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Doria

Dória precisa de muito Nescau para tirar Alckmin da eleição de 2018, por Helena Chagas

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A jornalista Helena Chagas publicou em Os Divergentes, nesta terça (18), artigo mostrando que a preocupação de Geraldo Alckmin com o afilhado político João Doria Junior por conta da eleição de 2018 reduziu ao nível mínimo. Isso porque Doria não tem demonstrado o bom senso inerente a um presidenciável. O prefeito não sabe quando falar nem quando calar. Morre pela boca, na maioria das vezes. Desse jeito, vai precisar de muito Nescau para tirar Alckmin do páreo.

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Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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Lula lidera no 1º turno com Bolsonaro crescendo. No 2º, tem disputa com Moro

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Apesar das investidas da Lava Jato, o ex-presidente Lula segue liderando a pesquisa de opinião feita pelo Datafolha de olho na eleição de 2018. Nas simulações de primeiro turno, o petista desponta diante de todos os concorrentes e, no segundo turno, Lula só enfrenta disputa acirrada com Marina Silva e o juiz Sergio Moro. Em meio à crise de Aécio Neves, ex-presidenciável do PSDB, Jair Bolsonaro (PSC) cresce e chega em segundo lugar. No segundo turno, a disputa é acirrada com Sergio Moro e Marina.
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Gestão Doria barra compras de merenda escolar saudável

 
Por Rodrigo Gomes
 
 
Nenhuma chamada pública para compra de alimentos da agricultura familiar foi realizada neste ano. "Falta priorizar a alimentação escolar saudável, que é fundamental na vida das crianças", alerta nutricionista
 
Da RBA
 

A gestão do prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), tem ignorado a Lei Municipal nº 16.140, de 17 de março de 2015, que dispõe sobre obrigatoriedade de inclusão de alimentos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar no âmbito do Sistema Municipal de Ensino de São Paulo. Desde janeiro, quando o prefeito tomou posse, nenhuma nova chamada pública foi realizada. Dois editais chegaram a ser publicados, mas foram cancelados. Servidores da Secretaria Municipal da Educação garantem que já houve cinco outras tentativas de abrir chamadas neste ano, mas todas foram barradas sob alegação de falta de verba.

Segundo a execução orçamentária da gestão Doria, dinheiro tem, mas não está sendo usado. Dos R$ 108,1 milhões do PNAE para este ano, o executivo municipal gastou R$ 28,4 milhões até o dia 7 de junho. O montante representa aproximadamente 26,2% do total, após cinco meses. Além disso, R$ 5,5 milhões desta verba, utilizada quase exclusivamente para alimentação escolar dos estudantes, estão congelados. O orçamento oriundo do Tesouro Municipal, de R$ 537,9 milhões também está com execução abaixo do esperado, considerado que já se passou quase a metade do ano, com liquidação de apenas R$ 117,5 (21,8%). Outros R$ 31,5 milhões estão congelados.

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Usuários de drogas da 'nova cracolândia' em SP são impedidos de montar barracas

Atualizado 15h30
 
Nova ação da política anticrack promovida por Doria e Alckmin aconteceu na manhã deste domingo (11). Seis horas após a intervenção, a PM liberou os usuários que passavam por revista a reocuparem a praça
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A prefeitura e o Estado de São Paulo promoveram uma nova ação na manhã deste domingo (11), por volta das 6h para dispersar usuários de drogas na região central da cidade. Com o auxílio da Guarda Civil Municipal a da Polícia Militar, o perímetro a volta da praça Princesa Isabel foi isolado e os dependentes químicos que mantinham barracas no local foram dispersados e alguns deles, considerados traficantes, presos. O local ficou conhecida como a "nova cracolândia" depois da ação do dia 21 de maio que dispersou usuários de crack da antiga cracolândia. 
 
Seis horas após a ação, a PM liberou os usuários que passavam por revista a reocuparem a praça, localizada a 400 metros da cracolândia. Os dependentes foram proibidos de levar elementos para a construção de barracas, como lonas e atacas. 
 
Segundo a Folha de São Paulo, não houve enfrentamento, mas alguns dependentes atearam fogo em lixos e colchões para tentar obstruir as atividades. As administrações de Alckmin e Dória anunciaram que não irão mais permitir a montagem de barracas por usuários em qualquer ponto central da cidade. No dia 21, os dois governos receberam críticas por realizarem as atividades sem a consolidar uma estratégia mais ampla com os responsáveis pela área da saúde e assistência social, e sem realizar o cadastramento prévio dos usuários, uma das promessas do novo programa anticrack de Doria.
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A atuação polêmica em Direitos Humanos da nova secretária de Doria


Foto: Diretório de Augusto Yamasaki Advogados
 
Jornal GGN - A nova secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania do prefeito João Doria, Eloisa de Souza Arruda, carrega histórico de notícias que denotam aversão à pasta que conduzirá na capital paulista. Além do público estímulo à atuação da Polícia Militar na Cracolância, Eloisa foi o pilar de um conflito, em 2014, entre os estados de São Paulo e o Acre, por não concordar em receber refugiados haitianos.
 
Em 2012, na Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, Eloisa defendeu o uso da Polícia Militar na Cracolândia, chegando a desobedecer uma liminar da Justiça, a pedido do Ministério Público Estadual, que limitava a atuação dos policiais.
 
Como uma das medidas para evitar a concentração de consumidores de drogas na região de São Paulo, Eloisa chegou a expor os dependentes químicos a situações "vexatória, degradante ou desrespeitosa", segundo o Ministério Público, naquele ano.
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Cracolândia: bombeiros teriam removido cadáver de usuário preso desde domingo

Denúncia de moradores revela que Alckmin e Dória usaram mesma tática de Pinheirinho na Cracolândia 
Denúncia de moradores revela que Alckmin e Dória usaram mesma tática de Pinheirinho na Cracolândia
Foto: Daniel Arroyo/Ponte jornalismo
 
Jornal GGN - Em reunião extraordinária da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal, realizada na noite desta quinta-feira (25), moradores dos bairros que compõe a crocolândia denunciaram que uma pessoa, ainda não identificada, foi encontrada morta nas dependências de um hotel, lacrado a mando da ação conjunta de João Dória e Geraldo Alckmin.
 
A intervenção, chamada pela prefeitura de 'Projeto Redenção', começou no domingo (21), por volta das seis da manhã, com grande alarido e intervenção de policiais fortemente equipados que investiram contra a população, prendendo alguns que, segundo a Guarda Civil Municipal, seriam traficantes. Os dependentes químicos acabaram sendo espalhados para as áreas vizinhas, sem apoio médico ou psicossocial adequados.
 
Para evitar o retorno do grupo para a região, a prefeitura também retirou todos os comerciantes e moradores, emparedando portas e janelas com tijolos e tapumes. Durante o processo, donos de pequenos negócios acusaram os agentes públicos de não darem tempo suficiente para retirarem seus pertences. 
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Opinião do Nassif: Os últimos lamentos da quadrilha que vinha chantageando o país

Recrudescimento da violência em Brasília e SP traz como fator positivo o desgaste do grupo que gerou o golpe  
 
 
A intervenção militar sobre manifestantes que pediam Diretas Já, em Brasília, foi uma atitude que aponta para o desespero de Michel Temer tentar se manter no poder, incluindo o fator militar no jogo político.
 
O pedido de intervenção das Forçar Armadas surgiu do presidente da Câmara, e membro de sua base aliada, Rodrigo Maia, com apoio direto de Temer e do Ministro da Defesa, Raul Jungmann.
 
Tentaram usar como argumento que as Forçar Armadas atuaram diversas vezes no período recente, porém o contexto no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo foi totalmente diferente, com o crime organizado avançando. O que ocorreu em Brasília foi o uso desse poder em cima de manifestações políticas.
 
A ação brusca de Temer é seu último lamento, seu último vagido. Dá até para compreender o desespero. Ele não pode arriscar cair agora, caso contrário irá direto para a cadeia. Apesar das tentativas do Planalto de usar a força militar em seu favor, ainda bem que existem generais na ativa com bom senso, como o comandante do Exército general Eduardo da Costa Villas Bôas que esvaziou a operação. 
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Deputado filmado carregando propina está em Nova York com João Dória

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Porque Bolsonaro não tem chances em 2018, por Adriano Oliveira

Foto: Fabio pozzebom/Agência Brasil

Jornal GGN - As chances de Jair Bolsonaro sair vitorioso de uma disputa em 2018 são praticamente nulas, aponta Adriano Oliveira em artigo publicado no Poder 360, nesta sexta-feira (5). Isso porque o deputado federal e seu discurso utraconservador só se presta (e, portanto, se alimenta disso) a combater o lulismo. Nesse contexto, Bolsonaro tem de abater um grande adversário de Lula: o candidato do PSDB, que poderá vir a ser João Doria.

Só num cenário em que não exista a figura de Lula nem um postulante tucano capitalizando a onda anti-PT é que o discurso de Bolsonaro ganha repercussão. Ainda assim, é preciso considerar se ele tem potencial para atingir a maioria dos eleitores. Pesquisa feita na capital de Pernambuco ajuda a entender o perfil do eleitor e Bolsonaro: endinheirado, com ensino superior e declaramente conservador.

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Flores para Dória, por Vinícius Canhoto

Flores para Dória

por Vinícius Canhoto

O fato do prefeito de São Paulo João Dória ter dedicado as “flores do mal” à presidente eleita Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula após ter atirado as flores que recebera como um belo e criativo protesto de uma ciclo-ativista não deixa de ter grande caráter simbólico que o alcaide paulistano infelizmente não tem cultura para compreender. O primeiro aspecto simbólico foi a grosseria pouco civilizada de atirar as flores na rua. Incapaz de suportar a ironia do gesto político da ativista de “dar flores, inclusive ao adversário”, o prefeito, tão preocupado com a própria imagem, transmitiu ao vivo e a cores a imagem de um ser intolerante e de um indivíduo que não respeita um princípio básico para qualquer cidadão: não jogar objetos na rua, mesmo que sejam flores.

Não satisfeito com a reação infeliz, Dória tentou politizar a questão ao dedicar as “flores do mal” a Lula e Dilma. Nesta fala, o inculto alcaide inconsciente e indiretamente se remete a Baudelaire. Caso tivesse uma cultura que transcendesse as páginas da revista Caviar Lifestyle, Dória conheceria o contexto em que a obra de Baudelaire foi criada, a modernização de Paris empreendida pelo prefeito Haussmann. O projeto de modernização de Paris, chamada por Walter Benjamin de “embelezamento estratégico”, que implicava em uma reforma urbana, transformou a antiga cidade medieval, cheia de ruas tortuosas e moradias insalubres, na metrópole moderna que hoje atrai turistas do mundo inteiro. Não vamos nos aprofundar aqui nas contradições desta reforma, que expulsou as camadas pobres da população para a periferia, tampouco vamos anacronicamente imaginar o quanto uma operação como a Lava-jato teria a descobrir nas obras e empreitadas da reforma urbana haussmanniana. O importante aqui mencionar é o fato de que o processo de modernização de Paris provocou tamanho mal-estar em Baudelaire, que o poeta construiu a monumental obra Le Fleurs du Mal e cunhou a expressão modernidade. Portanto, Dória simbólica e ignorantemente presenteia, sem perceber, seus adversários com poesia. O tiro saiu pela culatra.

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No 1º de maio, Boulos lembra dos "presos políticos" da greve geral do dia 28

Foto: MTST

Jornal GGN - Contrariando o governo Doria, movimentos sociais e centrais sindicais promoveram o ato de Dia do Trabalhador, celebrado nesta segunda, 1º de maio, na Paulista. Na ocasião, o líder do MTST Guilherme Boulos criticou as reformas de Michel Temer e lembrou dos "presos políticos" da greve geral do dia 28 de abril, que tiveram prisão decretada pela Justiça, acusados de desordem durante a paralisação.

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Doria dedica "flores do mal" a Lula e irmã de Ayrton Senna ataca grevistas

Foto: Reprodução/TV Globo
 
 
Jornal GGN - Durante inauguração de uma praça em Pinheiros em homenagem a Ayrton Senna, João Doria enfrentou mais um protesto de ciclicas contra a retirada de ciclovias e o aumento da velocidade nas marginais, que já fez aumentar os indíces de acidentes com morte em São Paulo. Na ocasião, "apoiadores" de Doria, segunda a Folha, impediram que o prefeito recebesse mais flores. O tucano aproveitou o episódio para atacar Lula e Dilma
 
"Faço aquilo que é importante ser feito. Para isso, ninguém me empareda. Não será nenhum ativista e nenhum petista que vai me colocar contra a parede. Nem com flores nem com gritos. Aquelas flores do mal que quiseram me dar ontem eu dedico a Lula e a Dilma que criaram 14 milhões de desempregados", disse o prefeito.
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Rejeição a Temer faz Lula subir nas pesquisas e pesa contra PSDB, por José Roberto Toledo

Foto: Lula Marques/Agência PT

Jornal GGN - Quanto pior a avaliação do governo Temer, melhor é para Lula, que cresce nas pesquisas de opinião a despeito das denúncias da operação Lava Jato. Na visão de José Roberto Toledo, colunista do Estadão, é a rejeição a Temer que explica o crescimento de Lula nas sondagens com vistas a 2018. Por outro lado, o PSDB terá cada vez mais problemas, porque é associado a Temer pelo público. O jornalista também considerou uma hipótese menos provável uma eventual prisão de Lula virar uma barreira para sua tentativa de ser candidato a presidente, agora que o Supremo Tribunal Federal vem cortando as asas de Sergio Moro.

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Com imagem negativa criada por Dória, 99 e Uber recuaram de acordo

Dória fez confusão: anunciou as corridas gratuitas, sem acordo formal. Ambas empresas, por outro lado, tentaram driblam imagem negativa estendendo os descontos
 
 
Jornal GGN - A desistência da parceria criada pelo prefeito de São Paulo, João Dória, com as empresas Uber e 99 Taxis para fornecer transporte supostamente gratuito a servidores que quisessem trabalhar neste 28 de abril, dia de greve geral, ocorreu por uma grande confusão criada pelo próprio prefeito.
 
Ainda na tarde desta quinta-feira (27), Dória divulgou um vídeo no Facebook anunciando que os 136 funcionários públicos que precisassem se transportar para trabalhar na greve geral teriam um benefício dos aplicativos de graça. 
 
Em uma mensagem enviada aos próprios funcionários, destacava-se que as viagens seriam "inteiramente gratuitas, ou seja, as empresas doadoras não cobrarão nada da prefeitura ou dos servidores”. A medida provocou uma grande reação popular, com as acusações de que a Uber e a 99 Taxis estariam estimulando o boicote à Greve Geral, uma vez que dariam a alternativa de ida ao trabalho.
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