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Xadrez do MPF como ameaça à democracia

Atualizado com esclarecimentos do Ministro Ricardo Lewandowski

Ontem de manhã fiz uma palestra no encontro do Instituto Ethos sob o tema “Operação Lava-Jato: como equacionar a relação entre desenvolvimento econômico e combate à corrupção”. Era para contar com a participação de um membro do Ministério Público Federal (MPF). Nenhum dos convites foi aceito.

O Ethos lançou uma bela carta sobre o tema (http://migre.me/v2nWL), com um conjunto de princípios ideais, entre os quais:

·       Apoiamos o avanço da operação no âmbito dos marcos constitucionais, sem foco partidário, vazamentos seletivos ou qualquer tipo de influência de interesses alheios às suas metas.

·       Ela tem de ser ampla e irrestrita, devendo prosseguir enquanto houver irregularidades a apurar, independentemente de quem atingir, esteja essa pessoa no poder ou não.

·       Hoje, somente 5% dos condenados na Operação Lava-Jato são políticos. Sabemos que há foro privilegiado, mas é necessário obter, de fato, progressos na celeridade e na efetivação dos processos que envolvem a classe política.

A operação que o Ethos apoia seguramente não é a que estamos testemunhando.

Na minha apresentação, procurei demonstrar que essa operação ideal é improvável na conjuntura política atual.

Meu xadrez é o seguinte:

1.    A nova jurisprudência penal, a ampliação do poder de investigação do Ministério Público Federal, inclusive com o acesso a dados internacionais, conferiu poder enorme à corporação.

2.    Não existe superpoder que possa depender exclusivamente dos princípios éticos e valores morais individuais de seus membros. Com a ausência de um sistema de freios e contrapesos, a lógica do MPF será cada vez mais de tentar ampliar o espaço, até bater no muro de um pacto entre os demais poderes.

3.    A ocupação do espaço pelo MPF passou pela parceria com a mídia e pelo apoio da classe média ascendente, com a qual a corporação é mais identificada. O pacto se deu em torno do combate ao inimigo comum, o PT. Sem a figura do inimigo e a prática do direito penal do inimigo, a aliança não se sustenta.

4.    O primeiro uso da força pelo MPF foi na AP 470, que desequilibrou o jogo político do nosso precário presidencialismo de coalizão, empurrando o governo Lula para os braços do PMDB, usando a Petrobras como moeda de troca, conforme se conferiu na delação do ex-senador Delcídio do Amaral.

5.    O segundo movimento foi com a Lava Jato explorando as vulnerabilidades criadas pelo primeiro movimento, e levando à queda do governo.

Portanto, fez-se uma campanha moralista, fundada na luta anticorrupção e o resultado final foi o desmantelamento do sistema partidário e a entrega do comando do país ao grupo político mais suspeito das últimas décadas, que mais cedo ou mais tarde utilizará o poder do qual se viu revestido para para interromper a Lava Jato e enquadrar o MPF.

Ontem, o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) premiou a Lava Jato com destaque do ano. Prova maior de que a miopia política não acometeu apenas os governos Lula e Dilma e o PT. É processo generalizado.

Peça 1 – o processo judicial e a busca da verdade

Primeiro, vamos entender como analisar um procedimento jurídico.

Meu primeiro desafio jornalístico em temas jurídicos foi uma denúncia que fiz contra o então Consultor Geral da República Saulo Ramos, devido a um decreto, logo após o Plano Cruzado, que recriava a indústria de liquidação extrajudicial.

Saulo manobrava conceitos jurídicos, que eu desconhecia.

No meio do debate, consegui uma fonte especialíssima, um Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que me passou uma lição básica para me livrar do jugo do especialista:

- O processo judicial tem que levar à justiça. Analise a realidade e veja o resultado da decisão tomada. Se levar a um resultado injusto, ou a lei é injusta ou a interpretação dela está errada.

Lembro essa história para nos debruçarmos sobre os resultados dessa metodologia do MPF de colheita de provas – explicada em um livro de Deltan Dallagnol muito elogiado - sobre a construção das provas através do levantamento de indícios. Ele leva à verdade e, através dela, à justiça? Ou o excesso de poder desequilibrou o jogo a tal ponto que a lógica do acusador se impõe por si, sem poder ser retificada pelos argumentos da defesa?

A prova do pudim consiste em confrontar essa metodologia com os resultados alcançados. Levou à justiça, ou foi apenas a instrumentalização do combate ao escândalo, para benefício de um grupo político e de uma corporação? Levou ao aprimoramento das instituições ou, pela desorganização da política, à criação de uma realidade pior?

O primeiro passo é entender a conjuntura que levou à consolidação desse novo modelo de operar a lei.

Peça 2- a punição dos chefes das organizações criminosas

Me deparei com essa questão pela primeira vez na cobertura do golpe aplicado no Banco do Comércio e Indústria de São Paulo, o Comind, ainda nos anos 80. Era voz corrente que dificilmente os chefes de golpe seriam apanhados porque não deixavam vestígios, assinaturas, documentos. Simplesmente davam ordens verbais. Havia um nítido desequilíbrio em favor do crime organizado.

Com a expansão internacional do crime organizado, com a captura de muitos Estados nacionais pelo crime, houve mudanças também na jurisprudência sobre o tema, aceitando que um conjunto robusto de indícios poderia ser tratado como prova, mesmo que não houvesse as impressões digitais do chefe no cometimento do crime.

Essa jurisprudência surgiu a partir, principalmente, da luta contra o tráfico de droga e contra o terrorismo. Entende-se, daí, seu caráter draconiano.

Os indícios vão da identificação do comando hierárquico da organização, a provas testemunhais - em geral, de pouco valor nos processos penais. Passaram a ser aceitos também outros instrumentos jurídicos, como o da delação premiada, que veio se somar à quebra de sigilo telefônico, fiscal e bancário.

Flexibilizou-se radicalmente o processo de obtenção de provas. Aí o pêndulo se inverteu completamente e o poder acabou centralizado nos acusadores. E, como tal, sujeito às suas idiossincrasias e preferências políticas e ideológicas.

Para não incorrer em abusos, com enorme poder recebido, havia a necessidade do chamado intérprete da lei ter conhecimento e observância de princípios de direitos humanos aceitos internacionalmente – entre os quais os valores democráticos e a relevância central do voto.

Mas não apenas isso. Não existe instituição cuja idoneidade dependa exclusivamente dos valores individuais de cada membro. O modelo exige os chamados freios e balanços para coibir abusos.

Não é o caso do Brasil. As corporações se apropriaram dos órgãos de controle, que passaram a responder às demandas corporativas.

Nos tribunais de primeira instância, as provas indiciárias se voltam preferencialmente contra os PPPs (preto, pobre e puta). Servem para enviar “mulas” para os presídios, mas não alcançam os chefes do tráfico.

Na área política, em muitos países de democracia precária – como Portugal e Brasil – o modelo agregou o quarto P, de petista ou popular. E aí, introduziu-se no processo democrático um enorme fator de desestabilização, no qual as armas conquistadas pelo MP, pela lógica de poder, são colocadas a serviço de grupos políticos e ideológicos aos quais ele se aliou estrategicamente para ampliar seu poder.

Provavelmente a maior ameaça à democracia, hoje em dia, seja a interferência do Ministério Público e da Justiça no jogo político. O século do Judiciário – na celebração infeliz do Ministro Ricardo Lewandowski – de certo modo é similar às UPPs (Unidades de Policia Pacificadora) nas favelas. A pretexto de coibir o crime, apossam-se de todo o território e criam um poder paralelo muito mais letal.

Peça 3 – o teste da AP 470, o "mensalão"

O "mensalão" foi o primeiro grande processo de impacto político a testar as tais provas indiciárias. A celebérrima frase de Rosa Weber (apud Sérgio Moro) de que "não tenho provas (contra Dirceu) mas a jurisprudência me autoriza a condenar", celebrava o “abre-te Sésamo” do Judiciário para abrir a caverna onde se encontravam as capas de Super Homem, os novos superpoderes que conquistaram.

O que havia – e isso era do conhecimento de qualquer analista político - era o pagamento de despesas de campanha dos pequenos partidos que passaram a fazer parte da base aliada. A acusação defendeu a tese de que havia uma mesada intermitente para garantir a aprovação de leis de interesse do governo.

Mais do que isso, procedeu a enormes malabarismos para casar data de pagamento com aprovação de leis, , inclusive para parlamentares petistas, forçando relações de causalidade inexistentes, da maneira como descrevo no “Xadrez do não temos prova, mas temos convicção” (http://migre.me/v2mmk). Quem acompanhava o jogo político sabia que era uma narrativa falsa. Mas passou.

A maneira como costuraram essa narrativa era da modalidade de “enfiar argumentos na tese a marteladas”.

1.     A história do suposto desvio da Visanet, quando se sabia que o grande financiador de Marcos Valério era o banqueiro Daniel Dantas. A razão era simples. Para caracterizar corrupção, o dinheiro teria que ser proveniente de ente público. Tratava-se o dinheiro de Dantas como privado; e o da Visanet como público (embora não fosse), devido à participação do Banco do Brasil no capital da empresa. Sem a Visanet, portanto, a tese da PGR não se sustentaria. Não só trataram a Visanet como empresa pública, não sendo, como denunciaram um desvio que jamais houve, ignorando laudos de auditorias e da própria Polícia Federal.

2.     A história da ida de políticos do PTB a Portugal com Marcos Valério negociar com a Portugal Telecom a venda da Telemig. Atribuíam ao PT. Eu tinha informações seguríssimas - inclusive após conversas com executivos da Portugal Telecom -, que a ida foi bancada por Daniel Dantas, que ainda mantinha o controle da Telemig e para quem Valério trabalhava.

3.     A inclusão de José Genoíno no inquérito. O alvo era José Dirceu, então Ministro-Chefe da Casa Civil, já que o inquérito nasceu das denúncias de Roberto Jefferson. Mas como pegar Dirceu sem envolver o presidente do PT, José Genoíno? Havia a necessidade desse elo na corrente (http://migre.me/v2smK).

A primeira e a segunda questão beneficiaram diretamente Daniel Dantas.

Como foi possível que um erro desse tamanho passasse pelo filtro da Procuradoria Geral da República, com a AP 470 sendo analisada por diversos procuradores, depois pelo relator, Ministro Joaquim Barbosa e, finalmente, pelo pleno do STF?

Mas passou.

Havia indícios de corrupção na decisão de Antônio Fernando de poupar Daniel Dantas (logo depois aposentou-se e seu escritório ganhou enorme contrato da Brasil Telecom, controlada por Dantas). Mas seria impossível, mesmo para alguém do alto do cargo de PGR, impor uma tese dessas a todo uma equipe, se não houvesse outros ingredientes no jogo.

O endosso às teses de Antônio Fernando foi fruto da grande celebração do MPF, ante a possibilidade de usar pela primeira vez os superpoderes e balançar a República, a possibilidade de impor a narrativa que quisesse, desde que escudada em campanhas massacrantes de mídia. Foi um porre geral. E a mítica da narrativa exigia que se concentrasse no PT todas as acusações de corrupção, transformado na fonte de toda a corrupção. É por ali que se consolidaria a aliança com a mídia e a identificação com os anseios da classe média.

A parceria do MPF com a mídia esvaziou a CPMI de Cachoeira – que estava prestes a convocar Roberto Civita, da Abril. No mesmo período, o processo sobre o “mensalão do PSDB” foi interrompido da maneira mais canhestra possível. O Ministro Ayres Britto deveria relatá-lo em uma sessão do STF. Houve o intervalo, ele saiu para o café, voltou e passou por cima da pauta. Simples, assim, sem nenhuma cobrança da parte acusadora -- justamente o Ministério Público Federal.

Uma das regras básicas do presidencialismo de coalizão é que, quanto mais fraco o governo, maiores as concessões à fisiologia. Ocorreu com o governo FHC, após a maxidesvalorização de 1999; e com o governo Lula, devido à AP 470.

O resultado dessa primeira intervenção do MPF no jogo político foi o seguinte:

1. O abandono da estratégia de Lula de montar uma base com os pequenos partidos e o fechamento do acordo com o PMDB.

2. Com o risco concreto de impeachment, uma dependência cada vez maior do PMDB.

3. Uma arquitetura política que só se sustentaria com economia em crescimento.

O sucesso da economia nos anos seguintes inibiu por algum tempo sua atuação. E a razia promovida pela AP 470 nas lideranças petistas históricas, deixou o partido sem nenhuma capacidade de formulação estratégica.

A última trégua, antes do embate final, foi desperdiçada por Lula, embalado pelos feitos que o deixaram na posição de internacionalmente mais celebrado presidente brasileiro da história.

Dormiu em berço esplêndido. Acordou quando a serpente já dera o bote final.

Peça 4 – os desdobramentos da Lava Jato

É evidente que há problemas estruturais nesse presidencialismo de coalizão e circunstâncias políticas que levaram os partidos aliados e o próprio PT a se lambuzarem. É evidente também que se desperdiçou o momento de enorme popularidade de Lula para se proceder a uma reforma política radical. Não adianta: apenas os problemas que afetam o dia a dia merecem prioridade.

No entanto, em vez de um trabalho isento contra a corrupção, o que se viu da parte do MPF foi uma ação seletiva, com nítido propósito partidário, de consolidação do poder corporação, e uma perseguição implacável a Lula, ao mesmo tempo que se blindavam as principais lideranças da oposição.

Nesse período, a publicidade opressiva alimentada pelo MPF, ajudou a fomentar movimentos de manada instituindo um clima de vale-tudo no país, exacerbando o que de pior existe no imaginário popular: violência, preconceito, caça às bruxas, queda da autoestima nacional.

Os resultados estão aí:

1.     Insegurança jurídica, com a entrada em um período de exceção, na qual nenhuma pessoa que se oponha à Lava Jato ou ao novo governo pode se considerar juridicamente segura.

2.     Insegurança jurídica nos negócios, à medida que qualquer procurador idiossincrático poderá invocar como suspeitos até financiamentos do BNDES. Perdeu-se o referencial, a divisória entre operações legais e as criminosas.

3.     Insegurança política para qualquer governador, já que as tais provas indiciárias podem tentar casar qualquer ato de governo com contribuições de campanha.

4.     Insegurança física, com o país rachado em dois e a montagem de um sistema de repressão, e um liberou geral para as Polícias Militares. Em São Paulo há notícias da P2 (o serviço secreto da PM) monitorando jovens secundaristas que participaram da ocupação das escolas estaduais no ano passado. A tentativa da PFDC (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão) de monitorar a PM foi rechaçada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo Ministro da Justiça sem um posicionamento sequer do PGR em defesa da sua Procuradoria.

5.     Insegurança política, com enorme leque de possibilidades, fruto dos arreglos políticos e dos interesses dos grupos que se apoderaram do poder, nenhum dos quais contemplando eleições diretas. E o país entregue a uma camarilha de políticos suspeitos, com o fim da bazófia do Procurador Geral da República (PGR) de avançar sobre as lideranças políticas que assumiram o poder, deixando-as à vontade para o exercício do arbítrio e dos negócios.

6.     Insegurança social, com a perspectiva de retrocessos em todas as áreas, especialmente saúde e educação, pela imposição dos tais tetos nominais de despesa, tudo feito ao largo do voto popular.

7.     Queima de ativos nacionais, com a venda de empresas e reservas petrolíferas na bacia das almas.

8.     Desmontagem de setores inteiros da economia

9.     Consolidação da ideia de parcialidade do MPF, com as manobras sucessivas para invalidar o depoimento de Léo Pinheiro e livrar Aécio Neves e José Serra.

O MPF importou a tese da supremacia das provas indiciárias e está aplicando. E vai exportar um caso que será analisado por todos os centros especializados no estudo do crime organizado: as vulnerabilidades da tese e o risco que trouxe para a estabilidade democrática em países de democracia não consolidada, como é o caso do Brasil.

Esclarecimento do Ministro Lewandowski
 
O Ministro Ricardo Lewandowski entra em contato para alguns esclarecimentos relevantes.
 
Questiona a inclusão do Judiciário no superdimensionamento do sistema repressor. O Judiciário são milhares de juizes com posições plurais e, muitas vezes, servindo de barragem contra os exageros do aparelho repressor.
 
Reclama da maneira como foi citada sua frase de que "o século 21 é do Judiciário". Em nenhum momento defendeu o Judiciário substituindo a política, muito pelo contrário. Assim como sempre atuou como garantista. A frase ele retirou dos estudos de Norberto Bobbio explicando que o avanço da cidadania faz com que a sociedade evolua dos direitos básicos para os direitos específicos, de minorias. Esse foi o tema de sua tese de doutorado. E esse papel cabe ao Judiciário, como defensor central dos direitos das minorias.
 
Lembra as sucessivas votações no STF (Supremo Tribunal Federal) em favor da lei das cotas, da união homoafetiva e de tantos outros avanços civilizatórios. Ontem mesmo, o STF aprovou a lei responsabilizando o pai biológico pela manutenção de pensão aos filhos criados por terceiros.
 
O Ministro Lewandowski tem razão. Fica aqui, no mesmo texto, os devidos esclarecimentos. E o pedido de desculpa pela interpretação de uma frase sua, fora do contexto
 
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109 comentários

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Como sempre na mosca, Nassif!

Aproveito o ensejo para dizer que acabo de assinar este importante veículo através de renovação automática. Apelo para os demais leitores que façam o mesmo. É o mínimo que podemos fazer por um jornalista que tanto tem contribuído por este país e que não pode ser calado! 

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democracia?

Base fundamental do Estado Democrático é a participação do povo.

No povo reside a essência dos poderes, que os exerce diretamente...

O poder judiciário, que não emana do povo, é o poder maior, é ditador, é absolutista e faz da Democracia que emanou do povo, refém, porque é corrupta. Queria ela estar no lugar dele?

Como pode numa democracia, um promotor, um delegado, um juíz, agirem em nome de um poder respaldado num concurso, numa nomeação, sem a anuência da vontade soberana do povo. Estado democrático, tudo é em nome do povo. Para a democracia, está é a maior corrupção. Tem origem nos outros dois poderes que trocaram a representação do povo pela corrupção das galinhas, panela e roupas de varal que ganham da burguesia, para permitir. Tudo que a burguesia dá, seguramente é tirado do povo.

Nas contradições dos direitos do homem e do cidadão, lá dna Revolução Francesa, está a origem deste caos. 

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tupy

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Sinceramente, não tenho

Sinceramente, não tenho palavras nem talento para explicar o que é, mas algo vai acontecer.

Não é possível que o país caminhe para trás desse jeito. Acredito em alguma mudança de rumo.

Brasileiros Democratas se levantarão para combater o desmonte e a injustiças praticadas no  país.

Tenho convicção e fé.

Se eles podem eu também posso ter.

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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gesiel

o michel Temer eh muito parecido com o charada do batman

O Michel Temer é a cara do Charada do batman. E não digo isso somente pela semelhança fisica atual do Temer com o charada dos games do bataman arkham, ou pela semelhança fisica do Temer na epoca em que era secretario de segurança com o Charada dos gibis do Bataman; mas pelo comportamento dele, sempre inigmatico, que fala uma coisa depois muda, como se tivesse nos dado uma pista e não queresse que desvendassemos.

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Andre W.

Tanta coisa para o

Tanta coisa para o Levandowski contribuir e ele só faz tirar o dele da reta? Mesquinho.

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Por ex. poderiam  dá uma

Por ex. poderiam  dá uma trava no Cunha, antes dele provocar todo esse merdelê.

Para mim no STF não sobra ninguém.

Poderia um avião cair no Congresso, no STF e em Curitiba, como no caso da torres gêmeas.

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Estou de saco cheio por tudo que vem acontecendo no país, e nós democratas, não fazemos nada.

Eu inclusive. Parece que estamos todos anestesiados, que fomos dopados. Mas essa lombra vai passar e vamos acordar.

Eu creio !!!

gAS

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Frederico Sotero

O TABULEIRO QUE O NASSIF NÃO ANALISA FICA DEBAIXO DA MESA

Nassif desconstrua minha argumentação se puder!

O que você não enxerga, ou não pode reconhecer por ser beneficiário do lulismo, é que não existem mocinhos na guerra burocrática-pseudodemocrática-midiática-capitalista, pois só bandidos participam desde jogo sujo, enquanto as pessoas “comuns” trabalham como escravos para pagar a conta da corte formada por banqueiros, especuladores, empreiteiros, sonegadores, traficantes e barões da mídia associados a políticos e juízes. Neste jogo é matar (controlar o dinheiro e o poder para ter tudo) ou morrer (ser pessoa “comum” escrava do sistema sem direito a nada mais que o bolsa esmola e dever de entregar 60% da renda na forma de impostos regressivos sobre o consumo e taxa de juros embutida em todos os produtos e serviços)! O Nassif não pode reconhecer que o petismo foi povo até perceber, em 2002, que só chegaria ao poder sem o financiamento dos banqueiros que compraria o apoio dos políticos tradicionais descontentes com o tucanato, bem como a mídia e seus profissionais (marqueteiros, jornalistas, etc).

 

A mudança de lado foi materializada com a “carta aos brasileiros” (leia-se banqueiros e políticos), que sinalizou que os “contratos” seriam respeitados (manter o “direito” dos banqueiros cobrar a maior taxa de juros do mundo e, ainda, emitir o dinheiro eletrônico que só existe nos extratos bancários, que hoje representa 97% do dinheiro que circula na economia, bem como manter o “direito” dos políticos assaltarem os cofres públicos por meio de empreiteiros, sonegadores, subsídios, crime organizado etc.).

 

Portanto, neste jogo sujo primeiro o PT deu um golpe na classe média (que foi trocada pelo povão dos grotões e periferias que até então votavam nos coronéis, mas passaram a receber as bolsas migalhas que os tucanos não davam) e depois o PT recebeu golpe da própria quadrilha (base aliada chefiada pelo Temer) na forma de “impeachment”. Mas o Nassif tem razão quando reclama que só os políticos ex-sindicalistas amadores (dinheiro na cueca, Land Rover, sítio na periferia, tríplex em praia nacional) sofrem os rigores da lei. Por outro lado, não posso acreditar que um jornalista honesto escreveria que “a maior ameaça à democracia, hoje em dia, seja a interferência do Ministério Público e da Justiça no jogo político”, pois não existe democracia pelo simples fato dos políticos serem meros atores eleitos exclusivamente por disporem do dinheiro dos banqueiros e bandidos associados! Pode provar que eu estou errado?

 

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Junior Sertanejo

Relembrando Joel,tão sumido

Relembrando Joel,tão sumido em tempos de FORA TEMER."Um cabra não pode ser mais safado porque eu não quero,do que esse Senador Pastor do Espírito Santo,Magno Malta.Honra o sobrenome que tem.Um capadócio de especie ainda não identificada".

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Junior Sertanejo

O Caso Eu Conto Como o Caso

O Caso Eu Conto Como o Caso Eu Vi.O Pôquer.Lauro Gurgel,o Gruja,já foi aqui apresentado,em parte,não totalmente.Cearense de Jaguaruana,no Vale do Ico,comunista de quatro costados e hum de reserva,foi o maior amigo que Papai teve nesta e na outra  na vida.Viajante da Cia.Matarazzo de Tecidos,fazia todo interior da Bahia,Sergipe,Piauí,no volante de um Jeep Willys,vendendo tecidos.Era compadre de Papai de mão dupla.Papai e Mamãe eram padrinhos do quarto filho dele,George Gurgel,geólogo,formado na União Soviética,e o acima assinado,afilhado dele.Eram como irmãos.Gruja dizia ser Papai o irmão que ele nao teve,Papai a dizer que Gruja era mais um dos seis que já tinha.Fazia todo sertão baiano na sua rota,inclusive a região onde residíamos,na epoca um feudo político comandado pela família Lopes.Quando Gruja chegava para fazer a região,hospedava-se lá em casa para alegria de todos nós.Ja conhecido na região mais que fuxico ruim,chegou para mais uma vez para fazer a região.Corria o comércio depois ia lá para casa.Cumprimentos de praxe,meu compadre para cá,minha comadre para lá,Gruja ou seu Lauropara muitos estava de volta.Depois do jantar abordou Papai.Meu cumpadre,encontrei-me hoje na rua com Dr.Mario,mandou um abraço para você e mandou eu aparecer na casa dele para um poquerzinho.Dr.Mario Dourado Sobrinho,médico humanista,padrinho de Papai,viciado em jogo.Vixe meu compadre,nem me fale.Meu padrinho padece desse mal,esse diabo de jogo.Coisa de desocupado,de quem não tem o que fazer.Vou lhe avisando,compadre,esqueça isso,só têm ratos.Gruja,rebateu,bobagem compadre,só para matar o tempo.Papai foi para seu Colégio ministrar suas aulas,Gurgel tomou o rumo da casa do Dr.Mario.Chegou cumprimentou todos,tomou seu lugar na mesa.Fazia parte do grupo Ozemar Soldado,Capitao da Polícia Militar,primo carnal de Mamãe,ganhou o sobrenome de Soldado porque perdeu um olho limpando a arma,ainda como soldado.Ozemar no jogo dava no em pingo de éter,inclusive utilizava-se de métodos nada republicandos.Dr.Mario teria encerrado a jogatina pelas travessuras de Ozemar,mas isso é outra história.Gurgel sentou-se à mesa com ares de Capitalista Soteropolitano,coisa que ele nunca foi.Cartas distribuidas,sai um,sai outro,Gurgel fica com Ozemar testa a testa.Gurgel deu ordem.Com limite ou sem limites.Ozemar respondeu.O senhor é quem sabe.Gurgel suas tantas e mais tantas.Ozemar ladrao fichado,EU VEJO.Gurgel não tinha nada,nem as cartas mostrou.Na segunda rodada,a mesma coisa.Gurgel suas tantas e mais tantas.Ozemar calmamente:EU VEJO.Terceira,quarta,quinta,Ozemar:EU VEJO.Moral da história,Ozemar raspou Gurgel.Gruja levantou-se,deu a ordem.Para mim chega..Deu boa noite,parou na porta soltou a pérola.Ozemar,se você continuar vendo desse jeito vai perder o outro olho.Gurgel sumiu da região.Voltou tempos depois.Por coincidência,encontrou Papai de terno sem gravata.Meu compadre,sumiu,onde se meteu?No mundo,labutando,pelezajando,repondeu Gruja.Compadre,disse Papai,tome um banho rápido,vamos ao enterro do Dr.Mario,faleceu,vamos ao enterro dele.Gruja rebateu de pronto:Meu compadre,me desculpe,cheguei morto de cansado,estou com uma sinusite lascada .Entrou porta adentro.Papai já sabia dê tudo,virou-se para Mamãe e comentou baixinho,eu disse a ele que não fosse.A piza foi tão grande que Gruja nem no enterro de Dr.Mario teve coragem de ir.

 

 

 

 

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Junior Sertanejo

Diferente de Nassif,

Diferente de Nassif, considero  a hipotese de editar um livro,tendo como base os meus escritos feitos aqui.Para o seu lancamento,convidarei e manderei as passagens para toda familia Nassif,em especial a Da.Lourdes Nassif.Nunca encontrei ninguem igual a ela nesse mundo conturbado da globosfera suja,limpa ou mal lavada.Os cadastrados,salvo honrosas execcoes,nao deverao participar.Em Salvador sao poucos os que batem bumbo. 

 

 

 

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Junior Sertanejo

Mais uma vez,peço desculpas

Mais uma vez,peço desculpas por um o outro erro,uma pontuação não ou mal colocada,escrevo de improviso.A propósito uma senhora abelhuda,me parece,uma cadastrada,interferiu em conversa minha com Nassif a dizer que a não colocação de vírgulas era vantajoso por isso,aquilo,aquilo outro.Devia ter ficado calada.Papai mestre que era em muitas coisas,especialmente na língua portuguesa,dizia-me que a colocação ou não de uma vírgula,pode mudar todo sentido da frase,até de um texto.Desculpas mesmo quero pedir,por ter escrito 36 linhas.Rede Social não comporta mais que 30 linhas,ao meu entendimento.Aos que me acompanham e gostam e a minoria que nao gostam,sou obrigado a dar uma pausa forcada.Levarei o IPad para revisao.Comentarios so segunda feira do meu computador de trabalho.

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Francisco Santosa

Ministro Lewandowsky

Esses atos citados pelo ministro são pingos de gota de justiça num oceano de barbáries 

 

 

 

 

 

 

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Felipe Martins

Não tenho provas...

Não tenho provas, mas tenho convicção que a Lava-jato não é uma operação de combate à corrupção, e sim de combate ao PT. Ou se investiga e se julga imparcialmente todos os suspeitos, ou estamos diante de uma farsa jurídica, com perseguição política e grave atentado à democracia. Se continuar parcial, a OLJ legitimará ainda mais a corrupção e o poder das velhas oligarquias que há muito tempo controlam o Estado em concluio com a plutocracia.

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A condição vital para a

A condição vital para a sociedade ter algum valor surgiu com o governo Lula, quando as relações de produção existentes puderam ser geradas no seio do país; e, gradativamente, se estendia a consciência de que a classe trabalhadora originava uma nova sociedade - na medida que toda propriedade, em varias frações, por fim, é transformada em capital industrial ou comercial, lançando um claro antagonismo destrutivo contra a velha política econômica.

Já indiquei várias vezes que a projeção dos trabalhadores "nos valores da sociedade" se encontram predestinados a condição dos bancos e dos especuladores estrangeiros, e, portanto, estes têm que travar uma batalha comum no governo, em relação a alcançar o domínio desta classe, de tal modo que fiquem submetidos a eles toda alteração geral da produção.

Ao meu modo de ver, estamos assistindo a uma abolição de todas as ordens do estado de direito desta classe revolucionária, inclusive nas escolas, para que nunca mais exista um domínio político dos trabalhadores que seja simultaneamente social; no qual a ordem das coisas, ou a espécie de ideias filosóficas no ensino médio, possa expulsar o fardo do capitalismo que está sobre os ombros de cada um dos brasileiros.

 

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Uma ideia ou intuição dita de modo próprio pode servir de via de acesso em direção a percepção metafísica do ser e o quanto no universo ele é capaz de constituir por si mesmo para tal transcendência existencial.

imagem de Pedro Augusto
Pedro Augusto

Assista ao vídeo:   “BOMBA!!!

Assista ao vídeo:

 

“BOMBA!!! Lula confessa crimes em entrevista exclusiva ao SBT!”

 

“Atenção: ESTE VÍDEO É UMA MONTAGEM DE CARÁTER HUMORÍSTICO E NÃO

REFLETE A REAL OPINIÃO E MANIFESTAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LUIS INÁCIO

LULA DA SILVA.”

 

Yira, Yira

 

http://mundovelhomundonovo.blogspot.com.br/2016/09/yira-yira.html

 

 

  

 

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Nunca achei que a frase do

Nunca achei que a frase do Lewandowski tivesse sentido diverso daquele que ele explicitou no seu esclarecimento. Apenas creio que, como a frase é muito genérica, no clima geral em que vivemos hoje ela pode ser facilmente interpretada de forma diversa, como uma declaração de hegemonia do Judiciário frente aos outros poderes.

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Luiz Pinheiro

Brilhante artigo, Luís

Brilhante artigo, Luís Nassif. Mas há um problema em seu blog pois está muito lento. É possível até que esteja sob ataque. Ontem não consegui abrir esse artigo e hoje continua bastante lento.

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  A fase *'boca de urna' da

 

A fase *'boca de urna' da Operação 'FARSA a Jato' *segundo o eterno e honrado presidente Luiz Inácio Lula da Silva

E o 'Judi$$$iário' 'braZ$&leiro' literalmente 'desMOROlizado'!

http://www.ocafezinho.com/wp-content/uploads/2016/09/moro-e-doria.jpg

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  Ainda sobre a má-fé dos

 

Ainda sobre a má-fé dos monstros fascistas

… E OS MONSTROS TÍTERES DAS EMISSORAS DE RÁDIO ESTÃO SE DELEITANDO NAS VIGARICES ELEITORAIS!

Aqui em Feira de Santana, logo após a monstruosidade perpetrada pela ‘PORCA-tarefa’, um sujeito que se imagina o Robert(o) Marín(ho) do Sertão fez um comentário vomitando mais ou menos as seguintes merdas:
“Depois da prisão do Guido Mantega, cada vez mais se fecha o cerco ao PT! E também é preocupante para o Partido devido à proximidade com o horário eleitoral! Mas, é assim mesmo:
todo dia com a sua agonia!
Mas vale a pena:
é o esforço para se passar o Brasil a limpo!”

O sujeito é um dos todos ‘jabazeiros’ da medíocre e sabuja “imprensa” da cidade!
Apoiador do grupo do ‘prefeitim’ que pretende reeleger-se para ficar 20 anos no poder até 2020!
E depois por mais décadas e décadas de mediocridades administrativas, nepotismo, clientelismo, fisiologismo, e fiquemos por aqui, “vocês sabem do que se trata”.
O ‘prefeitim’ do DEMo; o candidato a ‘vice-prefeitim’, do PMDBosta – e aliadíssimo ao ‘porco falante CORRUPTO Geddel’ da ‘dupla’ nazigolpsita ‘TEMer-CU(nha)’!

A nossa selva da barbárie da contemporânea pré-Idade Média da IMUNDA Casa Grande delinquente &$ festiva!

 

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As emissoras de rádio dos monstrinhos de Feira de Santana, Bahia:

Rádio Sociedade AM 970 e Princesa FM 96.9!
E o(a) leitor(a) quando pensa que a desgraça é pouca, tem mais:
As duas INFAMES E PERNICIOSAS emissoras de rádio são – apenas e tão somente – duas das muitas organizações (sic) que compõem a tal ‘Rede [de Frades (!)] Capuchinhos de Comunicação’!
Rede de emissoras de rádio que se diz, pasme de novo, “católica”!
Só se for “católica” da igrejadoCU(nha).com!

São alguns exemplos do que foi feito com as Concessões Públicas de radiodifusão neste país em frangalhos!

EM TEMPOS NAZIGOLPISTAS:
para que mesmo a ‘Lei dos Meios’?

 

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... Ah se no Brasil existisse Ministério das Comunicações!
E a Lei de Segurança Nacional estivesse em vigor!

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Excelente texto, Nassif.

Excelente texto, Nassif. Repõe no lugar alguns pontos importantes, como o processo do mensalão, ainda obscuro em certos pontos e totalmente incompreendido por 90% dos brasileiros; o crescendo do MPU, sobretudo a atuação ideologica dos procuradores e promotores no MPF e a participação do STF no conjunto da obra do golpe de estado de 2016.

A questão da participação da imprensa também é importante. Acho que merece um xadrez a posição do grupo Globo, dos irmãos Marinho (lavagem de dinheiro, sonegação, casa de Paraty, Mosssack & Foncesa etc) e do alto escalão da Globo na forma sectaria cuja a qual esse grupo financiou e apoiou o golpe. Repetindo os mesmos erros do golpe militar de 64. Por que sera que apostaram tanto?

Vejo com tristeza, em SP, que Fernando Haddad enfrenta muitas dificuldades para sua reeleição. E portanto, pela logica, deveria ser reeleito no primeiro turno. A operação com o ridiculo nome Arquivo X, tendo como ponta de lança a prisão do ex-ministro Guido Mantega em SP afeta diretamente a campanha de Haddad. Não ha inocentes nesse jogo.

Enfim, fica a sensação de que para reverter todo esse quadro, sera um trabalho que tomara ainda algumas décadas no nosso Pais. Precisamos sim de uma nova geração melhor formada, melhor informada, com capacidade analitica e com valores mais progressistas e com o olhar voltado para seu desenvolvimento, que passa por uma politica muito mais transparente e nova.

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bonobo de oliveira, severino

Análise brilhante do cenário (O Xadrez).

Cara Maria Luisa. Eu gostaria muito de poder acreditar que apenas 90% da população não tem a menor condição de compreender esse quadro que o brilhante Nassif pinta com grande clareza e precisão. A minha impressão é que essa parcela de atordoados e hipnotizados pelo ilusionismo da GLOBO/Mossack-Fonseca beria, se não passa, cerca de 99% da população. incluída aí a militância prograssista mais apaixonada.O efeito deletério da parceria entre a GLOBO/Mossack-Fonseca e as ORCRIM (Organizações Criminosas, segundo um amigo internauta) instaladas no sistema judiciário, que jogam em tabelinha para produzir e multiplicar falsas acusações contra o PT é devastador, sobre uma população majoritariamente mau educada e mau formada. O caso da situação absolutamente injusta do Haddad na disputa à sua reeleição é típico dessa devastação avassaladora causada na capacidade de análise e reflexão da população. Trata-se de uma excelente administração que é vista como ruím e péssima por expressiva parcela da população porque, por mais que se faça, programe e realize, a despeito das adversidades do cenário, tudo é pintado com cores negativas pela "força tarefa" de reporqueiros escalados 24 horas por dia para falar mal e deformar tudo que se refere à competente administração da Capital do Tucanistão. O mesmo que se praticou contra a administração federal do PT que, só não naufragou antes, porque durante um certo tempo tinha à frente um extraordiário Estadista comunicador que lograva ser capaz de confrontar e mitigar o massacre esmagador do sistema de manipulação e distorção de realidades operado pelo oligopólio midiático liderado pela GLOBO/Mossack-Fonseca.

O plano de destruição do projeto de Brasil emergente desenhado na última década, urdido lá fora e implantado aqui, a partir de 2012, é tão genial que permite aos construtores do desastre exercitar a elaboração de uma realidade publicada segundo a qual o Governo que eles derrubaram é o responsável pelas causas da destruição que eles mesmos promoveram. Com todos os meios de comunicação à disposição para a construção dessa versão fantástica dos fatos, é uma tarefa titânica tentar argumentar sobre a realidade das sequências de manobras que desaguaram na formação do desastre ferroviário que assistimos. Eh aparentemente e será estudado como um caso de sucesso de aplicação da chamada "Doutrina do Choque" explicada pela Dra. Naomi Klein.

https://www.youtube.com/watch?v=Y4p6MvwpUeo

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josias

Nossa Justiça

Bem, o PT está no apagar das luzes; o nosso judiciario tá ciente disso? e que agora falta pouco pro judiciario  ter que esquecer o PT que usa pra acusar e responsabilizar pra tudo; esse novo judiciario "poderoso" vai consseguir lidar com esses procuradores "inteligentissimos" que estão sendo usados por serem tão faceis de manipular; " e agora Zé? acabou LULA,Dilma,PT". Como prosseguir com a altivez de Supe-Homem do Moro pra dar palestra nos EUA. Ele vai virar cachorrinho e voltar pra casinha com o rabo quente e entre as pernas, por que os GOLPISTAS e CORRUPITOS que temos não vai  submeter a esse judiciario que é forte só pra combater os 04 PPPPs.

 

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Ricardo S

Lewandowski "reclama da

Lewandowski "reclama da maneira como foi citada sua frase de que "o século 21 é do Judiciário" ...Fica aqui, no mesmo texto, os devidos esclarecimentos. E o pedido de desculpa pela interpretação de uma frase sua, fora do contexto".

Como fora de contexto? O contexto hoje é que estamos em um país que acaba de sofrer um golpe de estado, com a complacência e conivência do judiciário e cujo stf tem dado respaldo às arbitrariedades e seletividades partidárias da lava jato.

 

... "esse papel cabe ao Judiciário, como defensor central dos direitos das minorias."

Estaria ele se referindo às minorias de eleitores da oposição, que perderam nas urnas para o PT, mas que tem no judiciário um "defensor de direitos" - de derrotados imporem seu programa privatista e entreguista ?

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j.marcelo

Nassif o site tá muito lento

Nassif o site tá muito lento e várias vezes quando
acesso dá "estamos em manutenção" se mudou o
provedor,ele tá uma caca!!

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Consíraçao contra a Segurança Nacional

Lava Jato é uma conspiração para fraudar as eleições.

O objetivo é impedir, por meios ilícitos, que o candidato favorito concorra ao pleito.

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Junior Sertanejo

Como um Governo com todo um

Como um Governo com todo um aparato de informações que é obrigado a ter,por dever legal,não conseguiu sequer imaginar,os porões fetidos,essa escumalha,podridão a não mais poder,dessa maldita Operação Lava a Jato."Presidenta,a senhora será lembrada pelo seu republicanismo de deixar apurar tudo,de forma transparente e sóbria,sem interferencias de qualquer natureza,dos destinos da Operação Lava a Jato.Ela vai limpar o Brasil.Será seu legado".Eu não consigo acreditar que um Ministro da Justiça transmita uma informação capadócia dessa natureza a uma Presidenta da Republica,que a aceita sem nenhum questionamento maior.Eu vou morrer,por obvio.Mas até o dia do meu julgamento final,não consiguirei entender o nivel de imbecilização que chegou um governo.É inacreditavel,incompreensivel,e acima de tudo inaceitavel.Pelo menos para mim,que nem cadastrado sou.

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Lewandovski deveria

Lewandovski deveria esclarecer o questionamento da frase abaixo:

 

"Acompanhando as falas de Gilmar Mendes,sobre seus pares,chego a seguinte conclusão:Como tem covardes no STF,apanham na cara e ficam quietos."

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Junior Sertanejo

Respondo a Paulo

Respondo a Paulo Cezar,22/09/2016 - 15:35.Não tão covardes assim,como nósoutros pensamos meu caro.Se você seguir religiosamente as pegadas do golpe,poderá encontrar explicações para muita coisa.É que as vezes o remorso se manifesta.Agora, saber mesmo o que se passou e passa nas labaredas do Inferno de Dilma,ou de Dante,como queira,vai demorar um pouco.Mesmo se invocarmos o espirito de Dante Alighieri,consiguiremos saber alguma coisa.

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sergio a b

MPF

Caro  Nassif

teu xadrez  é um primor . Obrigado.  A poderação do Ministro, Para mim, espantosamente irrelevante  frente agracvidade do teu texto. Se  eles naão defendem a Constituição e deixam  loucos exatrpolarem seus limites  de atuação, nossa democracia e nosso  país acabaram.

Duas pergunta  apenas.

1. quanto custará a  mais para o Estado brasileiro  ter um fornecedor ? quem se arriscará a estabelecer  vinculos de prestaçaõ de serviços sabendo que no futiro poderá haver tortura para obtençaõ de delações e condenações sem provas?

2. Na semana passada  vandalos quebraram vidros de agencias BB  aquei em Porto  Alegre. Apesar da selvageria achei muito  menos grave  o crime dos vandalos do que  o crime dos togados.

 

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Bruno Cabral

Ao Ministro faltou esclarecer por que ...

... O judiciário se atem tanto a forma e não ao mérito.

Por isso o impeachment sem crime

Por isso algum ministro engaveta um processo por anos e os outros não fazem nada

Vergonha, ministro, vergonha

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Acelino Carvalho

Caro Nassif,   Sobre os

Caro Nassif,

 

Sobre os "Esclarecimento do Ministro Lewandowski" existem reparos a serem feitos:

 

"O Judiciário são milhares de juizes com posições plurais e, muitas vezes, servindo de barragem contra os exageros do aparelho repressor".

 

Com o devido e merecido respeito ao grande Ministro Lewandowiski, as posições plurais dos juízes só podem referir-se às convicções políticas pessoais de cada um, nunca a sua função como magistrados, julgadores na qual estão estritamente vinculados à Constituição e à lei. Quanto a servirem de barragem "contra os exageros do aparelho opressor", isso não poderá ocorrer "muitas vezes", mas deverá ocorrer sempre. Ou é assim ou paremos de falar que somos um Estado de Direito. 

 

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estrela vermelha

O projeto de anistia do caxia

O projeto de anistia do caxia 2 foi parte de um acordo entre MPF, procuradores de Curitiba, Moro e STF e golpistas. Estes derrubaram Dilma, permitindo "caça" a Lula e ao PT em troca de anistia ao uso de caixa 2. 

Por isso, nenhum político de outro partido é preso ou seriamente investigado. Nem Cunha

Aliás, Cunha só virou réu, por obra e graça do Min Público da SUIÇA. 

Não tenho provas, mas a mais ABSOLUTA CONVICÇÃO

 

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Junior Sertanejo

Quer dizer então que o

Quer dizer então que o Ministro Ricardo Lewandosviski resolveu ser mais um participante e fiscal da blogosfera suja.Tem gente adorando.Não é meu caso.Preferiria que assumisse por inteiro,vamos por assim dizer,ou para ser mais claro,um Gilmar Mendes com sinais completamente e totalmente trocados.Tenho para mim,e meus tristes botões,que difiilmente teriamos o golpe.Agora a Inês é morta.Nós brasileiros só fechamos a porta depois de roubados,as vezes deixamos entreaberta.Como temos memoria curta,para acabar de lascar com tudo.

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Junior Sertanejo

Com todo respeito que tenho a

Com todo respeito que tenho a Luis Nassif,mas infelizmente o seu Xadrez de hoje, foi ofuscado pela nova fase da  Operação Lava Jato,que envolveu o ex Ministro Guido Mantega.Não lhe tira o brilho,verdade,mas ele enxerga Democracia onde não há mais.Discorro sim,sobre a condição da barbárie que nos governa.Está tudo lá,no comentario  que fiz sobre essa vergonha que foi a prisão do ex Ministro Guido Mantega,no post que trata sobre o assunto.

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Análise excelente.Luis

Análise excelente.Luis Nassif, quanto à crise econômica, gostaria que você comentasse um pouco mais. COMO e QUANTO o "mensalão" e  o "lava jato" contribuíram para crise econômica?Só as empresas nacionais foram afetadas?E, principalmente, a perda de 1,5 milhão de empregos formais em 2015. Obrigado.

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WELINTON NAVEIRA E SILVA

O terrorista clima que tomou conta do Brasil

...”O Ethos lançou uma bela carta sobre o tema (http://migre.me/v2nWL), com um conjunto de princípios ideais, entre os quais:

·       Apoiamos o avanço da operação no âmbito dos marcos constitucionais, sem foco partidário, vazamentos seletivos ou qualquer tipo de influência de interesses alheios às suas metas.

·       Ela tem de ser ampla e irrestrita, devendo prosseguir enquanto houver irregularidades a apurar, independentemente de quem atingir, esteja essa pessoa no poder ou não.

·       Hoje, somente 5% dos condenados na Operação Lava-Jato são políticos. Sabemos que há foro privilegiado, mas é necessário obter, de fato, progressos na celeridade e na efetivação dos processos que envolvem a classe política.

A operação que o Ethos apoia seguramente não é a que estamos testemunhando.”...

....“Portanto, fez-se uma campanha moralista, fundada na luta anticorrupção e o resultado final foi o desmantelamento do sistema partidário e a entrega do comando do país ao grupo político mais suspeito das últimas décadas, que mais cedo ou mais tarde utilizará o poder do qual se viu revestido para interromper a Lava Jato e enquadrar o MPF.”....

Desde os tempos do “Mensalão” que os golpistas continuam mantendo a mesma imoral truculenta tática junto com a grande mídia “livre”. Impunemente, prosseguem usando de farto cinismo e deturpações, ao arrepio da lei, muitas das vezes, propositalmente focada tentando neutralizar, desmoralizar, aterrorizar, excluir e ou destruir a reputação de importantes personagens e de políticos. Tudo isso, escancaradamente muito bem visto na selvagem perseguição à Lula/PT. Até quando?

 

 

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Xadrez do MPF como ameaça à democracia

o lugar de Lula é na cadeia!

num país que tem um Judiciário e um MPF que tornam intocáveis Gilmar Mendes, Cunha, Temer, Daniel Dantas, Aécio, Renan, Moreira Franco e todos os demais associados da organização criminosa que deu um golpe de Estado, neste país o lugar de Lula é sim na cadeia!

neste Brasil pós golpe, o lugar de cada democrata é na cadeia! o lugar de cada defensor de um projeto de desenvolvimento com inclusão social é na cadeia!

e a única maneira de Lula, e de todos nós, não irmos parar no lugar que nos cabe num país dominado por uma elite colonial e escravagistas é não parar de ocupar as ruas

finalmente, até por uma questão da força inexorável dos fatos em curso, Lula compreendeu que seu lugar é junto com os poderes do povo. é retornar às suas raízes: o Nordeste, onde está a grande base social atual do PT.

Dilma toma um banho de Rio de Janeiro, pedala na orla e se encontra com uma multidão na Cinelândia. Lula irá a Bangu, pela campanha de Jandira.

antes tarde do que nunca, o lulismo parece enfim convencido que nenhum acordo será possível. nenhuma pax lulista será reeditada.

ou a prisão ou as ruas.

do incêndio ateado, as chamas se propagaram. já não conseguem controlá-las. agora serão  as labaredas da luta de classes que incendiarão o país.

p.s.: mais ainda é pouco! num governo ilegítimo, todos os seus contratos são ilegítimos. é preciso firmar um compromisso público, de toda a Esquerda e de todo o campo progressista, que todos, absolutamente todos, os contratos firmados pelo governo usurpador são ilegítimos. portanto, não serão cumpridos. serão sumariamente rasgados. querem privatizar? privatizem. tudo será imediatamente revogado quando retornarmos ao governo. e não apenas os vendedores, como os que se beneficiam da expropriação do patrimônio público, serão criminalmente responsabilizados.

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JoaoMineirim

Curitiba não deve ter sido

Curitiba não deve ter sido escolhida por acaso para centralizar essa operação. Com certeza não atacariam o Lula em nenhuma capital do nordeste, para evitar protestos da população na porta destes lugares: PF, MPF e 13ª Vara.

 

 

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Junior Sertanejo

Respondo a

Respondo a JoaoMineirim,22/09/2016- 11:15.Obvio que não meu caro.Sem essa de consiperação,chifre em cabeça de cavalo,ou historias da mula manca.Uma Operação dessa envergadura,foi pensada nos seus minimos detalhes.Não seria um bunda suja como Moro a esgrima-la.Por ser um tosco,funciona como mero despiste.Ela veio de fora para dentro.Tem um verdadeiro aparato metido nela.É só o amigo seguir as pegadas do golpe.

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Roberto S

aparelhagem da maquina publica

A aparelhagem das instituições publicas pelas elites já era forte a ponto de dizermos que o poder paralelo éra o proprio governo. Com estes 13 anos procurou-se estabelecer os contrapontos para que as proporias instituições fossem gradativamente desaparelhadas e purgadas do ranço da republica velha. 

O que de fato ocorreu é que não imaginavamos que o proprio conceito de nação estava aparelhado, tornando nossa classe média refem do discurso facista. E a consequencia está ai: agora, alem de aparelhados, as instituições mais fortes tornaram a ação do poder paralelo mais eficaz a ponto de usarem sem freito a receita de usar indicios como provas.

Nassif, aqui em casa chamamos este jogo de cachanga e agora eles conseguiram a cachanga real.

Obrigado por mais esta analise fantastica!. Só não assino o GGN pois estou desempregado e o pouco dinheiro esta a ser usado para a sobrevivencia mas assim que puder, foi assinar com orgulho!

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João de Paiva

Esta análise deve estar no livro e motivar a escrita de outro.

Prezado Luís Nassif, prezados leitores.

Esta excelente crônica, da série "O xadrez..., deve ser uma das selecionadas para o livro que sugeri ao Nassif lançar.

Mais do que estar num livro ao lado de outras crônicas, tenho a percepção de que há necessidade de que seja lançado um livro, contando a real história da farsa do "mensalão do PT", as principais manobras e decisões políticas, ações do MP, da PF, do PJ e do PIG/PPV desde então, abrangendo depois as chamadas "jornadas de junho de 2013", culminando com a Fraude a Jato, o golpe de 2016, e a implantação do Estado Nazifascista, que é a realidade atual. Sugiro que esse livro seja escrito em parceria com historiadores, cientista sociais, um cientista políticos e que sejam ouvidas personalidades importantes, como José Dirceu, José Genoíno, Lula, Eugênio Aragão, Cláudio Fonteles e, claro, jornalistas e analistas políticos, como Jânio de Freitas.

O jornalista Paulo Moreira Leite escreveu sobre o chamado "mensalão do PT" e sobre a "Fraude a Jato", mas as análises apresentadas são incompletas, ou seja, elas são um conjunto de artigos escritos pelo jornalista, organizados e encadernados num livro. O que sugiro é diferente, de modo que o leitor possa ter uma visão não apenas de duas tentativas de golpe de golpe de Estado e da apropriação o poder político pelas oligarquias plutocráticas, mas uma obra que permita ao leitor-estudante ter uma visão ampliada dos acontecimentos decisivos não só para a política, mas para áreas fundamentais e estratégicas para o futuro e desenvolvimento soberano do País (Educação, Saúde, Defesa, Setor Energético- sobretudo do petróleo, Aero-espacial, etc.)

 

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Respondo a João de

Respondo a João de Paiva,22/09/2016 - 10:44.Quanto a Nassif lançar hum livro sobre os bons textos produzidos pelo "Xadrez",eu e meus desconfiados botões temos serias duvidas,não sem razão.Não seria por esse texto,disso tenho certeza.Outra.O Caso de Veja,onde matou no peito à moda Luiz Fux,ele descartou livro,o que me leva a crer, a mim e meus ansiosos botões,ainda não será desta vez,que botará as maõs na massa.

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Respondo a João de Paiva,22/09/2016 - 10:44.Quanto a Nassif lançar hum livro sobre os bons textos produzidos pelo "Xadrez",eu e meus desconfiados botões temos serias duvidas,não sem razão.Não seria por esse texto,disso tenho certeza.Outra.O Caso de Veja,onde matou no peito à moda Luiz Fux,ele descartou livro,o que me leva a crer, a mim e meus ansiosos botões,ainda não será desta vez,que botará as maõs na massa.

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Acesso a dados internacionais, depende de quem não vem ao caso

"A nova jurisprudência penal, a ampliação do poder de investigação do Ministério Público Federal, inclusive com o acesso a dados internacionais, conferiu poder enorme à corporação" pouco resolve se o MP dtiver espírito partidarizado. Se lembram das provas lá da Suiça contra tucanos em SP ou de valores que queriam devolver para o Brasil de corrupções da direita e até a PF não se mexeu e acabou em nada?

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O Nassif dá a entender que 

O Nassif dá a entender que  toda esta desgraça só está ocorrendo pela falta de determinação do Lula, que desperdiçou a enorme popularidade em tempos de bonança econômica e evitou tomar medidas econômicas, administrativas e políticas.

E tem gente inocente que acha que Dilma poderia ter puxado as rédeas do comando.....

 

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CBarros

O Quarto P

O xadrez do quarto P é uma verdade absoluta. Hoje mesmo prenderam o ex ministro Mantega do PT. Sempre às vesperas de alguma data importante. A greve geral e as eleições municipais. Impressionante. Enquanto isso Serra Aécio Jucá Renan Cunha e associados, livres leves e soltos. INACREDITÁVEL!

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Cesar Cardoso

Comentários a pontos específicos

Mais uma vez, vou pinçar pontos do Nassif e comentar.

***

Provavelmente a maior ameaça à democracia, hoje em dia, seja a interferência do Ministério Público e da Justiça no jogo político.

Aliás, esse é um fenômeno mundial, das corporações e burocracias estatais tentarem substituir a "instável e pouco confiável" democracia por um "estável e confiável" regime tecnocrático sob controle deles.

***

A primeira e a segunda questão beneficiaram diretamente Daniel Dantas.

Que, aliás, saiu ilesíssimo. Daqui a pouco ele reaparece, podem apostar nisso.

***

2.     Insegurança jurídica nos negócios, à medida que qualquer procurador idiossincrático poderá invocar como suspeitos até financiamentos do BNDES. Perdeu-se o referencial, a divisória entre operações legais e as criminosas.

7.     Queima de ativos nacionais, com a venda de empresas e reservas petrolíferas na bacia das almas.

8.     Desmontagem de setores inteiros da economia

Corporações e burocracias estatais, em geral, não estão preocupados com a economia produtiva, com os negócios. Afinal, enquanto existir Estado Nacional, eles estão com os ganhos garantidos.

***

O século do Judiciário – na celebração infeliz do Ministro Ricardo Lewandowski – de certo modo é similar às UPPs (Unidades de Policia Pacificadora) nas favelas. A pretexto de coibir o crime, apossam-se de todo o território e criam um poder paralelo muito mais letal.

Na mosca. O avanço das UPPs e a ocupação da Zona Oeste do Rio pelas milícias paramilitares são duas faces da mesma moeda. Na maioria dos casos, trocou-se um senhor da favela por outro.

 

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Paulo SD

Apoio da mídia foi fundamental

A meu ver, um fator que muito contribuiu para o fortalecimento dos MPs e da PF foi o suporte irrestrito da grande mídia. Se esta quisesse, em algumas poucas matérias teria desmantelado todo este modo de atuação partidarizado e sem base em provas.

Neste sentido, a grande questão no Brasil hoje é porque os poderes sem voto, que divido em dois grandes grupos: o primeiro, a grande mídia e o segundo, o grande conglomerado do alto estamento jurídico-policial (MPs, PF e judiciários) entraram de cabeça neste jogo de poder, que corre o risco de destruir o estado nacional e, inclusive, estes próprios grupos.

Creio que a resposta para esta pergunta é simples: a falta de lideranças.

Se olharmos a grande mídia, a qual me limitarei nesta análise, veremos que aqueles que deveriam ser os seus grandes lideres, os proprietários destes meios de comunicação, estão obviamente despreparados para a função que ocupam. Se olharmos detalhadamente cada caso, podemos perceber nitidamente esta falta de liderança. Vejamos a seguir:

Organizações globo - com o falecimento do Roberto Marinho a gestão estratégica da emissora ficou pulverizada entre os três irmãos que, infelizmente, não tem a mesma sagacidade do pai, e que acabaram delegando muita coisa para alguns membros do alto escalão da emissora. Estes gestores começaram a utilizar o conglomerado midiático como cavalo de batalha das próprias crenças político ideológica e relegaram os próprios interesses estratégicos da empresa a um segundo plano, inclusive a longo prazo comprometendo estes interesses. Neste aspecto creio que o Roberto Marinho nunca permitiria que altos funcionários usassem a empresa e o nome da empresa em manifestações políticas grosseiras em redes sociais. Se ele realmente quissesse derrubar um governo, as coisas seriam realizadas de maneira bem mais ordenada. Além disso, é pouco crível que ele realmente quissesse derubar um governo que não era hostil a seus negócios, muito pelo contrário. Aqui vale referir uma frase atribuida ao José Dirceu, que particularmente acredito ser verdade, de que o governo do PT já tinha uma TV governamental e esta TV era a rede globo. Creio que este pacto, que realmente existiu entre a globo e o PT, foi quebrado unilateralmente pela globo quando o Roberto Marinho morreu. E foi quebrado por questões de idologia infantil dos seus gestores e não por um pragmatismo empresarial. 

Se analisarmos os outros três grandes grupos: folha, abril e estado, veremos a mesma dinâmica: falta de liderança após a perda dos seus grandes lideres. Na Folha, o Frias Filho não chega a ser uma sombra do pai. Não passa de um menininho mimado com inveja do trabalhador que não fala inglês e que conseguiu ser um bom presidente da república. Trabalha dia e noite para destruir o Lula, simplesmente para destruir, sem nenhum pragmatismo empresarial por tras dos atos. Na abril, que já estava ruim com o Roberto Civita, filho do grande empresário Vitor Civita, piorou ainda mais com a morte deste. Não creio que o Vitor Civita deixasse a sua empresa virar um cavalo de batalha de homens como Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi. O maior exemplo disto é a capa que mostrava uma foto do Marcelo Odebrech com cara de marginal. O Vitor Civita tinha sagacidade suficiente para saber que a família Odebrech era um grande aliado, um grande anunciante e um  "socio" no controle do país. Nunca aprovaria uma capa daquela que, com certeza, despertou um ódio eterno no clã Odebrech. No estadão também temos uma completa falta de estratégia a longo prazo após o falecimento das gerações fundadoras do grupo. 

Logo, se olharmos friamente, perceberemos que a grande mídia brasileira entrou num processo de destruição de aliados históricos, pois as grandes empreiteiras e as grandes estatais sempre foram historicamente grandes anunciantes destas instituições, e de aliados de ocasião, pois o PT nunca fez nada expressivo contra estas empresas, muito pelo contrário, deu uma Copa do Mundo e uma Olimpíada para serem fartamente explorados por estes grupos, para se aliar a um complexo traiçoeiro (juízes, promotores e delegados da PF) que não tem nada a lhes oferecer. Enfim, os herdeiros destes grandes grupos querem destruir o Lula e o PT simplesmente por um prazer visceral, sem nenhum pragmatismo empresarial por tras disso. Roberto Marinho, Vitor Civita, Frias Pai e Mesquita Pai devem estar se revirando na sepultura.

Ah! Outro ponto que fortalece esta hipótese é o comportamento dos grupos que tem na sua liderança os empresários fundadores. A meu ver a Record, controlada pelo Edir Macedo, a o SBT, controlada pelo Silvio Santos, não entraram neste jogo de destruição do PT e dos emprenteiros, pelo menos não com a mesma intensidade. O Silvio enquadra prontamente qualquer funcionário que usa sua empresa como cavalo de batalha, porque ele tem plena consciência que a empresa pertence a ele. O Assis Chateubriand tinha uma frase clássica que ele dizia para seus funcionário mais saidinhos: quer ter opinão? compre um jornal para você.

 

 

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Bovino

O Silvio, "Santo"?

O SBT é a linha editorial mais reacionária da TV, basta ver as manchetes de seus "jornalísticos". Sem contar os prepostos dos Irmãos Koch, liderando a audiência nas madrugadas.

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O Silvio, "Santo"?

O SBT é a linha editorial mais reacionária da TV, basta ver as manchetes de seus "jornalísticos". Sem contar os prepostos dos Irmãos Koch, liderando a audiência nas madrugadas.

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até o Papa sabe

Paulo, hoje o Papa Francisco fala sobre midia e jornalismo, deve ter olhado as manchetes da imprensa da terra da santa cruza para as suas conclusões.

O artigo é em italiano.

Il Papa ai giornalisti,verità, professionalità e cura della dignità

"Non sottomettetevi ad interessi di parte" e professione non diventi "arma di distruzione"

"Amare la verità, una cosa fondamentale per tutti, ma specialmente per i giornalisti; vivere con professionalità, qualcosa che va ben oltre le leggi e i regolamenti; e rispettare la dignità umana, che è molto più difficile di quanto si possa pensare a prima vista". Sono le tre raccomandazioni rivolte dal Papa ai giornalisti ricevendo oggi in udienza nella Sala Clementina il Consiglio nazionale dell'Ordine.

"Vivere con professionalità vuol dire innanzitutto - al di là di ciò che possiamo trovare scritto nei codici deontologici - comprendere, interiorizzare il senso profondo del proprio lavoro. Da qui deriva la necessità di non sottomettere la propria professione alle logiche degli interessi di parte, siano essi economici o politici". Lo ha detto papa Francesco ricevendo oggi in udienza il Consiglio nazionale dell'Ordine dei Giornalisti.

"Amare la verità vuol dire non solo affermare, ma vivere la verità, testimoniarla con il proprio lavoro", ha detto il Papa al Consiglio dell'Ordine dei Giornalisti. "Vivere e lavorare, dunque, con coerenza rispetto alle parole che si utilizzano per un articolo di giornale o un servizio televisivo. La questione qui non è essere o non essere un credente", ha spiegato. "La questione qui è essere o non essere onesto con sé stesso e con gli altri. La relazione è il cuore di ogni comunicazione. Questo è tanto più vero per chi della comunicazione fa il proprio mestiere. E nessuna relazione può reggersi e durare nel tempo se poggia sulla disonestà", ha aggiunto. Il Papa ha ammesso che "nel giornalismo di oggi - un flusso ininterrotto di fatti ed eventi raccontati 24 ore al giorno, 7 giorni alla settimana - non è sempre facile arrivare alla verità, o perlomeno avvicinarsi ad essa. Nella vita non è tutto bianco o nero. Anche nel giornalismo, bisogna saper discernere tra le sfumature di grigio degli avvenimenti che si è chiamati a raccontare", ha aggiunto.

"Il giornalismo non può diventare un'"arma di distruzione" di persone e addirittura di popoli. Né deve alimentare la paura davanti a cambiamenti o fenomeni come le migrazioni forzate dalla guerra o dalla fame". Così il Papa all'Ordine dei Giornalisti. "Rispettare la dignità umana è importante in ogni professione - ha detto -, e in modo particolare nel giornalismo, perché anche dietro il semplice racconto di un avvenimento ci sono i sentimenti, le emozioni e, in definitiva, la vita delle persone". "Spesso ho parlato delle chiacchiere come 'terrorismo', di come si può uccidere una persona con la lingua. Se questo vale per le persone singole, in famiglia o al lavoro, tanto più vale per i giornalisti, perché la loro voce può raggiungere tutti, e questa è un'arma molto potente". Per il Papa, "il giornalismo deve sempre rispettare la dignità della persona. Un articolo viene pubblicato oggi e domani verrà sostituito da un altro, ma la vita di una persona ingiustamente diffamata può essere distrutta per sempre".

"Certo la critica è legittima, e dirò di più. necessaria, così come la denuncia del male, ma questo deve sempre essere fatto rispettando l'altro, la sua vita, i suoi affetti", ha affermato Francesco durante l'udienza nella Sala Clementina. "Auspico che sempre più e dappertutto il giornalismo sia uno strumento di costruzione, un fattore di bene comune, un acceleratore di processi di riconciliazione - ha aggiunto -; che sappia respingere la tentazione di fomentare lo scontro, con un linguaggio che soffia sul fuoco delle divisioni, e piuttosto favorisca la cultura dell'incontro". "Voi giornalisti - ha concluso - potete ricordare ogni giorno a tutti che non c'è conflitto che non possa essere risolto da donne e uomini di buona volontà".

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Uma tragédia!!!

A artigo é a análise é ótima, mas muito triste. 

Esta dificil romper este quadro depressivo!!!!!!!

Mas não  resta outra coisa.que o que mais quer é mostrar

 

PS: e vamos começar pela assinatura

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