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Xadrez de Paulo Hartung, o projeto piloto de Temer

Peça 1 – o fator Espírito Santo

Trava-se no Espírito Santo a primeira grande batalha de desmonte do estado brasileiro. O governador Paulo Hartung é o candidato ao teste piloto.

A crise fiscal do Estado não é de sua responsabilidade, mas da política econômica que começou com o pacote Joaquim Levy e foi agravada pelo boicote pré-impeachment e pela política econômica de Michel Temer, uma política suicida que não tem como objetivo a superação da crise, mas o uso da crise para o desmonte do Estado.

Posto ante o dilema da crise fiscal, a fórmula Hartung segue apenas o mainstream do Congresso, mídia e governo Temer. Foi incensado como exemplo do governante responsável poucos dias antes de consumado o desastre. Sua estratégia consistiu em:

·      Precarização dos serviços públicos e dos direitos sociais;

·      políticas de incentivos à atração de empresas sem avaliação custo-benefício.

·      nenhum diálogo com os setores afetados e despreocupação em amenizar os efeitos dos desmanches.

Hartung tornou-se um projeto piloto, um Michel Temer de laboratório. Se for derrotado pela PM o movimento se alastrará por todo o país. A rebelião da Polícia Militar é apenas o ensaio perigoso -- porque em uma corporação armada – das reações do funcionalismo público.

Por outro lado, é um governante autoritário, pouco propenso ao diálogo e com um histórico de truculência que chegou ao ponto de, na primeira gestão, adquirir um equipamento Guardião para grampear telefones de um jornal local, buscando identificar informações delicadas contra ele.

Por isso, a saída previsível é a do confronto total, tentar impor uma rendição incondicional à PM, uma irresponsabilidade mesmo em caso de vitória: será deixar a segurança do estado a mercê de uma corporação humilhada e exposta a contatos com organizações criminosas.

O usual seria a Presidência decretar intervenção federal. Mas Temer evitará devido ao artigo 60 da Constituição Federal

Art. 60. (...)

§ 1º A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.

Ou seja, intervindo no Espírito Santo, teriam que ser interrompidas todas as votações de emendas constitucionais.

Criou-se, então, uma gambiarra, com as Forças Armadas assumindo provisoriamente a segurança do Estado sabe-se lá até quando, um quadro complexo que as joga no epicentro político do país.

Por outro lado, Hartung monta um jogo de cena com uma proposta fake de acordo, cuja intenção foi rapidamente captada pela PM: dividir a corporação, fazê-la voltar às ruas, mas mantendo a denúncia contra 700 PMs e, depois de vencida a etapa, inquéritos contra os revoltosos. Ou seja, criminalização de qualquer reação contra o desmanche.

Peça 2 – o padrão de gestão Hartung-Temer

Não se cometa a injustiça de comparar o nível de Paulo Hartung com o de Temer. Este representa o pensamento do baixo clero, uma espécie de chefe do bas-fond.

Já Hartung pertence a uma geração que, nos anos 90, representou um avanço relativo na gestão pública, com a compreensão da importância da criação do ambiente econômico para a atração de empresas e a adoção de algumas ferramentas novas para a gestão pública.

Mas não avançou além disso.

Aliás, esta é uma das facetas da maldição do subdesenvolvimento. O sujeito consegue um upgrade mínimo sobre o momento anterior, e estratifica, apega-se a slogans, a simplificações ideológicas, a desenhos de país estático a manuais de empresas privadas, trocando o trabalho político pelo padrão sargentão de repartição.

 

Hartung não conseguiu compreender as diferenças entre gestor público e privado, nem soube utilizar adequadamente as ferramentas de análise de investimentos para o objetivo final da gestão pública: a melhoria das condições de vida e de elevação do IDH do estado.

Enquanto arrochava o salário dos servidores, montou uma agressiva política de subsídios visando atrair empresas para o Estado, mas com base em análises frágeis da relação custo-benefício.

Para um gestor público responsável, o princípio básico a nortear uma política de subsídios responsável deveria ser:

1.     Se a empresa não se instalar no Estado, não haverá tributos a serem recolhidos. Por isso mesmo, é indevido o exercício de considerar como perda o tributo que deixou de ser pago na fase de incentivo.

2.     No entanto, há que se efetuar um levantamento minucioso das externalidades positivas e negativas. Dentre as negativas, há os serviços de infraestrutura bancados pelo Estado e os gastos públicos decorrentes da operação da empresa. Por exemplo, exigências de investimento em infraestrutura, saneamento visando o tratamento do lixo industrial, gastos para minimizar impactos ambientais, os impactos na segurança etc. Dentre as positivas, a geração de empregos e a criação de uma cadeia de fornecedores. Tudo isso tem que ser previsto no papel, devidamente pesado, as despesas, as contrapartidas até que o fluxo de tributos seja recomposto e o Estado comece a receber.

Hartung passou ao largo dessas análises.

No Portal de Transparência do Estado, escondeu os dados que permitiriam uma análise mais apurada dos subsídios concedidos. Não se trata de uma esbórnia, tipo Sérgio Cabral, mas de uma falta de visão sistêmica e de responsabilidade como gestor público, como se a única função do governante fosse criar condições para novos investimentos, independentemente dos custos que recaem sobre o Estado. Se isso for exemplo de sucesso de gestão, Deus que salve o país dos supostos bons gestores.

Peça 3 – os simulacros de CEOs

O estilo Paulo Hartung não se resume a isso.

Ao longo de sua vida política, notabilizou-se pelo padrão de déspota esclarecido, cujo guru maior foi José Serra que, em cargos relevantes – prefeito e governador de São Paulo – jamais logrou uma política criativa sequer.

Vendia-se a ideia de que qualquer benefício ao contribuinte ou a grupos sociais vulneráveis era sinal de fraqueza. E que os governantes seriam dotados da sabedoria divina, linha direta com Deus, não precisando de conselhos.

Grande governante era o que se dedicasse exclusivamente a impor sacrifícios à população, transformando a responsabilidade fiscal em valor absoluto, um anacronismo resultante da visão incorreta do papel do gestor público.

Mais que isso, as políticas sociais se resumem a obras de pequeno alcance, visando apenas o impacto midiático – não nos indicadores gerais. São projetos pilotos permanentes, pela falta de compromisso com a universalização dos avanços.

Foi assim com o projeto de escola integral, modelo de alcance restrito, enquanto a maioria das escolas é submetida ao esgarçamento orçamentário.

A blindagem a Hartung é tão forte nas Organizações Globo – com exceção do grupo Gazeta, que a representa no Espírito Santo – que, na ânsia de sacralizar Hartung, cometem-se paradoxos explícitos.

Por exemplo, atribui-se a ele a grande vitória contra o crime organizado no Espírito Santo. No entanto, para desqualificar a greve da PM, começam a ser atribuídos a supostos esquadrões da morte, grupos de PMs acumpliciados com o crime organizado, parte significativa da matança registrada nesses dias de greve.

Posto assim, o crime organizado continua mais ativo do que nunca e incrustrado no aparelho policial. O que teria ocorrido seria apenas um pacto de não-agressão, tipo o que o PCC fechou com o governo de São Paulo.

Peça 4 – o tsunami a caminho

A Globo é um brontossauro, com muito músculo e pouco cérebro. Seu papel de principal agente político do país esbarra na absoluta incapacidade de avaliar a gravidade da situação, como se ela própria acreditasse no mundo virtual criado por seus telejornais e pela parcialidade gritante da Globonews.

Longe do mundo ideal criado pela Rede Globo, a situação do Espírito Santo é a seguinte, segundo a visão de A Gazeta:

“(...)  Turbinado pela propaganda do governo, o nosso humilde Estado vinha sendo cantado em prosa e verso, como espécie de paraíso de prosperidade, responsabilidade fiscal, ordem social e qualidade na prestação dos serviços públicos. Bem, o castelo desmoronou, a ilusão se desfez, e essa crise sem precedentes na segurança pública estadual desvelou, de uma maneira brutal, o que esse discurso propagandeado aos quatro cantos tinha de fantasioso e artificial. A realidade é bem mais dura.

(...)  Alguns desses óbvios problemas foram descortinados da pior e mais traumática forma por essa onda de violência:

·      Uma insatisfação latente do funcionalismo público estadual, que se sente sacrificado pelo arrocho fiscal implementado (panela de pressão que estava a ponto de explodir a qualquer momento);

·       A fragilidade e a suscetibilidade de instituições fundamentais à ordem pública, como a PMES; o sucateamento e a precarização de serviços públicos essenciais (hoje o grito foi dos servidores da Segurança, amanhã poderá ser os da Saúde e os da Educação, se não se prestar atenção);

·      A dificuldade, a letargia e a demora da equipe de governo em reagir a uma crise de tal gravidade, que pôs a população de joelhos e entregue a um estado de calamidade pública;

·      (...) A vulnerabilidade, enfim, desse pacto social tão frágil sobre o qual se sustenta a nossa vida cotidiana, em qualquer parte do mundo.

A cegueira da chamada elite brasileira é inédita entre países com a dimensão do Brasil. Posturas críticas racionais, como a da Gazeta, inexistem nos órgãos da chamada grande imprensa do eixo Rio-SãoPaulo, principal avalizadora desse suicídio soberano cometido pela política econômica.

Há um claro desmonte social, uma acelerada perda de legitimidade e de autoridade nos mais diversos escalões da sociedade. A persistência dessa política restritiva, mais os efeitos da PEC 55, agravarão ainda mais a crise.

A falta de limites da camarilha de Temer, a maneira como está atuando no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso acelerarão ainda mais a desagregação social e política.

O fundo do poço ainda está distante. E a cada dia fica mais nítido que a gambiarra Temer não terá condições de resistir ao tsunami.

Tratem de aprimorar o golpe!

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62 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

" Forte Apache"

   Neste acumulo de situações - limite, muito impactantes no conjunto da sociedade, e a quadrilha encastelada na "Praça dos Obnubilados", quando colocada a resolve-las, possui como resposta costumeira, e parece que unica, em recorrer a descer da Praça, em direção a um prédio próximo, passando primeiramente por uma sala ao lado do PR, onde um centauro habita, pode derivar para uma situação grave, até com relação a democracia.

    Quando instituições de Estado, começam a ser constantemente exigidas, a atuar no limite de suas obrigações constitucionais, visando inclusive " não deixar o Poder cair nas ruas, ainda mais se este for armado ", algumas partes destas instituições começam a perguntar , fomentar em seu meio, algumas constatações frente a estas realidades a elas apresentadas, tipo assim:

     Se para qualquer problema grave somos convocados, porque não assumir diretamente a solução destes problemas ?

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Luís Sousa

Quase perfeito por um detalhe...

Excelente a análise da realidade capixaba, exceto pela avaliação da atuação de A Gazeta. O trecho transcrito de um artigo publicado recentemente no jornal não reflete a postura assumida pelo grupo jornalístico durante o governo Hartung. O grupo A Gazeta tem protegido as práticas do chamado Imperador, manipulando manchetes e notícias para protegê-lo. É notório o enorme gasto do governo Hartung com publicidade. A verba de comunicação, incontida em seu governo, tem garantido a manipulação da opinião pública e o sufocamento de qualquer movimento reivindicatório dos servidores públicos. O que o chamado Imperador não contava era que seu aparato repressivo, igualmente tratado com descaso e desmonte, se rebelasse em razão de tamanha espoliação salarial. O grupo A Gazeta tem mantido a postura protetora em relação ao governo durante a sua cobertura desta crise, apesar deste surpreendente e isolado artigo de crítica publicado no jornal. Todos os capixabas que acompanham de perto a política no Estado sabem que A Gazeta não difere de sua matriz Globo.

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Cassino Brasil: Odebrecht redistribui cartas no "golpe no golpe"


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A Gazeta só aumentou o tom

A Gazeta só aumentou o tom depois do descalabro completo, mas é de praxe o órgão de comunicação oficial do governo.

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A GAZETA

    Moro no ES, mais precisamente na cidade de Serra na Grande Vitória, e posso garantir com toda a certeza que a opinião de Luis Nassif sobre o jornal A Gazeta (pertencente ao grupo que compõe a Rede Gazeta)  está completamente equivocada.

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Ozilio Cloves Santos

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Júnior Sertanejo

Iiihhhh,a moda parece que

Iiihhhh,a moda parece que pegou.A censura passou pela Folha,atravessou o Globo e fez menção de entrar aqui.Fiz um comentário em que ousei prever que as rebeliões das Polícias Militares Estaduais poderia se alastrar e decretar o início do fim.Não me expliquei como um cadastrado,baixaram a reCAPTCHA em mim.

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j.marcelo

VOLTA DILMA, GOVERNE COM O

VOLTA DILMA, GOVERNE COM O POVO E PARA O POVO !!!!

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Cesar Cardoso

Um caminho já trilhado

Antes de começar: no lápide da Constitução de 1988, que já deve estar sendo preparado, estará o Artigo 60. Não é uma boa inscrição o parágrafo primeiro A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio para que todos leiam que ali está enterrada a Carta Cidadã?

Hoje o "presidente" anunciou que colocou as Forças Armadas à disposição de toda e qualquer hipótese de desordem.

TODA
E
QUALQUER
HIPÓTESE
DE
DESORDEM

Não tem como dar errado. Não vai dar errado. Já começa pelo pedido do cada vez mais perdido governador do RJ para que tropas federais ajudem no policaimento do Estado.
"Golpe não é, golpe vai sendo", já dizia Renato Rovai. E o cavalo do aventureirismo golpista vai passando encilhado, esperando alguém com muita ambição e nenhum juízo.

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j.marcelo

NÃO A ACEITAÇÃO DO

NÃO A ACEITAÇÃO DO GOLPE,VOLTA DILMA,MONTE UM "GOVERNO PARALELO" COM NOTÁVEIS NOS

LIDERE CONTRA ESTES LADRÕES,VCS Ñ ENTENDEM,DILMA VOLTANDO,VOLTA A CREDIBILIDADE

NACIONAL E INTERNACIONAL E CONSEQUENTEMENTE A ECONOMIA VAI BEM E OS EMPREGOS VOLTAM!!!

OBS: DILMA NÃO SABE O PODER QUE TEM COM TODA ESSA INTEGRIDADE,SÓ FALTA TIMMING !!

OBS2:DILMA Ñ SE APEGUE AOS VENCIMENTOS,ISTO FOI UM CALA BOCA PARA DEIXÁ-LA QUIETINHA!!

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Jose Adailton viana ribeiro

Turbulência

Dilma nã deveria ter saido.Ela estaria governando com este congresso.Seria uma festa onde todos poderiam reclamar do serviço e ninguém poderia reclamar da democracia

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Jerônimo Fonseca

Não se "entusiasme" muito com

Não se "entusiasme" muito com "A Gazeta" Nassif, tá assim agora que a panela de pressão explodiu, antes suas capas se preocupavam exclusivamente com a politica nacional (derrubar a Dilma e o PT), nunca denunciou a situação caótica do estado onde esta incrustada, recebeu bolsa mídia como todos os demais "comensais da morte" midiáticos no estado. Não me venha agora dizer que esta contra Lorde Valdermort e a favor do meio sangue porque não cola.

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Jackson da Viola

A duvida......

Me pergunto, assim como quem não quer nada, se essas greves e manifestações de policiais não teriam algo a ver com a lavajato e Curitiba.......qual seria o grau de "simpatia" desses policiais em relação ao nossos "amigos" Moro e Dallagnol.....se essas manifestações não teriam  uma "conexãozinha" com Curitiba.....me parece um tanto quanto estranho o silencio dos "super herois" nestes ultimos tempos... sobretudo neste momento, onde a lavajato esta sendo "depenada e esvaziada" pelo "topo"...não se ouve grande coisa.....Dallagnol não da um pio....não conclama as forças da moral e dos bons costumes para proteger a lavajato....talvez o objetivo seja so prender o Lula e "derrubar" o PT.....ou talvez tenham mais ambições do que mostram nestes ultimos tempos....me pergunto..

"Tudo para mim é um duvidar
Com a normalidade sempre em cisão,
E o seu incessante perguntar
Cansa meu coração".

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Maria Rita

Força Nacional na Copa,Força

Força Nacional na Copa,Força Nacional nas Olimpíadas, Força Nacional nos presídios, Força Nacional no lugar de PMs e plociais civis. Ha muito se pede que a PM, resquício da ditadura seja extinta. Usada como escudo para que os antigos militares não sejam relembrados, agora parece ser a bucha do canhão diante da crise dos estados e municípios brasileiros. Sabemos que os soldos não são suficientes para a sobrevivência e isso acaba gerando outros mil problemas: polícia fazendo serviço extra como segurança de empresas es  algumas cositas más que não são bem vistas legalmente. Taí uma ótima semente para o mercenário de guerra (qualquer uma, contra drogas, contra o terrorismo, contra países, contra o próprio estado). Aqui temos um elo com um artigo publicado em novembro de 2012, do próprio Nassif. Trata do livro Blackwater de Jeremy Scahill e a indústria da guerra nos EUA. E sobre terceirização e a formação de uma tropa de aliados ocidentais. A Força Nacional é paga por fora dos vencimentos do funcion nário militar, não? A terceirização hoje começa em casa e se expande para o mundo globalizado.

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João de Paiva

Análise brilhante

Esta crônica, da série "O xadrez do golpe" é preciosa. 

Sempre que um governo de estado ou  de uma grande cidade é incensado pela chamada grande mídia comercial, é importante que observemos com olhos atentos e críticos os interesses em jogo. Em 2002 quando foi eleito governador de MG, Aécio Cunha firmou com as empresas de mídia do estado - sobretudo a TV Globo - o mesmo tipo de pacto estabelecido por Paulo Hartung. Na época, uma lei delegada deu a Aécio super-poderes para alterar toda a estrutura administrativa do estado. Comprando o apoio dos veículos de mídia, por meio de multimilionária publiciade, Aécio flanou em céu de brigadeiro nos mais de 7 anos que esteve à frente do governo mineiro, jamais sendo objeto de reportagens críticas e investigativas. Os que criticavam Aécio e  sua quadrilha política eram ameaçdos, perseguidos, presos e até assassinados, como foi o caso do policial civil Lucas Arcanjo. Dois jornalistas (Geral do Elísio e Marco Aurélio Carone) foram presos e tiveram confisacado o material de trabalho; Carone ficou preso por 9 meses, durante o ano de 2014, período da pré-campanha e da campanha presidencial, em que a Aécio concorreu e foi derrotado por Dilma Rousseff. Passado o ano de 2014, Carone foi libetrtado e absolvido, por falta de provas das acusações que lhe eram imputadas.

Se a mídia golpista e criminosa fosse rigorosa com os aliados como foi em relação a Fernando Haddad e como foi em relação a Dilma e outros eleitos pelo PT, governantes corruptos como  Aécio Cunha, José Serra, Geraldo Alckmin, Sérgio Cabral, Beto Richa, Marconi Perillo, Ivo Sartori e outros, não completariam seus mandatos.

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WELINTON NAVEIRA E SILVA

Em pé-de-guerra

A gigantesca crise econômica-moral-jucicial aceleradamente edificada por golpistas de péssimos antecedentes, inevitavelmente, logo mais adiante, chegará á classe “D”. Aí, meu amigo, o morro desce. E, ninguém segura um favelado em pé-de-guerra.

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Marcelo33

O BRasil atravessa uma grave

O BRasil atravessa uma grave crise moral.

As eleições municipais, nas quais  o povo deu uam esmagadora vitória a quadrilha de Temer são um sinal. O outro eé o povo fechando os olhos para a patifaria desse governo.

A doença do Brasileiro é amoralidade. Caratér passa longe desse povinho daqui...

 

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Policiais têm toda a razão com as reivindicações

mas em nenhum país polícia tem o direito de entrar em greve e militares de qualquer forma não. 

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Jerônimo Fonseca

Em nennhum país um presidente

Em nennhum país um presidente é deposto sem ter cometido crime.

Em nenhum pais é substituido por um vice corrupto.

Em nenhum pais esse vice corrupto nomeia sua galera corrupta para os ministérios.

Em nenhum país um juiz de primeira instancia grava a presidenta ilegalmente e divulga a gravação para a televisão.

Em nenhum país um deputado mega corrupto conduz o processo de afastamento de uma presidenta honesta.

Em nenhum país midia, ministério publico, policia federal e justiça formam um consórcio para perseguir um ex-presidente popular tentar impingir um crime a ele e impedi-lo de voltar a ser eleito pela população.

Somos um país "sui generis"

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Rui Ribeiro

Mas ninguém tem o dever de prestar serviço de graça

Já que policiais não podem fazer greve, significa que vão ter que continuar prestando serviços mesmo que não lhe paguem qualquer salário?

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Carlos Alberto Freitas Lima

NASSIF, NÃO HÁ DESMONTE, O PAÍS JÁ ESTÁ SOB COMANDO DOS EUA.

Vamos falar a verdade para o povo, o Brasil fora entregue a uma quadrilha que está entregando todo o país e suas riquezas para os EUA e para a banca que controla o mundo. Já não existe mais o estado brasileiro, as forças armadas estão equivocadas em breve não comandarão mais nada, os americanos com base no Paraguai, Colômbia e Argentina cercou no estado brasileiro, a OTAN na Colômbia é um passo. O TEMERario é realmente um traidor, um avental sujo com a terra e fezes de ratos das masmorras, é um goteira. Esse funeral do desmonte deveria ter sido informado ao povo a 5 anos atrás, hoje sem dúvida nenhuma não tem mais retorno, a nossa justiça e polícias entregaram os pontos em troca de salários altos para serem os capitães do mato contra o povo brasileiro. Toda a mídia falhou, tanto quem ajudou a derrocada do estado brasileiro, tanto a que achava que protegia e não fez as denúncias com mais contundência e nem internacionalizou a façanha americana de subjugar toda sociedade brasileira usando a GLOBO como manipuladora para o intento maior de destruir o Brasil. As forças armadas estão equivocadas, não precisava um golpe apenas que expulsasse os traidores da pátria e fechasse a fronteira até conseguir conter a vassalagem do estado brasileiro. Ao que parece as nossas forças totais já são comandadas pelos EUA, todas sem nenhuma exceção. 

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Xadrez de Paulo Hartung, o projeto piloto de Temer

é possível confirmar que as instituições estão falidas quando ninguém diz: NÃO!

a hierarquia e a cadeia de comando submetem-se mesmo a mais absurda das ordens e determinações, sem qualquer objeção de consciência. então, o arrivismo, a subserviência, o puxa-saquismo e o individualismo contaminaram tudo.

é o resultado nas instituições e nas empresas da falta de um projeto de país.

jamais estaria ocorrendo o desmonte na Petrobrás, por exemplo, se o corpo funcional estivesse organicamente alinhado com uma estratégia para a empresa, como parte de um grande projeto nacional. haveria enormes resistências.

no Banco do Brasil é melhor nem comentar, para não ferir suscetibilidades. a gestão de pessoas durante o período Lulista foi tão absolutamente nociva que praticamente extinguiu com a antiga mística do “funcionário do BB”.

o Judiciário e o MP estamos todos acompanhando os monstro institucionais anti Nação e anti Povo que se tornaram.

restaram as FFAA? por que seriam diferentes?

o Exército se desmoralizou nas ocupações das favelas do Rio. recebido com aplausos como salvadores, saíram mais odiados do que os traficantes. e agora em Vitória tudo se repete.

intervenção militar? e vão fazer o quê? a conjuntura e as perspectivas são completamente diferentes de 1964.

o abismo no qual fomos atirados exige o impensável: a adoção, finalmente, das “medidas populares”. só há um caminho para sairmos desta crise: fazer com que o grande capital pague a conta.

não tem nada, nem ninguém, muito menos golpe militar, que consiga forjar uma outra solução.

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No afã de criticar Lula

Comete-se todas as barbaridades hstóricas e políticas, da erquerda perfumaria a direita brucutu! Olha a joia de comentário do vocabulário do absurdo. "No Banco do Brasil é melhor nem comentar, para não ferir suscetibilidades. a gestão de pessoas durante o período Lulista foi tão absolutamente nociva que praticamente extinguiu com a antiga mística do “funcionário do BB”. Provavelmente deveria estar em uma turné intergalatica para não lembrar os funestos anos FHC que quebrou a mística do funcionário BB com planos de PDV, congelamento de salários e demissões mesmo. Sua tara lulista está beirando a do moro em histéria e besteirol!

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Xadrez de Paulo Hartung, o projeto piloto de Temer

tai! escrevi que era melhor nem tocar no assunto para não ferir suscetibilidades!

não existe nenhum “afã de criticar Lula”! as críticas aqui feitas, além de absolutamente necessárias, são as menos pesadas possíveis, justamente para evitar polêmicas estéreis.

mas agora que já feriu, vejamos quem é o atual Presidente do BB e vejamos os cargos que o mesmo ocupou no período Lulista.

poucos representariam tão bem a destruição da “mística do funcionário do BB” quanto o próprio. mais um do famoso grupo dos que entraram no BB como menor-aprendiz e tiveram meteórica carreira.

do site oficial do BB

Ocupava o cargo de Diretor Executivo da Companhia Siderúrgica Nacional - CSN, desde 10 de março de 2015, acumulando as funções de Diretor Executivo de Relações com Investidores, desde 01 de março de 2016.

Antes, atuou como Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda, no período de 2014 a 2015.

Exerceu as funções de Vice-Presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo e de Vice-Presidente de Negócios de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank.

Exerceu, também, as funções de Diretor nas Diretorias de Distribuição, de Logística, de Marketing e Comunicação e de Novos Negócios de Varejo.

Também estava no Conselho de Administração da CBSS Visavale (Alelo) desde 2014 e do Banco Votorantim desde 2009, além de ser Presidente do Conselho de Administração da Brasilcap Capitalização desde 2010 e suplente do Conselho de Administração da Transnordestina Logística S.A.

Foi Gerente Executivo de Investimentos da Previ (Fundo de Pensão dos Funcionários do BB);

Atuou como conselheiro em empresas como Vale do Rio Doce, Tupy Fundições, Cobra Tecnologia, Companhia Energética de Pernambuco – CELPE e BB Turismo.

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Só para completar

Eu virei sócio da AABB em 2002 exatamente por que só os funcionário do BB não dava mais condições financeiras de manutenção dos clubes. No município que eu trabalhava na época, 2002, de um prédio do BB de 4 andares, todos ocupados com o banco, sobraram apenas 2. O numero de PDV e cortes salariais transformaram uma antiga casta burguesa em operários bancários. 

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João de Paiva

Ignore os artigos e comentário dele, Ulisses S

Caro Ulisses,

Moro no Rio, apoiei a candidatura de Marcelo Freixo e pude conhecê-lo pessoalmente, assim como a Renato Cinco, Tarcísio Motta e outros.

Essa esquerda que se diz 'pura', 'radical' ou 'autêntica' é desagregadora e apenas fortalece o inimigo. Quem duvidar que pesquise as declarações de Luciana Genro, do próprio Renato Cinco,  como aquelas tolas em que LG tece loas à Fraude a Jato. Esse que assina Arkx escreve um monte de besteiras, sempre visando atingir o PT e a Esquerda que conseguiu chegar á presidência da república pela via democrática. Além do ressentimento, há claramente a inveja dos que sabem que JAMAIS conseguirão eleger e reeleger um operário para governar nosso País.

Não dê bola, Ulisses. Ignore artigos e comentários escritos por ele.

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Prezado arkx Não sou tão

Prezado arkx

Não sou tão radical, na Petrobrás os funcionários e o sindicato estão entrando com várias ações na justiça e já barraram uma monte de safadeza que o capachão parente quer fazer

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Xadrez de Paulo Hartung, o projeto piloto de Temer

vou me expressar melhor.

não me refiro aos sindicatos ou associações de funcionários, e sim a própria hierarquia interna das instituições e empresas estatais.

quando os quadros dirigentes, e mesmo de gerência média, são selecionados também (além do conhecimento técnico) a partir de sua afinidade com um projeto para a empresa (o que é muito diferente de aparelhamento), sempre há uma tendência natural de não se submeterem a interferências puramente políticas (isto sim o aparelhamento) que desvirtuam a função social da empresa estatal ou da instituição.

essas são as pessoas que dizem: “Não! Isto está errado. Não vou fazer.”

abraços

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FLAVIO MARCOS SILVA SARANDY

Globo e Gazeta

Cuidado, Nassif, A Gazeta é exatamente como a Globo, sem tirar nem por. Faz e desfaz, persegue, destrói reputações. Tudo para atender a interesses políticos, como agente é operadora desses. Se hoje crítica aquele que elegeu deve-se a circunstâncias dá dinâmica interna. Não há boas intenções e racionalidade no essa empresa faz.

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pra onde foi o dinheiro do ES?? o gato comeu?

pra onde foi o dinheiro do ES??  o gato comeu?

no Rio, já descobrimos que o Cabral foi quem sumiu com o dinheiro do Rio, em joias para sua mulher, em barraas de ouro, e milhoes de dólares no exterior...

e no caso do ES, alguem já se perguntou para o governador cade o dinheiro do ES???  qual foi o gato (ou gatuno) que comeu o dinheiro do estado do ES????

 

 

 

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Marco A.

É sempre a mesma conversinha

É sempre a mesma conversinha mole...

Primeiro, a forma como se colocam as coisas.  O leitor incauto pensará que joaquim levy era o presidente, porque acusa o pacote joaquim levi e as medidas economicas de Temer. Por uma questão de coerência, deveria mencionar o pacote do governo dilma e as medidas economicas de Temer. Por uma questão de apego aos fatos, deveria mencionar medidas economicas desde o primeiro governo dilma e as atuais de Temer. Mas o "analista" faz questão de dissociar seus herois petistas da crise economica. A crise economica não é mundial. Se fosse, qualquer análise séria demonstraria os paises do mercosul, ao qual o Brasil está atrelado com problemas similares e não apresentaram. Qualquer análise séria demonstraria os paises do bric em situação similar e não apresentaram. A crise não é reflexo de 2008, a marolinha segundo Lula. A crise é reflexo da irresponsabilidade do governo de gastar sem ter recurso em caixa visando vencer eleições. E não se trataria de ser contra lula e pt, porque bastaria lembrar que o pmdb de temer era aliado de lula no segundo governo e de dilma no primeiro governo e na eleição para o segundo.

Ai vem uma análise do caso do Espirito Santo, como se estivesse a falar de uma greve de servidores comuns, sei lá eu, dos professores, ou da saúde.  Não interessa ao analista apontar que a categoria dos policiais não pode fazer greve e por ser um efetivo militar de apoio as forças armadas, o que a policia fez foi um motim. Puro e simples motim. Na visão do analista, esse motim é uma defesa contra o desmonte do estado...ridiculo

Os policiais tomaram essa atitude porque as esquerdas demonizaram as manisfestações contra o governo e foram vencidas. Empossado o governo temer, as esquerdas foram as ruas. A esquerda cega e a direita bizonha com o mesmo discursinho reles de querem acabar com a lava jato. O judiciário, a policia e o MP foram colocados e se colocaram no papel de salva guarda da nação, e embora mereçam apoio da população, essa especie de endeusamento não é salutar e o que se vê são esses movimentos contrários a constituição federal e a margem do papel que esses organismos representam na sociedade.

Como é do interesse dessa esquerda solapar o governo de plantão...que se bata no governo e se defenda o indefensável.

Existem certas coisas que não comportam análises ideológicas e militantes. Qualquer discussão se torna uma boçalidade quando se abre mão dos fatos e o fato basilar é: policiais militares não podem fazer greves. O nome do que fizeram é motim. A população pagou com medo, insegurança e mais de uma centena com a vida. Disso ninguem fala.

 

 

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Xadrez de Paulo Hartung, o projeto piloto de Temer

-> A crise economica não é mundial.

-> crise não é reflexo de 2008,

-> A crise é reflexo da irresponsabilidade do governo de gastar sem ter recurso em caixa visando vencer eleições.

então explica isto para o gráfico abaixo.

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Marco A

A crise financeira de 2008

A crise financeira de 2008 foi chamada de marolinha por lula. De fato a alta regulamentação dos bancos desde FHC blindou o. Mercado de ser atingido como ocorreu na Ásia e Europa,porque a gênese dá crise se deu nos EUA. Estamos em 2016 e se passaram 8 anos. Qual a situação nos EUA e Europa em relação a empregos, juros, dívida? O Brasil apresentou problemas em 2015 por causa das gastanca em 2014. Se fosse como alega vsa, o governo foi duplamente irresponsável, por gastar para fins eleitorais em um momento, segundo vc, de crise, coisa alias que o próprio governo ngava existir.

E sobre o motim, alguma opinião?

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gaúcho

Tal qual a conjuntura social

Tal qual a conjuntura social e política que pariu o nazismo o consórcio golpista (globo, STF, MP, PF, OAB, FIESP, maçonaria...) pouco liga para as consequências de suas atitudes, o objetivo principal é eliminar a esquerda (Lula e PT) da vida política do país.

Não acho que a família marinho esteja preocupado com o emprego do Zé ou a segurança da Maria, a direita sabe que atear fogo na floresta pode incendiar o povoado mas mesmo assim paga pra ver até porque um das caraterísticas da elite brasileira é odiar o próprio povo.

O fenômeno em curso é importar o modelo paulista de total controle das instituições para o restante do país. 

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Caetano.

A crise fiscal do Estado não

A crise fiscal do Estado não é de sua responsabilidade, mas da política econômica que começou com o pacote Joaquim Levy e foi agravada pelo boicote pré-impeachment e pela política econômica de Michel Temer, uma política suicida que não tem como objetivo a superação da crise, mas o uso da crise para o desmonte do Estado.

Até tu, Nassif? Quer dizer então que a crise fiscal foi responsabilidade do Levy? Voce sabe mais que todos que o desastre começou bem antes... E, a despeito de sua vontade e da fraqueza de Temer, o Brasil tem que passar por esse ajuste fiscal, que trará bons frutos.

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Carlos Alberto Freitas Lima

FAZ UM AJUSTE FISCAL DE 150BI E DÁ 100BI AS TELES, CONTA OUTRA.

Defit fiscal no introdutório social as vezes é salutar e não um inomodo, a curto prazo  provoca demanda o que é bom para a economia. O terrorismo sobre o defit fiscal causa temor e provoca negatividade em tempo real e só é bom para políticos e profetas do acontecido que já colocam a flexa no alvo.

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Desculpa Nassif, mas a Globo

Desculpa Nassif, mas a Globo está longe de ser um brontossauro sem cérebro, parece mais um tiranossauro evoluído com cada vez mais capacidade de manipulação e cada vez mais apoio dos homens do $ daqui e do Tio Sam. Se você for ver, o triunfo dos filhos do Marinho Sênior é ainda maior do que o do pai. Refinaram o poder de manipulação a níveis norte-coreanos vide o caso de morte de Marisa e como conseguiram transmitir a notícia sem humanizar o Lula para que o processo de destruição da reputação dele não sofresse abalo.

Nesses 13 anos de vitórias da esquerda a Globo conseguiu uma proeza talvez inédita em regimes dito democráticos. Em uma estrategia de "água mole em pedra dura" conseguiram moldar e eu diria até modificar o caráter do brasileiro médio incutindo a ideologia neoliberal através do jornalismo , da dramaturgia e do entretenimento tornando o brasileiro muito mais individualista, crente na meritocracia irrestrita e inicialmente com desconfiança e depois com ódio mesmo de tudo o que cheire a esquerda. Pior,  está matando um dos traços mais bonitos que a gente tem que são a solidariedade e a cordialidade (no sentido de simpatia e não hostilidade para com o próximo). Conseguiram transformar pessoas que eu até então considerava boas em críticos ferozes do Bolsa Família como "fábrica de vagabundos".

Subestimar a inteligência da Globo é ,na miha opinião, extremamente contraproducente e ajuda aqueles que querem atribuir um peso pequeno ao poder da imprensa o que vai de encontro com toda linha editorial deste Blog que acompanho praticamente desde o início. 

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Não é a globo que é inteligente, é a esquerda que é burra...

Não é a globo que é inteligente, é a esquerda brasileira que é burra...

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A esquerda brasileira é

A esquerda brasileira é inocente o que para muitos é um eufemismo para burrice. Mas penso diferente acredito que a falta de experiência no poder, afinal a direita mandou por 500 anos, causou o deslumbre fácil ainda mais porque o Carisma de Lula e o sucesso econômico inicial encobriram  o profundo analfabetismo político da população e causou a sensação para alguns de que a manipulação midiática tinha perdido força quando na verdade ela estava lá todos os dias, pouco a pouco "formando" a geração atual de odiadores e imbecis de direita, só esperando a hora de dar o bote fatal.

Burrice será se a esquerda não aprender a lição de que carisma e sucesso econômico puro e simples tem perna curta e que sem comunicação de qualidade e sem enfrentar o império midiático diariamente seu destino é virar um fóssil vivo.

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jossimar

Sem esquecer que a globo foi

Sem esquecer que a globo foi salva da falência pelos governos petistas. Em 2003, quando o PT assumui a situaçlão era de insolvência devido dívidas contraídas em dólares que foram à estratosfera quando da desvalorização do real em 1999.

O Requião já nos contou esta história. O PT salvou e fortaleceu a globo durante todo seu governo. A Globo, como bom escorpião fez o que seu instinto ordenou e ferroou o PT com a ajudados aliados de sempre, os traíras e o judiciário.

Nas p´roximas eleições o PT será reduzido a um micro partido.

Espero que a esquerda JAMAIS se esqueça do que ocorre quando se alia a direita.

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juan slowski

Algumas considerações a fazer

O movimento da PM capixaba, deixou a classe média do Espirito Santo, chocada. Esta classe média, adora a PM, que agride estudante e trabalhador e ao mesmo tempo da cobertura às passeatas coxinhas. Esta classe média, adora Paulo Hartunh, que nada mais é do que uma invenção da Rede Gazeta(Globo). 

Então, pasados mais de dez dias do começo da crise, não se ouve ninguém em Vitória, apontar um culpado por esta situação. Fosse a uns anos atrás, Lula ou Dilma, já estariam sendo linchados nas redes sociais.

A politica economica do P.H. é traçada nos gabinetes da ONG "ES-Ação", que é quem dá as cartas por lá.

Uma consideração a fazer: o governo estadual, distribui incentivos fiscais milionários, não para atrair empresas, mas para empresas que já estão instaladas por lá, há vários anos.

 

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Bruno Cabral

Antes do ES

Beto Richa enfrentou a cassetetes os professores estaduais. E a imprensa golpista escondeu.

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Somebody

A única saída concreta para

A única saída concreta para parar com este desmanche é liquidar os conspiradores, eliminá-los antes que possam tentar fugir do país (vocês não têm mais governo, vocês têm uma quadrilha de criminosos mandando no país). Mas como vocês borram as calças só com a idéia de pegar em armas então vocês irão continuar regredindo para uma colônia agrícola feudal.

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Serjão

Não discordo

Mas...

Se, hipoteticamente, eu fosse um agente da CIA teclando aqui no Nassif, eu diria o que foi dito com as mesmas palavras!

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Nadraas

Perfeito

Perfeito ! Não é necessário dizer mais nada.

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jossimar

Concordo plenamente com você.

Concordo plenamente com você. Colonia feudal foi uma ótima definição.

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Antonio A. B. Neto

O modelo neoliberal de

O modelo neoliberal de arrocho e ajuste do Espírito Santo está se revelando um completo desastre, mas o governo golpista gostou muito do que foi feito por lá e provavelmente pretende obter a ajuda dos mentores do desastre para implatá-lo na esfera federal, tanto que trouxe a  Ana Paula Vescovi, secretária da fazenda do Hartung para comandar a Secretaria do Tesouro Nacional no Ministério da Fazenda em Brasília.

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J. Gomes

Nassif, leio vc com

Nassif,

leio vc com freqüência, não para criticar. Mas às vezes há exageros nas análise e deve ser nosso papel também apontar, para buscarmos a isenção inteligente. A série de xadrezes  trás boas análise, mas equivoca-se e cria cenários irreais, ilusórios e que, vários, não se consolidaram.

Algumas críticas construtivas sobre o presente xadrez, de paulo hartung:

1)a causa da crise fiscal do estado não está em joaquim levy, mas na política fiscal irresponsável e frouxa de guido mantega e dilma roussef, nos dois últimos anos do primeiro mandato. É difícil combater o desajuste sem políticas contenção fiscal;

2)a correlação positiva paulo hartung-temer como algo arquitetado é forçação de barra retórica, mesmo com seus atenuantes das diferenças entre os dois, que são enormes, apesar de estarem hoje no mesmo partido. Muito antes de imaginar o golpe e assunção de temer, hartung era austero e bom gestor, por mais que seja amigo político de pessoas que você não gosta;

3) o texto de chamada da interessante entrevista com o cientista político local, postado ontem, acabou jogando para o rapaz a pecha de criador da visão de que artung é um laboratório de temer, quando na realidade não é exclusividade do ES o arrocho de salários de servidores e nem do interesse de ninguém sensato e racional que as greves com policiais proliferem país afora, mesmo que seja para piorar o cenário e provocar a queda dos golpistas. O que o cientista mostrou é que, no momento, o que ocorrer de desfeche no ES será decisivo para a proliferação ou não de greves de policiais no país;

3)falta de diálogo e jogo de cena para dividir a PM - na realidade, apesar de duro, hartung abre espaço para interlocutores seus fazerem acenos para a negociação, mas há dificuldade porque o movimento, por ilegal, não tem interlocutores. As mulheres dos PMs dão entrevista que deixam claras a falta de consistência na capacidade de negociar (não abrem mão de 100% de reajuste e da anistia ampla);

4)dizer que as políticas de desenvolvimento do estado de só se preocupam com a atração de investimento, sem medir os custos X benefícios e sem preocupação social com as camadas mais pobres é muito simplório. Seria uma burrice de esquecimento ou equivoco para um sujeito com a inteligência e bom senso de paulo hartung não levar em consideração essas analises em suas “planilhas”. A "maldição do desenvolvimento" ocorre porque não há como um Estado se desenvolver muito, sem que haja um desenvolvimento/crescimento nacional; 

5)teria proteção da globo, mas não da gazeta, sua repetidora local - difícil de imaginar uma situação dessas;

6)diz que venceu o crime organizado, mas agora os assassinatos proliferam - ora, claro! O crime se atenua, mas a todo momento busca formas de voltar. É um constante enxugar de gelo. O cenário é ideal para os criminosos mostrarem suas forças ocultas e ilegais

 

abraços

zé gomes

 

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San

Gazeta isenta??

Ótimo texto Nassif. Com uma correção: a rede Gazeta (jornal e televisão) come na mão do Paulo Hartung. Venha aqui assistir um pouco desta TV pra você ver. Na minha opinião, somente a Record aqui no ES deu uma cobertura um pouco mais neutra (não que tenha sido uma maravilha também). A Gazeta banca o Hartung aqui. Pesquise mais e verá.

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ES, o laboratório do Estado

ES, o laboratório do Estado Minimo e do desmonte dos serviços publicos e da cidadania como uma das consequencias da Destruiçao a Jato proporcionada por Moro e cia em sua ansia de destruir o petê e a democracia

http://cartamaior.com.br/?/Editorial/O-espirito-santo-do-golpe-e-o-infer...

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...spin

 

 

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fernando oliveira

Olha aí o que o povo

Olha aí o que o povo brasileiro hoje merece:

Se uma pessoa te enganar ela merece uma surra, se esta mesma pessoa voltar a te enganar, quem merece a surra é você.

Provérbio Chinês

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Marcos K

Na verdade a Globo não é um

Na verdade a Globo não é um brontossauro, porque não tem cérebro nenhum. Trata-se tão somente de um organismo que obedece aos comandos do Grande Irmão do Norte. O verdadeiro cérebro são os think tanks do Tio Sam.

O que ela está empurrando goela abaixo é uma experiência, qual seja, a do neofeudalismo neoliberal. Nesse paraíso o Estado atuará apenas como concentrador de renda nas mãos dos muito endinheirados. E este dinheiro servirá para tudo comprar, desde o parto dos filhos até o sepultamento suntuoso. O dinheiro será, muito mais do que hoje, a medida de todas as coisas.

Quanto ao resto dos despossuídos? Olha, melhor seria perguntar para um grego o que ele está achando da experiência, já que a Grécia serviu de campo de testes. O ES mostra apenas a versão brasileira da coisa: a volta ao Estado de natureza hobbesiano, dado que em 500 anos a sociedade brasileira pouco se afastou da bárbarie. Só fico imaginando a felicidade das empresas de segurança...

A sociedade aceitará? Aceitará, sim. O Brasil é composto em sua grande maioria por serlvagens ignorantes que só respondem aos estímulos da Globo e nada mais.

Eu de minha parte, pretendo construir um abrigo anti-atômico e me preparar para o pior.

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andre r st

A Globo transformou este pais num grande puteiro

PAULO TADEU: USO DE EQUIPAMENTOS DA PF EM FILME PRIVADO É ILEGAL

 

"Filme milionário feito para achincalhar Lula e o PT usa aviões, helicópteros, armas e uniformes da PF ILEGALMENTE", denuncia o vereador pelo PT da cidade de Poços de Caldas (MG); reportagem da Folha neste domingo diz que os equipamentos foram cedidos pela PF para a realização do filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que levará a história da Lava Jato aos cinemas e tem um investidor secreto

12 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 15:01 // 

Minas 247 - O vereador Paulo Tadeu (PT), de Poços de Caldas, em Minas Gerais, denunciou pelo Twitter que a liberação pela Polícia Federal do uso de equipamentos da corporação para a realização de um filme é ilegal.

"Filme milionário feito para achincalhar Lula e o PT usa aviões, helicópteros, armas e uniformes da PF ILEGALMENTE", denunciou o vereador pelo Twitter.

Reportagem da Folha de S.Paulo neste domingo diz que os equipamentos foram cedidos pela PF para a realização do filme "Polícia Federal - A Lei É para Todos", que levará a história da Lava Jato aos cinemas e tem um investidor secreto. O custo será de R$ 15 milhões.

Em outros tuítes, Paulo Tadeu diz que o "filme da Lava Jato faz uso ilegal de helicópteros da PF, recebeu R$ 15 mi de 'investidor secreto' e só fala do PT", além de críticas ao ator que interpretará o ex-presidente Lula: "terá o ator (e radical de direita) Ary Fontoura como Lula".

Ele chama o episódio de "escândalo" e questiona "onde está a corregedoria da @policiafederal? Isso é malversação de $ público!". "Quem autorizou a PF a emprestar aviões, helicópteros, armas, uniformes e ajudar filme picareta com fundos 'secretos'?", pergunta ainda.


http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/279959/Paulo-Tadeu-uso-de-equipamentos-da-PF-em-filme-privado-%C3%A9-ilegal.htm

 

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