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Delcidio

Lula: "Aguardei pacientemente para contar os fatos a um juiz imparcial"; assista

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, na manhã desta terça (14), que aguardou "pacientemente" o momento de, diante de um "juiz imparcial", poder contar os fatos a respeito das denúncias feitas pela força-tarefa da Lava Jato em Brasília.

Lula falou pela primeira vez como réu, na ação em que Delcídio do Amaral o acusa de ter sido o mentor de um plano para impedir que Nestor Cerveró fizesse uma delação premiada. O processo por formação de quadrilha está nas mãos do juiz Ricardo Leite.

Lula, ao falar em "juiz imparcial", fez uma alusão velada aos problemas que sua defesa enfrenta com o juiz Sergio Moro, que cuida da operação em Curitiba. Moro já denunciado à Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas por fazer uso de lawfare - empregas instrumentos jurídicos numa perseguição de cunho político contra o ex-presidente. Leia mais »

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Bumlai joga mais vinagre nas acusações sem provas de Delcídio contra Lula

Jornal GGN - Mais uma testemunha convocada pela Justiça de Brasília para falar sobre a suposta tentativa de obstrução da Lava Jato por meio da compra do silêncio do delator Nestor Cerveró reforça a tese, antecipada pelo GGN, de que foi o ex-senador Delcídio do Amaral quem tentou evitar uma colaboração do ex-diretor da Petrobras, não o ex-presidente Lula.

Preso a reboque das investigações da Lava Jato, Delcídio aceitou fazer uma colaboração premiada na qual acusou Lula de ter sido o mentor do esquema em que o senador cassado aparece como o responsável, de fafot, por pagamentos feitos a Cerveró.  

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Defesas de Lula e Mercadante criticam tentativa de acusação por obstrução

 
Jornal GGN - Tanto a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o ex-ministro Aloizio Mercadante mostraram-se surpresos sobre o inquérito da Polícia Federal, divulgado nesta segunda-feira (20), por suposta obstrução da Justiça.
 
O documento de mais de 40 páginas foi encaminhado ao ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), recomendando a abertura de uma denúncia contra Lula, Mercadante e também a ex-presidente Dilma Rousseff, com base apenas na delação de Delcídio do Amaral. 
 
Uma das frentes da investigação coincide com outra, de igual foco, na Justiça Federal de Brasília, na qual, na última semana, o ex-senador Delcídio do Amaral admitiu a responsabilidade, e seu assessor, Diogo Ferreira, desmentiu a tese do ex-parlamentar.
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Sem querer, Delcídio inocenta Lula e confirma responsabilidade

 
Jornal GGN - No curso da ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas por suposta compra de silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, o senador cassado Delcídio do Amaral reiterou a tese contra Lula, sem provas materiais e sem assumir o compromisso com a verdade.
 
Delcídio prestou depoimento nesta quarta-feira (15), na 10ª Vara Federal de Brasília, onde tramita o processo. Por cerca de três horas, o ex-parlamentar mostrou uma aparente "confissão", afirmando ter sido uma "sandice" procurar a família do pecuarista José Carlos Bumlai, supostamente a pedido de Lula, para obstruir a Justiça.
 
A investigação com base apenas na delação premiada de Delcídio, prestada à Procuradoria-Geral da República no último ano, sustenta que o ex-presidente atuou para comprar o silêncio de Cerveró, antes de que fechasse um acordo de delação com os procuradores da República.
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Lula é intimado a depor sobre delação de Delcídio na Lava Jato

Atualização: A informação de Mônica Bergamo, de que Lula foi intimado a prestar depoimento, não indicava quando a defesa e o ex-presidente foram informados. Segundo o blog do Rovai, que apurou junto aos advogados de Lula, a data de intimação já estava marcada há algum tempo, mas só veio à tona agora.
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi intimado a depor em Brasília, no dia 17 de fevereiro, sobre a investigação de suposta obstrução da Justiça, por tentativa de comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.
 
O processo é parte da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, que sequer foi confirmada pelo próprio executivo, Cerveró. Lula é réu na investigação e irá conceder informações aos investigadores da Operação lava Jato. 
 
A delação de Delcídio foi vazada em março do último ano. Além de acusar o ex-presidente, o ex-parlamentar alvo da Lava Jato delatou que Dilma Rousseff também teria tentado interferir nas investigações, com a ajuda do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quando nomeou Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Delcídio diz que Palocci negociou para beneficiar campanhas políticas

Da Agência Brasil

Por Danyele Soares
 

Em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro nesta sexta-feira (3), o senador cassado Delcídio do Amaral voltou a acusar o ex-ministro Antônio Palocci de fazer a ponte entre os interesses do governo, à época da gestão petista, e os empresários para beneficiar campanhas políticas. Delcídio prestou depoimento como testemunha de acusação na ação penal que investiga o ex-ministro, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e mais 13 pessoas. Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo Delcídio, Palocci teria uma influência muito grande entre o empresariado. “O ex-ministro Palocci transitava muito bem entre os empresários. Ele era a pessoa que fazia contatos com os empresários.” Questionado pela defesa do ex-ministro se acompanhou negociações entre Palocci e os empresários para arrecadar recursos para campanhas políticas, afirmou: “eu não participava dessa 'entorragem', mas eu tinha as informações necessárias para compreender o papel do ex-ministro Palocci na arrecadação de recursos nas campanhas”.

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Delegado que saiu na VEJA falando de Lula admitiu uso de delações sem provas

Delegado Maurício Moscardi disse à Veja que as delações de Delcídio do Amaral, Sergio Machado e Nestor Cerveró "foram encaminhas à PF para instauração de inquérito, mas não foram adiante porque não havia elementos de crime". Revista não publicou conteúdo na internet para todo o público

Jornal GGN - O delegado Maurício Moscardi Grillo, claramente ressentido porque a Polícia Federal foi expulsa das negociações do Ministério Público Federal com os delatores da Odebrecht, decidiu atacar os procuradores da Lava Jato onde dói mais: no mérito das acusações apresentadas à Justiça e alardeadas na mídia.

No caso, Moscardi revelou em entrevista à VEJA, com todas as letras, que a Polícia Federal não conseguiu avançar com vários inquéritos porque os procuradores lançaram mão de delações sem provas, baseadas apenas em "disse me disse".

Moscardi citou três delatores cujas falas atingiram um leque considerável de políticos e partidos, de FHC a Lula: Sergio Machado, Delcídio do Amaral e Nestor Cerveró.

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Batochio: Lava Jato usa delator de plantão para preencher falta de provas contra Lula

"Na medida em que a prova se mostra fraca, se chama um colaborador de plantão para cobrir a deficiência, a anemia da acusação", disse advogado de Lula ao juiz Sergio Moro

Jornal GGN - O advogado do ex-presidente Lula José Roberto Batochio disse, durante audiência de Delcídio do Amaral no caso triplex, que o senador cassado funciona como um "delator de plantão" para a Lava Jato. Segundo o defensor, o Ministério Público Federal tem recorrido aos depoimentos de Delcídio para cobrir a "anemia da acusação" não só contra Lula, mas também contra outras figuras ligadas a governos petistas, como o ex-ministro Antonio Palocci. 

No vídeo acima, a partir dos 3 minutos, Batochio pergunta se Delcídio "tem sido sistematicamente convocado" pela força-tarefa da Lava Jato para "complementar sua delação premiada", através de novos depoimentos, "conforme vão surgindo as necessidades acusatórias".

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Lula não negociou cargo, não pediu propina nem sabia de esquema na Petrobras, diz Cerveró

 
Jornal GGN - O depoimento do ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Ceveró, ao juiz Sergio Moro, nesta quarta (24), frustrou o Ministério Público Federal na ação em que Lula é acusado de receber propina da OAS na forma de um triplex, entre outras vantagens indevidas. Isso porque Cerveró, um dos principais delatores da Lava Jato, negou que Lula tenha negociado cargo, pedido ou recebido recursos desviados dos cofres públicos ou mesmo que tinha conhecimento do "esquema" na estatal.
 
 
Aos 12 minutos, uma procuradora da República pergunta a Cerveró qual o papel de Lula em sua nomeação para a diretoria Internacional durante o primeiro mandato do petista. Cerveró contou que foi patrocinado por um governador do Mato Grosso, o Zeca do PT, mas que, na prática, respondia "especificamente" ao senador cassado Delcídio do Amaral, com quem trabalhou na Petrobras desde os anos FHC. 
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Moro violou artigo 212 do Código Penal em audiência contra Lula

Jornal GGN - A revista Consultor Jurídico, em matéria publicada na terça (22) sobre o embate entre a defesa de Lula e o juiz federal Segio Moro durante audiência com o ex-senador Delcídio do Amaral, apontou que o magistrado violou o artigo 212 do Código do Processo Penal, ao fazer ele próprio e permitir ao Ministério Público Federal perguntas à testemunha que extrapolam o escopo da acusação envolvendo suposto pagamento de propina pela OAS ao ex-presidente.

"O Código de Processo Penal determina, em seu artigo 212, que 'as perguntas serão formuladas pelas partes diretamente à testemunha, não admitindo o juiz aquelas que puderem induzir a resposta, não tiverem relação com a causa ou importarem na repetição de outra já respondida'. O parágrafo único do dispositivo diz que o juiz poderá complementar a inquirição sobre os pontos não esclarecidos, nos limites da denúncia", publicou o Conjur.

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Gilmar culpa Procuradoria e PF por atraso em inquérito contra Aécio, mas estende prazo

Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes deu um leve puxão de orelha na Polícia Federal e no Ministério Público Federal, que têm atrasado o inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB), derivado de uma delação premiada na qual Delcídio do Amaral diz que o tucano tentou esconder dados do Banco Rural, na CPMI dos Correios, que pudessem lhe trazer implicações no Mensalão.

Segundo reportagem da Agência Brasil, o MPF e a PF ainda não ouviram três testemunhas na ação. Gilmar estendeu a investigação, mas pediu atenção aos prazos de tramitação do processo no qual ele é o relator.

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Defesa de Lula diz na cara de Moro que ele age como acusador e afronta as leis

Advogados disseram a Sergio Moro que ele é processado justamente por fazer coisas que um juiz de primeira instância não deveria fazer, como ser permissivo e produzir provas em favor do Ministério Público, impedir a defesa de usar a palavra e questionar sobre crimes que não são objeto da ação ou que estão fora de sua alçada


Jornal GGN – A primeira audiência do caso tríplex contra Lula, realizada nesta segunda (21), em Curitiba (PR), foi marcada por um intenso bate-boca entre o juiz federal Sergio Moro e os advogados do ex-presidente. A maioria dos veículos da grande mídia reportou o episódio de maneira discreta e sem apontar os “erros” e “arbitrariedades” cometidos por Moro durante o depoimento do senador cassado Delcídio do Amaral.

A defesa não se intimidou diante das decisões de Moro e disse, na cara do magistrado, que ele é “suspeito” para julgar Lula justamente por adotar uma postura que beneficia o Ministério Público Federal em suas acusações, além de ser muito subjetivo na interpretação do Código Penal – chegando a extrapolar suas funções e afrontar o Supremo Tribunal Federal – o que significaria um "cerceamento do direito de defesa".

Os advogados também apontaram que Moro errou ao produzir provas para a acusação, por induzir as respostas da testemunha contra o ex-presidente e por fazer seus questionamentos depois da defesa sem permitir novos esclarecimentos em favor de Lula. Um dos defensores chegou a dizer que o magistrado não respeita a Constituição.

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Delcídio é processado por jogar em Lula a culpa por obstruir a Lava Jato

Jornal GGN - O ex-senador Delcídio do Amaral, principal delator contra Lula na ação por suposta tentativa de obstruir a Lava Jato, é processado pelo ex-presidente por ter mentido, segundo a defesa do petista, em delação premiada. A ação, de acordo com o Estadão, é da ordem de R$ 1,5 milhão.

Cassado após ser preso na Lava Jato por pagar o advogado de Nestor Cerveró para manter seu cliente longe de um acordo de colaboração, Delcídio resolveu dizer à força-tarefa, em troca da liberdade e outros benefícios, que Lula foi o mentor do esquema para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras.

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Com ajuda de Delcídio, denúncia de Palocci tenta sanar contradições da Lava Jato

O coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, usa a peça contra ex-ministro para ligar os pontos do comando da corrupção em José Dirceu, João Vaccari Neto, Antonio Palocci e, por fim, Lula. Único meio de prova é o novo depoimento de Delcídio do Amaral
 
 
Jornal GGN - Para se incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador cassado Delcídio do Amaral colaborou com os investigadores acusando o ex-ministro Antonio Palocci de ser a "ponte" no esquema de corrupção da Petrobras com os governos petistas. Isso porque no dia 11 de outubro, o ex-parlamentar prestou novo depoimento de delação premiada, reforçando a tese de que a responsabilidade de todo o esquema estava sob o comando e o direcionamento do PT. 
 
Os trechos da colaboração foram inseridos em anexo da denúncia  contra o ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-ministro da Casa Civil no governo Dilma. Palocci foi preso no dia 26 de outubro, na 35ª fase da Operação Lava Jato, denominada Operação Omertà, sob a suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
 
A frágil denúncia de 120 páginas contra Palocci segue a linha narrativa tomada pelos procuradores da força-tarefa do Paraná de poucas sustentações e provas para embasar um raciocínio criado pelos investigadores para incriminar o alvo. 
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