus livros não o socorrem. Assim o ódio vai continuar.

 

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jcordeiro

A Estirpe de Caim

Alcides: quando aquele o povo ainda não se chamava Israel, já nos condizíamos com ele, nas aulas de história. No Egito, quando foram escravos, choramos ao lermos os relatos. Quando escravos foram à Babilônia, nossos sentimentos redobraram. Confinados em Auschewirz II e outros lugares semelhantes, fizemos campanhas em seu favor e até participamos na transformação de uma determinada geografia para que fosse sua Pátria, quando europeus e norteamericanos os queriam longe, apesar do discurso hipócrita que diziam e publicavam. Agora, quando vemos a “estirpe de Caim” renascer no seio daqueles que tínhamos por injustiçados e perseguidos, quando verificamos ressurgirem como corja rastejante, assassinos declarados, não perguntamos os motivos, como não o fizemos, desde o Egito, passando pela Babilônia ou Alemanha. Não questionamos os motivos de qualquer deles e corremos em socorro do que julgamos necessário. Era desproporcional o ataque nazista em Sobibór, Treblinka etc, tanto quanto faz atualmente Israel aos Palestinos em Gaza e algumas outras vizinhanças. Se fizemos vistas grossas na chacina de Sabra e Chatila, no Líbano, promovido sob o manto da Estrela de Davi, agimos errado. Agora, lutar pela Paz, como sugere você, é denunciar de forma contundente os crimes promovidos pelos descendentes de Caim, que hoje dominam aquela nação. Quanto ao exemplo paraguaio, veja que nosso vizinho, quase dizimado que foi, para atender interesses exclusivamente ingleses, nunca tentou sequer sabotar-nos. Perderam metade da sua população masculina na guerra. Perderam terras. Mas continuam, lutando para sua prosperidade, pelo seu progresso, sem nenhuma atitude de hostilidade, muito menos de ódio mortal, ou ato de massacre a quem quer que seja.

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Alcides Barbosa

O massacrre de Gaza...

Falam, escrevem, falam, escrevem, mas não dizem nada. Resolvam o problema do ódio que há entre eles e tudo isso se acaba. Interessante, que ninguém menciona os ataques do Hamas a Israel. São muitos. De todas as formas. Quando Israel responde é desproporcional. Imagine que o Paraguai resolva nos considerar inimigos deles e espalhem entre o seu povo que eles tem que lutar contra nós e nos exterminar, até que não exista mais um brasileiro sequer  no mundo. É assim que Israel se sente. Cabe a nós seres "civilizados" lutarmos pela paz. Ao escolher um dos lados para apoiar estaremos disseminando o ódio. É o que demonstra o articulista, que deveria conhecer os motivos dos muçulmanos palestinos. Ao invés disso o texto demonstra uma enorme ignorância ao mencionar posse de terras e promessas bíblicas. O título de doutor e os todos os seus livros não o socorrem. Assim o ódio vai continuar.

 

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Claudia Assis

Enquete da Folha.  : As ações

Enquete da Folha.  : As ações israelenses na faixa de Gaza estão sendo excessivas?

 

http://polls.folha.com.br/poll/1420501/results

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Luiz K

Excelente texto

Concordo plenamente com o autor 

parabéns ao professor

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Mauro Naves

Como esse cara fala besteira!

Como esse cara fala besteira!

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jcordeiro

Nova Óptica, Novo Rumo

Nassif: a maestria do governo de Israel em fazer “adversários” não tem limites. Não são somente junto aos árabes, seus primos e vizinhos, em suas milenares turras.

Tidos por “eleitos de Deus”, usam e abusam deste suposto desígnio, desprezando todos que não sejam dos seus.

As lições de história nos mostram diuturnamente este enfoque.

Como dominam finanças e meios de comunicação por todo mundo ocidental, se acham em “estado de Graças” para espezinhar e ridicularizar todo e qualquer governo ou pessoa que não comungue por sua cartilha e se submeta a sua sanha maldita, de atos mesquinhos e traiçoeiros.

E veja bem, não estou me referindo ao “povo”, mas aos poderosos crápulas que ontem se diziam “vítimas” do nazismo, mas que hoje, agem com mais requintes e brutalidades contra mulheres, crianças e idosos, indefesos.

São estes que realente comandam aquela nação e que estão encastelados pelos Estados Unidos e Europa, em suas “voluntárias diásporas”, desfrutando de fortunas imensuráveis, normalmente componentes das elites e bem infiltrados nos parlamentos, donos das grandes mídias e dos principais sistemas financeiros e bancários do ocidente.

No fundo, temos que agradecer ao senhor Ygal Palmor, porta voz do governo israelense, pelo favor que nos fez em mostrar realmente o que o governo daquela nação pensa do Brasil, sobre o Brasil e todos nos brasileiros, à exceção da atual oposição ao governo, seus constantes e leais asseclas.

A atitude brasileira não dará em nada, em sentido prático, pois a corja de imorais, assassinos e inescrupulosos, que manda hoje na dita “nação eleita” não liga a mínima, sob o mando todo poderoso não de Deus, mas dos seus descarados “irmãos” extremistas, radicados dentro e fora daquele pais, especialmente nos Estados Unidos e na Europa.

Já é tempo de nós brasileiros começamos repensar atitude e visão sobre o atual governo de Israel e seus extremistas, de lá e dos que habitam outras fronteiras, especialmente as nossas.

Alias, vai a sugestão de substituir o final do excelente artigo do Dr. Assis, “Ave, Israel, moritura te salutant!” por “Quousque tandem abutere, “ISRAEL”, patientia nostra? Quamdiu etiam furor iste tuus nos eludet? Quem ad finem sese effrenata jactabit audacia?

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MAAR

PERSEVERANÇA PACÍFICA CONTRA O GENOCÍDIO

Parabéns ao autor do artigo pela coragem e pelo excelente texto. Muito precisas as afirmações acerca das causas geopolíticas e dos interesses econômicos vinculados à cumplicidade com os crimes de guerra do estado de Israel. Do mesmo modo, vale conclamar os militantes palestinos a repudiar o uso de qualquer tipo de violência, pois somente a resistência pacífica pode conduzir ao progresso da causa palestina, e é importante estimular setores mais civilizados da população israelense, que anseiam pela paz, a perseverar no embate político contra os fascistas responsáveis por este criminoso genocídio praticado pelos sinonistas.

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Eutriste

O mundo é responsável

Me pergunto: como o mundo pode dormir, sabendo o que acontece com esse povo massacrado e expulso de seu próprio país?
Por que Israel precisa esmagar um povo apenas por materialismo e ódio?
O mundo precisa tomar providências, somos todos coniventes com o que está acontecendo, temos olhos e ouvidos tapados, acobertando uma guerra infinitamente sem propósito.
Israel deixou de ser o país dos massacrados pelo holocausto para serem o segundo Hitler da história da humanidade.

QUE A PAZ SEJA O OBJETIVO DO MUNDO,PARA ACABAR DE VEZ COM A DESTRUIÇÃO DA PALESTINA E A DEVOLUÇÃO DE SUAS TERRAS, FIM À DESUMANIDADE EM TODA A REGIÃO ÁRABE!

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O ponto de vista, da diplomacia israelense...

Eu diria, que irrelevante sob todos os aspéctos, é a opinião de um "sub do sub do sub" da chancelaria israelense, que desconhecendo o histórico brasileiro, na diplomacia, tendo sido inclusive, o eleitor, que deu o voto de minerva, para a criação "legal" do Estado judeu, em terras palestinas, fato que deveria, isto sim, ser agradecido por todos os judeus e por toda a vida, e que sem usar armas, tem conseguido pela diplomacia, acôrdos e mais acõrdos, entre nações belicosas, exceto quando envolve Israel e seu patrocinador-mor, os E.U.A.

Independente de Israel desobedecer às resoluções do C.S da ONU, e de continuar massacrando os civís e destruindo tudo o que estiver à sua frente, até eliminar todos os resquícios da civilização palestina, mais dia, menos dia, eles verão e reconhecerão, que o que o Brasil tentou fazer, foi resolver o conflito diplomaticamente, e de mãos vazias.

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O preço da liberdade, é a eterna vigilancia.

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sergioo

O pior é que Chancelaria de

O pior é que Chancelaria de Israel não está muito errada quando nos comparam aos anões, anões e vira-latas, observamos isto todo dia nos comentaristas de nossa "mídia" e em uma parcela da população alienável.

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Motta Araujo

O Brasil foi grosseiramente

O Brasil foi grosseiramente desrespeitado pela Chancelaria israelense, de forma vulgar e anti-diplomatica. O que fará ou dirá a UNASUL a respeito. ?  Nem uma nota de solidariedade continental? Nenhum governo bolivariano abriu a boca, pelo menos uma Nota da entidade?  Para que serve a UNASUL se não é uma coumunhão de interesses e defesas comuns?

 

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ana s.

ótimo texto

Ótimo texto, principalmente na parte relativa ao vira-latismo da nossa repugnante mídia. Só uma correção, ou melhor, uma atualização: a própria polícia de Israel já reconheceu que os culpados pelo sequestro e assassinato dos três adolescentes israelense - uma tragédia, sem dúvida! - não eram ligados ao Hamas. Mas as brigadas pagas para difundirem posições pró-Israel nas redes sociais já afirmam que essa não seria a questão, e sim os foguetes artesanais que o Hamas tenta jogar em Israel, todos interceptados pelo Iron Dome, sofisticado sistema de defesa financiado pelos bilhões dos EUA. Que bom que esses foguetes não estão matando ninguém em Israel! (As brigadas a soldo de Israel sempre dizem que queremos judeus mortos quando falamos que é um absurdo eles fazerem um massacre para responderem ao lnçamento de foguetes inócuos).

Sobre sermos anões irrelevantes que apanham de 7, ver o breve e ótimo texto do grande Marco Aurélio Garcia:

http://www.viomundo.com.br/politica/marco-aurelio-garcia-governo-brasileiro-nao-busca-relevancia-que-chancelaria-de-israel-ganhou-nos-ultimos-anos.html   

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José Geraldo Dos santos

O artigo do Professor J. assis

ratifico o seu artigo Prof. J. Assis. Israel é hoje a grande ameaça do mundo. Estados Unidos referendam as atrocidades israelenses contra os palestinos. são extremistas que governam Israel. Como sociólogo vejo a faixa de Gaza como um horrendo campo de concentração bancado por Israel que ignora a história recente quando milhões de Judeus morreram na Alemanha. A grande mídia brasileira está mais interessada em enfraquecer a a Dilma para alavancar a candidatura do Aécio que representa o retrocesso econômico e das políticas sociais. Sou mineiro e afirmo que o governo do Aécio Neves em Minas Gerais foi pura fachada e entreguismo da coisa pública. Ele governou Minas de Ipanema do Rio de Janeiro. Viva a Palestina e repúdio aos atos criminosos do governo israelense.

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Calvin

Eu já sabia!!!!

O post prova que na verdade o que existe é esquerda antiamericana, e não anti-Israel.

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O senhor do Tártaro

Lendo os comentários aqui vemos que a grande maioria é formada pelos fiéis defensores da doutrina MAG, o verdadeiro ministro das relações exteriores da era de ocupação do palácio do planato pelo petismo. Vendo a foto do Marco Aurélio Garcia a conclusão é óbvia, além de ficarmos sabendo de onde essas criaturas emergem... 

2. Incrustação calcária que se forma sobre os dentes.

3. [Mitologia]  Parte do Inferno onde os réprobos padeciam os seus castigos.

 

Para confirmar basta olhar uma foto do dito cujo sorrindo...

 

Somente em Aleppo morreram mais crianças que o total de mortos em Gaza... e aqui a grande maioria apoia Bashar Al Assad.

  

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MAAR

FASCISTAS APOIAM FASCISTAS

A guerra civil em marcha na Síria foi provocada pelos mercenários financiados, treinados e dirigidos pelos fascistas americanos. E a escalada fratricida serve aos fascistas israelenses, que visam aniquilar todos os que se opõem ao genocídio hediondo praticado contra a população palestina. Mas seu comentário é útil por evidenciar que aqueles que defendem os terroristas que praticam crimes de guerra contra a população e o exército da Síria (execuções em massa noticiadas seguidamente pela imprensa) são os mesmos fascistas que apoiam o genocídio praticado por Israel.

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Thybério

FASCISTAS - PORQUE ESSA PALAVRA É TÃO USADA?

É muito comum encontrar em comentários de artigos gente falando de fascismo. Da forma como é colocado, parece claro que a imensa maioria não sabe do que se trata. Chamar os EUA e Israel de fascistas é, no mínimo, uma piada. Ora, os maiores preceitos do fascismo são a ausência de democracia, centralização do poder e doutrinação de um povo inteiro, desde sua infância (Alguém lembrou de socialismo?). É isso que nós vemos em Israel e nos EUA? Israel é a única democracia no Oriente Médio, onde muçulmamos trabalham e têm até representação no governo. Se fala muito em brutalidade, massacre, assassinato, guerra desproporcional. É muito fácil dizer isso vivendo num país imenso como o Brasil, sem ameaças militares diretas de países estrangeiros e resguardados por uma democracia capitalista (como são também Israel e EUA). Israel é um território diminuto, menor que o menor estado brasileiro, Sergipe. Está cercado por inimigos declarados de todos os lados que querem ver sua caveira (e declaram publicamente isto). O que Israel deveria fazer diante disso? As vítimas em Israel são muito menos numerosas, não é porque não está sob ataque e sim, por ter uma bateria anti-aérea altamente eficiente. O que eles deveriam fazer, desligar o sistema de defesa pra coisa ficar mais equilibrada? Se Israel não investisse tanto em sua defesa já estaria varrida do mapa (não foi por falta de tentativas). Se querem culpar alguém, culpem os integrantes do "Movimento Islamita Palestino" (Bonito nome que o autor deu ao Hamas, né?) que usam seus entes como escudo humano. Muita gente na net defendendo regimes ditatoriais, é impressionante. E o pior de tudo é que a maioria é formada por gente esclarecida, universitários, jornalistas, formadores de opinião. Gente esta que nas férias vão para a Europa, Canadá, EUA e não para a Líbia, pra Jordânia, Cuba, Vietnam... Pelo amor de Deus, coloquem os pés no chão. Se querem expressar sua opinião sobre o tema na net, tenha pelo menos o bom senso de estudar a história do conflito e, mais além, a história desses dois povos. Até o nome Palestina é uma criação ocidental (romanos). É bom saber pelo menos disso, antes de falar em "verdadeiros donos da terra". Pra concluir, eu pergunto: se os países vizinhos são tão legais, porque não absorvem seus irmãos palestinos, ou pelo menos parte deles em seus territórios, como forma de aliviar seu sofrimento? Ao invés disso, fazem apenas o "grande favor" de enviar mais e mais armas.

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Patricinho

Palestinos, falestin, filistin, semitas. O invasor, Israel.

Depois dessa devia pegar o seu chapéu e sair pela porta por onde entrou. Vamos recolocar as coisas. Israel é o invasor. Se alguém tem que sair é ele. Simples assim. Não havia guerras - se é que esse nome é apropriado dada a desproporção de capacidade de matar entre as partes - antes que os sionistas pisassem as terras palestinas. Fizeram uso do terrorismo explícito desde o primeiro dia, sem que houvesse uma nação disposta a intervir no delírio assassino do Irgun. O invasor não é semita, é europeu - logo não tem o direito de acusar os árabes de anti-semitas. Em contrapartida, os árabes tem o direito de defender suas terras. O fato de terem perdido territórios para Israel não lhes tira a razão de defender-se do estado sionazista. Logo, os nomes do vosso discurso cut&paste estão trocados. Israel não se defende coisa nenhuma: agride.

Se fosse continuar a dar linha para o seus argumentos, apenas lhe diria que o socialismo que vossa impertinência condena é o único sistema capaz de alcançar a paz porque foi quem derrubou o fascismo na 2ª Guerra, foi quem abriu os campos de concentração, foi quem liberou o mundo das garras de Hitler. Ou ainda acredita que foi o Mickey Mouse? Os "aliados" de Israel queriam ver os judeus pelas costas, razão pela qual apoiaran Hitler até quando não podiam mais. Para entender isso devia parar de ler as páginas encardidas da Seleções Reader's Digest e também da Veja. Ambas vieram do mesmo esgoto.

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MAAR

FASCISMO, VIOLÊNCIA E FARSA

Fascistas são todos aqueles que usam a propagação de farsas e/ou a violência física para impor, de modo forçado e dissimulado, seus interesses políticos. E as evidências da utilização de tais expedientes por parte da elite dos países que promovem e apoiam o genocídio na Palestina são inúmeras e inegáveis. Todavia, a postura fascista é caracterizada exatamente pela negação sistemática da verdade, mesmo quando esta se evidencia clara como a luz solar.

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Diego Mattar

O Hamas agradeçeu o governo do Brasil

O Hamas agradeçeu ao jornalista da Folha em Gaza o apoio dado pelo governo do Brasil, pois nem os países árabes  deram apoio como o Brasil até agora. Ja a Autoriadade Palestina falou que o Brasil deveria fazer mais do que emitir notas  contra Israel.

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Patricinho

Obrigado, Itamaraty.

Eu também agradeço e não sou do Hamas. Também acho que o Brasil devia fazer mais em solidariedade ao povo palestino. Enviar medicamentos, alimentos, água, brinquedos, roupas - coisas que Israel impede que se chegue em Gaza. O ódio israelense não tem limites. Quem se esquece do Mármara, o barco que foi levar solidariedade ao povo palestino e foi destroçado pelos santinhos de pau-oco, em águas internacionais, de madrugada? Se os brasileiros enviassem ajuda humanitária ao povo palestino é bem possível que tivesse o mesmo destino. 

Mas ainda podemos enviar, enquanto humanos, mensagens de esperança e de persistência ao heróico povo da Palestina.

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Álvaro Noites

Se informou pela CNN ou pela

Se informou pela CNN ou pela Fox News?

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Gão

EUA armam rebeldes, mas Obama

EUA armam rebeldes, mas Obama continua entre ação e indecisão na Síria

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130614_eua_armas_rebeld...

Israel bombardeou a Síria na noite de quinta para sexta

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3200532&seccao=M%...

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Carlos Alberto Alves Marques

Que espécie de aleijume moral

Que espécie de aleijume moral faz alguém apoiar o genocídio praticado pelo Estado terrorista de Israel contra os palestinos? E, no entanto, os aleijados morais existem aos montes, e são da mesma natureza dos que negam ou justificam o genocídio dos alemães contra os judeus, que estão mostrando ter aprendido muito com os algozes. Há pouco assisti no Canal Brasil a uma entrevista excelente da jornalista Guila Flint, brasileira-israelense que reside há décadas em Israel. Fiquei sabendo de algo surpreendente: atualmente há levas de milhares de jovens dos mais talentosos e brilhantes de Israel emigrando principalmente para Berlim, mas também para Londres e Nova York. Por quê? Simplesmente porque não acreditam no futuro de Israel. Isso, que eu não sabia, só vem confirmar algumas opiniões de estudiosos e observadores de que Israel lá por 2050 será apenas um item nos anais da História. A política atual do Estado terrorista de Israel está criando celeremente as condições para uma nova diáspora, mais hoje mais amanhã. É que mesmo a força militar bruta do Tsahal tem um limite no seu uso. E com o uso que está sendo feito, Israel está cavando sua própria sepultura. Os israelenses parecem não ver, ou se veem não querem crer, que o eixo de poder no mundo está mudando. Que os USA, apoiadores tão incondicionais quanto insensatos, que Israel reduziu à condição de refém, não são mais capazes sequer de deter milicianos sunitas que tomaram todo o norte do Iraque que tinha sido "libertado" em 2003. A marcha da insensatez no mundo está acelerada.); background-position: 50% 50%; background-repeat: no-repeat no-repeat;" width="116"> 

 

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marcio gaúcho

DE ONDE VEM AS ARMAS

Acusam a Rússia de estar fornecendo armamento para os rebeldes ucranianos. Ali acontece uma guerra entre iguais em termos bélicos.

Na guerra de Israel contra Gaza, quem é que fornece grande parte do armamento?

Os americanos, é claro!

E a imprensa se cala...

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Os comentários estão muito

Os comentários estão muito pesados, mas é a constatação da realidade. Mais cedo ou mais tarde a caixa-preta da mídia brasileira vai aparecer. 

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todo aquele que...

mesmo atuando de forma imperativa não se satisfaz de interferir apenas na orgazição e passa a querer comandar pelo ódio, violência e morte, o destino de grupos humanos indefesos, deve ser combatido por todos, mas não com o mesmo primitivismo, não com considerações e respostas que visam apenas criar mais impasses diplomáticos de mesmo nível, primitivo

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ROSALVO

PODE SER FEITO UM PARALELO DA

PODE SER FEITO UM PARALELO DA FAIXA DE GAZA  COM O GUETO DE VARSÓVIA. SÓ QUE NO LUGAR DOS ALEMÃES TEMOS ISRAEL.

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Alienação e censura

Fico indignado com a forma como as matérias do G1 e cia estão tratando esse e outros temas do cenário político nacional e internacional. É muito descaramento. Até pouco tempo atrás ainda podia-se comentar, mas no G1 removeram todas as caixas de comentários. É duro ler tais "reporcagens" sem poder ao menos denunciar as farsas, erros, fraudes, mentiras, manipulação, interesses escusos, falta de isenção, etc... Talvez por isso mesmo é que retiraram esse canal de interação com o leitor, para que assim os alienados fiquem ainda mais alienados e aqueles que possuem um mínimo de discernimento não possam opinar a fim de abrir os olhos dos demais leitores.   

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"Viver significa lutar."

Sêneca

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Zanchetta

E nenhuma palavras sobre os

E nenhuma palavras sobre os que morrem em CARACAS!!!!

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Tens razão!

Caracas!!! Zanchetta

Morre logo, porra!

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altamiro souza

é issoo aí assis... quem quer

é issoo aí assis...

quem quer a guerra é o dono dos armamentos, claro..

se vacilar os donos das armas dos eua e israel vão oferecer armas de defesa - ou de ataque - para o hamaz!!!!

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Stray dogs

"os Estados Unidos fazem é bom, sendo que os Estados Unidos, no caso, fazem tudo o que quer a direita israelense"

Exatamente, Assis!

No caso deles trata-se de "stray dogs complex"! eles também têm essas coisas...

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Cláudio José

IRMÃOS DA PAZ

Rio de Janeiro, 14 de setembro de 2013

IRMÃOS DA PAZ (Cláudio José)

Chega de sofrimento no Oriente Médio

Chega de bombas e de guerras

Lutemos pela paz e pelas crianças

Judeus e Palestinos sejam irmãos de coração

Sejam filhos de um futuro pacífico, do bem e do amor

Pensem no sofrimento de muitas mães

Pensem no sofrimento gerado pelas perdas

Pensem, que Deus não é sinônimo de guerra

Pensem, que Deus é sinônimo de paz e amor

Judeus e Palestinos, o sangue, não foi feito para ser derramando

O sangue foi feito por Deus, para irrigar o coração

Judeus e Palestinos, troquem as armas pelas flores

Troquem o ódio, pelo futuro das crianças e o amor

Troquem as bombas pela paz

Judeus e Palestinos, sejam irmãos de coração

Chega de sofrimento e de mortes em vão

Chega de matar, morrer e sofrer

A paz tem o poder de calar as bombas

A paz tem o poder de mudar o mundo

O Oriente Médio tem que ser o Oriente Lindo

O Oriente Médio tem que ser o Oriente Pacífico

Judeus e Palestinos, sejam irmãos da Paz

Judeus e Palestinos, que Deus toque o seus corações

Que Deus traga a paz, o sorriso, e o futuro das crianças de volta.

Observação: Como não custa sonhar, bem que esse poema poderia ser lido por algum chefe de estado, que ama a paz na ONU.

Atenciosamente:

Cláudio José, um amigo do povo e da paz.

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Alcides Barbosa

O mais sensato de todos os

O mais sensato de todos os comentários, aqui e no mundo inteiro. Parabéns Cláudio!

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(Sem título)

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Eu não consigo não rir quando

Eu não consigo não rir quando ouço a expressão "A terra prometida". Ora, no sistema em que vivemos, o capitalismo feroz e assassino, terra prometida é aquela que deve ser sacramentada por um contrato de compromisso de compra e venda. Só então, no final do pagamento, o comprador recebe a escritura definitiva e pode dizer que a terra é a sua prometida. Como é que dá para enfiar deuso nesse meio!?

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Beatris

Terra Prometida

O Senhor fez certos convênios com os israelitas, quando os levava para fora do Egito:

Portanto dize aos filhos de Israel: Eu sou o Senhor, e vos farei sair de debaixo das cargas dos egípcios, e vou livrá-lo da sua servidãoe vos resgatarei com braços estendido, e com grandes julgamentos: E eu o terei para mim como povo e eu serei o vosso Deus: e sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirou de debaixo das cargas dos egípcios. E eu vou levá-lo a terra, sobre a qual eu jurei dar a Abraão, Isaac e Jacó, e eu vou dar-lhe como herança: eu sou o Senhor (Êxodo 6:6-8 )

 

 

Há cinco promessas nestes versos. O Senhor prometeu trazer os filhos de Israel do Egito, Ele prometeu libertá-los da escravidão, Ele prometeu redimí-los – uma promessa que incluiu fazer deles um povo sacerdotal e luz para o mundo, Ele prometeu fazer deles um povo da aliança, sujeito a Ele, e Ele prometeu levá-los para a terra prometida de Canaã e dar-lhes a terra como herança. Esta promessa final é uma reiteração da promessa que o Senhor fez a Abraão – que seus descendentes iriam um dia possuir a terra em que só peregrinou Abraão..

Não sou uma pessoa que pode-se dizer "crente", mas procuro entender o lado espiritual das pessoas.

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Patricinho

Blasfemar é fácil. Difícil é fazer as contas.

O Senhor recebeu quanto pelas terras?

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Atila

Cafezá, a "terra prometida" e

Cafezá, a "terra prometida" e o "povo eleito de Deus" que tanto citam me faz recordar o saudoso Millor Fernandes em uma de suas charges. Ele questionava afirmando que se realmente fosse assim Deus teria direcionado os seus eleitos para mais à direita do mapa onde estavam localizadas as maiores reservas de petróleo do planeta. Cada um tem a terra que merece...

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Alcides Barbosa

Quanta falta de conhecimento...

Cafezá, falta-lhe conhecimento. Deus deu aos eles coisa  muito maior que campos de petróleo. O conhecimento. Já foram laureados com o Prêmio Nobel, 176 judeus pelo mundo. Sem falar que eles tem muito dinheiro espalhados em negócios por toda a parte.

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