20 de junho de 2026

Petrobras descobre reserva em águas ultraprofundas

Jornal GGN – A Petrobras anunciou nesta terça-feira (7) nova descoberta em águas ultraprofundas, na camada pós-sal da Bacia do Espírito Santo. O poço, chamado Pudim, foi perfurado em profundidade de 1.886 metros, na área de Brigadeiro.

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” A Petrobras informa que confirmou a extensão de uma acumulação de hidrocarbonetos em águas ultraprofundas, no pós-sal da Bacia do Espírito Santo, através da perfuração do poço de extensão 3-BRSA-1253D-ESS (nomenclatura ANP) / 3-ESS-219D (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como Pudim, em profundidade de água de 1.886 metros”, disse a estatal, em nota divulgada ao mercado.

O poço está localizado na área do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro, a 121 km da cidade de Vitória, no estado do Espírito Santo.

Foi comprovada a presença de óleo de boa qualidade através da análise de dados de perfis, de amostragens de fluido e de teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidade de cerca de 3.550 metros.

A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (20%) e Inpex Petróleo Santos Ltda (15%). O consórcio dará continuidade à perfuração do poço até a profundidade final prevista de 4.500 metros.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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21 Comentários
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  1. Athos

    7 de outubro de 2014 5:10 pm

    Ótimo. Vamos ver se o Brasil
    Ótimo. Vamos ver se o Brasil consegue reduzir a dependência do Rio de Janeiro com seus 75% de produção total do país.

  2. Miguel Zibboni

    7 de outubro de 2014 5:20 pm

    E aí, classe média?

    O netinho vem aí cheio de la… lábia pra comer o Pudim e o Brigadeiro! Vai doar a Petrobrás !!!

    Vamos acordar e fechar a geladeira?

     

  3. Marly

    7 de outubro de 2014 5:33 pm

    Ai, ai ai !!!

    Agora é que FHC vai sentir coceiras!!!!  Vão querer pegar o Brasil novamente nem que seja a unhas!!!!  Socorro!!!

  4. Jorge Rebolla

    7 de outubro de 2014 5:34 pm

    Dúvida:

    O batismo como PUDIM foi em homenagem a quem?

    1. Ugo

      7 de outubro de 2014 5:42 pm

      um palpite

      Arrisco: pudim de chuchu a la rebollá.

      1. Free Walker

        8 de outubro de 2014 9:51 am

        Certamente uma referência a

        Certamente uma referência a Lula, O Pudim de Cachaça.    hehehe

  5. Zanchetta

    7 de outubro de 2014 5:36 pm

    Petrobrás acha petróleo no

    Petrobrás acha petróleo no ultra pós depois do SAL… China reclama que o petróleo é dela…

    1. Ugo

      7 de outubro de 2014 5:43 pm

      desvio

      Tanta potencialide, tanta massa cerebral…no aparelho errado

    2. DanielQuireza

      7 de outubro de 2014 5:57 pm

      Pré-sal é abaixo da camada de

      Pré-sal é abaixo da camada de sal.

      Pós-sal é acima da da camada de sal.

       

  6. Orlando Soares Varêda

    7 de outubro de 2014 5:38 pm

     
    Isso não pode prestar pros

     

    Isso não pode prestar pros tucanos. Assim, fica cada vez mais difícil quebrar a empresa.

    Orlando

  7. Athos

    7 de outubro de 2014 5:52 pm

    O interessante é que ainda é

    O interessante é que ainda é pós sal. Ou seja, abaixo pode haver mais.

     

    E essa de aguas ultra profundas. Como se quantifica profundidade? Mega profundas seria qaunto? E  mega ultra combo profundas?

    A Petrobrás já perfutou a quase 3.000 metros… e este poço está a 1800, ou seja, dentro do nromal da empresa.

  8. Sérgio T.

    7 de outubro de 2014 6:15 pm

    Testículo esclarecedor

    Regimes de concessão e de partilha na exploração do petróleo

    Regime de Partilha

    Pelo contrato de partilha de produção, previsto para a exploração dos campos do pré-sal, a propriedade do petróleo extraído é exclusiva do Estado, em contraste com a propriedade exclusiva do concessionário, no caso da concessão. Cabe ao contratante explorar e extrair o petróleo, às suas expensas, em troca de uma parte do petróleo extraído. As reservas não extraídas permanecem propriedade do Estado.

    O contratante assume todos os custos e riscos da exploração, bem como é o único que opera a exploração, não possuindo qualquer direito de indenização por parte do Estado caso o campo explorado não seja comerciável. Os custos e riscos são assumidos pelo contratante em troca de uma partilha da produção resultante.

    É admissível o pagamento de bônus de assinatura na partilha de produção, mas a prática mais comum é não pagar bônus: vence a licitação o contratante que conferir uma maior participação em favor do Estado, no volume de petróleo produzido. No sistema de concessão, os lances nos leilões são feitos tendo por foco o valor do bônus de assinatura. Nada impede, no entanto, que os lances sejam feitos, naquele sistema, tendo por foco o percentual de royalty a pagar.

    A parte da produção que cabe ao Estado é retida e vendida ou armazenada pelo próprio Estado, mas o Estado poderá se valer de uma empresa estatal para gerenciar a comercialização de seu petróleo ou mesmo poderá contratar o próprio explorador do campo para administrar e comercializar o petróleo de propriedade do Estado.

    Regime de Concessão

    De acordo com o regime de concessão, vigente nos antigos contratos de exploração, a propriedade do petróleo extraído em uma certa área (o bloco objeto da concessão), e por um certo período de tempo (em regra, de 20 a 30 anos), é exclusiva do concessionário, em troca de uma compensação de natureza financeira.

    Por se tornar o proprietário do petróleo extraído, deverá o concessionário pagar ao Estado, em dinheiro, os tributos incidentes sobre a renda (imposto de renda, contribuições etc.) e os royalties, remuneração incidente sobre a receita bruta auferida com a produção do petróleo, a ser pago em dinheiro (o que é mais comum) ou em petróleo (in natura).

    Admite-se, ainda, o pagamento pelo concessionário ao Estado de outras taxas, tais como bônus de assinatura (pago na assinatura do contrato de concessão), participação especial (sobre lucros extraordinários do projeto de exploração e produção de petróleo, se níveis elevados de petróleo forem produzidos) e taxa por ocupação ou retenção de área.

     

    Fonte: Consultoria Legislativa

    Raíssa Abreu – Agência Senado

  9. Jorge Luis

    7 de outubro de 2014 6:28 pm

    Eca! Pudim de petróleo. É por

    Eca! Pudim de petróleo. É por isso que a Petrobras está falindo…

  10. altamiro souza

    7 de outubro de 2014 6:43 pm

    ótima notícia!
    mas  um

    ótima notícia!

    mas  um alerta.

    se der aécio, depois de quebrar

    o país mais tres vezes como fez fhc,

    e tirar o nosso almoço e o nosso jantar, ele

    entregará o pudim, como sobremesa

    da grande comilança de  nossas riquezas

    pelos neonliberais capitalistas.

    De pires na mão!!!!

    lembram daquele tal de pires que fala

    sempre na venda da petrobrás na globo?

    depois deo brasil quebrado, ele aconselhará

    a venda do resto que sobrou….

    sera a nova política da privataria tucana II

  11. Gilson AS

    7 de outubro de 2014 7:55 pm

    Já imaginaram essa grana toda

    Já imaginaram essa grana toda nas mãos dos gringos.

    Vade retro !

  12. Malú

    7 de outubro de 2014 10:26 pm

    Certamente o Aécio está

    Certamente o Aécio está esfregando as mãos, já está pensando em passar esse Pudim na grana dos gringos.

  13. Galvão

    7 de outubro de 2014 10:58 pm

    Governo do japonês manifesta preocupação

    Empresa quebrada e falida, descobre petróleo, em águas ultraprofundas. O governo japonês orientou seu embaixador no Brasil, a pedir explicações, ao governo e Petrobrás. Estão preocupados com a possibilidade das sondas da empresa brasileira, abalar as estruturas de prédios, em Tóquio, Nagoya, Osaka ou mesmo Hiroshima.

  14. mauro silva 1

    7 de outubro de 2014 11:23 pm

    6%

    enquanto isso ‘os bacano’ da classe mérdia paulista, pseudo-informados, ou pseudo-cultos, e seu guru, o intelectual de quinta (assim resumido por mino carta), creditam a alta de 6% nas ações da petrobras, ontem, à ‘vitória’ de aócio.

    a direita brasileira é rasa; é obtusa; é tapada.

  15. João Maria Fernandes de Sousa

    7 de outubro de 2014 11:28 pm

    O troço é gigantesco.

    Vocês nem imaginam da “desconfiança” que se tem de algo que provavelmente passa bem por baixo de toda a Bacia de Campos… ai pelas casa dos 7000 a 8000 metros de “largura provável” de arenito e sal… Bonner entraria em surto psicótico tipo… Privatiza! Privatiza! Privatiza! Privatiza! Privatiza! Privatiza!

  16. Free Walker

    8 de outubro de 2014 12:49 am

    Depois dessa, alertai-vos IV

    Depois dessa, alertai-vos IV Frota, já deveria estar estacionada no litoral brasileiro…..kkkk

     

  17. jc.pompeu

    8 de outubro de 2014 2:31 am

    “Petrobras descobre reserva

    Petrobras descobre reserva em águas ultraprofundas

    … águas ultraprofundas é complicado né!

    o/furô atingi costa de japon né!

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