
Ao terminar a campanha eleitoral, vários assessores de Dilma Rousseff garantiram que ela havia aprendido bastante com a campanha. Entendeu melhor a complexidade do país e, mais do que isso, o papel da Presidência – de articuladora política, de regente da orquestra, e não de gerente.
De fato, aprendeu bastante. Mas, em termos práticos, o que muda?
Dilma entendeu a importância de se escolher um Ministério de peso.
Depois, a importância de sair da gestão do dia a dia e atuar mais politicamente – isto é, relacionando-se com os meios político, econômico e social.
***
Esses assessores apenas não garantiam se a Presidente mudaria tanto seu estilo, a ponto de abrir a discussão das políticas públicas à sociedade civil e deixar de lado as decisões autocráticas.
Mas – lembravam – tendo uma equipe de peso dando forma, conteúdo e cronograma às suas propostas, haveria sensível diminuição da ansiedade de Dilma e, por conseqüência, do seu voluntarismo.
***
Os primeiros movimentos do segundo governo são encorajadores.
Foi precisa a forma como indicou os Ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. Ambos assumem com o compromisso de um ajuste fiscal gradativo. Ou seja, Dilma reconheceu a necessidade de um ajuste mas, fiel ao que defendeu na campanha, fugiu das soluções extremadas. Colocar um ortodoxo para gerenciar um ajuste fiscal não-radical é a melhor combinação custo-benefício.
Os demais movimentos seguem uma lógica político-administrativa. Deverá indicar a polêmica líder ruralista Katia Abreu para a Agricultura e Armando Monteiro para o Desenvolvimento. E terá que dar a contrapartida aos movimentos sociais.
Ontem, recebeu no Palácio frei Betto e Leonardo Boff, a quem garantiu que trabalhará pessoalmente na recomposição de laços com os movimentos sociais. Mais tarde, em uma solenidade com movimentos sociais, reforçou o compromisso com a inclusão, a melhoria de renda e o não sacrifício dos trabalhadores.
***
Indo nessa direção, o futuro Ministério refletirá a diversidade de forças sociais e econômicas do país, trazendo uma enorme lufada de ar fresco ao seu governo.
Resta saber como tratará as seguintes questões:
Os modelos de participação social.
Há uma enorme variedade de fóruns de participação que perderam expressão nos últimos anos: o CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), os fóruns de produtividade da ABDI (Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial), os conselhos e conferências sociais.
Não se sabe como pretenderá agir já que, por incompatibilidade de gênios, perdeu o melhor condutor dessas políticas, Gilberto Carvalho.
2. As políticas integradas de infraestrutura.
Os investimentos em infraestrutura tem potencial para relançar a próxima etapa de crescimento do país. Mas demandam uma preparação cuidadosa, para identificar os principais obstáculos, resolvê-los, montar estratégias para atração de capital privado nacional e internacional, para fortalecer as médias empreiteiras e até para montar um +Engenheiros, aproveitando a enorme capacidade ociosa na Europa.
Esse trabalho estava sendo conduzido por Bernardo Figueiredo, na EPL (Empresa de Planejamento e Logística). Saiu por incompatibilidade de gênios. É importante dar continuidade.
3. As estrategias jurídicas-políticas
É evidente a fragilidade institucional no governo junto ao Judiciário, Polícia Federal e Ministério. Em um ambiente de turbulência institucional, Ministro da Justiça é figura mais relevante que o próprio Ministro da Fazenda.
A Presidente terá dois desafios: nomear um Ministro da Justiça com peso, como foi Márcio Thomas Bastos, capaz de recuperar o profissionalismo da Polícia Federal, dialogar com os tribunais. E, também, indicar Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com luz própria e suficiente respeitabilidade e caráter para resistir às pressões dos grupos de mídia.
joel lima
28 de novembro de 2014 9:15 amO que significa
O que significa incompatibilidade de gênios ? Com Dilma, basta ter um pouco de personalidade, de dizer algo que a contrarie, que mostre que ela está errada para que surja incompatibilidade de gênios. Que Levy seja zen pra aguentar o gênio de cão de Dilma.
Luis Fraga
28 de novembro de 2014 1:00 pmÍntimo
Caramba !
Bom ter por aqui comentaristas que partilham da intimidade da presidenta.
Luís Henrique Donadio
28 de novembro de 2014 5:31 pmOra, depois que ficamos
Ora, depois que ficamos sabendo que Marina Silva lê Heiddeger na tradução islandesa com comentários de Rimbaud, nada mais me espanta. Imagino que as revistas/jornais/emissoras de TV infiltraram jornalistas para dormir debaixo das camas das pessoas notáveis.
Nicolas Crabbé
28 de novembro de 2014 11:09 pmNão precisa
Quem tem contato com pessoas da administração federal ou do PT – não o assistente administrativo de quinto escalão, mas também sem precisar ser do primeiro time – sabe que o mínimo que se pode dizer é que a nossa presidente tem um gênio forte, não admite a contradição e não prima pela educação no trato com seus colaboradores.
Duas pessoas de peso, altamente competentes, saindo da equipe por incompatibilidade de gênios não é muito positivo.
Antônio - Minas Gerais
28 de novembro de 2014 9:26 amNassif
Nassif, procede a informação de que o ineficiente e pequeno Cardozo vai continuar na Pasta da Justiça? Quanto a nomeação de ministro com luz própria, bem que a Dilmécio poderia fazer um gol de placa e nomear do Fausto de Santis para STF. Ja pensou de Santis no STF? O pequeno Gilmar cortaria os pulsos.
nosde
28 de novembro de 2014 2:43 pmOk, mas você faz o Fausto
Ok, mas você faz o Fausto passar pelo Senado ?!!! . . . .
Ivan de Union
28 de novembro de 2014 10:18 pmAntonio DE MINAS GERAIS UMA
Antonio DE MINAS GERAIS UMA PINIOIA, diki de uma figa. A gente nao usa diki.
(Credo, que horror!)
Flávio Faria
28 de novembro de 2014 10:22 amAh! Juvenal, quem vigia os vigilantes?
.
Sniff
28 de novembro de 2014 10:37 amO problema central posto na
O problema central posto na campanha foi:
Mais Estado, menos Estado
Impossível conciliar tais lados
Eduardo Lima
28 de novembro de 2014 10:42 amEstratégia Popular
Este novo estilo é muito bem vindo, o novo entendimento da sociedade também. Mas, nas estratégias, também é preciso pensar que o Brasil agora é um país de classe média, graças as ações dos Governos Lula/Dilma. Por isso, as ações na base da pirâmide social devem seguir e aumentar, mas também é preciso pensar em garantir e ampliar as conquistas da base da nova classe média. É preciso pensar na Classe C. Recomendo os textos abaixo, que refletem sobre o que pensa e precisa a Classe C.
http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR.html
http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR2.html
http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR3.html
Sérgio Lamarca
28 de novembro de 2014 10:58 am“um +Engenheiros,
“um +Engenheiros, aproveitando a enorme capacidade ociosa na Europa”.
Excelente ideia, existe um gap de falta de engenheiros que precisa ser ocupado. A construção naval, por exemplo, poderia fazer uso de gente que está desempregada em Portugal, Espanha, Itália e todos os países do leste europeu, principalmente a Romênia. Na parte de navegação é inegável a capacidade das tripulações do leste europeu ex-comunista. O problema é vencer o corporativismo que foi combustível de muitos anos do PT. Enquanto isso, um vigoroso projeto de + talentos precisa ser feito nas universidades para que nossos jovens tenham oportunidades no mercado de trabalho e venha a ocupar os postos que vão sendo disponibilizados daqui a 5 anos.
Nassif, toca essa bola para frente!
autonomo
28 de novembro de 2014 11:32 amÉ quase surrealista a
É quase surrealista a afirmação de que a presidente aprendeu ” bastante com a campanha, entendeu melhor a complexidade do país e, mais do que isso, o papel da Presidência”.
Ao mesmo tempo nada a estranhar.
Atualmente, afirma-se qualquer coisa e como não ha discussão alem das “redes”, tudo fica por isso mesmo.
Na humilde condição de simples cidadão acredito que o mandatario de uma nação, com 200 milhões de pessoas, deveria saber bem antes de assumir o cargo “a complexividade do pais” e “o papel da presidencia”.
Fico na duvida se a chefe da nação não conhecia mesmo sobre a propria natureza de seu cargo ou se tudo não passou de uma frase idiota de um “assessor” ingenuo.
O que sei é que uma nação, onde acontecem varios estupros na faculdade de medicina, esta precisando muito de um presidente que entenda “a complexividade do pais”, para reverter, entre outras, tal sinistra situação.
O Brasil necessita, mais do que de viadutos e planos economicos, que a discussão seria seja incentivada, o pensamento, a inteligencia apoiados. a juventude resgatada.
Depois de um fertil periodo de ebulição cultural, a juventude, nos anos 60, lutou heroicamente contra a ditadura.
Hoje, ” sai as ruas” pela volta dos militares, isso quando não fica aquartelada nas academias de ginastica exercitando musculos, ou escutando “sertanejo universitario” em festas regadas a drogas sinteticas e orgias sexuais.
Vejo todo o mundo falando sobre esse ou aquele novo ministro e novamente nada sobre o da cultura.
Virou coisa menor.
E inexplicavelmente ate para um governo dito popular.
Logo agora, quando precisaríamos tanto dela para o pais voltar a existir, movido apenas por obras e planos economicos.
nilo
28 de novembro de 2014 11:35 amNassif, concordo.
O papel de
Nassif, concordo.
O papel de Presidente da República é de articulador político (regente de orquestra) e não de gerente, como ficou dito.
A importância do Ministro da Justiça é de estabilidade do próprio governo. Sua importância é transcendental. A inércia de Carodozo é assutadora, cansativa e irritante (Justiça, Parlamento, Ministério Público, Polícia Federal, sociedade, sem pontes).
Só uma curiosidade a mais e em relação ao ministro da justiça Cardozo, há plano de contigência caso as empreiteiras tenham de parar as óbras em razão da operação Lava-Jato e desmembramentos??? (medidas legais/jurídicas/intervenção/assunção, etc). O quê se está discutindo??? ou propondo???
maria rodrigues
28 de novembro de 2014 11:56 amInfelizmente o mundo não pode
Infelizmente o mundo não pode ser cor de rosa para nenhum governante, na medida em que se fazem necessários os conchavos. Por exemplo: acabo de ler que Henrique Alves terá seu cantinho reservado. É o cala-boca famoso de quem governa para ter paz.
O Mar da Silva
28 de novembro de 2014 12:04 pmAs Comunicações, Nassif! As
As Comunicações, Nassif! As Comunicações! k k k k k.
Lula e Dilma não mexeram nesse vespeiro. As tentativas de golpes são semanais nas capas e folha do PIG.
Juízes e ministros sabem das coisas pelo PIG. Isso é fundamental.
Economia, Política, Justiça, Comunicações e Infraestrutura são fundamentais. A ordem podem variar, mas são fundamentais.
Inclusive, a tesoura do Levy deveria começar pela publicidade do governo que aumentou excessivamente.
Calvin
28 de novembro de 2014 12:05 pm2 senões
1- Investimentos em infraestrutura só deslancharão se Dilma completar sua lobotomia e deixar de querer institucionalizar um capitalismo de estado (como foi feito com o pré-sal e os portos). Excesso de cartorialização e centralização burocrática em Brasília não é a solução. Não fosse a partilha, só de concessões a Petrobrás já teria voltado ao topo, mesmo com a queda provocada pela lambança geral. Há que se deixar espaço para o privado investir.
2- A participação social não precisa se restringir a aparelhos e coletivos sectários (basta ver sua composição em sites de ONGs), mas em participação DA SOCIEDADE como um todo, já garantido na constituição via referendo, plebiscito e projeto de lei de inciativa popular.
Rui Daher
28 de novembro de 2014 12:05 pmSerá que a presidente
não toparia uma terapia psicológica?
Catharina
28 de novembro de 2014 12:25 pmMinistro da Justiça
Nassif, muito bem lembrada a questão do Ministério da Justiça. E será que vem um artigo seu analisando o perfil de possíveis candidatos ao cargo? Ajudará bastante na análise crítica dos leitores e eleitores.
Gilson AS
28 de novembro de 2014 12:34 pmSó quero saber de uma
Só quero saber de uma coisa.
E a regulação dessa mídia venal, como anda ?
Se ao final do seu governo ela conseguir este feito, valeu a pena o esforço da militância para sua reeleição.
marco aurélio barroso
28 de novembro de 2014 2:11 pmPerfeita colocação meu caro
Perfeita colocação meu caro amigo.
Deixemos os números para os economistas.
Aqui, no Rio, os números seguem sua sina para contabilizar os tombados nas ruas.
cético realista
28 de novembro de 2014 12:35 pmSerá?
Como brasileiro e empresário torço para que o governo, qualquer governo, flua bem, fazendo o país avançar em todos os campos,seja no social, no econônimo ou qualquer outro.
Infelizmente, não acredito que pessoas depois de uma certa idade mudem seu modo de ser e/ou de temperamento, ainda que torça para que a Sra. Dilma o faça, até mesmo por uma questão de sua própria sobrevivência política. Mas, a experiência mostra que, de um modo geral, mais cedo ou mais tarde o espírito do escorpião (o da fábula) aparece e aí……
Só nos resta esperar que no futuro próximo não se perca o rumo mais uma vez, como é da nossa paranóica tradição.
Miguel A. E. Corgosinho
28 de novembro de 2014 12:41 pmA coincidência de mudança do
A coincidência de mudança do jornalismo econômico com a sua mudança para expressão nacionalista, depois que que as atividades dos ministros concebidos pelo mercado se projetam para uma distribuição neoliberal, só pode ser entendida como um exito de Dilma, em fase transitória, para as causas inscritas com a moderação do próprio mercado financeiro.
O mercado sabe como agir coordenado com seus propagandistas. Enviam sempre algum economista famoso para dar entrevistas das medidas que querem priorizar junto ao congresso. Um exemplo é a chegada ao Brasil do escritor Piketty, que prioriza fortemente o aumento de impostos para as classes mais afortunadas, valorizando a reforma fiscal e desconsiderando a reforma política sobre o financiamento de campanha. Ordem: Comprimir a sociedade e a corrupção volta ao segundo plano.
Não vou dizer o sobrenome, mas esse novo período político vai se delinear a cara de um economista made in USA.
*********************************************************************************
A nova equipe já trabalha com a alta 0,50 da Selic
Em tese, registra-se que TODO economista legítimo é do mercado
Caso aparecer algum com formação de Estado foi falsificado no Paraguay
Infelizmente, o país não forma as suas escolhas nas universidades
O mercado financeiro cria todo dinheiro que se usa para expressão do mundo.
sergioa
28 de novembro de 2014 12:42 pmNão acredite em tudo que você
Não acredite em tudo que você vê na TV ….
Não acredite em tudo que você vê na TV, principalmente em horário eleitoral.
Esta foi o ensinamento que colhi este ano.
Mutema
28 de novembro de 2014 1:00 pmMinistros da Justiça, Comunicações e Casa Civil
Excelente texto.
O fundamental agora é escolher bem os Ministros da Justiça, Comunicações e Casa Civil.
O golpe eleitoral/midiático e a perseguição da mídia mostram a importância desses 3 futuros ministros. Um Ministro da Justiça competente e ágil é prioridade máxima. Na área das comunicações é preciso parar de financiar mídias golpistas. Um Porta-voz competente é também importantíssimo. Um Chefe da Casa Civil que alinhave e crie apoios e governabilidade também.
Maria Luisa
28 de novembro de 2014 5:26 pmPassa passa três vezes, pelo ultimo ficara!
Sobre os três, ja li que não sairão. Quase engasguei com a saliva, mas acho que era futrica de colunista. O Mercandante, pelo jeito, ficara. Mas pelo amor de todos os santos, o Benardo e o Cardozo, naoooooooooooo!
Mancini
28 de novembro de 2014 1:18 pmSei não Nassif, quanto ao ortodoxo!
E nem vi o mercado ainda, não custa, irei olhar… O Valor me diz, positivo em 0.64% a 55.073 pp às 10:31:30. Esteve próximo de 60.000 pontos com a Marina.
Nós acreditamos que não seja possível atender a gregos e troianos!.. E tomara que estejamos enganados!
http://www.refazenda2010.xpg.com.br http://refazenda2010.blogspot.com.br/ http://rf10consumidorsabido.blogspot.com.br/
E muito obrigado, mais uma vez, por manter esse espaço democrático!
juarez.j.j.
28 de novembro de 2014 2:04 pmA atenção e movimentação
A atenção e movimentação voltada aos que não votaram nela é grande. Talvez, se sobrar um tempinho, uma hora dessas ela dá um alozinho aos que nela votaram.
Lucinei
28 de novembro de 2014 2:11 pmO ministério de anódino de
O ministério anódino de Dilma no primeiro mandato, não esqueçamos, foi montado depois de, um por um, serem abatidos em pleno vôo pela campanha oposicionista os nomes de maior reconhecimento partidário e social.
Aliás, fica a pergunta: nome de peso pra quem, cara pálida? “Esse cara é bom” pra quem?
É essa a disputa política. Mercado, grupos de mídia, direita e centrão (falando, falando e falando) de um lado; e esquerda, movimentos sociais, sindicatos (quietinhos) do outro.
Meu palpite é que seja lá qual for o “ministério de peso”, a oposição também aprendeu. Eles viram que não podem mais esperar as eleições pra começarem a campanha como na primeira eleição de Dilma em que ela era poste de Lula. Todos vimos que quando ela assumiu o primeiro mandato só teve os primeiros dias de trégua. Nesse agora nem isso.
Ou seja, a economia vai continuar sendo notícia negativa mesmo com emprego allto (caindo 0,1%, então….); e cada tentativa do “ministério de peso” vai ser abatida logo na decolagem, sem falar de reforma polítiica e novas regras para comunicações, direito de resposta e Lei de responsabilidade de imprensa… Tudo boliivarianismo.
Ah, e o moralismo seletivo, que não vai parar nunca…
Alexandre Weber - Santos -SP
28 de novembro de 2014 3:39 pmDilma, caminha nas próprias pernas
Com a reforma dos ministérios para 14 pastas, com 72 secretarias, seria a maior moleza, distribuindo cargos e orçamentos no congresso satisfazendo os 28 partidos que tomarão posse na próxima legislatura, fazer maioria, presidência e de quebra, endireitar o país.
Não faz, porque não quer, vontade política.
Acorda, Dilma!
Sniff
28 de novembro de 2014 4:27 pmEsqueça.
Dilma teve
Esqueça.
Dilma teve necessidade de ampliar o seu leque de apoio
Ofereceu à Globo o ministério da Fazenda e à Folha de São Paulo a Agricultura.
Precisará de mais ministérios para contemplar o resto.
Wong
28 de novembro de 2014 4:22 pmOuvidos para escutar, sempre mantendo o sorriso
Não falta Equilíbrio Emocional à Dilma.
Mesmo durante a Pressão Eleitoral conseguiu ser afável, simpática e sorridente.
Cativou Jornalistas e Interlocutores em Geral.
Com a Equipe montada, sem ter que ser a Gerentona (como os Gerentes nas Empresas), ficará, talvez, mais fácil inaugurar o Programa “Sorrir & Escutar +” (como o CEO nas Empresas)…
E, fazer a Verdadeira Política.
Afinal para que seviriam todos os Livros que a Dilma leu na Vida?
Frases “rancorosas”, como da “fina” colunista Dora Kramer, de hoje, (“O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-mau-jeito-imp-,1599161O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-mau-jeito-imp-,1599161Há um fato, porém, que não necessita de confirmação: a presidente não sabe absolutamente nada de política na acepção ampla do termo. Passa longe da compreensão dela o significado de certos atos, não faz uso de tipo algum de sutileza – ingrediente indispensável ao exercício do poder -, parece não se importar com os efeitos que suas atitudes causam em seus subordinados (presentes e futuros) e age da maneira como fala: toda atrapalhada.”), serão manifestações de invejosos. O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-mau-jeito-imp-,1599161O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-mau-jeito-imp-,1599161O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-mau-jeito-imp-,1599161
A Grande Mídia perde a oportunidade de “tirar uma” da cara da Dilma.
Abaixo uma sugestão (séria):
Enquanto Aécio/FHC/Mídia se vangloriam da Dilma estar copiando as Propostas de Política Econômica do Candidato Derrotado, tudo indica que a coisa é um pouco diferente (e, se fosse bem explorado pela Mídia, poderia ser, até, “humilhante” para a Dilma).
É meio paradoxal, mas parece que a Dilma está “chupando” o Modelo da Bolívia.
Seria a adoção de uma Política Fiscal Ortodoxa, sem abrir mão das Políticas Sociais (ou seja, “sorry”, o Bolsa Esmola continuará, rs…).
1. Estamos “copiando”, sim, o Modelo Econômico da “Grande Potência” Bolivariana (afinal, nada mais “Bolivariano” do que a Bolívia);
– Evidências?
a. Joaquim Levy é PHD pela Universidade de Chicago (a mesma do Milton Friedman)
b. A Política Fisca/Econômica seguida pela Bolívia é bem próxima da recomendada pelos “Chicago Boys”:
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/517276-apesar-do-discurso-evo-segue-politica-economica-ortodoxa
(Até a Meta anunciada pelo Levy se aproxima da Bolívia)
Apesar do discurso, Evo segue política econômica ortodoxa
O discurso “anti-imperialista” e a agressiva política de estatizações remetem ao venezuelano Hugo Chávez. Mas, ao contrário do que ocorre na Venezuela, onde o déficit fiscal gira em torno de 15% do PIB, Evo adota uma política fiscal ortodoxa, com controle das contas públicas e superávit nominal, que no ano passado foi de 1,8% do PIB.
c. Até o FMI (e a The Economist) está elogiando o “Índio” Evo…
http://www.nytimes.com/2014/02/17/world/americas/turnabout-in-bolivia-as-economy-rises-from-instability.html?_r=0
Mr. Morales often speaks harshly of capitalism and some of its most ardent defenders, like big corporations, the United States, the monetary fund and the World Bank. He nationalized the oil and gas sector after taking office in 2006, and he has expropriated more than 20 private companies in a variety of industries.
Yet while Mr. Morales calls himself a revolutionary, others have begun using a very different word to describe him: “prudent.”
Both the monetary fund and the World Bank, in recent reports, praised what they called Mr. Morales’s “prudent” macroeconomic policies. Fitch Ratings, a major credit rating agency, cited his “prudent fiscal management.”
While Mr. Morales remains firmly in Latin America’s leftist camp, on many economic matters he fits within a broader trend away from ideological rigidity in the region.
In Peru, President Ollanta Humala went from ardent leftist to centrist. In Colombia, President Juan Manuel Santos, a former defense minister, now plays the role of peacemaker, negotiating with the country’s largest guerrilla group. In El Salvador, presidential candidates from left and right moved toward the center to woo voters. In Uruguay, President José Mujica, a leftist and a former Marxist guerrilla, has carried out business-friendly economic policies.
“There’s definitely an underappreciated element of pragmatism” in the region, said Maxwell A. Cameron, a professor of political science at the University of British Columbia.
2. Acontece que o Brasil é uma Economia muito maior, mais complexa e diversificada do que a Bolívia.
Se o trio Levy/Barbosa/Tombini conseguirem a tal “confiança do Mercado” (e, com o conhecimento do Barbosa em PPP/Concessões), fica fácil atrair Capital Externo, principalmente para Investimentos em Infraestrutura.
Não nos esqueçamos que o Mundo continua com excesso de Liquidez (e, um aumentinho nos Juros do FED não será suficiente para capturar todo este recurso).
Reparar também que o ministro Levy estava alocado no Bradesco Asset Management, responsável por criar Fundos de Investimento (Captação) Internacionais de Longo Prazo, vulgo Infraestrutura.
Se a coisa funcionar, parece que o crescimento no Brasil, desta vez, se dará via Aumento da Oferta e dos Investimentos, e não mais através do Crédito à Demanda.
3. Daí que se esquecermos das Previsões Catastrofistas da Veja/Globo para a Economia, em breve teremos surpresas agradáveis…
Veja o que se pensa do Brasil lá fora:
Entrevista – Pierre Moscovici
Valor Econômico – 28/11/2014
ECONOMIA DA EUROPA VAI SE RECUPERAR EM 2015, DIZ MOSCOVICI
Pierre Moscovici, comissário europeu: O Brasil está cheio de oportunidades para investimentos públicos e privados
Valor: Como o sr. vê o Brasil? O crescimento fraco inquieta o parceiro europeu?Moscovici: O Brasil passa atualmente por uma fase de desaceleração de seu crescimento em relação à década que precedeu a crise econômica e financeira mundial. Isso deve-se em particular a um ambiente externo que se tornou menos favorável, num momento em que o preço de numerosas commodities tende para baixo, e as importações de alguns parceiros comerciais do Brasil têm tendência a diminuir. Mas essa desaceleração se explica também por um conjunto de constrangimentos internos de ordem estrutural que freiam o crescimento da produtividade brasileira, como escassez de mão de obra qualificada e redes de infraestrutura muitas vezes subdesenvolvidas. O Brasil deve enfrentar também uma série de desafios macroeconômicos, como inflação alta, rápido crescimento do crédito e um superávit primário agora muito fraco para permitir a redução gradual da dívida.No entanto, o Brasil dispõe de um grande número de trunfos para redinamizar seu crescimento. O crescimento interno, sustentado por uma classe média em expansão, é vigoroso. O ambiente dos negócios melhora progressivamente, sobretudo graças a várias medidas focando pequenas e médias empresas. As políticas de emprego e de educação contribuíram para reduzir as desigualdades sociais e geográficas. O país está cheio de oportunidades para investimentos públicos e privados. Continuamos confiantes na capacidade de nosso parceiros no G-20 tomarem medidas necessárias para colocar sua economia no caminho do crescimento mais elevado, o que permitirá continuar o aumento do nível de vida de todos os brasileiros com o mesmo sucesso que no passado.
NICKNAME
28 de novembro de 2014 4:25 pmBugs e Sugestões diversas:
Bug: 1 ) – às vezes, não se pode ir aos posts do dia anterior, mesmo clickando em semana, mesmo clickando em mês. Procurei um comment q ele postou e hoje diz (no post de Hortencio) que sumiu do Multimídia do Dia. 2 ) – Gostaria tb. de resposta da Equipe sobre as sugestões de Layout pra destacar o link “Posts Recentes”. É desgastante e chato (mais do q sou) eu repetir tais sugestões publicamente nalguma seção sob algum post-título. 3 ) – Tb. anteontem ou ontem, um participante usou termos como IDIOTA, PQP (apesar de eu ter sido extremamente delicado com ele, mas nunca aperto o botão de Denunciar usuário). Termos idênticos ás vezes são trocados em “debate” entre outros participantes. Isto afugenta a participação, creio q há um bocado de visitantes que por essas e outras, nunca se manifestarão, alguns poderiam trazer novos ares na linha editorial, mesmo; claro que outros trariam (daí uma regulamentação mais clara) inapropriedades, xingamentos. 4 ) – Não me incomodo de me chamarem de chato publicamente, é uma falha minha (não só por isto) a de bater em mesmas teclas e sob posts-títulos que pouco têm a ver. Reitero q até pra evitar essas chatices minhas ou de outros, um AVISO deveria ser mais claro, não precisa serem 10 Mandamentos. 5 ) – Por último, há comentaristas não cadastrados ou cadastrados que escrevem (como eu, outra falha) sem pensar duas vezes, e, mesmo depois de terem se dado conta da bobagem, não deletam – eu não deleto, só excepcionalmente, pq. acho boas pessoas exporem também seu lado não elogiável, é a pluralidade que existe nos seres humanos. – Receberei resposta privada? Ou pública? Pra mim, tanto faz. O que espero também criticas às sugestões e ao que aqui exponho. Humberto, Recife e Porto Alegre (NICKNAME).
Anna Dutra
29 de novembro de 2014 12:49 pm3)
Concordo em gênero, número e grau com o item 3. Já é suficiente a virulência e ambiente corrosivo e pouco agregador do Facebook e que tais… Não gosto quando o nível aqui cai desta forma porque inibe a manifestação.. Mesmo quem está somente acompanhando e encontra debates acalorados demais pode concluir que o blog é “mais do mesmo” Neste caso todos perdermos.
Juliano Santos
28 de novembro de 2014 5:17 pmIsso Nassif, o ministro da
Isso Nassif, o ministro da justiça, ela tem que acertar em cheio no nome. Quanto ao STF, estou tranquilo. Depois de ceder a pressõa pelo Fux, da qual se arrepende profundamente, com toda certeza, acertou o prumo.
A escolha de Savaski e Barroso foram excelentes. Se o próximo a entrar no lugar do Barbosa for nesse nível, será possível relegar o Gilmar a uma minoria barulhenta, mas com bastante redução de danos
john
28 de novembro de 2014 5:27 pmresumo da opera o Brasil é o
resumo da opera o Brasil é o trabalho de casa da “presidenta”!
mz
28 de novembro de 2014 8:08 pmA composição do congresso ano
A composição do congresso ano que vem não facilita a agenda progressista. Acho que temos que nos contentar em ir comendo pelas beiradas, ela é mineira sabe muito bem como isto funciona. Não cabe à presidenta esta ansiedade que temos em querer que tudo se resolva ontem. No enfrentamento direto todos sairão perdendo. Evo Morales conseguiu agregar a direita em suas políticas públicas. Tiveram que ceder aos avanços conquistados. Talvez este deva ser nosso caminho.
Filipe Rodrigues
28 de novembro de 2014 9:25 pmGilberto Carvalho nunca foi
Gilberto Carvalho nunca foi um grande ministro pra mim, Luis Dulci era competentíssimo.
Carvalho passa a imgem de ingenuidade, o seu cargo não é para bom moço.
Patrus Ananias tem origem na esquerda católica (assim como Glberto Carvalho), mas sempre demonstrou esperteza administrativa e agilidade, não é atoa que é um dos ministros inesquecíveis do PT.
JB Costa
28 de novembro de 2014 10:03 pmCompreende-se – e bem – a
Compreende-se – e bem – a angústia, e até mesmo perplexidade de alguns apoiadores da presidente eleita com a nomeação do trio Joaquim Levy-Antonio Tombini-Nelson Barbosa para a gestão da economia. Temem eventuais recuos na dita macroeconômica com viés desenvolvimentista e foco no social.
Essa preocupação e contestação é legítima, ou seria legítima, se as variáveis econômicas, sociais e políticas de hoje fossem as mesma de 2011 quando do primeiro mandato da mineira-gaúcha. Soa como redundância, mas para efeito de clarificação é necessário repetir: governos devem se orientar pelas conjunturas, e não o contrário. Para o caso que se trata com mais uma detalhe: a atual, reconhecidamente com problemas agudos a serem sanados (pelo menos na sua face endógena) engendrados pelo governo que ora foi reconduzido. Obviamente, que para cada “prato” o “Chefe de Cozinha” deve nomear como responsável o “cozinheiro” com mais expertise nele. Para fazer uma boa feijoada se convidaria um gaúcho? Joaquim Levy já compôs o primeiro governo Lula ocupando o cargo – altamente estratégico – de Secretário do Tesouro Nacional onde provou ser competente. Foi um dos que arrumaram a “casa” para que a gestão Lula deslanchasse.
Há problemas fiscais, sim. Não só no que tange aos gastos, mas também na rubrica “Receitas”. Sobre estas últimas pesaram(algumas ainda pesam) as desonerações fiscais e outras medidas no âmbito da política macroeconômica anti-cíclica. E por que o recato para afirmar de alto e bom som que há “gorduras” e desperdícios a serem cortados? Que a máquina pública se agigantou sobremaneira nesses últimos vinte anos por derivação da própria Carta Magna promulgada em 1988?
Argumentos que se lastreiam numa possível e esperada política fiscal que avance famélica sobre o orçamento da saúde, da educação e da assistência social para assim obter maiores superávits orçamentários, pecam por ignorarem que em termos políticos isso seria um verdeiro “suicídio” para a presidente Dilma. E sob a ótica econômica, olvidam dos impedimentos constitucionais no que se refere ao mínimo a ser aplicado nas rubricas Saúde e Educação. Quanto à assistência social(lato sensu), o que efetivamente conta são os gastos com a Previdência Social. As verbas para programas sociais, por esse aspecto, são apenas uns “trocados”.
Acredito que o maior desafio da equipe econômica será manter uma sintonia fina entre a Política Fiscal, Monetária e Cambial. Esta última a que efetivamente terá o condão de liderar as demais no que se refere a retomada do crescimento. Numa economia aberta como a nossa, qualquer esforço para otimização demandará primordialmente da execução de uma política cambial ajustada.
altamiro souza
28 de novembro de 2014 10:52 pmconhecimento de brasil ela
conhecimento de brasil ela tem desde que participou ativamente
dos principais programas que resultaram num
enorme sucesso no periodo lula da silva.
a questão da personalidade, é muito subjetiva.
eu acho isso, voce acha aquilo…ela é legal, ela sorri, não sorri,
seus gestos etc e tal.
o que importa disso tudo é que ela permaneceu firme na defesa do projeto inclusivo.
o resto é disse me disse.
Anna Dutra
29 de novembro de 2014 12:51 amMinistério
Não me lembro de, durante a campanha, Dilma ter feito pesquisa entre os eleitores sobre suas preferências para o Ministério. Prerrogativa e responsabilidade dela diante não somente dos objetivos do Governo mas também das circunstâncias. Um professor me disse uma vez: estar fortalecido economicamente é importante, a rentabilidade deixa o acionista feliz, mas para chegar a ela precisamos ter liquidez, pois só chegando ao mês seguinte , sobrevivendo, será possível continuar produzindo e ganhando até o balanço fechar e apurarmos o resultado para reparti-lo. Acho que a idéia geral é esta – se é que eu entendi; rs -não sou muito boa em finanças.
O JB Costa comentou melhor: governos são afeitos às conjunturas.. Estrelas para ele.
Raí
29 de novembro de 2014 11:33 amTudo resumido, numa única frase.
Nassif, permite-me copiar, a frase que resume tudo o que pretende fazer, nesta 2ª gestão, a Presidenta Dilma ?
Taí: ” O novo governo,caminhará na direção de refletir a diversidade de fôrças sociais e economicas do país, trazendo uma enorme lufada de ar fresco, à administração federal”.
Miguel A. E. Corgosinho
29 de novembro de 2014 2:58 pmNão quero ser pessimista em
Não quero ser pessimista em relação aos ensinamentos, porém, não podia deixar de procurar entender as razões pelas quais esta situação de aparente montagem de uma boa estrutura econômica não me parece ter sido suficiente para aplacar a aposta no terror que o mercado financeiro gerenciou até na semana passada, tanto no néctar da riqueza (os resultados da evolução da Taxa Selic e Déficit Público) como a força empregada para se constituir como vida real da sociedade, desgastando os nossos controladores de poder,
Deixo bem claro que durante os dois últimos anos deste mandato de Dilma, o mercado se queixava da presidente por intervir nas condições da economia – especulativa. Mesmo dominando o atual sistema monetário comando pelo BC, a visão histórica que os vampiros do rentismo tinham era de um país subdesenvolvido, sujeito a crises, enquanto podiam fazer todos os procedimentos exploratórios nos dois mandatos de FHC.
Com os “investimentos estatais do BNDES, CAIXA e BB”, a política de Dilma dissolve uma parte das atividades especulativas, pois, junto com a sociedade civil, a sua própria pressuposição não carece mais de provas de investimentos externos com dinheiro fictício, enquanto a sua base natural se tornar oficial como um ato político.
O mercado financeiro se enfureceu de vez em 2013. Tentou iniciar uma guerra civil em junho, muitos engoliriam como evento espontâneo, ao passo que isso seria sinal de fraqueza do governo em todos os níveis de confiança; concentrando em suas mãos períodos ilimitados de propagandas diárias para instalar uma crise no seguimento econômico e institucional através da mídia; e fazer-se-ia o apelo para o resgate da transformação econômica.
Em minha última análise penso que, após a demorada divulgação dos novos ministros, eles se tornaram capazes de consumar o grau de reorganização que o mercado financeiro queria ganhar no interior do governo, unificando-o ao ressurgimento do neoliberalismo da política econômica, por meios pacíficos ainda desconhecidos.
Veja o comentário sobre a transferência da iniciativa dos programas de investimentos para o novo ministro do planejamento: https://jornalggn.com.br/comment/520808#comment-520808
J. Junior
29 de novembro de 2014 6:57 pmProfissionalismo da Polícia Federal
Qual era o profissionalismo da polícia Federal no governo FHC. Tinha tudo isso que falta no governo Dilma? Qual foi o incomodo que trouxeram para o FHC.
democracia direta
29 de novembro de 2014 8:31 pmPRINCIPAL ENSINAMENTO DA CAMPANHA
Grande parte da população jogou o PT na vala comum, e transformou-o em “FARINHA DO MESMO SACO”!
É preciso reverter essa situação, que tem sua culpa na mídia paga, mas também no próprio governo. Se eles têm a mídia, nós temos os movimentos sociais; e não tem como escondê-los, quando saem às ruas protestando, e cobrando por soluções práticas e objetivas. Imaginem se movimentos como a UNE e o MST, por exemplo, fossem para frente do STF, exigir o desengavetamento do processo contra o financiamento privado de campanhas, e a volta do VOTO IMPRESSO.
A eleição de 2014 girou principalmente me torno da corrupção, e a Dilma foi acusada até de ser leviana. Ora, mas onde estamos? Que espécie de políticos temos? Será que não acreditam no que eles mesmos escrevem? O Suplicy, candidato do PT ao senado por São Paulo, tem um projeto para instituir o
>>>>REFERENDO REVOCATÓRIO DE MANDATO<<<<
A ferramenta mais poderosa e eficiente contra a corrupção, pois é o nosso direito de cassar os políticos por iniciativa e voto popular; usada nas nações mais desenvolvidas do mundo. Afinal, por que os movimentos sociais ligados ao governo, como a UNE, MST, CUT, etc, não foram pra frente do Congresso exigir a aprovação do referendo revocatório? Não teria como a mídia esconder as bandeiras e os políticos do governo junto aos manifestantes. Essa seria a proposta mais contundente contra a corrupção. Será que os partidos do governo não teriam eleito uma bancada bem maior? Será que o Suplicy deixaria de ser eleito, se houvesse um apoio desses à sua proposta?
Não se trata de reeditar os protestos de 2013, mas sim de fazer manifestações pontuais, por causas específicas. Afinal, protestos assim não tem como esconder na mídia, e todos ficam sabendo quem está por trás, através de suas bandeiras!
Quando o governo não usa toda a pressão que tem à disposição, passa a impressão ao povo, de que diz algo no papel, mas torce e trabalha pelo contrário na prática. Por isso acaba sendo jogado na vala comum, e perdemos nossas referências políticas e valores morais; na medida em banalizamos os atentados contra nossa democracia, e não temos mais em quem confiar!
Depois não adianta chorar, se a situação ficar tão insuportável, que em 2018 as forças mais retrógadas e corruptas vencerem no primeiro turno; sem nos dar a mínima chance nem de debater, com o povo não aceitando outra coisa, senão mudar a condução do país.