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Delcidio

O jornalismo sem honestidade intelectual de IstoÉ, feito com ajuda da Lava Jato de Curitiba

A turma de Curitiba - com algumas exceções - joga no mesmo time de Michel Temer. Todos estão pouco interessados que mais uma delação contra o presidente surja antes que a OAS ofereça mais munição contra Lula
Foto: Reprodução/IstoÉ
 
Jornal GGN - O jornalismo, quando exercido sem nenhum compromisso com a honestidade intelectual, além de indevidamente subestimar o leitor, corre o risco de revelar um pezinho na loucura. É o caso de IstoÉ e a matéria da última edição, que tenta colocar Michel Temer e aliados como vítimas da perseguição de Rodrigo Janot, um petista enrustido na visão dos procuradores de Curitiba e outros.
 
Basicamente, a revista disse aos leitores o seguinte: sabe aquelas delações da Lava Jato (Delcídio do Amaral, Sergio Machado e Joesley Batista) que outrora ajudaram a sacar Dilma Rousseff do poder, multiplicaram as ações penais contra Lula e continuam sendo usadas para destruir a imagem do pretenso candidato à presidência da República? Pois bem, acreditem ou não, elas fazem parte de um grande esquema montado pelo atual procurador-geral da República para "proteger o PT" e perseguir seus adversários políticos, de PMDB a PSDB.
 
Esse é o nível de argumentação de quem está comprometido com o atual governo e seus vultosos recursos publicitários. 
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Processo contra Lula com base na delação de Delcídio entra na reta final

Jornal GGN - A ação penal em que Lula é acusado de ser mentor de um plano para comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, está prestes a entrar na reta final. Segundo informações de Época, na segunda (7), o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, definiu as últimas providências e, em breve, deve abrir prazo para que o Ministério Público Federal apresente as alegações finais.

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"Não vá o sapateiro além do sapato": o retrato dos ataques de Gilmar à Lava Jato

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Para defender alvos como Aécio Neves e Michel Temer dos "abusos" da Lava Jato, o Gilmar Mendes de hoje não fica nem corado ao contradizer o Gilmar Mendes do governo Dilma Rousseff.
 
Quando a tempestade perfeita para o impeachment estava em formação, Gilmar batia palmas para esses que agora chama de loucos e clamava por mais respostas duras aos corruptos ligados ao PT. Agora, o ministro da Suprema Corte não só critica como convoca os pares à imposição de limites ao Ministério Público de Rodrigo Janot.  
 
Durante uma das sessões no Supremo Tribunal Federal dessa semana, Gilmar incitou a Corte a fazer um mea culpa em relação à Lava Jato. "Nós somos os responsáveis. Se esses abusos são perpetrados, foi porque nós deixamos que isso ocorresse. É de nossa alta responsabilidade dizer 'chega, basta'. Não vá o sapateiro além do sapato", disse, defendendo a odediência às leis.
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Depois de Moro, é a vez de Janot ser exposto por delação sem prova contra Lula

Foto: Lula Marques/Agência PT

Jornal GGN - Depois de Sergio Moro ter sido exposto por usar delação sem provas para condenar o ex- tesoureiro do PT João Vaccari Neto, é a vez do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter o trabalho de sua equipe especializada em Lava Jato questionado. Isso porque a PGR teria firmado um acordo de cooperação frágil com Delcídio do Amaral, apenas porque o ex-senador citou Lula.

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Delcídio acusou Lula sem provas e procurador pede para arquivar processo

Jornal GGN - O delator Delcídio do Amaral ofereceu contra Lula um depoimento a partir de sua opinião pessoal e sem provas das acusações que fez e, por isso, o Ministério Público Federal solicitou à Justiça de Brasília que o inquérito por obstrução da Lava Jato contra o ex-presidente seja arquivado. É o que publicou o Jornal do Brasil na tarde desta terça (11).

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Sem alarde nem vazamentos, Aécio depôs na PF por 1 hora hoje

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Recordista em número de inquéritos, o senador Aécio Neves (PSDB) depôs, nesta terça (2), na Polícia Federal sobre um suposto esquema de corrupção em Furnas, sem alarde da grande mídia e sem que nenhuma linha do que foi dito pelo tucano tenha vazado pelas mãos de agentes da Lava Jato. 

O Estadão, ao divulgar que Aécio depôs por uma hora aos federais, sequer dimensionou o tamanho do esquema na estatal mineira: ao menos R$ 4 milhões, segundo delação de Delcídio do Amaral. Aécio já havia sido delatado por desvios em Furnas pelo doleiro Alberto Youssef, mas o procurador-geral Rodrigo Janot não quis levar o inquérito adiante. O caso só foi reaberto com a colaboração de Delcídio.

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Ação contra Cerveró e Lula fomenta guerra entre procuradores de Brasília e Curitiba

Possivelmente, procuradores da Lava Jato tentam achar falhas na delação de Cerveró, justamente quando, em ação penal que corre em Brasília, o delator isentou Lula de qualquer culpa na história envolvendo o plano de Delcídio contra a operação
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A delação de Nestor Cerveró, que ajudou a envolver o ex-presidente Lula numa investigação sobre suposta obstrução da Lava Jato, gerou uma verdadeira guerra entre os procuradores de Brasília e os membros da força-tarefa de Curitiba. Segundo informações de Lauro Jardim, em O Globo desta terça (2), os procuradores de Brasília foram "à Justiça para obrigar os colegas do MPF [Ministério Público Federal] em Curitiba a compartilhar detalhes da delação de Nestor Cerveró."
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PGR estuda romper acordo de delação de Delcídio


Foto: Geraldo Magela /Agência Senado
 
Jornal GGN - O acordo de delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral corre riscos de ser invalidado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa romper a colaboração homologada em 2016, após depoimentos de ex-executivos da Odebrecht revelarem a participação de Delcídio em outros esquemas de repasses a campanhas eleitorais.
 
A sequência de depoimentos dos funcionários e ex-funcionários da empreiteira trouxe à tona a possibilidade de alguns depoimentos de delatores serem questionados. É o caso do ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, das companhias Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, e do ex-senador Delcídio.
 
A primeira conclusão da Procuradoria sobre o ex-parlamentar é que nos 29 anexos de depoimentos prestados entre 11 e 14 de fevereiro do último ano, Delcídio não repassou informações dadas pela Odebrecht. 
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Lula: "Aguardei pacientemente para contar os fatos a um juiz imparcial"; assista

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, na manhã desta terça (14), que aguardou "pacientemente" o momento de, diante de um "juiz imparcial", poder contar os fatos a respeito das denúncias feitas pela força-tarefa da Lava Jato em Brasília.

Lula falou pela primeira vez como réu, na ação em que Delcídio do Amaral o acusa de ter sido o mentor de um plano para impedir que Nestor Cerveró fizesse uma delação premiada. O processo por formação de quadrilha está nas mãos do juiz Ricardo Leite.

Lula, ao falar em "juiz imparcial", fez uma alusão velada aos problemas que sua defesa enfrenta com o juiz Sergio Moro, que cuida da operação em Curitiba. Moro já denunciado à Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas por fazer uso de lawfare - empregas instrumentos jurídicos numa perseguição de cunho político contra o ex-presidente. Leia mais »

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Bumlai joga mais vinagre nas acusações sem provas de Delcídio contra Lula

Jornal GGN - Mais uma testemunha convocada pela Justiça de Brasília para falar sobre a suposta tentativa de obstrução da Lava Jato por meio da compra do silêncio do delator Nestor Cerveró reforça a tese, antecipada pelo GGN, de que foi o ex-senador Delcídio do Amaral quem tentou evitar uma colaboração do ex-diretor da Petrobras, não o ex-presidente Lula.

Preso a reboque das investigações da Lava Jato, Delcídio aceitou fazer uma colaboração premiada na qual acusou Lula de ter sido o mentor do esquema em que o senador cassado aparece como o responsável, de fafot, por pagamentos feitos a Cerveró.  

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Defesas de Lula e Mercadante criticam tentativa de acusação por obstrução

 
Jornal GGN - Tanto a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o ex-ministro Aloizio Mercadante mostraram-se surpresos sobre o inquérito da Polícia Federal, divulgado nesta segunda-feira (20), por suposta obstrução da Justiça.
 
O documento de mais de 40 páginas foi encaminhado ao ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), recomendando a abertura de uma denúncia contra Lula, Mercadante e também a ex-presidente Dilma Rousseff, com base apenas na delação de Delcídio do Amaral. 
 
Uma das frentes da investigação coincide com outra, de igual foco, na Justiça Federal de Brasília, na qual, na última semana, o ex-senador Delcídio do Amaral admitiu a responsabilidade, e seu assessor, Diogo Ferreira, desmentiu a tese do ex-parlamentar.
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Sem querer, Delcídio inocenta Lula e confirma responsabilidade

 
Jornal GGN - No curso da ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas por suposta compra de silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, o senador cassado Delcídio do Amaral reiterou a tese contra Lula, sem provas materiais e sem assumir o compromisso com a verdade.
 
Delcídio prestou depoimento nesta quarta-feira (15), na 10ª Vara Federal de Brasília, onde tramita o processo. Por cerca de três horas, o ex-parlamentar mostrou uma aparente "confissão", afirmando ter sido uma "sandice" procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, para obstruir a Justiça.
 
A investigação com base apenas na delação premiada de Delcídio, prestada à Procuradoria-Geral da República no último ano, sustenta que o ex-presidente atuou para comprar o silêncio de Cerveró, antes de que fechasse um acordo de delação com os procuradores da República.
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Lula é intimado a depor sobre delação de Delcídio na Lava Jato

Atualização: A informação de Mônica Bergamo, de que Lula foi intimado a prestar depoimento, não indicava quando a defesa e o ex-presidente foram informados. Segundo o blog do Rovai, que apurou junto aos advogados de Lula, a data de intimação já estava marcada há algum tempo, mas só veio à tona agora.
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi intimado a depor em Brasília, no dia 17 de fevereiro, sobre a investigação de suposta obstrução da Justiça, por tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
 
O processo é parte da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, que sequer foi confirmada pelo próprio executivo, Cerveró. Lula é réu na investigação e irá conceder informações aos investigadores da Operação lava Jato. 
 
A delação de Delcídio foi vazada em março do último ano. Além de acusar o ex-presidente, o ex-parlamentar alvo da Lava Jato delatou que Dilma Rousseff também teria tentado interferir nas investigações, com a ajuda do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quando nomeou Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Delcídio diz que Palocci negociou para beneficiar campanhas políticas

Da Agência Brasil

Por Danyele Soares
 

Em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro nesta sexta-feira (3), o senador cassado Delcídio do Amaral voltou a acusar o ex-ministro Antônio Palocci de fazer a ponte entre os interesses do governo, à época da gestão petista, e os empresários para beneficiar campanhas políticas. Delcídio prestou depoimento como testemunha de acusação na ação penal que investiga o ex-ministro, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e mais 13 pessoas. Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo Delcídio, Palocci teria uma influência muito grande entre o empresariado. “O ex-ministro Palocci transitava muito bem entre os empresários. Ele era a pessoa que fazia contatos com os empresários.” Questionado pela defesa do ex-ministro se acompanhou negociações entre Palocci e os empresários para arrecadar recursos para campanhas políticas, afirmou: “eu não participava dessa 'entorragem', mas eu tinha as informações necessárias para compreender o papel do ex-ministro Palocci na arrecadação de recursos nas campanhas”.

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