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investigação

Operação desarticula uso de atestado falso para obter a aposentadoria militar

Foto: Agência RBS
 
 
Jornal GGN - A Polícia Federal, a Polícia Judiciária Militar, o Ministério Público Militar e a Advocacia-Geral da União deflagraram, nesta segunda (21), uma operação chamada Reformados, com o objetivo de combater um esquema de fraudes de obtenção de atestado médico e licença falsos que beneficiava militares, principalmente temporários, que usavam esses documentos para mover ações em busca de aposentadoria (reforma).
 
"Durante as investigações, diligências flagraram pessoas com diagnósticos incapacitantes para a vida militar, por problemas físicos ou psíquicos, em uma rotina normal de vida, inclusive com ocupações remuneradas, confirmando a fraude na obtenção das decisões judiciais por licença médica ou reforma militar", publicou o Estadão.
 
A PF afirmou em nota que a fraude consistia na apresentação dos atestados falsos, com indicação de doenças e outros artifícios, para enganar a Administração Militar, a Leia mais »
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Ex-procuradora atribui perseguição de Maduro à investigação do caso Odebrecht


Foto: Cristian Hernández/EFE/Arquivo

Da Agência Brasil e EFE

A ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Díaz, atribuiu a "perseguição sistemática" do governo de Nicolás Maduro a ela e aos funcionários do Ministério Público à investigação do escândalo de pagamento de propina da construtora brasileira Odebrecht em vários países da região. A informação é da agência EFE.

"É o maior caso de corrupção na região e isso os mantêm muito preocupados e angustiados, porque eles sabem que temos informação e detalhes de todas as operações e valores", afirmou Luisa Díaz em uma participação por telefone na Cúpula de Procuradores e Promotores da América Latina, que se encerra nesta sexta-feira (15) no México.

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Vaccarezza é alvo de prisão preventiva na Lava Jato

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) foi preso nesta sexta-feira (18), em São Paulo, alvo da Polícia Federal na Operação Abate, desdobramento da Lava Jato. As investigações foram deflagradas também no Rio de Janeiro, com alvo no empresário Henry Hoyer de Carvalho, apontado como operador do PP, e em Santos.
 
As 43ª e 44ª fases da Operação apuram o favorecimento de empresas estrangeiras em contratos com a Petrobras, com fraudes de uma empresa norte-americana, entre os anos de 2010 e 2013, para o forncimento de asfalto à Petrobras. No caso, o Partido dos Trabalhadores e Cândido Vaccarezza são acusados de receber propinas que somariam US$ 500 mil neste esquema.
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Lava Jato deve arquivar inquérito contra Valdir Raupp


Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado
 
Jornal GGN - Acusado inicialmente de crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi isento das acusações em relatório da Polícia Federal, enviado ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
De acordo com a delegada Graziela Machado, foi possível verificar que Raupp fez lobby "moral e eticamente questionável", junto à empreiteira Brasília Guaíba, do Rio Grande do Sul, em possibilidade de contrato com a Petrobras, em suposta troca de doações para sua campanha ao Senado em 2010.
 
Entretanto, "não foram colhidos elementos suficientes no sentido de que a atuação do senador foi precedida ou sucedida da solicitação de vantagens indevidas, configurando o crime de corrupção passiva". Por isso, o relatório da PF encaminhado ao Supremo indica a impossibilidade de seguir no processo.
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Três delatados acusados de intermediar repasses a PSDB já morreram


Ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra - Foto: Divulgação PSDB
 
Jornal GGN - Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB; Rubens Jordão, intermediário dos repasses de caixa dois para a campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, Telma dos Santos, ex-presidente do PMN e acusada de vender apoio do partido a campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB). São alguns dos nomes apontados em delações de corrupção e crimes, mas que já estão mortos.
 
A conexão dos três casos está no fato de relacionar supostas práticas criminosas envolvendo o PSDB em campanhas municipais e federais e de já não estarem presentes, seja para se defender ou para responder aos crimes imputados.
 
O ex-presidente da sigla tucana foi o mais delatado até agora: esteve nos depoimentos do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, poucos meses após a sua morte em 2014. Costa afirmou aos investigadores que o político exigiu R$ 10 milhões para obstruir a CPI da Petrobras, em 2009, como forma de esconder dados que entregariam os ilícitos de integrantes do PSDB.
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Moro sugere que mudanças na PF de Curitiba foram um "vacilo"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Durante o evento Fórum Mitos e Fatos, promovido pela Jovem Pan nesta terça (15), em São Paulo, o juiz federal Sergio Moro criticou as mudanças feitas pela Polícia Federal na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O magistrado sugeriu que a saída de delegados que atuavam exclusivamente na investigação foi um "vacilo" e indicou que a operação precisa de investimentos para sobreviver até o final.
 
 
Segundo relatos do Estadão, as falas de Moro, embora críticas, foram no sentido de poupar o delegado-geral da PF, Leandro Daiello, pelas mudanças feitas na força-tarefa.
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O que virou Taques, o precursor de Dallagnol

Pedro Taques, o governador de Mato Grosso e seu primo e ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques. Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Ex-chefe da Casa Civil e primo do governador Pedro Taques, do PSDB, Paulo Taques começou a sentir o peso da prática recorrente de abuso de poder. Ele foi afastado pela Justiça da função política que exercia Mato Grosso graças à investigação de um esquema de grampos ilegais instalado no Estado, envolvendo um núcleo de policiais militares. Taques, o primo, chegou a ser preso por ter cometido uma série de desvios, como usar a máquina para espionar a ex-amante, políticos e jornalistas, mas já conseguiu um habeas corpus.
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Decisão de Fachin prejudica Temer, confirmam investigadores


Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de não incluir Michel Temer no inquérito contra os caciques do PMDB na Câmara dos Deputados foi "até melhor para o ritmo da investigação", apontaram investigadores ouvidos pela Folha de S. Paulo, confirmando o que adiantou o GGN em reportagem desta quinta-feira (10).
 
Uma primeira análise feita pelo jornal, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não trazia expectativas de apresentar a segunda denúncia contra Temer na Câmara, mesmo com o inquérito por obstrução à Justiça pronto e finalizado pela equipe da Polícia Federal, indicava que o PGR apenas aguardava a decisão de Fachin.
 
Isso porque Janot precisava de uma resposta do ministro que relata a Operação Lava Jato no Supremo: se Fachin incluísse o atual presidente nas acusações de organização criminosa, dentro do inquérito no STF que mira o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não haveria a necessidade de tal apontamento na denúncia que enviará à Câmara, restringindo-a apenas aos fatos relacionados à obstrução.
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O que há por trás dos despachos de Fachin que "beneficiam" Temer

Duas decisões do ministro do STF devem se voltar contra Michel Temer: uma com mais desgaste durante a gestão do peemedebista e outra evitando a impunidade quando o mandato acabar
 

Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - O ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou recentemente duas importantes decisões relacionadas às investigações contra o presidente Michel Temer: não incluiu o mandatário no inquérito contra os caciques do PMDB da Câmara e suspendeu o inquérito contra Temer sobre as acusações da JBS.
 
Apesar de ambas decisões parecerem, em um primeiro momento, alívios para o presidente da República, uma delas se trata apenas de uma decisão que não haveria saída e a outra poderá complicar ainda mais Michel Temer nas investigações que recaem contra ele.
 
A suspensão do inquérito contra o peemedebista, determinada recentemente por Edson Fachin, ocorreu por norma legal da Constituição, que prevê que qualquer denúncia enviada pela Procuradoria-Geral da República por crimes comuns, como o de corrupção, devem ser liberadas, antes pela Câmara dos Deputados.
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Após críticas de Temer e pedido de suspeição, Fachin quer posição de Janot


Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - Michel Temer considerou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspeito para o investigar. O ministro relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu para o procurador se manifestar.

Da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin concedeu hoje (10) prazo de cinco dias para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifestar sobre pedido de suspeição feito pela defesa do presidente Michel Temer.

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Mesmo absolvido, Tribunal decide que Vaccari permanece preso


Foto: Divulgação/TRF4
 
Jornal GGN - O ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, permanecerá preso. Foi o que decidiu o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, nesta quarta-feira (09).
 
Os três desembargadores da 8ª Turma concordaram com o relator das revisões da Lava Jato na segunda instância, João Gebran Neto, que negou um pedido de habeas corpus por liminar.  Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus seguiram o relator.
 
O TRF-4 absolveu o ex-tesoureiro da condenação por Moro, em 2015, a 15 anos e 4 meses de prisão por suposta corrupção passiva e lavagem de dinheiro nas investigações da Operação Lava Jato. Entretanto, outras condenações ainda o mantêm na prisão.
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Temer desmoraliza Janot para obter mais uma vitória na segunda denúncia

Expetativa é que a segunda acusação da PGR contra o mandatário seja enviada nos próximos dias
 

Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - Os ataques de Michel Temer contra Rodrigo Janot, procurador-geral da República e autor da denúncia contra o mandatário na Operação Lava Jato, só irão aumentar nos próximos dias. Isso porque a expectativa é que a segunda peça de acusação seja enviada à Câmara em breve.
 
O movimento de Temer já contou com a adesão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, mas de forma isolada no Judiciário, enquanto que associações se mobilizam em defesa do procurador.
 
Por isso, o mandatário espera angariar apoio e, do outro lado, inferir sobre Rodrigo Janot, em tentativa de desmoralizar publicamente a peça e fixando a imagem de que o procurador-geral atuaria como uma perseguição ao presidente. Para a atuação, conta com o seu advogado, o criminalista Antonio Claudio Mariz, que encabeçara a briga a nível judicial.
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Fachin retira de Moro acusações da Odebrecht envolvendo cervejaria


Foto: Lula Marques/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Os depoimentos dos executivos da Odebrecht relacionados a suspeitas de irregularidades nas doações da Cervejaria Petrópolis saíram das mãos de Sérgio Moro, juiz da Vara Federal de Curitiba, e foram encaminhados à Justiça Federal de São Paulo. A decisão foi do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
A decisão é uma continuidade dos desmembramentos de investigações que Moro concentrou na Justiça do Paraná, mas que apesar de terem como origem investigados da Lava Jato não tem relação direta com os ilícitos cometidos na estatal Petrobras, que está sob o comando do magistrado de primeira instância.
 
Foi o próprio Ministério Público Federal (MPF) que encaminhou a Petição 6694, que traz declarações de cinco dos delatores da Obderecht: o ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, preso desde junho de 2015, e os executivos Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Luiz Eduardo da Rocha Soares, Olívio Rodrigues Júnior e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho.
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PF investiga ataques à unidade da Vale no Pará


Foto: Reprodução

Da Agência Brasil

Por Sabrina Craide 

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (7) a Operação Extortore, para investigar os responsáveis por atos de sabotagem praticados em Parauapebas, no Pará, contra a empresa Vale S.A. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão.

Segundo a PF, desde maio do ano passado, diversas torres de transmissão de energia, voltadas para o atendimento das atividades desenvolvidas pela empresa Vale na região, foram alvo de ataques de criminosos que desparafusavam as bases das torres, deixando-as prestes a cair. Em seguida, eles entravam em contato com um funcionário da área de segurança da Vale, indicavam as torres atacadas e exigiam quantias que chegavam a R$ 15 milhões para parar com os ataques.

A investigação foi iniciada pela Polícia Civil e assumida pela Polícia Federal depois da constatação de que os mesmos indivíduos foram responsáveis pelo ataque à Estrada de Ferro Carajás, em 19 de outubro de 2016, mediante a detonação de explosivos que causaram danos à estrutura da estrada de ferro, o que atraiu o interesse da União.

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Sem votos

Temer evita ser incluído em inquérito mãe da Lava Jato no STF

Ao mesmo tempo que tenta não ser investigado diretamente pelo Supremo em ação envolvendo outros caciques do PMDB, o presidente travaria denúncia exclusiva da JBS por obstrução
 

Foto: Antonio Cruz/ABr
 
Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que faz a defesa de Michel Temer, pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negue incluir o presidente na lista de um dos principais inquéritos da Operação Lava Jato: o que mira os caciques do PMDB.
 
A inclusão de Temer no desdobramento do inquérito-mãe da Lava Jato no Supremo foi solicitada pela Polícia Federal (PF), por considerar nos autos da investigação contra Temer a relação com o caso envolvendo os ilícitos cometidos por peemedebistas na Câmara dos Deputados, incluindo Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Eduardo Alves (RN).
 
Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado, "novos relatos" que surgiram nas investigações apontam para o "suposto envolvimento de outras pessoas com foro originário no STF" no esquema de corrupção de membros do PMDB na Câmara dos Deputados, como o próprio presidente Temer, e também seus ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
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