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AO VIVO: Senado discute a admissibilidade de Impeachment da presidente Dilma

Jornal GGN - Comissão discute admissibilidade do impeachment. Após votação, caso aprovado, a presidente deverá ser informada e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, deverá assumir este processo. São mais de 60 senadores inscritos para falar. Os debates deverão seguir por todo o dia e também a noite com duas pausas de 1 hora: 12h e 18h. O GGN vai acompanhar os discursos. Os manifestantes serão divididos na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu na votação da Câmara. A votação é por maioria simples, ou seja, terá que ter 40 votos mais 1.

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Apoio ao impeachment arruinou chances de Marina, diz fundador da Rede

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - O apoio ao impeachment de Dilma Rousseff, num contexto em que as pedaladas fiscais foram questionadas até mesmo por um procurador da República incumbido de analisar o suposto crime de responsabilidade fiscal, pode ter arruinado as chances de Marina Silva em 2018. É o que avalia o cientista político e antropólogo Luiz Eduardo Soares, fundador e ex-membro da Rede Sustentabilidade.
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Impeachment, pecado original da redemocratização, por Danilo Thomaz

Impeachment, pecado original da redemocratização

por Danilo Thomaz

A Argentina realiza suas primárias para as eleições legislativas, que ocorrerão no final de outubro. Populismos e retóricas à parte, nosso vizinho segue com seu calendário eleitoral intacto e o jogo sendo disputado dentro das regras já estabelecidas, com dois lados claros da disputa. O mesmo vale para o Chile, onde, da impopularidade de Bachelet renasce a direita derrotada nas últimas eleições presidenciais. Tudo conforme o jogo - nos dois países que tiveram as piores ditaduras da América de cá e serviram de laboratório para o neoliberalismo

E por que aqui - e na Venezuela - não é assim?

Sempre acreditei que o fato de os dois países terem investigado a fundo suas ditaduras lhes ajudou a solidificar a democracia.

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"Não vá o sapateiro além do sapato": o retrato dos ataques de Gilmar à Lava Jato

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Para defender alvos como Aécio Neves e Michel Temer dos "abusos" da Lava Jato, o Gilmar Mendes de hoje não fica nem corado ao contradizer o Gilmar Mendes do governo Dilma Rousseff.
 
Quando a tempestade perfeita para o impeachment estava em formação, Gilmar batia palmas para esses que agora chama de loucos e clamava por mais respostas duras aos corruptos ligados ao PT. Agora, o ministro da Suprema Corte não só critica como convoca os pares à imposição de limites ao Ministério Público de Rodrigo Janot.  
 
Durante uma das sessões no Supremo Tribunal Federal dessa semana, Gilmar incitou a Corte a fazer um mea culpa em relação à Lava Jato. "Nós somos os responsáveis. Se esses abusos são perpetrados, foi porque nós deixamos que isso ocorresse. É de nossa alta responsabilidade dizer 'chega, basta'. Não vá o sapateiro além do sapato", disse, defendendo a odediência às leis.
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Dilma: "O que a gente vai ver amanhã é se o Planalto comprou os deputados"

Jornal GGN - Em entrevista a Fernando Morais, do Nocaute, a presidente deposta Dilma Rousseff disse que o que a Câmara deve mostrar amanhã, durante a votação da denúncia contra Michel Temer a reboque das delações da JBS, é se o Planalto teve sucesso na compra dos parlamentares.

"Nós vamos ver se o Planalato conseguiu ou não comprar número suficiente de deputados e se conseguiu com isso barrar a denúncia do procurador. Eu não controlo isso e nem me interessa saber o controle (desses números). Mas acho que o povo tem que saber que existe isso", disse a ex-presidente.

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Senado precisa de 20 mil assinaturas para debater golpe

Jornal GGN - O Senado está com uma consulta pública de iniciativa popular sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Se 20 mil assinaturas forem angariadas, os senadores podem ser levados a debater a anulação do golpe de 2016.

A consulta aponta que ficou provado que o processo de cassação de Dilma com base nas pedaladas fiscais foi um golpe de Estado e levanta a possibilidade de "exigir a recondução da presidenta para o cargo que ela nunca deveria ter perdido."

Até o fechamento desta nota, 17,3 mil pessoas já haviam assinado.

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Dívida pública e juros, por Paulo Kliass

no Vermelho

Dívida pública e juros

O foco do debate na questão da arrecadação escamoteia a divulgação e análise das informações relativas ao comportamento da dívida pública federal. Os resultados das contas orçamentárias de natureza não financeira foram comprimidos para que sobrassem recursos para o pagamento dos compromissos da dívida. E mesmo assim, tal esforço não foi suficiente. Com isso, novos títulos foram emitidos e o estoque da dívida cresceu.

por Paulo Kliass*

A maior parte do noticiário atual tem se ocupado dos impactos políticos e econômicos derivados da mais recente decisão da equipe comandada por Henrique Meirelles. Trata-se da opção por lançar mão do aumento de impostos para dar uma maquiadazinha na calamitosa situação fiscal de nosso País. Na verdade, o problema não está tanto na majoração dos tributos incidentes na cadeia de combustíveis em si. Mas principalmente pelo fato de se tratar de mais um evento de estelionato golpeachmental patrocinado por Temer. Leia mais »

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Defesa de Lula deve denunciar "perseguição" em Curitiba ao mundo

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A sentença do caso triplex e o modo como o processo foi conduzido pelo juiz Sergio Moro devem ser denunciados ao mundo pela defesa de Lula. É o que defendem os aliados do ex-presidente, segundo informações do Painel da Folha desta terça (25).
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Para o "mercado", se PSDB não for o vencedor, eleição de 2018 vira um risco

Foto: Ciete Silvério/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A repórter especial do Valor Econômico Angela Bittencourt publicou um artigo nesta segunda (24) que mostra que o "mercado" que ajudou a depor Dilma Rousseff agora diz explicitamente que quer que um partido de centro "à direita" seja vitorioso em 2018, de preferência, o PSDB.
 
Caso contrário, diz o título da publicação, 2018 será um risco porque as "eleições podem impor retrocessos às reformas" deflagradas no governo Temer.
 
Para escrever o artigo, a jornalista diz ter entrevistado um "experiente profissional sempre dedicado ao setor privado e que hoje compõe a diretoria de  uma importante gestora de ativos." O nome da fonte foi mantido em sigilo, mas seus pensamentos foram a linha condutora de um texto que põe medo em quem não duvida que mais um golpe pode estar no forno.
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Procurador de Curitiba: "Só queriam o fim do governo Dilma, não da corrupção"

Jornal GGN - No Facebook, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, uma das "estrelas" da Lava Jato em Curitiba, admitiu que a operação serviu aos interesses daqueles que queriam derrubar o governo Dilma e disse que, agora que a presidência está nas mãos de outro grupo político, as investigações estão sendo minadas. Além de criticar a fala do deputado Fábio Ramalho - que defendeu um deadline para a Lava Jato - o procurador ainda atacou o Estadão em outro post na rede social, nesta segunda (24).

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Nassif: Xadrez de como Serra tentou fincar um pé na cooperação internacional

Vamos colocar mais uma peça nesse nosso xadrez. É um dado ainda não definitivo, mas que poderá se tornar relevante na análise futura da influência norte-americana no golpe do impeachment. Mas também indicativo de como o senador José Serra sempre teve um faro apurado para perceber de onde vinha o perigo.

Desde o começo era nítido o alinhamento do grupo do senador José Serra (incluindo Aloysio Nunes) com os interesses norte-americanos. Havia três pistas interessantes:

1.     A conversa de Serra com o representante da Chevron, prometendo acabar com a lei de partilha, se eleito. O diálogo foi divulgado pela Wikileaks.

2.    Mal consumado o golpe, a corrida entre Serra e Eduardo Cunha, para quem conseguia emplacar primeiro uma nova lei revogando a lei de partilha.

3.     A ida inopinada de Aloysio aos EUA, com o golpe em pleno andamento, para encontro com senadores norte-americanos e sabe-se lá mais quem.

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A história está sendo implacável com os golpistas, diz Dilma

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

da Revista Fórum

A história está sendo implacável com os golpistas, diz Dilma

Em  aula inaugural em universidade na Paraíba, ex-presidente aponta que motivos do golpe estão cada vez mais claros, entre eles a necessidade de estancar investigações na Lava Jato e botar o Brasil de novo no rumo das políticas neoliberais de Collor e FHC. Assista vídeo

Por Redação 

A ex-presidente Dilma Rousseff deu aula inaugural em universidade na Paraíba no último sábado e afirmou que, um ano depois, a história já está sendo implacável com os golpistas, como Michel Temer e Aécio Neves, que disseminaram o ódio e estão sendo vítimas dele e que o golpe está comprovado. “Aquela discussão que enfrentamos durante todo o ano em 2016 e metade de 2017, se houve ou não um golpe parlamentar, saiu do terreno da especulação e está no terreno dos fatos. É inquestionável hoje que foi dado um golpe”, concluiu.

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Ciro critica insistência de Lula em ser candidato a presidente

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Ciro Gomes decidiu subir o tom das críticas a Lula e afirmou que é culpa do ex-presidente, ainda que "remotamente", a crise instaurada desde o impeachment de Dilma Rousseff.
 
"O grande responsável remotamente, e não imediatamente, é o Lula, desde que resolveu usar imprudentemente a popularidade maravilhosa, extraordinária que o povo deu a ele para brincar de Deus e nomear para presidente da República uma pessoa sem experiência, que nunca tinha disputado uma eleição."
 
Além de Dilma ter aversão à política, de quebra, Lula deixou Michel Temer na linha de sucessão presidencial, destacou Ciro.
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Deputado quer impedir Dilma de viajar e denunciar o golpe

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Pautados pelo jornal O Globo e incomodados com as viagens de Dilma Rousseff para denunciar o golpe do impeachment, deputados de oposição ao PT agora querem limitar as despesas de ex-presidentes pagas pela União.
 
Segundo reportagem do jornal dos Marinho, desta terça (18), o deputado Efraim Filho, líder do DEM, está estudando uma maneira de "alterar o decreto [que regula o direito de ex-mandatários] de forma que ele seja mais objetivo em relação aos gastos". Ele disse que fazer campanha contra o impeachment é uma questão "pessoal" de Dilma, que não deve envolver a verba pública.
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Opinião do Nassif: avanço da direita contra mídia, PT, PSDB e instituições

Como os conspiradores do golpe conseguiram colocar petistas, tucanos e mídia em um mesmo lado e aglutinar extremistas pró Bolsonaro de outro 
 
 
Os conspiradores do golpe acabaram colocando o país e eles mesmos em uma armadilha. Por questões políticas e ideológicas deram corda para que a Lava Jato atropelasse princípios legais e constitucionais, com o endosso de Ministros do Supremo, como o Luis Roberto Barroso, achando que conseguiriam varrer o PT e o Lula do mapa e impor goela abaixo uma reforma trabalhista e uma reforma previdenciária contra a opinião massacrante da população.
 
As legislações trabalhistas e previdenciárias precisam, de fato, serem adaptadas, mas de uma forma negociada, como vinha sendo feito através de conselhos. Mas os conspiradores do golpe acharam que iriam conseguir impor essas reformas sem a necessidade de passar pela aprovação do voto. Mas, o que acontece, é que essa possibilidade acabou com a desmoralização do Temer que, mundialmente, é reconhecido como um presidente envolvido em falcatruas, corrupção comandando por um fio. Ou seja, a tentativa de dar alguma legalidade ao golpe que tirou Dilma Rousseff da presidência morreu. 
 
Mas, nesse ínterim, eles tentaram também trazer de volta à Lava Jato o mesmo poder que foi dado à operação anteriormente, que criou toda a estrutura de combate à corrupção e insuflou a população, alimentando uma massa crítica de público em favor do penalismo e da própria Lava Jato. Gradativamente, à medida que a Lava Jato começou a crescer a avançar sobre Aécio Neves, José Serra, os aliados dos grupos que apoiaram o golpe, houve um refluxo da exposição dos feitos da operação. O Estadão, por exemplo, tentou criar aquela lógica do caixa dois do bem, e caixa dois do mal , e o jornal O Globo entrou nessa também. Como recuar agora? 
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