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Sabesp distribui até 60% dos lucros aos acionistas durante governo Alckmin

Jornal GGN – Em 1994, com a justificativa de que assim conseguiria mais dinheiro para investir em abastecimento de água e tratamento de esgoto, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) decidiu se tornar uma empresa de capital misto. Duas décadas depois, 50,3% de seu controle acionário se encontram nas mãos do Estado, enquanto 47,7% das ações são de propriedade de investidores brasileiros (25,5%) e estrangeiros (24,2%).

Embora o estatuto social da Sabesp determine que os acionistas podem receber 25% do lucro líquido anual da empresa (relação que o mercado chama de payout), a concessionária chegou a bater recordes em distribuição de dividendos durante o governo Geraldo Alckmin (PSDB). Em 2003, por exemplo, ano seguinte à vitória do tucano nas urnas, 60,5% do lucro líquido da Sabesp foram parar no caixa de acionistas. Na verdade, desde a sua entrada na bolsa de valores, em 2002, a Sabesp nunca registrou payout inferior a 26,1%.

Estimativas feitas com base nos dados divulgados em março de 2014 pela Diretoria Econômico-Financeira e de Relações com os Investidores apontam que, entre 2003 e 2013, cerca de um terço do lucro líquido total da Sabesp foram repassados aos acionistas. O montante é da ordem de R$ 4,3 bilhões, o dobro do que a Sabesp investe anualmente em saneamento básico.

Negócio rentável

No meio financeiro, comprar ações da Sabesp virou um negócio rentável. Desde que se lançou no mercado de capital, a companhia colocou papéis à venda em duas ocasiões. A primeira em 2002, com prospecto inicial totalizando 3,364 bilhões de ações ordinárias na oferta brasileira, e 1,252 bilhão no exterior, na forma de ADSs (American Depositary Shares).

Naquele ano, cada lote de mil ações ordinárias saiu por R$ 110 aos investidores institucionais e, no caso de desconto da oferta de varejo, R$ 104,50. O preço das ADSs ficou em US$ 11,22 cada – equivalente, na época, a R$ 27,50. A venda dessas ações no mercado rendeu R$ 506,9 milhões. Segundo o prospecto da oferta inicial, os recursos foram encaminhados em sua totalidade aos cofres do governo do Estado.

Em 2004, a Sabesp retornou ao mercado com oferta de 5,273 bilhões de ações ordinárias, equivalente a 18,51% do capital social da empresa, por meio de uma distribuição pública secundária realizada simultaneamente no Brasil e no exterior. Dessa vez, 3,841 milhões de ADSs foram para o exterior. O lote de mil ações ordinárias saiu por R$ 113,47.

A arrecadação naquele ano atingiu R$ 598,2 milhões. O governo do Estado e a Companhia Paulista de Parcerias (CPP) – uma sociedade de capital fechado controlada majoritariamente pelo Estado que tem por objetivo “viabilizar a implementação do Programa de Parcerias Público-Privadas (PPP)” – ficaram com os recursos.

No total, pelo menos R$ 1,11 bilhão foi parar no caixa do governo estadual a partir da venda de ações da Sabesp em 2002 e 2004. A reportagem do GGN questionou a Secretaria de Fazenda do Estado quanto aos investimentos que foram feitos com esses recursos. A pasta remeteu as perguntas à Sabesp que, até o fechamento dessa matéria, não se manifestou.

O gráfico abaixo mostra o desempenho das ações da Sabesp no mercado desde a entrada na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Os picos registrados aconteceram em anos em que o lucro líquido da companhia de saneamento foi bilionário: R$ 1,055 bilhão em 2007, seguido de R$ 1,911 bilhão (2012) e R$ 1,923 bilhão (2013). O crescimento do lucro líquido puxa o aumento dos dividendos, o que torna as ações da Sabesp mais atrativas. Mesmo em 2008, quando a empresa teve lucro líquido de R$ 862,9 milhões, o payout foi de 34,3%.

A evolução das ações da Sabesp:

Dividendos x investimentos

Se comparado ao total de investimentos feitos pela Sabesp nos últimos 10 anos em saneamento básico (aproximadamente R$ 17,3 bilhões), os lucros e dividendos da companhia de capital misto não parecem tão exagerados, segundo avalia Alexandre Montes, analista de investimentos ligado à Sabesp. De acordo com ele, “em 2012, o negócio da Sabesp gerou um caixa de R$ 4,3 bilhões apenas com a venda de serviços de água e tratamento de esgoto. Desse montante, ela investiu na aquisição de intangíveis cerca de R$ 2,8 bilhões”, afirmou.

“Já em 2013, dos R$ 4,5 bilhões gerados, R$ 2,3 bilhões foram investidos. Do ponto de vista analítico-financeiro, a distribuição de rentabilidade para os acionistas está dentro dos padrões. Foram R$ 499 milhões em 2013 e R$ 579 milhões em 2012”, apontou o associado da Lopes Filho Consultores de Investimentos.

Atualmente, cerca de 28 milhões de pessoas no Estado são abrangidas pelos serviços de abastecimento de água da Sabesp. Aproximadamente 73% dos clientes são moradores da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), cinturão abastecido pelo Cantareira, sistema protagonista de uma crise iminente de fornecimento de água, já que opera, desde o início de maio, com menos de 11% de sua capacidade.

O governador e a Sabesp sustentam que o problema de abastecimento na RMSP acontece principalmente por falta de chuva. Na tentativa de evitar uma crise no segundo semestre, Alckmin anunciou algumas medidas emergenciais. Entre elas, a aplicação de multa em quem aumentar o consumo de água (ainda em análise pelos órgãos competentes), o uso das águas das bacias do Guarapiranga, Alto Tietê e, agora, Billings, para suprir a demanda paulista, além de uma obra de R$ 80 milhões para captar o volume morto do Cantareira.

A conta que não fecha

Ao longo de 10 anos da abertura de mercado e negociação de papéis na bolsa de valores americana, a Sabesp valorizou 601%. Na BM&FBovespa, a valorização foi de 427% no mesmo período, 2002 a 2012. Ou seja: em uma década no chamado "mercado futuro", o valor da companhia saltou de R$ 6 bilhões para R$ 17,1 bilhões.

Os investimentos em saneamento básico, por sua vez, subiram de R$ 594 milhões em 2003 para R$ 2,7 bilhões em 2013. Nos últimos cinco anos, a companhia hoje presidida por Dilma Pena investiu R$ 11,9 bilhões em distribuição de água e tratamento de esgoto, e pretende investir mais R$ 12,8 bilhões entre 2014 e 2018.

Para especialistas em gestão de recursos hídricos e saneamento básico ouvidos pelo GGN, a questão que não quer calar é a seguinte: como uma empresa como a Sabesp, com tanta rentabilidade no mercado e com investimentos bilionários em saneamento básico, não reduziu, nos últimos anos, a dependência do Sistema Cantareira? 

O presidente do Sintaema (Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo), Rene Vicente dos Santos, avaliou que a Sabesp tem investido maciçamente no crescimento do número de clientes, com o objetivo de ampliar o lucro com serviços de distribuição de água e tratamento de esgoto, deixando de lado novas tecnologias.

Ele apontou, por exemplo, que a Sabesp mantém tubulações que datam de 30 anos, e que ainda perde 25% da água que produz. Ou seja: a empresa ainda assiste à perda de 25% de receita, apesar dos investimentos feitos para melhorar essa situação. 

“A Sabesp tem investido nos últimos anos na ampliação da rede, mas a primeira coisa que faz com o lucro é garantir a rentabilidade dos acionistas. Ela aplica em melhorias, mas prefere direcionar os investimentos para onde consiga mais arrecadação ao final do processo – ampliação e rede, captação e tratamento de esgoto”, ponderou.

Poucas opções para driblar a falta d'água

Já na avaliação de Ricardo de Sousa Moretti, professor da pós-graduação em Planejamento de Gestão de Territórios da Universidade Federal do ABC, “o lucro da Sabesp indica que ela poderia ter feito um investimento muito maior em saneamento básico”, não só em volume de recursos, mas em aproveitamento de estudos e metas elaborados há pelo menos uma década, que apontam ser emergencial a busca por novas fontes de água para São Paulo.

Segundo Moretti, a Sabesp desenvolveu uma política voltada para lucros obtidos com a construção de grandes obras, como estações de tratamento – hoje, são mais de 214 espalhadas pelo Estado – “mas esqueceu que para funcionar, é preciso ter um sistema capilar eficiente, que leve água [da estação de tratamento] até em casa do cliente a partir do sistema arterial, que são as redes coletoras. Essa parte arterial não foi feita. Temos estações prontas, mas o esgoto não chega nelas. Ou seja, a Sabesp criou uma política insana, de grandes obras de engenharias, e não de gestão de águas”, criticou.

A “política insana” da Sabesp, ainda de acordo com Moretti, também implica na condução de águas sujas a mananciais que servem de reservatório para a Grande São Paulo. Caso da Bacia da Billings, que recebe água que lava a região do rio Pinheiros quando há enchentes. O professor destacou que embora a Sabesp retire mais águas do braço Rio Grande para suprir a demanda do Cantareira, a represa situada na região do Grande ABC já trabalha perto de sua capacidade máxima. “O certo seria ter construído mais estações de tratamento no local, mas isso não foi feito”, lembrou.

"Uso da Billings é improviso ao sabor da crise"

O coordenador do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, João Ricardo Guimarães, classificou o anúncio de Alckmin sobre o uso da Billings como “improviso de soluções”. “Se isso era possível [usar a Billings para diminuir a dependência do Cantareira], por que não foi planejado e preparado há alguns anos? Por que o reservatório da Billings não abastece um número maior de pessoas há mais tempo? Por que fazer isso agora, ao sabor da crise?”, indagou.

Para os especialistas, o governo Alckmin só tem duas alternativas para evitar uma crise no fornecimento de água após a Copa do Mundo. A primeira é rezar para que chova acima do patamar comum aos próximos meses, de modo que os reservatórios do Cantareira ganhem fôlego. A segunda é transferir águas da bacia do Rio Paraíba do Sul, de gestão federal, para contemplar a demanda paulista. Uma tarefa difícil, já que o governo do Rio sinalizou que a iniciativa pode comprometer o abastecimento de 10 milhões de pessoas só na Capital.

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91 comentários

Comentários

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Acionistas da Sabesp

Poderia por favor fornecer lista oficial dos acionistas da Sabesp, para que eu possa enviar um dossiê sobre a água distrubida pela Sabesp no estado.

Att

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o método

Crise hídrica.Os casos Sabesp (SP) e Copasa (MG) tem semelhanças com o PROER, o socorro aos bancos no governo neoliberal tucano de fhc.O método:1) desregular o sistema, diminuindo a interferência do Estado;2) financeirizar o sistema, na bolsa de valores;3) maximizar lucros, via contenção de gastos com manutenção e investimentos;4) maximizar a distribuição de lucros;5) quando o sistema se tornar inviável: chamar o governo federal para descascar o abacaxi. Se eu fosse delegado da Receita Federal iria investigar quem são os acionistas em bolsas estrangeiras; grande chance de achar esquema de "desvio" de lucros para acionistas "laranjas off-shore" dos próprios governantes que colocaram o sistema em bolsa.Conforme já demonstrou Amaury Jr. em "A Privataria Tucana".

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Kepler Chaves

Muito boa a matéria, esclareceu muito.

Muito boa a matéria, esclareceu muito.

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Alex Back

Sugestão de linha de investigação sobre a falta d'água em SP

Sugiro que se investigue qual a área coberta por florestas plantadas (eucalipto, pinus, etc) na região da bacia que abastece o Sistema Cantareira. 

A substituição da cobertura florestal nativa por outra, com demanda hídrica intensiva, pode estar gerando um impacto significativo no comportamento da bacia, reduzindo sua capacidade de "produção" de água. 

Por exemplo, consideremos que:

1. a área total da bacia que abastece o Sistema Cantareira seja de 1.000 km²

2. a produção média (longo prazo) seja de 25 litros / km² / segundo

3. a demanda hídrica de uma floresta plantada seja de 5 litros / km² / segundo (extras, considerando a demanda de uma floresta nativa)

4. se 20% da área da bacia tiver sua cobertura substituída, teríamos uma redução de 25 m³/s para 24 m³/s. Uma redução de 4% na minha conta de padeiro (que pode ser muito maior, ou muito menor que isso... joguei valores para exercitar).

Por fim... as perguntas que deixo são as seguintes:

A. Estaria a indústria de madeira e celulose gerando pressão excessiva sobre o sistema Cantareira? 

B. É compreendido o impacto ambiental da substituição da cobertura florestal de grandes áreas? 

C. Como acontece o processo de licenciamento ambiental para o plantio de eucalipto, pinus, etc? É realizada uma análise integrada, do ponto de visto da bacia? 

D. Enfim, a bacia do Sistema Cantareira ainda mantém a mesma capacidade de suprimento de água que tinha a anos atrás?

E. Independente da questão de investimentos da SABESP e da questão climática, pode estar acontecendo algum outro problema? 

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Tomara que não, mas o mais

Tomara que não, mas o mais provável é que essa próxima semana ou quinzena de chuvas seja a “prova dos nove” que o uso (e abuso) do Volume Morto colapsou o Cantareira.
Vale a pena contrastar como reagirá cada um dos quatro sistemas mais castigados com a crise: Cantareira; Alto Tietê, esse sobrecarregado para socorrer o próprio Cantareira; Guarapiranga; e Alto Cotia).
http://sujoedesidratado.blogspot.com/2014/10/picole.html

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Carlo Freire

Observação

No começo da notícia faltam números. 50,3 + 47,7 = 98%. Não seria 49,7? É só uma observação. A matéria é muito boa.

 

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Gean silva

                             

                                      APAGÃO TUCANO COMO SEMPRE.

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Gean silva

Apagão PSDB

                                              Cada estado tem o governo que merece

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Eduardo de Magalhães Nobilioni

O capital, a vida e um projeto neoliberal.

Essa é a maluquice neoliberal do PSDB. Não importa se as pessoas estão sem água desde que o lucro de alguns poucos esteja garantido.
Eu pergunto. Tem cabimento um setor tão importante para a vida das pessoas ser reduzido ao lucro de alguns acionistas?
É nesse projetro que estamos embarcando?

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Marco Galo

Jamais uma empresa pública

Jamais uma empresa pública responsável por um bem finito e tão importante para a sobrevivência das pessoas e produção das empresas deveria ter seus papéis negociado na Bolsa de Valores e ser objeto de especuladores.


Saneamento básico, tratamento e fornecimento de água é um assunto extremamente importante. Abrir o capital deste tipo de empresa deveria ser proibido por ser dever do Estado e, é óbvio que os investidores vão querer seus dividendos, pois eles nada tem nada a ver com a falta de planejamento e competência dos governantes ( GOVERNO DO ESTADO DE SP ) pra não vir nenhum BURRO/ANTA aqui falar que a responsabilidade é do governo federal como adoram fazer os ditos "letrados e bem informados "


Todos os especialistas do setor já apontam os problemas que estamos tendo hoje há pelo menos cinco anos. Se todo o dinheiro ou boa parte dele que foi distribuído entre os acionistas tivessem sido aplicados em obras e em soluções que aumentassem a capacidade de retenção das águas pluviais entre outras como campanhas para criação da cultura de reuso da água, obrigatoriedade de todas as empresas e os grandes condomínios clubes construídos aos montes nos últimos anos terem sistema de tratamento de água, não estaríamos passando por isso ou o problema seria consideravelmente minimizado. Mas não, essa PORRA de neoliberalismo/Estado mínimo falado aos montes pela corja que nos governa há 20 anos trouxe muito mais malefícios a população do que qualquer outra coisa.


E, aguardem a situação vai piorar ainda mais.

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Estilo Eike

A Sabesp é um paradoxo. Tem tudo para dar certo, só que não dá.

Empresa estatal, com gestão de empresa privada, saudável, lucrativa - sonho de eficiência tucana - e que não funciona. Remunera acionistas, mas não entrega o serviço que promete.

Não investe onde precisa, não planeja com visão de futuro, não constrói cenários adversos, não faz gestão de riscos. Que raio de negócio é esse que vende água na bolsa e entrega seca para o usuário? Não tem como dar certo.  O erro de planejamento estratégico deve custar a reeleição.

Fosse uma empresa privada, TODA a diretoria executiva estaria na roça.
 

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Nagibe

Baseado em que vc diz que ela

Baseado em que vc diz que ela "não funciona"  mcn ?

A agua que abastece sua casa vem da onde ? E seu esgoto é afastado como ? Ou vc nem é de SP ?

Acho melhor vc tomar conheciento dos indicadores do SNIS - Sistema Nacional De Informações no Saneamento, do insuspeito Ministério das Cidades antes de inferir:

http://www.snis.gov.br/

Também seria interessante vc tomar conhecimento da pesquisa de satisfação feita pela Arsesp em 2012. Ela indica 85% de ótimo/bom, o que evidencia que o consumidor paulista não concorda com sua tese:

http://www.arsesp.sp.gov.br/ResultadoPesquisaSatisfacaoArquivo/_ESTADO%2...

 

Quanto ao "Não investe onde precisa, não planeja com visão de futuro" no que vc faria melhor ? Conta pra nós. Pode chamar os universitários, se quiser.

 

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Marco Patresi

Recurso hidricos

Nagibe, ao melhor estilo Geraldo Alckimim, vc apresentou números (%) positivos de alguns indicadores (SNIS), além da pesquisa de satisfação (Arsesp/2012). Pois bem, segundo os indicadores e a sua "visão", tudo lindo e maravilhoso, no entanto, a pergunta que não quer calar: O governador Geraldo Alkimim, fez a lição de casa? Nós, moradores de SP estamos a beira de um colapso de água sem precedentes e vc vem me falar de números, indices e pesquisas satisfatórias...Esta retórica senhor Nagibe, não leva água para os reservatórios, muito menos, minimiza os problemas iminentes, apenas e tão somente, serve para "maquiar" a desastrosa negligencia do governo de São paulo.

 

Trocando em miudos: Vende água na bolsa de valores e entrega seca para os consumidores

 

Digo mais: Por muito menos, um trabalhador comum seria demitido de suas funções.

 

OBS: Contra fatos, não há argumentos!

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luizcestari

falta de água em são paulo

Porra 85% da população esta satisfeita com a sabesp. Abre a torneira e não tem água, e os acionistas rindo sozinhos com a grana que deveria ser invistida para não faltar água. Tá explicado porque o PSDB está a 20 anos no poder, com um povo burro assim.

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Um negócio que remunera o

Um negócio que remunera o investidor/acionista mas não entrega o produto/serviço ao cliente não pode dar certo, além de ser desonesto.

Pagar a água, que deve ser uma das mais cara do país, e receber torneira seca é igual pagar pela pipoca e receber um saco vazio. Essa é a Sabesp: remunera o "pipoqueiro" e o cliente que se dane.

Repito: a gestão da empresa é incompetente ou desonesta.

Faça a pesquisa de satisfação DEPOIS do racionamento e voltamos a conversar.

 

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Borgonhoz

Parabéns...

Temos que abrir os olhos, politico muito tempo no poder é perigoso, seja  PSDB ou PT. Parabéns a Sabesp é um exemplo do que a corrupção que domina os interesses dos nossos politicos.

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Carlos Lima

A CEMIG EM MINAS GERAIS, DISTRIBUI MAIS DE 75%

A CEMIG estatal mineira de energia, criou um negócio interessante, trocou ações da CEMIG pelas LIGHT, numa operação em que os sócio que já eram sócio e que por lei confeccionada a dedo no governo Aécio, também controla a diretoria e vice da Estatal, em contrato, eles podem distribuir até mais de 75% do Lucro líquido da estatal, nessa operação de troca construtora que controla as ações da CEMIG de fato recebeu mais de R$ 700.000,00, não desembolsando nada, absolutamente nada e passou a presidir o controle da CEMIG e passando ela a indicar sempre esse diretor, na verdade o Governo de Minas não tem mais a CEMIG, ela já não faz concurso a tempos e quase todo o seu efetivo novo são empreiteiras terceirizadas as vezes e até quem sabe dos mesmos sócios numa ciranda, par se ter uma idéia, os eletricitários afirmam que é uma morte por dia, é churrasco de terceirizados, porque os terceirizados não tem instrução e nem formação para trabalharem com a periculosidade da energia. A empresa esta sucateada, quem assumir o governo de minas terá sérios problemas pois não é mais possível reverter o fracasso de gestação da empresa pois ela só busca cada vez mais lucros aos acionistas. Ilustrando esse problema em Montes Claros segundo um morador eletricitário, a sustação que alimenta a cidade esta a mais de anos sem condições esta sendo feito através de uma geradora móvel na gambiarra. Só para se ter uma ideia ainda mais preocupante é que a cidade tem quase 500.000 habitantes e várias industria que ficam no apagão repetidas vezes. Ainda para ilustrar o Site brasilde fato.com.br nos presenteou como essa informação, os acionistas receberam mais que o lucro "Em 2013, o grupo CEMIG teve um lucro total de R$ 3,1 bilhões, sendo que remeteu 103% deste lucro aos acionistas (R$ 3,2 bi)". Esse é o Brasil que o PSDB quer, na verdade são mercadores espertos e vão acabar com o Brasil novamente. Fingindo sua quebra como faziam na época do FHC e o dinheiro some mágicamente.

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Mauricio Y

Sabesp

E a Caixa?Distribuiu praticamente 100% dos seus lucros, só que é 100% estatal.
E a Petrobras?O maior acionista é o governo federal, sendo que a empresa esta com um plano de investimento de centenas de bilhoes de reais, se os lucros da estatal nao fosse usado p/ ajudar a cumprir a meta do superavit primario, a divida da Petrobras seria pelo menos uns 100 bilhoes de reais a menos.
 

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Nagibe

Uma empresa pública dá lucro,

Uma empresa pública dá lucro, distribui o lucro (sendo que metade dele vai para o Tesouro do Estado), investe muito mais do que lucra, é destaque na Bolsa e as jornalistas acham ruim ?

Que tipo de empresa pública elas querem ? Uma que dê prejuízo e cujas ações nada valem ?

Ou melhor, que tipo de capitalismo elas querem ? Um capitalismo de estado a la ex- URSS ?

Francamente...essas moças deviam se instruir um pouco sobre saneamento e sobre economia, Nassif. Os absurdos são tantos que acho que ia levar uma semana para apontá-los todos.

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Felipe Ferreira

Empresa pública deveria

Empresa pública deveria prestar serviço público de qualidade a população. 

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A SABESP é a prova de que o Neoliberalismo é patológico.

Ao, encerrando a reportagem, afirmar que a conta não fecha e, que, embora tenha questionado a secretaria da fazenda, esta empurrara as questões para a Sabesp que,  emudecida permanece, só nós resta confirmar que há determinados setores, no capitalismo, onde a natureza da lógica presidida pelo lucro, intensifica a ganância e a usura, determinando o abandono, o desleixo, o descaso e, até mesmo, a inversão das prioridades administrativas, como bem acentuou a matéria.  O estado mais rico da federação, contempla-nos com um festival de práticas danosas e perversas, que, agora, culminam em um desfecho, que ainda, uma população alienada, como o é a paulista, não mereceriam experimentar e sofrer.  Saudações, do Planta do Deserto, aquele, a quem basta, tão somente, ironicamente, agora, aqui, no caso em questão, é, mesmo, de fato, verdadeiramente, o orvalho do alvorecer...

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Prezado em respeito aos

Prezado

em respeito aos demais, evite escrever em negrito.

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Prezado em respeito aos

Prezado

em respeito aos demais, evite escrever em negrito.

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Cartas marcadas na Sabesp -

Um dia antes da entrega das propostas, o mercado já conhecia quem seriam os vencedores da licitação.

Carta Capital - por Fabio Serapião — publicado 06/05/2014 05:01, última modificação 06/05/2014 09:55

 serapiao.jpg

Vídeo postado pela reportagem de CartaCapital no dia 25 de novembro antecipa as empresas vencedoras da disputa encerrada três meses depois.

Leia mais :

http://www.cartacapital.com.br/politica/cartas-marcadas-na-sabesp-5701.html

 

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Demarchi

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Itabuna

Quem são os principais acionistas?

50% das ações da Sabesp pertencem ao Governo de SP. Uma perguntinha: quem são os principais acionistas dos outros 50%?

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José X.

Primeira coisa que pensei...

Primeira coisa que pensei...

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Zanchetta

Fico imaginando a

Fico imaginando a distribuição de lucros da Petrobrás...

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Bruno_Braiel

E a lei 6.404 ???

Esta matéria simplesmente esta criticando a Sabesp por agir em conformidade com o que lei n° 6.404 determina.

Vejam o artigo 202 da lei 6.404 e pronto.

Será q nem assim a moderação vai aceitar meu comentário??? É isso que vcs chamam de democratização da mídia???

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DanielQuireza

O problema nao é a empresa. O

O problema nao é a empresa. O problema é a gestão do Estado que tem a obrigação de fazer os investimentos em captação de água. Se é pela empresa ou por outro meio é problema do governo estadual.

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Marcus Vini

Água não se desperdiça. Se já

Água não se desperdiça. Se já saem concondando com perdas de 30% é por que a galinha de ovos de ouro sempre foi generosa. 

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Esse negócio todo de água me

Esse negócio todo de água me faz lembrar sobre um dos pontos do livro O Capital que virou best seller nos EEUU. Ele dizia que a função das empresas ataualmente estão seguindo a lógica de primeiro lugar os acionistas e depois a atividades propriamente ditas. É o Capital se matando por dentro. É possível ganahr dinheiro, mas precisa para isso compromenter os serviços em nome de acionistas?

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

No Brasil, em primeiro lugar os acionistas

Francy Lisboa, bem lembrado!

Aqui mesmo no blog do Nassif já se disse que está havendo sucateamento do acervo das teles. Ou seja, visto que elas pegaram as concessões foi para ganhar dinheiro e não para prestar serviço que preste aos consumidores, não reinvestem nada no sentido de proteger tal acervo. Simplesmente capturam a grana ganha e mandam para o exterior.

Isto também acontece com a empresa que ficou com os trens no Rio de Janeiro: a cada dia que passa os serviços ficam piores, mas a concessionária não investe de seu, nada.

Em Minas a Copasa conseguiu convencer  muitas prefeituras a deixar sistemas de captação e distribuição de águas com ela, estadual, com a  conversa de que seria melhor para todo mundo. Hoje vê-se que por lá também o que importa é o lucro. Há mananciais e nascentes desprotegidos, há equipamentos estragando, mas o que a companhia gosta de mostrar é o balanço.

O mesmo deve acontecer com as concessionárias de estradas, que gostam bastante de cobrar os pedágios mas não têm o mesmo ímpeto na hora de conservar as estradas.

E por aí, vai.

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Motta Araujo

Mas é da logica do

Mas é da logica do capitalismo que quem investe é para ganhar dinheiro, é a essencia do sistema. Para garantir o bom serviço há que haver boa REGULAÇÃO exercida pelo Estado. A maior das teles é brasileira, a segunda é ibérica, desde a privatização até hoje o mercado de telecomunicações mudou muito por causa da expansão do celular e da inernet, o Brasil tem mais celulares per capital do que os EUA, então o sistema funciona com defeitos por causa dessa rapida expansão e das complexidades do Pais. Os dividendos se pagam aqui, o acionista faz o que quiser com eles, pode até mandar para fora do Pais, existe lei para isso.

Quanto à COPASA, é ESTATAL, portanto não cabe a critica como se ele fosse privada.

Os tres do Rio foram realmente muito mal privatizados, a concessão deveria ser cassada mas o sistema poltico do Rio é tão ruim que não nem há competencia para isso, privatização só funciona com FISCALIZAÇÃO do Estado.

 

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Cristiano Mendoça

Sabesp

Alô Alô Sherazade! Onde está a sua indignação com o descaso e a inversão de prioridades entre o bem de todos e o privilégio privado! Ou pra você é apenas o "natural" respeito às leis do Mercado e ponto, toda a questão se encerra aí?

 

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GILSONTBASTOS

Engraçado! Não vi nenhum

Engraçado! Não vi nenhum colunista do IG comentar sobre Pasadena. Interessante. O Kennedy eu já sei, é PT, mas o Nassif. Deviam comentar tudo, mas tudo mesmo, sem ideologias e sem parcialidade.

 

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Vc só pode estar brincando.

Vc só pode estar brincando. Sim é isso né? Pegadinha. O blog bebeu a cachaça de Pasadena até demais, ao meu ver. Mas faça o seguinte, chegue no Carlos Sampaio e incite-o a processar São Pedro que insiste em favorecer os planos comunistas do PT.

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

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Márcio de POA

Engraçado, eu também não vi

Engraçado, eu também não vi nenhum comentário sobre essa questão calamitosa de má gestão de uma área tão importante ser associada ao governo tucano por Folha, Estadão, O Globo, Jornal Nacional, Veja, Época, Zero Hora, Diário Catarinense, Jornal da Band, Jornal do SBT... bom vou parar por aqui, mas poderia continuar...  poderia dizer que também não vi nada sobre o tal helicóptero carregado com meia tonelada de cocaína... ou sobre... bom, deixa pra lá... 

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Marco Valverde

são 20 anos no poder

O povo de SP tem há 20 anos o político que merece. São empresas, autarquias e fundações a serviço do PSDB. Quando não incompetentes, são de propósitos duvidósos, servem pelo menos para aumentar a oferta de cargos de nomeação. São 20 empresas de economia mista (SABESP, CDHU, CPOS, CESP, CETESB, CODASP, COSESP, CPTM, METRO, DERSA, DESENVOLVESP, EMAE, EMPLASA, EMTU, PRODESP, TURSP, CDSS, IOSP,  INVESTSP, CPP), 25 autarquias das quais 7 tem função duvidosa (DAEE, AGEM, AGEMCAMP, ARSESP, ARTESP, CBPM, SPPREV), e 17 fundações que custam caro aos cofres públicos e geram poucos resultados como a FUNDAP.  IAMSP é regalia para o servidor público (alguém me pergutou aqui).

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nilo walter

        Alckmin tá mudo, 

 

 

 

 

Alckmin tá mudo,  Estadão - Folha e Globo nada sabem, lucros exorbitantes aos acionistas e o povo  paulista  sem  água .

Bem existe o Tietê .

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watcher of the skies

conceito

Pelo texto infere-se que o colunista não sabe o que é mercado futuro, pois a SABESP não pertence ao mercado futuro como se infere no texto.

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ECOLOGO

água

Muito se diz sobre a falta de água represas secas, mas pouco se faz sobre o assunto uma pessoa com pouquissimo conhecimento percebe que a chuva acompanha a vegetação por isso nao chove muito nos desertos, para melhorar os niveis das diversas represas e só voltar a cobertura vegetal o mais proximo da época de quando eles foram construidos, pois esse foi um do motivo pelo qual as áreas foram escolhidas pelo alto nivel de precipitação e pela vegetação lá existente. não adianta tirar de um rio ou represa pois a agua tem que cumprir o seu ciclo e isso so acontece com a fisiologia do terreno voltar ao normal. A politica de desmatamento modificação do solo e destruição da aparencia leva a serias consequencias e uma dela e a escasez dos recursos naturais.

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Silvio Torres

Existem dois negócios bem

Existem dois negócios bem melhores que ser acionista da Sabesp nesse momento: ser acionista de empresas de caminhões pipa e engarrafadoras de água mineral...

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Godofredo

SABESP

Em primeiro lugar vcs não sabem o principal da história da SABESP, fato é que a SABESP não perde 25% mas sim 40% da água que produz.

Em segundo lugar a SABESP é uma Empresa que serve de cabide para várias pessoas ligadas ao PSDB, existem pessoas no comando da empresa que estão na direção a mais de 22 anos sem dar nenhum resultado ganhando salários da ordem de R$ 20.000,00.

Vcs acreditam que se fosse uma empresa séria teria acionistas colocando dinheiro?

A grande maioria dos contratos da SABESP são de Diretores, ex Diretores, Superintendentes entre outros.

acho melhor parar por aqui pq essa turma do PSDB/SABESP...

Vcs não sabem da missa um terço...sabe de nada inocentes...

 

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Motta Araujo

Empresa CABUDE são TODAS as

Empresa CABUDE são TODAS as estatais federais, estaduais e municipais, a SABESP é um caso entre centenas e está longe de ser dos piores.

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Guga Faria

Como se nas empresas privadas

Como se nas empresas privadas não existissem cabides. Adoro essas teorias.

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Daniel JFM

Guga, seu comentário é

Guga, seu comentário é vergonhoso.

Se há cabide numa empresa privada, o problema é excusivamente dos sócios. Onde normalmente não se incluem eu, você ou mais de 99% da população.

Em relação a empresas federal, estadual ou municipal, todos que moram e pagam impostos nas devidas localidades são sócios e investidores dessas empresas. Ou seja, é de interesse PÚBLICO que não haja cabides. 

 

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ArquivoX

Toda a administração publica

Toda a administração publica tem que ser aberta, essa empresa deve ser só do estado, quero ver o que receberam esses dividendos perderem dinheiro quando faltar matéria prima na empresa, é um absurdo, cobram agua até de poço arteziano como se fossem deuses, e não passam de um bando de inuteis soberbos e hipocritas, inclua-se os respectivos governantes...

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Motta Araujo

É  absurdo a SABESP pagar

É  absurdo a SABESP pagar tantos dividendos com seu lucro liquido MAS a ELETROBRAS no ano passado fez muito pior, tomou um emprestimo bancario de R$2,5 bilhões a juros altos para  PAGAR  DIVIDENDOS e a ELETROBRAS está em péssima situação financeira.

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manbh

Absurdo geral

A verdade é esta mesmo, eletrobrás e Petro a situação é pior, balanços ruins e pagando gordos dividendos, principalmente para melhorar a conta do governo.

 

Pelo menos se olha o balanço da Sabesp e está redondinho, a despeito dos péssimos investimentos.

O cômico foram os funcionários da Eletrobras fazendo greve para participação nos lucros, mas que lucros??

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Alessandro Dantas

A frieza dos números

O balanço redondinho e logo, logo, toda a população atendida tomando banho de lama tóxica por falta de investimentos estruturais necessários, apontados há mais de dez anos em estudos da própria SABESP.

Para vocês, bastam os números, não é mesmo?

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