Revista GGN

Assine

midia

O governo Temer não tem onde ir, por Luciano Martins Costa

Por Luciano Martins Costa

 
 
Os integrantes e associados do governo enterino já receberam cópias do conteúdo das delações da Odebrecht
 
Da Revista Brasileiros
 
Sugerido por Webster Franklin
 

Os integrantes e associados do governo enterino do sr. Michel Temer já receberam cópias do conteúdo das delações da Odebrecht.

A conclusão é dos advogados que editam o site e boletim Migalhas, especializado em questões jurídicas.

Para quem estranhava a súbita renúncia do ex-ministro das Relações Exteriores José Serra, eis aí uma boa pista.

Sob o título “Ai que dó”, a nota observa que o advogado José Yunes acaba fazendo a revelação ao se complicar nas explicações sobre como recebeu um pacote de dinheiro do doleiro Lúcio Funaro: ele confessou ter atuado como “mula” do agora ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil.

Leia mais »
Média: 4.2 (5 votos)

Racismo na mídia: invisibilidades dos negros, por Ana Claudia Mielke

Sugerido por Jackson da Viola

Por Ana Claudia Mielke

Negros e mídia: invisibilidades

Do LeMonde Brasil

Há cerca de um ano a imagem do pequeno Matias Melquíades, fotografado pelos pais feliz da vida ao lado de um boneco do Finn, personagem de Star Wars, ganhava as redes sociais. A foto não apenas viralizou nas redes brasileiras, como chegou a John Boyega, ator norte-americano que interpretou o herói no filme O despertar da Força.

Essa historinha consolida o que os negros já vêm há muito tempo dizendo: representatividade importa, sim! Não apenas na televisão e no cinema, como também na publicidade, na literatura e na própria produção dos brinquedos. Afinal, Matias, de apenas 4 anos, quis comprar o boneco porque “se parecia com ele”.

A questão da representatividade do negro na mídia brasileira é algo que vira e mexe recebe holofotes em pesquisas e debates. Não é para menos, a indústria cultural midiática ainda é pouco permeável à ideia de ter o negro em papel protagonista e segue reproduzindo estereótipos, colocando o negro em papéis que configuram, quase sempre, subalternidade.

Leia mais »

Média: 4.3 (4 votos)

Pós-Carnaval, o desespero da imprensa com as chances de Lula para 2018

 
Jornal GGN - Os jornais amanheceram no último dia de festejos de carnaval anunciando o que aguardam para os próximos acontecimentos do ano: a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não à toa ou coincidências, que a Folha de S. Paulo manchetou "Pelo prazo médio da Lava Jato, Lula pode ficar inelegível durante eleição", enquanto o Estado de S. Paulo dedicou editorial à pressão direta.
 
São desdobramentos de uma entrevista há quase uma semana do ex-ministro Gilberto Carvalho, afirmando o que todos já sabiam: "Lava Jato fará de tudo para condenar Lula", disse ao Valor. Sintetizava a expectativa do próprio ex-presidente e de todos seus aliados, de que a intenção dos investigadores e do juiz Sérgio Moro era condená-lo na primeira instância, deixando-o inelegível.
 
Entretanto, acrescentava Carvalho, em trecho ainda mais importante da entrevista: "Na primeira instância, podem condená-lo. Mas a repercussão e a nossa guerra será tanta que apostamos que na segunda instância possamos reverter [a condenação], e também nos tribunais superiores. Lula, ao fim e ao cabo, será candidato".
Média: 4.2 (18 votos)

As cinco dificuldades para escrever a verdade, por Bertolt Brecht

Dramaturgo já apontava a mentira e a ignorância como armas utilizadas para manter a arquitetura opressiva

Jornal GGN - "De que serve escrever frases corajosas mostrando que é bárbaro o estado de coisas em que nos afundamos (o que é verdade), se a razão de termos caído nesse estado não se descortina com clareza?", o questionamento faz parte da conclusão do artigo à seguir, escrito pelo poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht, em 1934.

Naquele momento ele já apontava a mentira e a ignorância como armas utilizadas para manter a arquitetura opressiva, destacando que o sistema de informações estava já imbricado de tal maneira que era "necessária a coragem de dizer a verdade, numa altura em que por toda a parte se empenham em sufocá-la".

Mas Brecht pontua que o serviço da propagação da informação verdadeira deveria ser realizado com "astúcia", se tratando em viver em um terreno perigoso onde, para um escritor vencer, necessitaria de pelo menos cinco armas: coragem, inteligência, arte, discernimento e habilidade, no caso dessa última, para conseguir difundir a informação.

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

"Musa golpista" derruba chefão da RedeTV!, por Altamiro Borges

Aparição explícita de Ju Isen ocorreu durante uma entrevista da musa das manifestações à repórter Léo Aquilla

Blog do Miro

"Musa golpista" derruba chefão da RedeTV!

Por Altamiro Borges


Nas marchas golpistas pelo "Fora Dilma", em 2015, uma figura excitou os falsos moralistas que se dizem defensores da família, da moral e dos bons costumes. Na época rotulada de "empresária", Ju Isen desfilou pela Avenida Paulista sempre com poucos trajes ou simplesmente nua. Entusiasmada com a fama, a "musa do impeachment" até sonhou em ser vereadora, o que não deu certo. Frustrada, ela sumiu dos holofotes da mídia privada. Nesta semana, porém, ela voltou a brilhar e, novamente, ajudou a produzir um impeachment: o do superintendente artístico da RedeTV!, Elias Abrão, que pediu demissão da emissora neste sábado (25).

Segundo informa o jornalista Luciano Guaraldo, do site "Notícias da TV", "a sua saída foi motivada pela exibição ao vivo do ânus da modelo Ju Isen durante o programa Bastidores do Carnaval de sexta-feira (24). Após a cúpula da emissora cobrar explicações, Abrão assumiu a responsabilidade. 'Amigos, bom dia. Errei feio com o Hulk [uma referência à pintura corporal verde de Ju Isen]. Já pedi meu desligamento da RedeTV!. Às vezes pesamos a mão, sem pensar ou ponderar. Abraços', escreveu Abrão em seu perfil do Twitter na madrugada deste domingo (26)".
Leia mais »

Média: 4.6 (11 votos)

Globo censura protestos fora Temer no Carnaval

Apesar focos de protesto em todo o país, ampla cobertura da Globo omitiu "Fora Temer" gritado por milhares de foliões


Vermelho

Carnaval da Globo não tem "Fora Temer"


O Jornal Nacional deste sábado (25) fez uma ampla cobertura sobre o carnaval de rua em todo o país e conseguiu esconder os inúmeros protestos contra o covil golpista. Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Salvador foram destaque em três blocos do telejornal de maior audiência da tevê brasileira. Mas a TV Globo simplesmente omitiu o "Fora Temer" gritado por centenas de milhares de foliões.

Por Altamiro Borges*

Na Praça Campo Grande, por exemplo, a banda System puxou um gigantesco coro contra o usurpador diante do camarote do prefeito de Salvador, o demo ACM Neto. Não saiu nada no JN. Já no tradicional Pelourinho, o cantor Caetano Veloso apareceu de surpresa, cantou a música "Alegria, alegria" e foi acompanhado de um alegre refrão contra o Judas. Também nada no JN.

A mesma cena se repetiu nas outras capitais. A TV Globo simplesmente censurou os protestos. A irreverência dos carnavalescos só não se perdeu graças à internet, que viralizou dezenas de vídeos das manifestações, e à cobertura da mídia alternativa. O jornal Brasil de Fato tem postado várias matérias sobre as manifestações de rebeldia. Segundo relata o jornalista Wallace Oliveira, o "Fora Temer" está incendiando o carnaval em Belo Horizonte. "Me beija que eu não sou golpista”. Com esse lema, o protesto contra o governo não eleito de Michel Temer (PMDB) tomou as ruas da capital mineira, unindo a alegria do carnaval à consciência política".
Leia mais »

Média: 4.9 (10 votos)

Desmonte e perda de referencial no poder brasileiro

País vive nova ordem institucional, com raízes mais recentes do Plano Real, avalia André Araújo em entrevista no Sala de Visitas 


 
Jornal GGN – As origens do desmonte industrial e político mais recentes no país estão atreladas ao vácuo de poder que se abriu no Brasil, com o enfraquecimento dos partidos e do Executivo, e as sementes que deram sustentação à perda de credibilidade dos setores puramente políticos foram plantadas ainda durante a implementação do Plano Real (1994).
 
"Esse capital político, dos economistas do chamado mercado, foi criado no Plano Real, que foi um plano 100% montado por economistas. Até então [essa classe] não tinha poder", explica André Araújo, em entrevista para Luis Nassif, no programa Sala de visitas. 
 
O colunista do GGN e consultor de empresas estrangeiras no Brasil e do International Republican Institute (IRI), braço externo do Partido Republicano norte-americano, completou a explicação lembrando que, apesar do sucesso do Plano Real não ter sido pleno, afinal "só consertou a parte gráfica da moeda, sem consertar as razões por que havia a inflação", o equilíbrio que conseguiu, após anos de tentativa dos governos anteriores, beneficiou politicamente os economistas ligados ao sistema financeiro. 
 
Daquele momento histórico em diante, Araújo destacou que se criou no país uma geração de economistas ligados às escolas com a formação monetarista, influenciadas pelas teorias desenvolvidas nos Estados Unidos dos anos 1990.
Leia mais »
Média: 3.9 (7 votos)

Sala de visitas discute arte de rua e desumanização de Dona Marisa pela grande imprensa

Nesta edição, Nassif entrevista, Tata Amaral e João Feres Jr e, ainda, Caito Marcondes e os irmãos grafiteiros Tim e Mauro Neri, responsáveis pelo anagrama VEraCidade 

 
Jornal GGN - Uma moça de olhos vivos e corpo alongado, geralmente carregando uma casinha amarela nas costas, como uma mochila, e um convite para Ver a Cidade, ou VEraCidade. 
 
Essas são as marcas registradas do grafiteiro Mauro Neri que, ao lado do irmão Wellington Neri (Tim), criou em 2006 o projeto Imargem, junção da palavra imagem e margem, na região da represa Billings, no distrito do Grajaú, local com o menor índice de desenvolvimento da cidade de São Paulo. Os dois são os entrevistados do primeiro bloco desta edição do Sala de visitas com Luis Nassif. 
 
Mauro é um dos autores dos desenhos produzidos na Av. 23 de Maio, o maior mural a céu aberto da América Latina, apagado pelo prefeito João Dória (PSDB). O grafiteiro voltou ao local para tentar tirar a tinta cinza e salvar seu desenho, mas foi preso pela PM, fichado por crime contra o Meio Ambiente, e depois solto. 
 
A proposta higienista de Dória ganhou repercussão bastante negativa, contrária à esperada pelo novo prefeito. Para o apresentador Luis Nassif, Mauro destacou que Dória conseguiu, no final das contas, recolocar o debate do uso do espaço público no centro das discussões apresentando tanto um lado positivo, quanto negativo, da sociedade paulistana.
Leia mais »

Imagens

Média: 4.2 (5 votos)

Gen. Villas Boas: O país não está à deriva, afundou!, por Armando Coelho Neto

Gen. Villas Boas: O pais não está à deriva, afundou!

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Técnica e legalmente, a concessão para a exploração TV é de 15 anos (rádios dez) renováveis por igual prazo, desde que cumpram exigências. Entre elas privilegiar educação, cultura nacional e regional, não formar monopólio ou oligopólio de propriedade, contemplando ainda aspectos de cunho moral, financeiro e fiscal. Não há notícias da observância desses critérios. Renovações de outorgas de concessões de TV e rádios continuam um mistério. Prevalecem interesses políticos, econômicos, religiosos e...!!!

Com ares de cercadinho ou máfia, o pensamento único da sociedade brasileira parece imposto de forma coronelesca pelas famílias Abravanel (SBT), Barbalho (RBA), Dallevo e Carvalho (Rede TV), Civita (Abril), Frias (Folha), Levy (Gazeta), Macedo (Record), Marinho (Globo), Mesquita (O Estado de S.Paulo), Queiroz (SVM), Saad (Band), Sarney (TV Mirante?) e Sirotsky (RBS).

O pensamento único é um câncer a espalhar metástases em redes e sub-redes impressas, televisivas, radiofônicas e internet. Presumir que não possam se reunir num mesmo auditório com empresários nacionais e estrangeiros é ilusão. Pensar que não o fariam, como já fizeram, pra dizer quem pode ou vai ser presidente da República é ilusão. Isso não é teoria da conspiração.

Leia mais »

Média: 4.6 (28 votos)

Estado de exceção e criminalização da política, por Rogério Dultra

Do Cafezinho

 
Escrito por Miguel do Rosário

A luta contra o golpe demorará muitos anos, porque não será resolvida apenas com uma vitória eleitoral, em 2018, ou 2022, ou 2026.

Será preciso completar o processo iniciado com a Constituição de 1988 e democratizar os aparelhos repressivos do Estado, para onde refluíram todas as forças e energias reacionárias derrotadas pela volta à democracia.

Esse é o erro da mídia. A vitória de Lula em 2002 não foi apenas uma vitória do PT, e sim o momento culminante de um processo, tão antigo como a própria história brasileira, de afirmação de valores e virtudes nascidos da luta por liberdade e democracia. Esse processo estava nas letras improvisadas dos repentistas nordestinos, nas canções de João do Vale, nos raps agressivos dos Racionais MC, na literatura de Jorge Amado e Graciliano Ramos, no cinema de Glauber Rocha.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Austericídio e desemprego, por Paulo Kliass

Forçar a barra pela via da manutenção da política monetária arrochada e promover uma política de contenção fiscal acentuada só poderia dar no que deu.

EBC
 
da Carta Maior
 
 

por Paulo Kliass

O mês de janeiro começa a se despedir, mas não sem perder a oportunidade de oferecer ao conjunto de nossa sociedade uma nova leva dos péssimos números a respeito do desempenho da economia brasileira. Os responsáveis pelo governo bem que tentam ensaiar uma ginástica retórica para tentar justificar o que não conseguem. E dá-lhe blábláblá a respeito da chamada “herança maldita” que teriam recebido dos governos anteriores ou a conhecida derrapada pela direita, esquecendo o momento atual e apontando para esperados cenários futuro de “despiora”. Sim, pois os brasileiros somos mesmo incomparáveis na criação de neologismos para fugir do enfrentamento da realidade concreta em que vivemos. Enfim, no entender de alguns ‘especialistas” deveríamos nos contentar pois se ainda não melhorou, ao menos já teria deixado de piorar. Sic!

Leia mais »
Média: 5 (2 votos)

Por que a regulação da mídia não é censura

Mercados desenvolvidos regulam atuação na mídia. No Brasil é diferente, apontam especialistas
 

Pela ordem: Aurélio Rios, Veridiana Alimonti, André Barbosa e Eugênio Bucci
 
Jornal GGN - O serviço de comunicação é compreendido nos Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido como um setor comercial que tem como característica se monopolizar naturalmente. Por isso, nesses países existem leis para a regulamentação econômica desse mercado, induzindo a competitividade, consequentemente, impedindo a concentração dos meios de comunicação nas mãos de poucos grupos. 
 
No Brasil é diferente. Os 26 anos da promulgação da Constituição Federal não foram suficientes para que parlamentares criassem leis para regulamentar os artigos do Capítulo V, que versam sobre a comunicação social no país. A primeira consequência disso é a excessiva concentração de rádios, TVs, revistas e jornais impressos por alguns grupos. Organizações pelo direito à informação, dentro e fora do país, estimam que 70% das mídias estão nas mãos de menos de dez famílias, e muitas rádios e TVs locais são propriedades de políticos.   
 
O debate sobre o tema voltou à tona ainda no governo Dilma, durante o discurso de posse do ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, em janeiro de 2015. Na ocasião, ele declarou que levaria adiante a promessa da então presidente reeleita de debater a regulação econômica da mídia. O objetivo inicial de Berzoini era abrir o tema para a população colaborar com propostas, num processo que seria semelhante àquele que levou à criação do Marco Civil da Internet.
Média: 4 (27 votos)

Após show midiático, Guido Mantega é absolvido em inquérito na Zelotes

 
Jornal GGN - O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi excluído das acusações pela Polícia Federal no esquema da Operação Zelotes. Instaurado em 2015, Mantega virou alvo por suspeita de atuação para modificar decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) a favor de uma empresa. Em maio de 2016, a imprensa mobilizou o noticiário para acusar o ex-ministro. Isento de indícios, apenas a Agência Estado publicou que Guido Mantega foi "livrado" do inquérito.
 
Mais de um ano transcorreu para que a delegada federal Rafaella Vieira Linhas Parca não encontrasse indícios de irregularidades contra Mantega no esquema. Tratava-se de uma das frentes de apurações envolvendo o Grupo Cimento Penha, que conseguiu reverter multas no valor de R$ 106 milhões em uma votação no Carf.
 
Procuradores da República e delegados da Polícia Federal iniciaram uma empreitada para acusar Mantega. A primeira das tentativas era verificar a extensão do relacionamento do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, da Cimento Penha. 
Média: 4.9 (12 votos)

Eike Batista aceitou a piscadela do Diabo, por Sidney Rezende

Jornal GGN - Em artigo publicado nesta terça (31), Sidney Rezende compara o enredo em que Eike Batista foi inserido em função da Lava Jato ao filme "Advogado do Diabo". Na obra, o protagonista, vaidoso, se deixa seduzir por propostas feitas pelo diabo.

No caso de Eike, que tem destruído tudo em que encosta o dedo, a prisão seria uma maneira de colocá-lo de volta no centro das atenções - principalmente com parte da mídia tratando Eike como vítima de um sistema criado por políticos para achincalhar empresários. Eike "aceitou a piscadela do Diabo, e o Diabo fez a parte dele. Só saberemos a contrapartida do empresário após o seu primeiro depoimento.

Leia mais »

Média: 4.5 (8 votos)

Em visita à CIA, Trump ataca imprensa e diz que jornalistas são desonestos

Jornal GGN - Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, visitou a sede da CIA no último sábado e fez ataques contra a imprensa, dizendo que os jornalistas estão “entre os seres humanos mais desonestos da terra”.

Trump acusou a mídia de criar um mal estar entre ele e as agências de inteligência dos EUA, e também afirmou que a imprensa subestimou o número de pessoas que foram à sua posse, na última sexta-feira (20), em Washington.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)