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Raízes e novidades da música brasileira

Uma das expressões mais importantes da cultura nacional, a música está, ao lado do futebol, entre os principais elementos de difusão brasilidade no mundo. Na última década o país também tornou-se atrativo para sediar grandes eventos musicais internacionais se tornando, ainda em 2013, o segundo mercado de grandes shows na América Latina, segundo dados do Ministério do Turismo.

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Latinizando o domingo em solidariedade aos venezuelanos...

Sugestão de Antonio Carlos Silva

Bolivariana - Patricio Manns (chileno)

A Desalambrar - Daniel Viglietti (uruguaio)

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Xadrez de como os músicos vieram salvar a utopia Brasil, por Luís Nassif

Texto para o Seminário O Renascimento das Utopias, que ocorrerá nos dias 14 e 15 de setembro no Rio de Janeiro

Foram alguns anos de guerra e destruição. Grandes fogueiras arderam por muito tempo, consumindo fiéis e ímpios, a velha política e os jacobinos que ascenderam pregando o ódio e a punição. No centro da arena, o orçamento.

Protegendo-o, a muralha da Constituição. Dentro dela, um punhado de generais vacilantes, reunidos em um sarcófago de nome Supremo. No seu entorno, grupos variados, cada qual manobrando seus instrumentos mortais visando a conquista do butim.

Os juízes entraram armados de sicas  e escudos; os procuradores, de gládios e lanças; os técnicos do TCU, com as redes com pesos nas bordas; e o mercado com seus carros de combate, anunciados por corneteiros da mídia. E as cornetas tinham o condão de espalhar o terror a quem as ouvisse.

A luta ultrapassou os limites da arena e se estendeu por todo o país, especialmente depois que os defensores da Constituição levantaram suas batas, deixando à mostra canelas desossadas, e saíram aceleradamente de ré, para não aparentar a fuga dos deveres. Fugiram sem dar as costas, data venia.

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Você botou meu nome na boca do bode...

Coral do 7 da Lira Boca do Bode

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O Rap das Diretas Já

Enviado por Sidney Braga

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Sala de visitas: mercado de artes no Brasil e a educação na gestão Dória

Nesta edição, Nassif entrevista a artista plástica Cris Conde, a pedagoga Sirlândia Teixeira e os músicos Chico Teixeira e Thadeu Romano

Jornal GGN - Nesta edição, Luis Nassif visita o ateliê da artista plástica Cris Conde, carioca radicada em São Paulo e neta do galerista Duda Conde. Autodidata, Cris se destaca pelos desenhos delicados, a sensualidade feminina e a economia nos traços, já tendo apresentado trabalhos na Europa e convidada para a renomada Bienal de Firenze. Nesta entrevista, ela fala das dificuldades e incentivos de produzir arte no Brasil.

Em seguida, Nassif recebe Sirlandia Teixeira, vice-presidente da Associação Brasileira de Brinquedotecas, para avaliar a decisão do prefeito de São Paulo, João Dória, de fechar salas de leitura e brinquedotecas, negando a contribuição de espaços lúdicos para a pedagogia.

Por fim, Nassif recebe o cantor e compositor Chico Teixeira que apresenta o mais recente trabalho, "Saturno", e fala sobre seu projeto de resgate da música sertaneja de raiz. Essa entrevista conta com participação especial de Thadeu Romano no acordeom.

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Sala de visitas: Edson Cordeiro, Jairo Nicolau e Beth Amin

Nesta edição, Luis Nassif entrevista artista com o repertório mais variado entre os músicos brasileiros e, ainda, discute reforma política com cientista politico 

Nesta edição, Luis Nassif entrevista Edson Cordeiro, Jairo Nicolau e Beth Amin

 
Jornal GGN – Esta edição do Sala de Visitas com Luis Nassif abre com uma entrevista de Edson 
Cordeiro. O cantor com o repertório mais variado entre os músicos brasileiros lança o CD “Fado”, décimo segundo álbum de sua carreira gravado na cidade do Porto, em Portugal.
 
 
Em seguida Luis Nassif entrevista por Skype o cientista político e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Jairo Nicolau, que faz uma avalição positiva do possível desfecho da crise política e institucional enfrenada hoje no país, considerando que há grandes chances de um novo pacto social ser firmado nas eleições de 2018.
 
Por fim Nassif recebe a cantora, compositora e fonoaudióloga Beth Amin, acompanhada dos músicos Felipe Souza (violino), Sidiel Vieira (contra-baixo acústico), Yaniel Matos (cello) e Dani Domenico (violão), apresentando seu novo álbum Túneis. O trabalho foi realizando em parceria com poetas paulistanos misturando vários gêneros, entre eles MPB, jazz, folk e bolero. 
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 Podes Crer, Amizade - Toni

Enviado por Antonio Carlos Silva

Podes Crer, Amizade - Toni Tornado

Mr Funky Samba - Banda Black Rio

Uma Chance - Gerson King Combo

 

Podes Crer, Amizade - Toni Tornado

Mr Funky Samba - Banda Black Rio

Uma Chance - Gerson King Combo

 

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Só Guinga para..., por Aquiles Rique Reis

Por Aquiles Rique Reis

Só Guinga para...

decidir gravar Canção da Impermanência (Acoustic Music Records), um CD concebido para, humildemente, render homenagens a seus afetos;

ser tão modesto de um jeito que nem de longe permita transparecer quão genial ele é;

acrescentar genialidade a cada música que compõe, desmentindo os que acreditam que os CDs que lança já atingiram, decisivamente, o seu grau máximo no universo da música brasileira; mostrar que sua obra não é como um avião supersônico, que rapidamente atinge sua capacidade de ir o mais alto que suas turbinas o impulsionarem, para então entrar num estágio de “voo de cruzeiro”;

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O gênio excêntrico do jazz, Thelonious Sphere Monk

Por Dionísio Rocha

Era um excêntrico, como o seu nome completo era, Thelonious Sphere Monk. Era tão parco nas palavras como nas notas do seu estilo impar que rompeu com vários paradigmas do jazz.

Existem gênios que são imitados - Parker, Coltrane, etc - gênios, inegavelmente - e existem gênios que nunca poderiam ser imitados. Monk é um dos últimos - verdadeiramente um gênio, inimitável. Incrível e original! Ele revolucionou o piano como Picasso revolucionou a pintura ...Thelonious Monk foi um pianista único, considerado o mais importantes do Jazz. Sua música estará aqui nos próximos 300 anos, como Beethoven e Mozart.  

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Vidal França apresenta repertório musical neste sábado, em São Paulo

 
Jornal GGN - O cantor, compositor, arranjador e violeiro baiano, Vidal França, apresenta seu show neste sábado (18), às 21h, no Julinho Clube, em Pinheiros, são Paulo.
 
O músico carrega mais de 300 parcerias com artistas de diferentes regiões do país, com extenso currículo musical, participando de programas como Provocações (do Abujamra), Senhor Brasil (do Rolando Boldrin) e Perdidos na Noite (do Faustão).
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Aos 26 anos, morre a rapper e poetisa espanhola Gata Cattana

 
Jornal GGN - Conhecida pelo nome artístico Gata Cattana, a poetisa e rapper espanhol Ana Isabel Garcia faleceu na manhã de hoje, aos 26 anos, em razão de complicações cardíacas.
 
Nascida em Córdoba, Garcia desenvolveu sua carreira na cidade de Madri, se tornando em uma das figuras mais relevantes do cenário do novo rap. Em 2015, ela lançou seu primeiro álbum, “Anclas”, e, no ano passado, outros dois discos:  “Inéditos 2015” e “Los Siete contra Tebas.”
 

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Música Instrumental Pela Democracia, em São Paulo

Jornal GGN – Em ato pelas políticas culturais, instrumentistas se reúnem no palco do Jazz nos Fundos para uma tarde de shows e manifesto, em São Paulo. O protesto, marcado para este sábado, 11 de fevereiro, questiona os retrocessos na cena cultural atual, reivindicando uma gestão responsável pela Cultura por parte das administrações públicas municipal, estadual e federal, a partir das 17h.

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Algumas musas que embalaram os anos 50 e início dos 60

Enviado por Antonio Carlos Silva

Be My Baby - The Ronettes

Eu Sei Que Vou Te Amar - Maysa

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O samba e o seu poder de regeneração, por Yasmin Thayná

 
Por Yasmin Thayná
 
 
É claro que final de ano, parece que algo bate na gente: há uma tendência pela positividade, uma crença coletiva de que o ano que vem vai ser melhor, que as coisas vão melhorar

Toda quinta-feira no Bar Araponga, centro do Rio de Janeiro, pertinho da Praça Tiradentes, rola uma explosão: é a roda de samba “Independente dos bons costumes”. Quem é frequentador há mais tempo sabe que quinta é dia sagrado, tanto que, quando encontra algum frequentador assíduo na rua, pergunta: "e aí, vai pro culto hoje?" Eu, que fui pela primeira vez nessa roda na última e excepcional edição do ano, que aconteceu na sexta-feira (23), senti que algo aconteceu no meu coração e que, de fato, esse é um acontecimento respeitável.

Enquanto o tempo ia passando, a caipirinha de limão ia subindo, os sorrisos de desconhecidos me tocavam, o suor molhava meu rosto, senti o corpo entregue àquele ritmo que realmente leva a gente para outro lugar, sua cabeça vai parar em outra esfera, você entra em outro modo de espírito e mente. Lembrei da primeira roda de samba a que fui fora do ambiente familiar, na Pedra do Sal, a tradicional e, talvez, a mais conhecida do centro. Fiquei paradinha de longe observando toda a movimentação. Quando um conhecido me puxou pelo braço e disse: "olha aqui, sente esse batuque com o seu coração". Não sei o porquê, mas não consegui sentir do jeito que todas aquelas pessoas sentiam. Não era culpa da roda, era uma questão de se permitir ser levada pelo ritmo. E é assim que o samba da vida acontece dentro da gente: quando a gente está aberta para receber o que está por vir.

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