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José Serra

Três delatados acusados de intermediar repasses a PSDB já morreram


Ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra - Foto: Divulgação PSDB
 
Jornal GGN - Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB; Rubens Jordão, intermediário dos repasses de caixa dois para a campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, Telma dos Santos, ex-presidente do PMN e acusada de vender apoio do partido a campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB). São alguns dos nomes apontados em delações de corrupção e crimes, mas que já estão mortos.
 
A conexão dos três casos está no fato de relacionar supostas práticas criminosas envolvendo o PSDB em campanhas municipais e federais e de já não estarem presentes, seja para se defender ou para responder aos crimes imputados.
 
O ex-presidente da sigla tucana foi o mais delatado até agora: esteve nos depoimentos do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, poucos meses após a sua morte em 2014. Costa afirmou aos investigadores que o político exigiu R$ 10 milhões para obstruir a CPI da Petrobras, em 2009, como forma de esconder dados que entregariam os ilícitos de integrantes do PSDB.
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O ‘distritão’ e a tentativa de se perpetuar no poder, por Helena Sthephanowitz

Foto Laycer Thomas/Agência Câmara

Jornal GGN – A defesa do ‘distritão’ entre os conservadores se dá de forma risível. Esta atuação não mais esconde a tentativa desses grupos em se perpetuarem no poder. De Eduardo Cunha a Rodrigo Maia, de José Serra a Aécio Neves, de Michel Temer a Gilmar Mendes, os defensores são transparentes em suas pretensões.

O assunto já esteve na pauta em outras ocasiões, foi debate nos tempos de ditadura. E o debate precisa se aprofundar em outras direções, que não o dos interesses conservadores de perpetuação no poder. O debate precisa abarcar a possibilidade do tráfico de drogas assumir cadeiras, como na Colômbia, ou mesmo de milícias.

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A farsa do Projeto Serra-Jucá: o ARO disfarçado, por Roberto Requião

A farsa do Projeto Serra-Jucá: o ARO disfarçado

por Roberto Requião

Volta à discussão nesta Casa o Projeto de Lei do Senado – PLS 204/2016, de autoria do Senador José Serra, cujo conteúdo já havia sido discutido e rejeitado pelo plenário em dezembro do ano passado e remetido à Comissão de Assuntos Econômicos para nova discussão. Na Comissão de Assuntos Econômicos –CAE, assumiu um novo relator, o senador Romero Jucá.

Como sempre lesto e profícuo, desde o dia dez de julho, o senador tem o relatório pronto.

O que se vê é um claro esforço do governo Temer para que se evite o aprofundamento da discussão. O que se quer é a aprovação imediata do PLS com os olhos e ouvidos dos senadores bem fechados.

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Temer avança na articulação para mudar sistema de governo no país

 
Jornal GGN - Desgastado pelo seu governo e com o histórico enraizado na atividade legislativa, Michel Temer é o mandatário ideal para tomar frente à ideia de mudança para um sistema parlamentarista no Brasil. Conforme adiantou o GGN, Temer foi a oportunidade encontrada por parlamentares como José Serra (PSDB-SP) para comandar a articulação como saída para a permanência no poder dos que hoje dominam o Congresso Nacional.
 
Após os movimentos do senador tucano José Serra com Temer, na última quinta-feira (03), e do mandatário peemedebista com o ministro Gilmar Mendes, no domingo (06), angariando em dois encontros o apoio de caciques dos Três Poderes da República, expostos em reportagem do GGN, o presidente assumiu a estratégia.
 
Durante evento de abertura do 27º Congresso & Expo Fenabrave, em São Paulo, nesta terça-feira (08), Michel Temer defendeu o parlamentarismo como mudança de governo no país. "Em várias oportunidades, o Legislativo era tido como um apêndice do Executivo. No meu governo, não. O Legislativo é parceiro do Executivo. Temos trabalhado juntos", confirmou, continuando: "de alguma maneira, estamos fazendo quase um pré-exercício do parlamentarismo".
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Exclusivo: As suspeitas desapropriações da Linha 5 do Metrô pelo governo Serra

Nem só de formação de cartel e fraude em licitação vive a Linha 5 do Metrô paulista. Quando anunciado por José Serra, o projeto de expansão previa a construção de 4 poços de ventilação e saída de emergência em bairros ricos de São Paulo. Após despender milhões em desapropriação, o Metrô decidiu não construir nada nesses espaços e entregá-los à iniciativa privada

Foto: Divulgação

Jornal GGN - No governo de José Serra (PSDB), o Metrô de São Paulo desapropriou, em caráter de emergência, 4 lotes de terrenos em bairros nobres da capital para construir postos de ventilação e saída de emergência, os chamados VSEs, previstos no projeto básico da expansão da famigerada Linha 5. Porém, anos depois de gastar milhões com as desapropriações, a companhia decidiu não utilizar os espaços para sua finalidade original, com a desculpa de que esses postos não eram mais necessários. 

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Serra, Temer e Gilmar articulam o parlamentarismo

 
Jornal GGN - A defesa do parlamentarismo já conta com o apoio de líderes dos três Poderes da República. O senador José Serra (PSDB-SP) visitou o presidente Michel Temer na última quinta-feira (03), para convencê-lo da ideia. O encontro do mandatário com o ministro Gilmar Mendes, neste domingo (06), provou que Temer já articula em favor da mudança no sistema de governo brasileiro.
 
De acordo com o blog de Andréia Sadi, do G1, Temer conseguiu o apoio de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para a instalação do parlamentarismo no país. À jornalista, o ministro contou que o assunto do encontro extraoficial foi a reforma política. Entretanto, sabe-se que o tema era mais específico: 
 
"Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse Gilmar ao jornal.
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3 ministros da Justiça de Temer barram investigação contra primo de Serra

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Desde 2016, o Ministério da Justiça do governo Michel Temer trava a formação de uma equipe de cooperação internacional solicitada pela Espanha para investigar pagamento de propina e lavagem de dinheiro sobre contratos de Pasadena que podem atingir um empresário casado com a prima de José Serra (PSDB).
 
Segundo reportagem do Estadão, o procurador-geral da República Rodrigo Janot cobrou, há algumas semanas, o ministro Torquato Jardim sobre o desentrave das investigações. Outros dois ministros, Alexandre de Moraes e Osmar Serraglio, nada fizeram para avançar com o assunto e, de acordo com o chefe do Ministério Público Federal, o próprio Temer teria sido avisado.
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Mídia usa estilo Lava Jato para condenar a Lava Jato, por Luis Nassif

Hoje, na Folha, ficou nítida a nova forma de desqualificação dos trabalhos da Lava Jato. Trata-se do pente fino da Polícia Federal sobre as inconsistências das denúncias do MPF e das delações premiadas.

O que garantia a blindagem da Lava Jato, até agora, era o forte espírito corporativo do Ministério Público Federal, a coesão do grupo de Curitiba e o apoio incondicional da mídia, enquanto os alvos fossem adversários políticos.

A forte blindagem da opinião pública, o espírito de manada, inibia todas as críticas. As avaliações sobre a falta de experiência da banda brasiliense da Lava Jato, sobre os exageros da quantidade de delatores de Curitiba, tudo isso ficava entre quatro paredes. No máximo, eram sussurradas críticas do Ministro Teori Zavascki sobre a inconsistência técnica de muitas das denúncias, o estilo panfletário substituindo a apresentação escassa de provas documentais. Leia mais »

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O pré-sal, as agências americanas e os colonizados, por Aurélio Júnior

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Foto: Divulgação
 
Por Aurélio Júnior
 
 
O que mais causa espanto não é a capacidade de "entrega" de nossos políticos, aliás TODOS, independente da suposta coloração politica, no geral parece que informam-se pela midia nacional, reagem a ela, não conhecem nada sobre relações internacionais na realidade, muito menos ouvem assessorias qualificadas, nem as de Estado ou externas, um fenômeno que também acontece com nossos formados em "comunicação social" de todos os matizes, em resumo: Colonizados.
 
Quem mais conhece a fundo o pré-sal? Não é a Petrobras, sequer o governo brasileiro, mas duas agências de inteligência americanas, diretamente ligadas ao DNI (Directorate of National Intelligence) e colaboradoras do DHS, as pouco conhecidas NGA e NRO - a tão comentada CIA ou mesmo a NSA, perto destas são "fáceis", aliás, sem a NGA e NRO, a NSA não existiria - NGA (National - Geospatial Agency + NOAA mapearam todo o Atlântico Sul), já a NRO (National Recon Agency) controla todos os satélites de recon - de todas as especialidades - lançados pelos Estados Unidos.

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Nassif: Xadrez de como Serra tentou fincar um pé na cooperação internacional

Vamos colocar mais uma peça nesse nosso xadrez. É um dado ainda não definitivo, mas que poderá se tornar relevante na análise futura da influência norte-americana no golpe do impeachment. Mas também indicativo de como o senador José Serra sempre teve um faro apurado para perceber de onde vinha o perigo.

Desde o começo era nítido o alinhamento do grupo do senador José Serra (incluindo Aloysio Nunes) com os interesses norte-americanos. Havia três pistas interessantes:

1.     A conversa de Serra com o representante da Chevron, prometendo acabar com a lei de partilha, se eleito. O diálogo foi divulgado pela Wikileaks.

2.    Mal consumado o golpe, a corrida entre Serra e Eduardo Cunha, para quem conseguia emplacar primeiro uma nova lei revogando a lei de partilha.

3.     A ida inopinada de Aloysio aos EUA, com o golpe em pleno andamento, para encontro com senadores norte-americanos e sabe-se lá mais quem.

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Delação que envolve arrecadador de campanha do PSDB enfrenta resistência do MPF

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Foto: Agência Brasil

Da Rede Brasil Atual

 
Doleiro e empresário afirmou que mostraria provas de um repasse de R$ 100 milhões em propina a Paulo Vieira, o Paulo Preto, durante a gestão de José Serra como governador de São Paulo
 
por Helena Sthephanowitz 
 
Alvo da Operação Dragão, da Polícia Federal, o doleiro e empresário Adir Assad está preso na carceragem da PF em Curitiba desde o ano passado, sob acusação de, entre outros crimes, chefiar um esquema de empresas de fachada responsáveis por emitir notas frias para lavagem de dinheiro de propinas para empreiteiras, entre as quais a Andrade Gutierrez.

Desde a prisão, Assad, tido como operador central de desvios de obras dos governos tucanos em São Paulo, vem tentando negociar uma "colaboração premiada" na qual promete contar em detalhes e mostrar provas de um esquema criminoso na estatal paulista Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A – estatal responsável por obras viárias,), do qual fez parte Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, diretor da estatal entre 2007 e 2010, na gestão José Serra (PSDB) no governo de São Paulo.

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Opinião do Nassif: Probabilidade põe STF sob suspeita

Cinco inquéritos sorteados, três envolvendo Serra, Aécio e Aloysio. Nove ministros aptos no sorteio, dois deles mais próximos aos peemedebistas. Adivinhe para quem foram os inquéritos? 

Jornal GGN - Na coluna eletrônica de hoje, Luis Nassif questiona a validade do, praticamente, milagre que aconteceu na vida de Aécio Neves, José Serra e Aloysio Nunes, na ocasião da distribuição dos inquéritos por corrupção que respondem dentro do Supremo Tribunal Federal que, por sorteio, acabaram sendo encaminhados aos ministros Gilmar Medes e Alexandre de Moraes.  

Tudo começa quando a Casa decide sortear cinco inquéritos que antes estavam sob a responsabilidade do relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin. Os processos foram abertos com  base na delação de executivos e ex-executivos da Odebrecht. Entre os alvos, estão os três peemedebistas e os ministros que receberam os processos, entre os 9 que estavam aptos para participar do sorteio eletrônico, foram justamente aqueles com o maior histórico de decisões tomadas em favor do partido desses políticos, ou seja, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes 

Nassif questiona que, pela probabilidade, pura e simplesmente, as chances dos processos caírem na mesa desses dois ministros era de apenas 1,39% e, algo mais surpreendente ainda ocorreu: o processo que investiga o senador Aécio Neves sobre suposto envolvimento em esquema para fraudar processos licitatórios na construção do Centro Administrativo de Minas Gerais, com o objetivo de receber repasses ilegais, não poderia ser julgado pelo ministro Gilmar Mendes,  por toda a suspeição de relacionamento próximo entre os dois, já exposta em gravações vazadas, então o processo contra Aécio caiu nas mãos do ministro Alexandre de Moraes.
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A roleta suspeita dos sorteios do Supremo

Atualizado às 10:00

Vamos a uma análise probabilística, tão ao gosto dos procuradores midiáticos.

Para avaliarmos a extraordinária coincidência dos processos de José Serra e Aloysio Nunes caírem com o Ministro Gilmar Mendes e o de José Serra com Alexandre de Moraes, o roteiro é o seguinte:

O STF (Supremo Tribunal Federal) tem 11 Ministros:

1.     Ministro Roberto Barroso

2.     Ministro Marco Aurélio

3.     Ministro Luiz Fux

4.     Ministra Rosa Weber

5.     Ministro Alexandre De Moraes

6.     Ministro Gilmar Mendes - Presidente

7.     Ministro Celso De Mello

8.     Ministro Ricardo Lewandowski

9.     Ministra Cármen Lúcia

10.  Ministro Dias Toffoli

11.  Ministro Edson Fachin

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Soninha dá seu recado de braços abertos

Jornal GGN – Soninha Francine fala tudo. Sobre Doria, sobre o namorado que era morador de rua, sobre o De Braços Abertos, sobre o Cidade Linda, sobre Serra e Lula, dá sua versão sobre a saída da Prefeitura de São Paulo. Vai falando para Morris Kachani, do blog Inconsciente Coletivo, no Estadão. Aborda a questão dos 100 dias da gestão Doria e tece comentários sobre  os governos do PT e PSDB. Leia a entrevista a seguir.

do blog Inconsciente Coletivo / Estadão

As paixões de Soninha

Por Morris Kachani

Ao lado de seu parceiro, Paulo Sergio Rodrigues Martins, que conheceu em uma ação social quando ele ainda era morador de rua, Soninha fala sobre defeitos e virtudes do atual prefeito, que a demitiu após pouco mais de 100 dias de trabalho

João Doria, o prefeito de São Paulo, montou um bom time de secretários mas nenhum deles consegue despachar a sós com o chefe, pois ele só quer saber de soluções imediatas, que costuma cobrar em reuniões coletivas. O prefeito tem aversão a problemas e também se impacienta com assuntos de Direitos Humanos. Na Cracolândia, montou uma operação “destrambelhada”. É, enfim, um gestor obsessivo e com força de vontade, mas que peca pelo excesso de auto-confiança, nesse sentido se parecendo até com Trump.

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Por trás da operação Aécio, a sombra de Serra

Por trás do vazamento da delação da JBS, ontem, pode estar uma velha disputa entre o grupo de José Serra e o de Aécio Neves na Polícia Federal.

Hoje de manhã foi deflagrada a operação contra o senador Aécio Neves, autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e com pedido de prisão de sua irmã Andréa Neves. A operação já estava marcada há dias. Por isso, há suspeita - na PF - de que o vazamento tenha sido uma tentativa desesperada do grupo de Aécio, na PF ou na PGR (Procuradoria Geral da Repúbica) de avisar os alvos para se desfazerem de provas.

Ontem por volta das 16:30 houve uma reunião tumultuada entre o delegado geral da PF Leandro Daiello e o grupo. Temia-se que a operação pudesse ser cancelada. Não foi.

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