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Segundo o Ibope, Jango teria sido reeleito em 65

A primeira vez que ouvi falar nas pesquisas do Ibope sobre o governo Jango foi em um congresso da Wapor (a associação latino-americana de pesquisas de opinião) em Belo Horizonte. Participei de um debate sobre o novo papel dos blogs junto à opinião pública. Um dos papers apresentados mencionava dados gerais da pesquisa, localizada nos arquivos que o Ibope doou à Unicamp.

Nesta semana, na Carta Capital, há uma entrevista de Rodrigo Martins com o historiador Luiz Antônio Dias sobre as pesquisas. Os números são impressionantes:

· Em junho de 1963, Jango era aprovado por 66% da população de São Paulo, desempenho superior ao do governador Adhemar de Barros (59%) e do prefeito Prestes Maia (38%).

· Pesquisa de março de 1964 revela que, caso fosse candidato no ano seguinte, Goulart teria mais da metade das intenções de voto na maioria das capitais pesquisadas. Apenas em Fortaleza e Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek tinha percentuais maiores

· Havia amplo apoio à reforma agrária, com um índice superior a 70% em algumas capitais.

· Pesquisa na semana anterior ao golpe, realizada em São Paulo a pedido da Fecomercio, apontava que 72% da população aprovava o governo Jango.

·  Entre os mais pobres a popularidade alcançava 86%.

· 55% dos paulistanos consideravam as medidas anunciadas por Goulart no Comício da Central do Brasil, em 13 de março, como de real interesse para o povo.

· Entre as classes A e B, a rejeição a Goulart era um pouco maior em 1964. Ao menos 27% avaliavam o governo como ruim ou péssimo na capital paulista.

***

É o mais contundente documento até agora divulgado sobre o desproporcional poder político dos grupos de mídia na democracia brasileira e latino-americana no século 20.

Quase todas as ditaduras latino-americanas foram implementadas por meio de golpes de Estado legitimados por um suposto apoio da opinião pública. E esse apoio era medido exclusivamente pelo volume de notícias veiculados nos grupos de mídia, e pela mobilização que conseguiam em algumas classes sociais. Um enorme espectro da opinião pública passava ao largo desse jogo restrito.

***

Depois da redemocratização, houve vários golpes de Estado institucionalizados no continente, não apenas contra governos ditos de esquerda - como o fracassado golpe contra o venezuelano Hugo Chávez - como contra governos tidos como de direita - Fernando Collor, no Brasil, Carlos Andrés Perez, na Venezuela.

Em todos os episódios, juntavam-se interesses contrariados de grupos políticos e de grupos de mídia. Levantavam-se denúncias sólidas ou meros factoides, criava-se a atoarda, passando a sensação de que a maioria da opinião pública desejava a queda do governante.

***

O ponto mais relevante das pesquisas do Ibope é mostrar que a chamada opinião pública midiática sempre foi um segmento minoritário indo a reboque de uma aliança que incluíam os grupos, alguns partidos conservadores e alguns interesses do grande capital.

Esse modelo, que domina o debate econômico e político em todo século 20, chega ao fim com o advento das redes sociais.

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142 comentários

Comentários

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Alessandro Louzada

Percebam as coisas como um bloco latino-americano

Percebam que o que ocorreu em 1500 - chegada de europeus, 1600 - colônias, 1700 - extensões de monarquias européias, 1800 - Anti-monarquismo, 1900 - republicas independentes, 1920 - Ditaduras republicanas, 1950 - populismo baseado no trabalho e no voto do trabalhador, 1960 - ditaduras (algumas militares e outras comunistas), 1985 - redemocratização e retomada da corrupção, 2000 - populismo baseado no voto trocado por esmolas (das mais diversas): são simplesmente movimentos em bloco de umas mesma América Latina.

América Latina que construiu repúblicas sem derramar uma gota do sangue imperial. América Latina que se vê sofrida, mas prestigia a corrupção. América Latina que se sente oprimida pelos norte americanos, mas é incompetente para competir com eles. América Latina que chora e morre pelo futebol. América Latina que contempla os bandidos do mundo inteiro com o berço explêndico da  impunidade. América Latina que não sabe o que é controle de natalidade. América Latina que convive com políticos que são o reflexo de sua população. América Latina que acha que Deus é Latino Americano. América Latina do catolicismo. America Latina que fabrica pérolas como Lula - O filho do Brasil ou assiste o presidente Nicolas Maduro ouvir orientações de Hugo Chaves no canto de um passarinho. América Latrina!   

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rubens leite filho

Pintados na cara!

e os pintados na cara ainda acreditam que tenham derrubado o collor...

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Daytona

Interessante, André Araújo

Interessante, André Araújo vive dizendo que o golpe foi um movimento que contou com aplo apoio popular, mentira pura.

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joao flavio barili alves

Jango esta morto ! Ele foi

Jango esta morto !

Ele foi exumado e não ressuscitado . 

Já se passaram 50 anos dessa historia . 

Não fomos nós que a fizemos . Não há por que resgata-la . 

Qual o sentido de ficar remexendo uma ferida que já esta mais do que cicatrizada . 

Vai ressuscitar os mortos ? Quantos mortos ? 

Sabemos que houve excessos , torturas , mortes , etc . E dai ? 

Vai mudar o jogo politico de hoje ? Vai mudar a economia de hoje ? Vai mudar alguma coisa do hoje ?

VAI MUDAR ALGUMA COISA NO FUTURO ?

Melhor perguntando :

Quais são os interesses que se escondem sob essa tal de  prospecção da verdade ?

 

No Brazil de hoje ,  ja temos instituições que nos protegem dessas coisas . 

Golpe como esse de 1964 , jamais teremos outro . 

Vamos parar  com essa bobagem . E tentar esquecer tudo isso 

Vamos cuidar do futuro . Vamos fazer com que no futuro isso não mais possa acontecer . 

Simples assim . 

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davidlean

jango

Por que ficou tão incomodado com busca histórica? Não gosta de história? Não gosta de correção?

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lucia moura

Joao Goulart

Realmente desejo que o que aconteceu em 1964 e posteriores não se repita, que não se repita o que aconteceu em outros países da America Latina, como Chile (horror) e Argentina. Acontece que há grupos da direita ultra-conservadora se formando.

 

Há dentro da Igreja Católica grupos com pavor do Comunismo, entendo até aí. Mas se há uma votação no Congresso a fvor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, eles veem isto com a volta do Marxismo ao país, um dia desse vi uma palestra no YOU TUBE, não sei há data, mas o papa ainda era Bento XVI, mas o pe. em questão defendia claramente o Governo Militar de 1964 - ..., e dizia que havia sido uma ditadura branda se comparada com outras da America LATINA, disse que só desapareceram 300 pessoas, pasmem. Além disto o nível cultural dos jovens de hoje deixa muito a desejar, então é preciso  resgatar nossa história e fazer justiça a memória de um homem que foi tão injustiçado e humilhado, olhe só católica praticante, mas sou a favor que haja, no Brasil as comissões da verdade e que o povo não compre gato por lembre.Não posso ser a favor de ditaduras seja de que lado for,  e nem favorável as injustiças sociais, só pq querer uma melhor distribuição de riquezas, reforma agrária, respeito aos mais necessitados e marginalizados achar que é uma ameaça marxista, e que ficar propalando que o MARXISMO Cultural esta por tras de qq sinal de mudança.

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Luiz Filho

Seguindo este raciocinio,

Seguindo este raciocinio, para que estudar historia? O que vai mudar na vida das pessoas estudando que aconteceu? Vamos sempre começar tudo do zero e repetir os mesmos erros infinitamente!

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joao vitor

Pesquisa Jango

Não podemos dizer que o que aconteceu com Jango foi bobagem, o que ele estava tentando fazer era e é hoje de grande interesse da população. A matéria tem, a meu ver, uma intenção maior do que apenas informar o que aconteceu com nosso presidente, mas sim mostrar como os interesses de alguns poderosos ás vezes conseguem sobrepor a vontade do povo. Você provavelmente não deve estar acompanhando as denúncias de espionagem americana, ou ter estudado sobre o golpe que os Yankes tentaram dar no nosso irmão Chávez. Só a consciência do que já aconteceu pode nos blindar desse perigo. Saiba que nas eleições de 45, os comunistas tiveram 10% dos votos. Logo depois foram perseguidos e proibidos no Brasil, sabe lá o porquê né. rs  

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MILTON ANTONIO PADUAN

Golpe

Salve, Salve os Americanos, os Militares e parte da população que apoiou o golpe...........essa pesquisa do IBOPE é tão real quanto Papai Noel, Essa bagaça ainda vai longe,  já regredimos mais que as tres decadas de quando a ditadura acabou.............Vejam  a situação da Petrobra, Banco Rural, Funai, Educação,  Saúde e por aí vaí...depois voltaremos as benécias que esse fanáticos acham que estão produzindo, na Venezuela, Bolivia, Cuba, Coreia etc.......Essa pesquisa é tão verdadeira quanto ao número de embarcações clandestinas que deixam a Florida em direção a Cuba.

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Luiz Filho

Uma pequena parcela da

Uma pequena parcela da população apoiou o golpe, em sua maioria de classe alta e alguns da classe média que se deixaram levar pela imprensa golpista.

 

Ve o numero de pessoas presentes no ultimo discurso do Jango, e compara com a marcha da familia e com deus.

 

Acreditar que a população inteira ou pelo menos a maioria apoiou o golpe é que nem acreditar em papai noel.

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Gardenal

É sse tipo de pensamento

É sse tipo de pensamento ideológica que insufla a massa de imbecis que se alinha  cegamente ao famigerado black bloc. Basta uma leve observação da história para constatar que a meia dúzia de lideranças civís (exceto os empresários, que em sua maioria se beneficiou do golpe até os seus extertores), já em 65 se opunham viceral e  radicalmente contra a permanencia dos militares no poder. 

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Estamos num momento de reflexão, senhor

Nada atrapalha mais a busca do resgate da Verdade que manifestações tão meramente ideologijadas quanto a sua. A ditadura já extorquiu de nós o tempo que teve para impôr, violentamente, suas metas; já as conhecemos e vimos a diferença entre o que propuseram e o o futuro que nos roubaram. Chega de violência, de Xuxismos, de novelas idiotas, de realitys shows voyeristas e imbecis, de noticiários falsos, de má educação e barbárie. É só comparar o que era a televisão antes e em que se tornou após a ditadura para constatarmos as origens da barbárie e do vazio cultural atual. Aniquilaram toda produção cultural deste país para impor a banalidade, o comportamento vil e a falta de princípios e educação: estamos fartos disso, queremos de volta nossa rica cultura.

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lucia moura

Excelente seu comentário. A

Excelente seu comentário. A Ditadura Militar Brasileira fez uma grande mal a nossa Cultura, aos nossos jovens, os de hj é percebivel que eles não tem identidade cultural.

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Para acabar de vez com o mito

Para acabar de vez com o mito de que o Golpe Militar de 1964, com a deposição de João Goulart, gozava de apoio da ampla maioria do povo brasileiro.

O pior é constatar que esse erro não é apenas difundido por setores conservadores brasileiros. Alguns autores oriundos da esquerda brasileira, ao que parece ou, pelo menos, ao que indicam seus discursos, também vendem esse gato por lebre, a exemplo do historiador, professor da UFF, Daniel Aarão Reis, que inclusive participou da luta armada.

Mas também não sei exatamente se ele discordaria da análise do post acima. O discurso dele no vídeo abaixo é um tanto quanto aberto a interpretações. Ele, por exemplo, não concorda muito com a expressão "ditadura militar", porque acha que o regime que se instaurou pós-1964 gozou do apoio do que ele chama de "importantes setores da sociedade civil brasileira".
 

Mas creio que o discurso dele, ao menos aparentemente, aponta para um apoio popular à ditadura militar que é refutado por esses dados do IBOPE:

 

 

 

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

Nenhuma novidade. O golpe de

Nenhuma novidade. O golpe de estado foi contra a soberania popular, pois no Brasil o que a elite chama de democracia é a conservação do poder político e econômico nos circulos restritos dos endinheirados como se ainda vivessemos sob a primeira constituição censitária republicana (aquela que atribuía o voto apenas aos remediados e o direito de ser votado aos ricos ou muito ricos). Neste exato momento a imprensa brasileira faz uma campanha incessante contra a soberania popular, talvez com a esperança de ganhar a próxima eleição presidencial sem provocar outra tragédia. Mas em se tratando desta nossa elite tacanha, uma tragédia está sempre a espreita. Quando o povo realmente se der conta disto não haverá espaço nos cemitérios para os cadáveres perfumados e enrrugados da aristocracia brasileira. 

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José Alayon

Bela visão de democracia você

Bela visão de democracia você tem, bem tipico dos socialistas com cadaveres perfumados.

O que realmente aconteceu em 1964 foi um contragolpe, pois o Jango era uma marionete nas mãos da União Soviética e de Cuba que queriam implantar uma ditadura no Brasil.

Não sou a favor de nenhuma ditadura mas a contrarevolução de 1964 começou com a intenção de fazer a eleição como o programado mas infelizmente a parte radical dos militares não permitiu e mergulhamos numa ditadura de mais de 20 anos.

O que acho estranho destas colocações de que o Jango era apoiado pela maioria da população é de que  não houve nenhuma reação popular contra o dito golpe, apenas manifestaçõpes a favor. E não houve porque? Se a maioria era a favor das mudanças e do governo? Num primeiro momento o "golpe" não foi apaoiado por todos os comandos militares portanto se houvesse uma manifestação de repudio seria muito provalvel o apoio de importantes comandos militares.  Somente para recordar o Brizola tentou pelas rádios do Rio Grande do Sul e não houve apoio popular.

 

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Zanchetta

Essa falácia de soberania

Essa falácia de soberania popular é a mesma de opinião pública.

Quem fala não sabe quem, quando, como ou onde. É só um desejo.

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DanielQuireza

Meus conhecimentos em

Meus conhecimentos em história não são lá essas coisas mas creio eu que não faça sentido falar em reeleição de Jango já que está não havia à epoca e aprovar uma reeleição no congresso não seria nada fácil.

Creio que o mais provável seria uma candidatura Brizola pelo PTB ou JK pelo PSD. Se fosse para ser uma só, creio que JK conseguiria maior apoio pela personalidade menos beligerante. E provavelmente venceria a eleição.

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Jango não foi eleito para o

Jango não foi eleito para o cargo de presidente, mas sim de vice-presidente. Tecnicamente não seria uma reeleição. Além disso, a constituição foi mudada duas vezes na tentativa de não lhe dar poder, implementando o parlamentarismo e depois voltando ao presidencialismo.

É claro que na prática movimentos de perpetuação no poder dependem da conjuntura nas elites, e essa nunca foi favorável á Jango, tentando até impedir sua posse, depois impedindo-o de govera e, finalmente, apeando-o do poder comum golpe. Ele não era mesmo popular entre os donos do Capital e seus admiradores...

Porém, não é irreal supor que uma vez que Jango tenha conseguido vencer a oposição na posse e na volta do presidencialismo (isso com base no voto popular, ao contrário da decisão pelo parlamentarismo), setores simpáticos e amenos da elite social tenham pensado na possibilidade de sua reeleição e avalidado isso, já que era uma possibilidade técnica plausível. No mínimo o apoio que Jango poderia dar a um candidato já justificava um levantamento estatístico sobre ele e suas políticas.

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A HISTÓRIA FOI CONSTRUÍDA DESDE FORA

Desde 1954 o Paraguai foi governado pelo general Alfredo Stroessner.  Logo da revolução cubana (1959), as ações dos EUA foram recrudescidas. Em 1964, João Goulart foi deposto. Na Argentina o golpe de Estado foi em 1966. Em 1968 foi iniciado o regime militar peruano. Em 1971 foram instauradas ditaduras na Bolívia e no Uruguai. No Equador, em 1972, um golpe militar derrubou o regime. Em setembro de 1973 o Chile passou a viver uma terrível ditadura. Estas ações foram articuladas, considerando o “treinamento” de oficiais das FFAA de diversos países latino-americanos pelos EUA; e a ação entre os serviços de inteligência de: Chile, Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai.

 

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Antonio C.Ferreira

Média das empresas de pesquisa

Informação de uma única fonte o que fala a média das empresas de pesquisa IBOP + DataFolha + DFK  = ?

                                                                                                                                                                  3

A soma das 3 fontes de informações conseguimos cobrir cerca de 11 mil pessoas ou aparelhos de medição, não da um bairro da ZL de SP. 

 

Feliz ano novo.

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Francisco1789

""Esse modelo, que domina o

""Esse modelo, que domina o debate econômico e político em todo século 20, chega ao fim com o advento das redes sociais.".

 

Devagar com o andor, Nassif... A familia brasileira ainda se reune em torno da TV aberta dos Marinho. mas não se reune em torno do blog de A, ou de B, ou de C. Falta muuuuuito. Quando a TV aberta for digital, talvez, eu digo, talvez a coisa derive nessa direção.

Por agora, somos uma democracia totalmente tutelada pela familia Marinho e quatro ou cinco generais estratégicos (e lá mantidos pelo PT, por que é o partido "republicano")...

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Tio Sam

O povo apoiava Goulart, mas Tio Sam, não. Na época, Kissinger deu declaração pública dizendo: "nós não vamos ficar sentados vendo governos comunistas serem eleitos". De fato, não ficaram sentados. Implantaram ditaduras sanguinárias em toda a América Latina, para proteger seus interesses.

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Roberto Locatelli

Profissional de computação gráfica, modelador digital

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Fernandão

Kissinger

Ao contrário do que fez a Rússia, paraíso comunista, depois URSS, que dominou a Europa oriental anexando países sem derramar uma gota de sangue sequer. Abaixo os EUA, sanguinários!!! Quanta ingenuidade.

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WILSON ELIAS ALMEIDA

TOLINHO, NÃO LEU A HISTÓRIA!

Você está muito sem informação... A rússia matou 120 milhões de pessoas no seu comunismo... Leia melhor seus livrinhos do segundo grau e confronte com outros dados de qualquer país sério... verá inclusive no Google... Quandas gotinhas de sangue derramou seu "deus" Stalin! Matou até seus próprios companheiros para se manter no podr! Veja o filme "Assassinato de Trotsky". Leia Arquipélago Gulag de Soljenitsin... Enfim, passe o restinho da sua vidinha lendo... depois, se for o caso, emita alguma opinião! Hahaha.,

!

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Fernandão

Dicionário

E você leia o dicionário, verbete: "Ironia", aproveite e leia também o verbete "educação". Não conseguir interpretar um texto tirônico tão simples como este dá pena.

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sergio oliveira

O que aconteceu na URSS nao

O que aconteceu na URSS nao muda a interferência criminosa dos EUA na evolução da democracia latina!

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lucia moura

Exatamente, um erro não

Exatamente, um erro não justifica o outro. Mas o que se esperarar dos EUA? Basta analisar o caso JFK.  O regime ideal de governo é a Social Democracia, com Educação e Saúde Públicas de qualidade.E eleiçoes diretas sempre.

 

Quem quiser viver no FASCISMO, que vá p o inferno onde com certeza, além de Stalin, tambem encontrará FRANCISCO FRANCO, MUSSOLINI, HITLER, PINOCHET E A TURMINHA DE DITADORES LATINO - AMERICANOS.

 

DEUS NOS LIVRE!

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Fernandão

Verdade

Verdade, mas porque os blogs e portais "progressistas" da internet nunca falam disso?

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Essa pesquisa parece

Essa pesquisa parece encomendada pelos banqueiros, para que os formadores de opinão mantenham os eleitores aprendendo com o sistema do passado - na medida que, para eles, é possível governar os países com o formato da moeda digítal - e nem pensemos no aparendizado da ideologia inversa de um mundo transformado com títulos públicos à par da mesma reflexão de sua referência com dinheiro virtual.   

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

o fato subversivo surpreendente impressionante na matéria...

o fato subversivo surpreendente! impressionante! na matéria jornalística exumada é o "chute histórico" do IBOPE ( ...que desde aqueles tempos em que comunista comia criancinhas, então, o IBOPE já gostava de chutar suas bolinhas, a gosto da freguesia comercial publieditorial, pelos campos da geografia da fome IBGE de amostragens & dados & análises geoeconômicas de um Brasil litorâneo, urbano; Brasil dos anos dourados da era do rádio, todavia, sem luz para todos...telefonia e comunicação então: - nem se fala! ) na boca de urna presidencial do ano de 1965... que podia ter sido e que não foi... poeta Manuel Bandeira, o qual, um ano depois da boca de urna IBOPE, aquela que podia ter sido e que não foi...mas que, prognosticara o "chute histórico" da virtual reeleição de Jango em 65, Bandeira, em 1966, recebe, em Brasília, das mãos do presidente da república, marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, a Ordem do Mérito Nacional, quando completa 80 anos. O editor José Olympio (1902 - 1990) promove, na sede de sua editora, uma grande festa em homenagem ao poeta, à qual comparecem mais de mil pessoas. Inauguração do busto do poeta, feito pelo escultor Celso Antonio, colocado próximo da casa onde nasce, no Recife. Recebe o Prêmio Moinho Santista: 

O elo da Fiesp com o porão da ditadura: Documentos revelam o ‘Dr. Geraldo’, que fez a ligação dos empresários paulistas com o Dops durante sete anos.

(Deu no Globo, 09/03/2013, numa matéria de José Casado com Chico Otavio)

“Dr. Geraldo”, escreveu o funcionário no livro de portaria. “Cargo: Fiesp”, completou. Eram 18h30m daquela segunda-feira, 19 de abril de 1971, quando Geraldo Resende de Mattos, o “Dr. Geraldo” da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, avançou pelo corredor central do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). No prédio ícone da arquitetura ferroviária paulistana funcionava uma falange policial do mecanismo de repressão política operado pelo II Exército. Quatro meses antes, o general-comandante Humberto de Souza Mello dera sinal verde à matança de adversários do regime. E confirmou a ordem ao chefe do seu Estado-Maior.

O tratamento de “doutor” na delegacia era reverência policial à organização dos industriais. Os livros do Dops, há pouco revelados pelo Arquivo Público, indicam que a conexão entre o empresariado paulista e a polícia política do regime militar foi muito mais extensa do que até então se presumia. Mattos frequentava os andares do Dops onde funcionavam as seções de Política e de Informações, três a quatro vezes por semana no final do expediente. Essa foi sua rotina durante sete anos, de 1971 a 1978. Às vezes, passava mais tempo lá do que na federação. Tinha 52 anos e estava há 28 no Serviço Social da Indústria (Sesi), vinculado à Fiesp. Entrou como “auxiliar” e cresceu a partir de uma relação de confiança com o industrial Nadir Dias de Figueiredo, um dos fundadores dessas entidades.

Um homem do poder

Figueiredo era figura ímpar no empresariado paulista. Emergiu da Depressão de 1929 como proprietário de fábricas de vidros, lâmpadas e aparelhos de iluminação na região metropolitana de São Paulo. Com o irmão Morvan, ministro do Trabalho no governo Dutra (1946-1951), ajudara o engenheiro e senador Roberto Simonsen a erguer o mais influente condomínio sindical do patronato brasileiro (Fiesp/Ciesp/Sesi/Senai). Com a morte de ambos, nos anos 50, Figueiredo desfrutou como ninguém do controle político dessas entidades.

Dono de um sorriso enigmático, fala mansa e sempre a bordo de um terno escuro, elegeu todos os presidentes da Fiesp durante três décadas, até 1980. Manejava com habilidade um colégio eleitoral de 94 eleitores, onde o voto dos antigos sindicatos de cordoalha e de chapéus para senhoras valia tanto quanto o das inovadoras indústrias automobilística e o da eletrônica.

Jardineiro da dissimulação, distanciava-se com polidez de jornalistas e pretensos biógrafos esgrimindo uma bem humorada recusa: “A metade do que eu teria para contar envolve outras pessoas, por isso é assunto confidencial. Sobre a outra metade, bem… iriam me chamar de mentiroso”. Nunca presidiu a federação. Escolhia presidentes e alocava um de seus filhos na posição de vice. Era o “emérito”, derrotado na revolução paulista de 1932, contra Getúlio Vargas, e vitorioso no golpe de 1964 contra João Goulart.

Naquela segunda-feira 19 de abril de 1971, foi atípica a visita do “Dr. Geraldo” da Fiesp ao Dops. Durou dez minutos. Saiu às 18h40m da delegacia onde imperava Sérgio Paranhos Fleury, ícone da corrupção e da violência policial, a quem o comando militar dera proeminência na máquina de repressão política. Fleury estava nas ruas, caçando terroristas que, quatro dias antes, assassinaram um diretor do Centro das Indústrias (Ciesp). Antes da semana acabar, comandaria a aniquilação do Movimento Revolucionário Tiradentes, integrante do consórcio guerrilheiro montado para execução do empresário Albert Henning Boilesen.

O dinamarquês Boilesen, de 54 anos, havia sido eleito na Fiesp/Ciesp com o aval de Nadir Figueiredo depois de chegar à direção do grupo Ultra. Eram vizinhos no charmoso bairro Jardim América. Na manhã de quinta-feira, 15 de abril, foi emboscado ao sair de casa. Metralhado, morreu na sarjeta.

Ativo colaborador do Departamento de Operações Internas (DOI) do II Exército, Boilesen se destacava nas reuniões da federação pela veemência na defesa de ajuda financeira e logística ao aparato de repressão política. Dias antes de ser assassinado propôs a criação de um braço armado, civil, em apoio ao regime militar. A Associação dos Combatentes Brasileiros não saiu do papel, mas o caixão do seu idealizador baixou ao túmulo escoltado por dois pelotões do Exército e na presença do comandante da Região Militar, general Dale Coutinho.

O empresário Boilesen e o auxiliar Mattos faziam parte de uma engrenagem civil-militar que reconhecia a legitimidade do “movimento revolucionário no uso de meios para atingir plenamente seus objetivos”, na definição de Theobaldo De Nigris, presidente da Fiesp com sucessivos mandatos garantidos por Nadir Figueiredo até 1980. O empresariado somava-se à luta contra as “falanges da subversão e do genocídio” — dizia a federação em manifestos.

Não há dados precisos, mas sabe-se que foi expressivo o fluxo de dinheiro para a repressão, a partir de coletas na Fiesp e em reuniões promovidas por Gastão de Bueno Vidigal (Banco Mercantil de São Paulo), João Batista Leopoldo Figueiredo (Itaú e Scania), Paulo Ayres Filho (Pinheiros Produtos Farmacêuticos), e o advogado Paulo Sawaia, entre outros. Empresas como Ultragaz, Ford, Volkswagen, Chrysler e Supergel auxiliaram também na infraestrutura, fornecendo carros blindados, caminhões e até refeições pré-cozidas.

Foram criados departamentos de espionagem de empregados recrutando agentes civis e militares. Nos arquivos do Dops há uma profusão de registros, listas e fichas individuais.

As relações entre empresários e chefes militares se solidificaram durante a conspiração contra Goulart. Cristalizaram-se na Operação Bandeirantes, em 1969, quando as atividades repressivas foram centralizadas no II Exército. O êxito da experiência da Oban levou à instituição do DOI-Codi na estrutura militar oito meses depois. A autonomia e o vínculo direto da máquina de repressão com o ministro do Exército, em Brasília, produziu a subversão da hierarquia na caserna. A partir daí, a anarquia, a tortura e a matança se tornaram institucionais.

Em São Paulo, generais e empresários esmeravam-se na lapidação de seu relacionamento com reuniões e solenidades cada vez mais frequentes. Na terça-feira 9 de dezembro de 1970, por exemplo, o chefe do Estado-Maior do II Exército, general Ernani Ayrosa, abriu o quartel para homenagear alguns dos seus mais destacados colaboradores.

Convidou Henning Boilesen e Pery Igel (Ultra), Sebastião Camargo (Camargo Corrêa), Jorge Fragoso (Alcan), Adolpho da Silva Gordo (Banco Português), Oswaldo Ballarin (Nestlé), José Clibas de Oliveira (Chocolates Falchi), Walter Bellian (Antarctica), Ítalo Francisco Taricco (Moinho Santista) e Paulo Ayres Filho (Pinheiros Farmacêutica), entre outros. Ayres Filho levou para casa uma insígnia do comando gravada em metal. Agradeceu em carta, encontrada pela historiadora Martina Spohr. Nela dizia compreender o gesto “mais como um prêmio pela minha lealdade perene aos ideais cristãos e inabalável fé na Liberdade, do que por qualquer contribuição pessoal que tenha prestado às causas e operações no presente”.

Naquele dezembro, o “Dr. Geraldo” também foi premiado: seu chefe, Nadir Figueiredo, colocou-o no conselho fiscal de uma de suas empresas.

Quatro anos depois, com a guerrilha urbana exterminada e a rural asfixiada no mato do Araguaia, o general-presidente Ernesto Geisel anunciou o retorno à democracia. Conservadores como Figueiredo sentiram-se desnorteados. O líder industrial decidiu ir à luta. E levou a Fiesp a uma campanha em aliança com grupos ultrarradicais, como o medievalista Tradição, Família e Propriedade (TFP), patrocinado pelo construtor Adolpho Lindenberg.

Figueiredo e Lindenberg coordenaram uma espécie de levante contra a abertura política, em 1978. Tentaram cooptar o general João Batista Figueiredo, já escolhido pelo presidente Geisel como seu sucessor. Levaram-lhe um manifesto empresarial a favor do regime. Perderam. Prevaleceu a volta aos quartéis.

Sem bússola, Nadir Figueiredo viu seu poder declinar na Fiesp. Saiu de cena em 1980, quando pela primeira vez saboreou a derrota numa eleição da federação. “Dr. Geraldo” acabou demitido pela nova diretoria. E a TFP acabou estilhaçada na luta interna.

Figueiredo só percebeu ter sido atropelado pela História pouco antes de morrer, em 1983. Foi quando viu na televisão um mineiro de sua cidade natal, São João Del Rey, liderando manifestações de rua por eleições diretas para presidente. Era Tancredo Neves.

Para a Fiesp, essa é uma página virada da sua história. “É importante lembrar que a atuação tem se pautado pela defesa da democracia e do estado de direito”, ressalta a atual direção em nota oficial. E acrescenta: “Eventos do passado que contrariem esses princípios podem e devem ser apurados”.



 

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

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Marcos Chiapas

E a margem de erro da

E a margem de erro da pesquisa era de 3 generais para menos ou 3 generais para mais.

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laerte alberto junior

A verdade histórica e Jango...

Pois salve a democracia, a de se criá-la e mantê-la constanstemente, muito dialogo, reflexão e ação.

O mais sensivel e ler e entender a história, mas não, alguns ao lerem o artigo ou não entenderam, ou pior, ainda vivem sob as inspirações golpistas dos conservadores da época, eles ainda existem, sim são poucos, mas ainda são obstaculos, de que o povo brasileiro, não as elites, não podem lutar e nao tem o direito de buscavam seus direitos e conquistas na sua  inclusão da sociedade brasileira. Viva as jornadas de Junho!, à cidadania da época e de hoje! Devem ser saudades  das constituições de l964 e as que se seguiram, não devem gostar da de l988, do COI_DOI, da OBAN, do SNI, da Censura,  do AI-5, das torturas, dos desaparecimentos, são contra a reforma agrária, propagam ainda que o povo brasileiro não sabe votar, etc... Pouca rádios, um canal de televisão nacional, nas mãos de grupos sociais elitizados; até hoje; que foram construido de maneira obscura, mentirosa e sorrateira, o golpe de Estado de 1964, no governo Jango, vamos ter esta mancha histórica com seus 50 anos, esta ano. Pois chega-se a buscar "Deus", como salvaguardas, lembram!!???, mas vai lá, o Senhor Jesus, foi torturado e morto pelos por Pilatos e sua classe a elite do império! Chega!!! Basta!!!! Vivemos Nossa Democracia!!!!!!

 

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Brito

Jango

Deus sabe o que faz. Se as Forças Armadas não o tivessem deposto, hoje seríamos uma ditadura comunista( Deus nos livre) igualzinho à Cuba. Sem liberdade de expressão, mordaça da mídia, controle total do STF( hoje o controle é de 30 a 40%), o Ministério Público com as mãos atadas, controle total do Senado e da Câmara Federais(salvo engano, hoje estou vendo isso),  contrôle rigorosíssimo da Internet, fuzilamente de oposicionistas, não pode fugir do país, leite só para crianças de até 06 anos de idade, perseguição e derrubada dos Templos Cristãos, etc. etc. etc. Caso não tivesse havido a intervenção militar, hoje o Brasil seria um "Cubão" Existe algum alienado que ainda duvide disso?

Muitos jovens da década de 60 e 70, achavam bonito esse regime satânico. Hoje muitos estão arrependidos de terem sido admiradores desse regime. Muitos disseram que amadureceram, e que àquela época eram apenas adolescentes imaturos e, não sabiam que estavam errados. Muitos intelectuais afirmaram isso.

Tem uma pergunta que tem que ser feita. Porque os que defendem o comunismo não vão morar em Cuba? Lá eles(as) sentirão o drama e voltarão no dia seguinte, ou no mesmo dia.

Pessoas que tem o mínimo de inteligência e não são masoquistas, só pensam em liberdade e democracia.

Sinto muita piedade desses médicos escravos cubanos que estão trabalhando no Brasil. Em primeiro lugar, porque o governo paga 10 mil reais à Cuba, e os médicos não ficam nem com um mil reais. O médico cubano não pode trazer esposas e filhos, as médicas cubanas não podem trazer maridos e filhos. Sabem porque? Deixarei que você deduza do porquê.  Os médicos não podem trazer suas esposas e, morrem na mão. As médicas não podem trazer seus maridos e, morrem no dedo. Isso é Cuba. É ou não é um regime satânico.

Postem esta mensagem em nome de Jesus.

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Não sabia que Deus tinha

Não sabia que Deus tinha algum coisa a ver com o Golpe Militar de 1964. Se tem, perdeu pontos comigo. Como Ele podia ter apoiado os milicos na prisão, tortura, desaperecimento e morte de pessoas inocents? Como Ele podia ser tão contrário à Democracia? Logo Ele, que nos deu livre harbítrio para escolhermos sozinhos nosso caminho sem depender da vontade ou opinião de ninguém! E como Deus podia ter desejado 21 anos de perda de liberdades civis e censura para satisfazer uma direita reacionária sem votos que usou o comunismo como desculpa para chegar ao poder?

A citação a Deus no comentário acima é tão sem noção quanto todo o resto do texto. Convenhamos: se a esquerda tinha votos, projeto e aliança com progressistas, por que ela precisaria de um golpe contra o governo que apoiava para se manter no poder ou implementar sua política? Na verdade o que a Direita Brasileira temia (e ainda teme) era o povo.

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lucia moura

Jaime, apoio totalmente o seu

Jaime, apoio totalmente o seu comentário, DEUS não comunga com nenhuma ditadura, não defende a tortura e é a favor de td mudança estrutural que beneficie os mais sofridos.

 

 

DEUS É AMOR!

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esse tipo de postagem me dá

esse tipo de postagem me dá uma depressão danada...

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Alessandro D(Usa GNU/Linux)

 

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Emilio

Tem Cada Um

Seu comentário me fez lembrar de um personagem humorístico. Só tem tantam!

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Eduardo Gonçalves

SE o Golpe não tivesse

SE o Golpe não tivesse ocorrido, TALVEZ algum socialismo de tipo soviético tivesse sido implantado no país, e TALVEZ tivesse havido autoritarismo, censura e repressão a opositores. Talvez (alguma chance, ainda que remotíssima, vamos aceitar, para fins de debate, que existia)!

Mas, nada disso aconteceu. Os militares tomaram o poder, e, hoje, COM CERTEZA podemos falar de um período em que REALMENTE houve autoritarismo, censura e repressão a opositores!!

E com direito a todo tipo de torturas, perversões e atrocidades medievais (que alguns insistem, cada vez com menos convicção, em chamar de "combate ao inimigo"), fruto de uma perda de controle que destruiu vidas tanto de vítimas como de algozes (estes psicologicamente, o que, em termos de resultados práticos, é até pior...).

Então, onde está o ganho?

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Flavio Amoedo

Se

O ganho está no fato de tu poderes estar hoje e aqui expondo livremente tuas opiniões. 

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Inocentão fútil

Mama mia,quer dizer que o inocente aí  não sabe o que aconteceu após os marionetados pela CIA, que defendia não os interesses da população nativa, mas os dos  americanos do norte,terem tirado da Presidência da República um senhor eleito pelo desejo da maioria dos brasileiros? Hummm

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martos venicio

cara de pau

Sabichão, sabe de tudo até o que ia acontecer em um regime comunista, conta essa lorota para outro. Que ridiculo o comentário, Cuba tem uma boa medicina, o povo apoia o governo, vc está mal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Flavio Amoedo

Boa medicina

A medicina cubana é tão boa que faz  o povo cubano viver 'para sempre' na miséria.

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martos venicio

cara de pau

Sabichão, sabe de tudo até o que ia acontecer em um regime comunista, conta essa lorota para outro.

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Esses comentários são rísiveis

"Se as Forças Armadas não o tivessem deposto, hoje seríamos uma ditadura(...). Sem liberdade de expressão, mordaça da mídia, controle total do STF( hoje o controle é de 30 a 40%), o Ministério Público com as mãos atadas, controle total do Senado e da Câmara Federais(salvo engano, hoje estou vendo isso),  contrôle rigorosíssimo da Internet, fuzilamente de oposicionistas,"

O que o nobre comentarista afirma que aconteceria, foi exatamente o que aconteceu nos mais de vinte anos.

 

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A direita é ridícula

A hipocrisia

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_____________________________

Roberto Locatelli

Profissional de computação gráfica, modelador digital

Ãh?

Esse monte de clichês e meias verdades é só um sarro teu, né não? Ou será que você realmente tem no cérebro uma tríplice doença: santarrão, mistificador e ignorante... 

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"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Zoação de extrema-direita.

O comentário final sobre ficar na mão e no dedo reflete bem a imbecilidade farsesca do troll em questão. Satânico é ele.

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Brito

Jango

Deus sabe o que faz. Se as Forças Armadas não o tivessem deposto, hoje seríamos uma ditadura comunista( Deus nos livre) igualzinho à Cuba. Sem liberdade de expressão, mordaça da mídia, controle total do STF( hoje o controle é de 30 a 40%), o Ministério Público com as mãos atadas, controle total do Senado e da Câmara Federais(salvo engano, hoje estou vendo isso),  contrôle rigorosíssimo da Internet, fuzilamente de oposicionistas, não pode fugir do país, leite só para crianças de até 06 anos de idade, perseguição e derrubada dos Templos Cristãos, etc. etc. etc. Caso não tivesse havido a intervenção militar, hoje o Brasil seria um "Cubão" Existe algum alienado que ainda duvide disso?

Muitos jovens da década de 60 e 70, achavam bonito esse regime satânico. Hoje muitos estão arrependidos de terem sido admiradores desse regime. Muitos disseram que amadureceram, e que àquela época eram apenas adolescentes imaturos e, não sabiam que estavam errados. Muitos intelectuais afirmaram isso.

Tem uma pergunta que tem que ser feita. Porque os que defendem o comunismo não vão morar em Cuba? Lá eles(as) sentirão o drama e voltarão no dia seguinte, ou no mesmo dia.

Pessoas que tem o mínimo de inteligência e não são masoquistas, só pensam em liberdade e democracia.

Sinto muita piedade desses médicos escravos cubanos que estão trabalhando no Brasil. Em primeiro lugar, porque o governo paga 10 mil reais à Cuba, e os médicos não ficam nem com um mil reais. O médico cubano não pode trazer esposas e filhos, as médicas cubanas não podem trazer maridos e filhos. Sabem porque? Deixarei que você deduza do porquê.  Os médicos não podem trazer suas esposas e, morrem na mão. As médicas não podem trazer seus maridos e, morrem no dedo. Isso é Cuba. É ou não é um regime satânico.

Postem esta mensagem em nome de Jesus.

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O povo aprovava Jango.

O importante nessa pesquisa é deixar bem claro que o povo aprovava o governo Jango, então o golpe foi pensado pelas elites (simples). É o mesmo que se diz da monarquia, o povo amava o imperador. Agora a população aprovar um governo no Brasil é uma coisa, defende-lo nas ruas é outro. Penso que só o Lula, pôs medo nessa gente e por isso conseguiu terminar seu governo. O medo aqui é do povo.  

OBS. A elite brasileira a endinheirada é a pior do mundo e a grande culpada pelo atraso da nação. São um bando de sanguessugas.

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Franklin.

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