A atitude do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-Ba), um dos braços armados de José Serra na Câmara, de impedir o decreto de regulamentação da participação popular nas políticas públicas, mostra a enorme dificuldade do PSDB em entender de povo. Do alto de seu enorme conhecimento sobre o povo, Imbassahy foi definitivo: “Esse tipo de medida está fora de sintonia com o que a sociedade deseja”.
Não adianta! Desde junho de 2013 havia uma bola quicando na área da política, conforme cansei de apontar: o aprofundamento da democracia direta, de outras formas de participação.
Nada tinha a ver com a tomada da Bastilha ou a substituição do Congresso pelo povo. Consistia apenas em aprofundar mecanismos criados pela Constituição de 1988, aprofundados nos anos 2000 e deixados de lado nos últimos anos.
A bandeira estava solta, para quem quisesse empunhá-la. O governo andou a passos de cágado; a oposição não andou. O governo dava chutão na área; a oposição não dava nem chutinho, A própria bandeira Marina da Silva já tinha entendido esse conceito desde as eleições de 2010, falando de redes sociais e de trabalho colaborativo.
A única contribuição do PSDB às ferramentas de redes sociais foi o esquema de baixarias e de ataques pessoais montado na campanha de Serra em 2010.
Uso das redes para discutir políticas públicas, para ouvir as bases do partido, para abrir as portas da executiva para novas ideias? Desistam! A cara do partido é Imbassahy.
Luiz Eduardo Brandão
2 de junho de 2014 10:43 pmHomofonia
Imassahy / Embaça aí.
Do Houais, embaçar:
verbo
transitivo direto, intransitivo e pronominal
1 tornar(-se) baço; embaciar(-se)
Exs.: o calor embaçou as lentes dos óculos
os vidros do carro embaçaram(-se) com o calor
transitivo direto, intransitivo e pronominal
2 Derivação: sentido figurado.
fazer perder ou perder o brilho; obscurecer(-se), ofuscar(-se)
Exs.: a presença do campeão embaçou os outros desportistas
sua popularidade embaçou(-se) nas últimas eleições
transitivo direto e intransitivo
3 Derivação: sentido figurado.
deixar ou ficar mudo, perplexo; amuar
transitivo direto e pronominal
4 iludir (alguém ou a si mesmo); enganar(-se)
transitivo direto, intransitivo e pronominal
5 fazer perder ou perder a força, o impulso, a velocidade; parar, estacar
Jair Fonseca
2 de junho de 2014 11:00 pmPensou o mesmo que eu! Pra
Pensou o mesmo que eu! Pra esses caras, só resta embaçar. Sinal de que dançaram mesmo.
Fábio de Oliveira Ribeiro
2 de junho de 2014 10:52 pmCOISAS QUE OUVI DE UMA MÉDICA
COISAS QUE OUVI DE UMA MÉDICA NO CAFÉ HOJE PELA MANHÃ:
“Espero que o Brasil seja eliminado na 1ª fase da Copa.”
“Não diga isto, a Canarinho vai ganhar a Copa para alegrar o povo” disse interpelando a moça que conheço de vista,
“Quero que o povo se foda.”
“Este povo também é seu…” disse rindo.
“Não é não. Torcerei pelo caos aéreo.”
Irritado, mudei o tom? Rispidamente disse a ela “O PSDB perderá a eleição e você ficará fazendo bico enquanto eu estarei rindo dos tucanos.”
“Sou autônoma e não preciso roubar para viver.” disse a moça, nervosa e se preparando para ir embora.
“A situação do povo está bem melhor hoje”, disse eu.
“Não quero nem saber do povo.”
“Também sou autônomo e voto no PT.”
“Vou embora triste, muito triste.” e saiu.
Fim da conversa.
Desta vez você está enganado Nassif. A tucanalha não quer nem entender o povo brasileiro e alguns certamente detestam conviver com ele. Coisa de aristocratas diplomados, entende… Ha, ha, ha…
Alberto Porem Jr.
3 de junho de 2014 12:00 amUm pouco de filosofia…
O complexo do pombo enxadrista.
É usado para descrever o comportamento de um dos lados em uma discussão, onde um lado (invariavelmente o menos provido de referências e embasamento técnico-científico, ou formalismo), sem mais contra-argumentos, age com infantilidade.
Seu comportamento é descrito pela seguinte frase:
Discutir com Fulano é o mesmo que jogar xadrez com um pombo: ele defeca no tabuleiro, derruba as peças e sai voando cantando vitória.
Trata-se de uma técnica inferior de erística.
A erística é a arte ou técnica da disputa argumentativa no debate filosófico, empregada com o objetivo de vencer uma discussão e não necessariamente de descobrir a verdade de uma questão. Esta técnica foi desenvolvida principalmente pelos sofistas.
Como diria Arthur Schopenhauer na introdução de “dialética erística”, “Dialética erística é a arte de discutir, mais precisamente, a arte de discutir de modo a vencer, e isto per fas et per nefas (por meios lícitos ou ilícitos). De fato, é possível ter razão objetivamente no que diz respeito à coisa mesma, e não tê-la aos olhos dos presentes ou inclusive aos próprios olhos.”
A erística é um tipo de raciocínio que admite saltos lógicos falsos, de maneira que é uma argumentação ilusória. É uma manipulação do discurso, que chega a transgredir as regras da lógica (utilizada pelos sofistas).
Os sofistas se compunham de grupos de mestres que viajavam de cidade em cidade realizando aparições públicas (discursos, etc) para atrair estudantes, de quem cobravam taxas para oferecer-lhes educação. O foco central de seus ensinamentos concentrava-se no logos ou discurso, com foco em estratégias de argumentação. Os mestres sofistas alegavam que podiam “melhorar” seus discípulos, ou, em outras palavras, que a “virtude” seria passível de ser ensinada.
A sofística , sustenta o relativismo prático, destruidor da moral. Como é verdadeiro o que tal ao sentido, assim é bem o que satisfaz ao sentimento, ao impulso, à paixão de cada um em cada momento. Ao sensualismo, ao empirismo gnosiológicos correspondem o hedonismo e o utilitarismo ético: o único bem é o prazer, a única regra de conduta é o interesse particular. Górgias de Leontini declara plena indiferença para com todo moralismo: ensina ele a seus discípulos unicamente a arte de vencer os adversários; que a causa seja justa ou não, não lhe interessa. A moral, portanto, – como norma universal de conduta – é concebida pelos sofistas não como lei racional do agir humano, isto é, como a lei que potencia profundamente a natureza humana, mas como um empecilho que incomoda o homem. Desta maneira, os sofistas estabelecem uma oposição especial entre natureza e lei, quer política, quer moral, considerando a lei como fruto arbitrário, interessado, mortificador, uma pura convenção, e entendendo por natureza, não a natureza humana racional, mas a natureza humana sensível, animal, instintiva. E tentam criticar a vaidade desta lei, na verdade tão mutável conforme os tempos e os lugares, bem como a sua utilidade comumente celebrada: não é verdade – dizem – que a submissão à lei torne os homens felizes, pois grandes malvados, mediante graves crimes, têm freqüentemente conseguido grande êxito no mundo e, aliás, a experiência ensina que para triunfar no mundo, não é mister justiça e retidão, mas prudência e habilidade.
Então a realização da humanidade perfeita, segundo o ideal dos sofistas, não está na ação ética e ascética, no domínio de si mesmo, na justiça para com os outros, mas no engrandecimento ilimitado da própria personalidade, no prazer e no domínio violento dos homens. Esse domínio violento é necessário para possuir e gozar os bens terrenos, visto estes bens serem limitados e ambicionados por outros homens. É esta, aliás, a única forma de vida social possível num mundo em que estão em jogo unicamente forças brutas, materiais. Seria, portanto, um prejuízo a igualdade moral entre os fortes e os fracos, pois a verdadeira justiça conforme a natureza material, exige que o forte, o poderoso, oprima o fraco em seu proveito.
Quanto ao direito e à religião, a posição da sofística é extremista também, naturalmente, como na gnosiologia e na moral. A sofística move uma justa crítica, contra o direito positivo, muitas vezes arbitrário, contingente, tirânico, em nome do direito natural. Mas este direito natural – bem como a moral natural – segundo os sofistas, não é o direito fundado sobre a natureza racional do homem, e sim sobre a sua natureza animal, instintiva, passional. Então, o direito natural é o direito do mais poderoso, pois em uma sociedade em que estão em jogo apenas forças brutas, a força e a violência podem ser o único elemento organizador, o único sistema jurídico admissível.
Fonte: várias
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:40 amFreud explica KKKKKKK!!!!
Justamente os que são menos capacitados e possuem o menor estofo intelectual são os que acusam e xingam os outros de sofistas eristicos.
Como nunca entram no debate para rebater no assunto, julgam os outros pela própria ignorância e saem a falar estultices.
Falando nisto, Alberto, no assunto nada?
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 2:03 amSeria você então “mais
Seria você então “mais capacitado”?
Por favor, defina este “menos capacitado”.
ELG
3 de junho de 2014 9:19 amÓtimo contribuição, Alberto!
Valeu.
Fábio de Oliveira Ribeiro
3 de junho de 2014 1:13 pmConheço bem a obra em
Conheço bem a obra em questão, mas acho que você fez mal uso dela.
O que o pequeno diálogo que transcrevi elucida é a existência de dois referências discursivos totalmente diferentes e irreconciliáveis. E a inevitável colisão entre ambos.
Eu faço parte do povo brasileiro e o defendo. A moça quer que o povo se foda e certamente não se considera parte dele. Para mim o princípio da igualdade é suficiente e virtuoso. Para minha interlocutora a superioridade implícita dela deve ser aceita, pois ela desdenha o povo e seu bem estar.
Não tentei vencer a moça, apenas contrapus ao argumento dela um outro (partindo de um referencial discursivo diferente). Não houve um diálogo entre nós, mas uma colisão de sentimentos e ideologias diferentes. Creio que foi isto que a deixou irritada. A médida certamente não estava querendo me derrotar pois, pelo que pude perceber, ela nem mesmo considera a possibilidade de dialogar com alguém que não aceita o universo simbólico dela. A minha intenção também não era convencê-la, mas apenas mostrar a ela (e aos demais frequentadores do café) que há um outro universo simbólico coexistindo no mesmo território e que um deles há de prevalecer na eleição.
A “lógica erística”, a perversão da lógica visando uma vitória suja sobre um oponente, não tem nada a ver com a questão proposta no meu comentário. Infelizmente você não entendeu o comentário ou entendeu e procurou desviar a atenção do assunto porque ele o incomoda.
Jussara Lourenço
3 de junho de 2014 2:21 amFabio, posso partilhar na
Fabio, posso partilhar na rede?
Fábio de Oliveira Ribeiro
3 de junho de 2014 1:00 pmSim, é claro.
Sim, é claro.
Jussara Lourenço
4 de junho de 2014 12:41 am🙂
🙂
Jô
2 de junho de 2014 11:05 pmQue bases?
Nassif,
Quais são as bases do PSDB? Não é por acaso que os candidatos tucanos são escolhidos em jantares em Higienópolis. O PSDB tem votos mas não tem militância – a não ser a profissional. Tem um misto de medo e desprezo pelo povo – que não faz parte da “massa cheirosa”.
Rabuja
2 de junho de 2014 11:06 pmO PSDB nunca vai entender de
O PSDB nunca vai entender de povo, mas não vai desaparecer porque seu braço direito, a imprensa, entende de manipulação de parte do povo.
Alexandre Weber - Santos -SP
2 de junho de 2014 11:43 pmPT e PSDB são farinhas do mesmo saco
Sabe aquelas canetinhas que tinham uma mulher de biquini e quando você a virava o bikini sumia, duas imagens bem sem vergoinhas, este são o PT e o PSDB, duas imagens que se revezam na face da moeda que têm do outro lado…
Galvão
3 de junho de 2014 12:22 amFarinha do mesmo saco
Parabéns companheiro! Estou deduzindo que você recebeu um bom aumento do Márcio França.
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:36 amNo assunto nada! Só Trollagem
Procure debater no assunto, não é difícil, comece por coisas simples, orações descomplicadas e assuntos mais corriqueiros, com o tempo você consegue pegar o jeitinho da coisa.
Xingar quem escreve a mensagem só denota o seu desespero e despreparo para o debate.
lenita
3 de junho de 2014 1:27 amJura por Deus ?
Jura por Deus ?
Avelino de Oliveira
2 de junho de 2014 11:06 pmCaro Nassif e demais
Terrivel
Caro Nassif e demais
Terrivel engano esse, os tucanos entendem e muito bem de povo, o povo é que não entende os tucanos.
Os tucanos entende tão bem o povo, que conhece todas maneiras de o manter longe do poder. Quando o povo entender tão bem os tucanos, irão entender que mantendo os tucanos longe do poder, o povo só ganha.
Saudações
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 1:53 amSim, ekes leram “A Arte da
Sim, ekes leram “A Arte da Guerra”, e seguem aquela passagem onde obautor diz que o sucesso em uma guerra eh conhecer bem o inimigo.
morallis
2 de junho de 2014 11:06 pmEstava com um amigo tomando
Estava com um amigo tomando um cafezinho em uma padaria próxim a
Puc em perdizes..quando uma senhora elegante pergunta: Cadê fulana?
Não vem mais?- A resposta de uma colega: Ela mudou de horário tá estudando !
Ah é…xii essas ” baininhas” agora tão cheia de querer estudar..e Brasil..isso aqui
acabou!!? Pior que alguns concordaram com gestos de cabeça. Esse é um
retrato recorrente, é duro ter que largar o osso.
Ricardo Cesar
2 de junho de 2014 11:48 pmNova Charmosa, frequentada
Nova Charmosa, frequentada por essas figuras ridículas, mas o pãozinho é uma delícia!
Flavio Martins e Nascimento
3 de junho de 2014 12:22 amJá eu, que trabalhei anos em
Já eu, que trabalhei anos em outras duas PUCs, posso te afirmar: foi uma brisa de ar fresco a chegada dos alunos do ProUni.
Jussara Lourenço
3 de junho de 2014 2:18 amMorallis, posso partilhar na
Morallis, posso partilhar na rede?
Jorge Rebolla
2 de junho de 2014 11:12 pmDois trechos da “carta do PT ao Foro de São Paulo”…
…enviada para o XVIII encontro da organização fundada por Fidel Castro e Lula da Silva… não esquecendo que narcoterroristas e sequestradores possuem assento na dita cuja.
“Es de la naturaleza democrática de las relaciones entre movimientos sociales y gobiernos que estas tensiones puedan ser positivas para el avance de una agenda común.Y es de la naturaleza de los partidos políticos que éstos busquen un espacio de elaboración y acción junto a gobiernos y movimientos sociales de los cuales participan, para que la síntesis posible sea construida y en niveles superiores a los vigentes.”
Depois disto passamos a ver um festival de protestos aparentemente vazios, mas com um claro objetivo… tensionar a sociedade para o avanço de uma agenda comum… qual agenda? A do fim da democracia representativa e o controle do Estado pelo Foro de São Paulo. A lâmina petista no governo federal agindo em conjunto com a dos ditos movimentos sociais.
“República, en un tercer período de gobierno es esencial aceitar las relaciones entre el Partido, el Gobierno y los Movimientos Sociales, trincheras de una misma lucha, espacios estratégicos para un mismo proyecto, esencial para la transformación de nuestra sociedad.”
O terceiro perído de governo petista é este, as relações entre Partido (em primeiro lugar, assumindo a primazia), o governos e os movimentos sociais são frentes de uma mesma luta e agentes para um mesmo projeto… a transformação da sociedade. A sociedade pregada pelo Foro de São Paulo é a democrática-popular… é o instrumento para o controle absoluto do Brasil pelo petismo, uma sucursal do Foro de São Paulo, é o decreto 8243, datado de 23 de maio. O golpe de 23 de maio de 2014… data mais trágica que o 31 de março de 1964.
JB Costa
2 de junho de 2014 11:20 pmInacreditável.
Inacreditável.
Jorge Rebolla
2 de junho de 2014 11:33 pmInacreditável é a …
… parte em espanhol ou a mera tradução contextualizada?
Mario Siqueira
2 de junho de 2014 11:55 pmSabe o que eu acho, Rebolla ?
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr…..
Alberto Porem Jr.
2 de junho de 2014 11:52 pmQual a função do Rebolla?
JB, já fez esta pergunta quando resolve comentar o rebolla?
Ele se junta a outros que profissionalmente estão ai pra desvirtuar o debate.
Já temos um nome para isto, então: Não alimente de nenhuma forma.
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:11 amCandidata invisível a presidência da República
Sonegar um candidato legitimamente apontado é o que?
O PT está se cagando nas calças KKKKKKKKK!!!!!!
zé lima
8 de junho de 2014 2:23 pmtá se cagando…
Em primeiro lugar verbo não é partícula atrativa do pronome oblíquo. A próclise foi usada, inapropriadamente.
Em segundo lugar, o PT está cagando-se, mas, levará no primeiro turno, insofismavelmente.
Jair Fonseca
3 de junho de 2014 1:24 amMas o Rebolla Troll pelo
Mas o Rebolla Troll pelo menos tem estilo… É um dos trolls de estimação do blogue.
JB Costa
3 de junho de 2014 1:38 amInacreditável porque ele tem
Inacreditável porque ele tem estofo intelectual e condições de debater qualquer assunto sem apelar para argumentos tão à la Olavo de Carvalho.
alexandre a.moreira
2 de junho de 2014 11:54 pmeita
e a agenda do partido dos acumuladores por acumular capital é qual. Oferecer crédito, escravizar no juro, desinvestir as pessoas, matar o povo de fome com o controle monopolizado do mercado….Acorda Ribolla todo lado tem seu escuro.
Alexandre Weber - Santos -SP
2 de junho de 2014 11:36 pmO poder
Lutar pelo poder é uma coisa.
Outra, completamente diferente, é governar através de políticas públicas.
Penso que a estratégia é de tomada e preservação do poder, mas fica faltando a competência para a política.
Ou seja, pela ambição desmedida e falta de compromisso com o povo e a nação, o grupo que exerce o poder condena o Brasil a ineficiência e a mediocridade.
Se engana pensando que as desigualdades de renda, conhecimento e liberdades irão se atenuar ou sumir, muito pelo contrário, existirá um retrocesso criminoso nestas questões, que terão seu debate interditado pelos donos do poder que estarão fazendo o serviço sujo dos donos do dinheiro, os que realmente mandam.
Tá lá aqule banqueiro que disse, me dem o controle do dinheiro que não quero nem saber os nomes dos políticos que votam as leis do Brasil, não me deixando mentir sozinho nesta.
O temor reverencial à banca pelo PT veem dai.
evandro condé de lima
2 de junho de 2014 11:58 pmNassif, espero que pau que dê
Nassif, espero que pau que dê em Chico dê em Francisco. Com a mídia repercutindo a violência cotidiana, vai que seja proposto um plebiscito sobre pena de morte ou facilitar compra de armas, vai que surja a “pressão popular” neste sentido. Irá se ignorar? Aliás, plebiscito sobre estes temas nem pensar.
Luiz Eduardo Brandão
3 de junho de 2014 1:21 amPenas e armas
Evandro, a pena de morte é um assunto constitucional, e não cabe a nenhum conselho alterar dispositivo constitucional. Segundo, lembre-se que o estatuto do desarmamento foi pro brejo por pressão nada popular, a não ser que se considere Veja & Cia = povo.
evandro condé de lima
3 de junho de 2014 3:16 pmCaro Luiz, sei que qualquer
Caro Luiz, sei que qualquer alteração constitucional cabe ao congresso, não só pena de morte. Eses conselhos estarão aí para que? Propor políticas públicas. Porte de arma e pena de morte não estariam inseridas em nada?
Mauro B.
3 de junho de 2014 12:03 amNão entendi.
O Imbassahy está
Não entendi.
O Imbassahy está quetionando a legalidade do Decreto Lei. Ele acha que o tal Decreto é ilegal, cumpriu sua prerroagativa de deputado eleito.
O PT sente o cheiro da derrota e quer, na base do casuísmo, aparelhar o Estado. Querem o Bolivarianismo caboclo
Querem um conselho de pelegos, paus mandados do partido,se incrustando de maneira eterna no Estado?
Por que não tentar uma lei de iniciativa popular a respeito? Se o PT entende o povo, como acha o Nassif, a coleta de assinaturas sera tranquila. Acionem a militância!
Querem a verdadeira democracia? Acabem com o teto de deputados federais. Um brasileiro, um voto, no parlamento.
Esse bolivarianismo mandrake não vai passar por aqui, aqui não é Bolívia, nem Venezuela, nem Cuba, que agora se sabe, tem vacas do Fidel vivendo melhor que a população.
Não passarão!
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:07 amO decreto já foi contestado
Órgãos do governo deverão consultar a população sobre temas da sociedade civil
Sob o número 8.243, o dispositivo legal é contestado pelo DEM na Câmara.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Publicado decreto que institui a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social. Sob o número 8.243 (v. íntegra abaixo), o dispositivo legal fixa que os órgãos do governo deverão consultar a população sobre temas da sociedade civil.
O decreto, contudo, já causou furor. O DEM apresentou à Mesa da Câmara projeto de decreto legislativo (PDC 1.491/14) para sustar o decreto dilmal alegando que se trata de invasão à esfera de competência do Parlamento.
Assinado pelos deputados Mendonça Filho e Ronaldo Caiado, o PDC alega que o decreto dá prevalência do direito à participação daqueles considerados pelo governo como sociedade civil ou movimentos sociais.
“O cidadão comum, não afeto a esse ativismo social, fica relegado ao segundo plano dentro da organização política prevista no referido Decreto.”
O jornal O Estado de S.Paulo foi incisivo nas críticas à norma. Com o título “Mudança de regime por decreto”, editorial fala em “conjunto de barbaridades jurídicas” e “puro oportunismo”.
Na mesma linha da argumentação do DEM, o matutino alega que a participação social em uma democracia representativa ocorre por meio de seus representantes no Congresso.
“O Decreto 8.243, apesar das suas palavras de efeito, tem – isso sim – um efeito profundamente antidemocrático. Ele fere o princípio básico da igualdade democrática (‘uma pessoa, um voto’) ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.”
____________
DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014
Institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, e dá outras providências.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 3º, caput, inciso I, e no art. 17 da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003,
DECRETA:
Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Participação Social – PNPS, com o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil.
Parágrafo único. Na formulação, na execução, no monitoramento e na avaliação de programas e políticas públicas e no aprimoramento da gestão pública serão considerados os objetivos e as diretrizes da PNPS.
Art. 2º Para os fins deste Decreto, considera-se:
I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações;
II – conselho de políticas públicas – instância colegiada temática permanente, instituída por ato normativo, de diálogo entre a sociedade civil e o governo para promover a participação no processo decisório e na gestão de políticas públicas;
III – comissão de políticas públicas – instância colegiada temática, instituída por ato normativo, criada para o diálogo entre a sociedade civil e o governo em torno de objetivo específico, com prazo de funcionamento vinculado ao cumprimento de suas finalidades;
IV – conferência nacional – instância periódica de debate, de formulação e de avaliação sobre temas específicos e de interesse público, com a participação de representantes do governo e da sociedade civil, podendo contemplar etapas estaduais, distrital, municipais ou regionais, para propor diretrizes e ações acerca do tema tratado;
V – ouvidoria pública federal – instância de controle e participação social responsável pelo tratamento das reclamações, solicitações, denúncias, sugestões e elogios relativos às políticas e aos serviços públicos, prestados sob qualquer forma ou regime, com vistas ao aprimoramento da gestão pública;
VI – mesa de diálogo – mecanismo de debate e de negociação com a participação dos setores da sociedade civil e do governo diretamente envolvidos no intuito de prevenir, mediar e solucionar conflitos sociais;
VII – fórum interconselhos – mecanismo para o diálogo entre representantes dos conselhos e comissões de políticas públicas, no intuito de acompanhar as políticas públicas e os programas governamentais, formulando recomendações para aprimorar sua intersetorialidade e transversalidade;
VIII – audiência pública – mecanismo participativo de caráter presencial, consultivo, aberto a qualquer interessado, com a possibilidade de manifestação oral dos participantes, cujo objetivo é subsidiar decisões governamentais;
IX – consulta pública – mecanismo participativo, a se realizar em prazo definido, de caráter consultivo, aberto a qualquer interessado, que visa a receber contribuições por escrito da sociedade civil sobre determinado assunto, na forma definida no seu ato de convocação; e
X – ambiente virtual de participação social – mecanismo de interação social que utiliza tecnologias de informação e de comunicação, em especial a internet, para promover o diálogo entre administração pública federal e sociedade civil.
Parágrafo único. As definições previstas neste Decreto não implicam na desconstituição ou alteração de conselhos, comissões e demais instâncias de participação social já instituídos no âmbito do governo federal.
Art. 3º São diretrizes gerais da PNPS:
I – reconhecimento da participação social como direito do cidadão e expressão de sua autonomia;
II – complementariedade, transversalidade e integração entre mecanismos e instâncias da democracia representativa, participativa e direta;
III – solidariedade, cooperação e respeito à diversidade de etnia, raça, cultura, geração, origem, sexo, orientação sexual, religião e condição social, econômica ou de deficiência, para a construção de valores de cidadania e de inclusão social;
IV – direito à informação, à transparência e ao controle social nas ações públicas, com uso de linguagem simples e objetiva, consideradas as características e o idioma da população a que se dirige;
V – valorização da educação para a cidadania ativa;
VI – autonomia, livre funcionamento e independência das organizações da sociedade civil; e
VII – ampliação dos mecanismos de controle social.
Art. 4º São objetivos da PNPS, entre outros:
I – consolidar a participação social como método de governo;
II – promover a articulação das instâncias e dos mecanismos de participação social;
III – aprimorar a relação do governo federal com a sociedade civil, respeitando a autonomia das partes;
IV – promover e consolidar a adoção de mecanismos de participação social nas políticas e programas de governo federal;
V – desenvolver mecanismos de participação social nas etapas do ciclo de planejamento e orçamento;
VI – incentivar o uso e o desenvolvimento de metodologias que incorporem múltiplas formas de expressão e linguagens de participação social, por meio da internet, com a adoção de tecnologias livres de comunicação e informação, especialmente, softwares e aplicações, tais como códigos fonte livres e auditáveis, ou os disponíveis no Portal do Software Público Brasileiro;
VII – desenvolver mecanismos de participação social acessíveis aos grupos sociais historicamente excluídos e aos vulneráveis;
VIII – incentivar e promover ações e programas de apoio institucional, formação e qualificação em participação social para agentes públicos e sociedade civil; e
IX – incentivar a participação social nos entes federados.
Art. 5º Os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta deverão, respeitadas as especificidades de cada caso, considerar as instâncias e os mecanismos de participação social, previstos neste Decreto, para a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação de seus programas e políticas públicas.
§ 1º Os órgãos e entidades referidos no caput elaborarão, anualmente, relatório de implementação da PNPS no âmbito de seus programas e políticas setoriais, observadas as orientações da Secretaria-Geral da Presidência da República.
§ 2º A Secretaria-Geral da Presidência da República elaborará e publicará anualmente relatório de avaliação da implementação da PNPS no âmbito da administração pública federal.
Art. 6º São instâncias e mecanismos de participação social, sem prejuízo da criação e do reconhecimento de outras formas de diálogo entre administração pública federal e sociedade civil:
I – conselho de políticas públicas;
II – comissão de políticas públicas;
III – conferência nacional;
IV – ouvidoria pública federal;
V – mesa de diálogo;
VI – fórum interconselhos;
VII – audiência pública;
VIII – consulta pública; e
IX – ambiente virtual de participação social.
Art. 7º O Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, será integrado pelas instâncias de participação social previstas nos incisos I a IV do art. 6º deste Decreto, sem prejuízo da integração de outras formas de diálogo entre a administração pública federal e a sociedade civil.
Parágrafo único. A Secretaria-Geral da Presidência da República publicará a relação e a respectiva composição das instâncias integrantes do SNPS.
Art. 8º Compete à Secretaria-Geral da Presidência da República:
I – acompanhar a implementação da PNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;
II – orientar a implementação da PNPS e do SNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;
III – realizar estudos técnicos e promover avaliações e sistematizações das instâncias e dos mecanismos de participação social definidos neste Decreto;
IV – realizar audiências e consultas públicas sobre aspectos relevantes para a gestão da PNPS e do SNPS; e
V – propor pactos para o fortalecimento da participação social aos demais entes da federação.
Art. 9º Fica instituído o Comitê Governamental de Participação Social – CGPS, para assessorar a Secretaria-Geral da Presidência da República no monitoramento e na implementação da PNPS e na coordenação do SNPS.
§ 1º O CGPS será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que dará o suporte técnico-administrativo para seu funcionamento.
§ 2º Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre seu funcionamento.
Art.10. Ressalvado o disposto em lei, na constituição de novos conselhos de políticas públicas e na reorganização dos já constituídos devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil, preferencialmente de forma paritária em relação aos representantes governamentais, quando a natureza da representação o recomendar;
II – definição, com consulta prévia à sociedade civil, de suas atribuições, competências e natureza;
III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;
IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros;
V – rotatividade dos representantes da sociedade civil;
VI – compromisso com o acompanhamento dos processos conferenciais relativos ao tema de sua competência; e
VII – publicidade de seus atos.
§ 1º A participação dos membros no conselho é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.
§ 2º A publicação das resoluções de caráter normativo dos conselhos de natureza deliberativa vincula-se à análise de legalidade do ato pelo órgão jurídico competente, em acordo com o disposto na Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993.
§ 3º A rotatividade das entidades e de seus representantes nos conselhos de políticas públicas deve ser assegurada mediante a recondução limitada a lapso temporal determinado na forma dos seus regimentos internos, sendo vedadas três reconduções consecutivas.
§ 4º A participação de dirigente ou membro de organização da sociedade civil que atue em conselho de política pública não configura impedimento à celebração de parceria com a administração pública.
§ 5º Na hipótese de parceira que envolva transferência de recursos financeiros de dotações consignadas no fundo do respectivo conselho, o conselheiro ligado à organização que pleiteia o acesso ao recurso fica impedido de votar nos itens de pauta que tenham referência com o processo de seleção, monitoramento e avaliação da parceria.
Art. 11. Nas comissões de políticas públicas devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil;
II – definição de prazo, tema e objetivo a ser atingido;
III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;
IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros; e
V – publicidade de seus atos.
Art. 12. As conferências nacionais devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seus objetivos e etapas;
II – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;
III – estabelecimento de critérios e procedimentos para a designação dos delegados governamentais e para a escolha dos delegados da sociedade civil;
IV – integração entre etapas municipais, estaduais, regionais, distrital e nacional, quando houver;
V – disponibilização prévia dos documentos de referência e materiais a serem apreciados na etapa nacional;
VI – definição dos procedimentos metodológicos e pedagógicos a serem adotados nas diferentes etapas;
VII – publicidade de seus resultados;
VIII – determinação do modelo de acompanhamento de suas resoluções; e
IX – indicação da periodicidade de sua realização, considerando o calendário de outros processos conferenciais.
Parágrafo único. As conferências nacionais serão convocadas por ato normativo específico, ouvido o CGPS sobre a pertinência de sua realização.
Art. 13. As ouvidorias devem observar as diretrizes da Ouvidoria-Geral da União da Controladoria-Geral da União nos termos do art. 14, caput, inciso I, do Anexo I ao Decreto nº 8.109, de 17 de setembro de 2013.
Art. 14. As mesas de diálogo devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – participação das partes afetadas;
II – envolvimento dos representantes da sociedade civil na construção da solução do conflito;
III – prazo definido de funcionamento; e
IV – acompanhamento da implementação das soluções pactuadas e obrigações voluntariamente assumidas pelas partes envolvidas.
Parágrafo único. As mesas de diálogo criadas para o aperfeiçoamento das condições e relações de trabalho deverão, preferencialmente, ter natureza tripartite, de maneira a envolver representantes dos empregados, dos empregadores e do governo.
Art. 15. Os fóruns interconselhos devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – definição da política ou programa a ser objeto de debate, formulação e acompanhamento;
II – definição dos conselhos e organizações da sociedade civil a serem convidados pela sua vinculação ao tema;
III – produção de recomendações para as políticas e programas em questão; e
IV – publicidade das conclusões.
Art. 16. As audiências públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificado seu objeto, metodologia e o momento de realização;
II – livre acesso aos sujeitos afetados e interessados;
III – sistematização das contribuições recebidas;
IV – publicidade, com ampla divulgação de seus resultados, e a disponibilização do conteúdo dos debates; e
V – compromisso de resposta às propostas recebidas.
Art. 17. As consultas públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seu objeto, metodologia e o momento de realização;
II – disponibilização prévia e em tempo hábil dos documentos que serão objeto da consulta em linguagem simples e objetiva, e dos estudos e do material técnico utilizado como fundamento para a proposta colocada em consulta pública e a análise de impacto regulatório, quando houver;
III – utilização da internet e de tecnologias de comunicação e informação;
IV – sistematização das contribuições recebidas;
V – publicidade de seus resultados; e
VI – compromisso de resposta às propostas recebidas.
Art. 18. Na criação de ambientes virtuais de participação social devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:
I – promoção da participação de forma direta da sociedade civil nos debates e decisões do governo;
II – fornecimento às pessoas com deficiência de todas as informações destinadas ao público em geral em formatos acessíveis e tecnologias apropriadas aos diferentes tipos de deficiência;
III – disponibilização de acesso aos termos de uso do ambiente no momento do cadastro;
IV – explicitação de objetivos, metodologias e produtos esperados;
V – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;
VI – definição de estratégias de comunicação e mobilização, e disponibilização de subsídios para o diálogo;
VII – utilização de ambientes e ferramentas de redes sociais, quando for o caso;
VIII – priorização da exportação de dados em formatos abertos e legíveis por máquinas;
IX – sistematização e publicidade das contribuições recebidas;
X – utilização prioritária de softwares e licenças livres como estratégia de estímulo à participação na construção das ferramentas tecnológicas de participação social; e
XI – fomento à integração com instâncias e mecanismos presenciais, como transmissão de debates e oferta de oportunidade para participação remota.
Art. 19. Fica instituída a Mesa de Monitoramento das Demandas Sociais, instância colegiada interministerial responsável pela coordenação e encaminhamento de pautas dos movimentos sociais e pelo monitoramento de suas respostas.
§ 1º As reuniões da Mesa de Monitoramento serão convocadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República, sendo convidados os Secretários-Executivos dos ministérios relacionados aos temas a serem debatidos na ocasião.
§ 2º Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre as competências específicas, o funcionamento e a criação de subgrupos da instância prevista no caput.
Art. 20. As agências reguladoras observarão, na realização de audiências e consultas públicas, o disposto neste Decreto, no que couber.
Art. 21. Compete à Casa Civil da Presidência da República decidir sobre a ampla divulgação de projeto de ato normativo de especial significado político ou social nos termos do art. 34, caput, inciso II, do Decreto nº 4.176, de 28 de março de 2002.
Art. 22. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 23 de maio de 2014; 193º da Independência e 126º da República.
DILMA ROUSSEFF
Miriam Belchior
Gilberto Carvalho
Jorge Hage Sobrinho
Mauro B.
3 de junho de 2014 12:14 amPor que da revolta do Nassif
Por que da revolta do Nassif com o Imbassahy? Você sabe?
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:26 amDenise Abreu?
será?
jorge paula
3 de junho de 2014 12:42 amEsse bolivarianismo mandrake
Esse bolivarianismo mandrake não vai passar por aqui, aqui não é Bolívia, nem Venezuela, nem Cuba, que agora se sabe, tem vacas do Fidel vivendo melhor que a população.
Não passarão! Vai convencer quem escrenvendo uma baboseira dessa? O PSDB está mal de politicos e trolls.
Mauro B.
3 de junho de 2014 1:28 amVocê sabe a história das
Você sabe a história das vacas do Fidel? Ela é imperdível!
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 1:47 amPutz, um telespectador do
Putz, um telespectador do Programa do Jô …
Marcelo Palma
3 de junho de 2014 4:15 amQuando leio esse tipo de comentário…
…. lembro logo daquela notícia sobre os tipos de cortes de cabelo liberados na Coréia do Norte ou aquela ótima do Boimate!!!
Esse não é inocente, é acéfalo!!! As vacas do Fidel…. kkkkkkk
esquiber
3 de junho de 2014 12:08 amSó vejo uma grande
Só vejo uma grande contradição nesse decreto no tocante a participação da sociedade em algumas decisões do governo. Quem foi as ruas protestar o fez em rejeição a tudo que está aí. Mas serão justamente os que estão aí que sentarão à mesa para discutir algumas decisões do governo, a saber, o MST, a Une, os Sindicatos, as Ongs, enfim, a “sociedade”, este ente difuso que agora tem um rosto dado pelo decreto da presidenta. Esse “rosto velho” foi escorraçado das ruas por aqules que lá estavam em protesto. Afinal se se tratava de um movimento “apartidário”, “espontâneo” e sem lideranças, nascido de um imensa insatisfação incontida sabe-se lá ao quê, como agora poderão representar a quem rejeitou qualquer tipo de representação institucional, ainda mais em se tratatando de quem foi rejeitado pelos manifestantes? Os milhões de jovens que protestaram não querem que essas organizações da sociedade civil os represente, são as mesmas que antes estavam acomodadas em suas confortáveis poltronas. Agora sem nenhum esforço, levantam-se delas e serão os representantes de quem nas ruas não queria ter ninguém a representá-los? Isso só mostra que quem protesta conta tudo ao fim ao cabo não protesta contra nada e acaba por dá mais poder a quem já tinha poder. Os que não moveram um dedo em colaboração aos protestos das jornadas de Junhos, serão os aquinhoados com os louros da vitória, usufruindo daquilo pelo qual não lutaram. Resumo da opera bufa: mudar para continuar do jeito que estava antes.
Mario Siqueira
3 de junho de 2014 12:19 amNão entendí…
Não entendí nada.
Voce é contra ou a favor ? Se for a favor, é a favor de quê ?
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 12:21 amPenso que muda alguma coisa
A verdadeira mudança será na direção de retirar das esferas de influência os deputados e outros políticos arrivistas que se juntaram ao PT por este ser governo, devolvendo o controle ditatorial e absoluto para os companheiros autênticos, uma seleta minoria de iluminados portadores da Verdade incontestável.
Duvido que levem?
ricardo_almeida
3 de junho de 2014 12:35 amdá licença:o PSDB conhece de povo, sim.
Avelino Oliveira no seu comentário falou e disse. E os anarquistas têm um quê a contribuir. “(…) é bom relembrar o que Mikhail Bakunin disse ao tomar posse como Secretário Geral da Segunda Internacional: “os operários e os camponeses não são os verdadeiros aliados dos revolucionários, porque estes, na primeira oportunidade, querem virar burgueses. Os verdadeiros aliados dos revolucionários são os chamados criminosos.” “Este livro mergulha na essência até mesmo religiosa do terror”. (Jorge Mautner, no site dele, comentando sobre Camus e O Homem Revoltado), Panfletos da Nova Era, sugiro, pra sairmos de dualismos, claro que com as maiores das boas intenções.
E quer saber quem supestima o povo: (…) Há três espécies de déspota: Há o que tiraniza o corpo. Há o que tiraniza a alma. Há o que tiraniza o corpo e a alma. O primeiro chama-se Príncipe. O segundo chama-se Papa. O terceiro chama-se Povo (…)”, Oscar Wilde, A Alma do Homem Sob o Socialismo & escritos do Cárcere, L&PM, Porto Alegre, 1996.
E quem não agir como Príncipe não consegue governar. O PSDB governou 8 anos, o PT (e coligados) também. Ambos conhecem bem o povo, sim.
PS: A quem interessar possa. Eu não sou adepto do anarquismo, mas às vezes os que mais nos enriquecem são os que pensam diferente da gente e às vezes nos provoca a inércia de nossas convicções aferradas. O Blog, repito, corre esse risco, e já teve alguns efeitos com pessoas que se afastaram, algumas com ótimas colaborações, algumas contra o senso comum que nos cerca.
Zanchetta
3 de junho de 2014 12:41 amEsse decreto da Dilma é TÃO
Esse decreto da Dilma é TÃO importante nas ruas, praças e avenidas que SÓ se fala em outra coisa…
Quintela
3 de junho de 2014 12:42 amO sr. Antonio Imbassahy é um
O sr. Antonio Imbassahy é um dos filhotes de ACM (o avô!).
É politico VELHO. Na idade e nas idéias!
Pertence a geração de ACM, é baixo, amargo, não sabe fazer politica, mente, distorce…
Faz politica no pior estilo Carlista.
Faz politicagem da pior espécie.
Foi eleito prefeito de Salvador duas vezes apadrinhado de ACM.
Depois da lua de mel, brigou com ACM e entrou no PSDB.
Trocou o sujo pelo mal lavado!
Só se elege para deputado.
É incapaz de ter ideias novas e faz o mesmo de 30 anos atrás.
É a politica de difamar, falar mal, é a politica do quanto pior melhor!
Nisso ele é a cópia fiel de José Serra e da maioria dos tucanos medíocres.
São capazes de prejudicar o povo, independente de qualquer coisa.
O Sr. Antonio Imbassahy passou da hora de se aposentar e deixar novas pessoas com novas ideias entrarem na politica.
José Lidio Moura Pinho
3 de junho de 2014 1:23 amNassif:
O MPL começou aqui em
Nassif:
O MPL começou aqui em Salvador, adivinha quem era o Prefeito à época?
Então, como querer que um cara desse daí entenda de povo?
rinaldo
3 de junho de 2014 12:53 ammiopia tucana
Nada a estranhar, os caras se acham donos de uma capitania hereditária e ninguém pode chegar perto o povo me deu o mandato então eu e somente eu falo. Essa é a idéia de democracia do PSDB.
Pachecão
3 de junho de 2014 12:54 amDesculpem-me Nassif e demais
Desculpem-me Nassif e demais governistas, mas não dá para encarar com seriedade esse decreto vindo de quem veio, daqueles que fazem acordos com o Dr Paulo para capturarem os maiores orçamentos do país depois daqueles que eles mesmo já administram.
O PT já mostrou a que veio, porque veio e para que veio.
E essa jogada agora de criar conselhos oficiais, não se sabe bem de onde, com a clara intenção de deslegitimar os verdadeiros movimentos populares que NÃO estão mais sob suas asas, porque por ele foram esquecidos desde que assumiu o trono. Movimentos como o MPL e o MTST que hoje cerram fileiras com os partidos fiéis a sua ideologia de esquerda
A eles, os petistas, só nos resta repetir, talvez não pelos mesmos motivos, as sábias palavras de Cromwell aos membro do Parlamento :
You have sat too long for any good you have been doing lately… Depart, I say; and let us have done with you. In the name of God, go!
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 1:38 amOs irlandeses adoram
Os irlandeses adoram Cromwell.
Fabio Passos
3 de junho de 2014 12:56 amPiG-psdb é o partido da “elite” branca e rica… não do povo.
O PiG-psdb é contra a participação popular direta nas decisões sobre o futuro do Brasil.
O psdb-PiG é o porta-voz da casa-grande.
E já passou da hora de explodir a casa-grande!
Alexandre Weber - Santos -SP
3 de junho de 2014 1:20 amE o governo do PT?
Mantém a pornográfica taxa de Juros da Selic, a maior do planeta.
Propicia aos bancos, que vai saber quem são os donos (vide Unibanco), os maiores lucros de todos os tempos no planeta.
Dá bolsa empresário para o setor automobilístico, que por acaso, cria estoque invendável no planeta.
Agora, com sinceridade, você acha que o povo que não tem hospital decente, escola que ensine algo de útil, casa decente para morar, segurança para andar sem ser molestado nas vias públicas iria apoiar as políticas acima elencadas.
Acorda, PT e PSDB obedecem ao mesmo senhor, não são oposição nem aqui, nem na China.
ruyacquaviva
3 de junho de 2014 4:17 amDESMASCARANDO AS MENTIRAS
ruyacquaviva
3 de junho de 2014 4:23 amE o bolsa-banqueiro do FHC
Proer: a cesta básica dos banqueiros
O Proer desapareceu do noticiário que todos os dias se mistura no túnel do tempo, descansa no cemitério de escândalos do governo Fernando Henrique Cardoso, enquanto ministros do Supremo Tribunal Federal dormem nas sessões tediosas da corte enrolados nas suas capas pretas, como “Vacas sagradas”, assim chamados pelo jurista e ex-senador José Paulo Bisol ou fazem pantomimas para se verem depois nos espelhos, agora telinhas de tv e de celulares. Os bancos sugam a seiva do trabalho dos brasileiros e muitos ainda dizem por aí que o Proer foi importante para a segurança bancária do Brasil.
Criado em novembro de 1995, no início do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, o Proer – Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional, gastou R$ 37,76 bilhões com os bancos em funcionamento no país. Este valor foi apurado pela CPI dos Bancos, do Senado Federal, e consta do relatório final da comissão.
http://www.cartamaior.com.br/?/Opiniao/Proer-a-cesta-basica-dos-banqueiros/26663
wanildo alves
9 de junho de 2014 12:56 amFantasmas do Passado/PSDB e Aliados
O Figueredo falava que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo. O PSDB, na figura do menino de recado Imbassay, prefere o cheiro das elites e seus milhões depositados em paraísos fiscais. Está parecendo o “JUSTO VERÍSSIMO”, quero que o povo se exploda!. Assim não pode!, assim não dá!.
zé lima
8 de junho de 2014 1:35 pmÉs capaz…
És capaz de acreditar que o teu ídolo Eduardo Campos se tivesse alguma chance de chegar ao Poder mudaria “tudo isso que está aí”.
Os banqueiros, haveriam de transmutar-se em mendigos. Os donos do Itaú, puxariam a fila, certamente.
Imagino que acreditas em duendes, fadas, sacis, mulas-sem-cabeça, pois se o fizeres estarás agindo, coerentemente.
Mauro B.
3 de junho de 2014 1:31 amvocê poderia esclarecer qual
você poderia esclarecer qual a sua concepção do que vem a ser “explodir a casa-grande”?
Ruy P F Neto
3 de junho de 2014 1:05 amEsse Imbassahy é um imbecil
Esse Imbassahy é um imbecil completo. Ele anda postando em sua página do Facebook que o Porto de Mariel foi todo feito com dinheiro a fundo perdido do governo brasileiro, o que é uma desonestidade. A única coisa a fundo perdido no financiamento do porto e a equalização das taxas de juros do empréstimo do BNDES vis a vis a taxa de captação do dinheiro, ou seja, o diferencial de taxas. Mas como esse dinheiro do BNDES, essa equalização de taxas, retorna ao Tesouro na forma de dividendos e o governo termina não perdendo muito nessa equalização. Ou é burro, embora seja engenheiro, ou é desonesto. Pode ser também os dois.
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 2:05 amPior que esta só a página de
Pior que esta só a página de facebook do tal Francischini (aquele que quase passou em branco na Lava Jato).
Pachecão
3 de junho de 2014 1:09 amConselhos “populares” que
Conselhos “populares” que nascem de cima para baixo, que não emanam do povo, mas a ele são impostos, serão nada mais que armas na mão dos mesmos partidos políticos.
Contraloría social y clientelismo: la praxis de los consejos comunales en Venezuela*
El objetivo de este trabajo es analizar las praxis de los consejos comunales (CC) en materia de contraloría social en el período 2006-2010. Se estudian los efectos de la aplicación de la Ley de Consejos Comunales de 2006 en el ejercicio de la contraloría social, encontrando limitaciones jurídicas, tales como: indefinición de la actividad contralora, del ente que controla y de los mecanismos contralores, junto con la falta de formación, capacitación y conocimiento técnico de los miembros de los CC para ejercer tal función. Las deficiencias de la estructura institucional para procesar la contraloría social, la inexistencia de mecanismos externos y de sanciones y, en general, la politización de tal función, contribuyeron al fracaso de esta y estimularon el clientelismo y la cooptación política. Se analiza en qué medida la Ley Orgánica de los Consejos Comunales de 2009 resuelve las limitaciones jurídicas y toma en cuenta los problemas anteriores. Se encuentra que a pesar de que esta ley fue dirigida a resolver las limitaciones de la LCC de 2006 en lo que respecta al ejercicio de la contraloría social, las múltiples limitaciones arriba identificadas, impiden que la función contralora sea efectiva. Además, la creciente politización de los CC ha llevado a que la formación, capacitación y gestión eficiente y transparente no sean consideradas como prioritarias, dando lugar al desarrollo de prácticas clientelares, en que el éxito se mide políticamente según la cantidad de recursos que obtenga el CC y donde la obtención de tales recursos pasa por la cooptación política.
ruyacquaviva
3 de junho de 2014 4:15 amMentira de um trollzão safado.
O decreto de Dilma abre espaço para conselhos populares que surgem de baixo para cima, a partir da própria sociedade.
Justamente o contrário das mentiras desse profissional da trollagem.
claudio bala
3 de junho de 2014 1:28 amnassif, desculpa mas acho que
nassif, desculpa mas acho que foi voce que nao entendeu
o psdb, e nao apenas o imbassay, estao e vao usar como medida de implantacao da “ditadura comunista”, do boliviarismo, etc,,,
outra coisa, esse bagulho das baixarias ser monopolio do serra,,,
veja o caso regulamentar a midia, para o aecio é CENSURAR, “pt quer controlar imprensa para controle povo”, alias sobre censura, o pai dele apoiou durante toda ditadura,,,,,
lenita
3 de junho de 2014 1:45 amJamais votaria em um partido
Jamais votaria em um partido que deixou a USP com dívida de 1 bilhão e ainda caindo no quesito das melhores universidades, e já fazendo pesquisas para cobrar mensalidades. Num partido que acabou com a TV Pública estadual, que ganhou muitos premios internacionais pela sua excelente programação. Jamais votaria num partido que, ele sim, aparelhou e aparelha de tal forma a justiça, que seus “ladrões” jamais são condenados. Que vive em conluio permanente com empresas, países e imprensa, que só visam seus próprios interesses. E não acredito em pessoas que ficam querendo defender seus argumentos com teses piores que a do “Dominio do fato”, c/ a finalidade única de mostrar sua “erudição”. E muitos menos naqueles que não se cansam de achincalhar governos populares.
Álvaro Noites
3 de junho de 2014 1:57 amSão verdadeiros Midas às
São verdadeiros Midas às avessas: tudo que eles tocam …
Alf12
3 de junho de 2014 1:50 amOs Lacerdinhas
Vamos com calma com os “lacerdinhas”. Eles estão até melhorando. Não chegaram nem dizer que cubanos infiltrados representarão os segmentos sociais.
ROGERIO FARIA
3 de junho de 2014 2:09 amSó no Brasil!
Clique na imagem para mais tirinhas!
Chico Alves
3 de junho de 2014 2:31 amO Imbassahy é uma espécie de
O Imbassahy é uma espécie de javaporco que infesta as oposições do Brasil.
Alexandre Tambelli
3 de junho de 2014 5:27 amNão adianta querer do PSDB o
Não adianta querer do PSDB o que ele não representa.
Sejamos sinceros, o PSDB é o partido no Brasil de hoje:
sinônimo de neoliberalismo.
Sinônimo de Estado mínimo.
Sinônimo de mercado financeiro.
Sinônimo de privatização.
Sinônimo de velha mídia.
Sinônimo de Estados Unidos.
Sinônimo de subserviência.
Sinônimo dos 1% de ricos do mundo.
Sinônimo de Sistema.
Não tem espaço para ninguém além de alguns engomadinhos de terno e gravata pensando em bolsa de valores, banqueiros, ações, lucros, mercado, desestatização, CEO, etc.
Não tem espaço para o social, para políticas públicas em benefício dos mais carentes, para as palavras solidariedade, coletividade, trabalhador, erradicação da pobreza, educação de qualidade, etc.
Não tem espaço para negros, indígenas, mulheres, operários, homossexuais, alternativos, etc.
O PSDB não tem nenhuma ligação com mecanismos de participação/fiscalização da sociedade civil nos atos de nenhum Governo.
Sequer o PSDB se interessa mais em administrar diretamente o Estado, vide “O PLC 62/2013 Projeto de Lei Complementar do Governador Alckmin – aprovado na Assembleia Legislativa em 27 de maio de 2014) que permite entregar a organizações sociais a Fundação Casa, o Investe São Paulo e as unidades de conservação ambiental, além dos serviços das secretarias estaduais de Saúde, Portador de Necessidades Especiais, Cultura e Esporte, já geridos por OS”.
“A votação desse projeto, no apagar das luzes da atual gestão, demonstra o desprezo do governo Alckmin e da bancada governista pela opinião pública”, denuncia o deputado estadual Carlos Neder (PT). “Não foram feitos balanço da experiência anterior com as OS nem autocrítica quanto à tentativa frustrada de reservar leitos do SUS para atendimento privado.”
“Agora, pretendem levar o mesmo processo de terceirização, quarteirização e privatização para o Iamspe [Instituto de Assistência Médico ao Servidor Público Estadual] e outras áreas de políticas públicas, como meio ambiente, criança, adolescente, ciência, tecnologia e inovação”, acrescenta Neder. “Com isso, tentam criar um fato consumado para o próximo governo.” (matéria do Viomundo)
http://www.viomundo.com.br/denuncias/seriam-os-gestores-das-os-possiveis-financiadores-da-campanha-de-alckmin-e-do-tucanato.html
A única coisa que o PSDB quer e não abre mão é “administrar” o dinheiro dos impostos que pagamos.
Ele quer é cobrar e aumentar impostos, terceirizar até quem administra as finanças de uma empresa pública que não possa ser privatizada, terceirizar os serviços públicos essenciais e privatizar toda empresa pública que for possível.
E sabemos como se dão as terceirizações e privatizações, vide no tempo de FHC quem ficou dono/ enriqueceu com as empresas públicas privatizadas.
Imaginarmos que o PSDB entrega 50% do lucro da SABESP para acionistas da Bolsa de Valores, ao invés de investir na Água e no saneamento básico em São Paulo e queremos que ele tenha algum comprometimento com a sociedade ou queira a participação dela na formatação de políticas públicas?
Ele quer é justamente o oposto: desregular toda a economia, desestruturar todo o Estado e que cada um se vire por conta própria.
O PSDB só sobrevive como partido em 2014 porque se vendeu para a velha mídia em troca de não mostrarem seu modo de Governar e sua corrupção. Em contrapartida à blindagem da velha mídia o PSDB faz o que o Sistema impõe. Ele não tem vontade própria. Segue a cartilha do Impreialismo norte-americano no Brasil. Está a serviço dos EUA em terras brasileiras. A sorte dele é a existência de uma mídida oligopolizada no Brasil.
Vamos ser sinceros. Não adianta sonhar com o tempo da sua fundação e a suposta bandeira da Social Democracia, esta ficou no distante passado, muito mais no discurso. Nasceu o Partido da escolha de uma sigla partidária que não existia no Brasil no final dos anos 80: a Social Democracia, que eles abocanharam a ideia, que na prática, pouco ou nada seguiram.
ELG
3 de junho de 2014 9:24 amAlexandre, síntese primorosa
dos desmandos tucanos. Parabéns!
Merece virar post.
No fundo, os tucanos são anarcocapitalistas: querem reduzir o Estado como o conhecemos a pó.
E depois vêm nos acusar de conspiração bolivariana? Os verdadeiros conspiradores são eles!
Alexandre Tambelli
3 de junho de 2014 1:27 pmValeu ELG!
Anarcocapitalistas
Valeu ELG!
Anarcocapitalistas é ótimo, sintetiza tudo!
Se a população tivesse informação melhor (outros meios de comunicação) eles já teriam sumido.
Um partido neoliberal numa eleição a gente aceita.
Agora um partido irresponsável que sonha em vender as riquezas do Brasil para os “de fora”, de preferência para os americanos, vide Pré-Sal e Petrobrás, por exemplo não dá.
Querem ser neoliberais de joelhos dobrados ao Capitalismo Central.
Imagina que este partido não gosta do Brasil potência, não gosta de soberania nacional, não é patriota e nem nacionalista.
Vai ver se o Governo Americano, que eles tanto bajulam, algum dia agiu assim…
Abraço,
Alexandre!
hugo1
3 de junho de 2014 6:29 amA cara do partido é
A cara do partido é Imbassahy.
Tira o “verniz” do FHC e o PSDB é isso aí.
Francy Lisboa
3 de junho de 2014 8:56 amCausa urticaria nesse pessoal
Causa urticaria nesse pessoal do PSDB e seus asseclas da midia as palavras povo, social, participacao civil.
A manada que segue essa idea tosca de Bolivarianismo, Comunismo, Cubanizacao, etc com todo o respeito, nao pode ser levada a serio.
Cabe bem aqui a constatacao que de fato eles nunca quiseram melhorar coisa nenhuma para o povo. O tal deslocamento das placas tectonicas gerado pelo aumento de consumidores no Governo do PT gerou demandas socias de infraestrutura que devem ser atendidas pelo PT SIM. E se preciso vai pro pau. Os lacerdinhas que me perdoem, mas vcs vao continuar latindo, o Brasil nao tem mais como voltar atras, mesmo se quisessse.
Calvin
3 de junho de 2014 3:09 pm“Desde junho de 2013 havia
“Desde junho de 2013 havia uma bola quicando na área da política…o aprofundamento da democracia direta” Então o Movimento Passe Livre ou os Black Blocs devem ter um canal direto para influenciar o poder, “by passando” o congresso? Ou se acha que o Zé da Padaria tem tempo prá isso? “A única contribuição do PSDB às ferramentas de redes sociais foi o esquema de baixarias e de ataques pessoais montado na campanha de Serra em 2010.” Na campanha do Brasil o que vi foi um bunker clandestino desbaratado pela PF, não sei porque insistir neste “mundo de Andy”….
Roberto Luiz Souza Melo
13 de junho de 2014 2:12 amNão dissimula cara!Estamos
Não dissimula cara!
Estamos falando de iniciativas do tipo “Vot na Web”! http://www.votenaweb.com.br/
É uma ferramente de consulta não de tomada de descisões!
Só é ruim para a direita que quer governar sem o povo!