Sugerido por Ivan Bispo
“Para que o carro elétrico dê certo é preciso de infraestrutura [postos reabastecedores e geradores de energia domésticos, por exemplo], algo que não existe e é totalmente infactível em metrópoles como São Paulo”, afirmou Habib durante apresentação da linha 2014 das versões flex do compacto JAC J3 (R$ 39.990 para o hatch, R$ 41.690 pelo sedã).
“Para piorar [a situação dos elétricos], no Brasil existem incentivos ao álcool, o que desfavorece totalmente esse tipo de mobilidade”, completa.
O executivo lembra que as grandes cidades do país têm enfrentado problemas com o abastecimento de energia doméstica e que parte da produção de eletricidade vem de termoelétricas, criticadas pela poluição causada. E termina com uma crítica ácida: “O governo vai anunciar incentivos a estes tipos de mobilidade, mas só para aparecer”.
EM STAND-BY
Atualmente, as vendas de carros elétricos no Brasil são feitas exclusivamente por meio de parcerias entre as fabricantes e empresas de grande porte — ainda não houve, de fato, entregas a pessoas físicas.
A francesa Renault, um dos maiores produtores de veículos elétricos do mundo através da aliança com a japonesa Nissan, fez acertos com empresas geradores de energia recentemente e chegou a anunciar a montagem de um elétrico no país.
A marca diz que tem carros elétricos à disposição, mas espera por incentivos por parte do governo. A Nissan também entrou na onda: entregou unidades do Leaf para rodar como táxi em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ) e ainda divulgou testes de homologação da van elétrica e-NV200 em acordo com a FedEx, empresa de logística.
Há ainda a japonesa Mitsubishi, que testa no país o subcompacto i-MiEV — produzido em conjunto com outras duas francesas, Peugeot e Citroën — desde 2011. E a promessa da BMW, que avisou que deve fazer as primeiras entregas de infraestrutura e carros a pessoas físicas com a estreia do monovolume premium i3 ainda em 2014.
Habib diz que a JAC possui veículos elétricos e que deve trazer modelos em breve ao país, mas apenas para clínicas e experimentações.
Ivan de Union
9 de abril de 2014 10:30 amO segundo maior revendedor de
O segundo maior revendedor de carros do Brasil acha que o carro eletrico eh inviavel? Nossa. Que surpresa.
alfredo machado
9 de abril de 2014 10:49 amO Lobby muito poderoso
Ivan Bispo,
Isto também ocorreu nos USA, sabotagem explícita das Sete Irmãs, hoje quatro – BP, Chevron, Exxon e Shell, com um Poder praticamente ilimitado.
No patropi, depois de Libra as Quatro Irmãs farão de tudo prá prejudicar a Petrobras, e aí estão o noticiário, polítiicus e outras forças para combater o pré-sal de forma permanente.
Se o carro elétrico fosse realmente inviável, ninguém da indústria iria perder tempo com entrevista sobre algo que não apresenta nenhum futuro. Na época de início do Pró Álccol ocorreu o mesmo movimento, mesmo sendo o Programa para um só país.
alfredo machado
9 de abril de 2014 10:54 amGoverno e carro elétrico
Em tempo,
O governo federal, que tantao ajuda $$$ o setor automotivo, deveria incentivar projetos realistas para o carro elétrico, além de criar subsídios caso venha a ser necessário. O patropi já teve um Gurgel, não precisa repetir aquele vexame.
Ivan de Union
9 de abril de 2014 11:12 am“Quem Matou o Carro Eletrico”
“Quem Matou o Carro Eletrico” completo, 1 hora e meia.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=cjt_olYVm4U%5D
Avelino de Oliveira
9 de abril de 2014 11:21 amCaro Nassif e demais
E quem
Caro Nassif e demais
E quem achou que as empresas automolisticas aprovaria, essa idéia, ainda mais sendo de brasileiros?
Das duas uma, ou ele é assassinado, misteriosamente, ou irá ser contratado por alguma dessas empresas e o projeto irá ficar em uma gaveta, aguardando.
Saudações
José CostaMartins
9 de abril de 2014 11:34 amCrowdfunding neles…
Crowdfunding neles…
Haim
9 de abril de 2014 11:41 amO cartel dos postos de
O cartel dos postos de gasolina do DF aprova o artigo que critica carros elétricos. A indústria do petróleo também.
Klaus BF
9 de abril de 2014 1:54 pm“O cartel dos postos de gasolina do DF”
Até hoje não tivemos nenhum governante para enfrentar isso! É uma máfia das mais perversas.
Ps.: O dono do posto da Torre já está solto?
Altran Gomes da Silva
9 de abril de 2014 12:04 pmvejam o desastre que foi a
vejam o desastre que foi a implantação do carro elétrico em Portugal, antes de defendê-lo no Brasil
http://www.iol.pt/push/iol-push—economia/socrates-carros-eletricoscarro-eletrico-carros-automoveis-vendas/1408252-6469.html
alfredo machado
9 de abril de 2014 12:28 pmPortugal e carro elétrico
Altran não cadastrado,
Você não lê a notídia que indica.
Em 2012, com o país imerso em crise e submetido à banca, aquele governo retira os benefícios (qual a estimativa para o montante anual? ). Analise a situação, procure a informação por inteiro prá, quem sabe, você ter razão.
Outra possiblidade é a de você ter interesse pessoal contrariado com o avanço do carro elétrico.
O que interessa da sua notícia,
“A crise e a retirada de benefícios, com o Orçamento do Estado para 2012 – já do atual Governo – vieram complicar essa ambição que, no entanto, já era «irrealista», segundo o Executivo de Passos Coelho. “
MarcosCN
9 de abril de 2014 12:11 pmO carro elétrico só transfere
O carro elétrico só transfere o problema. Explico, se estamos gerando energia com termoelétricas o carro será movimentado com energia fóssil da mesma forma que o motor a combustão. Se tivéssemos sobra de energia gerada por hidroelétricas (ou outra fonte renovável) seria uma alternativa.
marcelo
9 de abril de 2014 4:46 pmSó se esquece de dizer que o
Só se esquece de dizer que o carro eletrico e muito mais eficiente. Se transformarmos todos os carros no Brasil para eletricos e queimassemos o petroleo usado para queimar nos antigos motores pra produzir energia elétrica, economizariamos no minimo 60%. Enquanto a eficiencia de um carro a combustão não passa de 15%, a de um carro eletrico é bem próxima a 100%. Sem falar que os carros tem a vantagem de poderem ser carregados a noite/madrugada, não demandando nenhum aumento de infra-estrutura. Existem vários motivos contra o carro elétrico, mas o que você citou é de longe o mais fraquinho de todos.
Marcotog
11 de abril de 2014 1:26 amSó esqueceu de falar o que
Só esqueceu de falar o que fazer com as baterias ao final da vida útil. São altamente poluidoras.
E hoje se produz motores a combustão muito modernos, cuja emissão de gases é bem baixa. Um veículo a diesel europeu é muito menos poluidor que um carro nacional flex, por ex.
Híbrido sim. Puramente elétrico acho que não vinga.
Ivan Bispo
9 de abril de 2014 5:10 pmSobra de energia no Brasil
Quanto produzimos de energia elétrica no Brasil no horário das 21h00 até as 06h00 da manhã? Te afirmo, é mais do que suficiente para abastecer toda frota nacional.
Maria Luisa
9 de abril de 2014 12:22 pmEvolução da espécie ?
Melhor mesmo é continuar poluindo, destruindo o planeta e em consequência, vamos morrendo de câncer e outros problemas derivados, além da poluição sonora (um dos grandes problemas urbanos de hoje). Eh incrivel a falta de visão dessa gente. Mas acho que não é so isso não, querem apenas manter como esta, pois assim ganham muito bem.
Celso -sp
9 de abril de 2014 3:19 pmConcordo plenamente.
Concordo plenamente.
Jofran Oliva
9 de abril de 2014 12:40 pm. . . terá toda sorte de inimigos
A difusão do carro elétrico no Brasil terá toda sorte de inimigos, haverá até quem dirá que ele pretende acabar com a Petrobrás. O carro elétrico tem um grande futuro a meu ver, pois basta que haja abundância de energia elétrica e incentivos no início de sua fabricação para que ele se torne viável. Naturalmente energia elétrica em abundância parece um exagêro, mas tem países como a Alemanha que vem conseguindo desativar usinas nucleares graças à geração de energia limpa, como a solar e eólica, e essa é a energia do futuro e o carro elétrico, especialmente para uso nas cidades é a solução para redução de poluição, economia de petróleo e até do custo de transporte.
Ivan Bispo
9 de abril de 2014 5:08 pmSobra de energia
Jofran,
a energia elétrica produzida hoje no Brasil no horário das 21h00 às 06h00, sobra e é mais do que suficiente para abastecer toda frota nacional, se de elétricos fosse.
Jofran Oliva
9 de abril de 2014 10:45 pmVocê tem razão Ivan
Você tem razão Ivan, o grande problema da de energia elétrica está na concentração de consumo no horário de pico, que no Brasil deve ir das 17 h 00 às 22 h 00, ou 21 h 00 como você diz. É só abastecer o carro depois das 21 h 00 que não haveria problemas.
Paulo F.
9 de abril de 2014 12:48 pmMade in USA
Quando vão trazer para o Brasil?
http://www.teslamotors.com/
Quando Obama tentava reativar a economia estadunidense esse tipo de tecnologia era um dos seus carros chefes. Isso no longinqüo ano de 2009!
OBS: as baterias são made in China….
Edsonmarcon
9 de abril de 2014 1:40 pmSatisfeito
Estou satisfeito com minha bicicleta elétrica.
Aqui em Rio Branco, enquanto o pessoal enfrenta filas quilométricas para conseguir combustível, devido às cheias do rio madeira, eu vou ao trabalho sem problemas.
Carrego as baterias durante a noite.
De casa ao trabalho foram 7,5 km em 19 minutos, média de 23,6 km/h e máxima de 42,2 km/h (dados obtidos com o aplicativo “minhas trilhas” para android).
aliancaliberal
9 de abril de 2014 2:57 pmTalvez carro movido a
Talvez carro movido a eletrecidade seja inviável mas motos são concerteza.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=0HVS5foMyBM%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=P-sRfrcpgzY%5D
Brasileiro aguerrido
13 de abril de 2014 7:04 pmInviável hoje
Talvez amanhã
Inviável hoje
Talvez amanhã não seja. Não é por que hoje não há tecnologia para gerar energia elétrica em grande escala que nunca haverá.
Aqui um vídeo de geração de energia limpa apenas com a força das ondas.
http://www.youtube.com/watch?v=FZSO21oCx1M
[video:http://www.youtube.com/watch?v=FZSO21oCx1M%5D