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Defesa de Lula deve denunciar "perseguição" em Curitiba ao mundo

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A sentença do caso triplex e o modo como o processo foi conduzido pelo juiz Sergio Moro devem ser denunciados ao mundo pela defesa de Lula. É o que defendem os aliados do ex-presidente, segundo informações do Painel da Folha desta terça (25).
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Para o "mercado", se PSDB não for o vencedor, eleição de 2018 vira um risco

Foto: Ciete Silvério/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A repórter especial do Valor Econômico Angela Bittencourt publicou um artigo nesta segunda (24) que mostra que o "mercado" que ajudou a depor Dilma Rousseff agora diz explicitamente que quer que um partido de centro "à direita" seja vitorioso em 2018, de preferência, o PSDB.
 
Caso contrário, diz o título da publicação, 2018 será um risco porque as "eleições podem impor retrocessos às reformas" deflagradas no governo Temer.
 
Para escrever o artigo, a jornalista diz ter entrevistado um "experiente profissional sempre dedicado ao setor privado e que hoje compõe a diretoria de  uma importante gestora de ativos." O nome da fonte foi mantido em sigilo, mas seus pensamentos foram a linha condutora de um texto que põe medo em quem não duvida que mais um golpe pode estar no forno.
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Procurador de Curitiba: "Só queriam o fim do governo Dilma, não da corrupção"

Jornal GGN - No Facebook, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, uma das "estrelas" da Lava Jato em Curitiba, admitiu que a operação serviu aos interesses daqueles que queriam derrubar o governo Dilma e disse que, agora que a presidência está nas mãos de outro grupo político, as investigações estão sendo minadas. Além de criticar a fala do deputado Fábio Ramalho - que defendeu um deadline para a Lava Jato - o procurador ainda atacou o Estadão em outro post na rede social, nesta segunda (24).

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Ao vivo: Lula faz mea culpa em entrevista com Trajano, Kfouri e Antero Greco

Jornal GGN - O ex-presidente Lula concede, nesta quinta (20), entrevista aos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco, transmitida pela página Ultrajano. Durante o programa "Na Sala do Zé", Lula fez um mea culpa e disse que o PT errou, afirmou que nenhum político aguentaria a pressão que ele sofre diariamente da grande mídia, disse que é difícil criar novas lideranças políticas e defendeu a eleição de Dilma Rousseff, apesar de ter reconhecido que ela não era uma "liderança" com apoio de base.

Lula disse que figuras como Fernando Haddad, Fernando Pimentel e outros governadores do PT teriam condições de disputar a presidência, mas o atual cenário pede uma "liderança" já consolidada. "Eles sabem que se eu disputar a eleição, eu posso ganhar", acrescentou ao comentar sobre as investidas da mídia em coluio com a Lava Jato.

Comentando a sentença do triplex, Lula disse que não ficou surpreso pois teria cantado a bola em audiência com Sergio Moro, avisando que ele estava refém da mídia e não tinha como absolvê-lo.   Leia mais »

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Ciro critica insistência de Lula em ser candidato a presidente

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Ciro Gomes decidiu subir o tom das críticas a Lula e afirmou que é culpa do ex-presidente, ainda que "remotamente", a crise instaurada desde o impeachment de Dilma Rousseff.
 
"O grande responsável remotamente, e não imediatamente, é o Lula, desde que resolveu usar imprudentemente a popularidade maravilhosa, extraordinária que o povo deu a ele para brincar de Deus e nomear para presidente da República uma pessoa sem experiência, que nunca tinha disputado uma eleição."
 
Além de Dilma ter aversão à política, de quebra, Lula deixou Michel Temer na linha de sucessão presidencial, destacou Ciro.
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"O problema do Brasil não era a Dilma", diz Lula sobre o golpe


Foto: Ricardo Stuckert / Lula.com
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o juiz que o condenou a 9 anos e 6 meses de prisão, Sérgio Moro, de "czar", em referência aos monarcas dos impérios búlgaro e russo, e os procuradores da força-tarefa de Curitiba, comandada por Deltan Dallagnol, de "jovens mal-intencionados".
 
As declarações foram feitas à rádio Capital, de São Paulo, em entrevista na manhã desta terça-feira (18). Uma semana após a sentença por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente disse querer "provar que o Moro errou, que a equipe da Lava Jato errou" e que "mentiram demais".
 
"Não vou, depois de 70 e poucos anos de vida, permitir que meia dúzia de jovens mal-intencionados venham tentar jogar a minha imagem na lama. (...) O juiz Moro não pode continuar se comportando como um czar. Ele faz o que quer, quando quer, sem respeitar o direito democrático, sem respeitar a Constituição. E não deixa a defesa falar", disse.
 
O ex-presidente também ressaltou o cenário político atual, como consequência após a queda da então presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff. Se antes, em dezembro de 2014, o país apresentava "o menor índice de desemprego de sua história, 4,5% de desemprego", com "padrão Suécia, Dinamarca e Alemanha", com aumento de 74% no salário mínimo, hoje a situação é outra.
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Deputado quer impedir Dilma de viajar e denunciar o golpe

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Pautados pelo jornal O Globo e incomodados com as viagens de Dilma Rousseff para denunciar o golpe do impeachment, deputados de oposição ao PT agora querem limitar as despesas de ex-presidentes pagas pela União.
 
Segundo reportagem do jornal dos Marinho, desta terça (18), o deputado Efraim Filho, líder do DEM, está estudando uma maneira de "alterar o decreto [que regula o direito de ex-mandatários] de forma que ele seja mais objetivo em relação aos gastos". Ele disse que fazer campanha contra o impeachment é uma questão "pessoal" de Dilma, que não deve envolver a verba pública.
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Dilma diz que condenação de Lula é um "escárnio" e envergonha o Brasil

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Jornal GGN - A ex-presidente Dilma Rousseff emitiu uma nota, na tarde desta quarta (12), comentando a condenação de Lula por Sergio Moro no caso triplex. Na visão de Dilma, a sentença foi dada bom base em delação "sem provas" e representa um "absurdo jurídico que envergonha o Brasil". Dilma ainda disse que Lula é inocente, que sofre perseguição política e que seus apoiadores irão resistir.

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Joesley não tem provas da suposta conta de Dilma e Lula com US$ 150 milhões

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Numa notinha discreta no portal O Globo, o jornalista Lauro Jardim revelou neste domingo (9) que o empresário Joesley Batista, da JBS, admitiu não ter provas das contas secretas que disse à Lava Jato ter criado para Lula e Dilma, no exterior. "Não espere extratos dessas contas", disse o jornalista.

Em delação premiada, Joesley afirmou ao Ministério Público Federal que criou uma conta para Lula e outra para Dilma, durante o mandato dos dois petista, que eram abastecidas com dinheiro supostamente desviado de esquemas de corrupção em órgãos do governo federal, com auxílio do ex-ministro Guido Mantega. O fundo - administrado exclusivamente por Joesley - chegou a computar cerca de 150 milhões de dólares, afirmou o delator.

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Revista que chamou Dilma de "descontrolada" não pode ser processada, decide juíza

Foto: Reprodução/IstoÉ
 
 
Jornal GGN - A juíza Roberta de Toledo Malzoni, de São Paulo, rejeitou queixa crime da ex-presidente da República Dilma Rousseff contra a IstoÉ. Em meio ao processo de impeachment, a revista publicou reportagem de capa dizendo que Dilma era uma "descontrolada". Na visão da magistrada, a publicação estava dentro dos direitos à crítica reservados à imprensa contra pessoas públicas.
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O mercado abandonou Temer, por Elio Gaspari

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Em artigo na Folha, Elio Gaspari diz que a elite brasileira que forma o chamado "mercado" deveria fazer "política na vitrine" e tentar emplacar um candidato a presidente em 2018. Em vez disso, aponta Gaspari, deu o golpe em Dilma Rousseff e, agora, sonha em fazer o mesmo com Temer. Com exceção dos grupos que defenderam Marina Silva e Aécio Neves em 2014, cujas pretensões estão claras desde a última disputa, diz.
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Dilma usa rede social para caçoar de Temer por risco de perder o cargo

Foto: Divulgação/PR

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff usou o Twitter nesta sexta-feira (7) para ironizar a situação de Michel Temer, que depois de assumir a presidência por força de um impeachment com base legal questionada no Supremo Tribunal Federal, corre o risco de ser afastado do cargo por denúncia de corrupção.

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As empresas que José Serra usou para receber caixa 2 da JBS

Atualizada às 20h para inserir informações de citados na matéria


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - A LRC Eventos e Participações, uma das empresas da tradicional família Coutinho Nogueira, foi usada por José Serra (PSDB) para receber R$ 6 milhões da JBS via caixa 2, na disputa eleitoral de 2010, aponta o Ministério Público Federal.
 
Segundo a delação da JBS, Serra pediu "pessoalmente" a Joesley Batista uma contribuição para sua campanha a presidente, em 2010. Do total de R$ 20 milhões, R$ 13 milhões foram repassados regularmente ao candidato, com registro na Justiça Eleitoral; R$ 6 milhões foram pagos por meio da LRC e outros R$ 420 mil, transferidos à APPM Análises e Pesquisas.
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Temer tentou mudar nome de programa social de Dilma, mas deu errado

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Michel Temer tentou mudar o nome do programa Minha Casa, Minha Vida e até encomendou uma pesquisa qualitativa para saber o que a população acharia da iniciativa. Porém, o estudo apontou que o povo não vê necessidade em trocar o nome do projeto e encararia isso, aliás, como uma tentativa de apagar o legado de Dilma Rousseff, cujo governo foi responsável por criar a ação social.
 
A reportagem do BuzzFeed revelou, nesta terça (4), que a pesquisa qualitativa foi feita pelo Instituto Análise e finalizada em 25 de maio deste ano. O contratante foi a Secretaria de Comunicação da Presidência. O valor não foi divulgado.
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Movimento lança ação popular pela anulação do impeachment de Dilma

Foto: Divulgação

Da RBA

O Movimento Nacional pela Anulação do Impeachment está recolhendo assinaturas que deverão sustentar ação popular em favor da anulação do afastamento da presidenta eleita Dilma Rousseff. A coleta de assinaturas teve início na última sexta-feira (30) durante o dia nacional de paralisação convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais que protestaram contra as reformas do governo Temer.

Na ação, o grupo contesta o mérito do processo de impeachment, apesar do seguimento dos ritos legais durante o processo, e reafirma não ter havido crime de responsabilidade cometido pela então presidenta Dilma.

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